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Faça Você Mesmo | Como fazer biojóias artesanais sustentáveis com sementes naturais
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Faça Você Mesmo | Como fazer biojóias artesanais sustentáveis com sementes naturais

1.4k views Publicado 17/05/2025 HD · 47:40

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Você sabia que é possível criar peças únicas, bonitas e sustentáveis usando apenas materiais naturais? No episódio de hoje, vamos ensinar como fazer um conjunto completo de biojóias – com brinco, colar e pulseira, usando sementes amazônicas, fibras e outros elementos retirados da natureza com responsabilidade. As biojóias, também conhecidas como ecojóias ou joias naturais, são acessórios artesanais produzidos com sementes, folhas, cascas, fibras e galhos, que além de valorizar o trabalho manual, promovem a sustentabilidade e o respeito ao meio ambiente. Uma excelente alternativa à joalheria tradicional que consome metais e pedras preciosas. Neste tutorial, vamos trabalhar com materiais 100% naturais como: 🌱 Sementes de jarina, paxiúba, açaí e tubinho de açaí 🥥 Casca de coco 🧵 Fio encerado (3 metros) 🌰 Miçangas de madeira ✂️ Tesoura e isqueiro 💡 Base metálica para brincos Com uma linguagem simples e acessível, mostramos passo a passo como montar cada uma das peças, dando dicas valiosas de acabamento, combinação de cores e durabilidade. Esse é o vídeo ideal para quem está começando no mundo do artesanato ou busca uma atividade criativa e rentável. Além de criar lindas peças para você mesma, as biójoias são uma excelente oportunidade para empreender de forma consciente, conectar-se com a natureza e ainda gerar renda. 📌 Não perca! Assista até o final, compartilhe com seus amigos e descubra como transformar sementes em arte! 🌿 Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas 🎥 Vídeos relacionados da TV Câmara Campinas: Faça Você Mesmo: Brincos Artesanais com Sementes Naturais 🔗 https://www.youtube.com/watch?v=uKlLTLC9Jh8 Artesanato Sustentável – Dicas para Criar Peças com Materiais Naturais 🔗 https://www.youtube.com/watch?v=CRN6Mh4Bemc Como Empreender com Biojóias e Artesanato Ecológico 🔗 https://www.youtube.com/watch?v=-ig7ZjRQ9XM #biojoias #ecojoias #joiasnaturais #artesanatosustentavel #diybiojoia #sementesnaturais #brincocomsementes #colarartesanal #pulseirasustentavel #cascadecoco #fioencerado #artecomsementes #artesanatobrasileiro #feitoamao #joiasdobrasil #sustentabilidadeemação #brinconatural #manualidades #comofazerbiojoia #materiaorganico #sementedeacai #sementedepaxiuba #sementedejarina #tvcamaracampinas #campinassp #reelsbrasil #shortsbrasil #feitoemcasa #empreendedorismocriativo #joiaartesanal #acessoriosnaturais #artesanatonobrasil #passoapassoartesanato #biojoiasbrasil #artemanual #valorizoartesanato #diycampinas #maoscriativas

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[Música] Olá, Olá pessoal, mais um Faça Você mesmo começando aqui na telinha da TV Câmara Campinas e hoje você confere como que se faz um conjunto de biojoias. Para isso, a nossa convidada do do Faça Você Mesmo de Hoje é a Clara Aidar. Ela é pesquisadora e também artesã e vai mostrar aqui pra gente, né, Clara, como que se faz esses conjuntos aqui maravilhosos. Clara, muito obrigada por ter aceitado o nosso convite e tá aqui participando com a gente do Faça Você M. Olá, eu eu que agradeço, né, estar aqui. É, eu acho que é um espaço privilegiado a gente poder apresentar um trabalho, né, ensinar como fazer e também falar um pouquinho da importância da biojoia, que eu acho que a cada vez eh ela se torna mais evidente, né, eh pro mercado, não só em questão de venda, mas a importância até educacional, né, da do do da confecção da biojoia. E e eu posso explicar por Com certeza. Claro. Até gostaria que você explicasse para quem tá em casa acompanhando aqui, eu faço a você mesmo, o que que são as biojoias, como que elas são confeccionadas, quais materiais são usados. Sim. Então, biojoia é um material, um adorno, né, que pode ser uma pulseira, um colar, um brinco ou um colar decorativo também, né, que contenha no mínimo 70% de materiais naturais. Então, dentre esses materiais naturais, o que nós destacamos são as sementes. Eu, eh, particularmente, eu prefiro as sementes da Amazônia, do bioma da Amazônia e do cerrado também, porque são mais resistentes. Além da beleza, né, da diversidade, elas são mais resistentes. Então, você tem uma biojóia que pode durar muitos anos e manter a, né, eh, a sua beleza inalterada. E a outra coisa que eu que assim que é importante a gente lembrar que uma biojoia é uma forma de você mostrar a biodiversidade, a rica de biodiversidade brasileira, né, que nós temos, o a maior, né, do planeta. Então, eh eh ao confeccionar você já tem esse contato, né? Conhece as sementes, a maioria delas tem nome indígena, que é muito bacana, né? É tudo bem da Amazônia, bem da mata mesmo. Então a pessoa já tem esse contato que eu também acredito seja terapêutico, porque traz toda aquela informação do vegetal, né, daquele daquele universo vegetal e e também porque a pessoa começa a criar, desenvolve muito lado criativo. Então o artesão vai fazer uma biojoia, o outro que tá usando do lado, tá usando o mesmo material, ele vai às vezes até a mesma técnica, ele vai fazer uma biojóia completamente diferente. Totalmente diferente. Você tava até falando dessa semente aqui. Eu gostaria que você explicasse pro pessoal de casa eh o quanto ela é resistente, né, o nome dela e porque ela já tem essas manchinhas também. Então essa é a gente considera a rainha das sementes da Amazônia, é a jarina. A jarina é o marfim vegetal porque ele é tão durável, tão resistente quanto o marfim animal que, né, que implica no sofrimento animal que é inútil, porque você tem aqui já um marfim, né, que e essa semente ela leva 7 anos para se formar. é uma palmeira e assim a Amazônia tem muita muita muita jarina e e com ela a gente e por exemplo aqui, ó, vou mostrar para vocês. É, você tem a mesma semente, a jarina, só que no formato tubular, tá? Aqui, eh, você tem a mesma semente nesse formato fatiado. Então, ela se presta muitas coisas, né? E esses esses trabalhos foram esses daqui foram feitos por alunos. E e todo esse pedaço aqui, né? Todo esse material, é, todo esse material foi produzido por alunos, né? Alunos de uma ONG, né? Que você também faz parte. É isso. Conta pra gente um pouquinho sobre essa ONG. Sim, sim. Eu sou oficineira do MA Maria Rosa que fica no Taquaral e lá especificamente eu estou trabalhando com biojoias. E é uma formação longa, isso que é bacana, é uma formação longa que começou em novembro e estamos desenvolvendo. Então eu falo para elas, para eles também, porque tem temos alunos homens também, né? E eu falo pra turma, eu falei, vocês estão se formando como designers, né? Designers de biojoias, porque cada um tem um estilo diferente. Tem alguns que trabal esse tipo aqui mais esotérico, né? que trabalha com os cristais aqui a os búzios, né? Os búzios que já seriam um artesanato com mais raiz africana, né? E interessante porque você comentou que são também homens que estão partindo, né, desse tão utilizando dessa técnica, né, aproveitando esse espaço, né, Clara? Sim. Aproveitando esse espaço, aproveitando o nicho de mercado também. Importante a gente ressaltar que é um nicho de mercado, porque hoje as pessoas já não querem usar joias e, né, por questão de roubo, de ficar muito evidenciado. Então, elas estão optando por um eh por um uma um artesanato, uma biojoia ou uma bijuteria mais fina, mais refinada, né? Porque é diferente você colocar no seu corpo algo totalmente natural e ou colocar algo totalmente é com plástico, né, com materiais que até no próprio contato com o corpo não é tão legal. Essa, por exemplo, que você tá usando é linda, né? Ela já é toda, ela é um estilizada mesmo, né? Estilizada, porque aqui eu trabalhei com as jarinas e com as pedras, né? a pedra turquesa que são pintadas, né, como você disse. É essa pedra aqui, é, ela é é natural dela. Ela tem tingida, no caso, essa aqui foi tingida, né? E essa é natural. E essa daqui é a jarina selvagem que a gente chama, que ela não foi polida, então ela tá no estado do jeito que a mamãe natureza entregou pra gente, né? Que eu acho bárbaro esse formato, porque lembra uma pedra também, né? E Clara, eu queria que você falasse um pouquinho, né, só aproveitando esse gancho, né, do do artesanato, como que você chegou da como que você saiu, na verdade, da pesquisa e ingressou nessa área do artesanato, de confeccionar essas peças, como que foi isso? É uma longa história, porque eu sempre fui fui uma artista eh ligada à sustentabilidade, né, arte sustentável. Então, comecei minha pesquisa com os povos indígenas, né, com o grafismo indígena, o grafismo africano, tintas naturais, fibras vegetais, né, inclusive fibras da Amazônia, que eu gosto de trabalhar no têxtil, né, e depois e atingimentos naturais também. E depois eu fui paraa Biojoia, né? Já cerca de 3 anos que eu que eu tô nessa pesquisa com biojoia, porque também tá ligado à história dos povos, né? Todos os povos tradicionais têm seus adornos, seus adereços, né? E utilizam as suas matérias primas do local onde vivem e de uma forma também eh muito ritualística, né? não só estética, mas também tem um conteúdo antropológico, tem todo um significado, né? Tem todo um significado, tem, né? E as religiões também, porque, por exemplo, na Igreja Católica tem os terços, né, que que antigamente eram us eram feitos com a semente lágrima de Nossa Senhora, né? Até hoje tem alguns locais que fazem, tem eh eh na linha da eh do yoga tem as as japamalas, né, que são feitas com açaí, né, na linha do candomblé da Ubanda tem as guias que também são feitas com sementes, né? Então assim, e o e a linha esotérica que eu também gosto de trabalhar, que são as pedras, os cristais, né? Eh, também as eh outros materiais naturais, né, que você encontra que estão ligados a um a um lado mais místico, né? A Clara já começou a fazer esse conjunto de biojoias aqui pra gente, mas lembrando que você confere agora na tela todos os materiais que são necessários para fazer esse conjunto maravilhoso. Fiquem ligados. Para fazer as peças, você vai precisar de sementes de pasiúba, açaí, tubinhos de açaí, jarina ou contas de madeira. Casca de coco, 4 m de fio encerado, miçanga de madeira, tesoura, isqueiro e uma base para brincos. Clara. Então, continuando aqui nosso conjunto de biojoias, que que você tá fazendo agora nesse passo? Então, aqui nós temos já o pingente, né, já prontinho da jarina com os fios preenchidos. Aqui nós vamos introduzir essa semente também da Amazônia que se chama pastiúba. Olha, ela também é bem fácil de colocar, né? É, ela é fácil também. aqui, PIB. E eu trouxe uma outra opção, quem não encontrar, por um motivo ou por outro, pode usar uma conta de madeira também, tá? Uma substituição aí, né? É, ela é difícil de ser encontrada, claro. Pela internet é fácil, você encontra tudo. É só colocar lá sementes para biojoias, materiais para biojoias que encontra. Bem fácil, né? Isso aqui nós vamos começar já a montar o colar. Então nós vamos colocar seis sementes de açaí, sendo três em aqui, lembrando que são dois lados, né, do colar. Então vamos colocar aqui três. Tem uma quantidade aqui também ou Olha, é aleatório, mas eu acho que o que colocando três, ela fica bem graciosa, sabe? Harmônica, né? Porque é, fica harmônica, dá dá um jogo bom. Aí do outro lado também três, né? Lembrando que essa semente que eu eh tô fazendo aqui é o açaí natural, que ele também pode ser tingido, mas eu eu gosto mais da sementes natural. Então, olha, colocou três de cada lado, agora a gente coloca uma casca de coco. É agora que entra aí, pessoal, a casca de coco que vocês conferiram na lista de materiais, tá? Aí vai ajeitando aqui do outro lado. Vocês podem fazer tudo de um lado só e depois fazer o outro ou vai fazendo alternado, né? Alternado, né? É mais fácil alternado. Clara, qual que é a dica aí para quem tá começando, né, a fazer uma biojoia? Eu acho que fazendo alternado é bom, porque você vai verificando se os tamanhos estão bons. E uma dica que eu dou é usar as sementes mais ou menos no mesmo tamanho, né? não colocar assim uma grande, uma pequena, uma média, usar mais ou menos. Eh, porque principalmente o açaí tem variação de tamanho, tem a grande, a média e a pequena, né? Então, a gente sempre procura manter um padrão que fica, eu acho que a biojoia fica mais eh o visual fica melhor, né? Vamos dizer dizer assim, a estética dela, né? é a estética dela. Então aqui coloca de novo a casca de coco, né? Ó, aqui já tem um um início. Um início. É isso. Até vou pegar aqui pro pessoal de casa dar uma olhada que a Clara tá fazendo. É, ela começou, né? É, vai ficar exatamente assim, ó. Isso. Exatamente. Esse esse colar aqui. Só que aqui tá tingido, né, Clara? é ting a gente já começou a fazer essa ponta aqui, né? Todo esse esse trabalho aqui bem bonito, né? É. E o pessoal gosta muito do açaí colorido também. É muito muito bem aceito, né? Tanto a jarina como o açaí. E você tava até dizendo que seria uma parte descartada, né, do açaí e que no fim, né, consegue aí ser transformado em uma joia, né? Porque o açaí que a gente consome na alimentação é a polpa, né? E a semente vira um resíduo. Esse resíduo é descartado na natureza. Então, por exemplo, em Belém existem montanhas assim nas ruas de Belém, Manaus, né? E locais da Amazônia, tem eh montanhas e montanhas de açaí, porque eles produzem muito, né? É o local que mais se produz. e fica esse descarte na natureza que gera também eh um problema ambiental, né? Com certeza. Então, eh a gente tá usando esse material como um recurso eh eh artesanal é muito interessante. É a gente também tá contribuindo com o meio ambiente, né? Com meio ambiente. Com meio ambiente. O que iria, né? Seria resíduo é transformado, né? Isso é transformado em uso, né? Novamente. Sim. E eu vou dizer uma coisa, açaí é uma semente pequena, no entanto ela é muito resistente, né? Porque tem frágil, né? É, ela ela não é frágil, ela é muito resistente. Então é um material que você tem por anos a fio, lógico, a gente também tem que saber conservar, não pode molhar, não pode eh entrar numa piscina, né? É isso. Até que eu acho interessante a gente falar os cuidados com a biojoia, né? Se tem alguma orientação nesse sentido também. Não pode molhar, então não, não pode porque é um material orgânico, né? E a semente é muito interessante porque quando ela entra em contato com água, com líquido, ela entende que ela precisa ser germinada. Olha, então ela começa a inchar, ela começa ela começa a se preparar para germinar. Então, eh, isso acontece, né? Então a gente não pode molhar mesmo nenhuma sem acho que só a Jarina, viu? Porque a Jarina praticamente já virou uma pedra, né? Mas eu não recomendo porque material orgânico, né? A gente tem que eh ter todos esses cuidados. E outro cuidado importante é no para armazenar. Por exemplo, uma biojóia. Se você guardar dentro de um de um armário fechado, de uma gaveta fechada, também não é bom, porque pode eh dá fungo, né? Ela fica num ambiente fechado, porque sempre lembrar que é um material orgânico. Então, ou você guarda, ela pode escurecer também, dependendo da pedrinha, não. Olha, às vezes ela escurece, ela vai ficando mais amarelada, mas é pela ação do tempo mesmo, sabe? tanto a jarina como o açaí. Então, eh, mas os cuidados principais, eu acho, é pra gente evitar umidade, evitar locais eh muito escuros, né? Porque ela também gosta de sol, né? E para guardar, Clara, qual que é a melhor forma? Assim, vidro, não colocar, né? É numa gaveta. Plástico. Não, nem gaveta. Ou assim, se você quer guardar, por exemplo, eu gosto, as minhas eu guardo num num cabide assim, num penduradas penduradas expostas, né? Eu eu prefiro, eu não guardo em lugar fechado. Agora eh um jeito bom também de guardar, aliás, o ideal seria guardar em travessas de vidro, sabe? Essas travessas grandes de vidro. guardar ela deitada, deitada e com um fechamento hermético, porque ali não vai entrar nada, né? Tá bem preservado, né? Tá bem preservado. Então, mas o importante, o principal é não fechar ela, né? num não num deixar num lugar eh escuro eh que sujeito a mofo, a umidade, a traça e e tem tem e quando a gente também confecciona, a gente acaba eh fazendo, eu, né, principalmente ensino, gosto de ensinar a fazer os tratamentos antifúngs, né? Ah, existe, existe como que é feito? Então, são várias etapas. Eh, você tem que dar um banho de ervas muito rápido nelas, né? Bom, antes disso tem que dar um um choque térmico, né? Deixa água quente, congelada. Não, não, não. Você põe no congelador por três dias, né? E depois disso dá um choque térmico pondo no sol, sabe? Porque aí mata tudo que tiver ali. Olha que interessante isso. Eu não sabia. É. Aí depois disso a gente faz um banho de ervas bem rápido, coloca e tira, né? Pr exatamente pr ela não estufar. E nessa aí usando ervas que são antifúng mesmo, né? Como alecrm, a citronela que é famosa, né? Por se afastar insetos, o cravo, né? O manjericão, sabe? Mistura tudo, ferve água e não é no álcool. No álcool. É um banho de de ervas no álcool. E aí depois disso, olha quanta coisa, hein? Depois disso a gente hidrata. Hidrata. E como que é essa hidratação? Eu gosto de hidratar com óleo de coco ou óleo de girassol. E e nesse óleo eu já coloco também o óleo e melaleuca, que ele também é ótimo, né? Ele é ótimo. É antifúrgico também. Ele é antifúrgico também. E e aí e a hidratação é importante porque a gente tem que pensar que por ser um material orgânico também resseca, né? É como a madeira, é como couro, né? Que a gente tem que hidratar para manter a beleza. É uma joia mesmo, né? Precisa de todos os cuidados, né? Precisa de todos os cuidados. Exatamente. E aqui, Clara, você tá continuando, então, só pro pessoal que tá em casa acompanhando todo o processo até acabar o o fio. É isso. É, eu vou fazer cinco. Falta só uma carreirinha aqui. Eu vou fazer cinco. É, você pode fazer seis, pode fazer quatro. Eu acho que entre cinco e seis é o número ideal. É, para ela ficar mais eh robusta também, né? ter volume, porque se coloca só três fica nochinha, né? Até porque essa peça já é bem grande. Se você colocar um três, né, bolinhas ali, não vai ficar legal mesmo. É, tem que ser proporcional, porque o que eu me encanta na biojoia é que ela é uma escultura, né? A gente pensa na, eu penso na biojóia como uma escultura. é um é um visual, é uma arte tridimensional. Então vocêud todos os elementos tem que tá compondo ali para que que ela funcione como uma como não é uma coisa assim como uma pintura, um desenho, né? Ela tem lados, ela tem volume, ela tem proporção, né? Tem o peso também, até como você falou, as cores, né? precisam conversar, né? Tem que conversar entre si, tem que conversar. Ó, um, dois, falta uma só. Então, eh, e outra coisa também que eu particularmente adoto na Biojoia, eu não uso cores muito artificiais e assim mesmo essas que são tingidas, eu procuro as cores mais próximas da natureza. Por exemplo, eu não gosto de uma biojoia, é uma semente tingida de rosa pink. de amarelo limão, sabe? De verde abacate. Eu não gosto. Eu acho que ela fica eh foge um pouco do conceito, né? Perde um pouco a identidade, né? Claro. Então eu eu ou ela eu uso no na cor natural, né? E ou então cores assim que foram tingidas, mas que estão próximas da do que é natural, né? Do que é daquele daqueles elementos da natureza. Sim. Assim, por exemplo, se você pensar, tem gente que faz, tem muita gente que faz e gosta, mas se você pensa nessa peça toda em rosa, pink, por exemplo, eu acho que já quebra, né? Já já como a gente tá falando, né? Perde um pouco o significado, né? É, é até que você falou, né? A bijoia, né? É uma arte, né? Para você. Você considera também esse momento um pouco de um pouco assim terapêutico? totalmente te ajuda muito muito. É, é uma, é um deleite, sabe? Você fazer uma biojoia. Primeiro porque em si elas têm poder terapêutico, todas, né? A mais é a mais conhecida é que eu não tenho nenhum. Essa daqui, a olho de boi, é a mais terapêutica de todas. Olho de boi. Chama olho de boi ou rucuda. Aqui, ó, terminei com a patiúa. Então, aqui já encerrou, né? As cinco. É, então termina que tem essa coisa da uma pedrinha igual do começo. É isso. É, eu acho que que faz uma uma junção, né? Não fica aquela aquela peça solta ali. Aqui a gente dá esse nó. Eu vou até explicar. Esse nozinho é a parte difícil, né? Ele não é, é um nó que no dia a dia a gente faz muito, né? Ó, chama nó azelha. Você vai enrolar no dedo e aí puxa. Para quem tá começando, é bom usar esse agulhão. O agulhão é essa essa pecinha aqui, ó, gente, que a Clara pode usar para dar ajudar a dar um nozinho, né? Isso. Ó, aqui esse lado tá pronto. Aqui falta só a patiuba. Mais uma. Mais uma para encerrar, né? Para encerrar. E agora eu vou fazer o fecho, que o fecho a gente faz, faz um fecho regulável, né? Eu prefiro. E aí daí você coloca mais compridinho ou mais curtinho, né? Isso. A pessoa escolhe, ela vai dos porque o fecho fixo é aquele lá e só, né? Não dá para alterar. Sim. Ó, pera aí. Uma, duas. Não, faltou uma, duas, trs. Uma, duas, 3, 4. Faltou uma aqui, gente. Ah, faltou um uma carreirinha ladinho aqui, né? Isso. Vamos voltar rapidinho. Mas é isso mesmo, né, Clara? Errou, volta, não tem problema, né? Para quem tá começando também, né? Isso. A gente vai fazendo experimentações e vocês podem também simular. O que que é simular? Você monta uma ideia de biojoia. né? Assim, monta sem fazer, só as peças, dispondo as peças. E aí, se você gostar você faz, se você não gostar, você muda. Você pode desmanchar, né, e refazer. É, refazer. Mas como ela só tá naquela simulação, é mais rápido, né? Até ia te perguntar isso, né? Como que é o seu processo para criar as peças, né? Você vai, você busca inspiração em algum modelo que você viu em alguma revista? Algum, eu busco na internet ou você cria mesmo? Alguns eu crio, outras eu vou eh eu busco inspiração, né, no que já existe. Eh, eu gosto muito de observar também eh os adereços indígenas, né, os africanos, porque tem muita informação visual também. E no fim é muito interessante porque as sementes conversam com a gente também. Às vezes ela pede algum modelo, ela pede alguma, é uma coisa muito assim, é até difícil de explicar, mas é muito intuitivo e muito sensorial, sabe? O perfil da da semente, né? É, pede, pede algum, um modelo de jogo. É, porque sempre tem a, a, a casca de coco, é o padrão, né? Que a gente chama de padrão. É tudo que se repete. Olha, isso padrão. Tudo que você faz de um lado tem que fazer do outro, né? E tem alguns colares que a gente chama de assimétricos, que você faz de um lado, um lado de cada jeito também e dá certo. É tudo é construção, né? Tem uns que ficam muito bonitos, são os assimétricos que ficam bem arrojados, né? Clarece esse mercado aí da Biojoias, ele tá crescendo bastante? É uma é uma área boa para quem quer empreender também. Acho, eu acho ótima porque é primeiro porque nós temos uma biodiversidade, né, que nenhum país tem, né? Bom, aqui nós vamos finalizar colocando uma um açaí em cada dupla, né, de de fios. Aí, ó, pôs o açaí, dá um nozinho aqui, só um nozinho simples. Aí, puxa, corta o excesso e sela com o esquerdo novamente. É isso. Sempre tem que ser feito aqui do outro lado também. E quando a o fio começa a abrir, o que que a gente faz? A gente corta enviezado, olha que aí ele forma uma pontinha na diagonal assim para ele não diagonal, para ele não abrir. Tem gente que também dá uma selada com a com o isqueiro, né? Também pode ser feito aqui de novo. Dá um nozinho. Nozinho é sempre o mais complicadinho, né? Mas no fim a gente faz até de olho fechado, sabe? É mais a prática, né? Claro. E é no fim o isqueiro precisa ficar muito tempo, não? É só o tempo dele dar uma derretida, ele derrete, já finaliza, né? Ó, aqui nós já temos as duas pontas e agora vamos partir pro fecho em si, que é um um trabalhinho de macramê. Aí você vai cortar um pedacinho. Olha, um pedacinho aqui, mais ou menos 20 a 25 cm. 20 a 25 aqui pro fecho, né? É pro fecho. Aí a gente faz isso daqui, ó. Abre o colar e cruza. Cruza as duas pontinas. As duas pontas. Tá? No meio desse cruzamento, a gente vai encaixar o fio, acha as duas pontas, dá um nó e aí começa o macramê. Eu gosto de virar. Aí começa aqui o macramê. O que seria esse macramê, cara? Explica pra gente. Macramê. Cram é um ponto, é, é uma técnica, né, que se trabalha no com os fios têxtis, que é um tipo um trançado. E nesse caso aqui ele ele é usado para fazer o fecho, sabe? É é o o que eu gosto desse fecho é que ele fica seguro, dá um acabamento bonito, né? Não tem perigo de abrir, né? Não, não, não vai desprender. Ele não incomoda também no corpo, né? Fica muito grosso, né? Não, não fica. Então ele é eu eu acho que é o ideal. Tem outras formas também de se fazer o fecho, mas no caso do fecho regulável é o macramê mesmo, é o mais utilizado. Ó, pouquinho já deu. Aqui a gente fecha. Eu gosto de dar dois nós para ficar bem reforçado, né? É bem reforçado. Aqui corta uma ponta. Não pode cortar as duas numa vez só. Por quê? Porque ele pode abrir. Então você corta uma ponta e sela. Aí que vem, corta outra e sela. É uma de cada vez. É tudo normas de segurança. Sim. É para não ter correr o risco depois, né? Claro. É. É porque às vezes o colar tão bonito e no fecho a gente, ó, aqui tá finalizado, tá vendo? Olha aqui. Lindo, né? Muito bonito. Aí, colar pronto com as as sementes de açaí, né? Sementes de açaí. Jarina. Jarina. Patiúba. Patiúba. Clarzinho. Pronto. E na cor, né? Na cor natural, né? Claro, esse aqui na cor, tudo na cor natural, da própria semente mesmo. Agora a gente vai pulseira, vamos confeccionar a pulseira agora. Vou deixar esse aqui nesse cantinho. Pulseira. A pulseira é fácil. Pulseira é muito fácil. Aqui eu até peguei um fio maior, mas pode ser dois fios de 40 40 cm. É um pouquinho maior. É um pouquinho maior. Aí vamos dar um nó. Nessa altura aqui de 10 cm, damos um nó que é para iniciar, né? Aí é esse nózha mais ou menos ali no meio, né? É, não no meio. 1/3 1/3 vai aqui vai ser uma das pontas. E aqui a gente vai colocar eh 17, eu calculei 17 eh açaí de cada lado. Uma pode até ser um pouquinho menor. Pode fazer uma com 16, outra com 17. Olha, eu vou pondo aqui. Isso também depende do tamanho que a pessoa quer, né? É, também. Eu tô fazendo uma pulseira que é pro meu pulso, né? assim que o tamanho aí vai depender, né, pessoal, do tamanho de cada de cada pulso, né? Isso. O ideal é a pessoa medir, né? Ela ela mede e ver qual o tamanho que ela quer. Então, vai variar, vai ser de não vai precisar de mais de 40, dois fios de 40. Eu pus a mais aqui justamente porque depois dá para tirar o excesso, né? Melhor é mais, né, do que isso faltar, né? É. E tem gente que gosta mais comprido o fio ou mais curto, né? Também tem isso aí. Vai variar o modelo. E agora nesse processo é só ir colocando só colocando, enfileirando, enfleirando as sementinhas. Aham. 2 4 6 8 10 12 14 15. Eu vou fazer tela. Tá grandinha. Eu vou fazer aqui é maiorzinha mesmo. Aí são mais de 17, então é, tem aqui é 17. É que também depende do tamanho da do tamanho. Aquela ali que já tá pronta. Ela era ela era pequenininha, né? Ó essa aqui, gente, que é o que a Clara tá fazendo agora, a pulseira, né? É de biojoia com a semente de açaí também. Aí é só a semente de açaí porque essa é uma pulseira bem básica, né? Assim, para quem tá começando, ela é bem simples de fazer e e combina. É uma é uma coisa que combina assim fácil, né? E legal porque a pessoa vai ter o conjunto, né? Tanto o colar quanto o brinco e a pulseira. Sim, isso. Ela tem o conjunto. E tem gente, isso a gente vai observando no com o tempo, que não usa colar, mas usa pulseira. Sim, né? Eu, por exemplo, o brinco não pode faltar porque eu não consigo. É, é, eu também gosto muito do brinco e do colar, né? Brincar. É. E até a gente tava comentando um pouquinho antes, né, Clara? O mercado de biojoas ele tá em alta, né? Super em alta. Super. É um é uma área bacana para quem quer começar também empreender. Gente, a Clara tá falando aqui que tá bem, tá bastante, né, em acessão, favorável porque eh muitos artistas, né, muitos famosos têm usado, viu? Jó, isso também ajuda, né, ajuda a divulgar, né? me ajuda a divulgar e também porque eu acho que tem tantas possibilidades, se vocês fizerem uma busca na internet, vamos ver quantas possibilidades que tem estéticas, né, com com as biojas. Então é assim, é muito bom porque não fica assim todo mundo fazendo a mesma coisa, né? É, aqui, por exemplo, a gente tá trazendo uma possibilidade, né? Mas são muitas milhares, entre milhares. Muitas criações, né? Aqui, muitas. As pessoas podem tendo ideia ir fazendo aqui. A pulseira já tá pronta, então ainda não tá pronta. Aqui eu já vou fazer a o finalzinho, né? Que é primeiro, antes de tudo, vamos acertar todos os fios, né? Pr ela ficar tá quase no mesmo, ficar do mesmo tamanho, né? É. E aqui a gente pode pôr até, se quiser fazer uma graça, em vez de pôr a eh o açaí redondinho, faz, põe o tubinho, um outro acabamento, né? É, um outro acabamento. Eu acho interessante mudar, né? Que que eu acho que dá um charme aí todo especial, né? Pr pro acabamento. Isso, ó. Tubinho no fim. E pode pôr dois, né? Também. Dois de cada lado. Aí tem várias. combinações possíveis. E aqui é a mesma coisa. Vamos selar. Vamos cortar e selar. Corta o excesso, né? Sempre sempre nessa mesma nesse mesmo processo, né? Porta na diagonal e sela com o com isqueiro, né? É na chama azul. Ah, na chama azul. Na chama azul, porque amarela preteja. Ai, olha, interessante essa dica, né? Claro que eu não sabia também. Pois é, pessoal de casa. É, são coisas simples, mas sabe que fazem toda a diferença, né? Fazem toda a diferença. A chama azul, ela só dá aquele fica, né? O é ali não escurece. Não escurece. Aqui nós vamos pegar de novo um pedacinho para fazer o macramê. Mesma coisa. Aí você vai isso. Cruza cruzar. Mesma coisa do é do colar. Cruza aí, coloca aqui o fio bem no meio, né? Amarra bem. E para quem tá começando, é bom pegar um fio maior. Pega 20 cm, né, para fazer o facilita, né? Facilita. Mesmo cortando o excesso, fica mais prático. Ó, aqui também não precisa de muitos pontos do macramê. Os quatro já são suficientes. Como ela é menorzinha, né? É, ela é menor, é tranquilo de E aqui é a mesma coisa, dá dois nós bem feio, bem apertadinho. Aí mesmo processo, corta e sela. Lembrando que um de cada lado, um de cada, um de cada vez, um de cada vez, pr não ela pode abrir, porque esse fio ele é encerado, então ele pode escapar. Por isso que a gente usa essa medida de segurança. Agora, se for fio de algodão, eu não uso muito fio de algodão, a é outro processo. Ó, aqui, fecha e abre. É, regula, né, o tamanho que regula que a pessoa acha necessário, né? Que é mais apertado, dá para fazer, que é mais soltinho também, né? É. Tão vendo? Então aqui pode fazer com três fios também, fazer uma pulseira maior com três, quatro, né? Já vi até com quatro fica bem fica bonito. E aqui também pode fazer mais, deixar mais próximo. Aí cada um escolhe o E além disso, né, Clara, eu tava pensando, é um ótima, é uma ótima opção de presente, né? Você mesmo faz e presentei alguém. Eu os presentes que eu dou são só BJóia e todo mundo adora. Adora, né? É uma peça única, né? Uma peça única. Olha que bacana, gente. Aqui é a pulseira que a Clara acabou de fazer também aqui com as sementes de açaí. Isso. Agora nós vamos fazer o brinco. É isso, Clara? Isso. A a última parte, gente. A última peça é esse aqui, ó. Esse brinco que a Clara vai fazer pra gente. Olha que bacana que foi criado por uma aluna. Esse modelo foi criado por uma aluna Ionice lá na ONG do Maria Rosa, né? E aqui a gente vai usar pastiúba e o a semente do açaí. Aqui tá a base, né, do brinco. Vocês vão colocar é cerca de é 15 cm. E aí a gente começa aí vamos colocar três açaí, sempre procurando ele eu assim terem o mesmo tamanho, equivalente, né? Mesmo formatinho também, né? É, também o mesmo formatinho. Aí quando chegar na três, eh, ali eu pus quatro. Vamos, vamos fazer igual aquele. Quatro para ele ficar um pouquinho quatro cada lado, né? cada lado. Quando chegou na quarta, coloca a semente da Patiuba. Aí coloca mais quatro. E esse modelo foi uma Luna Clara, uma Luna que criou a Ionice. Olha, ela criou. Nossa, nós adoramos. Temos o dos nossos servi de modelo aí para pro outras para outras criações. Sim, para outras criações, né? Esse trabalho que você tava comentando é da ON, né? É da ONG da MA Maria Rosa. Qual que é o principal objetivo, Clara, desse trabalho? Esse trabalho é é ensinar, né, capacitar as pessoas, é uma capacitação longa e também ajudar a empreender, né? ter uma ajuda para pro empreendimento mesmo, porque essa oportunidade para quem quer começar aí o próprio negócio, o próprio negócio no no ramo de biojoias, como outros também que eles têm lá, né, outros projetos. Olha, então aqui nós preenchemos quatro de cada lado e aqui vai ser o a finalização que e é muito interessante essa finalização porque embute o fio. Então olha, acabou aqui, a gente começa aqui na primeira, né, onde começou a primeira e vai passando por dentro novamente. Vai escondendo o fio. Vai esconder o fio, né? É. E além, é tão legal porque além de esconder o fio, ele fica mais, é resistente, porque aí fica com fio duplo, né? Por isso que esse modelo a gente sempre faz com um fio só, porque você começar com dois fios, depois fica muito grosso. Aí ele não passaria nesse É, é, até passa, mas você fica lutando ali, né? Não precisa disso, ó. Então vai, vai passando, né? O brinco é bem mais rápido. Ah, o brinco é do que as outras. Sim, o chaveiro também é rápido, né? Dá para fazer, ó. Vou até chegando até onde der. Passa aqui. Puxando até, né? É, dá pr entrar mais um pouquinho aqui, ó. Aqui já deu, já, já tá bem seguro, né? E aqui a gente corta o mesmo processo. Corta e sela. E sela. É, tendo cuidado aqui para não pegar o fio de baixo. É, não pegar de baixo e nem na na sementinha também, né? É. E nem o dedo. Tem são vários vários cuidados ali, né, Clara? Nessa parte vários aqui, ó. Tá pronto ele. Olha, gente, bem rapidinho. Ficou pronto o brinco. Bem rapidinho. Então, aqui a gente tem o conjunto. Todo conjunto. É, vamos mostrar pro pessoal. Clara de casa. Conjunto prontinho. Pronto. Colar. Tá a pronto aí, ó. Duas, né? A pulseira aí com duas, né? Du dois fios, né? E para você combinar, né? O brinquinho também. Então você vai ter um conjunto completo de biojoias, né, Clara? Então vocês vão ter um conjunto colar, coceira e brinco, né, Clara? Valorizando o nosso ecossistema, a nossa natureza, né, a Amazônia, como você disse, né? Aham. E e também valorizando o artesanal, né? Tudo que é artesanal, tudo que é feito com muito carinho, eh com muita, eh, como se diz, com muita inspiração, né? muita inspiração, muita criatividade, porque a eu sempre digo que a somos parceiros da natureza, né? Ela já fez essas estampas maravilhosas, esses formatos, né? É só a gente saber reaproveitar, reaproveitar, combinar, né? Valorizar, enaltecer, né? E e aí é isso aí fica resulta nesse trabalho que eu acho que que tem várias funções, né? Não só a estética, ele acaba gerando vai eh vai além, né, só da função estética. É, pode gerar renda, ser uma fonte de criatividade, de terapia, né, para quem quiser começar. Terapia. Sim, claro. Então, gostaria de te agradecer. E eu que agradeço, né, por tá aqui ensinando a gente, né, a fazer esse conjunto de biojoias, falando um pouquinho do seu trabalho, da sua pesquisa, da ONG. E para quem quiser, né, entrar em contato, eu gostaria que você passasse suas redes sociais, os telefones, até para quem quiser também fazer parte da ONG, fazer algum curso na ONG, por favor. OK. Eu tenho Facebook, também tá como Clara Aidar, Instagram também tá como Clara Aidar e o meu WhatsApp também, né, eh, 1983803729. Quem quiser algum esclarecimento, né, mesmo uma questão de onde encontrar esses materiais, pode pode eh entrar em contato comigo, tá? OK. E eu agradeço mais uma vez a oportunidade. A gente que agradece, viu, Claro? Bom, pessoal, então encerramos, né, mais um Faça Você mesmo. Lembrando que você pode conferir todos os nossos quadros, os nossos programas no YouTube da TV Câmara Campinas. A gente se vê no próximo programa. Até lá. เฮ [Música]
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