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8ª Reunião da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Juventude
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8ª Reunião da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Juventude

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Resumo editorial

Reunião da Comissão de Cultura discutindo o projeto do Cine Teatro Bento Quirino, um equipamento de exibição cinematográfica no centro de Campinas. O projeto articula cultura e educação através do programa Cinema e Educação, buscando retomar a presença de cinemas no centro da cidade. Aborda-se a importância do acesso público a equipamentos culturais e seu potencial para formação de público.

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TV Câmara, Campinas. Olá, boa tarde para você que acompanha a programação ao vivo da TV Câmara Campinas. Agora são 3:50 e começa a partir de agora a oitava reunião da comissão de cultura da Câmara Municipal de Campinas, que hoje tem como tema de discussão o cine teatro Bento Quirino.

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TV Câmara, Campinas. Olá, boa tarde para você que acompanha a programação ao vivo da TV Câmara Campinas. Agora são 3:50 e começa a partir de agora a oitava reunião da comissão de cultura da Câmara Municipal de Campinas, que hoje tem como tema de discussão o cine teatro Bento Quirino. Com a palavra agora o presidente interino da comissão, vereador Wagner Romão. Boa tarde a todos, a todas estão presentes aqui no nosso plenário. Boa tarde você que nos acompanha pela TV Câmara. E eu quero aqui inicialmente agradecer as ao Douglas Menezes, diretor de cultura da Secretaria de Cultura, a Renata Lanza, professora articuladora do programa Cinema e educação, né, uma grande experiência da Secretaria Municipal de Educação. ao Ramiro Rodrigues, que é cineasta e servidor do Filma Campinas da Secretaria de Cultura, e ao Rodrigo Dias Dias, vice-presidente do Conselho Municipal de Cultura. Agradeço também a presença da Marl França, do programa Cinema e Educação, eh, da Secretaria de da Secretaria de Educação. Quero dizer que a gente tá aqui por um motivo muito especial, que é a criação, né, a realização do Cine Teatro Bento Quirino. Eu tenho muito gosto na realização dessa sessão aqui, porque eh no ano passado nós, eu pude presidir uma comissão de estudos a respeito eh dos cinemas, digamos assim, de um de um circuito de cinema na cidade de Campinas, o debate sobre as salas de cinema na cidade. Na verdade, a partir desse mote, a gente fez uma grande discussão sobre o audiovisual na cidade, né? ficamos, chegamos a um ano, né, de de debates e discussões. Então aqui sempre lembrando, né, da importância da da comissão técnica do audiovisual que que faz parte do Conselho Municipal da de Políticas Culturais, né, a iniciativa partiu deles e delas e o nosso mandato agregou isso ao nosso, às nossas tarefas aqui cotidianas na Câmara, né? E disso resultou um projeto de lei complementar que tá em tramitação, tá iniciando a sua tramitação na, atualmente tá na, na Comissão de Constituição e Legalidade. Eu espero muito que a gente possa aprovar esse projeto em breve, né? Eu não vou me delongar mais porque nós estamos um pouco atrasados no tempo. Eu vou passar aqui ao Douglas e depois a Renata para que eles possam falar sobre como tá sendo a como tá sendo iniciado esse projeto do Cine Teatro Bento Quirino. Tu a palavra Douglas. Boa tarde a todas as pessoas presentes. Queria cumprimentar vereador Wagner Roman tá presidindo essa sessão. Renata, representando a Secretaria de Educação. Ramiro, representante do nosso filma Campinas pela Secretaria de Cultura e Rodrigo Diá Dias representando aí o nosso Conselho Municipal de Políticas Públicas de Cultura. Eh, com muita alegria a gente poder participar de uma da sessão dessa comissão de cultura nesse mês falando de um de uma demanda de uma construção que já vem de longa data, né, os os profissionais que atuam no audiovisual da nossa cidade e anteriormente, confor eh como bem dito pelo nosso vereador Wagner Romão, essa construção já não é de hoje. e Secretaria de Cultura vinha desenvolvendo um trabalho intersetorial na entre as secretarias pra gente poder identificar, né, eh, o que as outras secretarias vindo desenvolvendo de trabalho na cidade de Campinas e e que tivesse essa relação, né, com com as ações culturais, com o setor cultural na cidade. E numa dessas agendas, a gente teve a felicidade, né, de de conhecer a Renata Lanzi e do projeto Cinema Educação, que é um projeto consolidado, que é uma política pública e que a gente não tinha essa proximidade com com o projeto por uma série de circunstâncias. A partir daí surgiu, né, a oportunidade da gente começar um diálogo, eh, identificar alguns locais, né, algumas edificações no, principalmente no centro da cidade. E é uma demanda que essa comissão foi eh criada anteriormente com esse objetivo, né, de fazer esse estudo e pelo uma demanda que nós tínhamos dentro da da Secretaria de Cultura, no departamento de cultura, para que a gente pudesse também alocar a o setor cultural, né, como bem todos sabem, em algum momento a gente vai perder alguns espaços, algumas salas, né, que as atividades culturais acontecem na Estação Cultura. E nesse mapeamento a gente identificou que o Bento Quirino seria uma alternativa pra gente também ocupar, né, a programação, a agenda, né, seja no nos dias de semana, no final de semana. A partir daí nós agendamos uma reunião com a secretária de cultura e a secretária de educação para poder entender como é que nós poderíamos, né, desenvolver, né, e fazer com que o Bento Quirino fosse, né, uma sala pública de cinema. Então, desse sonho, a gente se reuniu, a gente eh identificou as demandas, né? Claro, nós sabemos hoje que o teatro ele não atende, né, a infraestrutura devida que possa ter qualidade do audiovisual, mas era uma maneira da gente poder iniciar, a gente comprar essa ideia e estruturar. Então, diante disso, né, nós fizemos uma uma agenda também com o prefeito para que a Secretaria de Cultura pudesse, né, iniciar, né, um um um termo de trabalho em conjunto com a educação pra gente efetivamente ocupar o espaço e de lá a gente criar um projeto piloto nesse ciclo de 2026. Diante disso, nós identificamos seis finais de semanas com uma possibilidade de estruturar com com os equipamentos de audiovisual, né, as pessoas poderem, né, eh, ir a ao Teatro Bento Quirino para poder assistir sessões de cinema. E a partir desse momento, a gente identificou uma preocupação que a gente não tinha, né, eh, o no de poder fazer a curadoria, poder entender como é que a gente poderia de alguma forma mobilizar, né, as famílias em virem assistir essas sessões iniciais desse primeiro ciclo de 2026. E a partir daí a gente convidou, né, a algumas pessoas da sociedade civil que já atuam na área, né, do audiovisual, né, como o próprio Rodrigo Dias Dias, né, o Diego, a Mário, o pessoal do CTAV, da Mostra Curta, o Hidalgo lá de Barão Geraldo, para também contribuir, né, nesse processo inicial de curadoria pra gente poder seguir nesse nesse projeto. Então, foi muito positivo. A gente conseguiu eh consolidar, né, aqui a o Bento Quirino. agora a gente pudesse começar a chamar Cine Teatro Bento Quirino e efetivamente a gente dá sequência esse plano de trabalho e para 2027, né? Porque beleza, vamos fazer esse primeiro ciclo 2026 e 2027, que é uma preocupação que nós temos também de eh exatamente eh colocar a nossa bandeira do audiovisual do cinema público da cidade no Bento Quirino. E a partir daí, nessa segunda, eh, jornada de reuniões, a gente já começou a fazer alguns estudos de aquisição de material permanente, né, para poder fazer a as respectivas contratações, né, e também a estruturação do espaço, porque efetivamente, né, eh, hoje a gente tem esse entendimento da da parte técnica, né, do audiovisual, né, do som, da imagem que precisa ser qualificado, mas a gente não pode ficar eh no ciclo usando as atas de registro de preço que a gente estrutura. para atender demandas, né? Pelo contrário, a gente precisa fazer a aquisição dos materiais, né? Precisamos identificar os recursos, né? Para que a gente possa adequar o espaço e a partir daí a gente poder garantir no segundo ciclo de 2027, entre os meses de fevereiro e abril, né? Com a estrutura de telão, projetor, eh, som, iluminação, cabine técnica, né? Cenografia. Então, todos aqueles eh itens importantes pra gente poder estruturar minimamente o espaço e a partir daí, tendo essa essa estrutura mínima para pra gente poder seguir, a gente efetivamente seguir nessa construção, claro, sempre com a colaboração do Conselho Municipal de Cultura, da sociedade civil e todos aqueles que atuam na área. Então, é um projeto eh que a gente tá iniciando, né, a gente tá aprendendo no dia a dia também, né, de como estruturar, né, e de como a gente poder fazer com que seja, né, efetivo esse trabalho e de certa forma a gente consegue fazer uma conquista para principalmente paraa nossa cidade, que é uma procura importante que vem acontecendo, não é de hoje, que é um trabalho de muitos anos, mas a gente efetivamente inicia um projeto de de grande relevância para pra cidade em parceria com a Secretaria de Educação. Então eu não vou me alongar muito mais, senão a gente não vai ter tempo. Mas é basicamente isso, é um briefing, né, que eu eu fiz questão de de apresentar para vocês, né? Eu vou deixar a comentar com a Renata aqui para que ela pudesse inclusive falar da programação e a gente poder seguir nessa construção. Legal. Obrigado, Douglas. Passo a palavra paraa Renata, mas antes anuncio o Lucas Malafai, assessor da vereadora Paola Miguel. Obrigado pela presença, Lucas. Renata, por favor. Boa tarde. Eh, eu tô muito contente de estar aqui porque faz 10 anos que a gente iniciou o programa Cinema Educação na Rede Municipal de Campinas. Eu sou professora de matemática, atualmente tô trabalhando no centro de formação da Prefeitura, eh onde eu desenvolvi pesquisa, mestrado, doutorado no grupo olho da Faculdade de Educação sobre cinema na escola, porque eu vi a necessidade de trabalhar as práticas culturais na escola. Então, disso aconteceu da gente eh tá desenvolvendo o programa e a gente faz essas ações nas escolas. Então, eh é um projeto inovador, porque a gente não só assiste filme e debate, mas também a gente faz filmes com os nossos alunos, usando a tecnologia, colocando o aluno eh em contato, né, com o audiovisual. Então esse programa ele é reconhecido nacionalmente pelo fato de ter essa inovação, de criar filmes. Pra gente desenvolver esse trabalho, a gente tem parceria com os produtores aqui de Campinas, que a gente tá sempre procurando fazer parceria com o CTAV, eh, com o pessoal que faz cinema aqui na cidade. Então, eh, o Cine Teatro Bento Quirino é muito importante para nós, porque a gente faz cinema na escola, agora a escola vai para o cinema. Então, a gente tá ampliando e potencializando o trabalho que a gente já desenvolve. E é fundamental a gente ter essa parceria com a Secretaria da Cultura, porque o cinema não faz parte da formação inicial do professor. Então, é algo novo. Então, isso que a gente quer trazer pra escola, práticas culturais para melhorar o relacionamento dos alunos, para potencializar o pensamento, o conhecimento, aliar o conhecimento científico, a arte. Então, a gente tá muito contente de estar aqui, né, trabalhando esse proposta do cinema na escola. E a nossa parceria aqui, né, ampliar esse acesso para os estudantes, né, o audiovisual como uma ferramenta pedagógica, né, complementando os conteúdos escolares, estimular o pensamento crítico e a formação do repertório cultural dos alunos. A gente aqui tem a proposta do cinema, ele não é só informação, ele é muito além de informar os alunos ou tá reproduzindo algo que já tá posto, né? A gente tem pensa no pensamento crítico dos alunos e a gente promove também experiências coletivas, fortalecendo a convivência, participação e expressão, porque o nosso objetivo é criar cine clubes em todas as escolas da rede, desde a educação infantil, ensino fundamental e EJA, é claro, levando em consideração a especificidade de cada segmento de ensino. Então, quando que a gente eh teve a inauguração da sala? No dia 8 de outubro. Agora a gente vai ter uma abertura oficial no dia 30, sexta-feira, às 14 horas, com o Ecocine, uma parceria com a TAL Produções. A gente também vai ter uma sessão à noite às às 20 horas e também a gente vai ter uma sessão no sábado às 19 horas. Aproveito para fazer o convite a todos, né, dessa programação agora em outubro, que já tá aí, né, sexta-feira, sábado e domingo, aproveitar o feriado, eh, se apropriar, né, do cinema no centro da cidade. E também a gente já tem a programação do mês de novembro. A gente tem uma sessão no dia 6/11 com o filme, eh, doine. A gente tem uma programação também no sábado para as famílias levarem as crianças. A gente tem uma programação de animação. Então, no dia 7 vai ter o filme O Menino e o Mundo do Ali Abreu, que concorreu ao Oscar. Tem uma sessão também do Citrotox e no dia 13 a gente vai ter um filme do Vinícius que é paraí. A gente vai ter uma sessão também mostra Antônio do Ceprocamp que é do ICUT no dia 14. Toda essa programação a gente vai disponibilizar no portal da prefeitura. A gente também vai ter sessão no dia 21 de novembro, no sábado. Como o Douglas falou, é uma experiência. Então a gente vai tentar potencializar tudo que for possível fazer, levando as as escolas, a família, a comunidade, para daí ano que vem a gente já traçar o plano, né, de como a gente vai realizar. Um dos objetivos da parceria com a educação é a gente levar as escolas, como eu falei, pro cinema. Então, a gente vai ter a opção também do cinema infanto juvenil, mas também vai ter a sessão sábado à noite e a gente ocupar o centro. O lugar é acessível para todos. A gente eh já conversou com os professores, as comunidades, as escolas de tá participando. Então, a gente já divulgou em outubro, né, a inauguração. A gente vai fazer uma maior divulgação essa semana. E aliada a tudo isso, é importante que a gente tá junto com o Ramiro, que é uma proposta, né, do filma Campinas, que é muito importante pra gente ter o cineasta, quem produz filme na escola, porque ele movimenta e ajuda a gente também nessa questão educacional. Então, a gente eh movimentar o pensamento e o conhecimento de uma outra forma. Muito bom, Renata. Obrigada. Obrigado você. Quero antes de passar aqui pro Ramiro, agradecer a presença do Diego de Aquino, que é coordenador da Câmara Técnica do Audiovisual, né, uma das pessoas que foi muito importante para esse processo todo acontecer, né, do modo como aconteceu. e mandar um abraço também pra secretária, né, Alexandra Caprioli, que tá em férias, mas que sempre, desde o início dos nossos trabalhos aqui, a gente sempre teve uma relação de diálogo muito eh forte, né? Adriana Barão acompanhou as nossas reuniões aqui. Nesse processo, eu pude conhecer também o cinema educação, né? Conheci a Renata, tive presente no lançamento do cinema lá na escola João Herman, lá na se João Herman, que é uma experiência super legal, o pessoal precisam conhecer lá, porque com o próprio dinheiro do conta escola, né, Renata, eles conseguiram fazer um uma baita de uma sala ali de exibição, né, muito legal, um som muito me impressionou muito a qualidade do som, viu, Ramiro? e acho que é uma uma experiência que realmente precisa ser multiplicada. Então passo aqui pro Ramiro Rodrigues. Ramiro, por favor, as suas palavras. Boa tarde. Cumprimentar a mesa, cumprimentar meus colegas cineastes que estão aqui, Dias, Maria Taura, Diego, Danilo. Eh, vou falar um pouquinho do filma Campinas, né? Eh, o Filma Campinas, ele é um projeto piloto eh da Prefeitura Municipal de Campinas, porque a gente identificou uma demanda que a prefeitura tava tendo, em especial a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, relativa à questão de autorização para filmagens, né? Então, normalmente em muitas cidades se cria uma comissão fmica ou uma filme commission para você conseguir centralizar esses processos burocráticos de você autorizar o fechamento de uma via, às vezes precisa da Guarda Municipal, um espaço para poder estacionar o carro da equipe, para você poder criar uma atração de filmagens para aquele município e desse modo gerar economia nesse sentido, seja com profissionais, mais filmagens, né, para contratar pessoas, circulação de renda. Mas conforme a gente foi eh dialogando com a sociedade civil, em parceria também aqui com a Câmara Municipal, né, que a gente teve essa comissão de salas de cinema que foi, né, expandindo para toda essa questão de um sistema setorial do audiovisual, a gente foi entendendo que era necessário fazer um piloto em que a gente pudesse experimentar coisas. E pra gente experimentar, a gente tem esse formato de duração de 2 anos, em que após esses 2 anos, a partir da experiência que a gente tiver conjuntamente também avaliada em conjunto com a sociedade civil, né, e todo o poder público, como que a gente pode manejar um projeto de lei que crie essa comissão fímica, né? Então, ela pode começar como uma comissão fíica, mas também se expandir, né? para outras eh questões econômicas e também de diálogos, né? A gente tem a experiência aqui de Campinas muito longeva, que é do Museu da Imagem do Som, né, que fez 50 anos recentemente, mas que tem a característica de um museu, né? Então é diferente você ter uma estrutura dentro do Departamento de Cultura que lide com essa questão da produção audiovisual orientada paraa cultura, né? Eh, em relação ao cine teatro Bento Quirino, essa parceria, né, quando chegou eh essa construção para a gente, né, com o nosso diretor de cultura, Douglas, com a nossa secretária Alexandra Caprioli, articulada com o prefeito municipal e a secretária municipal de educação, eh, ela foi muito bem vista internamente na prefeitura, né? Então eu penso que o FMA Campinas tem eh como uma missão, né, contribuir nesse diálogo interno na prefeitura para que a prefeitura tenha uma capacidade institucional de lidar com as questões do audiovisual, porque para muitas secretarias isso ainda é misterioso, distante, né? O que que é isso? Quanto que gera de economia, de renda paraa cidade, quantos profissionais envolvidos tem. Eh, então nesse sentido, de ter esse diálogo com a educação, tem sido algo muito rico, né, aqui na pessoa da Renata e da Maili, né, porque a gente faz uma troca importante, né, esse universo da educação, ele é muito muito específico mesmo dentro da prefeitura. É quase uma outra prefeitura, né, dentro da prefeitura. Então, eh, o cineatro, por ser da educação, ele tem uma finalidade pedagógica, né, que a gente também como audiovisual precisa ir tatiando e aprendendo, que é diferente da cultura, né, de uma contratação da cultura, por exemplo, né, tem esse aspecto da formação, eu acho que tem algumas experiências até internacionais, latino-americanas, né, que talvez sejam interessante da gente ver. Na Argentina, por exemplo, tem a ENEC, tem a Universidade, em que as aulas públicas elas atraem pela característica de aula de história do cinema. Então, junto com a aula tem a exibição dos filmes. Então, digamos, o professor ele faz uma primeira exposição daquele filme, daquela temática, da história daquilo, ou o capacitador, o formador, o cineasta que, né, for dar essa formação, faz uma meia hora disso, exibe integralmente o filme e as pessoas vão pela aula e pelo filme, então fica uma coisa muito casada junto com a outra, né? os professores da rede, né, precisam dessa formação para poder replicar isso em toda a rede municipal da educação. Existe uma lei federal, né, que que pede para que as escolas exibam filmes, né, e tem um conteúdo mínimo de audiovisual por mês, né, eu penso eu, né, Renata? Então tudo isso é uma construção que a gente tem que ir se aprendendo, né, dialogicamente, né, como diria o Paulo Freire, e junto com a sociedade civil também. É uma descoberta mútua de como que a gente vai entendendo esse espaço e construindo esse espaço também conjuntamente, qualificando ele para que ele tenha esse aspecto de cinema, mas também de educação paraa cidade, alunos, professores e artistas. É isso. Ótimo, Ramiro, muito obrigado. Passo pro Rodrigo, por favor. Rodrigo, boa tarde. Alô. Tá pegando, tá? Boa tarde. Cumprimento todas as pessoas presentes na mesa e aqui no público. Eu acho que tem que começar celebrando, né, um avanço desses de de ter um equipamento novo pensado pro audiovisual, né, essa luta que é histórica da Câmara eh técnica do audiovisual, mas também lembrar que que todo o equipamento público que vem a partir da cultura, ele é principalmente e inicialmente e basicamente voltado pra população como um todo, né? Então eu acho que esse é o primeiro apelo, a gente imaginar que a gente tá falando de de aquele um equipamento que vem para o setor da de fazedores da cultura e da audiovisual, mas sim um equipamento que vem para a população. Eh, e aí então como com vice-presidente do do Conselho de Política Cultural, acho importante a gente lembrar também de como a gente tem um um trabalho previsto de organização da da mobilização do setor, de articulação da sociedade civil e também de um sistema municipal de cultura, né, que articula isso a partir de um plano municipal. que tá em vigência, que foi aprovado em 2020. Então, a gente tem a gente está em um processo onde onde pensar o o cine teatro faz parte de uma coisa, de um planejamento maior. E aí o o eu acho que é muito interessante a gente pensar nisso pensando como vai entrar, né? Ah, é muito importante lembrar que essa comissão de estudos conduzida pelo vereador Wagner Romão, trouxe à tona muitos assuntos e a possibilidade de muita gente participar dessa dessas conversas, de aprofundar essa o entendimento técnico do que que é o o cinema enquanto uma sala de cinema, de projeção, distinguir conceitos diferentes de espaços de exibição, eh, que podem ter técnicas variadas e uma sala realmente calibrada e pensada para exibição de máxima qualidade de cinema. E isso tudo gerou uma conversa muito grande, que é muito bom ver não só um projeto de de lei, né, que que realmente tá pensando articular todo um sistema de exibição e articulado também com toda tudo que o audiovisual produz e e como ele se exibe na cidade, mas também vê agora um projeto que nasce como um piloto, talvez, ou como uma primeira experiência. Então, eh, e aí eu tô falando isso para retomar, porque a única coisa que o que, que a gente percebeu enquanto sociedade civil quando recebe essa notícia foi uma meio que abrupta a notícia de de sair com um projeto desses, um projeto que que a gente vem eh pensando, amadure amadurecendo há muito tempo e de repente ele aparece. E eu digo isso por quê? Porque o nosso setor, tanto audiovisual como todos os setores da cultura, a gente tem uma característica muito forte de participação na construção das políticas públicas, de colaboração dentro dos projetos, de de apoio a a a à gestão municipal. E a gente não recebe de repente isso mais como um comunicado do que como chamado para construção. E eu faço questão de lembrar que tá previsto no Plano Municipal de Política Cultural a criação de espaços de participação na gestão de todos os equipamentos públicos da cultura e e era a chance do Beto Quirino começar de alguma forma já olhando para isso. Ontem na reunião do conselho, a gente eh aprovou a criação do do Conselho Consultivo do MAC, por exemplo, e já mais dois outros outras comissões pro Miss e pro Mus para que ele se transforme nesses comitês a partir da implementação dos dos planos museológicos. E eu acho que não é pouco importante lembrar desse espaço de participação, uma vez que a gente tem há muito tempo elaborando esse esse esses conceitos. E o que me preocupa agora, a gente tá anunciando um primeiro ciclo e um segundo ciclo, quando a gente ainda não tem nenhum anúncio ou nenhuma palavra formal sobre processo de avaliação desses ciclos. E se a gente tá falando implementação de política pública, é natural que o processo de avaliação esteja esteja contabilizado. E a gente tem conversado disso de algumas de algumas formas. E eu entendo a pressa, eu entendo a precariedade de estrutura que a gente tem dentro das secretarias de servidores específicos para isso. Só que a gente não pode justificar uma coisa pela outra. Se a gente tá falando que a gente não tem gente, então a gente abre uma discussão sobre sobre a a precarização da do do de de funcionários, de servidores, de estrutura da da secretaria, a gente fala de outro assunto. Se o assunto é esse, a gente tem que continuar exigindo que ele aconteça dessa forma. Então, eh, mais uma vez, eu me coloco à disposição, eu tenho certeza que muita gente segue à disposição para poder trabalhar nisso, mesmo que seja daqui a dois dias, eu acho que isso tem que entrar. Eu gostaria que você entrasse oficialmente nas falas da gestão, porque não existe implantação de política pública sem avaliação. Ou não é política pública ou ou tá errado, né? Na verdade, eu acho que acho que isso é uma eu acho que eu não teria medo de dizer tudo isso e e a gente tem que entender que que muito se fez, tem tem uma comunicação muito forte sobre a importância de criar sala, sobre a necessidade de requalificação. Isso tá teve na voz do prefeito no dia da lançamento dessa sala. Só que agora a gente precisa ver o mesmo efeito de articulação, de visibilidade que teve para produzir falas públicas, políticas dentro de um de um de um auditório para que agora essas falas, esse espaço mediático chegue a convocar a população para participar desse espaço. Se a gente não pensa que esse espaço é entregue à população, as pessoas não vão chegar sozinhas num lugar, né? né? Então são todas as questões que a gente vem discutindo há muito tempo e eu também aproveito e convoco aqui todo todas as pessoas a participarem mesmo, a levarem as famílias, levarem a amigas, amigos e amigues para ocupar esse lugar, porque esse espaço é um espaço público gratuito e com uma programação de excelente qualidade, que inclusive mesmo quando a gente recebeu essa notícia, a gente que foi, algumas pessoas da sociedade civil e eu faço questão de trazer a Mari e Diego, né, que a gente esteve nessa chamado, eh, mesmo faltando pouco tempo, a a gente conseguiu fazer uma produção de um de um de uma de uma programação de qualidade, né, de de contratar distribuidores, pensando nos conceitos que sempre orientaram a criação dessa sala, de que seja uma sala que é voltada pro público, então que ela tem que trazer filmes diversos que atendam a diferentes idades, que que debatam temas diferentes, que pensem linguagens diferente e que sejam e que obviamente sejam filmes brasileiros, mas não só filmes produzidos aqui, não só filmes na região, mas também esses filmes. Então, eu acho que é bem importante valorizar. Eu tô fazendo essa crítica um pouco de processos por na no objetivo de construir, mas dizer, a gente tem uma um um uma um ciclo montado que garante que poderia garantir grande sucesso e e por isso eu insisto que a gente faça um um esforço não só de de aparecer, de divulgar e de e e e e de ocupar esse espaço, mas também de ter um processo sério da dessa dessa avaliação para que o próximo ano comece. E aí aproveito, estando nessa casa de dizer que tudo isso precisa do apoio da de vereadoras e vereadores para que a gente não só pense numa requalificação de um espaço específico, mas que a gente traga à tona a discussão do orçamento da pasta da da Secretaria de Cultura, que é sempre muito eh deixado de lado. A gente não consegue aumentar isso. A gente frequentemente tem reduções do orçamento pelo plano de cultura, a gente já deveria estar em 3% do orçamento municipal para a cultura. a gente não chega nesse nível, a gente não chega em 1% ou fica beirando esse 1%. E isso é um é um grande problema. A gente não pode imaginar que porque este ano foram destinados 20 milhões de emendas impositivas paraa cultura, que isso é orçamento discricionário da pasta. Então, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra. E e assim posso até eu particularmente ser contra esse tipo de de distribuição de orçamento através de emendas impositivas, mas principalmente a gente não pode confundir que esse dinheiro tá indo para sendo usado através da secretaria de cultura, usando uma estrutura de servidores da secretaria de cultura para operacionalização de ações que são que vem e muitas vezes não estão de acordo com o que o plano de cultura estabelece. E o plano de cultura, eu quero lembrar, não é um plano de cultura da secretaria, é um plano de cultura da cidade assinado pela prefeitura. Então esse plano tem que ser cumprido e e e aí esta casa também deveria estar prestando atenção a isso. Então essa discussão do orçamento que a gente precisa constituir tanto para essas coisas específicas que que são muito importantes são chamarizas, são pontos de inovação e eu acho que realmente importam muito, mas também pensar que tem toda uma estrutura por trás que precisa ser fortalecida. Não se faz a cultura da noite pro dia, não se faz com nada. a gente vê com todos os grandes eventos culturais e a gente frequentemente vê nosso carnaval fazendo sucesso, muitas ações dentro dessa cidade. A gente tem um calendário de evento cheio e na verdade a gente eh valoriza muito pouco toda essa estrutura de servidores e a estrutura que a gente tem dentro da secretaria. Então parabenizo essa ação, mas eu coloco esses alertas para que a gente não largue a mão e consiga ser cada vez melhor. Obrigado. Obrigado, Rodrigo. Quero aqui abrir a palavra nesse pouquíssimo tempo que nos resta. Não sei se Diego pelo pela Câmara Técnica quer fazer algum comentário. Diego, olá, boa tarde a todos. Obrigado pela pela presença. Eh, vou tentar ser o mais breve possível aqui em função realmente do tempo que tem outra sessão. Eh, primeiro acho que começar por aí, né? Acho que demos um mais um passo adiante. Acho que, né, são dois passos. Primeiro, a realização da comissão, como foi no ano passado, agora, né, a gente tem um espaço que pode vir a ser um cinema. Eh, essa parceria com educação, acho que ela é fundamental, é o que a gente vem conversando há muito tempo, né, Renata? Eu acho que é, não tem como não dialogar, né? Cinema e educação, isso acho que tá claro para todo mundo que tá aqui. Mas eu acho que é, até partindo um pouco das falas, né, dos dos colegas aqui, eh, a gente que que faz cinema, que pensa, que conta histórias, né, a gente sabe que essas histórias elas precisam sempre começar de uma base muito bem fundamentada, né? Se a gente não tem ali um bom argumento, se a gente não tem um bom roteiro, se a gente não tem, né, uma estrutura bacana para fazer o filme, a gente vai contar um, por mais seja a melhor história do mundo, a gente vai contar uma história de um jeito que as pessoas não se interessam. Eu acho que é um pouco essa nossa preocupação enquanto setor audiovisual. A gente quer que esse programa tenha a potência e alcance, né, o sucesso que ele pode ter. E a gente sabe que ele não vai ter isso se a gente fizer isso sob uma base que é frágil. Então, se a gente tem uma sala que não tem um investimento correto, esse investimento passa por essa casa. Com certeza todos os vereadores envolvidos, a gente precisa pensar nisso, né? Se essa, se a gente não tem um pensamento de curadoria para entender que filmes não tá passando lá, se a gente não tem, né, um diálogo com outras secretarias, cinema é economia, né? A gente tá movimentando dinheiro no mundo inteiro, né? Todo mundo, as economias, as cidades olhando para isso, entendendo o potencial econômico que isso tem. Então, se a gente não pensa isso em conjunto, se a gente não tem tempo e espaço para discutir, debater, ouvir uns aos outros e desenvolver isso enquanto um programa criticamente, a gente vai ter uma sala que daqui a um tempo vai ser fechada porque vai cair um pedaço do teto e a gente não vai ter previsto no negócio. A gente vê, as pessoas que vão lá, elas vão ficar se frustrar porque elas não vão encontrar a mesma qualidade que tem no shopping center, né? Você, você quer ver um filme num lugar legal e hoje todo mundo tem em casa uma TV que pode ser, né, bacana, né, mesmo na periferia, às vezes tem uma TV que é melhor do que o projetor que você vai encontrar numa sala dessa. Então assim, não adianta, a gente precisa qualificar o espaço, a estrutura, mas também o pensamento por trás desse cinema. enquanto uma política pública que precisa ser avaliada, como o Dias falou, não adianta a gente pensar num numa programação e aí a gente não sabe o que as pessoas acharam disso. Eh, como que isso atingiu, quem esteve lá, quem foi, quem vai lá sexta-feira e quem deixou de ir. Por quê? Porque essas pessoas não conseguiram chegar. Faltou o ônibus, faltou divulgação, né? Faltou filmes mais interessantes, faltou coincidir o horário com um filme legal, faltou, né? O que, o que que faltou? a gente se mobilizar para levar mais gente, a gente precisa entender o que tá acontecendo. E sem a gente estruturar isso, a gente vai estar queimando carta, queimando energia de todo mundo, queimando recurso público também, sem dúvida nenhuma, para entregar algo que não tá contento. Então, a gente que faz cinema, a gente quer sempre entregar o melhor filme possível e a gente quer que Campinas, uma cidade desse porte, desse tamanho, a 10ma, né, o 10º orçamento nacional tenha uma, para começar, né, uma sala de cinema à altura, quem sabe depois vem o outras. Então, realmente aí conto muito que a gente possa manter esse diálogo aberto. Estamos muito à disposição enquanto sociedade civil para conversar, para participar, para contribuir e para criticar também, pegar no pé para que a gente alcance realmente a melhor qualidade possível. Legal. Obrigado, Diego. Também quero agradecer a presença do Danilo Dias, da Mariana Tauri. Se quiser, Mariana, por favor. Bom, boa tarde. Obrigada aí pelo espaço de fala, né? Eu sou a Mariana, eu sou diretora da Amostra Curta, a gente fez a 16ª edição esse ano e desde que a amostra existe, a gente faz homenagem ao cinema de rua de Campinas, né? Então, a gente sempre traz os nomes dos cinemas antigos e sempre no intuito de resgatar esse lugar, esse encontro, esse momento, né, essa possibilidade do cinema como um lugar não comercial, mas como um lugar de troca, de se reconhecer na tela essa possibilidade, né? Então eu só queria fazer esse adendo dizendo que a gente como mostra, né, como esse evento que tá aí há 20 anos na cidade, a gente fez uma mobilização e a gente coletou assinaturas, né, a gente fez um abaixo assinado para que a gente solicitando essa sala pública de cinema, solicitando esse espaço qualificado pra gente ter, né, um um cinema fora do shopping. E a gente teve muita adesão, as pessoas todas que estavam lá não só assinaram como elas também eh foram afetadas, né, no sentido do afeto mesmo. A gente trouxe muitas possibilidades de você se se lembrar, né, desses cinemas de rua. a gente fez um videoomapping com o Toshil aqui de Campinas que trouxe essas fachadas e pensando nessa possibilidade do fachadas dos cinemas do futuro. E eu acho que existe uma grande expectativa, como o Diego disse, né, da gente ir para o cinema e que a gente não vá para um auditório assistir um filme. Então eu acho que é muito importante mesmo essa qualificação do espaço e esse pensamento, né, o que caracteriza isso como cinema e não como um auditório exibindo um filme. Então, eh, e eu trouxe o abaixo assinado aqui, não sei se é o caso de eu deixar com algum de vocês. Muito obrigado. Obrigado, Mariana. Não sei se se o Douglas e a Renata gostariam de reagir, mas que é assim, a gente tá com tempo totalmente estourado aqui, mas se vocês quiserem pontualmente falar algo, responder algo, não sei. É, na na realidade só queria agradecer a oportunidade da gente poder, né, eh, dividir com todos vocês eh esse momento importante que a gente tá dando um segundo passo aqui, né? A escuta de todo mundo é muito positiva para que a gente possa reunir as pessoas, a gente poder seguir nessa construção. Eh, é é um desafio importante paraa cidade de Campinas, né, seja no legislativo, no executivo, na sociedade civil. E o a ideia, o a maneira que a gente tá trabalhando hoje no Departamento de Cultura é justamente isso, a gente poder entender essas demandas que existe no município, né, e de uma maneira muito ampla, né, e diversa, escutar as pessoas pra gente poder seguir numa construção em conjunto. Então, eh, ficar à disposição, né, em nome da Secretaria de Cultura, né, da gente manter esses diálogos, de marcar novas agendas paraa gente seguir nesse processo, né, que eu tenho plena convicção que todo mundo contribuindo a gente vai conseguir atingir o objetivo maior que é a nossa sala pública de cinema no centro. de agradecer. Não poderia também deixar de agradecer, né, a pessoal do da Secretaria de Educação, a Câmara Municipal, né, pessoal da da tal da do filme Campinas, né, da CFORTEP, Educa TV. Então são muitas pessoas que a gente tá conectando, dialogando para que a gente possa eh, de uma forma estruturante poder conseguir atingir os nossos objetivos. Obrigado a todos pela tarde de hoje aqui pra gente poder seguir falando do nosso audiovisual na cidade de Campinas. Obrigado, Douglas. Renata, eu quero agradecer também falar que a gente tá pensando no projeto coletivo, então anotei todas as questões aqui levantadas, a gente vai fazer um esforço para realmente a sala funcionar e a gente ter esse cinema no centro da cidade. Muito obrigada. Só finalizando aqui, eu queria só eh dizer que a gente tem apresentado, nosso mandato apresenta todo toda a discussão de lei de diretrizes orçamentárias, uma uma um orçamento para cultura de 3% do orçamento do município, que é a luta histórica, né? Felizmente a gente não tem tido sucesso, porque o governo chega muito fechadinho assim, com um orçamento muito amarrado, né? Mas eu eu concordo plenamente com a fala do Rodrigo, porque a o advento das emendas impositivas, né, que inclusive nosso mandato trabalha de uma outra forma, né, a gente abre um edital, a gente capta projetos, a gente coloca em votação, inclusive eles estão em votação online ainda essa semana, né, no www.profwagnerromãon.com.br, BR, porque a gente acredita que eh esse instituto tá longe de ser o melhor pra gente lidar com o orçamento. E o melhor mesmo que pode acontecer é que já do executivo, já da proposta do executivo, a gente receba um orçamento condizente à importância da cultura e da educação, né, na nossa cidade. Não vou me alongar mais, embora gostaria de, mas encerro aqui essa sessão agradecendo de novo a presença do Douglas, da Renata, do Ramiro, do Rodrigo e de todas as pessoas que vieram, tá? Boa tarde e até a próxima. Да. Ah. Encerrada, portanto, a oitava reunião da comissão de cultura da Câmara Municipal de Campinas, que hoje teve como tema de discussão o cine teatro Bento Quirino. Estou aqui com o presidente interino da comissão de cultura, vereador Wagner Romão. Vereador, boa tarde e seja bem-vindo. Eu quero que o senhor fale pra gente, para quem está nos acompanhando em casa, qual a importância de ter um equipamento como esse gratuito no centro do município de Campinas e como isso pode ser proveitoso também pra produção audiovisual aqui do nosso município e da nossa região. Bom, boa tarde. Eu penso que desde pelo menos uns 20 anos que Campinas, que era uma cidade que tinha muitos cinemas de rua no centro da cidade, deixou de tê-los e passou a concentrar esses cinemas nos shopping centers, né, com toda uma dificuldade de acesso, com ingressos caros. E essa iniciativa da prefeitura, que acho que dialoga muito com aquilo que nós fizemos na comissão de estudo sobre salas de cinema no ano passado, ela é muito importante. Talvez ela não seja aquela ideal que a gente esperava, seria a a a possibilidade de termos uma sala de cinema realmente com todo o aparato técnico eh no centro da cidade, mas o teatro Bento Quirino, cine teatro agora Bento Quirino, né? se eh munido de equipamentos eh básicos para exibição, ela pode, pelo menos no momento inicial eh suprir essa carência, essa necessidade. E é muito importante essa conexão com a educação, né, a partir da do programa Cinema e Educação, que a gente possa ter também essa conexão entre as crianças adolescentes da rede municipal de educação, como inclusive como formação de público, né, como formação pedagógica para as crianças, é, articul articulando, portanto, cultura e educação. Tá certo? Então, vereador, muito obrigado e obrigado pela disponibilidade de conversar com a gente. Obrigado. Aproveitando a oportunidade, eu gostaria de fazer um convite para você que está nos acompanhando em casa. A Câmara Municipal de Campinas realiza no dia 6 de novembro, às 7 horas da noite, a audiência pública no plenário para debater o projeto de lei orçamentária que prevê investimentos de mais de R$ 12 bilhões deais no município de Campinas. A população pode participar presencialmente com entrada pela Avenida Engenheiro Roberto Mandi, número 66, no bairro Ponte Preta, ou enviar perguntas e sugestões pelo pelo formulário disponível no site campinas.sp.leg.be. A transmissão será realizada ao vivo pela TV Câmara Campinas nos canais 11.3 TR da TV Aberta, quatro da Claro e nove da Vivo, além do nosso YouTube, do portal da TV Câmara e das páginas da TV e da Câmara no Facebook. Nós vamos agora interromper a nossa transmissão ao vivo, mas você continua com toda a programação da TV Câmara Campinas, lembrando que hoje tem reunião ordinária na apresentação de Mirana Abril. Agradeço a sua audiência. TV Câmara, Campinas.
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