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Por iniciativa do vereador Gustavo Peta e da vereadora Paola Miguel, a primeira parte da 39ª reunião ordinária contou com um ato em defesa da paz em Gaza e pelo fim do genocídio do povo palestino. É um momento que a gente tá muito preocupado, né? É uma escalada que a gente não sabe ainda quais são as consequências e isso deve preocupar todos nós, toda a humanidade, todos os líderes políticos, todas as pessoas. E o que a gente conclama é a luta realmente pela paz. O que a gente acha que deveria ser feito agora é um cessar fogo em todos esses conflitos. As grandes potências deveriam agir muito mais nesse sentido do que promover ações que podem ampliar o conflito, a guerra e as mortes. Na faixa de gás, o que a gente quer também é a paz. O que tá vendo ali é realmente um genocídio. O povo palestino tá sendo massacrado porque não há um confronto entre nações do mesmo porte. O que nós estamos vendo é um massacre em relação a um povo que tem o direito de viver ali, que tem o direito de constituir seu estado. A atividade aqui na primeira parte foi nesse sentido, solidariedade ao povo palestino, um um pedido de paz, né, para que a gente possa resolver os conflitos na diplomacia, no diálogo e não a partir do confronto de guerras e de mortes. Nós não podemos nos calar e normalizar aquilo que acontece contra o povo palestino em Gaza. Com essa guerra insana e brutal. Nem podemos esquecer dos palestinos que cotidianamente têm as suas terras invadidas por colonos fundamentalistas do Israel. O vereador Wagner Romão e as vereadoras Fernanda Solto e Guida Calisto marcaram presença no encontro. Além dos parlamentares, o coordenador do Comitê Campineiro da Solidariedade com o povo palestino, Abidel Latif Rassan, também esteve presente na primeira parte da reunião. Quase 2 anos de genocídio em Gaza. Mais de 56.000 assassinados, 70% deles, mulheres e crianças, 90% de Gaza destruída. Quando morre um israelense, o mundo para quando milhares do árabes morrem assassinados, são apenas números. Não somos números. Somos como qualquer um ser humano. Temos famílias, queremos criar. Nenhum palestino, nenhum árabe quer enterrar seu filho, o que resta do filho antes de tempo. Queremos criar nossos filhos em paz. Queremos ter liberdade em nossa pátria, que não temos outra pátria senão Palestina. Queremos paz para todos. Queremos um mundo diferente, um mundo onde todos muçulmanos, cristãos, judeus vivem em paz, mas com respeito, igualidade. A gente acha que a Câmara de Campinas, por mais que tenha como atribuição principal discussão dos temas da cidade, mas temas internacionais também impactam na nossa vida e a gente precisa também manifestar as nossas posições.