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UNIVERSO ÉPICO - FLORES DO CÁRCERE
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UNIVERSO ÉPICO - FLORES DO CÁRCERE

83 views Publicado 03/03/2021 HD · 30:45

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E aí [Aplausos] E aí E aí E aí o universo é claro ali no programa de hoje Vamos bater um papo sobre filme documentário e já estão conectados aqui comigo o Paulo e a Bárbara tudo bem gente Olá tudo bem Obrigada por receber a gente tudo de bom tudo joia Vamos lá eu quero saber sobre o lançamento de vocês flores do cárcere quando um pouquinho mais para gente é bom flores do cárcere é um documentário que vai investigar a vida de algumas mulheres que passaram pelo sistema prisional e Santos e como como essa experiência transformou a vida delas e como elas conseguiram se transformar Também depois de terem cumprido suas penas e estarem de volta no ambiente ressocializando no mundo suas vidas como foi essa transformação e que aquelas o quanto elas cresceram mudaram e como é essa experiência na vida de mulher é o filme é baseado no livro da chamado flores do caixa ele também da Flávia Ribeiro de Castro ela teve uma uma experiência no presídio que ela foi professora lá é o presídio feminino de Santos São presídio foi desativado porque o seu vários problemas relacionados aos direitos humanos as condições do Pré e tudo mais então ela teve faça o período aí 2005/2006 nesse período ela ela escreveu o livro e que deu origem ao filme E aí vocês é para roteirizar usaram como inspiração ou foi ali basicamente Vocês pegaram um livro e serviu como um roteiro quanto um pouquinho mais né ou vocês não na hora da produção na hora das filmagens encontrar um personagens interessantes além do livro como é que foi isso é o filme ele é livremente inspirado no livro então ele não é preciso Eles foram como tá no livro o livro Ele conta a experiência da Flávia né entrando ali fazendo esse projeto dela que era um projeto social e ela conta a história dessas flores é através do Olhar dela de quem tava ali entrando para fazer uma a atravessar essa ponte que fazer esse diálogo o filme ele se baseia nas mesmas personagens só que ele tem um roteiro outro a gente queria que as flores contassem suas histórias em primeira pessoa e a gente também assim teve que fazer uma seleção Assim das mulheres que estavam no livro Quais eram aquelas queriam participar Pois eram aquelas que a gente conseguiu encontrar que aquelas que não queriam mostrar suas caras mas queriam suas histórias que você contadas também então ali contemplada com uma personagem ficcional Então teve uma construção de roteiro diferente do livro e muito interessante com camadas diferentes temporais e camadas estéticas diferentes e a gente foi construído eu e o pau por fora mas sempre é muito limpado no livro já já a gente vai falar um pouquinho sobre essas histórias né que tenho certeza que são histórias ricas né e são histórias diferenciadas e interessantes e mas eu queria entender também é esse processo né para fazer a filmagens como você disse de pegar autorização foi fácil foi difícil como é que foi Paulo e a gente a gente conhece um filmar o presídio já tava desativado no momento que a gente começou a filmar mas a gente conseguiu a autorização porque achar a gente achava muito importante né a possibilidades e levá-las de trazê-los de volta né a memória daquilo que tinha acontecido dentro do presídio e a gente conseguiu a sua autorização e aí levamos Elas acabaram de algumas que elas se reencontraram não tiveram essa essa aproximação depois de anos né que não se viam foi muito interessante todo o processo de sobretudo assim de compreensão porque eu acho que a gente tenta como é como se fala um pouco do lado de fora né que o sistema carcerário é o mundo né lá dentro eu vou domingo né então a gente não tem ideia Realmente eu não sei quem já esteve lá eu acho não tem ideia do que o que se passa de como é viver lá dentro de a sobreviver lá dentro da realidade né então acho que a gente foi muito muito importante a gente voltar o espaço físico mesmo delas estiveram levá-los de volta lá para elas ir visitar em Essência os momentos encontrarem as histórias lá dentro então é isso é muito importante muito interessante inclusive que tinham imagens é delas em 2006 que a Flávia levou uma câmera lá e uma delas ficou gravando imagens delas naquele momento então a gente me faz uma espécie de flashbacks nesses momentos lá da do de 2006 e depois a gente volta ao tempo atual e Inclusive tem uma coisa muito importante que a gente acompanha também a vida delas hoje é o que elas são histórias de superação na realidade e provam que a pessoa que foi passou pelo sistema carcerário ela pode ter uma segunda chance uma terceira chance de Reconstruir sua vida né mas e mudou a visão de vocês ao realizar né o filme vocês chegaram com uma visão e aí mudou transformou a visão de vocês só toda toda a experiência que a gente tem com o outro ser humano no processo de filmagem ou com a própria pesquisa e se der para com uma temática que é nova ela é sempre transformadora para gente Para mim foi muito impactante conhecer suas histórias mas o mais impactante estão entenderá a condição da mulher no cárcere né Assim que o carro a prisão masculina é muito diferente da prisão feminina prisão feminina é moldada no estrutura ainda que é para o homem é digamos estrutura patriarcal né que se repete o mundo o mundo de fora se repete no mundo de dentro e entender muita solidão e no âmbito no âmbito do feminino mesmo você vê que as filhas dos presídios masculinos Eles são repletas de companheiras mães namoradas que vão visitar o seu seu parente seu companheiro preso e nas filas dos presídios femininos você se depara com essa solidão absoluta se elas são abandonadas por esses companheiros que muitas vezes é através deles que ela chegam ali a cometer um delito um crime e quem tá ali na visita da cadeia da mulher a mãe né então assim a gente percebe que o esse lugar da visitação mostra é muito reflexo também do mundo é do quanto cuidado ele tá ligado a mulher né cuidar do outro tá ligado ao feminino tá muito entre 5 e quanto o essas relações dessas mulheres com seus companheiros com seus pais inclusive que vão pouco visitar Já da mensagem Mães eu tenho uma coisa de independência financeira e emocional no ato da mulher também chegará cometeu um delito um crime Itália Então para mim foi muito transformador entender isso e entendeu quer que a gente com a sociedade pode fazer né Não só olhar para aquilo como algo diferente distante da gente mas entender com a meu papel nessa sociedade para poder dialogar com isso ter outras propostas de de penas que não necessariamente sejam visão mas como é que a pessoa pode se transformar pagar pela aquilo que ela fez sentar necessariamente preso enfim pensar em um outro sistema como um todo e pensar em como a gente olha para essa mulher quando ela sai também né vocês conseguiram incluir todas as histórias que vocês conseguiram chegar e acionar essas mulheres ou você estiver o selecionado das várias histórias como é que faz esse processo de escolha da história que vocês iriam contar nesse filme aí a gente teve uma pessoa que nos ajudou bastante assim além da Flávia que já tinha esse contato com ela que tem uma ONG que a casa flores que trabalha com essas mulheres é que surgiu também no decorrer no ela voltou se transformou em uma ONG a partir do do filme é a gente teve a Claudinha né Que que foi Nossa pesquisadora que fez um trabalho incrível é de se reconectar contactar essas mulheres estabelecer uma relação de confiança e trazer para gente aí a partir daí Paulo pode falar mais Como foi o processo de filmagem com ela de nós de escolha a gente chegou o número também de mulheres que conseguiu achava que deveria certifique-se ou que o mundo né E aí tem uma questão assim interessante também que como a gente não podia ter representadas todas as mulheres que estavam no presídio a gente lançou mão de um recurso de linguagem muito curioso também a gente colocou na verdade duas atrizes né uma fazendo uma delas fazendo o personagem de uma ex-reeducando é né no ex-mulher do sistema lado do presídio que nicho a nossa ideia porque essa essa personagem representaria as que não puderam participar de filme todas as outras e poderiam falar e Tocar em assuntos que de repente porventura dos interessar se tocar e Alguma delas não trocou né quando todos os outros faz a gente me aquele número de personagens que a gente tinha a gente ia ouvir todas elas e Navegar destino o fio no outro trabalho que a gente fez documentário não o outro é sério de tio a gente trabalha muito construindo o pensamento através do que as pessoas falam né dá para através de depoimentos Então as histórias delas na verdade se complementam uma ajuda a contar a história da outra é o filme e acaba sendo muito atraente de se ver apesar da temática e a pele por esse por ter essa essa essa pegada muito positiva até no momento que a gente está vivendo de problemas tão graves é como aprender Mia e os problemas de saúde e tudo mais e a gente se vê que esse problema do sistema carcerário no Brasil também o problema muito grave então eu acho que a gente teve a possibilidade conseguiu né passar essa essa essa possibilidade de provocar um debate mas a gente entender essas mulheres elas elas conseguem ou seguiram através de esforço delas mesmo não é esse reintegrar à sociedade estão vivendo então fim já e recuperar suas vidas e só acho que é fundamental de um filme não ficar só na denúncia e sistema carcerário segue Olha tá tão envolvido aqui na história que vocês estão contando que eu tenho certeza que o pessoal de casa também está e olha só então confira agora um trechinho do filme indo embora acabei indo para cadeia e a gente quando passa daquela gaiola para cá a gente é obrigada a viver esse mundo daqui qualquer para ouvir meu pode falar não aí foi só um sei se fala de novo tá E aí o cabelo beleza Célia a cadeia tem imagina tipo assim é um mundo dentro de um mundo como se você tivesse um labirinto dentro do mundão só que você nunca não tem saída é assim agora eu quero saber né de cada um de vocês é às vezes pode ser que seja uma história em comum né ou seja não ai essa história foi a que mais me chamou atenção foi aq mais me impactou né Tem Qual é a sua história Bárbara e a sua Paula quero saber dessas histórias que vocês contaram no filme né se casa ou não casa cada um tem a sua escolha Olha eu acho que essa pergunta meio impossível de responder para a pessoa que tá na direção porque as personagens são como filhos né Cada um tem sua peculiaridade cada um tem seu caminho um tem seu caminho então você me perguntar qual é meu filho preferido é eu só vou poder te responder que é o Tom porque eu só tenho o Tom mas se você perguntar para o Paulo que tem mais de um filho ele não vai poder te responder então acho que todas as histórias são importantes e nos impactaram de uma forma algumas das personagens tem um perfil mais aberto que faz com que a gente tem uma uma ligação a conexão muito imediata outras são mais tímidas E aí também essa construção da interação e da intimidade ela é o processo lento mas é um processo também muito prazeroso porque você tem que com quando a se ganha confiança da parte dela que a gente não tá querendo usar essas histórias mas a gente tá querendo trazer essas histórias para gente ir toda história é válida a história que elas querem nos contar elas vão nos contar da forma que elas querem então é são caminh o que a gente chega no coração de cada um e cada uma chegando nosso coração mas eu acho que eles são igualmente transformadores importantes assim eles nos tocam E aí Paulo muito bem e eu concordo com ela totalmente eu eu já tinha feito um filme anterior é o rap do Pequeno Príncipe do que tem uma situação do personagem masculino que está encarcerado mas eu acho que a história para mim que mais me impactou foi justamente o fato de ser um presídio feminino né de ser tão diferente de um presídio masculino em todos os sentidos muitos sentidos e eu aprendi muito com todas elas Eu acho que isso foi mais mais gratificante do eu acho que toda vez que a gente faz um filme A gente faz um filme geralmente pelo menos nós somos assim é para para como fazer para descobrir alguma coisa para passagem Exatamente esse processo de descoberta o espectador também né então a gente vai aprendendo entendendo ouvindo e isso a gente leva tenta ao máximo levar para o espectador que vai ver um filme então eu acho isso que na verdade o filme é uma história só né a melhor história a história do filme como um todo né porque ele é uma história só ele essa história dessas mulheres e cada uma delas mas que se somam e multiplicam e que que no final assim tem que ter esse lado que eu gosto de frisar que esse lado de superação por elas mesmo e é muito bonito que é um uma transformação muito ruim muito legal muito bacana um exemplo de vida muito muito forte para todos nós E neste vemos por exemplo uma situação tão grave então difícil como elas agora sobre produção né quanto a imagem quantas pessoas envolvidas né nesse projeto é conta para gente a nossa eu nem tem mais o processo de filmagem geralmente ele é muito longo do documentário e ele também tem peculiaridades muito diferente da ficção assim a gente tem existem vários roteiros não roteiro que a gente faz para filmar que a gente imagina que vai filmar isso o roteiro que a gente está no 7 humano que a gente tem que cortar coisas e trazer coisas que estão acontecendo que são né o documentário ele é uma tentativa de espelhamento do Real apesar de ter uma direção de poder dos diretores Mas é uma tentativa de espelhamento do Real Então as coisas acontecem sem que você tenha planejado também por mais que você planeja as coisas vão chegando e o terceiro roteiro que ali na hora de editar o que é que a gente mantém o que é que a gente abre mão é um processo que começou acho que 2018 de é de investimento de busca de das personagens depois da filmagem que a gente teve vários vários várias infecções na primeira uma semana depois outra semana depois aí tinha o personagem que tava grávida a gente esperou para filmar depois com ela o processo da vida mesmo que a gente vai costurando com documentário e depois mais um bom tempo para gente finalizar o filme deixar ele com esse formato depois ele foi selecionado em almoço que estivesse bem bem interessante com a mostra internacional de cinema de São Paulo Festival do Rio em fora outros festivais fora e Rosângela em Portugal a gente ganhou prêmio no festival em Lisboa né menção honrosa de documentário então o processo longo diria que a gente está em torno de três anos assim gestão dessa criança que vai nascer dia dia oito para o público geral e as gravações das imagens elas não pegaram então esse período de pandemia né na verdade o lançamento vai pegar esse período de pandemia E aí muda essa forma de lançar mudou mudou porque a gente pediu emprego do edital para distribuição através da distribuidora da gente que a ou dois play é o filme é uma produção da academia de estímulos e da Monalisa produtores E aí com esse prêmio de distribuição de cima da ético estilo como é que é da Prefeitura de São Paulo a gente teria condições de lançar o filme no cinema o que é um muito importante para o documentário que tem menos espaço e sem esse recurso não seria possível mas como a gente já tá um filme pronto passando gente vai crescer 2019 A gente jogou também que é muito importante é um filme circular esse assistido e contigo então a gente optou por lançar o primeiro exprime a gente teve autorização né da específico para isso e a gente vai lançar no destino da plataforma não né que é uma plataforma que tem dois milhões de crescimento então a gente acredita que eu tinha o passo até lá uma boa possibilidade público aí depois vai para outras plataformas e a gente pretende quando houver o fim a da secretária dessa miserável pandemia e for de novo aberto ensinamos e condições bacana a gente vai colocar o filme Em algumas salas especiais que o debate que são especiais porque a gente acha que o filme foi feito para a tela grande e importante de serviço também na tela grande então ele tem um percurso grande ainda agora para por aí para circular também a gente já tá fazendo contatos para para ele ser exibido fora do país também já tem um montão de tem interesse nisso em Portugal e outros países então a gente daí agora antes o clássico lá proibido lançado no dia tão importante a gente acha muito maravilhoso essa possibilidade dessa democratização que acho que plataformas nos oferecem assim da gente chegar um público praticamente restrito né assim de alguma forma mas a gente também acredita muito na experiência do cinema de ir ao cinema de estar imerso numa sala escura devendo aquela experiência a gente teve essa experiência nos festivais é muito impactante é muito bonito assim o filme emocionou e assim até me arrepio agora Lembrando o quanto ele tocou Tanta gente assim e essa imensidão da tela do cinema a gente acha que ela é importante relevante para o filme também você falou uma coisa muito interessante eu amo cinema Sou suspeito para falar adoro toda semana tô lá no cinema Adoro aquele clima o cheirinho do cinema e aí eu quero opinião de vocês eu gostaria que vocês comentassem e a respeito disso é vai mudar com a questão da pandemia vocês acham que o comportamento de quem ia para o cinema vai mudar porque assim grande a grandes empresas da indústria do cinema São lançando os filmes simultaneamente no streaming tem aí tribo a própria Warner né então vocês acham que vai ser um divisor do comportamento do público a partir da pandemia não vamos dizer que ele é anterior anemia né da realidade assim essa mudança do hábito do espectador ela já vem ocorrendo há algum tempo né mas quando surgiu a televisão disseram que era o fim do cinema e o cinema tá aí até hoje então eu acho que ele vai continuar como a casa de espetáculo é um e você vai namorar que você vai com os amigos e você vai dali depois tomar um chopp e conversar daquele título eu acho que esse ato o ato dia é o cinema ordem social e eu acho que ele vai permanecer e eu acho que tal vejo a quantidade de a produção hoje mundial da produção brasileira e tá nesse momento foi prejudicada pela falta de incentivos mais ela é imensa Então ela nem cabe no cinema na realidade ela tem que ter outros canais de exibição para que elas possam ser chegar acessar o público eu acho que vai ter uma mudança já para que uma mudança e eu acho que a probleminha talvez ela sirva muito para as pessoas entenderem a importância do audiovisual né o quanto é importante enquanto que a gente está sobrevivendo né do audiovisual em casa tendo uma válvula de escape uma maneira de se divertir uma a pensar então é por isso que a gente que faz o audiovisual no Brasil que hoje sofre uma perseguição é terrível do governo federal a gente tem que entender a população que ontem todo mundo que é um Hibisco entrega milhares de pessoas e que ela é muito importante para a cultura do país para que a gente se enxergue enquanto o brasileiro é que a gente se reconhecem que o outro brasileiro Então ela precisa voltar se apoiado e voltará a ser o segundo estudos sente vaga porque ela tava no momento inclusive de grande evolução dentro do país e mundialmente é para dar esse gente vai ser o da distribuição mundial de chuva e e é isso aí Bárbara e é eu acho que assim de tudo que ele falou a gente entende que a pandemia ela levou o público para muito perto né nos momentos de dor de ausência de perda de solidão o cinema a série né E até as lives né que também é áudio visual ajudaram muita gente passar por esse período tão sofrido que a gente está tentando superar Então eu acho que reforça essa necessidade de se criar né a arte ela queria Imaginário simbólico ela ela queria o espelho de quem a gente é então acho que foi muito importante a pandemia sobrinha a isso quanto a arte nos salvou por outro lado eu acho que a relação do cinema e plataforma de streaming eu acredito que vai se manter muito esse esse formato que se teve de ter muito projeto que vai ou por simultaneamente o direto pro Extreme mas o tempo para poder minha reforça-se o quanto o ser humano toque o abraço convive faz falta e que o cinema de proporcionar é isso você sair de casa como a gente sair antes sem ter medo com cuidado todos os as salas de cinema do Brasil estão preparados com protocolos para receber né seu público para ter uma questão de não apenas de higiene renovação do ar mas estão ali esperando o público voltar para seus braços Então acho que é é uma coisa que a gente vai ver um pouco quando a gente chegar nesse processo de voltar a sair com mais tranquilidade que eu acho que existem vários fenômenos que a pandemia causou que a gente vai descobrir quando ela tiver no processo de cura né Por exemplo dos fatos muito interessantes que a pandemia trouxe foi a volta do Cine drive-in é que era uma coisa que não se fazia mais quase lugar nenhum do mundo salve salve pequenos lugares há poucos lugares que fazer o escrito ali sicamente e voltou acontecendo a pandemia que foi tão interessante foi uma forma também da gente conseguir sair na segurança e resgatar uma coisa que tá Vale Adormecida no passado e trazer por conta da pandemia de volta para um hábito na nossas vidas Então acho que tudo isso a gente vai aprendendo junto com o tempo e espero que a gente consiga manter todas as todos esses passos que eles são fundamentais o cinema a plataforma televisão e e todos juntos se ajudando esse colaborando e trocando o conteúdos né Muito legal essa reflexão né porque é que nem o próprio Paulo falou né o cinema não morreu quando a TV nasceu né o rádio não morreu quando a TV nasceu a TV não morreu quando a internet nasceu né todos eles se completam né o streaming está aí também para completar né essa falta de a organização que a gente não tá tendo por conta da pandemia agora pessoal de casa vai ficar ligadinho porque eles vão falar porque que você aí de casa tem que assistir o documentário flores do cárcere e é porque o público tem que assistir é eu acho que a gente assim Fez um filme para a gente olhar para o outro no caso para outra para a mulher com respeito e empatia para a gente olhar para uma pessoa que cometeu um erro sem condenar lá para o resto da vida por conta de um erro que ela cometeu cometeu é eu acho que essas mulheres elas trazem uma potência uma porção de vida tão grande e o filme traz muito isso se olhar da o passado nos forma e os Cultura a gente quem cria Então acho que é um filme que ele traz um tema muito importante que ser debatido eu acho que todo mundo tem que ver e dá um alô para gente na nossas redes sociais aí no programa dizer o que é que achou pra gente poder transformar o mundo no mundo que a gente quer que seja mais justa mais igualitária Paulo a partir do dia oito então e o é exatamente a partir do dia oito na plataforma não ele estreia Melody internacional da mulher que ele tem muito significativa a data de lançamento do filme porque essa questão do carceramento das mulheres é um problema gravíssimo do nosso país mas eu RJ que as pessoas vão quem assistiu gostou muito a gente participou de alguns debates e foram muito interessantes e é assim é eu acho que o cárcere ele hoje é quase gênero né de séries de filme Há muitas abordagens mas muito poucas abordagens em relação mulheres e no caso do sistema prisional brasileiro menos ainda então acho que é uma oportunidade das pessoas que conheceram algo que realmente elas não conhecem e Vindas que elas não não conhecem Então eu acho que vão gostar de assistir às peças eu achei muito bom para todo e vai ver aí o filme sensacional muito obrigado por esse bate-papo adorei tenho certeza que o pessoal de casa também gostou viu e sempre que tiver lançamento liga para gente que a gente bate papo combinado combinado obrigada por nos receber ligado vocês. No universo épico na próxima semana tem muito mais tchau tchau tchau E aí E aí E aí [Aplausos] [Música]
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