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Presidida pelo vereador Wagner Romão, a primeira reunião da Comissão Especial de Estudos sobre políticas públicas voltadas às pessoas com alguma das neurodivergências, contou com a apresentação de vídeos de mães de crianças atípicas, além da participação de algumas delas e de representantes de organizações da sociedade civil que atuam com esse público. O nosso objetivo aqui é eh trabalhar, né, a partir da da das pessoas com neurodivergências. Então, eu quero fazer a leitura aqui, eh, talvez seja um pouco longa, mas eu quero começar com ela, porque também há muita muita falta de conhecimento sobre a questão das neurodivergências, né? Eh, é uma nomenclatura, inclusive uma conceitualização que ela aos poucos ela se ela muda, ela se aperfeiçoa. Eh, eh, isso a gente viu com a gente vê com o tempo, né? O próprio termo neurodivergências é um termo é um termo mais recente. Também compõe a comissão os vereadores Carlinhos Camelô, Débora Palermo, Vine Oliveira e Fernanda Solto, que foi escolhida relatora da comissão que por 180 dias vai se debruçar na discussão do tema. Hoje nós não temos um diagnóstico individualizado das pessoas com neurodivergência que estão aguardando nessas filas, né? Porque o gargalo é ainda mais difícil de ser superado. Então, quando a gente eh pensa na necessidade de implementação dessa política pública municipal de inclusão, a gente tem que considerar todas essas complexidades, todas essa essa diversidade. E eu acho que esse plano de trabalho que o Wagner apresentou aqui, ele traz muito bem esse desafio. Não é fácil, né, Wagner, mas eu acho que ele é necessário e ele é possível de de apresentar avanços. depende de ter, claro, esse esse trabalho, esse levantamento desses dados, mas também da mobilização, né, da pressão. Sem isso, a gente sabe que não tem como caminhar política pública em qualquer setor aqui na cidade. E essa participação social que tá no centro dess dessa comissão é muito importante. Então, parabenizar todo mundo que tá se dispondo a fazer eh esse movimento que é muito importante. O diagnóstico, acesso ao laudo e ao atendimento nos mais diversos segmentos foi amplamente discutido, o que promete ser ganchos de importantes discussões da comissão. Muito do desenvolvimento dessas crianças, né, na sua adolescência, idade adulta, ela vai depender desse diagnóstico precoce, né? Então é é pensar que todo o município e toda a sociedade, uma coisa que eu falei que eu queria queria reforçar aqui, nós não estamos lidando só com as pessoas neurodivergente e suas famílias, não. Se a sociedade não perceber essa essa questão de uma maneira a acolher essas pessoas, né, a trazer essas pessoas pro pro convívio, né, normal de, né, de cada um, de cada uma, nós vamos estar falhando, né? Então, não é uma questão da bolha das famílias. que tem pessoas, filhos, filhas neurodivergentes. Não, a sociedade inteira precisa perceber essas pessoas e acolhê-las, né, como como pessoas que têm direitos, como todas as outras pessoas têm direitos