O bloco Câmara Notícia destaca a primeira parte da 17ª Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Campinas, dedicada ao debate sobre os impactos do fim da escala 6 por 1 na saúde dos trabalhadores. A discussão, proposta por uma vereadora campineira, contou com a participação do médico sanitarista presidente da Fundacentro, fundação federal vinculada ao Ministério do Trabalho responsável por pesquisas e ações sobre segurança e saúde do trabalhador. A conversa partiu do pressuposto sociológico de que o processo de adoecimento é socialmente determinado, com condições de moradia, saneamento, saúde, educação e transporte público influenciando diretamente a qualidade de vida e os indicadores de saúde da população. O debate aborda como a jornada 6 por 1 sobrecarrega especialmente a juventude negra e periférica, em condições muitas vezes cruéis de trabalho, e como o Brasil ainda tem muito a avançar na regulação de jornadas extenuantes, na proteção da saúde mental e física e na redução de adoecimentos relacionados ao trabalho excessivo em Campinas e no país.
A Câmara Municipal de Campinas promoveu um debate sobre os impactos da escala 6 por 1 na saúde dos trabalhadores. A discussão reuniu vereadores e especialistas para analisar como esse modelo de jornada pode afetar o bem-estar físico e mental, além da qualidade de vida da população. Durante o encontro, também foram levantadas reflexões sobre a necessidade de políticas públicas que priorizem condições de trabalho mais equilibradas.
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