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Faça Você Mesmo | Brincos praianos
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Faça Você Mesmo | Brincos praianos

440 views Publicado 25/10/2025 HD · 50:03

Descrição do vídeo

No episódio de Faça Você Mesmo de hoje, a artesã Vânia Jordão ensina o passo a passo para criar brincos praianos com conchinhas, um acessório leve, colorido e cheio de personalidade — perfeito para o verão! ☀️ Com um estilo artesanal e sustentável, o tutorial mostra como transformar conchinhas e miçangas simples em peças únicas, ideais para quem ama moda criativa e quer aprender a produzir suas próprias bijuterias em casa. O programa apresenta desde a escolha dos materiais até as técnicas de furação e montagem, valorizando o trabalho manual e a liberdade de criar acessórios originais e personalizados. 💡 O que você vai aprender neste episódio: Como preparar e furar as conchinhas com segurança; Técnicas simples de montagem para iniciantes; Como combinar miçangas, argolinhas e alfinetes de bijuteria para criar efeitos de movimento; Dicas para aplicar supercola e finalizar os brincos com acabamento profissional; Ideias criativas para variar o design e deixar cada par com a sua identidade. 🎨 Materiais e ferramentas utilizados: ✔️ Furadeira elétrica ou manual ✔️ Broca pequena (1 a 3 mm) ✔️ Base de brinco tipo anzol ✔️ Alfinete de bijuteria ✔️ Argolinhas de bijuteria ✔️ Alicates específicos de montagem ✔️ Miçangas e contas coloridas ✔️ Conchinhas leves e variadas ✔️ Supercola Durante o programa, Vânia compartilha segredos do ofício e mostra como a criatividade pode virar uma forma de renda extra. Com poucas ferramentas e materiais acessíveis, é possível produzir peças lindas para uso pessoal, presente ou venda — tudo com baixo custo e muita originalidade. Além de ensinar o passo a passo, a artesã fala sobre tendências da moda praiana, como o uso de elementos naturais e sustentáveis, e dá dicas de como combinar os acessórios com diferentes looks, seja na praia, no dia a dia ou em eventos ao ar livre. 🌺 ✨ Dica da artesã: “Cada conchinha tem um formato e uma história diferente. Quando transformamos isso em um brinco, a peça ganha significado e se torna única. O segredo está no cuidado e na paciência.” — Vânia Jordão 📺 Faça Você Mesmo é um programa da TV Câmara Campinas que valoriza o talento, a criatividade e o empreendedorismo artesanal. A cada edição, você aprende novas técnicas, descobre ideias sustentáveis e se inspira para colocar a mão na massa — transformando pequenos materiais em grandes criações. 🎥 Assista agora e aprenda a criar seus próprios brincos praianos! Deixe seu comentário dizendo o que achou do resultado e compartilhe suas criações nas redes sociais com a hashtag #FaçaVocêMesmoTVCâmara. 🔔 Não se esqueça de curtir, se inscrever no canal e ativar o sininho para receber as próximas aulas e inspirações artesanais! Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, gente. Começando mais um Faça Você mesmo. [música] E olha, esse aqui tá especial, viu? A mulherada adora se enfeitar. E quem vai me ajudar nessa tarefa hoje é a Vânia Jordão. É artesã. Tudo bem, Vânia? Tudo, Carla. Vânia, é isso mesmo, né? Mulherada adora se enfeitar, né? Muito. Como dizia a minha avó, colocar uns penduricalos assim, ó, sabe? Quase não chama atenção, né? É até gostoso. A gente vai andando, faz aquele barulhinho. São brincos assimétricos. Como é que a gente, como é que você denomina essa arte sua, Van? Então, eu trabalho com arte náutica [música] de maneira geral, mas essa parte em específico são joias do mar. Até porque as peças [música] que vê do mar, elas já são joias por natureza, né? Eh, uma concha, né? Conchas com [música] outros formatos, os brilhos que as conchas acabam trazendo, as pérolas. Então, joias do mar, porque eu também vou agregando prata, vou agregando materiais [música] banhados a ouro e qualquer peça que a gente usa para adorno, ela pode ser chamado de joia, mesmo que [música] ela não seja com um material nobre como o ouro, como a prata. É mesmo. Olha, uma curiosidade. Eu acho que muitas pessoas não sabiam disso. É verdade. Então, a gente tem aquela [música] tendência de achar que uma joia, ela precisa ter um valor muito elevado, mas ela também pode ser chamada de joia. [música] a exemplo de peças feitas com sementes ou outro material orgânico, como a concha, como pérola e coral, ela pode ser chamada de biojoia. Bio [música] porque ela tá associada com coisas da vida, da natureza e joia porque é um material de adorno. Então são joias, joias do mar. Jo bom, então hoje nós vamos aprender a fazer [música] joias do mar. Anote os materiais. Bom, então para você fazer o produto de hoje, você vai precisar das ferramentas: furadeira elétrica ou manual, broca pequena de 1 a 3 mm, base de brinco, pode ser o formato anzol ou outro de sua preferência. Alfinete de bijuteria, [música] argolinhas de bijuteria, alicates para bijuteria, miçangas e contas variadas, conchinhas leves e variadas e super cola. Bom, é isso. Materiais em mãos. Agora, mão na massa ou mão na joia, né, gente? Vamos lá. Agora você me despertou o interesse porque assim, quando você fala eh dos produtos que vem do mar, né, como é que você consegue esses produtos? Bom, a maior [música] parte das pessoas pensam que a gente vai pra praia e coleta e isso não é verdade. [música] Existe uma legislação brasileira já até algum tempo em que é proibido [música] fazer grandes coletas na praia. Então eu me lembro da minha infância em que a gente pegava [música] um baldinho, um saquinho e recolhia um monte de concha e levava para casa. [música] É possível que muita gente que tá ouvindo a gente agora vá ter uma memória afetiva a respeito disso. Então, hoje não se pode fazer isso. Todo o material que eu uso é material comprado ou material que vem de descarte, seria considerado um resíduo do uso da das conchas. Então, por exemplo, essa concha que eu tenho aqui, ela é uma concha do Brasil, de um lugar, né, [música] no Rio de Janeiro, na ilha grande, onde as pessoas fazem cultivo, criação mesmo, são fazendas marinhas e criam essas conchas para abastecer restaurantes. Então, quando a pessoa vai num restaurante, no cardápio tem Vieira, Escalope, são essas conchas, elas crescem bastante, cada uma delas chega a ficar desse tamanho ou mais. E aí a carne desse molusco é servida normalmente em conchas grandes, conchas de tamanho assim ou maior. O restaurante aproveita algumas dessas conchas, como um prato, né, para servir bonito e tal, e as outras descartam. Então aquele lixo que vai ficar incomodando muito na região e tudo, eu pago algumas pessoas [música] que vão lá retirar, fazer a seleção, limpar e mandar para cá. Então ainda [música] tem famílias que vão viver disso aí, vão ter uma renda voltada para esse trabalho. Então eu posso usar porque são conchas de descarte, um reaproveitamento e ao mesmo tempo que você está oferecendo [música] esse produto, né, pras pessoas, pros seus clientes, você acaba cooperando com um ecossistema, que é essa geração de empregos, né, que ao mesmo tempo são pessoas que estão ajudando a não deixar esse [música] lixo, esse resíduo espalhado. É, nas fazendas de Vieira, por exemplo, eh, conchas que morrem num tamanho inferior, elas precisam ser retirad [música] porque senão ela pode contaminar a fazenda. Então, ex material retirado não pode ser devolvido ali para aquela fazenda. Uhum. Sob contamina, sob perigo de contaminação. Então, essas conschas também vão pra venda. É o caso [música] dessa pequenininha aqui. E existem países em que as pessoas comem como comida de rua, como se fosse o nosso espetinho, né? Conchas como essa. Então as pessoas vendem num potinho e aí se pega com palitinho lá e come o molusquinho temperado. Na Ásia é muito comum, então é um lixinho, se vende bastante. Aqui em Campinas tem lojas de artesanato que a gente pode comprar conchinhas assim [música] que em grandes mercados como a central de abastecimento, né, aasa, [música] existem lugares para vender. E tem países em que as pessoas cultivam mesmo para [música] esse fim. Eh, pessoas que colecionam, pessoas que fazem joias, que fazem arte. É o caso de abalones, de conchas como essa que não foram pintadas, elas têm coloração assim. Olha, que legal, né? Eh, e aí eu faço trabalhos sobre elas. Uso folha de ouro ou pinto, por exemplo, esmaltes que a gente encontra [música] na no comércio em geral, né? Prateado, dourado, faz uma bordinha. Aqui foi feita com folha de ouro. Eu uso uma variação da furadeira que [música] tem uma lixinha na ponta. Tiro toda essa cobertura, a concha fica assim, olha, com o seu lado de madripérola aparecendo. [música] Olha que que peça bonita que fica. Então, a gente pode fazer do material que tá à disposição, comprado, eh, de forma e ambientalmente aceita. Uhum. entra no Brasil pelo Ministério da Fazenda [música] sem incorrer num crime ambiental. Que legal. Então, são esses os materiais que eu uso, todos eles certificados ou réplicas, né? Um coralzinho como esse, como esses aqui, que são de materiais sintéticos. Legal. Bom, e pra gente começar a fazer o nosso [música] a nossa joia do mar, você costuma começar por onde? Qual que é costuma ser a sua base? Então, normalmente eu já tenho várias coisas furadas como essa concha. Uhum. E então eu posso agora escolher o que eu vou querer montar. Então, normalmente eu pego assim, brinco que eu [música] perdi um par, então uma sugestão pras pessoas aproveitarem. Eu tenho, por exemplo, peças de um colarzinho que arrebentou, foi o caso desse aqui. E tem um monte de pecinhas soltas. Ou então, como eu faço para vender? Eu trabalho em feiras. Eh, todas as pecinhas que eu compro, eu tenho ali. Então, eu posso fazer assim, uma montagem imaginária para ver se tá bom. Ó, eu vou querer usar essa concha. Uhum. E aí eu vou pôr uma perolazinha. Vamos ver aqui essa pérola. Na sequência eu vou pôr um pouquinho de cor. Olha, tem um cristalzinho que era de um colar quebrado. Vou pôr na sequência e vou pôr um outra pecinha [música] aqui. Essa é um açaí. Aí eu vejo se criou uma harmonia. Bom, eu gosto de coisas coloridas. Vou considerar que que que tá bom essa harmonia. Aí vou usar um alfinete, né, para ligar tudo isso aí. E nesse contexto eu vou querer finalizar ela com uma base que tem um dourado bem intenso. Hum. Tá? Então isso aqui o alfinete vai ligar essas peças todas e eu vou pôr uma base e vou pôr essa aqui, ó. São peças que eu também encontro no mercado aqui ou compro pela internet. Bom, vai combinar aqui com esse fim, tá? Aí eu olhei aqui, achei que tá harmonioso e vou fazer isso. Como eu tô fazendo releituras das peças lá dos anos 80, em que as pessoas usavam assim um brinco comprido de um lado, geralmente era uma pena, às vezes pena de pavão, né? E um outro brinco pequenininho ou só um, né? Não tinha o par. Eu vou pensar o que que eu vou pôr do outro lado. Deixa eu ver. Às vezes eu tenho até um brinco também que já se perdeu por aí. E só tem um pé, ó. Eu tenho pronto aqui um brinco de pérola que eu realmente perdi o outro lado. Uhum. Ai, que dó, né, esse brinco. Bom, ele vai combinar com a pérola que tem aqui, ó. Então eu vou deixar assim, vou fazer esse esse e uma segunda opção, hum, por exemplo, quando você compra [música] a base do brinco, normalmente vem o parzinho, nézinho. Vale também a pessoa aproveitar [música] as duas partes que ele vai parar aqui. Vale, vale. Olha só, ele tem uma estrutura aqui para aprender alguma coisa, né? Para pendurar algo nele. Aham. Mas isso aqui não aparece. Olha, se você colocar aqui, ó, ele não vai aparecer. Mas eu também, caso não gostasse disso aparecendo, eu viria com alicatezinho de corte [música] aqui e poderia tirar essa estrutura de prender alguma coisa. O brinco ia ficar com a [música] equivalência, ops, equivalência da base. Ó, as duas partes aqui equivalendo. Ah, então ia mostrar que é um par mesmo, que ele foi feito especificamente para ser um par. Para ser um par. Que legal, né? Então eu tenho assim várias opções. E aí vai muito da criatividade também, né, V? Ah, vai. Ó, a pessoa pode falar: "Não, eu não gostei. Eu achei muito colorido. Eu vou deixar uma coisa bem neutra. Aí eu vou pôr aqui [música] algo bem delicado. Só pérolas de vários tamanhos, ó. Uma grande, uma menorzinha. Essa aqui não é uma pérola, né? É uma semente também. É uma madeira. Uma madeira de reflorestamento. [música] Olha que legal, ó. poderíamos pôr aqui porque ela ela cria uma harmonia com o rústico da concha, né? Um tom escuro da concha [música] e aqui um tom claro, né? Ó, e eu tenho o rústico da concha da madeira e o o tom mais clássico da pérola. Então fica inusitado. A gente tem assim muita criatividade para pôr em prática. E não é uma coisa que a gente poderia montar e falar: "Ai, [música] depois de pronto eu não gostei". Porque você porque você já, né, vê, você pode voltar ele para você, né, e ter a ideia. Então eu vou E aí, como que você vai interligar [música] tudo isso? Isso eu vou começar a fazer. Essa não tá com furo, então eu vou furar agora. E agora como que a gente faz para interligar todas essas peças? OK, então vamos fazer. Eu vou tirar essas coisas aqui para fazer assim. Qual você gostaria que eu fizesse, Carla? essa montagem aqui ou aquela mais colorida do início? Ah, eu acho que eu gosto mais dessa clássica, tá? Então eu vou furar porque essa eu não tinha furado anteriormente, tá? Eu vou pegar do lado oposto dela, tá? Eh, essa furadeira não precisa que as pessoas tenham essa aqui, é que como ela é mais prática para [música] eu usar bastante, mas até uma furadeira grande, se a pessoa colocar uma broca pequena, vai bem. Existem umas furadeirinhas em [música] que é a broca só e um cabinho pra pessoa ir girando a broca. Lógico que isso vai demorar mais, né? Porque é uma furadeira manual, mas dá [música] certo. Uma outra coisa que também dá certo, mas também demora, é algo com uma pontinha afiada, uma tesoura com a pontinha afiada, o alicate [música] com a pontinha afiada. Nossa, mas dá conta uma faca? Dá. Então a pessoa vai forçando e o áspero da alguma coisa pontuda vai abrindo e Mas não corre o risco aí de quebrar o restante da Não, [música] não, não. As conchas são muito resistentes, elas ficam no mar jogadas para cá e para lá, então não corre esse risco. Existem pessoas que pegam [música] um prego, aquece um pouquinho o prego e batem na concha com o prego. Eu não gosto porque o furo não fica tão bonito, né? Como eu faço para vender. Eu prefiro assim. E esse também fica bem arredondadinho. Então eu fiz muitas vezes isso quando eu já estive em lugares onde eu quebrei a broca, onde eu esqueci de levar a broca, né? Então é possível, bem [música] demorado. E aqui eu vou rápido, né? Pode ser na mão, pode ser apoiado sobre uma madeirinha, né? Eu não vou apoiar aqui sobre a minha mesa para eu não estragar, então vou fazer na mão. Pronto. Aqui eu tenho o furo e vou [música] colocar um alfinete desse. Como eu tenho coisas douradas, eu escolho um alfinetinho dourado. Uhum. existe dele [música] para vender prateado. Esse aqui, por exemplo, é de prata. Então, se uma pessoa for fazer uma peça que já [música] é uma joia do ponto de vista tradicional, metais nobres, ela compra de prata. Legal. Se ela vai fazer uma joia com [música] ouro, existe o alfinete de ouro, né? Então eu vou colocar aqui [música] deixando a bolinha dele pro lado de fora. Eu poderia fazer com uma argola nele, mas eu quero aproveitar essa bolinha bonitinha que ele tem. Então eu amassei ele e deixei ele com a bolinha fazendo um desenho, tá? Depois eu vou mostrar um outro [música] fazendo uma argolinha com a com o alfinete, tá? Agora eu começo a colocar as coisas, ó. Ele entrou no alfinete. A bolinha também entrou no alfinete e a outra bolinha também entrou no alfinete. Se eu quiser, eu posso passar cola nesse alfinete para deixar tudo firme no lugar, mas não é necessário. Então, cada um pode ir fazendo do modo que preferir. Ah, eu não quero que ela se mexa em nada. Então você pode deixar antes de pôr as peças, passar bem lentamente um pouquinho de cola ou molhar com um palito e encostando aqui, né, para não pingar em nada, enfim, né? Tá pronto. E aí desce as bolinhas. Isso. Uma vez que as bolinhas estão descidas, sobrou. Uhum. Ai, mas como é que eu vou prender aqui, né? Tudo isso. Agora eu preciso fazer uma argolinha, porque eu vou prender aqui nessa outra argolinha. Uhum. Que eu tenho. Bom, eu preciso deixar um pouquinho de [música] eh tô falando alicate, mas é um alfinete. Alfinete. Preciso deixar um pouquinho de alfinete suficiente para fazer uma argolinha. [música] Então aqui eu preciso ter uma imaginação. Quanto será que eu deixo aqui que eu [música] consigo torcer e fazer uma argolinha? Uhum. Bom, se eu deixar tudo isso, vai ficar uma argola muito grande. Uhum. Quando eu virar, então eu vou deixar um cantinho mais ou menos assim, ó. Uhum. Bem aqui, ó. Tá? A experiência faz a gente ter essa noção. É óbvio que quando as pessoas saem fazer pela primeira vez, talvez não dê certo de primeira. Uhum. Né? Então é preferível ela deixar um pouco mais. Esse alicate corta muito rápido. Nem todo mundo usa um alicate igualzinho a esse. Vários parecem mais com esse aqui, mais curto um pouco, né? E tem a pontinha de cortar, tá? Tá. Esse aqui também tem a pontinha de cortar, mas ele é bem pouco afiado. Ah, como eu uso para trabalhar, esse aqui me me atende muito bem. Mas esse tem também a pecinha de cortar, né? Corta. Vou cortar esse que eu que eu cortei aqui para mostrar [música] que ele ele também serve. Ele é dois em Aí deixa mais ao fundo dele, né? É, ó. Aí ele corta mais aqui, ó. Aí, ó, ele não é tão afiado. Ele cortou, mas eu preciso ajudar a separar os dois pedaços, né? Então, para quem tá começando a trabalhar, eh, eu vi que você tem várias opções, [música] né? Sim. Como é que você identifica qual é melhor pro material que você tá usando? Por exemplo, tem essa que é a clássica, né, Super Cola. Tem essa daqui que são de duas fases, não é isso? Isso. Então, essa aqui é uma cola, essa os tipos bonde, né? Essa aqui, por exemplo, é da marca Tech Bond. [música] Existem vários números aqui conforme a viscosidade dela, mais viscosa, menos viscosa. E a gente que faz trabalhos com muitas coisas diferentes, a gente aprende a usar [música] eh a usar a cola para várias coisas, a mesma cola, né? Ou conforme o tipo muito específico. Então você só usa um tipo. Uhum. Então essa aqui para mim atende várias cores, [música] tá? Mas tem algumas colas que só podem ser usados um certo tipo. Por exemplo, [música] esse tipo aqui já não são do tipo bonde. Essa é bonde, essa aqui é bonde. A super bonder é bonde e ela é boa para um padrão. Essa aqui é do tipo epoxy e ela em duas fases. Então sempre vem dois frasquinhos. alguns tipos de trabalho, o ideal é que se use essa. Então, ela sempre tem dois frascos. Essa aqui, os frascos parecem [música] uma cerima, mas tem outros que o frasco parece dois frascos desse, duas bisnaguinhas dessa, mas são sempre dois [música] frascos. Um é a parte cola propriamente dita e o outro é a parte endurecedor. É preciso misturar as duas. Então, por exemplo, eu vou colar uma pedra e num metal. Essa aqui talvez não vai dar um resultado tão duradouro como essa aqui. Eu vou colar um metal com um metal. Essa aqui talvez dê um resultado mais dourador. Então [música] a experiência da pessoa ou o conhecimento que ela fez num curso Uhum. pode fazer com que ela opte por essa Uhum. ou por esse tipo, né? O [música] tipo epoxy ou o tipo bonde. Perfeito, né? Então [música] eu optei por essa aqui, dada a variedade de materiais que eu vou usar, que tem coisas sintéticas, que tem madeira, [música] né, o material orgânico da concha e coisas leves. Então ela me atende muito bem e é muito fácil para as pessoas encontrarem qualquer casa de artesanato, é supermercados, dependendo do [música] tipo, existe, porque tem gente que faz reparos de coisas em casa. Uhum. Tá. É verdade. Então eu optei por não colar essa aqui, não precisei, tá? Então vou fazer o a argolinha. Agora eu pego um alicate que tenha [música] bico arredondado. Uhum. Tá? Então eu seguro na pontinha [música] dele e vou torcer isso aqui, ó, em volta do arredondado, fazendo uma argola, tá? Então aqui, ó, você olhando de perto, você vê que ficou uma argolinha. Uhum. Você quer que ponha a mão atrás para ficar mais fácil para visualizar ou não precisa? Tá. Tá. Aí eu posso ajeitar a posição da argolinha para ela ficar bem posicionada, questão da [música] estética dela, né? Porque ela pode ficar uma argolinha é funcional, mas não uma pontinha. Então dá para esconder, né? Dá para esconder. Que legal. E à medida que eu vou eh a me eh especializando mais, eu posso cortar exatamente numa medida que não sobre nada, fica justa. Aqui. Pronto, ó. Eu tenho essa [música] argola já abertinha. Encaixo ela aqui. Uhum. E venho com um alicate que tem um bico chato, que ele é muito bom para fazer fechamentos, porque is tem [música] que fechar outra argolinha, né? Fech. Olha aqui. E aí [música] o brinco fica com movimento. Que lindo, né? Então, quanto mais eu tiver eh acostumada com os processos, [música] menos sobra espaço. Uhum. Né? Os processos vão ser assim, cada vez mais encaixando tudo. Uhum. Eu tô vendo aqui que essa bolinha grande, ela tá descendo um pouco, ó. É. Então eu depois de pronto, eu opto, vou pôr um pinguinho de cola para ela não descer na parte de trás. Então são pequenos ajustes. Pera aí, deixa eu tirar [música] um pouquinho da cola aqui que ficou aqui. Uhum. E essa parte é interessante porque assim, a Vânia percebeu agora, né, Vânia, que ela ficou um pouco solta, né, que ela tá se mexendo além do que você gostaria. Isso. Então, acho que agora entra a parte da finalização do produto, né? você vai identificar o que precisa ajustar ou não. Nesse caso, você [música] vai ajustar com a cola. Com a cola. Então, essa finalização eu posso chamar de acabamento da peça, né, de eh análise, né, do final do produto, como numa loja as pessoas passam por um controle de qualidade e aqui eu também tenho que passar por um controle de qualidade. [música] Então eu vou no fiozinho dele, sempre pelo verso. [música] E aí eu pingo uma gota muito pequenininha, sem apertar o frasco, né? Ou como eu já havia dito anteriormente, eu posso primeiro molhar um palitinho e colocar ali. Como eu já tenho controle da minha mão, né, da da [música] quantidade, eu não preciso arriscar, né, derrubar uma quantidade grande. Mas se você ainda tá começando a lidar, preferível molhar num [música] palitinho e passar ali. Aí eu deixo numa posição que ela vai ficar bem ali, né? Mas eu já posso mostrar para você como vai ficar, ó. Ela não vai descer mais. Mais. Ah, tá. Ela não vai descer mais. Uhum. E não vai ficar sobrando o araminho. Então eu vou deixar ela aqui secando na posição ideal e a gente volta com ela daqui a pouquinho. Pronto. Vamos fazer mais uma outra. Vamos. Olha, você quer escolher assim alguma coisa que tenha aí que tenha nas outras? Vamos escolher uma. Você quer arriscar assim fazer uma montagem para ver o que que você gosta? [música] Mais eu tenho mais coisas nessas caixinhas de de sobra. Acho que a gente pode fazer alguma coisa prateada agora. [música] Pode, pode ser. Fizemos uma dourada, podemos fazer prateada. Então vem essa estrelinha. Pode escolher se vai ficar mais curto, mais longo. Uhum. E esse aqui nós vamos deixar com o com a base correspondente dele. Ótimo. Ótimo. Muito bem. Será que fica bom? Será que eu já será que eu já posso começar a fazer? Acho que sim. Faça você mesmo, né? É. Então, [risadas] olha aí. Então, vamos fazer esse aqui, ó. Aqui essa base [música] já tem um furo. Uhum. Tá. Então, a gente pode começar por colocar [música] uma argolinha prateada, tá? Nós temos aqui já uma argolinha prateada. Vou abrir ela [música] aqui. Já vamos deixar ela aqui no jeito, tá? Já comecei a deixar aqui. Vamos deixar ela de prontidão ali. Vou precisar de um alfinete prateado também. Uhum. Vamos passar por aqui. E olha que curioso, né, assim, eh, cada um na sua praia, né? Justamente por isso o programa chama Faça você mesmo e a gente começa a descobrir muitas coisas quando vai fazer o material. Nesse caso, quando eu cheguei aqui, você começou a me mostrar o material, o que eu pensei? Ah, esse alfinete, ela vai apoiar alguma coisa. Em algum momento vai vir uma linha de costura, alguma coisa assim. Sim. E não veio a linha. Agora eu tô entendendo como que você trabalha esse alfinete. Olha, essa conchinha tem dois furos de um lado e de outro, mas eu tô com dificuldade aqui. Ah, consegui. Com dificuldade de achar o segundo furinho, né? Já foi. Tá. Como ele tem uma cabeça do outro lado e eu preciso ainda ir nas outras peças, né? Eu vou [música] ter que tirar essa cabeça aqui, né? Porque eu preciso prender [música] nesse nesses dois coraizinhos aqui, ó. Isso. E depois ainda chegar lá embaixo. Então, vamos cortar essa cabecinha dele aqui, ó. Aí corta bem na pontinha, né? Só ah, não quero desperdiçar. Eu posso precisar de bastante coisa. Bom, eu vou precisar prender nessa argola. Então, vamos fazer uma argolinha nela aqui, ó. Bem na pontinha, torce e vamos deixar essa argolinha bonitinha. Pronto. Então, além dela ter se tornado uma argolinha, não posso deixar ela toda torta. Como essa argola aqui já tava aberta, vou pôr a mão aqui assim. Vou encaixar ela aqui. Pronto. Legal. Agora eu venho com o alicate para fechar. Tem que ser um que tenha bico fino [música] e chato. O bico fino e redondo faz escorregar [música] tudo. Ele é só mesmo para fazer essas voltinhas, tá? Ó, já tá começando. Hum. ganhar cara de brinco. Ganhar cara de brinco. Ó, só que nisso já é que o furinho da parte de baixo ele tá bem pequenininho. Nesse caso, se a pessoa percebe ali que na hora de [música] construir a peça tá muito fininho, ela pode vir com a broca e ajustar esse esse furinho? Pode sim, pode. Eu acho que esse aqui o furinho foi feito torto. Hum. Alguém furou aqui e furou ali e depois furou do outro lado. É. É, penso eu. Pode não ter sido, né? Mas Ah, bom. Esse tipo de coisa acontece. Uhum. Ah, passou. Pronto. Aqui. Então, ó, já tá começando a ter uma carinha. Uhum. Agora nós vamos ver como que nós vamos passar de um lado pro outro. Um lado, essa aqui no meio. Agora vamos vamos ver para pôr [música] na prática, porque quando a gente monta aqui é uma coisa. É. E assim e depois volta para cá. Não sei. Vamos ver. Será que isso acho que não, né? Não, ficou muito muito misturado, né? Tá, sem dar para entender direito. Então, vamos pensar outra coisa. [música] Uma argola aqui, outra argola aqui e outra argola aqui. Acho que sim, né? Aí acho que dá para construir, né? Então vamos pensar aqui num outro jeito. Vou fazer uma argola para esse. E à medida que a gente vai fazendo e não gosta, desmancha porque tudo é possível. Por isso que é importante [música] cada peça que você coloca já dá uma olhadinha, vê se tá ficando da a estrutura do jeito que [música] a gente pensou no início, né? Isso. Porque aqui nós não estamos só fazendo uma montagem, nós estamos trabalhando com a criatividade. Uhum. E isso não é uma coisa muito simples, né? A gente trabalhar com a criatividade eh desafia muito a gente. Uhum. Até porque muitos de nós não estamos acostumados a [música] gostar das coisas que a gente cria. É, nós somos muito eh exigentes com as nossas criações. A gente costuma [música] olhar uma coisa e falar: "Ai, não gostei." Hum, ficou feio. É, a gente tem isso mesmo, [música] né? E também assim, quando a gente olha as peças, por exemplo, meu caso, eu fui pelas cores, gostei dessa conchinha rosa, [música] gostei dessa branca, vi esses dois corais aqui, mas aí na hora de construir precisa das outras peças para ele ficar, né? E outra, Carla, a gente eh olhar a coisa assim no plano, né, só apoiada na mesa, é uma coisa, né? Ah, pr aquilo em prática, o que a gente imaginou, é, pode ser mais difícil, né? Executar a ideia é mais difícil. Às vezes eu uso dois alicates porque o dedo da gente sendo maior dificulta um pouco. Então eu vou usar esse para segurar e o do bico chato para fechar, tá? Tá pronto. Agora eu vou colocar aqui no lugar onde eu fiz uma argola. Isso aqui vai ser uma tentativa porque a Carla veio com um desafio, né? Já com uma peça toda complexa, que não era assim, é uma na sequência da outra. Ela já veio, já cheguei causando porque eu quero é pondo duas assim, uma na lateral da outra. Meu Deus, só não falei ai não dá porque né, né? Diante das câmeras. Não, mas é legal porque assim esse desafio, de repente alguém que tá em casa, quer fazer algo parecido, [música] já sabe mais ou menos como manusear cada peça. Por exemplo, é a opção do segundo alicatinho, né, para ser um de novo com o segundo alicate, porque eu tava segurando [música] com o dedo. Uhum. Na verdade, no dia a dia eu trabalho com dois alicates. É mais fácil, né? É. E aí quando a Carla chegou, falou: "Vai usar todos os alicates". Aí eu coloquei ali do ladinho, né? Não vou mostrar [música] assim com o básico, porque as pessoas que estão começando a fazer vão comprar um monte de alicates. Bom, ó, aqui ficou assim. Vou ter que [música] colar depois a concha para ela ficar no lugar dela. Sim. E agora eu vou experimentar os coraizinhos que a Carla quer um de cada lado. Vamos lá. Agora eu tô aqui [música] internamente fazendo uma oração. Tomara que a Carla goste. [risadas] Nesse caso até assim, [música] né? Soleiga, mas eu imagino que para este conjunto aqui Hum. e ficar um coral de cada lado, você tenha que colocar mais duas argolinhas. É, [música] eu já tô colocando uma num coral. Uhum. Vou colocar outra no outro. E aí ela vai ocupar [música] um espaço aqui. Hum. Hum. Já vi que ela não ocupa tanto espaço como eu pensei. Outra aqui. E você, por exemplo, aceita peças sobre encomenda, de repente alguém [música] vai tá muito na moda, né? Aquele casamento pé na areia. Então as pessoas percebe aí que [música] você faz esse trabalho com essa temática náutica, vai fazer um casamento na praia, a noiva da uma de Carla e quer criar um brinco assim de última hora. Você acha que dá certo? Dá certo. Eu aceito. Muitas vezes as pessoas me mandam uma referência do que elas já viram, do que elas acharam bonito. E eu não faço uma cópia, [música] né? Meu trabalho é todo autoral. Por isso que eu tô me referindo a pessoa me mandar uma referência. Então, uma [música] ideia, né? E aí eu mostro pra pessoa o que eu faria naquela condição e mando para ela. Se ela provar, eu faço de acordo com o que ela gostaria e de acordo com a minha assinatura, né, com o meu tipo de trabalho. Então, eu já fiz bolsas, né, clutches, aquelas bolsas pequenininhas, bordadas, com corais, [música] com pérolas, com conchas. Eu já fiz colares, já fiz brincos. Então existem várias encomendas e mesmo assim o colar de pérola que eu faço de um [música] tamanho tradicional, a pessoa quer mais longo ou ela quer com entremeios de outra cor, eh quer [música] com outro tamanho de pulseira, então eu faço. Ó, Carla, eu fiquei achando que a gente tinha [música] que deixar um um pedacinho maior desse alfinete. Uhum. Pro tamanho do coral. Uhum. Mas como a gente pôs a argola aqui, eu vou ter que tirar [música] um pedacinho do alfinete, tá? Para ele ficar justinho, né? Ficar justinho. Mas vê se isso aqui é [música] atende ao que você tinha imaginado. Olha, vamos ver. Então, eu vou tirar um pedaço do alfinete, né, da [música] sobra dele. Hum. Pera aí. Ou eu acho que assim para ficar mais fácil, é, eu ainda não achei a posição ideal por causa do bico do caraminho. Isso. [música] Você vê, ó, que ele tem uma irregularidade nesse biquinho. Então, ó, a gente vendo assim, ó, parado, é uma coisa. Uhum. Aí quando a gente levanta tem o formato do biquinho, né? Uhum. Olha, não sei se eu gostei. Eu acho que não, né? Esse caramujo aí, ele tá muito grande pras outras, né? Ele tá ol no que eu tô pegando aqui, eu tô achando que ele tá pesado. Pesado, né? É mesmo. Pesado. Legal. Tá. Então aí nesse caso, eh, não deu certo, não gostei. Posso tirar? Tudo é aproveitado, até esse pedacinho de alfinete. Ah, joguei o alfinete fora, eu posso usar para uma peça menor. Eu aproveito tudo. É lógico que as pessoas começando a aprender, ai amassou, entortou, mas assim, o que ela perde ali são alguns centavos, né? E é natural que toda técnica que a [música] gente tá aprendendo, a gente tem alguma perda. Sim, né? Mas assim, a concha, o caramujo, os corais, a argolinha, tudo ela vai usar. Até esse alfinete ela pode usar também. Então eu vou fazer o seguinte, [música] o programa chama Faça Você mesmo, mas a apresentadora não tem talento [música] para isso, só para apresentar. [risadas] Então eu vou fazer o seguinte, agora eu deixo o filho feio em suas mãos para [risadas] você transformar num filho lindo, porque eu não soube, sabe, combinar as peças. Eu acho que vale talvez a gente tirar ou o caramujinho, tá? Ou os corais. Um desses dois vai ter que tirar, né? Eu vou tirar o caramo, que eu acho que é o que tá tornando ele pesado também. Então, a gente vai solucionando aqui aos poucos, ó. Uhum. Então, ó, ele vai poder ser usado em outra coisa, até num colarzinho, né? Aham. Vamos ver aqui. Mas eu acho que você não devia chamar ele de filho feio, hein? É, ele não tá pronto, né? Esse filho ele tá prematuro. A gente tá testando, ó. Eu vou colocar uma gotícula de cola aqui, porque eu vi que é bom que a conchinha fique numa certa posição e ela vai ficar mais bonita se ela ficar nessa posição, lembrando um coraçãozinho. Isso. Tá. Enquanto eu vou manuseando, ela vai secando. Uhum. Eu vou abrir aqui o alfinete. Uhum. Para eu poder pôr mais coisas. Aí você dá uma amassadinha nele de novo, né, para ele de novo. É aí para eu poder aproveitar e [música] colocar alguma coisa. Pronto. Aqui vou pôr os os coraizinhos, os dois. Deixa eu ver alguma coisa que pode se harmonizar com a conchinha em termos de cor. Ver se esse murango aqui vai ficar bom. Ainda tá amassado, que aí você percebe porque aí ele não passa com suavidade na bolinha, né? Não, não [música] passa. E esse Murano, o Murano é um vidro especial, ele tem um furo muito pequeno. Eu já trabalho com esse aqui há bastante [música] tempo, então eu já sei que o furo dele é muito pequenininho. Pronto. Agora eu vou fazer a observação de de se ele ficou harmônico, tá? Antes de eu de eu fazer o Uhum. Uhum. Você acha que essas cores aqui elas ficaram bem? Ah, ficou, ficou bem alegre. Se ele ficar assim vai dar bom. Acho que vai, né? Porque a graça do coral é ele ter esse movimento, né? É. Então vamos agora fazer a argolinha dele. Ops. Argolinha dele. Olha, eu não perdi nem o alfinete, hein. Olha que legal. nem o alfinete. Pronto. Não é recomendado que a gente fique fazendo muita dobra e desdobra com alfinete, né? Uhum. Porque lógico, é que nem um arame que a gente amassa daqui, amassa de lá e ele vai ficar com marcas. Uhum. E também [música] vai ficar Podemos pôr esse? Não, muito coral. Coral. Coral. Podemos pôr uma estrelinha. Estrelinha. Olha só. Será que vai ficar colorido demais? Eu acho que não, né? Não. Então vamos. Eh, e a gente também, além de deixar ele com marcas, [música] a gente pode fragilizar e ele quebrar, né? Uhum. Mas aqui, ó, amassou uma vez, desamassou, pronto, acabou. Tá. Agora, uma coisa que eu quero te perguntar, porque assim, como eu disse, né, [música] a apresentadora do programa, ela prefere comprar pronto. Ah, quem é como ela e prefere comprar os seus produtos? Aqui a gente tem algumas peças, amostra. Aonde que pode encontrar? Você tem alguma feira que você participa? Olha, Carla, eu participo todos os domingos na feira de Barão, na feira de arte e cultura de Barão [música] Geraldo. Eu tô lá todos os domingos. A feira acontece de 10 da manhã às 3 da tarde, [música] tá? Eh, eu também faço parte das mulheres empreendedorasal. [música] E a gente tem feiras em vários locais de Campinas. Uhum. Eh, todas as semanas, toda semana eu coloco no meu perfil no Instagram aonde as pessoas vão me encontrar. Então, além de lá na Praça do Coco, que é da feira de Barão, [música] onde eu vou estar na feira das mulheres empreendedoras. E as pessoas podem comprar comigo também direto no pode comprar diretamente com você. Nesse caso até que eu sugeri, né, que eu dei essa opção pras noivas pé na areia, já pode entrar em contato direto com você, né? Então, [música] olha, quando eu comecei a trabalhar com esse material, eu tinha 17 anos. Olha só. Agora eu tenho [música] 60. Olha quanto tempo, né? São 43 anos. Ah, e eu já trabalhava com conchas, com pérolas, com corais, [música] já era o meu material de predileção. Depois eu me tornei bióloga marinha. E aí, naturalmente isso se intensificou mais ainda, sempre eh se usou esse tipo de coisa. E a cada verão isso se se reforça porque as pessoas vão pra praia, né? Olha que lindo. As pessoas querem estar cada vez [música] mais perto do seu ambiente afetivo de de da infância, né? Enfim, evoca o mar. Mas esse verão europeu que passou assim, foi o queridinho As Coisas do Mar. É mesmo, as pessoas criaram um uma forma, né, de eh estilo chamado sardine code, como se fosse assim um eh modo de se vestir inspirado nas sardinhas, inspirado eh na no nos pescadores. Então assim, aquelas roupas de vermelho, azul, branco, é [música] bichinhos do mar pendurado, caranguejo, lagosta, sardinhas. Então ficou assim o queridinho do verão europeu essas referências do mar. E o Brasil importou isso [música] e tá vindo na primavera verão toda essa, né, esse [música] eh queridinho do do verão europeu para cá, nas sandálias, nas roupas. nos lencinhos de cabelo com conchinhas penduradas, amarradas, bandanas com bichinhos usados no pescoço. Então, o que já era sempre um trabalho meu, agora tem um reforço e as pessoas estão usando independente se [música] elas estão na beirada da praia. Maravilha. Tanto que eu já tô há dois anos na feira de Barão, sempre vendendo esse tipo de coisa. Aham. O ao longo do ano todo. E agora [música] tem esse reforço, né? É, porque eu acho que também assim, né? É. É tudo que remete ao [música] mar, essa energia, né, que vem nessas peças, eu acho que dá um uma alegria diferente para nós, né? O mar proporciona isso, né? Quando você fala: "Ai, [música] meu Deus, praia, eu vou descansar, vou estar no momento relaxado." Então, por que não, né, usar coisas que remete a essa energia, né, a esse momento? Exato. Exatamente. E aí, assim, as coisas muito coloridas. [música] Uhum. balançando no vento, né? Você, ah, eu não gosto de entrar na água, meu pé fica cheio de areia, mas eu gosto de dar aquela voltinha no fim da tarde, [música] tomar um chopinho, tal. Então, põe uma uma roupa esboaçante, põe uma coisa toda coloridinha, né? Deixa o cabelo solto ou prende. Ó, aqui, ó, ficou coloridinho. Uhum. Né? Combina com cabelo solto, com cabelo preso. Deixa eu ver se eu tô deixando a posição ideal. Acho que sim. Olha, eu adorei, viu? Olha, a gente tem muito legal muita coisa, né? Sobrinhas. Olha, eu tinha umas pecinhas de biscuit, eu posso passar uma tintinha, né? Posso passar um esmaltinho. Tem aquelas bases de brinco comuns que a gente só cola também. Ah, é uma opção também, né? Já que tem a cola para Tá. E eu falei das conchas porque é o material que eu trabalho. Não necessariamente você pode fazer isso usando conchas. Uhum. Qualquer tipo de conta que você tiver vale a pena, né? Ó que legal. Aqui eu não pus nenhuma concha. Foi? Ah, pus. Ah, é, é que a hora que você chegou, eu tava com tava acho que com esse aqui, ó. Esse que legal. Vânia, muito obrigada por você compartilhar sua arte com a gente. [música] Eu amei. Acho que agora eu vou ter que ir pra praia, né? Porque fiquei entusiasmada. Muito obrigada, Vilvânia. [música] Parabéns pelo seu trabalho. Olha, obrigada pela oportunidade que vocês estão me dando, né? É um programa que eu gosto muito e oportunidade de [música] mostrar pras pessoas que assim, pecinhas quebradas não joguem fora, né? pecinhas que vocês veem que não combinam mais, brinquinho escureceu, tira o que dá para aproveitar, faz alguma coisinha aí. E esse negócio assim, ó, só jovenzinha usa coisa assim, nada disso, sabe? A gente tá sempre podendo. Maravilha, Vânia, muito obrigado. Obrigada a você que nos acompanhou pelas telas. E aí, eu acho que você já pode preparar o seu final de ano, né? Janeiro, fevereiro, tá aí. época ideal para você começar a criar aí novos looks, novos ares pro seu estilo de vida e quem sabe [música] usar esse look mais praiano. Esse foi o Faça Você mesmo, brincos assimétricos com temas náuticos [música] para você curtir e fazer, mostra, se você fizer, mostra pra gente, tá [música] bom? Beijo. Tchau. Tchau. Ciao
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