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Por iniciativa do vereador Wagner Romão, a primeira parte da 38ª reunião ordinária tratou sobre a questão dos refugiados climáticos e a relação entre eventos climáticos extremos e deslocamentos forçados. Hoje, a todo tratados internacionais, eles não reconhecem essa figura do refugiado climático ou ambiental. Os refugiados são reconhecidos por perseguição relativa à raça, à religião, àcionalidade, à opinião política ou quando são cometidos graves violações de direitos humanos. Mas a questão do refugiado climático ainda não é eh entendida pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os refugiados como um tema, como um eixo de ação pros pras pessoas que acabam pedindo refúgio, tem que sair dos seus países, das suas regiões. Além de Wagner Romão, presidente da Frente Parlamentar pelo Meio Ambiente e Enfrentamento aos Efeitos das Mudanças Climáticas, o debate contou com a presença de Daniele do Amaral Piseta do Núcleo Regional do CONARI, o Conselho Nacional para Refugiados do Ministério da Justiça e Segurança Pública e de Dulce Neia Lopes da Silva, ambientalista e presidente da PROESP, Associação Protetora da Diversidade das Espécies. Então, é importante que a gente entenda que a ocorrência de eventos extremos em virtude da mudança do clima, da emergência climática, como disse Wagner Romão, já está aí, já estão aí acontecendo, né? E no nosso caso aqui no Brasil, os eventos que a gente mais eh se depara são as inundações, são é a seca e os incêndios florestais. Eh, no Brasil a gente na a gente já tá vivendo o período da estiagem e quando chega esse período a gente conta com incêndios descontrolados e incêndios que se leva meses, tr meses para conseguir controlar tanto na região Centro-Oeste ali do Mato Grosso, né, e na quanto na região norte que é na Amazônia legal. Então, eh, a gente pode perceber pelas nossas pela nossa condição já do Brasil que a gente já vive e eventos extremos em função da emergência climática. A primeira parte ainda teve a participação do imigrante haitiano Jeumre, que contou sobre a sua experiência pessoal com os impactos das mudanças climáticas. que se trata de deslocamento eh voluntário ou que se trata de deslocamento eh falsado, o ser humano eh desde a desde o começo da história da humanidade se desloca quando o espaço que ocupava, se o espaço não lhe oferece a oportunidade, o homem se desloca. E o que essa nova realidade, ao meu ver, o que exige do país acolhedor é o que podemos chamar de uma educação eh do intorno. educação por é um tipo de sensibilização para que o povo acolhido não só respeita a cultura ou respeitar o outro na sua particularidade ou na sua diferença, mas também para eh ser apto a eh ajudá-lo. Então, nós estamos preocupados com esse tema, porque esse tema tá em discussão nas Nações Unidas e nós entendemos que Campinas pode dar sua contribuição.