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UNIVERSO ÉPICO - ENTRE VINHOS E FLORES E A VIDA EM PRIMEIRA PESSOA
Em destaque · HD Vídeo · Universo Épico

UNIVERSO ÉPICO - ENTRE VINHOS E FLORES E A VIDA EM PRIMEIRA PESSOA

25 views Publicado 17/11/2021 HD · 30:11

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E aí [Aplausos] o universo é claro aí hoje nós vamos bater um papo sobre livro sobre romance quem não gosta de um bom romance né e Olha só quem está conectada aqui comigo é a Carla tudo bem Carla Oi tudo bem E você tudo joia cala nós vamos falar sobre o seu livro entre Vinhos e Flores E aí conta pra gente a sinopse e há entre vizinhos de flores era o livro que fala sobre jornadas né A História de um escritor também William que Ele Decide dar uma mudada na vida dele e atrás de um antigo amor e ele tem mais atrás e sentir o amor e o que ele vai descobrindo na jornada é muito mais importante né para ele do que o antigo amor esse e você Conta mais as três da escola ele e olha só a gente a Carla ela é cineasta roteirista e o livro dela surgiu após o roteiro do filme é isso É sim é isso eu primeiro escreveu o roteiro E aí depois eu adaptei para o livro né aí depois eu fiz a forma literária porque essa decisão é porque eu e eu já queria escrever um livro e eu também queria que a história do entre Vinhos e Flores fosse para o mundo de alguma forma eu passei muito tempo gestando esse essa história e como audiovisual do Brasil nos últimos anos né começou a ficar um pouco mais difícil para para ser realizado eu resolvi fazer adaptação do livro porque acessória não é pudesse ir para o mundo para que eu também pudesse encerrar esse ciclo né que eu tive com com eles o dia C flores que 15 o alguns anos escrevendo Ah e por quê que dá como já queria escrever um livro achei que seria interessante pegar a uma história que eu já tinha e adaptar então foi também o exercício para aprender a escrever livros porque foi o primeiro livro que escrevi e foi tudo bem difícil é bem o caminho inverso acho que é mais difícil do que adaptar o livro para para para um filme na tua dizer exatamente isso que eu ia perguntar né do roteiro do filme para o roteiro né para o enredo para história do livro é muito diferente né então o que que você teve que adaptar né que cenas né que no Livro talvez você ficou mais livre né porque a questão do cinema tem um custo também né Não adianta você pensar numa cena mirabolante mas e depois para colocar isso no vídeo E assim a escrever o roteiro pelo menos para mim é algo muito mais fácil e mais simples porque é mais direto no roteiro você descreve as cenas diálogos e você não entre tanta emoção na na escrita então eu já estava muito digamos viciada né escreveu o dedo eu consigo escrever o roteiro em 4 dias então roteiro é muito tranquilo e aí na hora de passar para o livro foi muito complicado porque eu vi que me faltava a emoção da escrita porque no roteiro é tudo muito plano digamos assim não é isso é isso é o personagem Entra na sala e senta no livro se você escrever o personagem Entra na sala e senta isso não quer menor graça então isso foi é isso essa adaptação também foi difícil encontrar a pessoa que ia narrar né o filme que seria entre o filme não livros que seria em terceira pessoa ou em primeira no fim eu achei que em primeira pessoa no livro ficaria melhor e sim é quando você pensa o filme você eu também sou produtora nessa diretora produtoras o baterista já fui Beatriz também então quando você pensa no filme você tem que pensar no curso daquele Como que você vai desenvolver e quando eu escrevi o roteiro o meu lado produtora sempre pensava tá mas isso aqui vai sair carne cima pela produção então não e já no livro eu tinha essa liberdade de poder escrever as coisas e colocar o que eu quisesse sem se preocupar que tem um seria um curso depois não é para ser feito porque não seria feio vai muito mais as o Imaginário E então aqui livro foi bem mais difícil parecida com certeza adaptação ele nossa e sem barreiras e sem filtros e sem barreiras e sem filtros mas quando eu não sei se isso acontece com todos os roteiristas mas comigo pelo menos aconteceu que como eu escrevia o roteiro há muito tempo sem Barreiras assim sem filtros acaba ficando complicado você não está acostumada a ter barreira ter filtro Então como fazer agora né então é parece que é mais tranquilo mas melhorou E aí me conta sobre o projeto do filme né Ele tá em que fase está engavetado por hora ele tá engavetado né tá tá parado em 2019 que vários projetos da Ancine foram cancelados na para a captação pelo artigo a inclusive na época pode tipo um a foi suspenso tudo mais e então o projeto acabou sendo e foi cancelado e quando ele também já tava os dias né de mudar de caíres e tudo mais eu resolvi dar um tempo e mas eu pretendo retomar o projeto do filme Um dia mas Por ora não sobre a jornada né da dos seus personagens no livro é você retrata ali a luta contra uma doença e colocar isso no livro né como é que foi para você isso aí certa forma foi Libertador porque na é porque eu tava escrevendo um livro O meu ex-marido ele tava passando por um linfoma né a gente está fazendo tratamento com linfoma ele chegou a fazer transplante de medula tudo mais Oi e um grande amigo meu também estava enfrentando o câncer que o livro é dedicado para esse amigo é e ao mesmo tempo que foi difícil porque eu tinha que lidar com a minha dor também foi Libertador porque eu pude colocar essa dor para fora e muitas coisas do que eu escrevi miolinho foram coisas que eu acabei de iniciando que eu não passei porque quem passou pneu ex-marido nariz meu amigo só eles que passaram mas eu acabei de ver esse ando então foi foi terapêutico posso dizer que vai terapêutico eo romance deles é algo muito mais elevado do que algo real é William ele idealiza esse romance ele imagina que esse romance vai ser de um de um jeito e ele espera que a Ângela seja um tipo de pessoa e só que não é hoje você completa ambiente de realizar logo até meio Platônico assim na parte do William né ou da história mas não Beira mas não Beira ao abuso né por conta de ser um amor platônico num Beira Não não até porque o tema do abuso ele também é tratado no livro né porque a Ângela sofre abuso antes de fugir a E então eu o tema do abuso é tratado mas não William Não não é possível com ela acho que senão né tentei não fazer logo os nervos o Carla e aí né como é que é dosar né o drama da luta contra a doença né o câncer e dosar também o romance como é que é É misturar tudo isso não enredo é um pouco difícil porque eu tava escrevendo sobre as dores né de pessoas que que eu com vivia eu tava escrevendo sobre as minhas dores também então assim é é difícil porque mesmo que seja uma história de ficção como os personagens foram retratados foram inspirados em histórias reais é e eu senti as vezes que eu tava me expondo muito que de alguma forma eu também tava expondo outras pessoas eu acho que separar essa parte de tentar não identificar quem é quem na na história é que ao mais foi mais complicado assim e escrever sobre as dores que a gente vive que a gente presença ia de uma forma que aquilo não se torne pesado é é que era assim muita sensibilidade é difícil dos às vezes na Como que você vai imprimir aqui o papel na hora de escrever mas o mesmo tempo é comigo distante foi tirada esses terapêutico foi foi Libertador Então se tem o lado difícil de não conseguir dos Às vezes o que que responder mesmo escrever também tem essa esse lado do bonde que é liberta não foi e para fora as emoções de todos tanto que da metade para o final do livro eu sou eu chorava Toda vez que você não tava para escrever não só do livro né do roteiro e depois do livro nossa eu escrevi chorando o livro Porque daí eu começava a rede ver muita coisa né e olha só a gente o livro da Carla tá na segunda edição né E aí da primeira para segunda ela não mudou nada exatamente nada então pessoal né que já leu já acompanhou entre Vinhos e Flores Quais foram as críticas críticas bem positivas o que eu mais gostei foi assim que o público que eu atingir um público mais de menino e eu escrevi um livro pensando mesmo né no público mexe menino os homens que leram e gostaram foi positiva a resposta né e Teve teve uma uma pessoa assim particular aqui que me falou que ela leu o livro e ela tava pensando se ela tava no momento de transição da vida dela e que ela não sabia se e continuava casada se separava que que ela fazer e foi muito legal que eu tava falando assim dentro me deu uma outra perspectiva assim da vida né do que que eu posso fazer o quê que eu posso tentar mas esse foi bem legal e assim algumas pessoas comeram né que lhe deram feedback quase todas me falaram algo mais ou menos assim não acha que eu lembro me fez eu acho que essa vida pode ser só é essa e que poxa será que eu não tô entendendo meu tempo com coisas que não não tem nada a ver então isso é bem legal acho que esse dbex que são os que mais me tocam assim dizer que livro de alguma forma ajudou a pessoa que uma outra Perspectiva da Avenida os acontecimentos ela dá dá uma redor dela Carla E aí o pessoal de casa porque é que tem que ler entre Vinhos e Flores a tente ler porque é sobre uma jornada é sobre a importância da jornada na nossa vida que talvez a jornada seja muito melhor do que o destino em si e para ver que às vezes a gente está preso em algumas situações que nos fazem felizes realizando coisas que são completamente na fora da realidade acho que eles tem que ler para que eles têm uma outra Perspectiva da vida do que a gente pode fazer é que às vezes a gente pode mudar o caminho e se não dá certo tá tudo bem a gente volta e olha só você aí de casa presta atenção Nesse recadinho que ela vai passar o pessoal que se interessou né pelo livro como é que faz para te encontrar é para mim encontrar pode encontrar pelo Instagram@Carla Mark e haja conca e o Makita meia conca e o livro ele tá disponível na Amazon pelos indo por enquanto só digital e eu acredito que a partir do ano que vem eu já devo ter a edição física também a segunda edição física porque eu também tô lançando ele em inglês e espanhol então a a edição física acabou ficando no ano que vem e antes de finalizar é uma série é uma Saga é uma trilogia ou é uma história única E aí eu acho que é uma história única então eu até já pensei continuar e talvez escrever o livro pela Perspectiva da Ângela mas não eu acho que acho que por enquanto ainda é uma Saga hoje perfeito Então olha só quando tiver novidades outros livros outras histórias vem compartilhar aqui com a gente pode deixar vem assim já está convidado viu quero agradeço a Então imagina eu que agradeço a oportunidade obrigada valeu cara um beijo até a próxima beijo até e olha só a gente vai para um rápido intervalo e no próximo bloco tem muito mais um E aí nós [Aplausos] estamos de volta segundo bloco do universo épico e a gente segue aqui falando sobre livro e agora a obra olha só a vida em primeira pessoa da escritora Thaís e ó ela já está conectado aqui comigo tudo bem Taís Tudo bom e você Michel tudo jóia diretamente de Brasília Olha só conta para gente então um pouquinho do seu mais novo lançamento Ah pois é esse livro A vida em primeira pessoa ele é baseado em fatos reais todas as coisas que estão ali aconteceram mas só que é um é um tipo de romance chamado Roman crê e chama que é mais ou menos romance xaviado em que você mistura os acontecimentos do passado e do presente para contar uma história todas as histórias são encadeados E aí você desce um roteiro que faz essa junção entre o passado eo presente e aí essa história é uma história no qual você está contando sua ou uma história do qual você observou e aí colocou nesse livro a ação muitas coisas juntas Tem uma parte que é o diário meu diário pessoal eu tenho um diário desde 12 anos mais ou menos é uma parte é resultante das minhas pesquisas porque eu sou professora e pesquisadora da Universidade de Brasília e eu faço pesquisa com política então o livro é um romance político também e então tem um pouco da história do Brasil por isso que ele não ele não é exatamente um romance histórico Mas ele tem muito da história do Brasil e a pessoa precisa entender um pouco dessa história recente do Brasil para poder compreender a cama do do livro Por que que você escolheu essa temática né então é um romance ali que mistura né diversas histórias coletadas e aí você implementou ali com uma pitada de política né porque que você escolheu esse caminho e olha essa é uma história que aconteceu muitos anos atrás eu estive um pouco envolvido com essa história eu conheci as pessoas e eu sempre pensava em escrever e se transformar e assim um romance de alguma maneira E aí eu demorei muito tempo para conseguir fazer isso demorei uns 10 anos para escrever esse livro eu comecei a escrever dez anos atrás escrevi um capítulo aqui outra por lá e e não conseguia juntar exatamente E aí eu resolvi no início a ideia era fazer uma coisa meio policial tanto que existem seis mortes no livro né sétimo total e a minha ideia era escrever uma coisa imensos pense por pendendo para o policial e tal mas aí eu achei que eu não era Agatha Christie Agatha Christie fases maravilhosamente bem né eu achei que não ia ficar bem então eu resolvi misturar essas histórias assistir e contarão as histórias das pessoas e histórias presentes ou então passadas da família de coisas que me contaram na na redação jornalística onde eu trabalhei por mais de cinco anos e aí juntei juntei virou essa colcha de retalhos que a gente organiza depois e vira um romance Thaís é agora me conta né você tem ali histórias reais né E claro tem infecção ali no meio né mas quando você tem né uma história real você buscou o caminho mais fiel daquela história ou você abusou na ficção livre né de criação isso atrapalhou você também de você ter uma história real e te cerciou net censurou eu não acho que não pode escolher as histórias que eu ia misturar e não sabe que eu estava relendo o cem anos de solidão do Gabriel García márquez pela quarta vez eu falei assim não o escritor tem que ter toda a liberdade os que eu tô tem que escrever do jeito que ele acha que deve E como eu adotei uma rotina para mim Escrita porque senão não ia conseguir de tanta coisa que a gente faz né você também deve ser assim ou no programa Tem tanta coisa para fazer que você tem que organizar sua rotina né Aí eu organizei é que eu iria escrever durante no mínimo três horas por dia e na parte da tarde porque eu acho que é a minha hora de escrever a hora que eu rendo mais né da tarde para noite aí eu comecei a juntar essas histórias e pensei assim não agora eu sou livre não sou mais jornalista aqui jornalista escreve quando dentro de determinados parâmetros se você tem a Lia a história da pirâmide invertida que você tem que obedecer você tem um líder a ordem da dos Fatos e tal quando você escritor quando você tá fazendo um trabalho de ficção você é totalmente livre você abre as asas e aí você escreve do jeito que você quiser e reescreve também do jeito que você quiser né eu Esse livro foi reescrito muitas vezes e muita coisa eu joguei fora então eu não acho que eu tenho que isso termine censurado eu acho que é aliás ajudou muito eu misturar essas histórias porque assim eu não identifico ninguém eu não Não estou expondo os amigos nem as pessoas que me contaram as histórias e eu consegui tecer uma Trama que é interessante eu acho pelo menos as pessoas que estão lendo até agora estão gostando a conta pra gente então um pouquinho dessa Trama E ontem a história de uma jornalista entre os anos 1989 em 1992 que põe Cid para o período do governo Collor e esta jornalista vem para Brasília ela é mineira vem para Brasília para trabalhar numa grande revista semanal E aí ela começa contando a história dela dentro de uma redação por isso que o livro se chama a vida em primeira pessoa porque a vida da jornalista Martina Mirabela contada em primeira pessoa porque tem uma parte dos Diários dela e tem uma parte ela tem tanto escrever em primeira pessoa quando ela vai escrever um artigo coisa que é muito difícil para jornalistas de impresso né a gente é tão treinado para escrever em terceira pessoa e portar a história de outra aí né que a gente não consegue escrever em primeira pessoa é muito difícil aí ela se debate com aquele aquele problema tem a primeira pessoa o chefe mandou escrever em primeira pessoa e esse é um dos Capítulos do livro E aí é a vida amorosa dela ela tem uma vida amorosa agitada dentro da desse contexto de Brasília e e ela quer mais e aí começa ela por ela cobre o Palácio do Planalto ou seja ela tá por dentro da política dos bastidores da política no Brasil ela começa a observar que estão acontecendo umas mortes eu moro em um no moro uma pessoa o homem um policial é um policial na uma pessoa da Marinha morre no estacionamento do Palácio do Planalto aí morre o outro que é uma pessoa desconhecida ninguém sabe onde é quem é e morre de repente no centro do Rio de Janeiro aí morre outra pessoa do entorno do candidato porque tem um candidato a eleger a presidência da república que se chama no livro Nelson Bastos E aí você já pode fazer essas primeiras ligações como que tá acontecendo entre os anos oitenta e nove e noventa e dois né E esse candidato ele se alerj e a Marina a Martina Então vai cobrir essa essa campanha dele vai fazer essa cobertura da campanha e depois vai fazer a cobertura dos primeiros dias dele no Palácio do Planalto então mais ou menos essa Trama e vão acontecer outras mortes morre a mãe do candidato aí tem um escândalo que são Jardins da casa da mama que são Jardins nababescos que o candidato fez na casa dele que também você pode estabelecer as conexões né e uma começa a morrer outras pessoas E aí morre um lá em Londres a pessoa lá do da No íntimo da desse presidente da república e o Presidente da República ele também tem características que são comuns aos presidentes populistas no Brasil e no mundo ele tem um pouco de Mussolini eu nem sei um pouco de Hitler ele tem um pouco de Maduro bolsonaro e essa personalidade mistura essas esses componentes do comandante-em-chefe populista nos dias de hoje né então isso tudo é esse coquetel de influências faz um livro e a Martinha não vai perseguindo essas histórias procurando os nexos entre as coisas e observando que existem essas mortes que não acontecendo e ela vai ela termina sendo ameaçada até porque ela acaba descobrindo algumas coisas escrevendo algumas coisas e ela sofre ameaças e há mais ou menos essa história eu não vou aqui dar um spoiler do final Claro porque eu quero que todo mundo lei eu ligo né Taís eu achei sensacional empolgante adoro principalmente histórias com mistérios e suspenses E aí quem morreu quem matou amo e as pessoas que colaboraram né com a história ali né contando suas histórias e aí você usou né Elas leram o livro e quais foram os feedbacks olha receber um feedback de uma amiga da minha mãe que mora em Belo Horizonte que se lembrou depois as Belo Horizonte falou assim ai que legal Você se lembrou da igrejinha da Pampulha Ah que bom você lembrou da Serra do Curral Então as pessoas estão se identificando com as coisas viu o grande barato da literatura é esse né Michel é você descobrir pontos de identificação para você poder de dentro daquela história você viver a história dentro da cama que o imaginador imaginou né então eu acho que esse é o grande barato da literatura qualquer literatura que a gente Leia Eu leio muito né então quando eu consigo entrar naquele universo né que é o nosso universo épico é possível entrar nesse universo épico é quando a história mais se identifica comigo e as pessoas se sentem melhor quando elas conseguem essa esse mergulho naquele naquela história que é contada Thaís a sua personagem jornalista Com certeza né jornalista tem muitas histórias para contar então acredito que não seja um livro O único e aí vai pode vir outras histórias dessa jornalista pode vir uma série uma Saga que a ideia Ainda não mas eu já estou já comecei a escrever um outro livro que não é sobre esse assunto é sobre garimpo e engraçado porque agora a televisão tá vendo muito tá dando muito realça esta essa questão do garimpo aqui no Brasil né eu tenho alguma vivência de garimpo na minha na minha vida jornalística então eu sei que o garimpo é um tema assim o Lula antes né tá sempre por aí então olha só já tem aí um gostinho da próxima história né que a Taís vai trazer para gente já vou deixar até o convite feito tá então quando tiver prontinha essa história você vai encontrar para gente dou Claro com todo prazer Thaís Então pessoal de Quem gostou da sua história a vida em primeira pessoa como é que faz para encontrar o livro encontrar você acompanhar o seu trabalho Se eu mostrar o livro aqui hora que capa linda capa é de um amigo meu é a capa de um amigo meu o Igor outeiral eu vou deixar aqui o meu e-mail que eu acho que é a forma mais fácil de se comunicar comigo que a Taís de Mendonça tudo junto sem [email protected] é ou então no site da editora Editora desconcertos que tem um link para Amazonas também a pessoa pode comprar pela pelo link da amazon É muito fácil de comprar e olha só a Quero Agradecer mais uma vez a sua participação história incrível Adorei e convite feito em tem história nova vem compartilhar com a gente Vou sim com maior prazer valeu Um beijo um beijo Michel. No universo é ficou na próxima semana tem muito mais tchau tchau é [Música] [Aplausos] [Música] E aí [Aplausos] [Música]
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