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UNIVERSO ÉPICO - DOCUMENTÁRIO PERTO DEMAIS
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UNIVERSO ÉPICO - DOCUMENTÁRIO PERTO DEMAIS

732 views Publicado 11/05/2022 HD · 38:16

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DOCUMENTÁRIO “PERTO DEMAIS” TERÁ AVANT PREMIÈRE EM CAMPINAS Filme aborda questões sobre a discriminação na infância e adolescência, e contará com a presença de Fabrício Carpinejar e Rossandro Klinjey A Avant Première do documentário “Perto Demais” acontece nessa quarta-feira (06/04), no Teatro Oficina do Estudante - Shopping Iguatemi Campinas, com a presença de convidados, entre secretários municipais, educadores e formadores de opinião. A exibição será seguida de um debate com os especialistas Fabrício Carpinejar (escritor) Rossandro Klinjey (psicólogo), Leo Fraiman (especialista em psicologia educacional)e Vanessa Rodrigues, especialista em competências emocionais e situações de crise. Com50 minutos de duração, “Perto Demais” traz depoimentos sobre o preconceito na infância e adolescência, e suas consequências, que muitas vezes é o suicídio de quem sobre a discriminação. De acordo com dados divulgados pela UNICEF, uma em cada três crianças do mundo, entre 13 e 15 anos, é vítima de bullying na escola regularmente e os estudos mostram que 75% dos transtornos mentais em adultos, começam ainda na infância. Para a diretora do filme, Vanessa Rodrigues, debater o tema é algo fundamental e urgente. “Faltam estatísticas mais precisas, mas é inquestionável o aumento do número de suicídios entre crianças e adolescentes no Brasil na última década. Muitos que tiram ou tentam tirar a própria vida sofrem preconceito, discriminação e violência sistêmica por anos, simplesmente por não se encaixar nos padrões impostos pela sociedade, isso é muito cruel”, elenca. Segundoa OMS, o suicídio é a segunda principal causa de morte entreadolescentes e jovens com idade entre 15 e 29 anos. No Brasil, háLei de 2018 que trata do assunto, mas segundo especialistas, naprática pouco tem se evoluído. “A violência sistêmica com asnossas crianças acontece em diferentes ambientes, pode ser na salade aula ou na própria casa. Como a criança ainda não tempersonalidade formada como um adulto, os traumas podem ser profundose irreversíveis”, alerta Vanessa. Deacordo com o diretor executivo e produtor do documentário, MarcoLinhares, o objetivo é fomentar o debate como forma de combater oproblema, por isso o filme, que é adaptado para cegos e surdos,despois do lançamento nacional, marcado para julho, serádistribuído gratuitamente para instituições e escolas. “Queremosque o material seja utilizado como ferramenta de trabalho em sala deaula no combate ao suicídio e para conscientizar as novas geraçõessobre o papel de cada um na aceitação das diferenças esingularidades”, ressalta Marco. Aequipe fará uma caravana com apresentações e palestras pelo paísnos próximos meses e já tem São Paulo, Rio de Janeiro e Brasíliacomo paradas confirmadas.

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E aí [Aplausos] E aí o Olá estou de volta com mais uma edição aqui do universo épico e hoje minha gente não é quadrinhos não é livro é documentário e quem vai falar sobre esse documentário com a gente é a Vanessa que já está aqui conectada tudo bem Vanessa Michel tudo bem Tudo joia eu falei assim que não é quadrinhos não é livro porque a gente sempre Traz essa temática e a gente traz também a temática do audiovisual e hoje Vanessa a gente traz o documentário de vocês né o documentário que você é diretora Então fala um pouquinho mais né de perto demais isso perto de mais perto demais é um filme documentário que trata sobre assuntos importantes e urgentes da nossa contemporaneidade né ele aborda o tema da violência sistêmica é e não um recorte da escola não recorte é amplo todo o material ele é ancorado Numa pesquisa feita na departamento de psiquiatria da USP que nos traz dados sobre a violência na infância ela ser oriunda do preconceito da discriminação e o quanto isso afeta a nossa vida adulta Então os dados são 75 por cento dos transtornos que nós temos na vida adulta é ansiedade bulimia a sabe esses transtornos depressão eles são boa parte oriundos da infância é um significa que os traumas que nós sofremos na infância nós carregamos dele para a vida adulta isso tem consequências e o bullying né que é o recorte aí e a violência sistêmica quando você escarnece uma pessoa pelo cabelo pela cor da pele pelo estereótipo de imagem né que a pessoa não tem aquele padrão isso é causa muitas feridas e essas feridas elas não chão né o tempo passa ela só ficam ali algumas mais escondidas outras não e isso tem consequências muito danosas para o nosso desenvolvimento Ou seja a gente foge da questão ficcional e tudo o que é mostrado no documentário são situações reais são experiências reais na mente contadas em primeira pessoa então assim ali Nossa fizemos uma coletânea de histórias reais né com os seus interlocutores descrevendo fatos dramáticos da sua infância e que o e eles compreendem o prejuízo muito grande na vida adulta sobre socialização sobre tomada de decisão não consigo confiar nas pessoas tenho essa essa essa rejeição por mim mesmo porque as pessoas falaram tanto que eu era gordo que era feio e eu passei acreditar nisso então me sinto incapaz crianças de ineficácia pessoal né performance e isso é gravíssimo né E aí como é que foi para encontrar esses personagens essas pessoas né que dividiram as histórias delas né foi fácil e eu faço um trabalho em escolas há muito tempo né e por esse trabalho que eu faço nas escolas eu acabei conhecendo muitas famílias de adolescentes que se mataram e a isso é um drama real na nossa na nossa vida né esse fato que era uma coisa isolada ele vem crescendo exponencialmente com o dos anos e como eu não queria expor crianças né sempre no final das palestras alguém conta uma história e um primo e um familiar e eu acabei conhecendo muitas pessoas então a gente reuniu ali uma dezena de histórias e daí a gente pensou algumas para o documentário com autorização dessas pessoas a validação delas né no entendimento de que esse material ele vai ser ferramenta e para que outras pessoas assistam me acordem deste sono né que tem como a base né o preconceito a discriminação EA violência entre pares E aí E aí E aí [Música] e tem muita coisa de dentro de tudo isso que acontece porque ainda acontece não parou eu tinha medo todo dia então tem dimensão da ferida que você vai abrir uma pessoa assim tu não tornando alguém ruim do que fizeram entendeu porque eu não soube é ser forte e ser capaz de fugir a um indivíduo se culpa tava procurando na cabeça porque que ela me enquadrava o que que é tinha Diferentemente porque no outro e quando eu acho que isso é verdade e nem e eu não consigo dizer a ninguém que essa é uma verdade que eu encontrei dentro de mim a probabilidade que eu vá me destruir é muito alta a gente não tem tempo para desarmar as bombas o Wing já tá tão socialmente morto que ele se mata um e [Música] esse trabalho que você faz junto às crianças e adolescentes Claro Serviu de inspiração não é para você trazer esse projeto trazer esse documentário mas teve mais inspiração motivação para que você trouxesse o documentário a vida a de repente alguma situação que você também tenha passado quando criança adolescente ou filhos parentes sim é não foi eu que vi vi isso na minha pele mas minha criança e esse fato foi um evento muito a transformador na minha vida de aviso as águas mesmo né minha filha foi muito escarnecida dentro de uma escola precisou de ajuda médica psiquiatra e psicólogos e a gente vê o quanto é difícil a gente tratar saúde mental né é um é um drama porque isso não aparece Às vezes você tá aqui conversando com medo da sorrindo Mas está com a ali o seu íntimo os seus afetos todos ali diz organizados por conta de uma dor né E isso ele vem ele vai se agravando não não se essa né isso vai se agravando E no caso de crianças e adolescentes a gente tem que colocar um adicional de insalubridade que o adolescente a criança estão em fase de formação e na verdade então eles não têm todos os recursos né para sair de uma depressão de não é para sair de uma situação dessa conflituosos a da psique humana são quantas histórias que você não é trás no documentário E como é que você fez para amarrar todas elas para deixar dinâmico são é cinco histórias cinco histórias essas histórias a gente costurou com diversos especialistas né entre eles o rossandro klinjey ele que é psicólogo Leo fraiman também Psicólogo o Fabrício Carpinejar que tem uma experiência pessoal com o bullying EA monja coen ela também está no documentário ela faz um fechamento ali de todo esse drama e o nosso consultamos também o diretor do Departamento de psiquiatria da USP o Guilherme polanski que traz dados dessa pesquisa é importante para a gente então ele cada história dessa ela tem ali um um contraponto com a visão do Especialista o que a gente faz o que a gente não faz os danos que acontece quando uma pessoa é exposta né Essa violência esses carinhos essa humilhação diária né dentro desse desse sistema recentemente Eu também fiz uma matéria para TV Câmara a respeito da depressão para para criança adolescente né E a menina a qual eu conversei né deu relato dela o depoimento dela para matéria é importante Vanessa falar sobre o assunto não é para que chegue mais pessoas e que não termine de uma forma trágica né Sem dúvida quando você fala você não ia dor né Inclusive a gente tem erroneamente o entendimento que pedir ajuda te transforma numa pessoa menor né e o objetivo é ouvir essas histórias entender que se você não tá bem você pode e te ajuda né pedir ajuda dentro do seu ambiente de trabalho na sua casa na sua escola e procurar um profissional é esse é o objetivo né que a gente possa realmente é o oferecer ferramentas para que essa pessoa saia dessa condição de dor e é tá sozinha e não é exclusiva isso atingir muita gente o documentário traz isso Traz essa parte da reflexão e do que pode ser feito é exatamente a gente é deixa sempre esse canal aberto né que o fato de você tecido violentamente agredido ainda psicologicamente nessa exaustão psicológica isso não te define você pode sair desse lugar né é um processo longo a gente precisa dizer isso né lento trabalhoso mas possível e realmente é passível de ser acessado por qualquer pessoa né O importante a gente identificar trabalha não tô bem me disseram isso isso isso eu não consigo mais sair desse lugar é um vejo dessa forma tenho isso dentro de mim mas esse entendimento de que isso não é permanente não é fixo é importante a gente passar para as pessoas a Vanessa agora o pessoal que está assistindo a gente né seja ele pai e mãe ou até mesmo crianças e adolescentes que acompanham aqui o universo é pouco né E ficaram interessadas em assistir o documentário tem como como é que faz onde tem contra Esse é o documentário ele vai estar disponível no nosso site no www.jmais.com.br Ele ainda não está disponível mas vai ficar disponível em breve você pode acompanhar pelo Instagram perto demais oficial ou o meu van Rodrigues oficial que a gente vai dando todas as datas nós vamos fazer uma caravana ainda pelo Brasil na divulgação deste documentário a Premier foi aqui em Campinas na cidade de Campinas por conta de do meu trabalho se aqui a gente fez esse lançamento aqui com a presença de várias autoridades secretarias de educação o fomento bem grande desse material para as escolas e inclusive e nós vamos ter fazer essa caravana pelo Brasil afora e assim que nós terminarmos essa caravana o homem está disponível mas todo esse esses essa caravana também é divulgada nas redes e no site agora antes de a gente encerrar né uma última pergunta perto demais né então qual que foi ali o motivo da escolha do título do documentário mais Michel ele traz essa coisa da dualidade do humano né eu posso me aproximar de você se eu sou uma pessoa querida e bem perto e vai ser agradável né Quanto mais intimidade a gente tiver melhor ou quando você invade a vida de alguém você isso se torna perto demais você não quer é uma coisa só sua Você precisa desse espaço Então eu acho que isso representa um pouco desse momento que a gente vive né de falta de diálogo né pode ser tão interessante a gente conversar de opinião em diversas aqui eu aprender muito com que você tem a me dizer ou se eu tiver um pensamento retrógrado e não vou querer te ouvir vai ser perto demais vai ser é isso gostei pode ser um carinho pode ser até mesmo uma agressão na perto demais Oi Vanessa quero agradecer a sua participação aqui no universo épico muito obrigado por compartilhar dividir o seu trabalho aqui com os nossos telespectadores muito obrigada a vocês pelo interesse na pauta na pauta importante de todos nós atinge crianças jovens e adultos uma um assunto atual e urgente então obrigado a vocês por esse olhar sensível para uma causa tão importante Imagina a gente que fica feliz em poder compartilhar e olha tem novos projetos surgiram novos projetos volta aqui para compartilhar com a gente combinado combinado nós já estamos com o perto demais do esse já no forno e o ano que vem certamente gente vai fazer outro lançamento sensacional um abraço a piada e olha só a gente vai para um rápido intervalo e no segundo bloco tem perto de mais ainda [Aplausos] [Música] nós [Aplausos] estamos de volta segundo bloco do universo épico a gente segue aqui falando sobre o documentário perto demais e agora Olha Só Quem está comigo é o Anderson tudo bem Anderson tudo bem Tudo joia Anderson que participou do documentário né e levou a história dele para o documentário e agora ele vai trazer para gente aqui do universo épico a história dele então a gente quer saber aí né como é que você entrou no documentário foi um convite da Vanessa né e foi e foi assim como é que foi trazer né de novo essa história da violência o bullying em reviver tudo isso o Google revise tudo isso de certa forma até mesmo para qualquer outra pessoa não é momento tipo acho que foi excitante não existe isso é um momento difícil foi um convite da Vanessa por conta da Bela e cruzado o meu caminho no trabalho com Arte tanto é que ela veio para fazer parte de um grupo que eu tinha de teatro e aí foi surgindo os projetos dela e a gente foi se envolvendo e nos conhecendo melhor ela ficou sabendo um pouco mais sobre minha vida e ela você não quer participar eu achei justo colocar isso também até por conta de que outras pessoas possam tá passando passaram por isso todo mundo se identifica né então encontra uma conexão mais como não estamos isolados mas resgatar essa história em qualquer período ou qualquer momento tanto antes e fazer um filme com até mesmo agora que o filme estreiou Reviver isso tudo lembrar isso tudo não é legal mas faz parte da minha trajetória Então eu preciso entender isso e não tem como você entender uma matéria sem Experience ar ela na escola né então não tem jeito eu preciso esperei experiencias essa ação para poder ir me moldar na vida eu ainda vou cruzar muitas coisas aí é mesmo vivenciando de certa forma algumas coisas que eu senti ao longo dessa história que eu contei mas hoje é diferente mas todas as vezes que a gente recorda ou empresta isso até mesmo para um personagem porque eu como ator eu acabo emprestando isso com o personagem de vivenciando de novo então não é legal mas eu preciso entender que isso faz parte do o crescimento né E como que eu posso dizer até mesmo para as pessoas a então vou ter que ficar remoendo e ele ver não mas todas as vezes que eu e lembrar ou Recordar isso contar essa história traz um pouquinho de angústia uma certa revolta mas é natural hoje eu consigo lidar mais com isso né Por conta dessa evolução que eu tive e qual foi a sua história né e por quais situações você passou por criança ou até mesmo na adolescência e durou por muito tempo É sim a do na questão quando infância foi mais a questão das sim da questão da opção sexual a diferença entre os outros meninos esse me incomodava bastante já na adolescência foi a questão do preconceito social e racial misturado também com essa questão da opção sexual e você tentar se enquadrar né porque você tá passando de uma transição da infância para a adolescência tudo já é um tanto quanto confuso porém fica mais difícil com essa certa exclusão que a gente vai sentindo né E foi gente pensa eu não acho que eu não sou daqui então você vai se isolando e é um momento na fase de qualquer ser humano ele precisa das conexões de 5 a dar com com todo com uma a sociedade e seus colegas e tal e na adolescência senti muito mais força porque vinha de três maneiras diferentes e vivenciar esses xingamentos e tal coisas assim é bem complicado e qualquer período mas na adolescência foi muito muito mais forte muito mais nítido da a questão quando na quando a criança a criança é briga de criança coisa de criança até passava um pouco menos despercebido mas na adolescência não teve como foi aonde começa até os altos e baixos é onde a maioria das pessoas que sofrem uma coisa dessa geralmente acabam até mesmo cometendo suicídios é coisas desse tipo porque é um momento muito sério é a transição de da infância para o adulto então esse período do meio é adolescência é onde começa o despertar da escolha do gosto não somente interno e sim o o quanto mais externo ele fica menos você se enquadrava então é onde a pessoa começa a se retrair então é um mundo escuro é uma é uma fase muito estranha porém hoje eu superei Claro mas Recordar ou vivenciar isso porque a gente ainda acaba vivenciando por exemplo você tá no uma roda de amigos e as crianças ou adolescente faz uma coisa desta e a gente como adulto tenta não de certa forma recriminar mas fala para eles olha não faça isso tal e é complicado para quem está passando mas eles não vê porque o ser humano e internamente é muito maior do que aquilo que a gente de por fora Ele é muito maior Então se a gente destrói o mundo interior de alguém as consequências externas são gigantes né Comigo não aconteceu isso graças a Deus mas pode ter pode acontecer com qualquer um mas você não tiveram consequências grandes se tiver alguns traumas E você o que que é isso de afetou e a traumas é assim como eu posso dizer foram mais emocionais certo meu maior trauma eu às vezes eu tenho uma certa dificuldade de aceitar algumas coisas uma certa aceitação até mesmo no outro porque é Como fizeram isso comigo então tem que fazer com alguém não me aceitaram então não vou aceitar você também sabe uma coisa assim e você já era uma certa rejeição de alguma coisa ou atitude é é muito eu sou muito ligado a ação de alguém aquela atitude daquela pessoa me incomoda ou não gosto daquela pessoa porque eu sei que ela tem esse preconceito sente Aí você fica gritando a pessoa então fica ainda uma sujeirinha embaixo do tapete né E não tem como a gente limpar 100% porque tá embaixo a gente vai levantar esse tapete quando você levanta eu posso falar meu seja mexi de novo então é melhor eu deixar o tapete quer e para a gente não não fala não externa para não colocar para fora o que de certa forma incomoda a gente porque é um trauma e não é uma raiva da pessoa um tipo uma falta de empatia não é um eu sofri tanto aquilo que às vezes tem uma certa ocasião Hoje eu trabalho com Arte e existe a questão da comédia né então às vezes essa questão das risadinhas do xingamento aquela coisa ainda mais na fase de adolescente Me incomodava tanto então quando eu entrei no teatro eu tinha medo de fazer alguma coisa que eu sou rir de mim porque aquilo Me incomodava muito então de várias formas encontrei uma ferramenta que me ajudou bastante a vencer várias coisas o teatro ele fez isso então eu consigo olhar agora fazer algumas coisas e ver as pessoas achando engraçado por Eu sinto que aquele Engraçado não é porque Olá eu sou diferente quero que me incomodava antes agora não eu sei que é o pelo que eu estou fazendo interpretando alguma coisa cômica e quando aquilo acaba aquilo era um personagem aquilo não era eu e eu consegui dividir as coisas eu até consigo ver o passado como um antes e depois Mel antes do teatro e depois o teatro né nem o antes do que eu sofri depois o que eu sofri porque eu sofrer eu sofri e ainda vou continuar passando por que a gente está na sociedade ainda não é só diretamente em mim é e em outras ocasiões um amigo de repente que tenha um é um pouco acima do peso e as pessoas ficam zoando ele ou comentando sobre ele ou a pessoa tem alguma característica diferente um jeito diferente a gostar de um colorido a mais a pessoa que fala assim acha feminina gay é só porque aí você veste muito colorido a olhar se fosse raça que ele viesse colorido então não pode gostar colorido eu antes eu sou da época do azul e do rosa O azul menina rosa para menina e E aí e agora colorido Então posso usar rosa que tá tá valendo aí você falou não falou é só porque atenção best colorida é diferente ela é homossexual eu conheço Falcão E aí a pessoa ia falar a verdade o verão seu eu sempre acontece porque isso me incomodou muito eu não quero deixar passar Então esse é uma coisa que eu acabo agindo com porque senão meu trauma e também sabia que eu vou continuar vivendo e presenciando algumas coisas assim porque está na sociedade então não posso falar não eu passei acabou nada mais é a festa não ele ainda tá aí pode não ser diretamente mas eu vou presenciar coisas desse tipo 1 E aí E aí [Música] e tem muita coisa de dentro de tudo isso que acontece porque ainda acontece não parou eu tinha medo todo dia então tem dimensão da ferida que você vai abrir uma pessoa assim tô me tornando alguém ruim como o que quiser entendeu porque eu não sou de ser forte e ser capaz de fugir a um indivíduo se culpa tava procurando a minha cabeça porque eu não me enquadrava o que que tinha Diferentemente porque no outro e quando eu acho que isso é verdade e nem e eu não consigo dizer a ninguém que essa é uma verdade que eu incorporei dentro de mim a probabilidade que o vai me destruir é muito alta a gente não tem tempo para desarmar as bombas o Whindersson já tá tão socialmente morto que ele se mata um e [Música] o Anderson e você conseguiu resolver sozinho ou teve que procurar uma ajuda para tentar entender por essas situações que você passou como resolver ou como é que foi essa situação de terapia você disse que o teatro foi também sua terapia né e é eu posso dizer de três fotos a primeira que eu encontrei para tentar vencer isso foi a questão rebeldia eu comecei a agir de maneiras agressivas e diferentes me transformei numa pessoa que eu não era é porque eu achava que dessa forma eu ia conseguir MIB e barraqueiro mas não eu comecei a Gerar mais conflito tanto externo quanto interno automaticamente dentro da dessa minha questão a minha concepção humana eu sempre fui ligado à arte então comecei a buscar a música para chegar em algum meio termo você que vocês cantar e tal quando eu fui ver estava no meio do teatro acabei entrando no teatro no Teatro Musical um grupo que só fazer teatro Os é totalmente em inglês foi aprendendo mais inglês porque eu queria era a música e não era um teatro mas quando eu fui ver eu tava no teatro fazendo cenas e tava tirando aquilo de mim porque para fazer o exercício teatral Você empresta coisas que você sentir Então fui vendo que aquele exercício estava me ajudando Então eu fui encontrando a minha identidade primeiro eu fui me descobrindo então teatro foi a primeira coisa que eu senti que foi me ajudando Então fui me envolver e com a arte é assim absurdamente então eu me entreguei e joguei de cabeça foi aonde eu me tornei ator né acabei virando o diretor também tem o seu registro lutei para chegar nesse que eu queria se eu quero fazer isso tipo descobrir que eu quero fazer isso e hoje também trabalho com Produções próprias e até o grupo de teatro hoje que até mesmo quando eu comecei esse grupo foi onde conhecer a Vanessa e a Vanessa também tem esse lado também terapêutico dela né ela também conversei muito com ela lembre-se psicólogo e psicanalista muito de sim então a gente sempre trocou bastante informações ela me ajudou bastante mas mesmo estando no teatro eu ainda tive alguns problemas por conta desse trauma que ficou do emocional mas aí eu procurei um psicólogo né tello um grande amigo meu também ator né se chama Matheus me ajudou bastante e e foi aí que eu consegui mesmo tanto com ajuda psicológica mas também com a ajuda do teatro a Ou seja a aceitação física juntamente com a emocional porque o corpo ele anda junto com a cabeça não tem como separar é os dois junto uma sintonia né então eu fui vendo que o teatro foi me ajudando e eu comecei a transmitir isso para os outros através do teatro como terapia que as pessoas podem se encontrar dentro da sociedade se conectar com aquilo que ela precisa entendeu uns com os outros porque a sociedade não se faz como só entendeu Então vão haver essas diferenças querendo ou não existe a diferença só que é preciso ter empate a pela diferença porque a ver a diferença a opinião diferente eu não gosto do Amarelo prefiro verde e aí aí você fala não você tem gostado Amarelo o amarelo Você não é homem você não é rico você não é isso não qual é cor ou seja as pessoas estão rotolando um ao outro para que se crie um padrão e não existe padrão o padrão é ser humano e esse é o padrão isso é é ser gente agora a características as outras coisas isso indefere da ação que essa pessoa precisa ter então para ter essa ação saudável não tem outra ferramenta do que o teatro ele de coloca em Ação dentro de uma cena que às vezes você nem imaginou participar e aquilo empresta a tua vida real alguma coisa e não tem jeito você aprende com o colega em cena querendo ou não o Anderson e acha que tanto da primeira parte do primeiro bloco quanto agora do segundo bloco né dessa conversa que a gente teve hoje no Universo épico é que as pessoas não precisam passar sozinhas por essa situação busque ajuda converse né se abra Eu costumo dizer essa palavra conecte-se se conecte com máximo de coisa porque às vezes a gente acha que é uma pessoa e não é a pessoa e sim a sua ação é porque parado lá na sua casa fundido o problema fica gigante certo o ato de você sair para caminhar e encontrar algo fora se conectar com a natureza sozinho isso já te abre um campo você se conectar com alguma atividade Esporte arte qualquer coisa já te coloca mais ainda e conexão com mais alguma coisa e essas coisas atraem pessoas então automaticamente você vai se conectar com a pessoa e foi o que aconteceu comigo eu acabei encontrando um grupo de teatro que me abraçou assim que nem me chamou para dentro me ensinou várias coisas sem perguntar Tipo quem é você de onde você vê o que que você faz entendeu tipo não é a gente precisa de uma pessoa para fazer isso E você tem coragem de fazer é isso aí eu quero perder é isso tipo não não você tem isso você faz isso é assim não seu cabelo não presta não né não existe isso a gente só de alguém Você topa é isso então quando você se conecta você se sente aceito E aí você se liberta então é independente de quem é a pessoa independente do qual é a atividade você precisa se conectar com alguma coisa Às vezes você vai atrás da música que nem eu e de repente eu descobri ator entendeu é esse Eu queria ser você é músico e eu fui para outro lado Às vezes a pessoa entra em uma atividade como monitor e se descobre um atleta Ah entendi então siconet não se esconda dividir Eu costumo usar com os meus alunos assim a sua sacola está pesada veja Quais são as pedras que você tá carregando que às vezes as pedras pode não ser sua então jogue fora as que as que são sua pergunte para alguém como eu faço o que é isso é porque eu tô sentindo assim então sempre vai ter alguém que vai te abraçar vai te dar um apoio vai te Direcionar para algum lugar não estamos sozinhos Tem muita gente aí por isso que eu até aceitei vai ser porque existe muita gente que deve estar passando e não se abre não fala exatamente Com certeza bom já que você for lá em conexão como é que as pessoas fazem para se conectar com você acompanhar seu trabalho de diretor de teatro como ator produtor tem como né claro tem sim por exemplo pelas redes sociais Meu nome é Anderson Magalhães meu nome artístico Então temos no Instagram e o Facebook com várias coisas e faço e até mesmo divulgações dos meus trabalhos como voluntário eu faço parte juntamente com André tolo O que é um parceiro aqui do meu bairro que me apoia no grupo de teatro né que é do projeto novos caminhos eu faço parte também eu e o André coloto estamos colocando a ansiedade tanto Esporte ele corre a questão do esporte né e eu com a questão do teatro a gente tá sentindo isso daí com mais parceiros para poder trazer para a sociedade mais ações como essa então pelas minhas redes sociais Anderson Magalhães vocês podem acompanhar e para fazer de repente parte do grupo de teatro se a pessoa se interessar é só entrar em contato tanto pelas redes sociais ou até mesmo aqui no bairro que todo mundo aqui já me conhece só chegar aqui no bairro do 31 de Março todo mundo sabe quem é o Anderson e aonde tem o grupo de teatro e por exemplo quanto mais a gente divulga essas ações voluntárias que a gente faz mais as pessoas se conectam por exemplo eu consegui unir a arte com o esporte porque além de eu ser diretor e produtor do grupo de teatro eu sou dirigente do time aqui do bairro juntamente na organização então se a pessoa e o adolescente a criança Ela tem atividade o acesso aquilo ela se sente aceita ó tá vendo Então ela precisa ter esse acesso então você que de repente aqui é participar quer colaborar com os nossos projetos pode seguir pela rede social ou entrar em contato comigo pela rede social também ou comigo ou com André tolotto pelo projeto novos caminhos que tem a rede social também sensacional Anderson Muito obrigado então por dividir a sua história aqui com o pessoal do universo épico e obrigado Eu que agradeço valeu e olha tendo aí projetos da atividade social teatro aliás novas peças vem aqui dividir com a gente no nosso programa combina Abrir perfeito feito aí valeu viu e é mais. No universo é porque a gente volta na próxima semana tchau tchau tchau [Música] E aí [Música] E aí [Aplausos] [Música]
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