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Trazer esclarecimento sobre a esclerose múltipla foi o objetivo da primeira reunião da Comissão de Política Social e Saúde, presidida pelo vereador Paulo Hadad. Trata-se de uma doença autoimune que afeta o sistema nervoso central e pode causar fadiga, alterações motoras e cognitivas, perda de visão e outros sintomas neurológicos. Os números da doença vem crescendo na região metropolitana de Campinas. é uma doença que teve aí um aumento de 113% do do ano de 2023 para 2024. hoje, né, diagnosticada com um pouco mais de facilidade, talvez por isso o aumento, né, o padrão de vida, enfim, algo que muitas vezes colabora, contribui para que a gente tenha aí um incremento, né, um aumento de de de determinadas doenças na vida da gente. E falar que essa é uma doença rara, né, e o mês de fevereiro ele alusiva as doenças raras, mas é uma doença que extremamente impactante na vida das pessoas. se não diagnosticada precocemente, se não tratada precocemente, pode levar uma qualidade de vida que não é uma qualidade de vida boa e se diagnosticada precocemente tratada, a pessoa pode ter uma vida quase que normal ou dentro de um padrão de normalidade. A neurologista Caroline Coem esclareceu aspectos importantes. A neuroimunologia que a gente pratica hoje é completamente diferente de 10 anos atrás, de 15, de 20. O primeiro tratamento surgiu na década de 90, então é tudo muito recente, tá tudo mudando muito. Eh, então também a gente consegue identificar de forma mais precoce também essas doenças. A esclerose múltipla é uma doença do sistema nervoso central, tá? Então a gente vai achar lesões cérebro, medula, né? E são realmente lesões que a gente consegue visualizar aí através da ressonância, tá? A ela é uma doença que é periférica, tá? não é uma, é bem diferente do sistema nervoso central e é uma doença que é degenerativa e progressiva, né? Até questão também de prognóstico, de tratamento, as duas são bem diferentes diante aí de um quadro de uma limitação de mobilidade, seja por alteração da força, do equilíbrio, um controle finincteriano, uma alteração visual grave, eh, que muda completamente, né, a sua funcionalidade, qualidade de vida. Então, a gente conseguir fazer esse diagnóstico de uma forma precoce, iniciar logo esse tratamento, eh, o a vida com desses pacientes com certeza vai ser muito diferente, que hoje o principal ponto é realmente a questão do acesso ao especialista e a realização da ressonância. Esse é com certeza é o principal ponto hoje, né? Eh, a gente percebe uma dificuldade muito grande nesse sentido. Eh, são poucos os centros aqui que a gente consegue fazer a ressonância e a gente vê os pacientes ficando meses, às vezes até anos de pacientes que estão acompanhando e a gente não consegue fazer nem uma ressonância por ano, que é o que é preconizado, né? Durante a reunião, várias pessoas fizeram questionamentos que foram respondidos pela palestrante. Aad acredita que a informação sobre doenças como esta traz ferramentas a toda a sociedade e que a Câmara tem um importante papel nesse sentido. importância de se trazer alguns assuntos, né, dentro da Câmara Municipal para que sejam debatidos, é prestar informações precisas, né, em tempo real pros nossos internautas e pros nossos telespectadores. Sim.