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UNIVERSO ÉPICO - UMA PONTE PARA ISTAMBUL E NO FUNDO DO RIO
Em destaque · HD Vídeo · Universo Épico

UNIVERSO ÉPICO - UMA PONTE PARA ISTAMBUL E NO FUNDO DO RIO

29 views Publicado 20/08/2021 HD · 31:21

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E aí [Aplausos] [Música] o universo é pelo ar e no programa de hoje nós vamos bater um papo sobre livro aliás dois livros e o primeiro livro que a gente vai conversar aqui a nossa entrevistada já está conectada aqui comigo Maria Filomena Tudo bem Maria Filomena online céu tudo ótimo Ele está aqui com vocês hoje todo joia uma ponte para Istambul é isso que isso Conta pra gente então um pouquinho da história a sinopse e e olha o pote para Istambul é sobre uma professora de história chamada Catarina azul que que tem conflitos com ela mesmo Ela é professora de história do Brasil de um colégio de Ipanema na zona sul do Rio e ela é metade brasileira metade Tuca com suas raízes e resolve procurar um dia suas raízes em Istambul né mal sabia ela que ela ia ficar aprisionada por essas raízes ia fazer uma viagem histórica no tempo e ia ter que percorrer grandes aventuras e se deparar com mistérios arqueológicos também E aí de onde que surgiu a inspiração para trazer essa história para gente e a foi durante uma viagem curta que eu fiz a Istambul que há muito tempo atrás e isso ficou na minha cabeça Istambul é o lugar cheio de vida é um lugar que é uma cidade que já passou por quatro impérios nessa grandes impérios grande se ela quase que civilizações distintas e sempre assim que se talião né o mistério caiu bizâncio caía ver e Constantinopla com os gregos caiu Constantinopla em 1453 aí vieram Os turcos né depois veio o império otomano que conquistou grande parte da ali do Oriente Médio quase chegou à Europa norte da África então estão luta entre ruínas de todos esses períodos né Por onde você passa você tem um lembrete de histórias passadas e isso me fascinou sabe e daí veio surgiu a ideia já não vou de volta já surgiu a ideia do que sorrir pelo menos muito trabalho muita pesquisa muita pesquisa muito de p há muito tempo percorrido nesse nada nesse fazer o livro né e pesquisa porque são eu falo de Brasil no tempo presente eu falo de Brasil do segundo império quando ouvia segundo e falo de Istambul do Império otomano do da segunda metade do século 19 Então são vários várias pesquisas linhas separadas que se juntam para fazer a história do livro fora os mistérios também né arqueológica Eu tive que ir quando eu descobri eu fiquei tão assim é impactada por ele que eu achei que ele precisava entrar para conectar todos os pontos da história olha só que legal aqui no universo Eco a a gente já trouxe vários escritores de romance fantasia mas Aventura bem pouco né então como é escrever um livro de Aventura porque você tem que transportar né levar para o leitor né a adrenalina aquela sensação gostosa né exatamente eu acho que é porque eu sou uma Aventureira natureza tava eu eu sempre estão buscando morar em lugar diferente isso só digita muito a imaginação da gente né e eu eu acho que Aventura é uma aventura de base histórica né eu não posso falar romance histórico que pode dar muitas interpretações mas é um romance uma aventura com base histórica e com pitadas de ficção científica Então realmente despedida é um pouco difícil de classificar Olha só na minha cabeça já vem Indiana Jones né e os últimos e os últimos filmes tem um pouco de ficção científica tem a ler um pouco de alho em extraterrestre então dá para gente se aproximar um pouquinho do Indiana Jones Olha eu acho que daviu você é perto você foi bem aí no ponto é uma divisória de Josy de saia né que é autora junto com falando de narradora e primeira pessoa também mulher né que ela vai em busca das raízes mas ela sofre aventura e ela tem que não era muito Aventureira mas tem que se transformar em Aventureira né para poder sobreviver enfim e conseguir terminar essa história mas é tem fim de Indiana Jones Tem sim só que é passado e não ia universos abertos né não com aberto como o Indiana Jones ela é passado é em ambientes fechados de Palácio no caso Palácio tomando uma bate na beira do Estreito de bósforo e dentro no Brasil no universo de colégio né e de próprio Palácio da época de Dom Pedro Segundo então é um indiana de ônibus que fica dentro de um ambiente fechado mas que voa para para conseguir o que precisa e o pênis áreas né para fazer esse trabalho e as coisas acontecem muito na cabeça da personagem normalmente o escritor é e quando cria ali a personagem né Tem muito dele e você já adiantou que a sua personagem tem aquele espírito Aventureiro de como você e conhecer lugares novos de se aventurar né O que que ela tem né que você não gosta nela e o que que ela tem que eu não gosto nela é essa inconformidade sabe consigo mesma é uma coisa que é estranha para mim sabe é uma é uma coisa assim ela se estranha na própria pele Xperia de um de um bicheiro do jogo do bicho do Rio de Janeiro e que que patrocina uma escola de samba e tem essa parte da ilegalidade consentida né dos do jogo do bicho no Rio que também que entranhado na cultura da sociedade e ela não se sente bem com isso e essa é uma parte que não tem muito a ver comigo como é uma maneira de ser com a história da minha vida mas eu achei que precisava para colocar bem essa situação ela é um pouco gordinha para as praias do Rio e essa atende conecta o Goku mas essa questão de não sentir bem dentro da própria história familiar é uma coisa que que é estranha para é mas eu acho que ela precisava passar por isso sabe pelo menos E aí pessoal que já leu Quais foram as críticas que você já recebeu e como que é lidar com as críticas olha lidar com as críticas se elas forem ruins sempre que incomoda um pouco mas se a crítica ruim for bem feita você você cresce entendeu você cresce com ela para o próximo livro O até para uma segunda edição desse mesmo livro eu tive sorte até agora que as críticas têm sido bem positivas né então elas estão lá quem quiser via tão na internet no site da Amazon né E ela as pessoas geralmente dizem que meio que elas viajam no tempo comigo elas Viagem no Tempo elas de viagem a gente passa o elas conhecem outros impérios outras formas de pensar e muita muita precisado de história também que a personagem é uma professora de história do Brasil então e ela As pessoas dizem que aprendi aqui sentem cheiros que que provam os gostos tá bem sentem o cheiro do Bosque isso para mim é uma realização porque o que que você o que que o escritor que é em última análise não importa que seja da alta literatura da literatura Popular você quer que o leitor se transporte para aquele universo né Qualquer que seja ele então se eu conseguir tirar uma pessoa principalmente que tá durante a pandemia tirar da sua casa com essa angústia de morte que todo mundo vive essa confinamento e levar para o império otomano levar através dos séculos da história da tabi a conversar com Dom Pedro Segundo e para mim isso daí é a grande realização pelo menos e pessoal de casa Filomena Ela é médica e essa vontade de escrever você me dou ali com ela né trouxe ela eo o mundo né em paralelo a sua profissão como é que tá hoje aí né a escrita Olha é a medicina é é uma outra paixão da minha vida eu trabalhei 15 anos nesta área em oftalmologia e no rio principalmente e só que a minha família começou a mudar muito de lugar muito primeiro dentro do Brasil depois que fui morar na Ásia extremo oriente e na África no sul da África Então para mim que é uma especialidade Cirúrgica é muito difícil com a toda hora reclamando então eu pensei ah e vou fazer uma coisa que eu posso fazer em qualquer lugar do mundo até na China imagina fui parar na Malásia né a gente imagina uma coisa pensamento tem poder ainda é para mim eu trabalhei na minha querida que eu morei fora do Brasil eu fiz trabalho de voluntários né Principalmente na África que com o Triagem de acuidade visual das Comunidades pobres ali de disso então é agora a Regina ela é uma especialidade que a gente pensa me ensina como ciências e esse não é muito mana também então quando você vida cada paciente que chega no seu consultório é uma pessoa diferente que tem que lidar com uma linguagem às vezes diferente adaptar tão muitos médicos são escritores nessa presentemente muitos médicos estão bem são escritores por exemplo Conan Doyle onde que escreveu Sherlock Holmes era inclusive oftalmologistas né então eu acho que tá ligado e hoje em dia as faculdades medicina por exemplo do Einstein e outra estão fazendo curso de humanidades junto com o curso científico dentro da faculdade de medicina aí dentro do curso de humanidade por eles estão Literatura e tem grupo de leitura porque é uma forma de você ampliar o seu conhecimento do humano e você nem última nas você vai estar lidando com que na medicina não só com exames e mais você tá lidando com humano nessa vida uma Então acho isso Fantástico está acontecendo agora ligando essas duas áreas tá vendo aí você de casa não é desculpa né porque tem e não tão distante talvez da escrita não é Filomena assim pois é agora depois que eu morei fora do Brasil eu tive que interromper a minha carreira médica Então hoje em dia eu voltei eu tô me dedicando praticamente só literatura e a gente começar a divulgação dos meus livros e escrever outros e seguir em frente nessa área agora Filomena já estamos indo para a reta final aqui da nossa entrevista mas eu não quero encerrar sem antes falar do livro anterior né porque a gente ainda tem um tempinho para comentar porque eu achei super interessante a história que você escreveu fala um pouquinho para gente tem a relação ali com Paraguai e isso é o meu primeiro romance é chama-se cunhataí um romance da guerra do Paraguai ele ganhou três prêmios e tem algumas teses acadêmicas ele ele realmente ele se livro foi até mais mais longe do que eu esperava e para fazer esse livro eu achei com o exército quase rede fazendo Episódio da retirada da Laguna explica o Visconde de tô né então eu caminhei mesmo pelos lugares pelas fazendas de Mato Grosso do Sul refazendo e é o romance de também de uma personagem feminina que acaba se envolvendo um espião das tropas paraguaias inclusive ela tem relacionamento de correr Logo no início nem Campinas né É acho ela foi ficarão estacionados no Largo de Santa Cruz e ela ficava com esses Pinhão na Capelinha de Santa Cruz de Campinas e daí eles vão até aí a gente é fazem lá na fronteira o episódio da retirada da Laguna a do tô né e assim vou contando essa parte da guerra e até pouco conhecida né pelos brasileiros a retirada da Laguna o racional agora você é de casa que quer viajar nas histórias da Filomena com a nota agora que ela vai passar aí as redes sociais passa para o pessoal de casa então aí Filomena e olha eu tô no Instagram meu Instagram é@Maria Filomena alipack e também na Amazon o link do meu livro para compra uma ponte para Istambul ebook que Logo estará também disponível em papel pela armação Filomena agradeço a sua participação aqui no universo épico e olha já vou deixar que o convite feito toda vez que tiver livro novos vem aqui contar para gente tomar um prazer pode contar comigo tia Valeu um super beijo obrigada beijo tchau a gente vai para o rápido intervalo não saia daí que olha tem mais história aqui para contar um E aí [Música] E aí nós estamos de volta com o segundo bloco do universo é posto eu disse que a gente ainda tem aqui história para contar não é Então olha só já está conectado aqui comigo o Paulo Paulo tudo bem tudo bem Prazer borracha no programa o Paulo que também é escritor e vai contar um pouquinho para gente do livro dele no fundo do Rio então do que que você trata no fundo do rio do Rio Acima de tudo uma história de amor e de perda né ela usa como pano de fundo A Lenda do Boto cor-de-rosa não é uma lenda amazônica do norte do Brasil e nesta também um pouco na presença nazista Isso é falta o real né na Região Norte na década de 30 né então esse pano de fundo aquela lenda do boto e a presença nazista das expedições nazistas do Terceiro Reich né no e eu aqui de uma Trama mas assim que tudo no fundo do Rio é uma história de perda de amor né sobrou uma personagem com o rapaz que que hoje a noiva é levada por viu pelo boto cor-de-rosa de néon supostamente levada pelo rio pelo boto cor-de-rosa não posso pintar a internacional perde a graça né da história e ele retorna um povoado ribeirinho no norte do Brasil no sul do Pará às margens do Rio Jari para descobrir o que aconteceu enfim daí ele começa dos Segredos dos mistérios da nesse povoado e também todo uma lenda que está por trás a presença nazistas no passado nessa nessa região o Paulo assim como a nossa primeira entrevistada do bloco anterior é tem ali muita história muita pesquisa envolvida na sua obra né porque tem o folclore brasileiro Então você precisa ali se aprofundar em alguns termos até mesmo da lenda e também dessa questão presente do nazismo né então foi isso mesmo É muita pesquisa nós Subimos nazismo pesquiso já algum tempo né Esse já é no segundo livro no terceiro livro na verdade que fala sobre etecc matemático nazismo eu o ano retrasado lancei a filha do raio né que foi finalista do prêmio Jabuti ir e também tem essa temática eu tô com outro livro pronto eu escrevi antes no fundo do Rio fuzil Demorou dois anos para ficar pronto que está na Editora para ser lançado ano que vem e nesse meio tempo hein e nem eu escrevi no fundo do Rio que acabou saindo antes né que a bolsa dinossauro pelas signo editorial esse ano então assim é um tema sobre o qual pesquisa bastante porque eu tenho bastante informação Mais especificamente uma presença nas isso no norte do Brasil apesar de ter conhecimento desse fato de que pesquisar Claro para construir a Trama de fundo né é um tema que me agrada bastante muito gosto bastante e que também aí tem uma série de leitores fiéis que gostam bastante de sua segunda guerra mundial sobre nazismo né e o Pablo já tá no sexto livro dele e bom frasista né como você disse tá presente ali nas suas histórias e aí tem leitor que gosta já acompanha todo o seu trabalho mas às vezes você tá pegando o leitor novo né tem aí alguma alguma crítica que você recebeu ou alguma situação inusitada quando o leitor leu e começou a acompanhar a história e começou a ver nazismo ou até mesmo interessante de conhecer um pouquinho mais ou não como é que como é que foi conta pra gente graças a Deus desde já filha do raio-x não é outra vez das redes sociais são somente o Instagram tem ter ajudou bastante por leitores Brasil inteiro né e o que me surpreendi assim a resistência que algumas pessoas tinham de ler sobre temática nazista se achando Acabou ele gostei mas tem um show os livros pesado logo não tem uma pesado Ela tema que me comove muito que mexe muito com o Oi gente sente ler na verdade tanto fazendo raio-x como no fundo do Rio né Eles não falam principalmente de guerra ele não posso consequências do nazismo no sentido de ideológico né É estamos falando ser humano aula os dramas humanos né e não de guerra não de ideologia Então eu acho que que eu convido os leitores a conhecerem um pouco mais das obras né deixar um pouquinho medo de lado e se arriscarem né porque assim não é não é pesar Claro escrever sobre nazismo sempre pesado sempre uma coisa que que pega errado no muita dor de muita crueldade e estava sempre presente na questão da filha do mais não no fundo do Rio né mas no eu convido os leitores sim a Lene no fundo do rio não é um dentro sobre nazismo né então a questão da presença nazista no Brasil está e na catálise alguns fatos que acontece no livro mas ela não é é o tema central do livro tem uma central dele como eu disse são 2 humanas dor da perda e a calcinha lenda do boto cor-de-rosa ela tá muito mais presente de uma forma obscura de uma forma um pouco mais densa do que é a questão nazista em cima Paula e a escrita Hoje ela está em primeiro plano na sua vida é como é que é conta pra gente [Música] então eu não vivo on é mas a temperatura é uma tarefa profissional de todas as que me dá mais prazer colocação mesmo escreveu 209 anos de idade Então eu acho que é onde eu me encontro é onde eu sou mais feliz infelizmente você sabe né no chão é difícil você dever de literatura no Brasil e então eu tenho outras tarefas outros tipos de trabalho nos outros atividades mas a literatura é sem dúvida nenhuma é que me dá mais prazer na literatura Então qual é o maior desafio é o investimento financiamento porque tem escritor que a gente traz aqui no universo épico que eles tiram do próprio bolso banco um livro né E para poder distribuir de vender esse livro Então qual é o seu maior obstáculo aí a escrita ou não na parte de ligação eu vou colocar essa pergunta com vários tópicos né é primeiro acho que uma coisa que eu gosto de falar sempre né o escritor não escreve para si escritor escreve para seu leitor não é o livro ele sempre tem dois autores dois autores quem escreve e quem lê tão livro ele pode ter empréstimo pronto na livraria se não houver alguém que abre a capa abre as páginas e leia o livro não existe então um livro e se tem dois autores né quem escreve e quem lê essa um ponto importante a segunda questão é que eu já tanto uma filha do Raimundo fundo do Rio povo não é na próximo título que eu tô lançando né o ano que vem eles estão editoras comerciais que a gente chama Então não é a leitura de autopublicação não dublado publicar publicar o livro mas para chegar a isso na presença por qual o profissionalismo né é de um agente literário é muito importante né literário quem curta esse caminho entre o escritor e as editoras e apresenta os projetos luta do projeto e ajuda a desenvolver o livro então eu acho que que quem quer enveredar realmente uma escrita profissional trabalhar com agente literário Felippe no caso do meu a gente descubra é muito importante é isso é essencial né e responder na terceira parte da pergunta eu acho que o maior desafio hoje para mim não é mais escrever ou publicar na verdade maior desafio era ser lido né Eu acho que que como eu disse o vento o livro noites sem leitores então o principal desafio realmente é servido e vender esse livro é isso isso Brasil infelizmente um país que ele pouco a um preconceito contra autores nacionais e não é seja por um histórico de qualidade seja pelo pouco espaço que as editoras dedicam Eaton em vez disso eu não tô jogando tá todo mordido por trás disso e então assim mas infelizmente a crescendo velho na última Bienal do Rio eu tive oportunidade em 2019 muitos autores nacionais somente autoras nacionais presentes conversando com o público e começar a publicar através de plataformas digitais e hoje estão as editoras Então é isso é muito bom para eu acho que gradualmente o brasileiro está sendo está se tornando não são um povo que nem um pouco mais muito longe do ideal mas que lê um pouquinho mais como também que escreve mais eu acho importante e Paulo e qual é a sua opinião sobre esse fato porque é o seguinte nós temos aí é Talvez um conflito né porque o livro é um produto né então o escritor por mais que ele tem ali um de gênero a Meu gênero é romance é mas agora tá ali a fantasia e a saifi então você acha que o escritor ele tem que ser mutável e adaptável e escreveu outros gêneros ou ser fiel àquele gênero e correr atrás Naquele lixo porque tem público para todos os nichos né então você acha que o escritor ele tem que ser adaptável ou não eu acho que acima de tudo acima de tudo o escritor ele tem que entender que o livro é um produto comercial né a gente viveu um pouco disso com o cinema nacional algumas Décadas atrás né então infelizmente no Brasil até planos herança colonial e pelo baixo grau de instrução da população né Gente é muita questão da arte associada a o erotismo né Tem uma música a literatura a pintura ao cinema sendo produzido por um pequeno grupo de pessoas que uma questão artist é algo muito forte e na verdade objetivo do livro A ser lido né objetivo de todo o autor e vender e toda editor é vender Ela não é uma ONG nela Terra tá derrubando empresa então o escritor tem que estar atento sim e ciclos comerciais não abre mão do seu estilo né mas assim ela fica mora no cinema literatura também água o ciclo sair de veículos comerciais né gente passou pela fantasia e faço questão do nome dele onde passou pelo romance erótico E aí como as feministas e hoje esse ciclos mudam né Eu acho que o autor tem que encontrar um filão até encontrar um estilo muito difícil você escrever bem sobretudo sabe Michel você tem que encontrar um estilo e sim por isso que eu disse da questão do agente literário tem papel fundamental essa orientação profissional se alimentou aviação comercial do livro com o produto por você disse é que nunca menti a lidar essa essa essa essa ajuda da pelo menos peça a direção não é e o autor ao pagamento em que tá aberto ou e a fazer as notificações necessárias né sempre lembrando que o objetivo do livro é vender né é o objetivo do autor esse livro e ainda não escreveu um produto é super erodito querer para si mesmo veja bem uma coisa muito importante né que é um preconceito eu acho que a gente quebrar no Brasil tá produto comercial não significa necessariamente produtos de baixa qualidade são duas coisas distintas para você escrever algo comercial algo de entretenimento melhor dizendo não significa que tem que ser algo de baixa qualidade e de atendimento razão determinante Chulo entendeu só duas coisas distintas ao mercado para isso também mas assim quem pega um livro assim como quem vai para o cinema para se divertir para reger o pudim uma boa história para viajar na imaginação há muitos e isso não é errado isso não é ruim isso também é cultura isso também é aqui né Eu acho que que é possível fazer coisa de qualidade dentro do segmento de entretenimento uma coisa não exclui a outra falo porque é que o pessoal de casa tem que ler no fundo do Rio e eu acho que no fundo do Rio é um livro muito humano ganhar tanto meu agente literário como minha minha revisora você não falou o seguinte Paulo você dos seus livros eles não tem os personagens trafegam uma grande zona cinza né você não tem um mocinho salvo o mundo e você não tem como vilão que é o Cruel que desencadeia todos os fatos terríveis né todo mundo trafega numa Grande zona cinza e o ser humano realmente é isso então quando você fala de perda quando você fala de dor que você fala de amor como você fala de Redenção você pode pegar a relação pai e filho você fala de relação marido e esposa quando você fala de morte né só falando de temas universais né você tá falando de temas universais você tá falando de temas pelos quais qualquer um de nós passou passa né em entrevista ontem lá na Bienal de do livro de Juiz de Fora e a pergunta lá que fez a mesma pergunta né É se eu falar para você Michel Douro imediatamente bem a sua memória afetiva momento que você sentiu dor física e emocional né Eu só consegue identificar o que é dor porque você viveu você passou então quanto mais um levou escritor conseguir entregar esse para o leitor mais um escritor consegue atrair o leitor para dentro da história né e fazer com que o com que o leitor se identifique com os personagens que estão aí né Graças a Deus assim no fundo do Rio começou a ser vendido agora né Tá na alma não eles têm algumas livrarias então Marina tá aqui e eu feedback que eu vivo e servido dificilmente Isso é realmente fiquei e a mãe vir eu passei por isso né eu chorei junto com o personagem Então é isso né Eu acho que o a função e traz o leitor para dentro da história e identificação Tá certo Paulo o pessoal de casa então tá curioso para saber como é que ele se encontram tem aí as suas redes sociais vamos passar para o pessoal de casa sim eu tenho Instagram Paulo Stuck s t u c c h i né que você coloca o canal controle interagem uns com os leitores não é também tenho o meu perfil de diz que estou no Facebook pode do que escrito não é eu adoro interagir público adoro receber feedback de leitura então tô disposição aí no momento eu respondo posso demorar mas eu respondo interage com todos né então via Direct não no Instagram então assim eu quero ouvir opinião se você leu fundo no fundo do Rio eu quero ouvir sua opinião sim é perfeito quero agradecer a sua participação aqui no universo épico e olha tem obra saindo quentinha a volta aqui no Universo para compartilhar com as público combinado no ano que vem se Deus quiser muita novidade me chama deixou muito obrigado viu agradeço. Final do universo épico e olha semana que vem tem muito mais tchau tchau tchau E aí [Música] E aí [Música] [Aplausos] [Música]
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