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Faça Você Mesmo | Furoshiki: aprenda bolsas sustentáveis com tecidos
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Faça Você Mesmo | Furoshiki: aprenda bolsas sustentáveis com tecidos

645 views Publicado 09/08/2025 HD · 52:02

Descrição do vídeo

Você sabia que é possível transformar um simples pedaço de tecido em bolsas criativas, úteis e sustentáveis? No episódio de hoje do Faça Você Mesmo, a apresentadora Carla recebe a artesã Letícia Yabiku para ensinar tudo sobre o furoshiki, uma técnica japonesa de dobradura e amarração de tecidos com mais de 400 anos de história! 🌱 O furoshiki vai muito além de um acessório bonito: ele é símbolo de sustentabilidade, criatividade e reaproveitamento consciente. Com apenas um pano quadrado, você pode criar bolsas para o dia a dia, embrulhar presentes, transportar alimentos e até decorar itens pessoais com charme e funcionalidade. Durante o programa, Letícia Yabiku apresenta: ✔️ A origem cultural do furoshiki e sua importância no Japão ✔️ Diferentes tipos de nós e amarrações (incluindo o nó escoteiro) ✔️ Como fazer bolsas com tecidos pequenos, grandes e até cangas ✔️ Sugestões de uso no dia a dia: sacolas de mercado, piquenique, eventos e muito mais ✔️ Ideias de lembrancinhas para festas e brindes personalizados para empresas ✔️ Demonstrações práticas com tecidos simples e acessíveis ✔️ Como o furoshiki pode se transformar em uma fonte de renda criativa Além disso, Letícia compartilha detalhes sobre seu livro Furoshiki – Simples, Divertido e Bonito, um verdadeiro manual ilustrado para quem quer aprender de forma prática e didática. Este episódio é ideal para quem ama artesanato, se preocupa com o meio ambiente e busca ideias novas para empreender com criatividade. E o melhor: qualquer pessoa pode fazer, com materiais simples e baratos encontrados em casa ou em lojas populares. 🎁 Dica especial: use o furoshiki para embalar um presente e ofereça dois mimos em um só – o conteúdo e a embalagem reutilizável! ▶️ Assista ao vídeo completo, aprenda todos os passos e descubra como transformar tecidos esquecidos em casa em verdadeiras obras de arte sustentáveis. 📢 Comente aqui embaixo: você já conhecia o furoshiki? Já tentou fazer alguma bolsa com tecido? Queremos saber suas experiências e ideias! 👍 Curta o vídeo, compartilhe com os amigos e não se esqueça de se inscrever no canal para não perder os próximos episódios do Faça Você Mesmo! Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

Transcrição completa do vídeo

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เฮ [Música] [Aplausos] [Música] [Música] Olá, minha gente. Hoje eu vou aprender com vocês a colocar a mão na massa. O faça você mesmo de hoje, ele está sustentável e bastante criativo. O produto vai ser um furoqui, que é o quê? é um pano quadrado que ele se transforma através de alguns laços, através de alguns nós, amarrações, ele vai se transformar em uma bolsa. Então, quem vai ensinar isso é a senora Letícia e a Bicoo. Tudo bem? Tudo bem, Carl? Tudo bem. Muito obrigada. Eu quero que a senhora conte um pouquinho mais de como surgiu, porque isso faz parte, né? Essa amarração, esse estilo de bolsa faz parte da cultura japonesa, né? Sim. É, é uma técnica já com mais de 400 anos de utilização. E faz 15 anos atrás, o Ministério do Meio Ambiente no Japão revitalizou essa técnica, né? Eh, no nome seria motain e froshqu. Assim, é um desperdício você tê-los guardado em suas gavetas. Então esse movimento foi paraa redução da utilização de sacolas plásticas que tem prejudicado bastante o meio ambiente, trazendo inundações, né, nas grandes cidades. Isso teve uma repercussão bastante grande. E neste momento a a sustentabilidade parece que está sendo novamente falada, estudada. Sim. E preocupada, as pessoas estão bastante preocupadas, né? Sem dúvida. a gente vive num momento de grandes mudanças climáticas e pensar de forma sustentável, agir de forma sustentável é realmente muito importante. Então, pra gente entrar nessa onda importante do sustentável e ter uma bolsa furosiqui, qual material é preciso, dona Letícia? Olha, o furqi basicamente é um pano quadrado, então não tem segredo nenhum. É, em qualquer loja você encontra já pronto um um lenço como esse, né, chamado de bandanas, né? Isso. É, recentemente eu encontrei no supermercado um tecido, uma toalhinha de chá 78x 78, né? Onde a gente transporta panelas, travessas, né? Nos nossos encontros você faz um prato, né? E acondiciona, amarra e você não perde a tampa. Sim. E sempre o o pessoal da comunidade japonesa tem como hábito transportar. Até eu olhei esse, eu vi esse tecido aqui, senora Letícia, e me lembra, por exemplo, imagina esse tecido aqui em uma praça, né? Dá para fazer um piquenique e coloca atravessa com os alimentos aqui, né? Já leva a toalha pro piquenique e tem exente como como foi feito aqui, né? Isso. É, muito bem. Para começar, Carla, eh, a gente ensina o nó básico, né? O nó básico do frou, que ele é chamado também de nó do escoteiro, tá? Você pega duas pontas, aqui eu tô identificando como o azul e o vermelho. Então, para fazer um nó, a gente faz assim, né? Isso. É. E ele fica, muitas vezes o nó fica bem cego, né? A gente não consegue nem desatar. É, nesse caso aqui eu consigo, eu puxo uma das pontas, estico, ele já desato não. É bem isso. O efeito é sempre o pessoal adora, né? E além de de interessante, ele é bonito, ele fica bonito na embalagem, né? Então eu coloco uma ponta, né? O azul por cima do vermelho, né? Primeiro e começo o nó. Depois esse azul novamente eu coloco por cima, tá? E termino o nó. Deu para compreender? Tá vendo? Ele fica bonito. Ele fica assim de ladinho no laço. Exatamente. Para você desatar esse nó, você puxa uma das pontas, pode ser esse também. Você estende, ó, estendeu, dá um, dá um tranco assim e você desfaz o nó. Então, o escoteiro utiliza bastante esse nó também, tá? Perfeito. E aí, acho que a gente já pode começar a colocar a mão na massa ou a mão no tecido para tentar fazer uma bolsa. Isso, ó. Você vai fazer isso. Então, vamos seria qual seria o Porque eu percebi que são vários tipos de amarrações. Sim. Inclusive, olhando aqui nessas peças, tem vários tipos de bolsa. Sim. Tem uma garrafinha, tem, pode até ser para embrulhar um presente, né? Sim. É. E você pode tá dando, na realidade, dois presentes, né? Dá um, por exemplo, uma caixa de bombom. Exatamente. Uhum. E você dá uma bandana junto. Exatamente. Ou fica até três presentes, né? Porque aí o lenço pode se tornar uma bolsa sustentável. Exatamente. É, ainda ganha a bolsa, né? Ganha a bolsa. Então esse movimento ele começou com essa bolsa básica, né? Tanto que eu tenho aqui na capa aqui. Você pega um pano quadrado. Vamos brincar de fazer bols? Você pega um pano quadrado e faz um triângulo no avesso, tá? Vamos supor que ele tivesse um um uma estampa, né? Então, no avesso em formato de triângulo, na base você vai fazer dois nós. Ó, chega aqui, eu faço um nó. Tanto faz por dentro ou por fora? Tanto faz. Tem que ser bem firminho. É, tá ótimo assim. Tá, você pode fazer um pouquinho maior aqui, mas já tá bom. Tá. Tá. Do outro lado, a mesma coisa. Eu puxo até mais ou menos a metade e faço um nó. [Música] Vem aqui. Eu utilizava esses paninhos bem baratinhos, né? Uhum. Você encontra nas lojas, faz a bainha e já tem o quadrado. Agora você abre e põe o nozinho para dentro e vira. A gente esconde o nó e fica guardadinho. Isso. Aí você põe o os objetos, né? Vamos supor você fez uma comprinha e tava sem a sua sacola retornável, mas você tava com o seu paninho ali na bolsa, tá? um pano fininho, né? Ó, vamos fazer uma comprinha aqui. Vamos. Fez uma comprinha aqui, tá? Ó. E aí você vai aqui em cima, você faz o nó do frosquerda. Puxa direita. Esse que tava por cima, agora você a direita que vai por cima. Eu acho que eu fiz errado. Vamos voltar. Eu vou fazer novamente. Então eu faço. Tanto faz esquerda ou direita? Ó, esquerda por cima. Faz um X. Começa o Não. Começou. Uhum. Agora a ponta direita. Aham. Você faz o X. Isso. E termina. X. Pode Vamos ver se dá certo para desatelar. Vamos ver. Será que eu fiz certo? Eu tenho que puxar uma parte, né? Vamos ver. Qualquer uma das pontas, ó. Pega essa aqui, puxa pra direita. P. Aí deu certo, ó. E agora você separa. Aí eu puxo. Ah, tá vendo? Eu até sei fazer um nó, tá? Essa bolsa aqui você faz esse nozinho, né? Ó, de novo. Esquerda, depois a ponta e você inverte, faz o Xo contrário. Aí você vai ter uma bolsinha, tá? E fica prático para carregar isso, né? É, você pode transportar qualquer objeto, né? Se você tiver um tecido maior estampado, um quadrado maior. Sim. É 1 m, 1,20 m. Dá para você brincar fazendo bolsinhas. O importante é que o tecido sempre seja quadrado, quadrado. Se quadrado que você possa estar fazendo amarrações, tá? Nessa eh, a gente lembrando, né, a gente fez da panela, não vamos fazer a da panela porque eu achei bastante interessante, né? Eu dei a ideia do piquenique, então a gente precisa ó o a gente quando vai no nos encontros da comunidade japonesa, às vezes a gente pede para cada um levar um prato, né? Sim. para fa para fazer um encontro assim econômico. Exatamente. Então, a gente faz, eu costumo fazer as eh no nos dias de nossos encontros, então a gente se reúne e a gente canta em japonês. Para entrar no clima japonês, eu faço um cozido japonês. Eu não vou dar receita hoje, hein? Só não, não precisa dar receita, mas se a senhora quiser cantar um pouquinho pra gente entender um pouquinho da cultura japonesa, né? Outra hora, então. Tá bom. Ó, então a gente coloca o alimento na panela, ainda tá quente, né? Aí eu pego a toalhinha de chá. Isso aqui é uma toalhinha de chá que eu comprei no supermercado, tá? Ele é eh resistente, leve. Uhum. Né? Até a estampa é meio oriental, né? Parece que é um parece um bambu, né? É bambuzal. É, né? Aí eu coloco aqui que a tampa fica solta. Você não precisa ter uma sacola plástica nem nada. Essa cola plástica ia grudar tudo, né? Sim. Mas o tecido ele resiste. Então você pode tá amarrando uma vez aqui. Aí dá o nó aqui. Aí no começo o pessoal sofre um pouquinho, né? Faz aquele nó antigo. Uhum. Ó. E você já tem o furoqui e o alimento que você pode estar transportando. Então, e fica fácil para transportar tanto pela base dele, né, pelo nó que ele vai segurar bem, quanto pela, nesse caso é uma caçarola, pelas alças. Tem alça, né? Uhum. E a panela tá quente, né? E você fica com a mão sem queimar. Eu coloquei o protetor de panela aqui embaixo. Uhum. É. Aí a gente chega no evento, você pode fazer aquelas, é, desatar o nor, né, como a gente aprendeu, simplesmente desamarrar e a gente recolhe o paninho, dobra o paninho e coloca no evento, né? Uhum. Coloca as colheres assim, né? Deu pr entender, né? E é algo que assim, esse tecido, por exemplo, sim, bem dobradinho, cabe em qualquer bolsa, né? Então, a gente dobra o tecido, né? Dá para colocar na bolsa e vai pro trabalho. Saiu do trabalho, lembrou que tem que passar no mercado, comprar alguma coisa, só tirar. É, dá para fazer muita coisa. Pode ser um lenço, um É, na verdade assim, eu gosto de, às vezes eu vou numa festa, né? Não tem aqueles doces, né? Que tá isso. Ou você vai na festa na casa da sogra, da amiga, né? Não precisa nem levar o tapawuer. Leva é, não precisa. Se for aqueles doces não muito, você entendeu, né? Você faz a bolsinha, improvisa, né? Você leva discretamente, né? É. É, olha, eu gostei dessa ideia, hein? É, foi começar a subir docinho, já sabe que já sabe. Mas a senhora, falando em em festa, em doce, a senhora comentou que foi um casamento que os noivos tiveram a ideia de isso, presentear o público, né, os convidados com o guardanapo que dava justamente para fazer. Como é que foi? Conta essa história, dona Letícia. É, eles assistiram uma apresentação minha, eram meus parentes, né? Eles moram em outro estado, são de Minas Gerais. Aí nós fomos no casamento deles posteriormente, né? Chegamos lá, mas tinha um monte de guardanapos. Gente, que lindo. Todo com nome dos noivos, né? E já nas mesas o jantar e todos puderam levar pras suas casas, né? E eles se inspiraram no fruchiqui para as poder pessoas poderem levar, além de ter a recordação, uma peça que ela poderia fazer uma amarração, uma lembrança ou um embrulho, né? Interessante, uma diversidade. No caso, eles presentearam os convidados com essa lembrança, né? Como é, e fica ótimo, né? Porque é uma lembrança fácil, prática, é sustentável pro meio ambiente, que eu acho que é uma regra que a gente tem que começar a praticar dia a dia, né, cada vez mais, pensando em nós, filhos, netos. E aí, nesse caso, eles pensaram até em presentear os convidados e ficou uma lembrança de casamento linda. E falar em presente, né? O eh algumas empresas já eh estão pensando, eu conversando com uma uma uma mocinha que fez um teve uma bolsa de estudo no Japão, ela também tá querendo entrar para fazer furoiquis. Eh, sabe essas empresas que fazem lembrancinhas? Uhum. Então, eh, ela até perguntou para uma pessoa, né, o que que eles dão pros funcionários, né? Aham. Então, eles falaram alguns objetos. Aí ela pensou em fazer um froux aqui e colocar o nome da empresa. Olha que legal. Em vez de você colocar numa sacola plástica, que você ganha muitos brindes por aí, né? As pessoas presenteiam, fazem propaganda de suas empresas, também pode se tornar uma fonte de renda você prestar esse serviço paraas empresas. fazendo furo chiquis e imprimindo o nome das empresas. Uhum. Né? Então você pode estar embalando a qualquer lembrancinha, né? No caso aqui eu já tava tinha montado. Você pega o pano quadrado. Isso aqui é uma bandana, né? Olha que bacana, né? Você põe uma caixa com presente ou um doce, alguma coisa. Você só coloca aqui, cruza o tecido. Uhum. E as outras duas pontas, né? A princípio parecia pequeno, né? O tecido. É, mas olha, você tem como simplesmente fazer isso. Você não precisa fazer os quatro nós, os as quatro pontas. Ó, esquerda. [Música] Aí, ó. Esquerda. Agora tá na direita. Eu faço o Xo contrário. Corder. Aí você pode pôr uma etiquetinha, né? Sim. Sim. E oferecer a lembrancinha. E o que é legal também, Senhora Letícia, é que assim, tecidos a gente tem aos montes. Muitas vezes tem algum tecido, alguma vandana, algum lenço perdido em casa, né? Sem utilizar e de repente serve aí até como como uma embalagem, né? É, Carla. Então, né, como vocês convidaram, queriam conhecer mais sobre folk, eu já acordei animada, né? Então eu tá, eu tinha até mostrado para você uma vez. Sim, é, são muitas opções, né? Então, eu lembrei dessa bolsa, né? Linda essa bolsa. Ainda não chegamos na argola, né? Não. É essa essa bolsa também. A senhora deu uma ideia muito interessante, né? É. Uma saída de praia, por exemplo, né? Uma saída de praia. Eu trouxe uma kanga aqui. A gente pode no final, né? Tá bom, não, gente, porque ela não é quadrada. Então, de repente você tá numa festa, né? Terminou a festa, tá? O que que eu vou fazer com a toalha de mesa? Uhum. Né? A toalha de mesa aqui, eu até trouxe uma fita métrica aqui para medir quanto de tamanho, gente. Ó, vocês podem usar um frouxo aqui para guardar hidredons. Olha, eu uso TNT, sabe quando você tira galhos? Uhum. Vai fazer uma limpeza no no seu cantinho, né? Tem a sua seu jardinzinho. Então eu pego um TNT e amarro e transporto os galhos. Então você tem várias utilizações. A o inverno agora os ededores estavam amarrados, nossos foram queis em casa, mas depois para não ficar aquela bagunça você pode amarrar os seus dedões de volta. É verdade. É muito boa. Quanto que tem aqui? Acho que 1,40. Será mais ou menos. 1,40. Mais ou menos. 1,40. Bom, normalmente um tecido tem 1,40 de largura. Então você faz uma toalha de mesa 1,40 por40. E aí, como eu vinha para cá, tá pensando, nossa, que bolsa eu vou fazer. Vocês pegam o quadrado de tecido e façam três pontas. Peguem três pontas. É que eu acho essa bolsa bonita. Uhum. Ah, olha, colorida também, né? Sim, sim. Então, peguei três pontas, estiquei. Ei, como é que chama? É trança, né? Trança. Vocês pega essas três pontas e vem fazendo uma trança. Tá dando para enxergar? Tá. Tá. Tá. OK. como se fosse um cabelo mesmo. Isso, um cabelo. Achei bem bem moderno, né? Moderno mesmo. Divertido. Fica criativo, né? É. E nesse tecido ficou muito bonito. Só para mostrar aqui. Não, não vai dar para fazer porque a o charme também é esse, né? meio no improviso. E a quarta ponta que ficou, você une com essa com esse terminal aqui, tá? Que é o que vai. Então vou fazer aqui a esquerda. Fechar. Bom, eu eu gosto dessa bolsa, né? Só que gosta de ir pra praia, que agora tá frio, né? É. Só para ter uma ideia, tá pessoal? Ó, então fica uma trança bonita, né? Uhum. E você tem uma bolsa que você pode estar transportando o que você quiser, né? De repente tem uma criançada. E essa daí um tamanho maior, né? Cabe mais coisas. É verdade. Eu brinco assim, né? Tá. Agora eu vi que a senhora escreveu um livro e e eu achei bem interessante, né? O livro é bem didático, né, senhora Letícia? Ele é explicando, eu gostei do subtítulo, simples, divertido e bonito, que é a proposta do furosqui, né? É, é bem simples, né? É um quadrado. E olha como fica. É divertido, você amarra, desamarra, puxa aqui, puxa ali, você põe a o povo pr, né? E é o tipo de atividade que dá para envolver todos da casa, né? Até uma distração pra criançada, pros mais idosos, né? Homens, olha como os homens gostam de amarrações. Eles fica assim, prestando atenção, né? Como é que eu vou resolver aquilo, né? Homens também gostam muito. Escoteiros. É, ouvi falar uma vez que os escoteiros e eles tinham ganhado uma competição de quem transportava mais água. Então eles receberam aquele material como transportariam água. Era acho que uma lona, uma coisa assim quadrada ou retangular. Então eles fizeram, improvisaram nós ou puseram alguns elos e fizeram uma espécie de bolsa. Sim. Inspirados no furrosquê. E essa equipe que usou esse recurso ganhou a competição, né? quem transportava mais al inclusive é uma informação que que as pessoas sempre falam, né? Quando vai falar sobre nós, por exemplo, o nó do escoteiro, ele é resistente, mas não é difícil de desatar, né? Então assim, é seguro se você quer transportar alguma coisa, mas quando você precisa desatar, nós vimos aqui que dá para desatar facilmente. É muito bem. Ah, você perguntou do livro, né? Perguntei do livro. O título dele é Furoqui simples, divertido e bonito. Ele foi lançado já faz 12, 13 anos atrás, mas parece que ele tem resistido ao tempo, né? Eh, recentemente nós tivemos no festival de Japão, maior do mundo fora do Japão, né? Um festival japonês famoso em São Paulo. E eu caminhando pelo evento e vi uma pessoa já ganhando dinheiro. Ela fabrica furoquis. aqui no Brasil com estampas inspiradas eh em motivos japoneses, né? Uhum. E fazendo oficinas, né? Eu vi o livro ali, né? Fui fiquei muito satisfeito, né? De saber que passo a passo aqui descrito em formas de desenho, passo a passo, algumas fotografias que eu mesmo tirei, né? E surgiu a ideia de fazer esse livro, publicar esse livro, foi justamente essa, compartilhar essa ideia de tanto de fazer a bolsa, mas também colocar essa plantar essa sementinha, né, de que é uma bolsa sustentável, que vai valorizar o meio ambiente, é prático. eh a a palavra furch que eh tornou-se um símbolo da sustentabilidade, né, de você estar reutilizando por diversas vezes um mesmo objeto. Tanto que lá no Japão a a o frouch é feito já com material reciclado, né? Um tecido eh que se origina de um de um material reciclável. Olha que mais interessante ainda, mais sustentável produtos do mar recuperados, alguma coisa assim. Eu não, eu desconheço. O meu foco é trazero numa linguagem eh que a gente pudesse compreender e com os nossos tecidos, somente introduzindo a palavra furoqui dentro do nosso vocabulário cotidiano. E lá no Japão, essa prática, esse hábito de usar esses tipos de de bolsas, de amarrações, é em todo canto. Olha, é uma prática de todos. de filme coreano. Alguns, se você observar, tem alguns seriados coreanos que viram mecha, eles surgem com um um embrulhinho assimade até os homens, não sei se você reparou, verdade. E não é um um simples embrulho, é um furoqui. É um furoqui. Eles transportam uma variedade de objetos ali. né? Eu vi um e eu assisti eu não vou falar o nome do do seriado que eu tô assistindo, mas o ator principal é um rapaz, né? Carregando um frouxo aqui, transportando para cá assim. Olha que então na Coreia. Ah, eu queria citar também nesse momento na África, na também 15 anos atrás, Wangari Matai é uma ambientalista, ela faleceu recentemente, é muito famosa na África. Ela também divulgou o Froschir na África, né, né? Ela é uma ambientalista assim muito conhecida, Wangari Matani e a do Japão, a famosa Yuri Coik. Ela foi ministra do meio ambiente e foi prefeita de Tóquio, uma coisa assim, não sei se ela ainda ela só tinha essa essa visão e provavelmente aplicou pelos lugares que ela passou, né? Sim. Ela é, ela que foi a precursora no Japão de revitalizar o frushqui no Japão. Letícia, agora eu vi que tem outros modelos, né? Nós apresentamos aqui esse da trança que eu achei lindíssimo. Você gostou? Ah, eu achei lindo. Olha que que alegre, né? É divertido, né? Fica muito bem feito. É seguro. Eu vi que dá para incrementar, né? para aquelas pessoas que são mais criativas, né, que gostam de aproveitar tudo que tem em casa. Afinal de contas, o programa tem essa proposta, né? Faça você mesmo. É, olha, sab. Então, a gente tem aqui, dá para, por exemplo, incrementar com aqui é uma rosa, né? Uma flor, uma presilha. De repente você tem uma presilha em casa parada com uma flor, um arranjo, tem gente que põe broche. É. E ó, vocês podem usar frush para recuperar uma bolsa. Depo você tá com uma bolsa, aquela bolsa tá toda estourada, você pega um lenço, encapa a bolsa, encapa a bolsa no na ali nas alças, na base, nas argolas. Você tem uma bolsa nova, né? Que interessante. Essa aqui ela já tem mais um acessório, né? São as argolas. Dá licença. E essas argolas, olha que que linda que fica também. É muito fácil para carregar, né? Eu posso carregar só assim? Essas argolas. Então, nas oficinas, Carlos, eu levava duas argalinhas, essas que a gente brinca nas festas juninas para ensinar esse nó, né, do da para fazer essa bolsinha aqui. Tá aí, esse é branco, né? Mas vai tá bom. Vamos fazer no verde. Verde, então. Tá. Você abre o, nesse caso, a bandana. Aí ela tem que ficar do avesso. Do avesso. Você pega uma argola, põe no meio. Você pega duas pontas e você passa por dentro assim. Agora você sai, ó, a argola fica em cima, tá? Tá. Como o tecido não é muito grande, você vem aqui pra frente e dá um nozinho do frosquinho pr Ai, pera aí, me perdi. Deixa eu perquinho. Te ajudo aqui ao meio eu venho foi que você escolheu mais difícil. Tá vendo só? Eu achei que era facinho, mas vamos tentar. Aí eu vou vou segurar aqui, ó. Aí agora vem pra frente. Não puxa muito, senão fica pequena a bolsa. Isso. Vem pra frente aí e faço o nó. Isso aí você faz o nó. Enter. Aí. Deixa eu fazer o meu agora. Esquerda, direita. Aí eu viro. Virou. Pego outra argola. Uhum. E põe no meio de novo. Aí agora entra de fora para dentro. Aí entra. Entrou. Aí sai pelas laterais e amarra aqui. Tá dando pr enxergar? Sim. Tá. Tá dando certo. Esquerda, direita. Muito esse talento assim, sabe? Não, mas tá ótima. A primeira vez tá ótima. Aí você dá aquela ajeitadinha. Brincando de sacolinha, ó. Tá aqui, ó. Você pode fazer um, sabe, festinha de menina. Aham. 10 anos. Você pode até fazer uma brincadeira, todo mundo fazendo a bolsinha, bolsa, dá um becinho de lembrancinha para todo mundo. E olha que graça. Aí põe as coisinhas tiver uma valendo assim, né? Aí vai. É porque tem muito isso também, né? As festas de criança, de adolescente, sempre tem as lembranças também, né? Os doces, né? Ó, você pode pôr o nome da aniversariante ou do aniversariante, não sei, né? Pode tá criando e coloca lembrancinhas. Exatamente. Olha aí, já dá pr para pensar em prender, hein? É para aposta, né? Exatamente. Ah, ficou bonitinho. Ela tá, ela tá criando lá. Ó, tá vendo? Aí eu tô eu tô ajeitando aqui um tecido porque aí dá pr escolher o verde. Ah, eu achei lindo esse tecido. Eu adoro bandanas. Olha que lindo. Lindo, né? Olha que bonitinho. Olha que gracinha, viu? Muito bem. Bacana. E também se a pessoa enjoar, né? Usei bastante, eu posso desfazer e aproveitar o mesmo tecido para fazer um outro tipo de de amarração, né? Sem a argola, por exemplo. Aqui eu ó, um tecido simples, ele não desfia muito, ó. Até, ó, tem uma brilhante, né? Pode fazer lembrancinhas, tá vendo? Uhum. Uma festinha. E eu vi que tem uma também que eu achei muito interessante. Tem uma aqui na mesa, tem uma aqui atrás de mim. Garrafa. Ah, garrafinha. É. Ah, legal. Vamos fazer essa garrafinha. Olha que interessante. Tom uma bandana. Olha que bandana bonita, linda. É. E bandana dependente você encontra com o preço bem acessível, né? Sim. Tem muito hoje em dia, né? Essas feiras eh artesanais que tem por aí, né? Um taquaral, por exemplo, sempre tem, né? Carregar, carregar água não é fácil, né? É. Então, você tendo uma bandana, Uhum. Pessoal que anda muito de bike, por exemplo, né? Pode fazer uma amarração e amarrar no guidão. Olha que ótimo. Tá? Então, a bandana tá aqui. Uhum. Você pode também presentear, fazer presentes de um azeite, alguma coisa para uma amiga. De repente você vai fazer uma visita rápida. Você não tem o que dar, você já deixa uma bandana esperta em paz. Você pega um azeite ou alguma lembrancinha, no caso aqui várias opções, né? Sim. Colocou no centro do quadrado, ó. Você dá um primeiro nó. Uhum. Você pode tá fazendo isso aqui na alcinha. Aqui você vai cruzar uma para lá e outra para cá. Uhum. E aí você finaliza fazendo o nozinho no furosquinho. Ah, esquerda. Faz atrás. Esquerda, depois direita para cima, né? Pode tanto para um presente como você utilizar no seu dia a dia. Olha, virou uma alcinha. Olha que prático. É, realmente para quem anda muito de bicicleta, coloca no no guidão e tem ali a sua água. Não vai ficar desidratado, não é? De repente você tá com a sua mochila lá, fica muito bonitinha. É, pode até tá é adaptando na mochila aqui na lateral. Não se consegue carregar até a água, né? É. Ou na própria bolsa também, né? É. Ah, tem várias possibilidades. Ou presente. Eu acho bem legal para presente. Uhum. Fica bem bonito. E pode ser uma lembrancinha também, né? Como a senhora disse. Uhum. Um vinho, né? Para quem gosta de vinho, vinho. Vai ficar bem bonito. Ó, tem outras possibilidades. Em vez de você fazer o nó em cima, você pode fazer uma uma dobradura assim. É, ficou parecendo uma flor. É, quer ver esse aqui? Ah, eu quero saber esse segredo também. Posso? Pode. Vai ter festa aí. A gente vai visitar a mãe com a tia, né? É, exatamente. Aqui é a mesma coisa, ó. Eu trouxe o azeite, tá? Uhum. Ó, bandana novamente, né? Mas pode ser qualquer tecido que você tem em casa ou faz a bainaha ou se sabe que uma época o pessoal tava vendendo doces com tecido de chipa? Eu tava no mercado, eles puseram uma marmitinha e tavam vendendo doces nos mercados. Achei bem legal. Então você dobra aqui as pontas um pouquinho. Hum. Tá? Aí você levanta aqui, ó. Você não vai amarrar dessa vez, ó. Você faz um parece uma florzinha, né? Uma dobradura assim. Isso. E como se fosse um zigue-zague, né? Se fosse na máquina de costura, seria um dobradura, né? Prensa. Tá. Aqui é a mesma coisa. Pensa. Hum. O cinegrafista ele entende mais de de costura do que eu. É que a mãe dele costurava. Então ele falou que é uma pensa isso. Pensa, né? Tô aprendendo também. Eu também. Eu tá aí novamente, né? Pronto. A esquerda, direita. [Música] Ó, em casa vocês fazem mais. Olha que legal. Ferro. Se for um vidro e que você já utilizou, você pode improvisar um vasinho. Uhum. Você deixa ele vazio assim, coloca uma estampa que você desejar. Uhum. Que no caso eu trouxe um uma etiquetinha só para vocês podem estar amarrando, tá? Aham. Só para dizer que é um presentinho, né? Aí, ó. Olha que charme, bonitinho. Aqui era um azeitezinho, um era um mistozinho, mas só para demonstrar muito bem amarração. E aí assim, para quem está em casa e assistiu esse quadro nosso aqui, pensa assim: "Poxa, é uma oportunidade para eu empreender, para eu ganhar dinheiro, seja como uma primeira profissão ou de repente para para garantir, né, um pouco mais de lucro, de sustento pra família. Tem muita gente hoje procurando o segundo emprego, né? Quanto que a pessoa gasta para fazer, seja uma garrafinha, uma bolsa? A média que a gente tem de material aqui é o valor médio de Só para fazer isso aqui, gente, ó, uma bandana hoje você consegue comprar até por R$ 5. É uma garrafinha d'água hoje. Se você for numa época de promoção, você encontra por R$ 1. Sim. R$ 6, né? Se você vai pro aeroporto, só uma garrafinha d'água tá quase R$ 10, né? Você imagina se vier num num frucho que personalizado, então, né? No aeroporto, só que vai ficar uma nota, né? É, é verdade. Mas não é o nosso objetivo, né? Mas eu queria eh dizer que vocês podem fazer oficinas, eh levar essa prática para área da educação, educação ambiental. Foi bem. Estamos realmente num momento de grande preocupação. Eh, o excesso de tecnologia é uma forma de fazer as pessoas saírem de seus celulares, né? Brincarem um pouquinho com tecidos, amarrações, usarem a cabeça, como é que vou fazer? Botar a criançada para brincar de fazer bolsas. Aliás, é uma dica importantíssima da cultura de vocês, porque vocês têm muito esse cuidado, né, com a mente também, né, de desintoxicar, né, às vezes a gente precisa fazer um detox na mente, né, que é relaxar, né, fazer outras coisas que não só ficar no celular. Hoje em dia a gente tá muito no celular, o dia inteiro nas telas, né? Então vira até uma atividade terapêutica. Exatamente. Eh, terapia ocupacional, eh, encontros de grupo de senhoras. Eu participei em vários encontros de senhoras, eh, pessoas que se interessam em artesanato, de repente fazem costuras, bainhas. Então, há uma grande variedade de possibilidades, né, da da pessoa ter ganhos, né, eh, nessa atividade, ou ensinando, ou costurando, ou comercializando brandes. Então, há muita, muitas possibilidades, né, inclusive no uso do dia a dia, para transportar, né, de repente alguma. É, se a gente pensar, por exemplo, no básico, né, no tradicional, ela faz a vez daquelas sacolinhas de mercado, né? Como eu disse inicialmente, você pode deixar o tecido na bolsa, precisou passar no mercado, em qualquer lugar, coloca ali a sua compra dentro do do furoqui e leva para casa, o que é mais sustentável e mais garantido. Porque se a gente for pensar, nós temos um dado que a cada 10 sacolas plásticas, oito delas são usadas uma única vez. Então imagina se você usou uma única vez e ela já foi pro meio ambiente, nós sabemos que ela demora muito tempo, né, para se desfazer. Então vale mais a pena carregar um um tecido na bolsa e quando precisa faz uma outra bolsa para poder transportar aí o que o que for preciso, o que for necessário. Eu adorei a ideia. Eu achei esse aí. Você quer fazer sua bolsa? Quer ver como é que faz? Eu quero. Ai, a gente fica brincando de fazer bolsa. Você gostou? Exatamente. Gostei muito da ideia. Tá aqui também um outro tecido quadrado sprayito. É que é divertido mesmo, né? É. E passa o tempo de uma forma muito agradável, né? Então, e para mim foi muito feliz ter visto uma jovem ganhando dinheiro. Eh, ela tem uma estamparia de frosquis. Ela estampa frosiqui e tava num festival enorme, né? Olha que legal. É um bonequinho. Tá vendo, ó? Esse aqui deve ter 1 m mais ou menos. Ah, possivelmente eu trouxe a fita pr quanto que deu? 1 metro. Mais ou menos. É um e dois, é um 1 m. Inclusive, a gente vai fazer mais uma opção, porque a minha tarde hoje é brincar de tecido. Deixei o jornalismo um pouco de lado para aprender, porque realmente é uma ideia sustentável, a gente precisa saber, né? É. E pensar assim, ah, uma coisa de obrigação, né? Tão chato, né? Acho que muito divertido. Exatamente. Muito divertido. Ó, aqui é 1 m de 1 m² de tecido, um tecido baratinho, acessível, né? Então eu pego duas pontas, uma vou deixar mais comprida e a outra mais curta. Assim, vou fazer um nó aqui, tá? Ó, esquerda, ó. Tá vendo? A a comprida a direita. Eu finalizo aqui do outro lado. A mesma coisa. Vou pegar uma ponta, puxo bastante assim. Uhum. E a outra menos. E faço o nó. Tá vendo? Esquerda. Coloco a maior aqui por cima, ó. Tá vendo? Ela ficou do lado direito, ó. Aí eu faço o X contrário. Esse é o nome do escoteiro. Tá aí você pode tá pondo o objeto que você desejar. Uhum. Você pode estar presenteando alguém assim, né? Por que não, né? É. Ó. E aqui em cima você termina cominha esquerda aí. Direita faz um X, tá? Aí você tem outra bolsa. É, já eu acho que assim, a partir desteixe e faça você mesmo, a gente já dá para economizar também, pensando no meio ambiente, economizar nos embrulhos, né? Você viu quanto tá caro? Tem caro e também é muito plástico, né? Sempre tem usa uma vez só. Us vezes aquelas embalagens tá quase R$ 10 uma sacola de papel. Não tem como usar novamente, aquilo vai pro meio ambiente, demora muito. Mesmo logotipo da empresa, você não vai dar um um presente, você comprou numa loja e usar de outro outra loja, né? Exatamente. Que às vezes a gente gosta, né, do embrulho de uma loja e o produto de outra, né? Aí não dá pr, eu achei ótima a ideia. Pode estar reutilizando, pode estar presenteando as pessoas, você vai dar dois presentes, né? Dois presentes, exatamente. E a bolsa e ainda cuida do meio ambiente, né? É uma atividade importante que a gente precisa ter constantemente, né? Eu achei ótimo. Você quer deixar gravado a canga também? Quer ver como é que faz com a canga? Ah, eu quero. Brasileiro gosta muito de praia, né? Então agora não, porque tá meio friozinho, mas é aqui é diferente do Japão, né? Aqui nós temos mais verão que inverno, né? Então a praia hoje tá frio, mas hoje tá frio, mas a praia é o destino certo do brasileiro. Vocês fique no inverno treinando para no verão já já estão experts. É verdade. Eu adoro kangas, né? Eu não uso assim muito, mas eu gosto de quando eu vejo uma canga bonita, eu estampas muito bonitas. Coloquei isso aqui pr só pró bonita. Que linda essa canda. Acho que é, não sei como essa homenagem. Ah, Salvador. Não, acho que Salvador, né, viu? Ah, é para ti. Olha que linda. Então, às vezes a gente encontra uma canga bonita, né? A gente quer. Então, aqui a gente vai fazer o quê? A gente vai improvisar um quadrado, porque o a a canga ela é retangular, então você vai improvisar um quadrado, tá? Então você calcula mais ou menos, vai dar mais ou menos isso, tá? Tá. Vou improvisar um quadrado aqui. Então eu dobro, vou reduzir e vou dar um nó aqui. Uhum. Esquerda. Não precisa cortar, né? Diminui aqui nessa, né? Ao dobrar precisa, porque a canga é um tecido leve, né? Uhum. Do outro lado, a mesma coisa. Eu faço a calculo mais ou menos um quadrado. Não precisa ser exato. Uhum. Mas para entrar nesse princípio do furo aqui, que é um pano quadrado, tá? Aqui novamente, ó. Esquerda, peguei as duas pontas, só vou rotar esse nó. Esquerda, direita. Tá? Já fiz uma bolsa. Vou virar pro lado da estampa, tá? Ó, eu improvisei uma sacola aqui, tá? Que legal para deixar bonito na na tela. Aí te põe a o objeto, né, que você vai transportar. O pessoal não transporta é travesseirinho, cobertas, mantas, né? Vai fazer um passeio, uma viagem, né? A própria canga se transforma numa bolsa e você vai tá elegante, né, Car? Exatamente. Já pode ir passear. Já pode passear e já pode ir pra praia mesmo, porque a gente sempre carrega um monte de coisa praia, né? Aí é, você põe como você desejar, né? Ou aparecendo uma toalha. É. É. Ou aparecendo a estampa, o jeito que você quiser. A estampa, né? É mesmo assim, aparecendo a parte de dentro da estampa, né? O lado avesso fica bonito também. Aí você brinca, quiser ficar enrolando assim para deixar a alça mais aparente. Quem vê vai achar que você comprou uma bolsa cara, né? Ai onde ela comprou. Olha que legal. Ótima ideia. Olha que linda. Isso é uma opção bem brasileira, né? Uma opção bem brasileira. Já dá para colocar a toalha aqui. Dá para colocar o chinelo, o filtro solar e curtir a praia. Olha que ou mesmo num passeio. Uhum. Você quer levar seu travesseirinho, sua mantinha no ou no ônibus ou no avião, você não precisa estar comprando aquela sacola, sabe? É verdade. E um outro ponto que eu achei bastante interessante, que é algo muito prático de fazer, né? É rápido, né? Não demanda muito tempo, então a pessoa pode fazer rapidinho ali. É, foi daí que eu pensei no livro, eh, pra pessoa ter um manual em casa, né? De repente, poxa, como é que era aquela amarração? Porque a gente esquece, né? Muita amarração. Esquece. É, são muitas amarrações. Então, a gente eh eh tentou contribuir com uma espécie de manual, é um livro manual, né? Com todo o passo a passo. Letícia e Abico, esse livro continua disponível? É, ele ah nós encerramos um o a publicação através de uma editora. A gente vai est lançando nos próximos dias. Vai ter relançamento. Que legal, que importante. Olha, muito bacana. E aqui tem vários modelos, né? Você tem ideia mais ou menos? Não, eu não fiz a conta. Eu tava prevend essa pergunta, né? É que legal. Mas muito legal. Pera aí. E aqui já começa mostrando, né, o nó. nos nós. Deixa eu pegar um pouco mais pra frente. Olha que legal, ensinou mostrando exatamente como é, como é feito aqui, como não deve ser feito. Hum. E aqui o resultado da forma correta. Ah, é mesmo. Ó, aqui tem até o sinal, certo? É isso. E o errado de aqui tem mais opções aqui. Como desatar. Uhum. E depois você pode usar de diversas formas, né? Como uma boina. Olha aqui o presente, né? Os presentes, né? Tem várias opções. Então o pessoal me convidava, sabe? Dia das mães, dia dos pais, que é um CD. Carvalhão. Você pode fazer uma capa para um livro. É, exatamente. Carregar livros. Uhum. É, pode ser livro, qualquer outro objeto. Carregar uma Às vezes o livro tá com a capa um pouco estragada, né? Para não correr o risco de estragar mais. Panetones. A, olha que interessante. É, daqui a pouco chega a época de panetos. Vários embrulhos, ó, usando a xita, né? Fazendo laços, transporte de marmitas. Uhum. Objetos longos, cantis de água, né? Uma versão bem bem abrasileirada, né? Com estampas. Eu escolhi uma estampa meio junina. Aqui uma comparação com forosqui japonês. Aham. A mesma amarração, porém num terido mais acessível para nós, tá? Então eu tentei colocar os tecidos que nós tínhamos, né, ou temos à disposição. Tem tem alguma questão, por exemplo, em relações a a tecidos? Tem algum tecido que não deve funcionar? Os tecidos é muito grossos, tá? Né? Eu experimentei até com tecido, tecidos de cortinas que são muito resistentes, então são leves e resistentes. Se for um corte de brim, jeans, não dá para usar, né? Porque eles são bem rígidos, né? Dá fazer nós não, mas você pode e fazer alguns prolongamentos e fazer algumas adaptações. É possível, porque às vezes você tem sobras, né? É verdade. Então há uma grande variedade de possibilidades. Você pode usar os cantos e colocar uma fitinha e aproveitar o quadrado. Ah você pode utilizar de diversas formas, tá? Ótimo. E bom, eu adorei participar desse programa do Faça Você Mesmo. Eu não sei se eu posso dizer que eu aprendi a fazer. Eu acho que eu tô no caminho. Eu vou ter que treinar mais, né, da bolsinha que eu fiz. Mas é divertido. É divertido, é muito divertido. Se eu tiver um tempinho, você vai. Senora Letícia, eu agradeço a sua participação por compartilhar aqui com a gente essa ideia tão importante, tão relevante pra sociedade. Ah, muito obrigada aí pelo convite e desejo sucesso aí para vocês divulgando e conosco a como funciona o Foraqui. Maravilha. Bom, esse foi mais um faço a você mesmo. Nós ensinamos aqui o furoqui. Aguarde que no próximo programa tem mais produtos para você aprender a fazer sozinho, né? Faça você mesmo. Até o próximo. [Música] [Aplausos] เฮ
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