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Ecc operação Volta às aulas 2026, primeiro semestre. Neste ano, 16 unidades de ensino recebem o apoio dos agentes. Os gastos do início do ano, como IPVA, IPTU, [música] material escolar, pesam no bolso do brasileiro. Por isso, Cepat, Centro de [música] Apoio ao Trabalhador de Campinas, passa algumas orientações para esse período. Primeiro Câmara Integrada de 2026 reúne servidores, terceirizados e comissionados para uma confraternização bem legal aqui na Câmara Municipal de Campinas. No giro ambiental, entenda o chamado esmagamento das praias em decorrência das mudanças climáticas e da ação do homem. [música] Olá, [música] [música] boa tarde. Chegamos ao meio da semana, quarta-feira, 28 de janeiro de 2026, começa agora o jornal Câmara Notícia ao vivo. Meio-dia, mais um minuto. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe, vamos conversar. Mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região, pode ir direto no número que aparece aqui embaixo da sua tela. É o 97829377. ou você tem a opção de enviar esta mensagem apontando a câmera do seu celular para o Qcode. Você já tem acesso ao nosso WhatsApp e aí você pode mandar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você queira assistir aqui no nosso telejornal que a gente conversa ao vivo. O repórter Rafael Turati madrugou hoje para acompanhar a operação Volta às aulas da INDEC, onde os agentes de mobilidade orientam, fiscalizam todo o entorno das escolas. Então, seja bem-vindo e boa tarde, Rafa. Boa tarde, Gabriel. Boa tarde a todos que nos acompanham no jornal Câmara Notícia. Ao meu lado está o Marcelo Carpenter. Ele que é o coordenador de fiscalização e operação de trânsito da INDEC, a empresa municipal de desenvolvimento de Campinas, porque iniciou na cidade a operação Volta às aulas 2026, primeiro semestre. E neste ano 16 unidades de ensino da cidade foram selecionadas para receber esse apoio dos agentes da Endec. que a nossa equipe acordou cedinho para acompanhar um pouco mais dessa operação. Vocês conferem aí nas imagens, mas agora o Marcelo vai explicar um pouco mais sobre como está funcionando, como está sendo essa operação Volta às Aulas 2026. Marcelo, qual que é o principal objetivo dessa operação, né? Muito boa tarde, seja bem-vindo. Boa tarde, Rafael. Boa tarde que todos que nos assistem aqui pela TV Câmara. Realmente desde o começo da semana, desde o dia 26, 16 instituições retornaram à suas atividades escolares e os nossos agentes estão posicionados, são mais de 30 agentes aí posicionados nessa dinâmica manhã, tarde e noite, né, para poder acompanhar, orientar e fazer o fluxo fluir, né, nessas áreas que são bem tumultuadas e também eh coibir possíveis irregularidades, orientar os pais aí as boas práticas para que não ocorra aí nenhum sinistro. nenhuma nenhuma situação aí eh eh que põe em risco a segurança dos alunos do viário, né, nesse primeiro momento de retorno, que é um momento bem eh eh tumultuado, né, muita gente chegando pela primeira vez na escola, eh procurando ali o seu espaço. Então essa organização é feita pelos nossos agentes e vamos prosseguir aí durante janeiro e fevereiro. Falando um pouco mais da operação, né, quais são as principais ações realizadas pelos agentes? A principal ação é a orientação, a gente chegar, verificar se precisa de algum reforço na sinalização na escola que tá iniciando ali as suas atividades e aí daí pra frente iniciar esse contato direto com os pais, organizando filas, né, coibindo ali uma fila dupla, a a parada excessiva, né, às vezes a gente tem aqui, por exemplo, no colégio que estamos hoje, que é o progresso, é 15 minutos com pisca alerta, né? Então, às vezes você parar mais do que esse tempo, você tá tirando, né, justamente essa mobilidade, essa rotatividade que é necessária para fazer o o fluxo eh eh ser ser contínuo, né, na nesse momento de volta às aulas. Então, esse é o principal objetivo, trazer segurança e fluidez para todas as escolas que começaram o seu ano letivo. Também tem a questão da operação desembarque, embarque dos alunos. Exatamente. O embarque e desembarque é uma coisa que nos chama atenção, porque existe uma organização do próprio da própria instituição, né, às vezes eh eh deixando assim a sua área interna como possibilidade de desembarque, mas geralmente é a área do viário externo, né, a área pública que recebe a maior demanda. Então fazer esse desembarque de forma segura é o principal objetivo, né, você parar na sua vaga, desembarcar o seu filho pra área da calçada. Quando isso acontece, por exemplo, numa fila dupla, você tá se expondo ao risco, contribuindo para para dificultar a fluidez de trânsito. E é justamente essa atividade que o agente então foca na orientação para que não seja recorrente daquele pai, daquela mãe que tá chegando pela primeira vez. Uma outra questão também é a operação travessia, né? Auxiliar os pais e os alunos a atravessarem corretamente as vias, né? Exatamente. Nós dispos, né, de faixas de pedestre bem pintadas nessas áreas escolares. Nem sempre eh o ciclo semafórico é automático. Às vezes precisa apertar um botão, a boto do pedestre. Então, às vezes tem pai, tem mãe, tem aluno que não entende que se não apertar aquele botão, não passa o ciclo pro vermelho justamente para dar condição segura de travessia. Então eles também façam essa orientação, fala: "Ó, gente, tem que apertar o botão aqui para poder acionar o ciclo, para vocês terem a vez de vocês". Então, todo esse trabalho é feito incansavelmente ao longo dos anos, né? Esse ano não tá sendo diferente. Toda a equipe da INDEC mobilizada justamente para dar segurança e mobilidade nas principais escolas. Voltamos com as escolas eh particulares, né? A partir da semana que vem, as públicas já começam também a receber os seus alunos e vamos continuar esse trabalho. E como você falou, operação segue até o final de fevereiro. Tanto as escolas quanto as universidades também serão atendidas, né, Marcelo? Exatamente. a a pontualidade, né, com que cada uma vai voltando o seu ano letivo é a presença dos nossos agentes, fazendo aquele primeiro contato, as primeiras orientações, verificando o entorno, se há alguma obstrução, por exemplo, de uma árvore na sinalização, se uma falha na pintura, justamente pra gente acionar os nossos órgãos técnicos para fazer ali a atualização, a reconfiguração ou a repintura, né, da das faixas para que a gente possa ter então clareza ali e bem sinalizado. para que haja um ambiente seguro. E o Marcelo, quais os critérios usados pela ENDEC para definir as escolas e as universidades para essa operação? Existe aí uma via de mão dupla, né? Existe o interesse da escola em ter o agente da INDEC organizando, orientando o trânsito e também a a intenção da INDEC, que nas escolas que tem um viário de grande fluxo, de grande risco, é muita movimentação ali no pico da manhã, então os nossos agentes se fazem necessário naquele local. justamente para garantir a segurança e a fluidez do espaço. E o Marcelo, a operação não é apenas para os pais e pros alunos, né? Também é pros motoristas que circulam pela região, pelos pedestres também que circulam pela região, né? Das escolas. Exatamente. Você que tem aí o seu itinerário, né, a sua rotina de deslocamento, seja pro trabalho ou até para uma outra escola e você eh passa por locais que vão gerar um fluxo maior agora nesse primeiro e semestre, né? justamente sa um pouco mais cedo, se antecipem e tem um pouco de paciência, gente, porque eh eh eh o trânsito ele é dinâmico, nem sempre às vezes é um primeiro dia assertivo, né? A gente precisa de correções ali no entorno. Então eh a paciência, eu acho que é uma chave fundamental para quem conduz, né? E fazer a a a leitura da sinalização, respeitar essa sinalização para que a gente consiga ter um ambiente seguro e fluído. E agora pros pais, né? Qual que é a recomendação de ouro da Indec pro desembarque do aluno, né? Que seja um desembarque seguro, tranquilo, né? Sem fazer o congestionamento. Olha, entenda que você tá chegando pela primeiras vez às vezes na escola, trazendo o seu filho. Eu imagino que esse ambiente já tenha sido previamente e orientado, onde é a classe, os horários. Então você sai um pouco de casa, antecipe esse horário ao máximo e a permanência seja estritamente necessária ao desembarque do seu filho, né? para que você não se demore naquele espaço, justamente paraa gente conseguir democratizar o espaço público, para que a gente consiga então ter mobilidade, ter o espaço liberado por pai que tá chegando ali logo em seguida, né? Então você despede do seu filho, vê se ele entrou na escola de forma segura, mas retire o veículo eh logo em seguida para que a gente consiga então ter uma interação fluída, uma interação respeitosa, para que a gente consiga ter então um começo de ano eh sem maiores transtornos, não só pros pais, mas também pro modo geral da circulação da cidade. E o Marcelo, a gente acompanhou hoje de manhã, né, a operação, eh, dura mais ou menos em torno de meia hora. Olha, eh, dependendo do volume, né, de escolas, nós temos escolas aí que que somam aí cerca de 1000 alunos, né, num período específico. Então, a em média é de meia hora a 45 minutos. É o rush, né? É o momento da chegada e o momento aí da dispersão total. Então os os nossos agentes eles iniciam 15 minutos antes da chegada, justamente para fazer uma leitura, se não tem nenhuma obstrução, depois uns 15 minutos após para poder garantir que o fluxo já voltou à normalidade, né? E aí eles vão paraas suas outras atividades. E Marcelo, pra gente finalizar aqui se nesse período, né, de da entrada da dos alunos na escola, algum motorista, algum pedestre ver alguma infração de trânsito, como recorrer, como contatar a a Indec? Bom, os nossos canais estão abertos, né? Nós temos o 118, que é o nosso canal direto, né, mais conhecido, o Fale Conosco, que é o nosso site, o WhatsApp da Indec. Então, todos esses canais estão disponíveis para você que é pai, você que é usuário da via, que tá e identificando ali um congestionamento sem a presença de um agente, uma falha na sinalização, um desrespeito de uma forma geral, nos acione para que a gente possa dar o atendimento e tentar solucionar o problema de uma forma mais rápido possível. Marcelo, muito obrigado por essa entrevista e por todas essas orientações, pessoal que tá em casa, viu? Uma boa tarde. Boa tarde. Boa tarde a todos e que seja um ano abençoado para cada um de nós. Obrigado, Marcelo. Boa tarde mais uma vez, viu, Gabriel? Então, ó, só relembrando, ó, o calendário das ações, né, da operação Volta às aulas 2026, primeiro semestre, está nos dois sites, tanto da prefeitura quanto no site da INDEC. Volto com você no estúdio, Gabriel. Uma boa tarde. Boa tarde mais uma vez ao Rafael Turat. Muito obrigado pelas informações e também ao Marcelo Carpenter, que é o coordenador de fiscalização e operação de trânsito, né? Uma ação importante aqui na cidade de Campinas, principalmente neste retorno, né? Bom, meio-dia mais 11 minutos. Quem tem filho ou algum parente, criança sabe que esta época é de muita expectativa, né? Fim das férias e, portanto, retorno às aulas. E com isso muda toda a rotina do último mês. Isso costuma gerar uma insegurança, um medo e até irritabilidade. Por isso, eu converso agora com a educadora parental Atelma Nascimento, que é a autora do livro Me escuta, porque toda criança merece ser escutada, inclusive a que vive em você. Então, Telma, primeiramente, muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo, ter aceito o convite para participar aqui do nosso telejornal. E este momento pode ser difícil para as crianças, mas também para os pais e responsáveis. Seja bem-vindo e uma boa tarde. Obrigada. Um prazer estar aqui com vocês. Esse é um momento muito complicado para todo mundo envolvido, né? Tanto as crianças quanto os adultos. adaptação, mesmo que não seja o primeiro ano, a primeira vez adaptação grande e temos que saber como lidar essas mudanças, sem sombra de dúvidas, né? E quais são as reações esperadas ou que podem aparecer aí nesses dias, né? Então, a criança ter uma resistência aí pra aula, um choro, uma birra e também sobre a duração, né? Isso é normal no dia de hoje, por exemplo, que tá retornando durante uma semana, durante um mês, mais que isso, precisa ter uma atenção. A gente precisa ter em mente que a nossa biologia vai atrás de visibilidade, né? A gente tá sempre a sobrevivência. Quando tem alguma mudança o corpo entra naquele modo ou fuga, porque o desconhecido pode ser perigoso. Então isso para nossas crianças um pouco mais desafiador, não é só um, né? Mudança de professor, mudança de horários às vezes, mudança de colegas na sala. São muitas mudanças porque para nós adultos parece ser só o começo das aulas, uma coisa normal, né? Comum a gente tem que passar. crianças é muito mais desafiador e elas não entendem o que que tá acontecendo com o corpinho delas, essedade, esse medo, essa frustração. Então isso pode sim aparecer como birra, como na escola e a gente acaba falando, a gente fica eh empurrar as pra escola. A gente precisa escatar. Ô Telma. Só desculpa te interromper, a gente tá com um probleminha no seu áudio, um pouco na sua imagem também. A gente vai tentar restabelecer o seu contato pra gente continuar a nossa entrevista. A nossa equipe vai entrar em contato aqui com o Atelma pra gente restabelecer o contato, já que este tema é muito importante. Vamos aqui com as notícias da Metrópole, porque neste início de ano, você que está nos acompanhando precisa estar preparado para pagar todas as contas e os impostos que aparecem, né? É IPTU, é IPVA, quem tem filho, a questão do material escolar, do material pedagógico, os livros, né? E pensando nisso, a Secretaria Municipal de Trabalho e Renda passou algumas dicas e orientações para você ter organização financeira. Rogério é administrador e costuma se preparar para pagar as despesas comuns no início do ano, como IPVA, IPTU, material escolar e mensalidades. Tudo com bastante antecedência. Não dá para se preparar agora, tem que se preparar antes. Então, na verdade, ao longo do segundo semestre do ano, a gente tem que começar a fazer uma reserva para quando chegar na hora de enfrentar esses custos, já ter o dinheiro, ou então tá preparado para fazer um parcelamento daquilo que é parcelável sem juros, né? Então esse é o cuidado que as pessoas têm que ter, porque às vezes a pessoa gasta tudo, chega agora, nossa, que que eu vou fazer? E aí é complicado. Se o orçamento está mais apertado e as contas não estão fechando, uma alternativa é buscar uma nova fonte de renda ou até mesmo uma renda extra. Por isso, a Secretaria de Trabalho e Renda em conjunto com o CEPAT oferece diariamente centenas de vagas de emprego e também orientações para que você possa pagar as contas comuns no início do ano com mais tranquilidade. Faz parte do planejamento, né, da população. Então, ou buscar uma renda ou buscar uma renda extra. E aqui no centro público, a pessoa pode, através do mercado formal, através das vagas de emprego, buscar essa renda extra, a sua renda ou senão através da casa do empreendedor. Renda extra sempre é bom, né? Eu acredito que toda a pessoa independente da sua atividade tem que enxergar uma outra forma de buscar renda, porque nunca se sabe o que que pode acontecer. Se a pessoa tem um emprego, pode perder o emprego. Mesmo que a pessoa tenha uma empresa com uma determinada estabilidade, ela tem que buscar outras formas de rentabilizar melhor. O CEPAT recomenda que o trabalhador se planeje e reserve um valor para conseguir arcar com esses gastos extras, principalmente quem tem filhos, já que a compra de material escolar e uniformes também compromete o orçamento. e com relação aos materiais escolares e a a enfim o gasto com a educação, que procure os melhores preços. Então, busque no mercado local, mas também no e-commerce. Drgila é mãe de cinco filhos e conta que além do material escolar, que está mais caro esse ano, ela também precisa se preparar para comprar outros itens. E nem sempre o dinheiro dá conta de tudo. Finalzinho de novembro, dezembro a gente já vem se organizando, porque lá em casa são cincos, aí tem dois adolescentes e são duas crianças também vão pra creche, mas precisa de também material, né? Só que tá meio puxado esse ano em vista dos outros, mas por conta que quando é tudo junto, né, aí dá um pesa bastante. O planejamento já é difícil para quem tem um emprego formal. Já para os trabalhadores autônomos, que muitas vezes não contam com uma renda fixa no fim do mês, a atenção precisa ser redobrada. Para esse público, a Secretaria Municipal de Trabalho e Renda disponibiliza a Casa do Empreendedor e também o Banco do Povo. A pessoa precisa primeiro fazer um checkup financeiro do seu negócio, né? O Sebrai é um sistema que ajuda muito o empreendedor eh para esse diagnóstico mesmo financeiro do seu negócio. Aqui no CEPAT a gente tem na Casa do Empreendedor um posto do Sebrai que pode ser procurado também para esse tipo eh de serviço, tá? buscar realmente entender se o seu negócio está no caminho certo, né, nesse ano. Mas uma coisa é certa, trabalhadores formais, autônomos e até aposentados estão batalhando para conseguir quitar as despesas extras, seja à vista ou parcelado. Como em dezembro tem todo aquele lance do 13º, a gente tem que dar uma seguradinha, gastar menos, economizar nos lquinhos. A gente fez isso, a gente deu uma economizada e deu tudo certo, sobrou, o pessoal se ajudou lá na família porque a gente costuma usar o mesmo carro também. Aí todo mundo se organizou, deu para pagar certinho e ainda sobrou. E pra gente pagar as contas, nada melhor do que estar empregado, né? Então atenção, hein? O Centro Público de Apoio ao Trabalhador de Campinas nesta quarta-feira está com mais de 600 vagas disponíveis. Confira algumas delas. A vagaspara açogueiro, ajudante de carga e descarga, ajudante de obras, armazenista, auxiliar de costura, caixa de lanchonete, camareira, controlador de entrada e saída, engenheiro civil, farmacêutico, garçom, jardineiro, manobrista, organizador de evento, e tecnólogo em gastronomia. Esta vaga é para estágio. Para conferir todas essas vagas é só acessar o site cepate.campinas.sp.gov.br. Lembrando que o atendimento presencial do CEPAT é realizado mediante agendamento prévio pelo site cidadãuto.campinas.sp.gov.br. br. A unidade do centro fica na Avenida Campo Sales, número 427, de segunda a sexta-feira, das 7:30 da manhã às 4:30 da tarde. A unidade Douro Verde, na rua Armando Frederico Renganesque, número 61, no bairro Jardim Cristina, dentro do ortoshopping, no segundo andar, de segunda a sexta-feira, das 8 horas da manhã às 4 horas da tarde, e a unidade do Campo Grande, na rua Manuel Machado Pereira, número 902, em frente à Praça da Concórdia, de segunda a sexta-feira, das 8 horas da manhã às 4 horas da tarde. Meiod-dia, mais 21 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. A nossa equipe já entrou em contato novamente com a Telma Nascimento, que é autora do livro Me escuta, porque toda criança merece ser escutada. Escutada. Me ouve bem, Telma? Tudo certo? Sim. Perfeito. Tá. Ô Telma, eu vou juntar as duas primeiras perguntas que eu fiz para você, para quem está nos acompanhando conseguir recuperar. Eu tinha falado, né, perguntado para você se este momento é difícil para criança neste retorno às aulas, vem de um longo período de férias aí, né, muitas, às vezes mais do que um mês, mas se é difícil para os pais também. E na questão eh do comportamento, da irretabilidade, se isso é normal, né, o choro de não querer ir paraa escola. E sobre esta duração para quem está nos acompanhando, o dia de hoje, o primeiro dia de aula normal, a primeira semana de adaptação e quando que isso liga um sinalzinho de alerta ali neste retorno às aulas? Olha, esse é um período bem desafiador, tanto para as crianças quanto para os adultos, né? Afinal, se a sua criança não está indo paraa escola pela primeira vez, ela já não é mais a mesma criança que começou o ano letivo no ano anterior. Então, é um período de muita mudança, adaptação. E o nosso corpo ele é feito, a nossa biologia vai atrás de segurança, previsibilidade do conhecido paraa nossa sobrevivência, né? a mudança, o desconhecido pode ser perigoso. Então, isso traz um gasto de energia maior e um variedade de sentimentos e emoções que as nossas crianças não sabem entender e nem lidar. Então, é um período desafiador para todo mundo e para as crianças é ainda mais pro corpinho delas. Então pode sim aparecer como choro, como birras, como não querer ir paraa escola, ã, não querer colocar o sapato, não querer colocar uniforme, coisas assim. E depende de cada criança para saber quanto tempo isso pode levar, tá? O importante é, nós os os adultos conhecemos as nossas crianças, então é ter a observação, sentir o que que tá acontecendo com a nossa criança e ter uma escuta, escutar de verdade, conversar com a criança e entender se esse comportamento desafiador está seguindo por um tempo prolongado, a gente tem que tentar entender o porquê. Então é preciso sim sentar com a nossa criança, fazer perguntas e escutar de verdade. Telma, e como deve ser essa comunicação entre os pais e os educadores? É um canal de comunicação ali via WhatsApp? Tem algumas escolas que t aplicativos? É, no momento que você tá deixando a criança na escola tentar esta comunicação com um educador para explicar, olha, tá acontecendo alguma coisa com o meu filho para tentar uma coisa mais individualizada. Eu sei que às vezes é difícil, uma sala tem mais de 20 alunos, por exemplo, mas é importante este contato entre os pais e a escola ou se tiver este contato direto com os educadores? Isso é essencial, né? Eu falo para todas as minhas clientes que quando vai matricular na escola, uma das primeiras perguntas é exatamente essa: Como que é a comunicação entre pais e educadores? Por qual canal? Frequência? Porque a gente precisa saber de pertinho o que tá acontecendo com as nossas crianças. Elas ficam muitas horas na escola. E se a gente não tiver essa comunicação entre os pais cuidadores e os educadores orientadores, tem uma quebra, né? Às vezes a criança se comporta de uma forma ou se abre com certos adultos e não se abre com outros. A gente precisa sim tá bem de pertinho para entender o que que tá acontecendo com cada criança. Ô, acho que um receio, um medo, né, dos pais, dos responsáveis, é o que fazer em caso de choro na porta de uma escola ou uma suposta birra, né? às vezes tá em local público ali, porque a gente tá falando de volta às aulas, mas isso mexe às vezes durante todo o dia, né, com a semana da criança. O que fazer neste caso se você se deparar e se é birra ou não? Como que a gente consegue identificar? São duas palavrinhas que eu falo muito que precisamos ter, é curiosidade e escuta, porque o que que nós fomos educados, né, como fomos criados e o que a gente tende a fazer. A gente quer parar o comportamento desafiador da criança, principalmente se for em lugar público, ninguém quer ficar passando essa vergonha. Então, a gente usa, por exemplo, chantagem ou eh fala que vai dar alguma coisa paraa criança se ela parar de fazer birra. E isso, na verdade, só piora no longo prazo. O que melhora, a melhor coisa para ensinar as nossas crianças como lidar com essas emoções muito fortes para elas é entender o que tá acontecendo, escutar de verdade. Então, é a gente baixar no nível da criança e falar: "Eu tô vendo que você tá bravo, frustrado, triste, qual for a emoção, e perguntar por quê, que que tá acontecendo?" E quando a criança se sente ouvida de verdade, isso também vale para os adultos. Quando a gente se sente, né, ouvido de verdade, o nosso corpo tende a acalmar. O sistema nervoso tende a se sentir seguro e a acalmar. E é aí que mora o detalhe de a gente conseguir parar esse comportamento desafiador mais rápido. Isso vale para todas as idades, né, Telma? Eu tenho um filhinho de um ano e 1 e meio, ele ainda não verbaliza tanto assim, né? fala apenas algumas palavras, mas eu faço às vezes exatamente isso. Eu abaixo, eu converso com ele ou às vezes eu peço para ele pegar alguma coisa, eles já entendem tudo. Então, independentemente da idade que a gente tá falando, de uma criança de 1 ano e meio, 3 anos, 5 anos, 10 anos, é importante esta comunicação dizer para eles, né, fazer perguntas para ele ou alguma frase clara e dependendo da idade da criança receber essa resposta, né, e criar ali um diálogo com ela. Com certeza. Isso vale pros adolescentes e até pros nossos colegas e amigos. Afinal, a gente não quer que ninguém, quando a gente tá desabafando, alguém vire pra gente e fala: "Para de de chorar, para de reclamar", né? A gente quer conversar, a gente quer ter essa essa conversa, essa escuta e essa conexão. Então, é super importante desde pequenininho, mesmo que não seja verbal ainda. Como e quando surgiu a ideia de escrever o livro? me escuta, porque toda criança merece ser escutada, inclusive a que vive em você. E depois eu quero que você já explique este título. Eu, a base do meu trabalho sempre foi trazer para os adultos o que as crianças querem dizer por trás do comportamento, né? E em 2023 eu estava caminhando para um um congresso de educação parental e me veio na cabeça, temos livros escritos por adultos para adultos e escrito por adultos para crianças, mas eu nunca vi um livro escrito pelas crianças para os adultos lerem. E eu pesquisei, não encontrei. E aí eu coloquei para mim que essa era a minha o meu propósito naquele momento, era ouvir as crianças. entrevistei diversas crianças de 4 a 18 anos e organizei, né, para os adultos conseguirem escutar de verdade e entender o que as crianças queriam dizer. Mas precisamos entender que para conseguir ter essa conexão, a gente precisa estar conectado com nós mesmos. Então, o livro é para ser lido duas vezes. A primeira vez pensando na criança que você foi e a segunda pensando nas crianças da sua vida. Nessa questão que você fala agora, na criança que você foi, eh, muitos pais com esta dificuldade de escutar, a gente pode dizer que nasce da própria história emocional do adulto? Numa outra resposta anterior, você falou mais ou menos sobre isso, né? Quantas vezes a gente já não ouviu ou conhece alguma história de engole esse choro, para de chorar, interrompendo a aquela ação que a criança tava, né? como se aquilo fosse sumiu o sentimento da criança. Então, tem a ver com o que o adulto viveu? Com certeza, porque nós não sabemos escutar porque não fomos ensinados como escutar. E, aliás, muitos pais têm dificuldade de brincar com a criança porque os pais não brincaram com eles, então a gente não aprendeu. E isso também não é culpa dos nossos pais. Nossos pais também não tiveram dos nossos avós e assim por diante. Mas quando a gente tá nessa rotina doida, cheia de coisa e corrida para fazer, a gente acaba nem se escutando. A gente sabe, né, como tá a saúde mental hoje em dia. A gente não tá se escutando e fazendo o que o nosso corpo precisa. E se a gente não tá olhando para nós mesmos e fazendo o que a gente precisa, a gente não vai conseguir fazer pelo outro. é aquela história de colocar a máscara de oxigênio em nós mesmos primeiro para depois colocar na criança ou em quem for. E a gente precisa entender que, por mais que a gente engula o choro, os sentimentos e tente não mostrar para ninguém, ele tá lá dentro. Nosso sistema nervoso está recebendo isso, está sentindo e uma hora vai aparecer. TM, eu tô curioso para saber alguns relatos das crianças, né? celular, tecnologia, apareceu bastante porque muitas vezes os pais têm preocupação, né? Meu filho passa muito tempo no celular, no tablet, no computador, nos jogos, mas e os pais também tão muito tempo nas telas e os filhos estão percebendo? Com certeza. A gente não tá percebendo o quanto as crianças estão vendo nós ficar no celular e, né, fazer com o dedinho assim. Elas inclusive pequenininhas já fazem se você der um celular na mão delas, porque elas estão nos vendo. Então a gente tem muita preocupação no tempo que as crianças estão passando, mas a gente não tá vendo que nós estamos ensinando elas. E a gente precisa entender que as crianças estão indo atrás das telas exatamente para ser escutada, para se sentir pertencente, para se sentir parte do grupo. Isso também é biológico. E nós não estamos provendo isso para elas. Nós estamos nas nossas telas e elas estão nas telas delas. E colocar tudo isso em prática é difícil, Telma, porque assim, no dia a dia tem o cansaço, tem uma rotina estressante, às vezes o tempo é escasso. Qual que é o feedback que você recebeu e alguma orientação que você pode nos dar? A gente precisa primeiro escutar nós mesmos, porque nessa rotina, né, doida que e cheia de coisas para fazer, a gente acaba não respirando, não pausando, a gente nem faz nossas refeições com calma, né? a gente faz correndo ou na mesa trabalhando ou assistindo TV e nós não estamos nos dando a energia que a gente precisa. Então, quando a gente se escuta e a gente pausa, a gente volta, a gente aumenta, né, a nossa, o nosso nível de energia. E com isso a gente consegue dar atenção pra criança que ela precisa. Mas precisamos ter em mente que elas não precisam de muito. Elas não precisam de muitas coisas, elas não precisam de muito tempo. O que as crianças precisam é tempo de qualidade. Então, se for num dia que não dá para você sentar e brincar com a criança e conversar profundamente, tá tudo bem, faz parte da vida e elas vão aprender com isso também. Mas que seja 10 minutinhos na hora do banho ou quando vai fazer a comida, traz a criança junta, ela gosta de participar, ela se sente pertencente e ela se sente escutada. Então, nesses momentos de na hora de colocar para dormir, faça uma pergunta ou simplesmente fale: "Teve alguma coisa que te deixou feliz hoje? Alguma coisa que te deixou triste hoje? O que que você gostaria de contar pra mamãe, pro papai, pro titia, para quem for? A criança já se sente super bem energizada só com isso. E é isso que ela precisa. E é isso que nós precisamos para nós e para elas também. Ótimo. Pra gente poder encerrar, Telma, quem se interessou pelo livro, onde que encontra? É só me mandar uma mensagem no meu Instagram que é @atelmanascimento Telma com h que eu passo para vocês. Telma Nascimento, muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo. uma aula que você deu aqui pra gente de grande valia para quem está nos acompanhando, seja pai, mãe, familiar, que tem alguma criança na família de grande ajuda neste momento de volta às aulas, desta quebra de rotina para quem estava nas férias, mas claro, ao longo de todo o ano. Já faço um novo convite para você retornar ao nosso telejornal para falar sobre esse ou outros assuntos e fica aberto à suas considerações finais. Com certeza. Muito obrigada, Gabriel. Tenha um ótimo dia para você também, Telma, participando ao vivo aqui do jornal Câmara Notícia. E vamos com as notícias do legislativo, porque nós vamos continuar a mostrar aqui as emendas impositivas que foram destinadas pelos vereadores. Hoje é a vez do vereador Paulo Hadad e os investimentos vão de hospitais até a área esportiva. A saúde da cidade foi o maior foco das emendas impositivas do vereador Paulo Hadad. ao orçamento de Campinas para 2026. O parlamentar e líder de governo contemplou com investimentos significativos a rede municipal Dr. Mário Gate de Urgência e Hospitalar e também a Fundação Dr. João Penido Burnier. Eu destinei 1.400.000 pra Rede Mário Gate para que fossem adquiridos alguns equipamentos importantes pra cirurgia ou para diagnóstico pré-cirúrgico, por exemplo, aparelho de ultrassonografia. eh aparelho de colonoscopia, o aparelho de endoscopia digestiva, eh aparelhos para você fazer esterilização através de ultrassonografia, né, aparelhos de ultrassom para fazer a a a esterilização de equipamentos, enfim, todo um aporte, né, que dá eh o suporte para que sejam realizados alguns procedimentos cirúrgicos. Paula Hadad também priorizou a área da cultura destinando recursos para apoio de realização de eventos no município. Destinamos eh um aporte de R$ 260.000 R$ 1.000 para toda a parte de estrutura desses eventos culturais da cidade de Campinas, essas festas que são festas, né, de algumas comunidades que muitas vezes nós a eh ajudamos com gradio, com eh tenda, com som, com iluminação, banheiro químico. Então eu acho que isso é um um aporte importante para que a gente leve cultura, lazer e entretenimento pra população de Campinas. 140.000 R$ 1.000 para contratação de alguns shows. É importante a gente salientar que são shows, né, num patamar bem acessível, né, a a a nossa realidade da cidade de Campinas. Um show que leve um pouquinho, né, da cultura, seja qual a cultura que que a que a pessoa quer escutar, o sertanejo, o o o sambo, o pagode, enfim, né? a contratação fica a critério da Secretaria eh de Cultura. Então é importante que ele tenha esse aporte para que quando as pessoas nos procurarem, a gente pode eh de alguma forma carimbar esse recurso. O vereador também destinou uma série de emendas para as secretarias de esportes e para de serviços públicos. Secretaria é de serviços públicos, R$ 78.000 R000 para as vezes instalação de um playground, uma academia da terceira idade, alguns projetos esportivos do grupo 360, que é o handball de areia, que hoje, né, tem uma equipe que é referência nacional com atletas e convocados pra seleção brasileira também R$ 80.000 R$ 1.000 para que a gente consiga eh eh ajudar em alguns eventos, alguns eh festivais, enfim, né, com medalhas, com troféus. Eu taondo que a gente já ajuda também no Campinas Fight, um valor de R$ 30.000. Enfim, um a ginástica olímpica também hoje é uma modalidade que a gente destinou R$ 30.000 R000 para quem tivesse aí contemplado as nossas os nossos jovens talentos para que eles pudessem realizar, né, uma atividade esportiva, eh, que é algo que talvez não tenha muita visibilidade, né, a a luz da administração pública, mas que a gente sabe da importância, né? são crianças que muitas vezes começam pequenininhas, né, fazendo ali um um um algo que eh para alguns é difícil, mas com o treinamento e toda a dedicação, né, nós temos aí grandes exemplos da nossa ginástica rítmica e ginástica olímpica, enfim. Então, eh, são é um um rol de de valores eh pensados e destinados com muito critério, mas contempla esporte, lazer, cultura, eh saúde eh serviços públicos, meio ambiente e também a nossa segurança viária. Frente parlamentar para discutir políticas públicas voltadas ao meio ambiente, enfrentamento às mudanças climáticas é uma iniciativa do vereador Wagner Romão e teve como objetivo acompanhar as ações, propor investimentos e debater soluções para reduzir os impactos climáticos aqui em Campinas. A Frente parlamentar pelo meio ambiente e de enfrentamento aos efeitos das mudanças climáticas foi criada por meio de um requerimento pelo vereador Wagner Romão e presidida pelo próprio parlamentar. O objetivo é acompanhar as políticas públicas voltadas para o meio ambiente e clima, além de propor investimentos e ações para reduzir os efeitos das mudanças climáticas em Campinas. Essa frente a gente juntou, né, uma frente que na legislatura passada havia a frente do meio ambiente e de outro lado a frente pelo enfrentamento aos efeitos das mudanças climáticas. Nós juntamos isso numa frente parlamentar apenas. Temos feito um diálogo muito forte com a sociedade civil, especialmente aquela que tá reunida no Fórum Socioambiental de Campinas. Eh, nós temos feito debates a partir de uma, acho que a primeira reunião que nós realizamos foi muito importante porque a gente fez um uma espécie de planejamento da nossa frente parlamentar, né? Então, nós já passamos pela questão da água e saneamento aqui na cidade. Disso resultou inclusive uma iniciativa nossa de criar uma subcomissão dentro da comissão de meio ambiente, né, que vai tratar da segurança hídrica. Nós temos agora a partir do ano que vem a renovação da da concessão do sistema cantareira que é vital aqui paraa cidade de Campinas e região, né? Nós trabalhamos muito a questão da arborização urbana, né? trouxe isso resultou também num outro projeto de lei nosso, que é um projeto que visa eh obrigar as empresas que, né, trabalham com fios e cabeamento a fazer o enterramento, a que eles se tornem fios subterrâneos, de modo que a gente possa resguardar eh para as, né, as árvores desse conflito que e os cabos e fios fios aéreos têm com as árvores na cidade. A gente vê todo dia, eu recebo reclamação de árvores que estão sendo cortadas, podadas drasticamente, né? Eh, fizemos um debate muito importante sobre a questão dos resíduos sólidos também, que incentivou um outro trabalho nosso, que é a criação da comissão de sobre resíduos sólidos na cidade. Campinas até Campinas recicla apenas 2% do que poderia reciclar em termos de resíduos sólidos, né? Então, acho que foi um um ano muito importante pra comissão, pra Frente Parlamentar do Meio Ambiente, enfrentamento aos efeitos das mudanças climáticas. Eh, culminamos com debate sobre a COP, né, a COP 30 e o que cada cidade deve fazer, o que cada legislativo municipal deve fazer para colaborar com o enfrentamento aos efeitos das mudanças climáticas, né? Esse foi o ponto central da do nosso debate. A Frente Parlamentar realizou oito reuniões e debates com especialistas, com a sociedade civil e também com coletivos ambientais. A gente teve especialistas, pessoal da sociedade civil, dialogamos muito, como eu disse, com o Fórum Socioambiental de Campinas. Eh, trouxemos outras experiências também de como lidar com a questão da arborização urbana, em especial na cidade. Mas a gente tem uma agenda muito extensa também. Vamos tocar em outros temas. O tema da energia limpa, portanto, por exemplo, é um tema que nós vamos voltar a tratar. a gente já lidou com ele quando do debate sobre a concessão eh do financiamento paraa mudança da frota dos ônibus aqui da cidade de Campinas, em que a gente batalhou muito para que houvesse uma mudança paraa energia limpa eh da energia solar, né? A geração de de energia pros ônibus via energia solar. Infelizmente não foi essa a opção da prefeitura, né? Mas nós continuamos batalhando porque a gente tem que de algum modo enfrentar o que tá vindo por aí, né? o a o efeito da das mudanças climáticas que tá acontecendo no mundo todo. E as cidades têm que fazer o seu papel, os legislativos têm que fazer também o seu papel. O primeiro câmera integrada do ano teve muita conversa, amizade e um belo café da manhã. O momento serviu também para fazer metas para 2026. A Câmara Municipal promoveu mais uma edição do Câmara Integrada, um evento para lá de especial que reuniu os aniversariantes de janeiro em um momento de confraternização e integração. É claro, isso é um momento de união aqui entre os colegas, entre os servidores. Aqui cada um no dia a dia, tá dentro da sua sala, fazendo a sua atuação no trabalho. Esse momento aqui que a gente realiza uma vez por mês, pelo menos todos têm uma oportunidade de se encontrar, de bater um papo descontraído, sejam terceirizados, comissionários, efetivos, vereadores. Então isso é muito bom para casa. Comer bem também, né? O café aqui é excelente, tá de parabéns. Primeiro Câmara Integrada de 2026 aqui, servidores, terceirizados, comissionados, enfim, todo mundo aproveita o momento para colocar o papo em dia e, claro, né, já traçar as expectativas para este ano. Com o clima descontraído, o encontro contou com um delicioso café da manhã, também muita conversa boa e principalmente amizade. celebrar a vida e fortalecer os laços no ambiente de trabalho. É o que garante o presidente da Câmara, o vereador Luís Rossini, reiniciando o ano, né, começando aí esse novo período legislativo com a Primeira Câmara Integrada, né, cumprimentando e comemorando os aniversariantes de janeiro. Eu acho que é uma forma de você reiniciar as atividades, na apesar que estamos desde o dia 5 aqui, né? Mas demonstrando e como presidente, como toda a equipe de vereadores, assim o nosso reconhecimento e gratidão pelo esforço eh dos nossos trabalhadores, sejam eles efetivos, comissionados, terceirizados, que ajudam a fazer desta melhor câmara do Brasil. Comemorar aniversários é bem bacana, mas não é tudo. O Câmara Integrada tem como objetivo aproximar as pessoas, também valorizar o convívio e, é claro, promover um ambiente mais humano e acolhedor dentro da instituição. Ah, é um momento único, né? Você veja, a gente para aqui uma vez por mês para confraternizar, para ver amigos que às vezes na correria do dia a dia a gente não vê. E é muito bom essa essa ação da Câmara de Campinas proporcionar isso aos servidores. Coloca o papo em dia, conversa sobre a Câmara e outros assuntos também. Futebol, não é? Final de semana, tudo vale, né, Paulo? Exatamente. Mas agora que eu sou aniversariano de janeiro e pouco tempo atrás a gente estava de recesso, então a gente atualiza os papos também e já traça as estratégias pro ano aí que vem, né, para 2026. Uma iniciativa simples, mas cheia de significado que reforça a importância da união, do respeito e da convivência harmoniosa no dia a dia da Câmara. Um momento legal, né? E você fez aniversário dia 10 de janeiro, tá aqui comemorando com com servidores, comissionados, terceirizados. É um momento realmente único que vale a pena colocar o papo em dia, né, Jaqueline? Sim, tô aqui comemorando. Comemorei 40 anos agora, dia 10, com a nossa equipe, com o pessoal aqui da Câmara, sempre muito agradável. Esse momento é um momento muito legal pra gente confraternizar, encontrar todo mundo aqui da Câmara. Bom, e além daquela resenha bacana, legal, papo em dia, tem também sempre uma opção boa para comer, para tomar um suquinho, né? Faz parte. Faz, faz parte. Sempre tem um gostosinho. Comes e bebes um suquinho gostoso, um bolinho, tá sempre caprichado. Valeu a pena. Vale muito a pena. ser um dos responsáveis assim por esse eh evento, né, Pedro? Eh, o evento tá cada vez melhor, né? Sim, sim. Graças a Deus o pessoal tem comparecido bastante. Nós estamos iniciando aí o ano de 2026 muito bem, com a presença de vários servidores, confraternizando, podendo aí interagir e o evento sempre foi um sucesso e vem a cada ano que passa a gente consegue estimular mais as pessoas a participarem. Pois é, eu entrevistei alguns aniversariantes do mês e quem não é aniversariante também faz questão de vir para prestigiar o evento, dar um abraço nos aniversariantes. Isso é legal também, né? Com certeza. O pessoal participa bastante interagindo, né? são pessoas que fazem aniversário, que chamam os próprios amigos, servidores. Então isso só tem acrescentar pra Câmara, né, para esse ambiente eh bem saudável que nós temos aqui. [música] Na Copa Brasil de vôlei, o Renata recebeu o Sesi Bauru no ginásio do Taquaral, venceu de virada e está na semifinal. O começo de jogo até que foi equilibrado, sem nenhuma equipe abrir no placar. Só que no meio do set, o vôlei Renata cometeu alguns erros e aí os visitantes aproveitaram. do meio do set até o fim, foram quase perfeitos e fecharam a parcial em 25 a 21. Só que a partir do segundo set tudo mudou. Já no primeiro ponto o bloqueio funcionou. para fazer 5 a 1. Foi no ponto de saque de Maurício Borges. A recepção estava demais, então os campineiros fizeram 25 a 16 e 17 a 1. O terceiro set já foi diferente, bem equilibrado, era lá e cá. Até que o placar marcava 27 a 26. E olha só este ponto. Vale conferir na íntegra o rally, porque a bola teimava em não cair. Os líberos trabalhando bastante, até que Adriano no bloqueio colocou a bola no chão. 28 a 26 e 2 sets a 1 para Campinas. No quarto set, para quem pensou que seria fácil, tranquilo, que Bauru estava morto, nada disso. Foi jogão marcado novamente pelo equilíbrio e no 26 a 25, Aerola neste ataque forte, 27 a 25 e fez três sets a 1 para Campinas, que está na semifinal da Copa Brasil. A vitória maiúscula do Renata. De virada, o levantador Bruninho foi eleito melhor em quadra. Na próxima fase do torneio, na semifinal, os campineiros enfrentam o vencedor do confronto entre Minas e Goiás, que se enfrentam nesta quarta-feira. O maior pontuador campineiro foi o Acerola com 16 pontos. O Renata volta à quadra no sábado, 6:30 da noite, contra Guarulhos fora de casa pela Superliga masculina. Meio-dia mais 52 minutos. Olha só, estudo da Fundação de Amparo. A pesquisa do Estado de São Paulo, a FAPESP, indicou que 50% das praias podem desaparecer até 2100. Tema que você acompanha a partir de agora no Giro Ambiental. Olá! Em todo o planeta, as praias estão passando por um processo chamado de esmagamento, causado pela combinação de dois fatores. é o tema hoje do giro ambiental e que a gente vai entender melhor a partir de uma pesquisa que foi realizada juntamente com vários órgãos aqui e conta também com a participação, inclusive ela foi captaneada pelo pesquisador que hoje fala com a gente conectado diretamente, o nosso pesquisador Guilherme Corte. Guilherme, duas perguntas. Primeiro, eh, quais são esses dois fatores desse esmagamento? e fale um pouquinho de como foi coordenar, quem são os entes envolvidos nessa pesquisa e seja bem-vindo aqui ao Giro Ambiental. Obrigado, Mirna, obrigado pelo convite. Bom, esses dois fatores são as nossas ações humanas que a gente faz no continente, a modificação da linha de costa associada às mudanças climáticas. Então, a gente tem as praias no meio de tudo isso e elas ficam esmagadas entre os impactos vindo dos do continente e dos oceanos. Essa pesquisa, na verdade, são várias pesquisas que foram feitas. Eu tenho trabalhado com praias ao longo dos últimos 20 anos com pesquisadores da Unicamp, a minha minha professora Cecília Maral, pesquisadores da USP. Também esse projeto foi desenvolvido em conjunto com a Universidade de São Paulo e ao Unicamper Turra lá e foi um grupo muito grande. Então tivemos a gente foi basicamente 15 pesquisadores, incluindo ah pós-doutorandos, professores, alunos de graduação. E a gente fez uma mostragem muito completa em 30 praias do litoral de São Paulo. Então, nessas 30 praias, a gente já mostrou maior parte da biodiversidade das praias, incluindo os animais que vivem na areia e os peixes. E a gente constatou como as atividades humanas influenciam essa biodiversidade e os ecossistemas de praias. Quais são, por exemplo, algumas dessas atividades que hoje impactam diretamente quando a gente pensa nesse esmagamento das praias? principalmente a construção na linha de costa, porque as praias elas erodem. Então, a areia é retirada das praias naturalmente pelas ondas quando tem tempestados, por exemplo, ondas maiores, mas as praias elas se reconstroem também naturalmente quando as ondas têm menor intensidade. Então isso é um equilíbrio natural. Momentos do ano, onde tem maior energia de onda, a areia vai ser removida. Em outros momentos onde as ondas são mais amenas, a praia vai se reconstruir. Então, quando a gente pode pensar um exemplo claro ali, os lençóis maranhenses com aquelas dunas, aquilo são depósitos de areia. No litoral de São Paulo, a gente tem a vegetação, que também é uma barreira para as ações das ondas contra a erosão. E também elas seguram a areia ali. O problema quando a gente constrói na costa e a gente remove essas dunas, a gente remove a vegetação natural, vegetação de restinga, a gente quebra esse balanço totalmente. O que acontece é que somente a erosão vai fazer o efeito. Então, as praias elas vão ser diminuídas, a quantidade de areia vai sumir, vai ser levado pro oceano e elas não vão ter capacidade de se reconstruir porque os depósitos de areias não vão estar ali. Então a principal atividade que afeta as praias é a construção da linha de costa, seja de rodovias, seja de casas, que todo mundo quer ter o pé na areia ali, mas isso impacta profundamente. a gente vê hoje as ondas invadindo as casas, que isso é uma consequência que a partir de um momento chega a ser inevitável e todas as outras atividades, inclusive até o turismo não tanto, mas também impacta quando tem muita gente, enfim, principalmente as construções na linha de costa. Você fala desse estudo que você fez em 90 locais, em 30 praias do litoral paulista. Eh, quais são as que você poderia citar que tem eh sofre esse maior impacto? Quais sofrem? Verdade. Todas estão sofrendo. Todas as que estão ali, que são construídas, a gente foi, a gente a mostrou desde São Sebastião até Ubatuba. Então, a gente pegou São Sebastião, a gente pegou Caraguatatuba, Ubatuba. E as praias foram ali, elas foram dispersas ao longo de todo esse gradiente. O que a gente constatou foi quanto maior a construção na linha de costa e maior o impacto das atividades humanas, maior a influência que isso tem na biodiversidade no ecosistemas de praias. Então não é uma ou outra. Algumas praias, quando elas estão mais expostas à ação das ondas, elas podem sofrer um efeito ainda maior, mas todas as praias que tem as construções na linha de de costas sofrem com os efeitos das nossas atividades. Guilherme, o giro ambiental ele tá sendo veiculado justamente nas férias de janeiro, que é o período que nós chamamos de alta temporada. Parece que também tem um impacto importante no número de visitantes na costa. É isso, exatamente. Isso foi um dos principais resultados que a gente constatou. E como a gente a mostrou, tanto a fauna que vive mais acima ali próxima da vegetação, até as espécies que vivem nas ondas ali embaixo d'água, incluindo peixe e os invertebrados que vivem na areia, nós contatamos que as atividades que a gente faz na areia, elas refletem também debaixo da água, dos organismos que vivem nos oceanos. Então, a gente pode pensar que o número de visitantes, quando tem muita gente ali, essas atividades, os impactos, elas se propagam ao longo de toda a praia. Então, a quantidade de peixes vai ser menor, a quantidade de invertebrados que vão ser comidas para esses peixes, para tartarugas, para as outras espécies, também vão ser menores. Então, o número de visitantes, o que a gente chama de capacidade de suporte, é realmente uma uma das variáveis muito importantes que a gente tem que considerar no impacto das praias. E quando a gente pensa nesse contexto, qual é a preocupação que ele nos traz? A gente tem aí cada vez mais prédios, inclusive imponentes, que são construídos nas costas. Temos aí as pessoas que querem passar eh o final de ano, o começo das férias, alta temporada e parece que essa conta não fecha, Guilherme. É, é complicado porque todo mundo gosta da praia, né? Mas o o problema é que todo mundo vê as praias como local de recreação somente, não vê que a praia é um ecossistema fundamental. A praia suporta biodiversidade que não existe em nenhum outro ecossistema, só ali nas praias. A praia filtra água. Imagina, lembra do filtro de barro? Quando você bota água e a água passa pela argila? Isso acontece na praia também. A água passa pelas areias da praia e ela é filtrada. A praia fornece uma infinidade de benefícios pra gente, que a gente chama de serviços ecossistêmicos, mas a gente não percebe isso muit das vezes. Ao mesmo tempo, a gente não pode simplesmente falar: "Agora chega, ninguém vai mais utilizar as praias". A gente precisa dessa conexão com mar. E as praias são ecossistemas, as praias elas movem economias de muitas cidades ao redor do mundo. As cidades litorâneas, como chegão, a economia do local é basicamente em cima das praias. Então a gente não pode simplesmente falar: "Não chega, ninguém vai usar". A gente tem que encontrar ali um equilíbrio onde a gente pode proteger a natureza, mas ao mesmo tempo a gente possa se beneficiar das praias como locais de lazer e recreação também. Guilherme, nos parece então que aí essa conta é mais ou menos sobre responsabilidade, conscientização e para que a gente possa cada um quando for à praia ter aí uma uma ação diferente da que tava acostumado. Quais são então que você pode numerar aí cinco dicas para que a gente cause menos impacto quando cada um sai do interior ou sai da sua cidade e vai até o litoral? Perfeito. Cinco dicas. Então, vamos ver. Primeiro a gente tem que recolher os nossos lixos, né? A gente não pode simplesmente deixar lixo lá, porque as espécies que ocorrem nas praias, por exemplo, os caranguejos, a outras espécies que não vivem nas praias o tempo todo, mas utilizam as praias como locais de reprodução, tartarugas, por exemplo, elas vão utilizar esses recursos, os lixos que a gente deixa, elas acham que é comida, então elas vão utilizar esses materiais como alimento ou até mesmo para construir suas tocas. Então isso é fundamental. A gente tem que reconhecer a importância da vegetação costeira. Quando a a chega, a vegetação de restinga ali, isso é fundamental paraa preservação das praias. A gente não pode simplesmente acabar com tudo isso. A gente tem que ver também as praias, como eu disse anteriormente, como esse local importante pra biodiversidade, não é somente uma um lugar para tomar sol ou para beber uma caipirinha. Praia são ecossistemas fundamentais. Fundamentalmente a gente tem que proteger a linha de costa. Sim, muitos da linha de costa já foi completamente transformada. A gente tem ali as rodovias, a gente tem e nesses locais as praias estão realmente desaparecendo e ao longo do tempo isso vai ser inevitável que ocorra. Mas nos locais onde ainda são preservados, a gente tem que manter isso para que a gente possa ter essas praias sustentáveis. Então, por exemplo, no Brasil, há muito tempo atrás teve a discussão dos resorts na beira da praia. Então vamos construir ali, vamos deixar. A gente já tem bastante praias que são pro nosso uso. A gente poderia manter essas pro nosso uso e também preservar algumas, não construir em todos os lugares. Agora essa pesquisa que foi recentemente divulg divulgada, ela vai passar por um outro nível, ela vai dar continuidade ou vocês vão ampliar a área pesquisada? Porque você fala inicialmente do litoral paulista, começando por São Sebastião até Ubatuba. Eh, isso vai ser ampliado? Quais são os próximos passos dessa pesquisa até para fazer uma comparação com outros estados que também estão na costa? provavelmente será ampliado. Um dos problemas é falta de recurso paraa pesquisa, que cada vez a gente sofre mais com isso. Então, a pesquisa demanda muito trabalho de muita gente e tempo. E essas pessoas como são os estudantes, pesquisadores de pós-doutorado, você faz seu doutorado, seu pós-doutorado, e você não ganha muito para isso. Você faz aquilo porque você tem a intenção de proteger, mas ainda assim precisa de recurso, precisa de logística, precisa de recursos financeiros. Infelizmente o Brasil é um dos países do mundo com a melhor produção de ciência sobre as praias. Então, a gente tem grupos ao longo da costa inteira do Brasil, desde o Pará até o Rio Grande do Sul, a praia do Cassino, a gente tem grupos de pesquisadores trabalhando sobre as praias. Tem inclusive uma rede que é a rede Rebentos, que é a rede de monitoramento de habitates bentônicos. A praia é um habitate bentônico, então tem colaboração, entre outros pesquisadores do Brasil. Vocês têm então essa interface para trocar as experiências de cada localidade? Sim, claro. Se a pesquisa é sobretudo sobre colaboração e troca de conhecimento e experiências. Então, sim, bastante a gente tem, eu trabalho muito com colegas do Rio de Janeiro. Hoje eu não não estou mais no Brasil, eu sou professor da Texas ANM University, mas eu trabalho muito com pesquisa com colegas, os meus colegas de São Paulo, colegas do Rio de Janeiro, colegas do Uruguai, colegas do Nordeste. Então, a pesquisa de praia é fundamental e o lado bom disso é que tem muita colaboração, tem um grupo muito forte e o Brasil é muito bem representado. Fica aí então o alerta dessa importante pesquisa que o Guilherme que faz parte de um grupo de pesquisadores que vem analisando aí a o que está acontecendo com as praias, além claro das questões climáticas também que sofrem aí com a ação do homem. Muito obrigada, Guilherme. Eu que agradeço a oportunidade de compartilhar a nossa pesquisa. E o giro ambiental fica por aqui. Não saia daí. Olha, agora a gente tem informações, curiosidades sobre sustentabilidade e meio ambiente. A mosca lanterna pintada, uma espécie invasora que chegou aos Estados Unidos em 2014, representa uma ameaça econômica séria, danificando videiras e estressando árvores. Além disso, o inseto está afetando a qualidade do mel. Normalmente as abelhas produzem mel a partir do néctar das flores. No entanto, a mosca lanterna pintada excreta um líquido açucar chamado melado após se alimentar da seiva das árvores. Apicultores relatam que no outono as abelhas estão coletando e processando esse melado, o que resulta em um mel marrom avermelhado com sabor e aroma incomuns. A redução de emissões de metano no setor agropecuário foi tema central na COP 30 em Belém do Pará em novembro do ano passado. Para apoiar esse debate foi lançado um guia sobre gestão de dejetos da produção animal. Elaborado por instituições como o MAPA [música] e a Embrapa, o documento ressalta que diminuir o metano da pecuária [música] é uma das maneiras mais rápidas e financeiramente eficazes de combater o aquecimento global. O guia destaca que o manejo adequado dos dejetos oferece múltiplos benefícios, reduz as emissões de um poluente climático de curta duração, gera energia renovável, [música] permite a substituição de fertilizantes químicos, melhora a qualidade do ar e fortalece a segurança alimentar. Isso coloca o manejo de dejetos no centro da agenda climática, reconhecendo o papel estratégico da pecuária na economia e na subexistência de milhões. [música] am Quinta-feira, a previsão tem uma mudança, viu? Com o aumento da nebulosidade e aí uma chuva generalizada a partir da tarde. Pode haver tempestade localizada acompanhadas de descargas elétricas e ventos intensos a qualquer momento, mas principalmente durante a noite. Vamos às temperaturas porque elas já estão aqui na minha tela. Amanhã, 29 de janeiro, mínima de 18 e máxima de 29º aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação e nos vemos amanhã ao meiodia ao vivo. Te espero até lá. Ciao. Ciao. [música] [música] [música] [música]