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E aí [Aplausos] E aí E aí o universo é por no ar e no programa de hoje olha só o programa Vai trazer para você sair de casa poesia e quem vai bater esse papo sobre poesia com a gente é a Thay que já está aqui conectada Tudo bem pai e você Michele Tudo jóia diretamente do Rio de Janeiro seja bem-vinda ao universo épico Ok estamos aqui e aí conta um pouquinho para gente sobre o seu livro que traz aí várias poesias há um ano atrás passamos por uma experiência muito incrível que era para a gente se trancar dentro de casa e reorganizar vida reorganizar tudo nosso e que acha a famosa pandemia Então nada melhor contra pandemia viva a poesia de uma noite de insônia eu resolvi tomar tornar e puxa toda essa aflição em criação e o livro foi feito em um mês então eu livro que convida o leitor a debruçar sobre si mesmo indo à procura desse fogo interno que nós temos que fica sufocado no dia-a-dia das obrigações das pressões em e foi assim que saiu Lumiar E aí esse título Lumiar De onde surgiu a referência a inspiração né essa criação porque Lumen não é um foguinho né é um lume é um fogo cósmico é o fogo que tudo ilumina que tudo destrói também E por incrível que pareça o Michel época que eu fiz o livro foi um mês que saiu pegando fogo no Brasil as florestas pegaram fogo Mato Grosso foi foi uma loucura e aí me veio o título me ver o caminho escrever poesia uma coisa muito fácil sem ser pernóstica porque Brota Brota então o título veio antes do livro e aí você também Desculpa pode uma experiência de Lumiar eu vivi um ano e meio em Lumiar e pode ser que eu estava me preparando para pandemia porque eu vive reclusa não um sítio então só meditando só criando E aí já estava calejada o relação à confinamento Como assim em um mês conseguiu produzir várias poesias conta pra gente aí como é que faz tem uma curiosidade eu sou meio jurássica né Então essa coisa do mundo online é meio complicado para mim então esse livro envolveu o apoio de muita gente ele é feito por uma editora em Portugal e foi minha sobrinha de 2 anos a língua pode essas coisas todas então tem uma equipe muito grande graças a Universo Online e olha o universo audiovisual que construiu esse livro comigo esse é a força do livro e ele tem uma característica se você fecha os olhos se concentra abre você vai ouvir o poema que você está precisando nesse momento é como se o teu coração falar com o coração do livro entendeu isso eu tô achando muito mais que você vê tá me dando prazer de falar com você aí no outro lugar então muitas pessoas de vários países de vários estados estão sentados nessa fogueira junto comigo e aí né conta para gente tem uma favorita aí no livro na não tem a mesma coisa você perguntar para mãe que olhar o filho favorito ela vai descobrir a sai só o coração delas é mas eu antes da gente começar a entrevista eu abrir uma página você quer que leia agora ou a gente faz isso depois por favor leia um vamos lá essa vai para você em a o afeto feito feto gerando em mim desabrochar is de amor é sensacional são poemas pequenos são poemas pequenos eu acho que a gente fala demais ver demais é tudo demais a pandemia nos convida ao mergulho para dentro de si e um resgate da própria Essência não é então o livro ele segue essa essa essa maneira como coração se comunica através de poucas e profundas palavras mas vai você sempre esteve aí Envolvida com a escrita não é sim nesse universo da escrita e aí é são universos muito diferentes dramaturgia um roteiro a uma poesia o livro de poesia um livro de fantasia são linguagens diferentes Michel mas o olhar é poético por exemplo também sou diretora de teatro e dramaturgo no teatro e a palavra às vezes ela nem existe porque a força da cena a força da intenção de ator então é trabalhar e eu que já escrevo fragmentos poéticos e imagina na dramaturgia Eu trabalho com muito mais ações dramáticas né do que a própria a própria fala o ator é muito presente a presença é a presença acho que todo meu trabalho em linguagens diferentes tanto em roteiro como em dramaturgia é a presença a presença do ator na poesia a presença do leitor se encontrando com ele mesmo usando as palavras como ferramenta como se as palavras fossem paz e fossem cavando e arando dentro de você possibilidades que você nem imagina que tem E aí o livro tá pronto tá disponível né E aí você tá no processo de divulgação certo como é que faz esse processo aí de desse universo digital né que você disse que não tem tanto o contato que tá aprendendo é difícil né porque o escritor hoje a gente não tem mais ali a pena ao presencial né então é é difícil chegar no leitor e olha é tão bacana essa possibilidade que a arte faz que você faz tudo em parceria entendi então de uma alimentação você vê de uma insônia virou um livro Essa é bem uma característica da minha personalidade de um analfabyte de uma limitação eu vou pedindo ajuda e eu vou descobrindo pessoas maravilhosas por você aí é do equipe me ajudando a passar adiante que a poesia não foi feita para ficar aprisionada dentro de um livro dentro de uma gaveta se ela não chegar no coração das pessoas se ela não chegar no ele pode ser comprado em e-book também né tira você pode entrar em contato comigo no Instagram o leitor Se quiser bater um papo comigo também a gente pode bater o importante é a própria que toca para você sair da tua toca e falar com outro eu o barco o outro sobre as suas questões né então eu tô recebendo muito apoio graças a Deus a editora de Portugal né e Thiago mas ela vai ser publicada também lá na em Portugal está muito chique porque vai ser publicado em Portugal Cabo Verde Moçambique eu tô podendo né E aqui no Brasil também não é E aí você pode entrar no link daí de todo recheado tá o livro tá vendendo também na Livraria Travessa na livraria cultura e na livraria Atlântica e tem na Amazon também quer dizer esse foguinho já está se espalhando vai virar um fogão no coração de todo mundo se Deus quiser e para a gente ampliar essa luz levar mais luz né como é que faz pessoal para encontrar o livro né tem as redes sociais o site onde que eles se encontram Thai a no meu Instagram Antônia tirou é você pode ir entrar no link da chiado também né na Livraria Travessa na livraria cultura e na livraria Atlante não é na Amazon então encontrar coisa mais fácil que tem vai para encerrar essa entrevista esse bloco Eu quero mais uma lei mais uma para gente vamos abrir Olha meu linha aqui meu filho deixa eu ver [Música] sussurra em mim a pequena grande voz transborda vem da Foz do coração dói muito obrigado pela participação e olha só quando tiver outros lançamentos é só ligar para nossa produção em e compartilhar com a gente combinado ele te agradeço valeu e olha só não saia daí a gente vai para um rápido intervalo e no próximo bloco tem muito mais um E aí nós estamos de volta com o segundo bloco do universo épico e agora já está conectado aqui comigo Leandro Leandro Assis que vai falar sobre duas obras aqui no universo épico e aí tudo bem Leandro Tudo bem beijão que das vezes obrigado pela distância não confinada Com certeza então explica para gente o Santos nasceu lá em 2019 só que ele teve uma pausa e agora você está retomando só explica para gente é exatamente Santos foi criado lá como você disse lá em 2019 Se não me engano e era uma série para abordar preconceito desigualdade social racismo por uma série que que fala de uma família de uma fita branca de classe média alta da zona sul do Rio de Janeiro e que tem uma família de mulheres pretas que trabalham para ele para o Santos Então são irmãs pretas que são filhas da antiga empregada dos Santos e essas duas famílias então interagem nessa relação de trabalho tão típica ali do Brasil né que muitos brasileiros muitos muitos ricos Dizem que as suas empregadas são praticamente da família então toda essa relação é tá sendo abordada no Santos mas aí quando aconteceu academia Nós preferimos dar uma pausa no Santos porque o Santos não falava de pandemia não foi para aí não havia essa previsão na é Mas queremos contar a história que nós tínhamos planejado então nós paramos um pouquinho Santos achávamos que a pandemia quem sabe a durar 14 dias um mês dois meses então nós fizemos uma série que nós imaginávamos que ser uma microssérie que era a confinada que é um spinoff de Santos e que trata da sobrinha deles a protagonista de confinado então é a sobrinha do casal dos Santos ela é uma milionária e vive no baita cobertura em São Conrado lá no Rio e tem de um lado o mar do outro lado da Rocinha uma favela uma comunidade conhecida e que também então é uma série que também trata dessa desigualdade social e a confinada a Fran que é uma digital influência ela está confinada na sua cobertura de São Conrado com a sua empregada doméstica a Ju e aí através dessa interação também a gente trata de racismo preconceito e desigualdade e voltando para comprar voltar para Santos que ficou interrompido e vamos encerrar também essa história é a partir de agora sim próximo mês eu acho a gente começa com os inéditos de Santos tanto o Santos e a confinada é tem ali críticas né e é isso trabalho é esse o projeto não fica só no entretenimento na diversão ele precisa ter ali o lado dele social com um lado de reflexão é o que eu acho assim oh eu acho que tanto Santos conta combinada eles podem ser lidos como uma novela em quadrinhos tem todas as incríveis de novela tem tem muito e é muito realista tenta ser bastante calcado nas nossas vidas só que com esse essa questão de tratar da branquitude né quer dizer como eu que criei as séries elas falam do ponto de vista do Branco né então meio que branco em branco né hora que a gente faz Olha como a gente se comporta Olha a nossa alienação para o que existe aí no Brasil porque tava pelo que tá acontecendo e eu queria também dizer que eu chamei para participar comigo quando eu comecei o Santos o Santos viralizou porque a mídia ninja compartilhou nas redes e muita gente veio a Começou a ler e muitas empregadas doméstica muitas vezes empregadas domésticas parentes filhos de empregadas domésticas e eles me procuravam elas me procuravam para mandar mensagem para agradecer a gente está tratando dessa realidade para contar relatos para dividir as histórias em desabafar E aí eu comecei a procurar entre elas alguma que pudesse me ajudar a escrever a história para poder retratar com ainda mais propriedade a realidade das empregadas domésticas das mulheres pretas estavam sendo mostradas no Santos EA então é uma dessas pessoas que me procurou foi a Priscila Oliveira E aí eu chamei ela o Diego Santos e a gente vem escrevendo juntos eu Santos e agora e depois é confirmada né olha só que legal é um outro universo épico nós estivermos aqui um influência E aí eu perguntei para ele a questão do cancelamento eu acho que também muito se aplica aqui a se perguntar a questão do lugar de fala né então para resolver essa questão porque você fala né do ponto de vista do homem branco da branquitude né então e você trouxe outras pessoas para colaborar no projeto para ter esse lugar de fala que é muito importante Leandro Ah eu acho que é fundamental e não é nem tanto não é só pelo medo do cancelamento Mas é porque sim o trabalho Fica mais rico né eu trabalho Fica mais Genuíno então eu eu a ideia de fazer essas séries veio do meu desconforto da maneira como nós o comportamos e eu tinha como alvo vamos dizer assim né público-alvo do trabalho O e branco eram era uma tentativa de trocar ideia com branco eu comecei a ver que as empregadas domésticas estava muito sensibilizados pelo trabalho porque ela está vão tá vendo aqui muito realidade e eu vi que eu ia ter que ter esse diálogo com elas também que para isso eu queria Então entrar mais na história nas histórias delas Saiu um pouco mais do apartamento dos ricos não mostrar só o relacionamento dessas duas famílias ali dentro poder ver a vida delas também E aí para isso é fundamental que alguém que me ajudar você fazer isso daí veio a Priscila legal que você conta né que teve ali um feedback positivo né mas tem um feedback também negativo a estudar que ele tá fazendo é mimi a teve claro que teve principalmente no começo do Santos que não vou entrar em detalhes mas o começo do Santos tinha um curtindo umas críticas e a governantes a políticos falava-se mais disso de eleição e nesse momento então era muito comum ter críticas tem gente dizendo que era menininho Mas aos poucos eu fui me concentrando no dia-a-dia dos personagens na rotina no que todos nós vivemos E aí foi engraçado que mesmo quem é mais vamos ver né mas de direita extrema tenha mais que não se importa às vezes com uma realidade de outras pessoas ou de outras realidades é porque eu já me dizer que apesar de não concordar necessariamente comigo na minha visão política que elas vinham muito a verdade na série que ela estavam aprendendo com a sério estavam revendo alguns comportamentos estavam entendendo coisas que talvez ainda não tinham parado para refletir né E isso foi um foi muito gratificante E como que você recebe essas críticas não tão positivas né você como é que você linda com ela Olá tudo depende quando eu vejo que que é só é porque tem um risco muito grande nessa série tem algumas críticas elas estão mascarando o racismo Porque como é uma série realmente anti-racista que tá muito em cima disso desse assunto da desigualdade social e do racismo às vezes algumas pessoas então aparentemente com uma crítica mais inocente mas que dá para ver que por trás disso tem um discurso racista de querer Minimizar esse discurso de Minimizar essa questão do racismo no Brasil aí com essa as pessoas eu não consigo ter paciência não eu dou um chega para lá abrigo e no extremo eu tenho que bloquear porque já sofri censura lá no Instagram de grupos e denunciam a série As tiras e tentam derrubar essas tiras né E aí quais foram os seus obstáculos durante o projeto e é eu às vezes eu acho que você fez obstáculos talvez mesmos até de produção de roteirização ou até mesmo de investimento na obra é eu acho que Tite o a novidade para mim porque eu sou na verdade de roteirista e comecei a desenhar até para fazer essas séries né então é no começo ter atividade maior do da questão do desenho mesmo da questão do de conseguir contar a história da maneira que eu queria é mas o que a novidade para mim nesse trabalho Olha que é uma obra aberta né Igual a vela mesmo que ela não tá escrito até o final então a cada tira que eu lançava eu tinha que bolar a próxima ele ia os comentários e aí a cada semana eu sabia que eu ia ter que criar duas tiras completamente novas do zero então é um pouco de pressão assim de conseguir continuar contando aquela história cada semana se encaixar a bola sem diminuir o ritmo então isso foi o principal eu acho que estou pressão ali do trabalho porque como você é trabalha com roteiros explica um pouquinho pra gente desse processo da pro pessoal de casa entender a diferença né entre você fazer um quadrinho e escrever uma série Pois é quando eu eu como roteirista o que eu fazia mesmo era televisão e cinema e aí quando a gente vai escrever o roteiro de uma série ou de um filme você escreve inteiro né o roteiro Tá Todo escrito para dar então começar a filmar começar a fazer o trabalho então você só realmente termino roteiro quando você já passou por todas as dificuldades de problemas de criar aquela história nesse processo dos Santos da confinada não numa tira eu pudim de jantar um personagem e depois me arrepender dele mas aí paciência ele já está no ar ele já existe na série agora eu não como é que eu faço para sumir com ele né então eu tinha esse tipo de dificuldade e na série de quadrinhos que o trabalho é assim cada tira tem nove quadros que é o que o Instagram Instagram permite 10 quadros então só para explicar né Essas duas séries elas são postadas no Instagram e no Twitter ela foi pensada elas foram pensadas para o Instagram então elas são séries que são dez quadros cada Tira e E aí eu penso uma situação eu e a Priscila a gente imagina uma situação uma questão que a gente vai criticar um algo que a gente quer bordar e aí a gente tem que pensar em Nova imagens que contém aquela situação é tentando sempre tem um que a gente chama de soco no estômago no final que é a hora do clímax da tiro em que revela ali o preconceito ou alienação da personagem tudo né aí eu consegui explicar direito não mas é com certeza com certeza e olha só a Leandra aqui no universo é porque a gente sempre traz vários escritor Oi e aí os Escritores eles passam dicas né pro pessoal de casa aqui sonha em escrever algum livro como é que ele deve começar né lá eu começo um por um esboço como é aço tem que ter ali um boneco começo meio e sim mas como que o processo né porque a gente o Leandro super experiente na área de séries né fala algumas das séries que você roteirizou aí para gente é eu fiz eu fiz Mulher Invisível sob pressão eu fiz o longa que deu origem lá para série da Globo quer ver um dos roteiristas né É tem uma série de exibir ou chamada magnífica 70 tem uma série do GNT que é tocadas na ioga são essas séries ela é isso a gente tem que criar e pensar tudo antes de escrever né é a gente faz o uma sinopse enorme depois sinopse de cada episódio e depois vai para o roteiro né já no quadrinho tá sendo muito mais espontâneo né temos sou uma situação praticamente já vai para o desenho né É bem diferente bom então você já viu aí o peso né de quem vai dar as dicas para vocês que ali sonha em ser um roteirista né porque é um pouco diferente a linguagem de quem faz um livro a linguagem de quem escreve o roteiro para uma série por um filme e aí o que que precisa o que que a pessoa precisa para ter ali para trazer um roteirista é eu acho que que o roteirista tem que ser eu acho que ele tem duas em alguns pontos é parecido com escrever um livro você tem que ser obcecado por aquilo que tem que querer contar uma história da melhor forma possível a história que a gente dominar você não disse não pensa em outra coisa quando estava fazendo uma história é o tempo todo pensando naquilo naquilo querendo resolver os problemas da história né então isso é uma coisa que é muito difícil de ensinar o dia ajudar a pessoa desenvolver se desenvolve sozinha isso do outro lado que é Então essa primeira parte Foi criar uma história a segunda parte é roteirizar essa história que aí é transformar essa história em roteiro tem o roteiro tem algumas características que o livro realmente não tem tem formatação tem a estrutura do filme tem que pensar em tempo porque filme é tempo na série é minuto minutagem né diferente de um livro que a pessoa pode ler em um dia ou seis meses depende do Ritmo dela que ela quiser dar quando você vai ver um filme ou uma série O tempo vai passando ali na sua frente Você não tem controle aqui você pode ser parar de vez em quando mas é a história se Desenrola sempre no mesmo tempo né então é para isso acho que tem que aprender tem que ir tem que ter muito filme livre muita série e tem que ir a ideia é fazer algum curso hoje em dia tem muitas faculdades de cinema muito curso de roteiro Então eu acho que é que é bem é bem bacana E conheceu os segredos é tão lindo fazer esses cursos né o Leandro eu sei que o Santos está aí né a confinada também tão né fresquinhos Tá quentinho ainda mas é cedo para perguntar a possibilidade de eles irem para o audiovisual virar uma série é cedo ainda é cedo a gente quer pensar primeiro livro antes de antes de pensarem séria ele em áudio visual a gente o primeiro plano o primeiro sonho é que eles realmente vir em livros físicos saiu da internet e ganhe esse novo formato aí de livro mas é claro que se for para transformar em audiovisual vai ser um barato e aí o pessoal de casa que ficou curioso Aí eu quero conhecer mais sobre o projeto né porque eles podem encontrar então né Vamos tentar convencer o pessoal de buscar né e o que que eles vão encontrarem o Santos nem a confinada é isso são duas séries que falam de da nossa realidade o Brasil desigualdade uma série mais focado inclusive na academia mostrando a diferença das possibilidades de fazer a quarentena para quem tem muito dinheiro para quem tem menos dinheiro é confinada tem mais humor é um pouco mais leve mas são duas séries que trabalham com ódio é série de deixar a gente nervoso nós que fazemos ficamos com ódio escrevendo desenhando e quem lê costuma levar uns uns tapa na cara ali de falar é isso a gente tem que pensar nisso mais um pouquinho né e é isso elas estão no Instagram as duas tenho meu perfil que é o Leandro é underline eu tentando perfis que não vou lembrar Leandro Anderlaine É sim underline ilustra E aí encontra lá o Santos e confinada é atricilla também não no perfil dela no ACM um e não Solange aqui são dois perfis que ela tem e toca a séries e e é isso a gente tá começando o Santos a gente tá fazendo uma retrospectiva do que a gente colocou no ar antes da pandemia e assim que essa retrospectiva acabar a gente começa com os episódios inéditos perfeito para você que gostou então dá a dica apareceu aí na telinha usar roupas né das redes sociais do Leandro e aí é só entrar lá né e cobrar lá Leandro até que sabe Marcelo Leandro eu quero agradecer a sua participação aqui no universo época foi demais esse bate-papo foi tão gostoso passou de mais de rápido né pô eu adorei foi muito bom mesmo foi muito foi muito bacana conversar com você Olha só sempre que tiver novidades outras obras ó manda para gente liga para nossa produção aí que a gente marca esse bate-papo combinado beleza Muito obrigado valeu Então olha só a gente um ponto final no universo épico e a gente volta na próxima semana com muito mais tchau tchau tchau [Música] E aí [Música] E aí [Aplausos] [Música]