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UNIVERSO ÉPICO - PRETA DE GREVE + NINA VAI AO BRASIL
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UNIVERSO ÉPICO - PRETA DE GREVE + NINA VAI AO BRASIL

61 views Publicado 05/01/2023 HD · 30:22

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[Aplausos] Olá o universo épico no ar e no programa de hoje Vamos bater um papo sobre livro Olha só nossa convidada já está aqui conectadíssima é a Zenilda tudo bem Zenilda tudo bem Michel muito obrigada pela oportunidade imagina vamos embora vamos bater esse papo eu quero saber do seu livro né então vamos lá a gente vai falar sobre preta de greve e as sete reivindicações exatamente preta de greve e as sete reivindicações Então conta pra gente né a sinopse da história bom Michel preta de greve e as sete medicações é a história de uma menina negra é o retrato real do cotidiano de muitas meninas negras aqui ao frequentaria a escola se deparam com o Episódio de racismo e também no caso do enredo da preta ao frequentar a escola além dos ataques racistas ela percebe a invisibilidade da mulher negra em espaços de poder Então ela munida dessa tristeza porque ela tem um espelho a quem ela recorre para que diga para ela porque ela está passando por esses momentos já que em outros momentos da vida dela ela olha no espelho e se sente linda ela começa a questionar essa situação e aí tem todo uma trajetória para Que ela possa chegar a um final feliz Zenilda e é interessante a gente trabalhar isso logo na infância na adolescência para que a gente tenha adultos mais informados né e que não que saibam se defender e saibam diferenciar né Isso faz parte de uma estratégia de educação antirracista e a gente gosta e precisa estar nessa linha de frente o racismo não escolhe momento idade racismo é cotidiano e Cruel então A criança precisa ter esse contato da Educação de racismo racista dos direitos da educação em e para os direitos humanos para que ela consiga entender o contexto consigo entender as nuances do racismo no seu cotidiano e identificar isso e agir se defender entender os seus direitos e seus deveres também muito bom muito interessante outro dia nós conversamos aqui com uma outra escritora né a respeito do colorismo né E aí ela também como pedagoga né ela trouxe ali uma linguagem para o público infantil você também teve que trabalhar esse lado da linguagem isso nós fizemos uma adaptação porque na verdade esse tema a educação antirracista o racismo estrutural é um assunto que realmente não se conversa com as crianças né e a gente traz nesse nesse enredo nessas linhas muito de Silvio Almeida muito de mais gente de carbonara a gente Traz essa essa ideia da educação anti-racista para que a criança possa entender e como a gente faz isso a gente traz eu sou também pedagoga a gente traz uma forma de fazer essa conversa com a criança para que essa ela consiga contextualizar consiga se sentir inserido então o livro vem com enredo rimado não romantismo racismo estrutural vem trazendo verdades mas não é pesado é um livro leve tem a personagem que é a preta ele se identifica muito com a preta a preta é traz uma representatividade e de forma praticamente numa heroína e essa identidade que eles têm com a treta essa essa conversa que eles têm com ela quando eles olham para preta e se veem nela eles conseguem entender que é possível combater o racismo e é possível ocupar espaços Zenildo agora explica né para o pessoal de casa que às vezes não está familiarizado né com o tema né racismo estrutural e nunca é demais a gente reforçar o que é o racismo estrutural né [Música] essa trajetória que a história do Brasil viveu no caso aqui a nossa história é pessoas foram escravizadas e ao longo do período elas foram desumanizadas e há tanto a sociedade conviveu com essa ideia que as pessoas negras elas são inferiores E isso se torna inclusive institucional porque aí os espaços para emprego os espaços para a ocupação de as possibilidades de ocupação do espaço ficam restritas Então as pessoas hoje em dia a gente ouve muito falar assim ah isso é mimimi isso não não tem esse peso todo porque as pessoas estão fazendo essa tempestade num copo d'água com esses episódios Isso se chama racismo estrutural faz parte do que você internalizou como conceito das pessoas negras e aí as pessoas acham que qualquer qualquer atividade relacionada a um protesto sobre racismo sobre o Episódio de racismo são coisas que a gente precisa esquecer porque No Brasil existe um mito da democracia racial o mito de que somos todos iguais Então essa estrutura parece assim que são camadas que são montadas para que a gente tenha essa ideia Essa visão de que as pessoas negras elas são inferiores e elas elas têm um espaço determinado que elas podem transitar ou seja um espaço de subserviência e outra coisa é importante que a gente não pode deixar passar de falar da representatividade né muitas histórias seja novela filme até mesmo de livros a gente não vê ainda o como a gente gostaria né personagens pretos né então trazer a representatividade também é importante nesse momento é extremamente importante para você para você ter uma ideia eu tenho 53 anos na minha infância eu não me via na TV Eu sou uma mulher mulher negra e eu o meu cabelo me causou é muita tristeza na minha trajetória da infância porque as pessoas falavam com meu cabelo era agressivo que a minha imagem era agressiva eu não podia ocupar o espaço de professora porque eu não tinha o perfil de professora então eu passei alguns momentos de episódios racistas eu não sabia como me defender que como a preta eu procurava em alguns espaços mulheres parecidas comigo as propagandas de shampoo da televisão não representava o meu cabelo Eu não vi a pessoas como eu como Minhas irmãs como nós na televisão e isso causava como angústia a representatividade ela por isso imagina a felicidade de uma menina quando vê Maria Júlia Coutinho como Âncora de um jornal quando vê Taís Araújo representando um personagem numa novela e a gente precisa dessa representatividade mas de uma representatividade que nos coloca nos Espaços que a gente merece que a gente tem direito na verdade a televisão e na televisão existia existe uma mulheres negras mas como essas mulheres eram representadas num contexto de machismo e racismo né tudo junto onde as mulheres estavam sempre em espaço de subserviente assim como os homens também né sempre em espaços que não demonstravam a inteligência dessas pessoas né a capacidade delas de fazer como os outros de serem Galãs de serem mulheres bonitas empoderadas estruturadas né e isso é muito importante hoje a gente precisa olhar nos livros ler nos livros personagens como nós e essa foi a trajetória da Preta quando ela na escola ela viu duas professoras negras de um quadro de 25 Então ela foi olhar em outros lugares Será que a gente existe em outros lugares foi olhar nas revistas nos manequins na televisão os painéis de propaganda nos livros ela não conseguia se encontrar E isso gerou essa revolta porque aí ela entendeu a invisibilidade porque eu vejo mulheres negras na minha na minha comunidade nos ônibus da janelas e eu não consigo vê-las em determinados espaços porque elas desaparecem a representatividade é importante porque isso vai mostrar para a criança que é possível ela tem condições de ocupar espaços eu acho que recentemente nós tivemos um grande exemplo né dessa situação você deve ter visto o trailer do filme live action da pequena sereia com uma atriz né preta e aí várias meninas se identificando né com a atriz né super feliz é emocionante não é [Música] [Música] [Música] é muito emocionante porque na verdade é exatamente esse sentimento eu estou ali ou se ela está ali eu também posso estar imagina quanto de exemplo você não representa para muitos meninos estão hoje na escola que vem você aí nesse espaço com esse cenário bonito é falando na linha de frente de um programa sendo apresentador ele te vê e ele pensa eu Isso é para mim também se ele está lá eu também se Michel conseguiu Eu também consigo eu preparei isso com Michel e é bom a gente se ver na televisão é bom a gente se ver em outros espaços nos fóruns na Câmara Federal na política na música em todos os espaços e não apenas naqueles que foram determinados inclusive com certeza com certeza Zenilda vamos falar das Vamos sim e aí Quem é o responsável por elas é com muito carinho que eu falo desse ilustrador Tony Ribeiro Tony Ribeiro é um Piauiense que morou no Gama hoje ele mora em outro estado Nos abandonou a mim e a preta foi morar em outro estado mas é um cara muito talentoso e muito generoso o trabalho esse trabalho de ilustração do livro da preta ele foi feito uma sintonia incrível eu não conhecia Tony pessoalmente eu conhecia a irmã do Tony que trabalhava comigo na mesma escola professora Cláudia Ribeiro e eu no momento em que eu fiz o texto para ser trabalhado com crianças de 6 anos elas Ela lê o texto e achou incrível falou preciso levar isso para o meu irmão meu irmão precisa ver isso e quando ela levou quando disse eu preciso desenhar para isso eu preciso fazer esse trabalho esse trabalho precisa de espaço precisa ecoar e ele fez os desenhos com muito carinho no tempo assim recorde e numa generosidade muito grande inclusive porque aqui ele via a representatividade de suas irmãs e da própria família dele também e é interessante que a ilustração da Preta Parece muito comigo e ele nunca tinha me visto ele fez um jeitinho assim muito parecido um jeito o jeito da capa e a preta aparece bem zangadinha as pessoas falam Nossa ela parece muito com você então é o trabalho do Tony Ribeiro esse trabalho que a gente conseguiu alcançar essa sinergia é uma coisa mágica é emocionante demais para mim é uma sintonia Zenilda pessoal de casa que tá acompanhando o universo épico a profissionais da educação paz né ou até mesmo né a crianças e adolescentes que assistem o nosso programa né E ficaram interessado no livro como é que faz para acompanhar o seu trabalho e encontrar o livro para encontrar Zenilda nas redes sociais eu estou no instagram@senildavilarins O líder está disponível na Amazon e também pelo Instagram as pessoas vão encontrar o meu contato e aí a gente organiza para distribuir o livro para postar o livro para todo o Brasil já estamos fazendo até esse trabalho aprendendo direitinho como funciona e tá dando certo e aí a história da preta termina na sete reivindicações ou continua A Preta vai ter que elancar as reivindicações sempre né o racismo ele não acaba depois das sete reivindicações as sete reivindicações da preta são para esse momento que ela tá vivendo ela tem seis anos ela entrou na escola e ela não se sentiu representada não encontrou o lápis da cor da pele dela para ela fazer o auto-retrato não encontrou pessoas que com quem ela se identificasse então a preta é fez depois de perguntar para professora como ela poderia enfrentar esse momento a professora ensinou pra Preta três palavras informação resistência reivindicação essas três palavras Elas abrem muitas portas Então a professora ensinou para ela que ela precisava saber a história da raça saber de onde viemos toda a nossa trajetória depois resistência porque a gente precisa descobrir o nosso lugar descobrir a nossa força e descobrir a Jesus e reivindicação porque é uma palavra que tá aqui no seu peito do seu pulmão e quando você começa a ficar Muito angustiado é mágico ela explode quando ela explode ela sai em um grito que alcança milhões de pessoas as pessoas se sentem representadas nesse grito e elas seguram sua mão e uma luta coletiva ela tem mais condições de de ser ouvida e de ser resolvida Então as reivindicações da preta Não Param aqui eu queria pedir licença para o espaço que a preta aqui ela é criança e aqui a preta é adolescente Preta Ainda de greve Lei Maria da Penha já é um outro momento que a preta Vai aprender Mais uma vez que precisa mais reivindicações e a gente vai reivindicar uma vida toda o que a gente não pode é sucumbir a gente não pode se calar Sabendo dos nossos direitos o que a gente pode o que a gente deve nós conseguimos então há espaços ao sabor maiores Esse é o objetivo Zenildo então Ó você e a preta tem portas abertas aqui no universo épico para sempre que tiver reivindicações vem aqui contar pra gente dividir com o nosso público combinado Ok vou só mostrar a preta para vocês ela tem que aparecer no universo épico senão ela vai ficar chateada aqui tá preta Michel muito obrigada pelo espaço Mas Agradecemos muito vale muito a pena e eu queria dizer que é muito importante quando a gente tem a mídia a nosso favor que a gente pode falar que a gente vê o espaço aberto e ver essa preocupação de se falar desse assunto de abrir espaço para que essa voz e as pessoas possam entender a nossa luta é muito bom muito bom inclusive falar com você sobre isso com certeza eu fico feliz de fazer parte né desse momento e poder levar essa informação seja de uma forma de entretenimento com reflexão para o nosso público Muito obrigado obrigada vocês um beijo beijo tchau a gente vai para um rápido intervalo e no próximo bloco Claro tem muito mais [Aplausos] [Música] [Aplausos] estamos de volta segundo bloco do universo época e ó nosso bate-papo a gente tava conversando com a Zenilda no primeiro bloco diretamente do Distrito Federal agora nossa convidada que já está aqui conectada com a gente tá lá em Londres tudo bem Renata tudo bem obrigada pelo convite Renata a gente vai conversar agora sobre o seu livro nina vai ao Brasil Nina vai ao Brasil Então conta pra gente né do que que se trata a sua história a minha história é sobre uma menina Nina que é uma menina falante e curiosa mas que ela mora na Inglaterra e ela só que ela é filha de brasileiros Então ela tem essa raiz no Brasil né então ela vai o Brasil visitar a vovó e juntas elas fazem uma aventura só as duas viajando por todas as regiões brasileiras elas vieram por 10 cidades e é uma aventura muito especial cercada de afeto e cultura e diversidade e tudo todas as cores e Sabores que a gente sabe que o nosso Brasil tem é nessa jornada que nina conhece mais das próprias raízes conta um pouco mais para gente aí ela na verdade a Nina ela foi criada num primeiro livro que chama eu também falo português que ele foi escrito durante a pandemia quando as crianças não conseguiam né As crianças que moram fora do Brasil não conseguiam e o Brasil visitar a família e como ela fez um sucesso maior do que eu esperava as crianças leitoras pediam mais e foi assim que eu pensei bom agora tá na hora da Nina ir ao Brasil e foi assim que ela ela vai visitar a cidade da vovó que é em Santos que era onde eu vim ela conhece todas as comidas diferentes que se pode conhecer em Minas Gerais Belém do Pará conhece o Carimbó capoeira Maracatu Então vai ela viaja mesmo por vários cenários diferentes e vendo um Brasil de um ponto de vista de uma criança que não não vem de lá mas que se sente brasileira também E aí a gente pode ver na capa do livro né A Nina é preta né No primeiro bloco A gente falou sobre a representatividade né porque essa escolha né de você trazer uma personagem preta é por dois motivos né A ilustradora danina é uma mulher negra Imigrante também morava na Alemanha agora mora aqui em Londres mas o principal motivo é porque quando eu criei a Nina na primeira no primeiro livro eu também falo português a intenção era que chegasse em todas as crianças falantes de português no mundo então se a gente for pensar em Angola Moçambique guiné-bissau são também Príncipe e o Brasil Inclusive a maioria das crianças não são crianças brancas então não teria porque eu colocar ali na sendo uma criança branca foi que me veio na cabeça e também junto com ilustradora e né a gente conhece que a criança brasileira não é a criança europeia que a gente vê aqui né E você consegue identificar o porquê que o primeiro livro fez tanto sucesso e chegou e tocou né pai e crianças eu acho que no primeiro livro As crianças brasileiras que moram fora se identificaram pela primeira vez com uma personagem que sente realmente o que ele sempre que é a saudade que a distância no primeiro livro ali na fala assim a saudade essa coisa que se sente quando quer brincar com a prima mas não dá ela tá longe então aperto na gente então ela fala de uma maneira lúdica sobre a saudade sobre a despedida sobre esse sentimento que as crianças que moram longe não necessariamente fora do Brasil mas que moram longe da família sentem rotineiramente e nesse segundo livro que eu acho interessante é que tem muitas crianças no Brasil que moram no Brasil que estão né apaixonados menina porque não é toda criança que tem o privilégio de poder conhecer o Brasil de norte a sul então é uma maneira de viajar pelo país sem sair de casa né uma maneira também de pensar e falar nossa mamãe um dia eu quero ir para o Rio de Janeiro onde eu quero ir a Salvador Então já passar a se imaginar viajando pelo pelo nosso Brasil que né não existe país mais rico e diverso culturalmente e várias outras coisas agora Renata o que que serviu ou quem serviu de base referência né para você trazer a Nina o meu filho Eu tenho um filho de sete anos quando eu escrevi tinha quatro e a gente tava aqui há três anos sem poder visitar o Brasil morrendo de saudade da nossa família ele passou dos três aos seis anos sem ver os avós e eu percebi que em casa quando eu achava que eu ia conseguir ficar falando mais português com ele porque ele ficou mais de um ano sem ir para escola ele só queria falar inglês ele estava cada vez mais conectado com a cultura daqui e eu comecei a sentir meio que um desespero de falar não eu preciso trazer a raiz de onde eu vim né O que o que a gente é porque a gente não é uma família inglesa né então por mais que ele seja tenha nascido aqui tudo eu quero muito acho muito importante que ele fale português que ele possa ter essa conexão com os primos com os avós com a água de coco com a capoeira então foi para ele e sem querer chegou em mais de 7 mil crianças ao redor do mundo que eu nem imaginava para você qual que foi o maior desafio nesse projeto foi trabalhar a linguagem foi trabalhar a escrita né foi um processo rápido de escrever porque uma coisa você como adulta é escrever para um adulto né Outra coisa você pensar na forma que você vai escrever para uma criança né receber aquela mensagem o maior desafio neste livro nina vai ao Brasil na verdade foi decidir quais seriam as cidades que ela ia visitar com avó porque Inclusive eu tive que escolher 10 infelizmente sou 10 porque se não ia virar uma enciclopédia mas no final eu ainda falo que o Brasil é tão lindo e Rico que mereceu um livro para cada lugar porque é verdade foi muito difícil escolher as 10 cidades então eu contei com a ajuda dos pequenos leitores que me mandaram sugestões de cidades e experiências porque assim eu também não conheço todas as cidades né Eu não conheço todas essas experiências Eu Vim de Santos Eu já viajei mas não tanto assim então eu pedi para que as pessoas contassem as vivências dela de onde elas vieram e eu recebi diversas sugestões de experiência de comida de cidades e aventuras né café e foi eu escolhi as 10 mais sugeridas desde que estivesse desde que cobrissem todas as regiões brasileiras então eu digo Até que foi uma um desafio que me ajudou a me aproximar dos leitores e acabou sendo uma co-criação ali que eu acho que coisa mais especial e quais são os seus planos com a Nina os meus planos com a Nina agora é levar a leitura infantil e a Nina vai ao Brasil para todos os brasileirinhos em vários lugares do Mundo no Brasil e fora a gente fez um evento aqui em Londres as duas semanas em que a gente trouxe um evento com capoeira Maracatu frevo música brasileira comidinhas brasileiras e leitura do livro para os brasileiros daqui de Londres semana que vem eu vou abrir fazer a mesma coisa em fevereiro voou o Brasil fazer a mesma coisa no nordeste então eu quero levar a história da Nina para várias crianças eu adoro ir conversar e escutar também o que elas têm a dizer porque cada uma gosta de uma comida favorita cada uma gosta de um lugar favorito e essa troca é o mais rico de tudo e Renata a Nena já tá virando uma série né então tem várias histórias para sai não tem tem várias histórias o meu filho o meu filho ele adora ir comigo nessas contações de história e na última ele pegou o microfone ele falou para as crianças que a próxima história vai ser nina vai ao sistema solar Não posso garantir que essa informação esteja certa mas não eu tenho intenções sim de fazer vários projetos com o livro mas como ela acabou de ser publicada essa viagem ao Brasil vamos ver o que que vai acontecer mas a Nina Com certeza conquistou o coração dos brasileirinhos e ela vai longe perfeito Porque é que o pessoal de casa tanto faz educadores né até mesmo as crianças que assistem a gente os adolescentes eles precisam ler a história da Nina porque a Nina Ela traz de uma maneira muito lúdica e com um afeto muito grande a visão do Brasil por uma criança que não é dali Só que essa visão também eu percebo pelo meu sobrinho por exemplo que é de Santos me falou tia eu quero ir a Belém do Pará Quando você vier porque eu quero experimentar Tacacá que ele não conhecia nunca tinha ouvido falar então quando ele abriu aqui a página de Belém do Pará e ele viu as Docas o Carimbó essa ele é um Brasil Novo para ele então mesmo as crianças que moram no Brasil mas que não conhecem todas as regiões merecem ler esse livrinho porque ele é todo rimado ele é engraçadinho Ele é cheio de afeto fala muito de sentimento né e desse amor mesmo eu acredito que todas as crianças que Leiam esse livro elas acabam o livro Amanda o Brasil mais aquelas gramava Então como é que faz para encontrar a Nina a Nina tá disponível pela Editora catavento é uma editora independente Então tem um link para quem mora no exterior que é Catavento books.com/mina e tem o link para quem está no Brasil porque aí é o preço né tem que ser diferente para quem tá no Brasil e a entrega toda então é Catavento Catavento books brasil.com eu tô no Instagram como @ no caminho te explico E lá eu conto todas as aventuras de Nina e também as peripécias de criar uma criança bilíngue na Inglaterra a criança que mistura tudo e faz uma bagunça na hora de falar mas que dá certo e [Música] e é isso vamos ver para onde a Nina vai voar eu tenho certeza que você e a Nina vão voltar várias e várias vezes aqui no programa Tá super com vocês duas super convidadas Renata muito obrigado por dividir aí o seu tempo na agenda para bater esse papo aqui com a gente e eu que agradeço olha só encerramos aqui o universo é e claro a gente volta na próxima semana com muito mais tchau tchau [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música]
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