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Por iniciativa do vereador e presidente da Câmara Municipal, Luís Rossini, a primeira parte da 19ª reunião ordinária de 2026, discutiu os efeitos da lei municipal de número 15.891 de 2020, que inclui o dia municipal do sistema Braile no calendário oficial de Campinas, data celebrada anualmente em 8 de abril. Essa lei foi instituída, foi aprovada por uma iniciativa minha, uma lei da minha autoria, junto com o ex-vereador Jorge da Farmácia, que a época era presidente da comissão de pessoas com deficiência da Câmara. E tá no corpo da lei que no dia municipal do sistema Braile, 8 de abril, os setores públicos e privados poderão realizar eventos destinados a reverenciar a memória de Luiz Braile, divulgando e destacando a importância do sistema Braile na educação, habilitação, reabilitação e profissionalização da pessoa cega por meio de ações que fortaleçam o debate social acerca dos direitos da pessoa cega e de sua plena integração na sociedade, que promovam a inserção da pessoa cega no mercado de trabalho, que difundam orientações sobre a prevenção da cegueira e também difundam informações sobre a acessibilidade material da pessoa cega à informação, à comunicação pela aplicação de novas tecnologias, que incentivem a produção de textos em braile e que promovam a capacitação de profissionais para atuar na educação, habilitação e reabilitação da pessoa cega, bem como na editoração de textos em Brail. Estiveram presentes no debate o presidente do Centro Cultural Luiz Braile, Benedito João Bertola e Eline Cristina, coordenadora geral do Instituto. Esse sistema Braile, a importância dele para a pessoa com deficiência visual e baixa visão. Através desse sistema Braile, ele tem a combinação de 63 combinações, onde que dá a possibilidade de nós de visuais a ler e escrever, se interar no na educação, na comunicação. E por isso agradeço mais uma vez ao Rossini por essa parceria que nós do Centro Cultural junto com a presidência colocamos aqui o Câmara Braide. Já são 100 edições para que possibilitam a pessoa com deficiência visual vir aqui participar, saber o que tá sendo discutido, dando essa oportunidade, fazendo essa inclusão social. Só temos que agradecer a casa em nome do Rossino. E a importância também é das escolas, do poder público, tá sempre divulgando o sistema Braileir, mostrando a importância dessa leitura, dessa escrita para a pessoa com deficiência. No Centro Cultural Luiz Braile, hoje nós temos várias atividades, uma delas é a pedagogia, né? Nós temos uma pedagoga que é a Fabiana e ela ensina a escrita Brail. Então quando a pessoa vem pro centro cultural Braile, ele vem, a gente costuma dizer que ela vem naquela fase do luto, porque imagina você dormir enxergando e acordar cego, que é isso que a diabetes faz, né? Então a pessoa acorda cego, ela acha que acabou, não tem mais o que fazer e o que ela vai fazer da vida dela? E aí ela vem, a gente trabalha esse luto através dos nossos assistentes sociais, psicólogos, né? Trabalha esse luto, começa a incluir eles nos grupos de atividades e uma das atividades é a escrita Brail. Então ela vai desenvolvendo o tato, ela vai vendo, vai aprendendo que cada bolinha ali o que significa, até que ela vai formando letras. E é muito interessante porque às vezes acontece de uma pessoa chegar e falar assim: "Eu não vou conseguir". E aí no final do ano a gente faz uma atividade, fala assim: "Cadê o meu manual para mim ir pra cozinha porque eu vou fazer a minha receita?" Segundo o presidente da Câmara, o legislativo tem adotado diversas iniciativas de inclusão. Uma delas em parceria com o Centro Cultural Luiz Braile, que possibilita que pessoas com deficiência visual tenham acesso à pauta das reuniões ordinárias. O boletim é disponibilizado na recepção do plenário e contém a descrição e a explicação dos projetos que serão analisados, além de informações da casa, com textos em Braile e também em letras maiores, possibilitando assim a leitura tanto por pessoas cegas quanto por aquelas com outros níveis de deficiência visual. Tem 100 sessões em que o Centro Cultural Luiz Braile imprime a pauta das sessões em Braile, permitindo que uma pessoa com deficiência visual ou cega possa saber o que que a Câmara tá votando, acompanhando e se sentir cidadão, né? É, é um estímulo também o exercício da cidadania. A Câmara tem adotado várias ações de inclusão.