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Universo Épico no ar, olha só, estamos aqui com mais uma edição e hoje tem livro aqui no programa, nosso entrevistado já está conectado, é o Ricardo diretamente do Rio Grande do Sul, tudo bem Ricardo? Olá, tudo bem? Prazer em estar aqui. Ricardo, a gente vai bater um papo sobre repercussões de outrora. Sim, sim, o meu primeiro livro da trilogia que eu escrevi, que saiu agora recentemente, em março, e vamos falar um pouquinho sobre ele, esse aqui. Perfeito, então conta aí a sinopse do livro. Olha, o livro se passa em duas partes O livro tem 405 páginas Ele se passa em duas partes A primeira parte se passa na cidade de Lyon, na França No século XVIII Então tem vários personagens, várias tramas E depois ele dá um salto no tempo E aí a segunda parte se passa em 2015 No Rio de Janeiro Aí o leitor, ele vai enxergar, por isso que o título se chama Repercussões de Outrora, ele vai enxergar em 2015 a repercussão que as atitudes das pessoas no passado têm na sua vida do presente, na nova reencarnação. Então, é por isso que é repercussões. E aí nós temos o personagem principal Conta um pouquinho da jornada desse herói É, a gente tem Na verdade, quando me perguntam Qual é o personagem principal Do teu livro, eu tenho um pouco de dificuldade Porque eu acho que existem vários Alguns livros Têm essa característica De tu ter personagens Vários personagens são principais Mas eu poderia dizer Que Dando um pequeno spoiler da trilogia, talvez o principal personagem seja o senhor Aaron Vasselon. Ele é um fazendeiro rico da cidade de Lyon. Ele ajuda nas obras da igreja católica da cidade de Lyon no século XVIII, mas ele tem um filho que é muito ambicioso, um filho cruel. Esse filho se envolve com uma série de coisas erradas, principalmente depois que o pai dele, já de idade, passa o bastão dos negócios da fazenda para ele. Então, essa trama vai girar em torno desses dois personagens, um com atitudes boas, benéficas para a sociedade, e o filho com atitudes maléficas, inclusive depois se aliando a um bispo de igual caráter ao dele, né? Então, são muitos personagens, eu até brinco, não é muito fácil para o escritor administrar tanta gente assim, mas é bem prazeroso, né? Depois, aí no século, em 2015, né? Daí o leitor, ele vai ter essa sensibilidade de enxergar essas vidas posteriores, né? Desses personagens e ele vai entender por que acontece determinadas situações na vida deles e aí ele vai conseguir fazer essa conexão presente-passado. Toda ação tem uma reação? Toda atitude nossa, isso vai reverberar lá no futuro? Ou numa próxima encarnação? Sim, sim. Inclusive, uma vez me perguntaram, né? Tu teve que estudar muito de doutrina para escrever no livro. Eu frequento a doutrina, tenho mais de 20 anos da doutrina espírita, sou leitor assíduo de vários livros. E uma das coisas que a gente aprende na doutrina, respondendo a tua pergunta, é que nada é por acaso e somos herdeiros dos nossos próprios atos, como diria André Luiz. Ou seja, os espíritos superiores, no caso da nossa crença, eles colocam que nós estamos baseados naquela teoria do nada é por acaso e também de ação e reação. Então, uma ação tua, tu vai ser responsável futuramente por aquela ação. Então, realmente, nada fica impune. Somos responsáveis. Ricardo, e escrever sobre a doutrina espírita, ter essa temática, seguir essa temática, é um nicho. Então, como é que você faz para poder alcançar outros leitores, para furar essa bolha? Eu, na verdade, esse livro é o primeiro livro que eu escrevi de literatura. Eu já sou escritor de não-ficção, já há algum tempo, de livros de administração e sustentabilidade ambiental. Mas há cerca de três anos eu me aventurei na literatura e aí eu escrevi os três da trilogia. Para mim ainda está tudo muito novo, na verdade. O livro foi lançado em março agora, mas eu sempre faço questão de dizer que não é um livro para transformar ninguém em espírita, não é um livro psicografado, é literatura, pura e simplesmente, com pitadas espíritas. Então, eu acredito que o leitor vai se identificar, porque existem personagens que são espíritas, mas existem personagens católicos, evangélicos, ateus, eu comento muito, e muitos deles não vão se tornar espíritas ao longo da história. Então, que é o que acontece na realidade, cada um tem a sua forma de compreender a vida e está tudo bem. Críticas, já recebeu muitas críticas, conta um pouquinho da experiência do leitor. Algumas pessoas, eu tenho recebido muito mais comentários positivos do que críticas, Mas as críticas são importantes para o crescimento do nosso trabalho Qualquer que seja a área que a gente atue E também a gente tem que separar críticas construtivas de críticas maldosas Que acontece também Mas eu acredito que eu, dentro do possível Eu tentei alicerçar bem a trilogia dentro dos princípios da doutrina espírita. Então, procurei, no tocante a essa parte da doutrina, ter um cuidado muito grande de pesquisa para que eu não falasse ou o personagem não agisse de forma contrária à doutrina. Então, as críticas que eu recebi não foram, talvez, nesse sentido. Algumas pessoas falaram O livro é muito grande, 405 páginas É muito cansativo Daí eu acho que é mais pelo perfil do leitor Que gosta de livros mais finos Outra coisa são livros com muitos personagens Então o leitor tem que ter também Essa capacidade de saber quem é quem ali na leitura Então nem todo mundo consegue Às vezes o pessoal meio que me perde um pouquinho Aí ela volta lá, achei quem é o personagem Mas eu procuro sempre na escrita tentar em alguns momentos Quando eu vejo que o personagem demorou muito tempo para voltar Eu tento situar o leitor um pouquinho, criar um contexto daquele personagem para facilitar a vida do leitor. Mas até que as críticas têm sido poucas. Tem alguma coisa que você mudaria no seu livro ou não? Pois é, eu acho que não. Eu acho que não. Ontem até eu estava comentando com uma guria que é IG literária, Instagram, estava comentando, ela me perguntou como que tu constrói o teu processo de escrita particularmente nesses livros da trilogia eu não tive muito esforço, digamos assim, eu tive nas três primeiras páginas desse livro que eu sentei pra escrever que eu fui assim tentando forçar a história depois ela veio muito naturalmente então Então, teve vezes, por exemplo, que eu saía do restaurante e vinha aqueles flashes das imagens, dos diálogos, dos personagens. Então, eu chegava em casa e escrevia. Por que eu estou dizendo isso? Eu acredito que eu fui muito inspirado e eu acho que veio o pacote pronto. Era assim e talvez eu não tivesse muita opção de mudança. Mas eu volto a dizer, não é uma psicografia, mas eu acredito muito que é inspirado. Bom, o livro 2 e 3 já estão prontos, estão ali na esteira, só esperando chegar o momento para eles serem lançados. O que o público pode esperar do 2 e do 3? é, então, como eu tinha dito, esse primeiro ele se passa na França no século XVIII, na época medieval e a segunda parte se passa no Rio de Janeiro em 2015 uma característica, não é um spoiler, mas é uma característica da estrutura da trilogia o segundo livro ele se passa no interior aqui do Rio Grande do Sul por volta aí na década de 1930, e a segunda parte é a continuação da segunda parte do primeiro livro. Então é uma característica diferente. Os livros, a continuidade dele é a segunda parte. A primeira parte, digamos assim, é a contextualização da história, a primeira parte. A segunda é a continuidade. Então é uma trilogia um pouco diferente. Então se passa no Rio Grande do Sul, na década de 1930 A segunda parte é a sequência, já em 2017 E o terceiro livro, ele se passa em Minas Gerais Ele começa lá no século XVIII, na época da escravidão O leitor vai ver uma estrutura diferente E aí depois ele segue a história em 2018 Então aí vai ter o fechamento da trilogia. Importante só dizer uma coisa, cada livro tem a sua história iniciada e finalizada com algumas pontas soltas para ser respondida no próximo. O segundo livro é a mesma coisa, ele tem uma história que fecha, mas ele tem algumas pontas soltas para ser resolvida no 3. E o 3 é a mesma coisa, inicia, termina a história e aí a gente fecha todas as pontas que estavam soltas da trilogia. Aí o leitor tem o encerramento da trilogia. O público que quer ler o seu livro, por que tem que ler o seu livro? Olha, eu tenho um firme propósito Que o meu livro faça com que as pessoas Terminem de ler a trilogia Ou pelo menos cada um dos livros E elas se sintam melhores do que estavam antes de começar a ler Que elas comecem a enxergar Motivação na vida Alegria, ver que nada é por acaso Ver que depende da gente o nosso sucesso que às vezes as tristezas elas existem na nossa vida como uma forma de fazer a gente crescer, de a gente se tornar pessoas melhores para nós e para os nossos semelhantes então eu tenho um firme uma firme convicção que as pessoas vão sair um pouco aliviadas, felizes e se sentindo melhores eu acho que é um livro que tem um diferencial muito grande em relação a isso Elas vão enxergar que a gente A felicidade depende de cada um de nós E aí o pessoal encontra você nas redes sociais? Sim, eu estou no Instagram Meu Instagram é muito fácil Arroba Ricardo, o meu nome, ponto literatura Então, ricardo.literatura no Instagram, onde eu faço postagens todos os dias também me encontro no Facebook e também eu tenho um site que é o administraçãoverde.com.br que ali tem informações dos meus livros tanto de administração quanto de literatura Sensacional muito obrigado pela participação aqui no Universo Épico, viu? Eu que agradeço esse espaço essa oportunidade e fiquem à disposição quando precisarem, tá? Muito obrigado. Valeu. Olha, a gente vai para um rápido intervalo e no próximo bloco tem mais Universo Épico. Estamos de volta a segundo bloco do Universo Épico E agora você vai acompanhar uma matéria feita na 25ª edição do Anime Fest Porque depois de dois anos sem acontecer por causa da pandemia da Covid-19, esse ano voltou presencial. Confira! Com licença, Michel Morim, com licença, Universo Épico, que agora quem vai comandar o negócio aqui sou eu. Estamos na frente da entrada da Expo Dom Pedro, onde acontece neste domingão o Anime Fest, maior e mais importante evento da cultura geek de todo o interior paulista, que promete ser muito especial, porque, gente, foram dois anos de espera, dois anos para os apaixonados de filmes, quadrinhos, games, cosplays, se reunirem em um único lugar. Essa fila que vocês estão vendo é para entrar, porque os ingressos já foram esgotados muitos dias antes do evento, mas eu já estou com a minha pulseirinha. então quem comprou, comprou e quem não comprou, vem comigo que eu vou te contar tudinho lá dentro, bora! Ainda não entramos, parei porque, amigo, que capricho Esse cosplay, que personagem é esse? Então, eu me baseei num uniforme real, que é das Forças Especiais da Inglaterra, conhecida como SAS. Quem que é a pessoa por trás desse cosplay? Qual que é o seu nome? Meu nome é Estevam. Estevam, você já faz cosplay há quanto tempo? Como é que é a sua rotina de caracterização? Eu comecei em 2017, bem simplesinho assim, aí depois eu me apaixonei, agora vou em todo evento que tem e sempre aprimorando o meu uniforme. E esses dois anos de pandemia te deixaram triste, mas agora você vai comemorar no Anime Fest Sim, agora o que tiver, vou vir E essa turma toda tá junto com você Então vamos reunir todo mundo aqui? Gente, chega aqui Todo mundo aqui, ó Todo mundo dando um grito de guerra porque agora a gente vai entrar no Anime Fest, certo? Tudo bem Então vamos lá, 3, 2, 1 Bora! E quem disse que a NIMIFEST não é evento para a família? Olha aqui, tio e sobrinho juntos. Qual que é o cosplay de vocês? O meu é o do The Greymane, do Ale Walker. Ele é o do Chego, do filme do Chego. O Thiago do Boneco Assassino Ai, ai, chato Veio de 2010, eu venho Olha só, o pessoal apaixonado mesmo E você, qual que é o seu nome? Cauã Cauã, você também já veio antes do Anime Fest ou é a primeira vez? Primeira vez E o que você tá achando de tudo isso? Tô achando muito legal Promete ser muito incrível esse domingão? Aham Eu sou o Chucky, o Boneco Assassino E curto isso Gente, olha isso aqui Olha o capricho disso aqui Que cosplay é esse? Conta pra gente É óbvio que não fizeram a lição de casa Vocês nem sabem quem nós somos Esse daqui é o Gavião Negro Da DC Comics Tá incrível, quanto tempo você levou pra fazer tudo isso? Esse daqui foi basicamente um improviso Bem grande na verdade Eu tinha um pedaço de corino marrom escuro Em casa Eu comecei a fazer as costuras Algumas partes eu colei com um tech bond Fiz a clava seguindo um tutorial Do Douglas Tonelli E as asas eu comprei prontas, de um cosmaker. Daí, falei, vamos montar. Daí me arrisquei, fiz a roupa que dava pra fazer, peguei uma calça da minha irmã mesmo, um coturno, e fui que fui. Ou seja, quem quer, dá um jeito. Exatamente. Cosplay, tem muita gente que tem essa percepção de que é mais pra quem tem dinheiro, que a gente vai ter que investir rios de dinheiro. Mas não, o cosplay, ele tá mais envolvido com a diversão, E a parte de confecção de roupa é a parte mais divertida que tem. Eu amei. Qual que é o seu nome? Meu nome é Igor Gimenez. Igor. O Igor fora desse cosplay, ele já é amante da cultura geek há quanto tempo? Olha, desde sempre, desde pequeno, assistia Dragon Ball, Pokémon, era muito viciado. Daí comecei a crescer, me afastei um pouco, daí no ensino médio voltei pra esse mundo geek. Daí eu decidi fazer veterinária. Daí na veterinária eu descobri que a parte de docência e tudo mais Me chamava muita atenção Daí eu comecei a dar aula e comecei a querer instigar os alunos Daí o jeito de instigar os alunos era sempre Se passavam na prova ou se iam bem em atividade Na semana seguinte eu levava o personagem Daí eu comecei a fazer os cosplays por aí Gente, que incrível E aí depois de dois anos de pandemia Hoje está sendo a quebra do jejum, da tristeza dos cosplayers Exatamente, depois de dois anos, longos anos, esse daqui mesmo ele está pronto já faz três anos e eu nunca tinha estreado em evento, daí quando eu fiquei sabendo do carro eu falei não, o gavião vai ter que ir, dar um jeito de levar essa asa gigantesca para lá e vamos colocar esse carro de película para o jogo. Então para fazer a sua estreia desta caracterização que está pronta há tanto tempo, uma voltinha para mostrar para o nosso telespectador, porque está maravilhoso. Olha só! Luz na passarela, que lá vem ele. Gente, acabei de encontrar o visitante mais importante dessa feira, Yoda, Baby Yoda. Como é que você está se sentindo? Ai, gente, olha quem tá aqui, meu amigo Chewbacca. Chewbacca, o que você tá achando desse clima de Anime Fest depois de dois anos de pandemia? E todo esse acervo aqui de Star Wars que tem atraído a atenção das pessoas, inclusive de mim, que adorei, até entrevistei Chewbacca, é cuidado por várias pessoas, entre elas O Daniel. Daniel, como é que começou esse trabalho aqui, tão bonito? Esse trabalho já vem sendo feito há 25 anos no mundo inteiro. O fundador foi Alvin Johnson. E mais de 60 países do mundo tem, com 15 mil membros. Aqui fazem 23 anos no Brasil que tem esse trabalho, que é focado totalmente na filantropia. A gente trabalha com as comunidades, focando na temática Star Wars. Então a gente visita os hospitais, arrecada alimentos, ração para pet, todo mundo trajado com algum personagem de Star Wars. Que incrível, então é uma coisa que vai além da cultura, é também um apelo social. Sim, a prerrogativa do fã clube é todo apelo social, então por isso que a gente trabalha dentro das comunidades. E nós aqui da região de Campinas, interior de São Paulo, a gente trabalha principalmente com muita criança com autista, Criança com múltiplas deficiências Que é um trabalho maravilhoso E eu falo que nós aprendemos mais Cada evento que a gente faz É emocionante, não tem a descrição E o prazer, além de ser fã de Star Wars Estar prestando serviço para a comunidade Eu sei que é a mesma coisa que perguntar Para um pai qual é o filho preferido Mas desses aqui, qual é o seu xodó? Olha, o meu xodó Mesmo é o Yoke Que eu fiz do zero Como a gente estava conversando antes E ele é um xodó porque me lembra a infância, né? Caravana da Coragem, aquela inocência. Então eu fiz uma representação do Yuki. Então assim, as crianças vêm, gostam, ficam doidas da gente. E acaba virando criança também, com tudo isso assim. Ah não, gente. Não. Para tudo. Eu acabei de encontrar um dos meus personagens preferidos do cinema. Eu morro de rir, mas isso aqui tá muito melhor que o original. Mas pra contar direito, vamos ter que voltar pra uma época antes de eu espremer essa bunda em lycra vermelha. Ó o Deadpool aqui, versão Campinas. Como é que é o seu nome? Olá Mariana, meu nome é Wesley, faço cosplay há mais de 10 anos. Só o Deadpool. Só o Deadpool? Só o Deadpool desde 2010. Você acredita nisso? São 12 anos já de Deadpool. E aí você assiste o filme também pra pegar um pouco do trejeito do personagem? Mais ou menos, porque eu faço antes do filme, antes dele aparecer em videogame praticamente, eu vejo mais pelos quadrinhos e brincar com o pessoal, se divertir. Porque o cosplay é isso, o cosplay é você se divertir e divertir com a galera também. Então, isso é interessante do cosplay, é você se divertir, se divertir no geral. Criança, família, tudo mais, você vai se divertindo com todo mundo junto. Você é de onde, Wesley? Eu sou de Ribeirão Preto atualmente, moro em Ribeirão Preto, mas o meu cosplay está me levando para outro lugar, para outro nível de lugar, outras coisas. Então o cosplay também pode ser negócio, principalmente se você quiser que vire negócio. Não podemos permitir isso, deve tudo. Quem se machucou? Aquele cara já estava lá quando eu cheguei aqui. Qual que é o segredo do sucesso de um cosplayer? O cosplay tem várias vertentes que você pode investir, tanto na competição, quanto no divertimento, quanto nas redes sociais. Nas redes sociais eu acho mais interessante, porque você pode associar mais trabalhos. Empresas podem te procurar, você pode, por conta própria, vender produtos, como eu faço, comercializo games no geral. Então você pode... é um leque enorme de coisas para fazer, tanto na parte cultural, na parte midiática, na parte de produção, tudo, tudo, tudo. Vai de como você gosta daquilo E o quanto você se sente confortável Pra fazer as demais coisas Então já que você se caracterizou Todo, caprichou, veio de longe De Ribeirão Preto Agora tem que ter uma pose A pose preferida da Deadpool Pra gente mostrar, é, qual seria? Qual seria? Vem cá Ai meu Deus, eu tô com medo Essa é a pose preferida do Deadpool Meu Deus, tô me sentindo massa Então você ser abençoado por um cosplay aqui agora Jesus vai nos abençoar Jesus vai nos abençoar Vamos aproveitar então, já que a gente está aqui Com licença Amém, Senhor O Senhor está no meio de nós Nada está, minha filha Muito obrigada, Senhor O que é que te motivou a se caracterizar de Jesus? Nós estamos em um evento de otaku O que o otaku faz? Coisas que não deveriam fazer Então Jesus está aqui para abençoar e perdoar a todos os pecados Você está todo ano no Anime Fest? Todo ano Os últimos dois anos não teve, né? Mas estamos aí de volta Cada vez com um cosplay diferente Dessa vez a gente veio de Jesus abençoar esse evento Pois é, o que faz um cosplayer durante dois anos em que não dá para aglomerar? Como é que o cosplayer continua exercendo a cultura? Bom, a gente vai dependendo muito de mídia social, vai fazendo os cosplays para os próximos eventos. E é o que dá para ir fazendo, né? Então, está todo mundo abençoado? Muito obrigado. Muito obrigada. Então, amém, Senhor. Como é que foi montar tudo isso? Você mesmo que fez? Sim, a maior parte foi eu que fiz. Eu montei, no caso, a roupa, os acessórios. A única coisa que eu não fiz foi a máscara, que foi um amigo meu, que é profissional nisso, que fez. O que é feito isso, menino? Latex. É tudo em látex. Coisa confida. Você vem todo ano ao Anime Fest? Sim, todo ano eu estou aqui. Vou te fazer em pedaços. Você vai ver. Esses dois anos de pandemia em que não teve a Anime Fest Como é que a pessoa que é amante da cultura geek Que é amante de cosplay se vira? O que dá pra fazer? Então, aí a gente vai pras redes sociais, né? Vai pra TikTok, pra TikTok, Instagram e Facebook Divulgar nossa arte O que a gente constrói, o que a gente faz Pra continuar mantendo acesa a chama do lado nerd da gente Então agora olhando para a câmera queria que você fizesse ou a sua pose, o seu grito, sua caracterização mais completa que você tem. Eu sou o Madingo e vou acabar com todos os humanos. Mais tarde, todas essas pessoas que estão passeando pela feira, caracterizadas, serão avaliadas em um concurso de cosplay e a Sakura é uma das juradas. O pessoal tem que ter medo, né? Que vai pegar a pesar. É, a gente leva em consideração vários fatores técnicos e empenho pra fazer o personagem. No desfile a gente tende a se divertir um pouco mais e na apresentação, onde a premiação é mais pesada, a gente também julga de uma forma um pouquinho mais pesada. Pelo que você já pôde circular aí pela feira, o pessoal caprichou esse ano? Parece que sim. No outro ano que eu vim, um pouco antes da pandemia, o pessoal aqui capricha bastante e as apresentações sempre são muito legais. E você? Conte um pouco sobre você enquanto cosplayer. Eu faço cosplay há muitos anos, talvez há uns 15, mas eu trabalho profissionalmente com cosplay há uns 5, 6 anos mais ou menos. Eu confecciono as minhas próprias coisas, as minhas próprias peças e tudo. E meu trabalho é focado no educacional no cosplay. Eu gosto de ensinar as outras pessoas a fazerem os próprios cosplays. A gente tem um canal no YouTube, a gente tem moldes à venda no nosso site, que é para as pessoas colocarem a mão na massa e fazerem as próprias peças. Sua dica pra quem deseja ser um cosplayer, mas não sabe por onde começar? Tenta ir pra um personagem que você goste bastante e se preocupe muito mais enquanto você tá se divertindo com o personagem do que com as outras pessoas vão dizer. Olhando pra mim assim, eu teria cara de que personagem? Assim, eu ficaria bem de que? Ah, eu acho que você ficaria bem de qualquer personagem. Essa é a parada do cosplay, a gente se divertir com qualquer personagem. Com licença que eu tô me achando agora. O quadrinista Kiko Garcia é quem está por trás da série de quadrinhos Catacumba. A gente está aqui na frente da exposição dele. Kiko, como é que está sendo a experiência de voltar ao Anime Fest? Foram dois anos de pandemia, não deu para fazer isso antes. Como é que está sendo esse clima para você? Bom, eu estou muito feliz de estar aqui. O último que eu estive foi em 2017. E aí com a pandemia, óbvio que tem sido momentos difíceis. Então eu estou muito feliz, muito animado de voltar aqui. que é o meu primeiro evento que eu estou participando, então eu estou bem animado, bem feliz de estar aqui. Conta um pouquinho para a gente do seu trabalho, qual é a sua inspiração, há quanto tempo que você cria esses quadrinhos? Bom, a Catacumba tem cerca de oito anos que eu criei, inspirado em trabalho de quadrinhos de terror, então são histórias que o povo conta, histórias do nosso terror, bem brasileiro mesmo, Inspirado em filmes, livros, coisas do universo de terror Como Stephen King, como Lendas Urbanas Como as mais diversas inspirações Então eu cresci viajando para o interior com essas histórias de terror que os avós e os pais contam Então esse é o universo que eu trago para a série Catacumba Na sua opinião, para o fã, para o apaixonado por quadrinhos O que é que mais se conecta ali desse universo imaginário, dessa questão da arte? O que é que mais pega para quem curte isso? Eu acho que é a brincadeira com o desconhecido, né? Então, assim, a arte faz o papel de chamar a atenção, de fisgar o leitor, mas eu acho que todo mundo gosta de uma boa história, né? Uma boa história, ela pode ser contada, falada, ou desenhada, ou num filme. Então, é só o suporte que muda. Acho que o principal é o conteúdo mesmo, que as pessoas gostam de sentir medo. Eu adoro sentir medo e estou adorando ver que a arte respira fora da máscara, ainda com cuidados, mas mesmo depois de tantos desafios, a gente poder ver a cultura perseverar. Sim, e até os tempos que a gente tem vivido, eles servem também de inspiração para a gente criar novas histórias. A criatividade não para, nunca vai parar. A arte resiste, sempre. Representando Campinas na área aqui das artes do Anime Fest, Mário Kao está aqui ao meu lado, inclusive estou do lado de dentro aqui do stand dele para comentar um pouquinho sobre... Faz pouca coisa, né, Mário? Tem pouca arte sua aqui. Olha, aqui tem a produção de pelo menos uns sete anos reunida. E alguns dos livros que tem aqui são lançamentos, alguns são histórias mais antigas e alguns são lançamentos com histórias antigas. Incrível. Como é que está sendo para você estar aqui na Anime Fest, poder ver público, poder ver gente, vender? Dá um ânimo? Dá um ânimo muito bom. Eu acho que a gente que produz quadrinhos, a gente tá aqui pra contar histórias, conectar com o leitor. Esse movimento de estar num evento, de conectar com pessoas, conhecer gente nova e reencontrar os velhos amigos, desse lado da mesa e daquele lado da mesa, é extremamente importante. Não só por um... assim, obviamente a questão financeira é importante, né? Mas também por uma questão de comunicar, de tocar outra pessoa. As histórias que eu produzo, a minha proposta, na verdade, é que as pessoas reflitam. Então você lê, você sente, você pensa, reflete e devolve para o autor. Então a gente agora pode, de novo, reencontrar essas pessoas. E a arte, ela conecta pessoas e ela também estimula a gente a formar pensamento crítico, por isso que a arte é tão importante, né, Mário? Com certeza. Eu acho que cada autor, do seu próprio jeito, dentro dos seus temas, do seu estilo, das suas propostas, propostas, tá aqui pra falar sobre a vida, sobre o mundo, né? Então, pode ser uma série de humor sobre o cotidiano de um casal, pode ser uma série de drama pesado sobre medos e monstros, mas a gente tá sempre falando sobre a experiência de viver a vida, de ser humano, né? Então, ficção ou não, autobiográfico ou não, a gente tá aqui pra conectar, de alguma forma, gerar algum tipo de reflexão nas pessoas. Já que eu falei que a Hermione Granger de Harry Potter é uma das minhas personagens preferidas E você está falando errado, é Leviosa, e não Leviosa É claro que eu vim aqui voar na vassoura de Hogwarts Ai, deixa eu ver se eu consigo sair da vassoura Vamos sair da vassoura para conversar com quem está cuidando desse espaço maravilhoso Do universo mágico de Harry Potter Ana, como é que está sendo a experiência de expor tantos produtos legais para quem é apaixonado assim como eu? Ah, é uma delícia, né? Porque quem está aqui é apaixonado também, a gente é apaixonado também. Então é muito gostoso. O pessoal vem aqui, curte, tira foto, brinca, conversa, é muito legal. E você de Minerva McGonagall? A própria. Hermione Granger? Ah, não. Tudo bem, relaxa. O que é que a gente vai encontrar de bom aqui? Olha, aqui além da vassoura, que você já conheceu, né? Você pode conhecer a sala de alguns professores, né? Tem a minha sala, eu trouxe pra cá pra pessoal ver, né? Conhecer um pouquinho. Do professor Snape, a estufa de Herbologia, a sala da professora Umbridge, que é uma pessoa que ninguém gosta muito, né? Mas é legal, é interessante, né? A professora Trelloni está lá, tem a bola de cristal dela E tem a lojinha com alguns produtos Se alguém quiser levar uma lembrancinha de Harry Potter para casa Eu com a minha varinha aqui vou te fazer uma pergunta Para a gente finalizar Se eu colocasse o chapéu seletor agora Você acha que eu seria selecionada para qual casa? Isso mesmo E não é a única novidade deste ano Eu acho que você tem um jeitinho de lufa-lufa Porque os lufanos têm um lugar especial no meu coração Mas quando eu tô na TPM é Sonserina Com certeza Sonserina Eu sou muito bem protegida aqui Nada de mal vai me acontecer porque ao meu lado, em um dos lados, está Capuz Vermelho e de outro, Arqueiro. Nada pode me acontecer. Qual que é o seu nome por trás desse cosplay? Meu nome é Felipe. O Felipe é apaixonado por cosplay há quanto tempo? Desde 2015. Eu comecei assim desde criança, né? Só que aí a gente fica meio que receoso, aí comecei a vir nos eventos, né? Um amigo meu me chamou pra vir. Em 2015 eu vi o pessoal apaixonado, tipo, caracterizado. Eu falei, nossa, eu preciso fazer isso também. Aí, em 2015, eu comecei a fazer o Negan, né? Do The Walking Dead, que tava a série bombando, né? Usava a barba. Aí, assim, o amor à primeira vista. E você que faz tudo isso? Sim, eu que faço. A gente vai lá, começa a ver um tutorial no YouTube, né? Porque tem pessoas que já sabem muito mais do que a gente. E a gente vai aprendendo a fazer. Vai fazer do nosso jeito. Não sejam burros. Não estou pedindo pra se juntarem a mim. Estou mandando. Incrível! E o arqueiro, como é que faz pra montar tudo isso e chegar aqui tinindo desse jeito? Olha, eu comecei com a compra desse arco Pra começar foi o arco, eu adquiri de uma loja chamada Arqueira Brasil Eles estavam fabricando o arco do Oliver Queen Aí eu comecei com o próprio dono da arquearia Falei assim, cara, vou fazer o arco do arqueiro verde Pô, você vai fazer? Vou Adquiri o arco Comprei o traje E agora eu tô aqui Como é que tá sendo a experiência de estar no Anime Fest depois de dois anos de pandemia? Nossa, nem me fala É uma alegria muito grande Tá de volta aqui de novo, fazendo uma coisa que eu gosto Que pra mim, além da atração, é um passatempo, é um hobby pra mim, na verdade, isso aqui Então tá show, tá show demais Legal, maluco Você é muito generoso Mas por que devemos ouvir você? Se você já assistiu a animação Encanto, então você já teve a chance de apreciar as personagens Maribel e Isabela, que são irmãs. Mas talvez você já tenha se perguntado quem são as vozes que dão vida a esses personagens. Estão aqui Larissa Cardoso e Mari Evangelista Que eu estou tendo a honra de entrevistar aqui no Anime Fest Larissa, conta um pouquinho para a gente sobre o seu trabalho Há quanto tempo você trabalha como dubladora E como é que está sendo a experiência aqui no Anime Fest? Bom, oi pessoal, tudo bom? Meu nome é Larissa Cardoso Eu sou dubladora desde pequenininha Comecei muito por acaso Foi aqueles casos de um em um milhão Eu acabei ganhando um concurso da TV Cruze Ou Disney Cruze, alguns chamam Já faz mais de 20 anos, né? saudades, né? Ela lembra porque ela deve ter assistido. É da minha época. É, então, eu era pequenininha, eu tinha uns aninhos, então eu comecei muito por acaso na dublagem, através do canto, porque eu passei na seleção de cantores, né? E aí acabei fazendo os diálogos, as falas do filme também, e aí, enfim, aí abri um pouco das portas da dublagem e tô aí até hoje. Hoje, ver uma grata surpresa, que é Encanto, em 2021, com a Isabela, que também canta e encanta. Pois é, eu falei de encanto, mas o trabalho do dublador vai muito além. Vocês têm que dançar, cantar, literalmente, né? Qual que é o desafio envolvido na hora de fazer um trabalho como esse? Olha, eu acho que é a conexão emocional com o personagem. Você tem que estar muito conectado para poder transmitir aquele sentimento. Já que a gente não está em corpo, em cena, com o corpo inteiro, a gente tem que trazer tudo na voz. Então, conectar com o personagem foi muito importante. Descobrir os meus pontos em comum com a Isabela E trazer isso para a cena também me ajudou bastante Porque ela se descobre durante o filme Quem não viu, não vou dar spoiler Mas ela passa por um processo bem empoderador Então isso para mim foi muito gratificante Ver o final, como ela termina no filme Não vou dar spoilers Mas eu acho que a identificação emocional Para a gente dar tudo de si na interpretação Acho que a grande chave é a interpretação Música A minha chará, a Mari Evangelista. Mari, como é que foi pra você começar? Você tem 24 anos só e já tem muitos anos de experiência também, né? É, vai fazer 12 anos na dublagem que eu comecei. Eu comecei aos 11, tenho 24, mas não divulgo a cama. Pois é, só daqui a muitos milhões de anos vai nascer um gracioso menino chamado Jesus. Estou muito feliz por esse projeto, eu já trabalhei com a Disney em alguns outros projetos de protagonista, fiz a novela com o protagonista de Soul Luna durante quatro anos, então foi muito importante para mim. Não espera, é rapidinho. Mas aí, e aquela música, você ouviu? Ouvi, adorei, aprendi super rápido. Olha, olha. Chega a luna a ver... E aí fiz o filme Kim Possible, live action, que também foi um marco da Disney. Então, alguns anos atrás, eu acidentalmente recebi um pedido de socorro. Tinha acabado minha lição de casa, então eu atendi. Agora, eu salvo o mundo. Quem sou eu? Eu sou a Kim Possible. E aí, quando veio o teste da Mirabel, eu fiquei muito nervosa, porque sempre foi um sonho pra mim fazer um produto assim, um filme pra cinema, pra Disney. Tá bem, lá vou eu, tenho boa nadadeira. Isso aqui é bem melhor que uma grande banheira. Pra onde eu vou, não sei acertar Só vou circulando até me cansar Então, porque eu consumia muito Disney quando eu era criança Além de trabalhar com isso Então, foi muito legal essa oportunidade Como o teste veio Foi extremamente difícil, né? Passar, tinham pessoas muito boas também Então, eu fico feliz, é gratidão Aqui nós temos uma pessoa dona de uma voz doce, forte, sensual E ao lado, Rafael Rossato Tô brincando Rafael, que legal falar com você De The Witcher Todo mundo agora vai Você pode me espancar E me trancar, vem aqui A animação Como que é pra você quando pega um personagem Você tem infinitos, né E você assume aquilo Como é que é a sua experiência? Vai ter que me engolir Cara, é uma loucura, assim Porque a gente entra no estúdio geralmente sem saber o que a gente vai gravar né então você tem que virar a chavinha rápido às vezes você faz um personagem que a comédia o outro é drama tem um que tem voz mais aguda você tem voz mais grave então se troca ali rapidinho para poder interpretar aquele personagem mas é um treino que a gente faz ao longo do tempo que acaba sendo muito natural pra gente né rena é melhor do que gente o que tem a dizer Sem gente te xinga, te engana e te bate. Todos eles são maus, menos você. E é muito gostoso. E cantar sempre foi uma experiência sua já da época de início de dublagem? Desde que eu era criança. Eu canto desde os 10 anos. Eu vim de família circense. Então, assim, a parte teatral e... Até o próprio canto começou no circo quando eu era criança. E aí, quando eu tive a oportunidade de começar na dublagem, o canto que me ajudou. Meu primeiro trabalho foi cantando, inclusive, com enrolados da Disney. E a partir dali as portas se abriram E tudo tá indo bem Vamos fazer um breve panorama aqui das suas experiências Você já esteve também em Frozen Queria que você fizesse um comentário aí com a voz do Christophe Peraí, você tá dizendo que ficou noiva de um cara que conheceu no mesmo dia? E se você não gostar do jeito que ele come? E se não gostar do jeito que ele tira a meleca e depois come? Vejo enfim a luz brilhar Já passou o nevoeiro Você também fez a gente chorar em alguns filmes, né? Como eu era antes de você, a culpa é das estrelas Não, Clark Eu entendo que podia ser uma vida boa Mas não é A minha vida não chega nem perto. Você não me conheceu antes. Você coloca a coisa que te mata entre os dentes. Mas não dá a ela o poder de te matar. Uma metáfora. Como é que seria Augustus participando do Anime Fest? Caramba, já tem muitos anos que eu fiz o Augustus. Mas ele falaria, Hazel Grace, eu adorei participar do Anime Fest, ok? E Chris Pratt. Chris Pratt também tá em todas. Claire, se pressionar esse botão, não terá mais volta. O Chris tá bombando, né? Tem alguns trabalhos dele aí pra vir esse ano ainda, outros trabalhos já pro ano que vem. Então, assim, espero que eu continue dublando ele, porque ele é um ator que eu gosto muito de dublar. Eu acho que minha voz combina bem com ele, inclusive eu tenho esse feedback da galera. E é muito divertido dublar ele. Eu dublei, inclusive, uma série dele que vai estrear agora em julho, que é uma série que ele faz um personagem totalmente diferente do que ele é acostumado a fazer. essa série é bem dramática e tal, não tem nenhum pingo de comédia e foi um desafio fazer ele numa outra vertente, né? Incrível, Rafael você já foi reconhecido na rua por alguém pela voz, alguém já falou nossa, você tem voz de dublador? Já tem duas passagens que eu acho engraçadas, uma eu tava no Uber em São Paulo mesmo, conversando com o Uber, eu falei que eu era dublador e aí ele falou, pô, você tem uma voz suave uma voz bonita, você deve dublar muito galã né, aqueles caras, pô, sabe quem ficaria bom na tua voz? Aquele cara lá do The Witcher que canta Aí eu falei, cara, mas eu que dublei ele Não, tá brincando? Não, sou eu, cara Aí eu cantei pra ele Ele gravou um áudio pros amigos e tal E a outra, qual foi a outra? Foi recentemente alguma Poxa, eu não... Esqueci Mas foi uma passagem muito legal Agora que a pessoa me reconheceu Não pela voz, pelo rosto E isso é muito legal, né? Nós que somos artistas anônimos, né? Que a gente só tem a nossa voz conhecida Quando a pessoa conhece a gente pelo rosto É muito legal, né? E quando vocês saem desse anonimato E vêm pra um evento como a Anime Fest As pessoas olham para vocês, vocês conseguem mostrar, olha aqui tudo que a gente faz, como é difícil desafiador ser um dublador, como é que é a experiência para você? É incrível e eu gosto muito de falar sobre dublagem, de mostrar para todo mundo realmente o quão difícil é, o quão trabalhoso é, porque tem muita gente que não gosta muito de dublagem, às vezes por falta de conhecimento de como a coisa funciona, né? Às vezes tem só realmente um pré-conceito ali embutido já pela sociedade. E quando a pessoa descobre como é feito o trabalho, o quão árduo é o tanto de gente envolvida no processo de dublagem, a pessoa começa a ver com outros olhos. E eu acho muito legal. Por isso que eu sou um grande defensor da dublagem. Eu sempre falo pra todo mundo o quão árduo é pra ver se a galera abre um pouquinho a mente, né? Tá curtindo aqui o evento? Muito. Agora eu vou dar uma volta aí pra ver os estandes, gastar um pouquinho de dinheiro, comprar umas coisinhas. Não antes você fazer uma participação aqui comigo, Rafael. Vou te desafiar. Eita, vamos lá. Eu não quis desafiar as meninas antes, mas você será desafiado a relembrar a sua época de enrolados na música Vejo Enfim a Luz Brilhar. Você topa fazer um dueto comigo? Topo. Bora. Você lembra da letra? Lembro. Tá, atenção, edição. A gente vai pegar aquele último refrão que os dois cantam juntos. Beleza. Essa parte a gente vai cortar depois da edição. Quer o violão? O violão tá aí. Quer que use o violão? Você tem violão também? Vai pegar? Vejo enfim a luz Vejo enfim a luz É Deixa eu pegar o direito aqui Tantos dias Sonhando acordado Tantos anos vivendo a vida em vão Tanto tempo Nunca enxergando as coisas Do jeito que são Pode ir daqui que a gente emenda no último refrão Ela aqui A luz das estrelas Com ela aqui Vejo quem eu sou Ela aqui Me faz sentir Que eu sei pra onde vou Vejo enfim a luz brilhar Já passou o nevoeiro Vejo enfim a luz brilhar Para o alto me conduz E ela pode transformar De uma vez o mundo inteiro Tudo é novo, pois agora eu vejo É você a luz É você a luz Parabéns! Que lindo! Gente O que tá acontecendo aqui? Eu tô tentando Ó Michel Amorim Disseram que eu estava na pior, hein? Logo eu que sei dançar super bem Ó Você fica aí trabalhando Que eu vou ficar aqui dançando Tá super legal Alô Universo Épico Valeu Se inscreva no canal. Muito legal a matéria sobre a Anime Fest, hein? Na próxima edição com certeza eu estou lá. Bom gente, ponto final no Universo Épico e a gente volta na próxima semana. Tchau! Transcrição e Legendas Pedro Negri