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das obrigações da Comissão Permanente de Relações Internacionais, está acompanhar e fiscalizar os programas governamentais e não governamentais, além de opinar ou emitir parecer sobre as relações internacionais ligadas ao município de Campinas. A presidente da Comissão Permanente de Relações Internacionais, vereadora Paola Miguel, faz um balanço sobre o primeiro semestre de 2025 e os temas tratados na reunião, como a chegada de imigrantes a Campinas. Primeiro, é uma novidade pro nosso mandato tá presidindo a comissão de relações internacionais da Câmara. A gente, a primeira coisa que a gente fez foi entender como que funcionava o sistema aqui do município com relação a pessoas migrantes, apatriados, refugiados. Então, a primeira reunião da comissão foi justamente no centro de referência, né, que trata sobre esse assunto. A gente descobriu quais as leis que tinham, quais os caminhos, como que a gente poderia também pensar juntamente com eles para que a gente buscasse transformações pra cidade de Campinas para oferecer o melhor acolhimento para quem migrou. pra nossa cidade, mas de vem de algum país, países vizinhos, América Latina, mas até mesmo países mais distantes. Outro ponto debatido durante a reunião foi a implantação de taxas pelo governo americano. O segundo debate que a gente teve foi sobre os impactos do governo Trump, sobre a a taxação que tava sendo colocado com relação ao Brasil. O que isso impacta de fato na cidade de Campinas? A gente tem o aeroporto internacional de viracopos e ele muitas vezes é quem traz as mercadorias. Ele foi um ponto importantíssimo para que a gente tivesse ali as vacinas chegando ainda na pandemia com relação ao COVID. Então a gente discutiu porque a gente percebeu que 60% do que é exportado e importado que passa pelo aeroporto de Viracopos, ele tá sendo, ele vem dos Estados Unidos, né? ou ele é importado dos Estados Unidos ou ele é exportado paraos Estados Unidos e isso ia impactar diretamente aqui na nossa região. Então a gente discutiu sobre isso, né? a taxação ali, ela tá muito flutuante porque é um governo muito instável, mas se isso perdurar, né, se isso for consolidado, a gente vai ter um impacto sim na economia local, principalmente das empresas, das pequenas empresas que gostam, né, e que querem entrar no mercado exportador. Para o próximo semestre, a presidente da comissão destaca, a gente quer poder também trazer pra comissão de relações internacionais como é a juventude, como são as juventudes dos outros países. Será que elas têm os mesmos impactos, desafios que a gente tem no Brasil? Acesso à universidade, primeiro emprego, renda, permanência da cultura. Então, a gente quer poder também fazer essa essa troca, né, internacional e trazendo sempre pro município de Campinas. A gente tem o aeroporto e muitas vezes o intercâmbio é o destino, é o sonho de muitos dos nossos jovens, toda a nossa população.