Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
Contribuir com informações a respeito do TDL. Esse foi o intuito da primeira parte da reunião ordinária de número 62 na semana de conscientização do transtorno do desenvolvimento da linguagem. Lei de autoria do presidente da Câmara, o vereador Luiz Rossini. a partir dessa informação da conscientização, a gente buscar precocemente fazer o diagnóstico de crianças que possuem esse transtorno e, obviamente, encaminhar para um tratamento adequado, né, e ajudar muito no desenvolvimento dessa criança. a gente criou o passo a passo pelo TDL, que é um movimento em prol do transtorno do desenvolvimento de linguagem para compreender e apoiar eh todas as crianças e todas as pessoas que tão nesse nesse movimento. A peça chave principal são nossos fonodiólogos, né? Eu Sila, estamos juntamente no projeto porque é uma questão de linguagem. Então assim, a criança tem dificuldade em vocabulário, em semântica, pragmática, em todos os subníveis de linguagem. Quando chega para avaliação, nós temos que avaliar essa questão da linguagem como um todo. E isso repercute no social da criança. Quando nós pensamos nessa forma de linguagem de uma criança TDL, ela não tem esse repertório eh formado de linguagem, né? Então assim, a linguagem não verbal é de uma certa forma boa comparado ao TEEIA, que depois nós vamos falar as diferenças de TE e TDL. e outros transtornos para ficar bem assim elucidado. Qual que é o a dificuldade do TDL? Mas os fonodiólogos são a peça chave. Aí nós encaminhamos também para foniatra, para exame teste neuropsicológico, tem toda uma equipe eh por trás tem questões sensoriais, então tem a TOO também envolvida. Então é uma equipe multidisciplinar. Muito se fala sobre o TEIA, muito se fala sobre o TDH. O TDL pouco tem visto e é um transtorno, é uma dificuldade, né, muito importante paraa criança de linguagem. Então é esse nosso propósito mesmo de de buscar o que a escola observar, o que a saúde pode ajudar e a gente ficar nesse propósito. As profissionais mostraram alguns aspectos que diferenciam a criança com TDL em relação às outras neurodivergências. A linguagem não verbal é o o TDL, ele ele aceita você, ele quer pegar na sua mão, ele cutuca, ele fala. A linguagem não verbal é muito boa no TDL, porque como ela não se faz entender, ela vai, o problema dela não é da interação que o autista tem, não é interativo. O autista tem problema de interação e ele não aponta, ele não quer usar você, entende? Ele não te procura. Ele não te procura. E o TDL tem uma procura maior nessa questão do de você procurar a linguagem não verbal no TEIA. É, é mais pior, é pior, né? é pior do que o TDL, porque o TDL ele ele quer te procurar, mas ele pode te procurar e ficar é você é não consegue e não consegue fluir a fluência, né? Ou narrativa, não tem uma narrativa rica. é com anos que não conseg contar uma narrativa e 5 anos a criança já tem que est falando muito bem, não consegue fazer uma narrativa ou senão fica nesse eh porque aí aconteceu aí e fica travando, né, na narrativa. Isso é uma grande característica. A representante da Secretaria Municipal de Educação falou como a rede está preparada para receber os alunos com TDL. Os transtornos de aprendizagem, eles não estão dentro do campo da educação especial, segundo a LDB, né? A LDB traz que o público alvo da educação especial são os alunos com deficiência, transtornos globais, desenvolvimento e altas habilidades perdotação. Mas assim, eh, mesmo que não esteja no âmbito da educação especial, o nosso princípio de rede, de trabalho da educação, da educação inclusiva, né, que é maior do que a educação especial, né, um guarda-chuva grande e dentro dela tem todas as especificidades dos públicos, temos também essas crianças com transtornos de aprendizagem, né, e nesse caso aí mais específico, o transtorno da linguagem. Então, eh, nossa luta cotidiana, né, diária, né, enquanto professores nas escolas, realmente ter esse olhar atento às características de cada criança, a que cada criança traz desde lá da educação infantil. Iniciamos aqui, Elise, isso que elas queriam, na verdade, essa elas vão se colocar à disposição, mas para ter essa conversa também com a rede, com os professores, talvez levar um pouco dessa informação, aprimorar talvez o conhecimento que elas que já seja bastante, né? Mas para facilitar, né? é que todos os educadores tenham esse olhar e possam perceber, né, as as pequenas minúcias, né, nuances que diferenciam o TEIA do TDL, do TDH e outros transtornos. M.