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[Música] Faça você mesmo de hoje. Está muito mágico. Já deu uma olhada nesse cenário, tá lindo, né? E hoje especialmente você vai aprender a soltar toda a sua criatividade com Sandro. Tudo bem? Tudo bem vocês? Sandro Del Pires, artista plástico, aclamado aí pelos pelas pessoas, pelos artistas. Não, ainda não. Mas estamos trabalhando para chegar noss pontos aí de poder transmitir um pouquinho das nossas eh expressões artísticas para as pessoas, assim. Tanto crianças, adolescentes, pessoas da terceira idade, todo mundo em geral. E o Sandro trabalha com exposições, isso. Faz customização em camisetas de time de futebol. Olha aí, pessoal de casa também. E faz cenários também de teatro, certo? Também. É, eu não me limito apenas em um espaço físico, né? Eu gosto de explorar o máximo de liberdade que eu tenho. Então, a gente tenta sempre ser um pouquinho mais ousado assim com relação aonde a gente pode se expressar artisticamente, né? Eh, é claro, tudo respeitando certos limites, mas onde a gente tiver o espaço para pintar, para poder eh desenhar, colorir, dar vida, a gente tá expondo um pouquinho da nossa criatividade. Sandro, quanto tempo levou para você ter todo esse noal, né, todas essas essas suas pinturas? Começou lá na infância? começou, acho que os lampejos começaram de infância, assim, quando era bem mais novo. Eh, é claro que tem toda uma metodologia com relação à parte técnica, que aí você tem que dar uma bela de uma aprofundada assim em estudos, treinos, eh compartilhar conhecimentos com pessoas eh que já estão, né, gabaritada com relação às artes. Mas esses lampejos começaram de infância a conseguir a poder dar os primeiros traços, conseguir enxergar certos detalhes para poder expressar. E é claro, você vai errando, errando e errando inúmeras vezes. Tudo uma questão de treino, até chegar num ponto, num ponto que você consegue identificar que você tá jogando um pouquinho da sua identidade ali, sabe? Um pouquinho da da sua questão mais pessoal, dos seus sentimentos. já começa a esboçar eh nesse tipo de trabalho. Você teve incentivo? Tive, graças a Deus, eu tive muito incentivo da minha família. Eh, meus primeiros desenhos é porque minha família não é do Brasil, a minha família é do Uruguai. Então, na minha infância, a gente viajava muito de carro de um país ao outro, pra Argentina também. E como eu era muito criança, ficava muito ediado no carro, né? Eram dias de carro. Então, os primeiros desenhos, os primeiros esboços assim de ideias eram de paisagens, que eu andava assim de carro, minha mãe dava bloquinhos de desenhos, cadendo, eu ficava no carro ali desenhando paisagem, aí passava nuvens. E a partir desse momento que eu fui lapidando, lapidando, lapidando até chegar o onde eu cheguei hoje. E as pessoas não sabem, mas o tédio também é uma ferramenta para soltar a criatividade, não é? Sim, sim, sim. Eu acho que a partir do momento que você está com uma questão mais de subconsciente presa, sabe, parada, monótona, é muito importante você poder ativar esse lado mais criativo para você poder liberar um pouco dessa energia, sabe, para fora. É claro que nesse caso aqui seria nas artes visuais, nas plásticas, mas pode ser em outras ferramentas artísticas, como a música, a dança, o teatro, o cinema, fotografia. Eh, mas aqui a gente vai colocar a mão na massa e sujar um pouquinho. Sandro, você é um artista completo. Tem alguma técnica que você mais gosta? A minha técnica que eu mais gosto, eu sou geminiano nato, então eu não gosto de ficar preso numa numa numa aba só, sabe? Tipo de tipo de arte. Eu gosto de explorar todos os tipos de vertentes. Eu gosto muito de pegar realismo com abstrato, juntar tudo, ver no que vai dar. Nossa, Sandro, mas tá estranho isso aí. Mas isso que é legal, você causar certos estranhamentos às vezes. Eh, eu gosto muito de explorar também arte pop, gosto de cores fortes, vivas, sabe? Mas é, vai muito também da da fase que eu estou. Às vezes você tá num momento meio nublado, né? Então você começa a puxar um pouquinho de nuvens pretas. Dá para vocês tirar, né? é externar, colocar no no exterior. Isso, mas eu gosto muito de explorar as possibilidades que eu tenho, sabe, de vários tipos de técnicas, de art pop, eh, com abstrato. Eu gosto muito também de figuras geométricas, então elas estão sempre envolvidas dentro desses meus trabalhos. E, e eu acho que é mais ou menos por essa artinha. Eu comentei aqui um pouquinho antes que você faz também, né? É, camisetas de time e também desenho animais. Sim. Pinturas. Sim, idênticas, né? A a essência desse trabalho é você poder eternizar, eternizar, imortalizar não apenas uma imagem, uma fotografia, mas um sentimento muito pessoal seu. Sim. Exatamente. Sabe? Seja tipo de um bichinho de estimação, seja de filhos, de parentes, pais ou até de locais, de lugares que você já foi, marcou muito a sua vida. Então essa ideia de você poder eternizar numa obra de arte eh é é único assim, porque é uma coisa que vai ficar para sempre. Até uma fase, né, que nós que você esteja passando, é legal eternizar. O que que você vai ensinar pro pessoal de casa aqui hoje? Bom, qual a técnica? Hoje a gente vai eh fazer uma pintura artística, certo? Partindo do ponto zero. Uau! Sabe? Sabe aquelas pessoas que é super normal isso acontecer? Aquelas pessoas que falam: "Meu Deus do céu, olha uma paisagem, eu não sei nem fazer uma casinha, não sei fazer um uma árvore, um homenzinho, aquele pauzinho." Pode ficar super tranquilo, porque é disso que a gente vai partir para fazer uma paisagem, uma paisagem simples, bonita, artística e vocês vão ver que é super fácil tanto o manuseio de materiais, como também você poder manipular eh todos os as ferramentas e a a sua mão com relação à criação dessa obra. Muito bom. Então, olha, para tudo que você esteja fazendo, pega o seu papel e a caneta para anotar a lista de material e se preparem, hein? Porque a aula de hoje vai ser com Sandro Del Pires, artista plástico. Anote a lista. Para confecção, você vai precisar de tela de pintura, folha sulfite, tinta acrílica ou tinta guache, pincéis e água, esponja, carvão vegetal. Anotou toda a lista? Se você perdeu algum item, fica tranquilo, porque esse episódio de hoje e os outros já gravados vai para o nosso canal do YouTube TV Câmara Campinas, vai lá na aba da playlist e coloque faça você mesmo que vai ter essa super aula de hoje e mais outras que seja de acordo com seu perfil e não esqueça de comentar. Sandro, aqui a gente já tem o sulfite, a tela, os pincéis, como que a gente começa? Tá? Primeiro a gente vai passo a passo de uma metodologia minha. Não necessariamente as pessoas precisam fazer eh exatamente esse passo a passo. Eh, pode ir diretamente na tela, no quadro, mas eh eu sempre gosto primeiro de seguir algumas etapas para poder ir aproveitando melhor o percurso, porque eh eu trabalho com duas linhas, eh, uma linha mais técnica, que é para artistas profissionais que querem se aprofundar com relação à pintura. E a outra linha seria uma linha mais eh seria uma linha mais como posso explicar? Ai fugiu mais livre. É, seria uma linha mais com relação à à liberdade de expressão, porque eu acredito assim, quando você faz um esboço, um exemplo no na folha sulfite, quando a pessoa vai pegar para fazer, ela já tem já aquela noção, parece que o nosso cérebro já decora mais ou menos os traços. Isso é porque eu gosto muito de trabalhar a repetição, o trabalho de treinamento, repetição, porque eu não sou muito fã assim, eu não sou muito ligado a a a essa linha de raciocínio que tipo, ai, você nasceu com dom. Ah, parece que você do tipo, ai você nasceu, parece que, tipo, não fiz nenhum esforço e não é nada por aí, sabe? É porque eu tive muito eh muito perren com relação aos estudos, a trabalho. Eu quando era bem criança, não sabia fazer absolutamente nada de desenho e tudo mais. Então foi uma questão de você aprender tecnicamente, sabe? Desenhar, eh, treinar, treinar, errar. E é uma questão de repetição mesmo, até chegar a um ponto que você já tá uma coisa meio que natural. E isso que é o mais interessante, sabe, de você ver o seu passo de evolução nesse caso na pintura. Então, eh, a minha metodologia seria o quê? Antes de pintar num quadro, numa obra de arte, eu gosto de esboçar algumas ideias numa folha de sulfite, né? Uma folha de sulfite. Eu gosto de, não sei, explorar algumas possibilidades que a gente pode fazer para depois, assim que a ideia estiver já pronta, a gente já passa diretamente na tela. Muito bom. Isso é legal porque que nem você fala, não sou muito do dom. Já ouviu aquela frase que a repetição e o esforço supera o dom? É bem isso. É isso. Bem isso. E com muito suor assim com fácil não, gente. Vamos lá. Vamos. Qual a ideia? Bom, a gente vai pegar uma folha pra gente fazer um rascunho simples, pessoal. Vocês podem usar tanto um lápis ou se vocês tiverem à disposição também ou carvão vegetal. Eh, eu gosto muito de desenhar o carvão vegetal. Mas eh vocês podem ir no lápis também tranquilamente. E gente, é para sujar as mãos mesmo, tá? É mão na massa. E vai ser o seguinte, como a gente pode partir do zero para construir uma obra de arte, né? E vamos imaginar algumas figuras geométricas ou letras ou não sei, qualquer coisa. Por exemplo, assim, vou pegar a folha de pé, já que a nossa tela está meio que de pé. Vamos pegar a folha de pé, tá? E vamos imaginar uma letra, uma letra Carol, Carol, Carol com C, né? Aqui, ó. Vamos imaginar uma letra C. Oi. Certo. Certo. É, a diferença do lápis com carvão vegetal. O lápis é, todo mundo conhece já. O carvão vegetal, pessoal, ele é interessante porque depois de desenhado vocês podem criar certas perspectivas com relação a assombreamento, efeitos do próprio carvão. Obviamente vocês vão sujar a mão, mas faz parte do processo. É legal que você já começa a descobrir os materiais que você tá usando e suas possibilidades. Mas muitas vezes, assim, é claro que a gente estudou tudo, né? Mas muitas vezes quando a gente tá pintando a gente vai descobrindo materiais na hora ali. É. Ah, e se eu usar uma massa acrílica? Ai, sabe? Muitas vezes dá errado, mas muitas vezes dá certo. A gente só vai saber explorando mesmo. Por exemplo, a gente fez uma letra C, certo? Eh, tranquilo. Aí, nessa letra C a gente já começa, né, a imaginar. Eu já imaginei uma lua. Uma lua. É, pode ser uma lua. A gente vai fazer, por exemplo, assim, é um círculo aqui, ó, e outro círculo pequeno. Parece um olho, né? Sim. Você pode pintar tudo mais. Pode brincar, gente, com carvão vegetal. Vocês podem manusear tranquilamente. Aí, por exemplo, nessa região aqui, a gente vai fechar com um V, um V no tradicional, ó. Sabe aquele V passarinho que a gente desenha? A gente vai fazer um tipo de um V aqui, ó. Um vezinho, um vgaivota. Isso, ó. Em cima na frente desse olho. Tudo certo? Tudo. Agora a gente só vai fechar os pontos. Pon X, ponto Y. X ponto Y. A gente só vai fechar esses pontos e vamos começar a dar vida nesse desenho pra gente poder inserir numa obra de arte. Por exemplo, aqui, olha só, esse ponto aqui a gente vai ligar no ponto aqui e esse outro ponto a gente liga aqui baixo. Uau! Tranquilo? Sim. E é claro que agora a gente vai começar a dar vida no nosso desenho para poder inserir. Vocês viram que não tem muito segredo, né? É só você começar a enxergar certas formas que a gente pode lidar com simples e figuras. Aqui eu comecei com C, mas podia ser com quadrado, treinar os olhos, isso, a sua imaginação. Mas isso só vai conseguir fazer se você treinar bastante assim, você sabe, não ficar com o pé atrás. Eh, eu costumo muito trabalhar com os meus alunos que não existe certo e errado. Não tem tipo, ah, isso tá certo, ah, isso tá errado. Não, não tem isso. Esquece, esquece. Eh, não tem feio nem bonito. Ai, professor tá feio. Não existe isso, sabe? Não tem feio nem bonito. Às vezes uma obra de arte para você e você olha para uma pintura tal, não, não te causou nada, faz parte, tá tudo bem. Mas para uma outra pessoa aquilo pode ter mudado a vida da pessoa e a pessoa tipo, nossa, eu preciso pagar, eu preciso daquele quadro, quero pagar 2 milhões, três. Então é muito, sabe, de cada um a arte. Então, voltando para nosso desenho, pro nosso rascunho, a gente só vai fechar aqui agora. A gente vai fazer como se fosse uma folha, né, ó, de árvore, sabe? Folha de árvore. Sim. Fechamos. Lembrando, recapitulando que a gente começou com a letra C, fizemos uma vez e agora aqui embaixo, o que que a gente vai fazer? Olha só, a gente vai fazer e eu já tô vendo um pássaro. A gente vai fazer quatro, quatro salsichas pequenas aqui, ó. Aqui embaixo, ó. Uma, duas, 3, 4. Olha só, aqui embaixo a gente vai fazer como se fosse um galho, né? Tanto de um lado quanto do outro. Só fechamos aqui o local. Lembrando, gente, se for fazer com o carrinho vegetal, podem brincar com a sombra, ó. Brinquem, passem de novo, criem sombras. Eu adorei a ideia das quatro salsichas. Já virou um pezinho ali. E aí, aqui a gente vai colocar dois pontos aqui, ó. Ponto X, ponto Y. Aham. Ó, X e Y. Certo? E vamos fechar aqui, ó, como se fosse a calda. E aí já temos a ideia para poder puxar para uma pintura. Muito legal. Isso aqui é apenas uma ideia que surgiu aqui agora. A estava falando de Carol, letra C, não sei o qu. Já puxamos e vocês viram que não teve muito segredo. Ai, mas eu não sei desenhar, eu não consigo. Melhor, melhor é parte do ponto zero mesmo da base a gente poder começar a explorar certos e todos os sentidos, todos os mais possíveis. Então, essas ideias agora a gente vai partir para jogar pro quadro, pra tela. Pode ser? Pode. Temos uma pequena tela. É uma tela de algodão, certo? Peguei uma tela pequena, gente, mas se vocês quiserem, vocês podem fazer é telas maiores, sabe? Vai da sua possibilidade. Vai da sua possibilidade, sabe? Não tenha receio, ah, tem que ser pequeno, tem que ser tamanho. Não, aqui a gente só tá fazendo nessa dimensão porque para caber na mesa certinho, ficar mais ilustrativo para vocês. Pra gente passar na tela, a gente vai usar, é, vamos passar, fazer a mesma coisa que a gente fez a folha, a gente vai passar pra tela, tá? Ah, eu ainda estou inseguro com o carvão vegetal. Tudo bem, vocês podem ir com lápis tranquilamente. Eh, o mais importante, é claro que a gente fica orgulhoso quando tá pronto. Ai, nossa, lindo. Mas eu gosto muito mais quando a pessoa tá curtindo o percurso, o processo, sabe? Eu não sei. Eu acho que é mais processo fascinante assim a pessoa poder ter essa liberdade, tá explorando, tá gostando, sabe? Eh, então curtam bastante esse processo de tá criando e se divirtam. Sujem as mãos, sujem as roupas. Cuidado, se é casas de mamãe, sabe? Suja as paredes, mas é para fazer arte mesmo, tá? Então, o que que a gente vai fazer? Olha só, vamos partir desse princípio, tá? Aqui, ó. Vamos fazer uma letra C. Vou fazer com lápis para vocês, tá? Legal pro pessoal de casa acompanhar, porque o lápis já tem a pontinha um pouco mais fina. Isso. Ó, outra coisa importante, pessoal, é que o assunto de trabalhar pode ficar tranquilo, vocês podem usar, mas tentem não usar borracha, né? Ai, fica apagando. Eh, assumam o erro. Assumam. Fiquem à vontade para assumir. Não tem certo e errado, sabe? Ai, preciso de régua, sabe? Não precisa usar uma régua, ser certinho, bonitinho, não sei o quê. Façam linhas mesmo na mão, não se preocupe com está certo e errado. Se vocês puderem deixar um pouquinho de lado régua e borracha, melhor, porque aí você vai construindo a sua segurança, tá? Você vai se sentindo mais. Ô, Sandro, às vezes ah um traço ali errado, a pessoa de casa pode trabalhar criativamente com aquilo e se tornar uma coisa muito legal. Sim, sim. Por exemplo, aqui, ó. Aqui eu fiz meio baixinho, mas acho que já vou puxar um pouquinho para cima. E tá tudo bem, gente, se vocês errarem, sabe? É. Ai, mas ficou feio na testa. Se vocês, é, invocam muito com relação disso, não se preocupe, porque como a gente vai pintar meio que automaticamente a gente já vai eh passar por cima. Então, olha só, aqui a gente tem a letra C. Lembra do olhinho? A gente vai fazer um olho aqui, certo? Certo, né? Ó, aqui vai ficar como se fosse o bico. A gente vai fazer o V. né? Ó, esse aqui tá bem tortinho, não tá igual esse aqui. É, puxa para fechar o bico, certo? E aqui você vai fechar o outro bico. Ó, por exemplo, agora que eu lembrei aqui, eu esqueci, mas vocês podem, ó, fechar o bico aqui, ó, pintar tudo. Pode virar um tucano, se vocês quiserem. Ó, vou fechar aqui a ponta do bico. Pintou. Lembre, depois, olha só, de fechar, vocês vão fazer uma folha, folhas de árvore mesmo, ó. Uma, duas, Certo. Lembra das quatro? Das quatro salsichas. Salsichas. Vamos lá. Olha só, quatro salsichas. Uma, duas, 3, 4. Tá muito bom. E aí para cortar vocês vão puxar para fazer um galho tanto livremente. Ó, é o que eu fiz para cima. Ah, quero fazer para baixo. Tudo bem, pode fazer para baixo. Ó, fechou, ó. E para fechar o desenho aqui, a gente vai fazer mais dois pontos. Ponto X, ponto Y, que vocês vão fazer a caludda. E o desenho tá praticamente pronto. Ah, mas ficou meio gordinho, ficou mais baixinho, não tem problema não. Na pintura a gente pode ir automaticamente dando uma consertada. Agora a gente vai começar a criar as paletas de cores, né, pra gente começar a colorir de cores. E o pessoal de casa pode usar tinta guache e tinta acrílica, tinta PV PVC também, PVA, pra gente poder estar colorando. Usem a tinta que tá à disposição de vocês, tá? Aqui a gente vai usar eh para facilitar um pouquinho mais o processo para pro pessoal de casa e as cores também. Pode ficar à vontade. Só que aí eu vou pensar, a gente tem várias formas de pintar esse quadro, né? A gente vai pintar o tucano de uma forma meio tradicional, só que também a gente vai criar como se fosse uma paisagem de fundo. Hum. Ou seja, por exemplo, aqui de fundo, lemb da lembra da régua? Esqueçam a régua. Aqui, ó. Vamos fazer uma linha aqui. Pode fazer na mão mesmo, pessoal. Não se preocupe se tá certinho, errado. Essa linha a gente vai fazer uma cadeia, uma cordilheira de montanhas de fundo, ó, que tá passando atrás do nosso pássaro, tá certo? Agora vocês vão pegar um objeto circular, né? Vou pegar, deixa eu ver, é que eu tô vendo qual seria o mais, ó, por exemplo, aqui essa tampinha de tinta, né? Eu vou fazer um círculo pequeno aqui, ó. Tô fazendo nesse cantinho, mas vocês podem ficar livres para fazer onde quiser. Onde quiser, certo? Ó, fiz um círculo. E agora a gente vai começar a pintar, vai começar a colorir. A gente vai usar dois, duas ferramentas para começar a pintar. A gente vai usar tanto os pincéis tradicionais, como também vamos começar a usar e eu gosto muito de pintar com ferramentas e meio que inusitados assim, tipo, é, eu quero fazer uma estrelada, uso uma escova de dente que dá para jogar fora, ser esponja de lava-louça, é fios de nylon para criar efeitos. Então, nesse caso aqui, a gente vai usar uma esponja de lavar louça. Vocês vão pegar, vocês vão pegar a tesoura e cortar a esponjinha. esponjinha criar pequenos cubinhos assim, ó. Gente, essa esponjinha ela é muito multiuso, literalmente para tudo, até para quem faz unha, sabia? É mesmo. Essa eu não sabia. Geralmente eu tiro as tintas da unha, ó lá. Tá vendo? Aí vocês vão pegar, vocês vão fazer pequenos cubinhos de esponja, tá? Por quê? Vou mostrar na prática para vocês que vocês podem eh criar outras texturas na pintura com relação a a pintar além do tradicional pincel, porque, por exemplo, assim, ah, vou pintar com pincel, você vai dar uma pincelada normal, porém você fica muito limitado com relação a à textura da pintura, sabe? Então, você usando outros objetos, você cria, pode criar outras possibilidades de movimento. Uhum. Eh, aqui, ó, aqui vamos usar uma paleta de cores quentes, tá? Então, vou usar quente, o vermelho, vou usar o amarelo, vou usar o branco para clarear um pouquinho e a gente vai usar esse tipo de paleta para poder criar para vocês. Vocês vão pegar um espaço e vocês vão sempre colocar de lado assim, ó. Vou colocar um pouquinho de vermelho, né? Bem didático mesmo, igual quando você vai fazer com criança, ó. Ó. E vou colocar um pouquinho de amarelo. E é sempre interessante colocar outras cores também, ó. Deixar branco e vamos arriscar. Vamos colocar um pouquinho de roxo. Esse roxo tá lindo. Tá lindo, né? Um roxo violeta. E aí a gente vai começar a pintar. A gente vai criar um famoso degradê. Hum. Uhum. Degradê. não tem aquela mudança de cores de uma paleta a outra. Então, a gente vai mudar, a gente vai da cor mais quente até a cor mais clara. Então, olha só, por exemplo, aqui, ó, vamos pegar o vermelho. A gente vai criar várias camadas nessa linha aqui de cima usando o vermelho, tá? Por exemplo, aqui, ó. Tô usando o vermelho. Podem puxar assim, ó, para pintar mesmo. Vermelho. E a gente vai preenchendo toda essa parte aqui da tela inicial com a tinta. Por enquanto não tá causando muito efeito porque eu tô usando uma cor única, mas por exemplo, se eu pegar um branco, eu posso começar a misturar e a criar outros outras texturas. Mas como não é o caso, primeiro a gente vai dar uma avermelhada. E agora a gente vai começar a clarear nossa pintura de cima para baixo. Com a mesma esponja de vermelho, você vai pegar o amarelo e vai clareando. Ó, se eu pegar vermelho com amarelo, a gente transforma num laranja. Já está criando o degradê. É. Opa. Deixa eu pegar aqui, ó. Vou pegar aqui o usei o roxo, mas o roxo ainda vamos usar só um pouquinho aqui de lado. Na verdade, a gente vai usar o amarelo aqui, ó. A gente vai de amarelo. Não precisa agora necessariamente pintar o pássaro, tá? Mas a gente vai de amarelo, ó. Tentem transformar assim, ó. Misturar um pouquinho do vermelho com o amarelo no laranja. E vocês vão descendo, já dá aquele efeito de pôr do sol. Isso, ó. Ai, tocou um pouquinho no tucano, no pássaro, não tem problema. A gente vai pintar por cima depois, tá? Se puder evitar o máximo possível, melhor assim, mas se tocar e acontece, não tem problema. Não tem problema não, porque depois você vai com um pincelzinho, aí você vai retocando e tudo mais. Chegando esse ponto do círculo que eu fiz, usando a mesma esponja, aqui já está com amarelo, já tá com vermelho, a gente vai colocar um pouquinho de branco, por aí vai clareando, ó. Então vai clareando o tom, vai tocar naturalmente no amarelo e você vai no branco. Seria um branco com amarelo pr ficar um amarelo bem clarinho. Certo. Certo. Esse mesmo, essa mesma paleta de vermelho com amarelo, vocês vão fazer na parte de baixo da linha. Por exemplo, aqui, olha só. Vermelho. Vermelho. Lembre do vermelho. Podem pintar aqui, ó, em cima do galho que vocês fizeram para segurar o tucano, o pássaro. Vamos usar o vermelho, certo? E também a gente vai usar um pouquinho do amarelo, gente. E não tem assim, é uma passada certa ou errada. Vocês vão passando, ó. É pra gente criar esse efeito. Quanto mais tiver esse essa marcação do cubo da esponja, melhor. Esse aqui é só a primeira camada, a camada base, tá? Porque depois a gente vai começar a dar forma com os pincéis. E pessoal, e quanto mais vocês sujarem, melhor. Pro pessoal de casa entender, não precisa ser perfeito, como você mesmo disse. É uma esponjinha que ele tá ali, ó, passando. Certo? A gente passou. Beleza. Agora sim, a gente vai começar a aplicar um pouquinho é dos detalhes com pincéis. Por exemplo, a gente vai começar a pintar o nosso pássaro, né? Eu eu não tinha pensado que pássaro seria. Eu formatei agora que seria um tucano. Então, vamos ver se vai ficar parecido. Mas o importante é vocês começarem a ter esses tipos de ideia para poder criar. Vou pegar dois tipos de pincéis, tá? Cabeça chata, um pouquinho mais fino, outro um pouquinho mais grosso. Cabe vocês com relação à intuição do tamanho, né? né? Por exemplo, se for pintar uma tela maior, vocês podem pegar um pincelzão mais grosso, né, pr pintar. Mas a ideia é a gente começar, por exemplo, agora a dar vida com relação a ao nosso pássaro, porque a gente vai pintar aqui ainda, aqui em cima ainda, porém a gente tem que esperar o processo de secagem. Sim. Tá. Vou pegar aqui um preto. Eh, aqui, olha só, vamos definir perto do olho. Aqui vai ser branco. Então, todo esse corpinho dele a gente vai pintar com o preto. Ó, podem passar. Tem que passar o pincel em uma direção somente? Tem. uma dica importante. É assim, como eu falei, não tem certo nem errado, porém a pessoa quer fazer um um jeito mais abstrato, tá tudo bem. Porém, é, se vocês quiserem fazer, por exemplo, o nosso protagonista que esse passo que se destaque mais, seria interessante que você seguisse em uma direção. Por exemplo, se eu pintar tudo de cima para baixo, não é interessante você atravessar? Sim, porque aí vai ficar uma coisa meio desconfigurada. Então, se eu tô nesse movimento aqui, é interessante vocês continuarem, sabe? E aí vocês vão pintando a a folhinha aqui, que seria uma das asas também podem pintar. Vocês podem até puxar um pouquinho mais, não tem problema não. A gente tá pintando o que agora? Tudo que vai o preto, o corpinho do tucano. É, por exemplo, esse esse rabinho dele também, tá? Podem puxar. O interessante desse tipo de material, tanto a tinta PVA, é, se vocês forem usar guach nesse tipo de tela, elas vão secando mais rápido. Ah, isso é legal porque como a gente vai continuar a pintura aqui, é interessante que já vai secando. Lembra que eu fiz até aqui? Ah, mas com o pincel, com a tinta, vocês podem descer, não tem nenhum problema. Ó. Ai, quero fazer um pouquinho maior. Ah, gostei mais com o movimento. Fica super à vontade. É, continuando com o preto, só que olha só, vou pintar a ponta do do bico. Do bico. Esse pincelzão não dá. questão de intuição. Então vocês vão com pincel mais fino, pincel menor. Certo? Vamos lá. Também é uma terapia, não é, Sandra? Essa era a palavra que eu tava procurando aquela hora terapêutico. Era a palavra que me fugiu, que eu gosto mais da linha de uma linha técnica, mas também eu trabalho numa forma mais terapêutico da coisa da pessoa ter o um prazer assim de não expor, mostrar, mas de se descobrir criar. É terapêutico. Qual é a palavra que fugiu? Mas vamos lá enquanto tá secando o preto pra gente continuar. Olha só, coloca marrom, tá? Eh, podem reutilizar o mesmo pincel que vocês estão usando. Se por acaso precisar tirar a tinta do pincel, podem tirar aqui. Olha só, a gente vai pintar esse galho, certo? Vamos usar o marrom. Porém, é, como tem esse branco aqui do lado, vocês podem criar outra perspectiva assim, ó. Criar uma sombra, sabe? Para não ficar um marrom liso. Tem que experimentar. Tem que experimentando, ó. Aqui ficou um marrom meio caramelo. E vocês vão preenchendo, vão completando aqui, ó, tanto o galho de cima quanto o galho de baixo. Ah, vou colocar um pouquinho só de branco para não ficar aquele marrom liso. A gente consegue enxergar, ó. Tem um slum, toda a estrutura usando o mesmo marrom. Agora um pincelzinho mais fino, o mais fino que vocês tiverem, pessoal. Deixa eu pegar aqui, ó. Peguei um pincelzinho bem fininho, bem pequeno. Esse aqui também vai ajudar. Aí a gente vai pintar essas montanhas de fundo. Vamos usar o preto e o marrom. A gente vai fazer um marrom bem escuro. Ó, tô experimentando aqui mesmo na tela. Então, a gente vai preencher esse espaço usando o marrom e usando o preto. Preto. E aí vocês vão preenchendo esse espaço tanto de um lado quanto do outro. outro para completar. Tá fácil, tá difícil. Que que você Eu tô adorando. Porque o segredo não é complicar, o segredo é vocês facilitar facilitar o processo para vocês começarem a criar suas própria linhas de pintura, né? Fora a cobrança, a gente tem que parar o momento de se cobrar a perfeição. Hoje em dia tá tudo muito superficial, tudo muito lindo e todo mundo sabe que na vida real não é assim. Então, tá a fim de pintar uma tela, quer começar fazer algo novo, se permita. Sim. Não permita mesmo. É, não se leve tão a sério. Uhum. Eu acho que por esse caminho é muito mais fácil você começar a explorar o mundo da arte do que do tipo, não, eu preciso o primeiro quadro que eu vou pintar ter que ser uma obra de arte maravilhosa. Não, vai passo a passo, vai se descobrindo, vê o tipo de técnica, o tipo de material que você quer utilizar, sabe? Se apaixone pelo processo. Pronto. Agora a gente vai começar a dar alguns acabamentos. Tá? Pra gente começar eh a trabalhar detalhes essa pintura. Por exemplo, aqui, ó. Deixa só tirar a tinta do pincel. A gente vai usar um amarelo aqui no bico. Vamos pintar o bico dele. É um é um bico meio amarelo laranjado, né? Tem um pouquinho de vermelho assim, ó. Agora não tô lembrando muito bem o conceito do bico, mas olha só, a gente vai pintando de amarelo e vamos colocar um pouquinho de vermelho. Ó, automaticamente quando você mistura, você vai brincando com essas possibilidades, cores. Podem passar o dedo se quiser para misturar mais. Ah, eu quero mais amarelo, não tem problema não. Ah, eu quero fazer um um pouquinho de luz em cima. Passem o branco, sabe? Para causar um certo brilho. O olho, a mesma coisa, gente. Olha só o olho. Aqui, ó, tem um outro buraquinho e vocês só vão completar aqui um pouquinho só contornar. Só dar uma contornadinha. E é claro que, por exemplo, assim, tem essa manchinha aqui perto do olho. Vocês podem ir também nessa mesma pegada para fazer um tucano. Pode ser um outro pássaro também. É que o tucano me veio na mente por conta da letra C, então já facilitou. Mas pode, a gente pode trabalhar outros tipos de de desenho, de pintura também. E não é porque aqui possa ficar branco que a gente vai deixar branco, não. Vocês podem com a tinta branca preencher o espaço. Olha que legal. A partir da letra C a gente consegue fazer, estamos fazendo um tucano ou outras coisas. Partindo da letra C. Galera, a gente tem todo um alfabeto. Explore. Mas a a ideia desse tipo de trabalho é mostrar assim que a gente tem a o potencial de criar inúmeras inúmeros tipos de trabalhos artísticos, né, que não tem um segredo, né? Então, é é isso que é o interessante. É claro que com o pincel, olha só, eu passei o branco aqui, o pincel tá branco, né? Tá. Vocês podem continuar usando esse mesmo pincel para dar uma manchada, para mostrar um pouquinho melhor alguns detalhes desse pássaro, ó. Vou passar aqui, ó, para mostrar a asa, entendeu? Ah, vou passar um pouquinho de branco. Branco quase nada assim aqui na já cria uma sombra, já cria um outro. Uma outra pegada com relação à perspectiva de sombras, de luz. E se o pincel ainda estiver sujo de preto, pega o branco assim, ó, faz um cinza bem clarinho e pinta salsichas assim, ó, como se fosse a unha, né? Eu adorei isso. Pinta salsicha aqui, ó, de uma forma bem assim, ó. É um cinza meio sujo, assim, como se fosse a unha. Eu vou usar esse com meu filho, né, na lição de casa. Ai, mas terminou? Não, não terminamos não. Por exemplo, olha só, agora a gente vai dar uma outra perspectiva com relação à montanhas de fundo. Vamos pegar o preto. Podem molhar um pouquinho o pincel. Peguem o preto. Vamos criar eh uma perspectiva de sombra, de espelho. Sabe quando a luz bate, cria uma sombra? Então, olha só, se temos uma, duas, três aqui bem embaixo, podem usar o preto assim, ó, como se fosse a própria sombra da montanha, lá faz o espelhamento. Isso, ó. Tá bem de leve, mas não precisa ser exatamente só aqui embaixo. Vocês podem criar um pouquinho assim, ó. Vou criar aqui. Podem raspar um pouquinho o pincel, ó, de preto. Só tomem cuidado para não passar do ponto, para não exagerar, porque às vezes a pessoa se empolga e é muito normal, tipo e aí passa e acaba. Não é só de leve. Quando a gente vai fazer um bolo, a gente não coloca uma cerejinha, coloca, tá? Não pode encher não. Só uma. Não pode encher o bolo de cereja, né? da empolgação. Mesma coisa aqui. Aí você pode usar um pouquinho do branco também para criar. Ah, vou passar um pouquinho de branco só para criar uma luz assim. Não tem nada para passar um pouquinho de vermelho só. E aí, que que a gente vai fazer agora? A gente tá começando a destacar certos detalhes da nossa pintura. Vamos usar a cor verde, verde esmeralda, tá? É, podem pegar um outro pincel ou se não tiverem, podem reutilizar o mesmo. Só pega esse daqui, ó. Põe um pouquinho para lá. Esse Ah, claro. Isso. Tá. Deixa eu pegar um outro pincel aqui. Acho que esse aqui tá bom. Vamos usar agora verde e branco. Para quê? Vocês podem desenhar, mas também vocês podem criar em cima, ó. Por exemplo, aqui, ó. Vou criar aqui embaixo uma folha. Natureza. Uma natureza. o branco para vocês criarem uma certa luz assim, ó, para não ficar um verde liso. E aí vocês vão pintando. Mesma coisa que a a luz aqui do da água. Não precisa exagerar também. Usem de leve, sabe? Façam bem tranquilo. E aí vocês vão criando uma pintura tropical. Ah, mas ficou um verde muito liso. Peguem o branco, passem na lateral, ó, só um pouquinho. Tanto de um lado, podem pegar aqui, ó, do outro lado também. O ideal quando tá a folha 100%, a tela 100% seca, mas se não tiver não tem problema não, tá? Tá. Ah, vou passar aqui, ó. Vou fazer uma outra folha aqui. E aí vocês vão dando acabamento da pintura, certo? Tem esse branco aqui que sobrou, né? Como a gente pintar tudo, não deixa nada em branco. Ai, faltou mostrar um pouquinho melhor os dedos. Peguem um lápis ou carvão vegetal, redesenho de novo em cima aqui. Podem pegar o dedo, passa em cima aqui, ó, desse solzinho, ó. Muito bom. E aí, a dica que eu dou depois, vocês podem escolher como vão finalizar a obra. Quando falo finalizar a obra, eh, na hora de vocês colocarem numa parede, em algum canto, tem o quê? As laterais. Ah, verdade. As laterais vocês têm duas formas de poder recriar. Eu gosto de continuar a pintura na lateral. Ah, se aqui tá o pô de sol, a paisagem, podem continuar a pintura do mesmo jeito, não pode deixar em branco, tá? Mas também tem uma outra técnica de usar uma tinta neutra como se fosse uma moldura. Então vocês podem usar uma tinta metálica, uma tinta puxado mais para um cobre, sabe? Isso, uma coisa mais tipo madeira, sabe? Porque aí vocês podem pintar tudo aqui e ele fica um acabamento incrível. Só não pode deixar branco, cru. É, não pode deixar o sabe acabado. Finalizando aqui, que que vocês vão fazer? Assinatura. Assinatura. Aí vocês vão pegar e vocês vão assinar a obra de vocês. E aí a gente tem a nossa pintura tropical, partindo sempre, olha só, da letra C, né? Letra C. E aí conseguimos reconstruir. Usei cores quentes. Sim. Se a gente usar cores frias, os azul, roxo e o branco, é praticamente a mesma coisa, só que vira à noite. Uhum. Tá. Vocês podem fazer de lua, vocês podem fazer é como se fosse estrelas depois. E também fica muito bom. Olha só, pessoal, saímos de uma tela no cru branca para uma paisagem tropical a partir da letra C também, né? tem todo um alfabeto para usar toda a criatividade. Então você de casa não se cobre tanto, não é verdade? Claro. Se permitam, se permitam. A vida já é muito séria, tem muitos assuntos que são sérios demais. Sandro, eu amei a aula de hoje, foi mágica. Muito obrigada. Eu que agradeço. Eu acredito que nossos telespectadores também amaram, vão fazer também. Muito obrigada. Eu que agradeço eh a visita de vocês e fico convite para vocês conhecerem mais o trabalho, né? E uma honra tá mostrando um pouquinho dessa criação para vocês. E eu espero de coração que vocês eh possam fazer, não se cobrando o resultado final, mas curtam o processo, aproveita, coloca uma musiquinha de fundo, sabe? E se permita a se conhecer. Sandro, olha, para quem quiser conhecer toda a sua arte, porque não se resume aqui, não, tá? É o artista completo. Quem quiser entrar em contato com você, quiser conhecer mais sobre seus trabalhos, eh, tem rede social? Tem, tem o Instagram. Passa pro pessoal, tá? Meu Instagram é Sandro Del Pires. É, por lá eu atendo todo mundo. Podem mandar mensagens, tirar dúvidas se precisarem. Eh, tô ali para esclarecer da melhor forma possível técnicas, formas. Eh, também tem o TikTok, também tem Facebook, YouTube, mas a rede de a rede social que eu mais me comunico é o próprio Instagram. Muito legal, muito obrigada. E você aí de casa não deixe de fazer. Eu adorei. Até o próximo episódio. [Música]