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เฮ [Música] [Aplausos] [Música] He. [Música] Olá, gente, mais um sábado e é claro, né? Faça você mesmo. E eu estou aqui para aprender junto com vocês pintura com aquarela. Quem vai nos ensinar é a artista Talita Adorno. Talita, muito obrigada por nos receber. Eu que agradeço a oportunidade de estar aqui ensinando uma técnica e uma arte tão legal. Eu tenho certeza que é uma arte super legal, mas eu já vou confessar, eu sou péssima de faça você mesmo. Tô chegando agora, então vamos com calma, mas vamos pintar. Sim. É uma técnica que dá para todo mundo fazer muito fácil. A tinta é acessível, a gente consegue encontrar tintas escolares, é num preço bem bacana. Então, para quem tá começando, quem gostar e quiser já começar, já pode adquirir os materiais e já pode até pegar a mesma referência e botar a mão na no pincel, né? Não é nem na massa, no pincel. Maravilha. Bom, então, antes de você botar a mão no pincel, papel e caneta para anotar quais são os materiais. Para essa pintura, você vai utilizar aquarela em tubos, pode ser a escolar, papel de aquarela 300 g, pincéis redondos, pode ser o número 4, 6 e oito, recipiente para colocar água, um prato branco para misturar as cores, trapinhos de algodão ou papel toalha, lápis fiz grafite e borracha. Bom, então para começar eu acho que é interessante a gente falar pro público de casa o que é aquarela, Talita. A aquarela ela é uma tinta à base de água. Eh, ela é solúvel à água, então, eh, você pode diluir num godezinho junto com uma água e ela rende bastante. Então, uma bisnaguinha dessa você consegue fazer muitas artes porque tem muitas cores. Uhum. E o importante também da aquarela é a gente estudar um pouquinho as misturas das cores, que a gente vai fazer um pouco disso agora com a nossa referência. Maravilha. Aí, assim, essa daqui é a nossa referência, né? Vou até virar um pouquinho aqui, trazer um pouco mais pro centro, tá? Você quer passar algumas informações dessa referência pra gente já começar a fazer? Tem vários tipos de aquarela no mercado. Essa daqui é uma escolar, então é a mais acessível que tem. E aí, conforme você for eh subindo o nível da sua da sua pintura, você pode escolher uma estudante ou uma profissional, que obviamente vai elevando também os valores, mas com essa que a gente vai aqui usar, perfeita para começar. Aí pode assim, ó, ir longe com ela, porque eu ainda uso ela nos meus trabalhos. Que legal, maravilha. Bom, essa aqui é a nossa referência, né? Que que a gente pode falar dessa referência? Ó, eu trouxe essa referência porque eu vou mostrar os tipos de aplicação da aquarela. Então, eu trouxe as referências pra gente conseguir passar por todos os as aplicações para ficar bem amplo e entender direitinho caso a pessoa fazer uma outra referência. Bom, então agora materiais na mesa e mãos nos pincéis. É isso? Sim. E nas tintas. E nas tintas. Primeiro eu vou mostrar um pouquinho como que é a textura da aquarela. É para entender um pouco do que eu falei que ela rende bastante. Então, ó, um pouquinho que você coloca aqui. Nossa, é bem pouquinho mesmo, n? É bem pouquinho mesmo, porque é com bastante água que a gente trabalha, ó. Se quiser mais ainda diluída, pode. Na aquarela é bem versátil, então você pode fazer tanto uma ilustração, uma arte mais, como se diz, sólida, como uma mais aguada, que é mais ou menos o que a gente vai fazer aqui hoje, tá? Então, ó, a primeira técnica que tem é a molhada, que é no papel molhado. Ai, acho que é melhor fazer diferente. Pegar outro papel. A primeira técnica que tem é a molhada no molhado. Então a gente vai molhar o papel, hidratar bem o papel também. Pelo fato dele ser de celuloso, tem alguns que é de algodão, é bom sempre dar uma hidratadinha mais se você for fazer essa técnica, tá? Com o próprio pincel mesmo, né? Com o próprio pincel. Aí você vem com um pouquinho de tinta e pode fazer efeitos. Ai que legal. como também pode começar a colorir a arte. Certo. Certo. Aí tem a molhada na seca, que é a tinta que ela é molhadinha, né? No papel seco, que daí é a consistência que eu falei, né? Que pode ser tanto uma consistência mais e sólida, né? Com pouca água. Uhum. [Música] como também mais além da consistência, a cor também fica diferente, né? Fica um verde mais escuro se ela for mais nesse caso, né? Fica mais escuro se for mais consistente e mais clarinho se for mais molhada. Sim, exatamente. É um ponto muito importante, é que assim, na aquarela a gente não usa o branco para clarear, a gente usa justamente essa técnica do mais aguadinho. Então, se você quiser um verde menos intenso, você coloca mais água [Música] e menos tinta. Aí ele vai clareando, vai fazendo um degradê. Uhum. Porque se você acrescenta o branco, a vai ficar opaco, porque o charme da aquarela, ela é ser transparente. Então você pode sobrepor cores que ela vai juntar uma cor com a outra, ela não vai tampar. Então esse que é o brilho, né, da aquarela dis e você também não ter controle da do desenho, né, como vocês podem ver aqui, ó. Ele vai, onde a água for, vai fazer o desenho. Então é importante que em casa, a hora que vocês forem fazer, não ficar preocupada assim, ai não ficou igual, é, vazou um pouquinho, não tem problema. É assim mesmo que a técnica funciona, tá? Porque também é um tipo de artesanato, né? E a gente costuma falar no programa que assim, eh, o artesanato ele precisa ser bem feito, mas é importante lembrar que cada peça é única, né? Então ela vai ter o seu charme. A pintura segue pintura é a mesma coisa e aquarela. Então uma uma obra não é igual à outra. Mesmo que você vá fazer igualzinha não vai sair igual. Perfeito. Talita. E agora a última forma de aplicar é o seco no seco, que daí a gente vai pegar a tinta um pouquinho mais seca. Uhum. e pôr direto no papel, que é pra gente fazer detalhes. Mas por mais que ela seja uma técnica que expande, tem momentos que a gente vai fazer detalhe, tanto que na nossa referência tem os coqueiros. Então essa é uma parte bem importante também, ó, porque daí você tem controle sobre a água, tá vendo? Uhum. Desmancha muito. E legal também é que você se a hora que você espera secar, ela não expande pra lateral. Vou pegar uma outra cor aqui, só para eu mostrar que deu uma secadinha ali. [Música] Ó, essa parte aqui, ó, do papel já tá seco. Então, é nessa hora que eu vou jogar uma cor do lado e ela não vai migrar. Se eu jogo aqui, ó, vou eu vou jogar aqui também pr vocês verem. Ele vai juntar uma cor com a outra, ó. Uhum. Então, eu peguei uma corzinha ali e, ó, se eu coloco aqui, tá vendo que ela vai expandir junto com a outra cor? Uhum. Porque tá molhado, então a tinta vai escorrer por onde tá molhado. Já que aqui tá seco, ela não vai entrar tanto. E a questão que eu falei sobreposição de cores é transparente, ó, é nessa hora que a gente consegue ver. Ela não vai cobrir e é muito importante saber que ela vai agregar na cor. Então ela vai misturar o rosa com o verde, ela vai dar um roxo. Então é importante também a gente estar atento a essa questão. Sim. Essas misturas, né? Qual a cor, qual vai ser a terceira cor a partir de duas, né? Exatamente. Legal. Muito bem. Quer fazer um? Tá. Então vamos agora, né, pra nossa referência. Vamos. Como é uma referência que a gente vai usar bastante água, é bem importante colocar uma fita crepe aqui na lateral, porque quanto mais água você coloca no papel, mais ele vai enrugar, por mais que ele seja uma gramatura grande. Então, para quem tá começando, é bom deixar bem certinho para que na hora que ele dê uma entortadinha não dá uma dificuldade, né, de fazer a técnica até mesmo de ter algum erro, né? Tá bom. Pode colocar direto na mesa, como também pode colocar numa pranchetinha. O bom da prancheta é que você pode movimentar, né? Na mesa não dá e fica mais difícil. Não dá. Fica mais firme também, né? É, se fizer essa essa técnica, né? Sim. Aí a gente coloca aqui, ó, para dar uma margezinha e tentar seguir essa distancinha aqui para ficar padrão, tá? Mas também se não ficar não tem problema. E a distância também é é pequena, né? essa margem, né? É só para para segurar mesmo o papel, né? Então, 2 cm é o suficiente. É, no final, ó, ela vai ficar mais ou menos como essa. Sim. Perfeito. Até dar um charmezinho, né? Sim. Já fica parecendo uma moldura, né? Exatamente. você comentou sobre o diferencial da da aquarela, né, que é justamente essa transparência, né, que que a técnica proporciona e me parece ser um tipo de pintura mais delicado, né, parece que demonstra mais leveza, né, no nos produtos pelas artes que você que você tem feito aí, eu senti isso, exatamente por ela ter essa fluidez da água, né, a própria técnica a aquarela. Então, realmente ela traz essa leveza mesmo pra arte, pro desenho que você for fazer. Legal. Então, então vamos começar. Eu vou tentar colocar todas as técnicas que eu mostrei aqui, todas as formas de aplicar. Vou começar então com o molhado. Uhum. No molhado. Então, ó, vou colocar. E aí você tem uma dica assim, por exemplo, ah, eu vou fazer um cel. Então, o ideal é fazer molhado, no molhado, tem Exatamente. Tem eh essa, inclusive esse céu, né, a gente vai fazer assim, fica bem bacana, mas também se você colocar o molhado no seco, fica legal também, que eu vou colocar aqui para vocês verem as duas formas, aí cada um vê o que é melhor, né, para para fazer a arte aqui. É, eu vou misturar duas cores pr fazer esse céu. Pode pegar uma cor pronta, pode. Mas é você usando uma paletinha de 12 cores, com essas misturas você consegue fazer um monte de cor, que é o que a gente vai fazer agora. Então, eu coloquei aqui, ó, um azul ciano e vou colocar um magenta, que daí a gente quer aquela aquele tom lá de cima, que é um tom meio azul com roxo, né? Uhum. e mantém, puxa mais pro pro anoitecer, né? É isso mesmo. E mantém essas duas cores, porque a gente vai usar praticamente no desenho todo. A gente só vai colocar um amarelinho depois, tá? Então, ó, eu dou uma misturadinha, [Música] comparo, né, lá no desenho e eu coloco aqui, ó. Veja que tá bem concentrado, viu? tá bem concentrado, limpa o pincel no seu trapinho, no seu papel, tira um pouco do excesso da tinta, molha bem o pincel e começa a fazer o seu céu. É bacana também se você der uma inclinadinha assim, ó, para na hora que a tinta descer, Sim. ela tem mais facilidade e como a gente vai fazer um degradê, não tem problema de ficar manchado. Então essa parte aqui eu coloquei o molhado no molhado e agora eu vou colocar o seco no molhado, que é para fazer aquele outro rostinho, tá? com a mesma cor magenta. Como eu sei que o azul com magenta da roxo, eu não preciso fazer essa mistura. Eu posso vir direto aqui com magenta, ó. Só de colocar o pincel já ficou. Aí já aproveito e já coloco aqui, ó. E vai entrar essa cor para lá, vai dar bem o degradê do céu. E aqui, ó, é o molhado no seco. Veja que também dá para fazer. Sim. E aí vai da da opção de cada um, né, de que cada um se sente melhor para fazer. Uhum. E aquele céu, ele vai vindo do azul pro roxo, pro magenta, pro laranja. E aí ele volta num magenta de novo. Uhum. Então, ó, a gente vai seguindo aqui com o mago bem aguadinha. Esse magento aqui ainda ele tá com um pouquinho de azul, né? Uhum. Para dar aquele aquela sem ter um deu um degradê bom, sem ter essa marca, a gente pode pegar um pouquinho de água, ó, com pincel limpo, ó. Tira o excesso e só dá um Ah, repassa por cima. Repassa por cima. Aí fica bem bonito mesmo, né? Porque começa azul e ele vai descendo. Exatamente. Aí agora para ficar uma agenta mais clarinho, aí tem a questão das nuvens também, né? Uhum. Para ficar uma genta mais clarinha, a gente vai descer com essa tinta que tá aqui, ó. Tá? Porque na referência tá bem clarinho. Você vai puxando daqui. Já está no papel. Já. Tem que ser rápido porque se seca a gente não consegue fazer isso. Embora aqui eh nessa parte bem molhados no molhado, demora um pouquinho para secar, mas é importante que a gente aqui, principalmente agora que vem menos água, ser um pouco mais rápido para não perder o efeito, né? Sim. Aí eu vou pegar um pouquinho do magenta bem diluidinho, ó. Ah, maravilha. O pedaço que tá um pouco, tem um pouco menos de cor, aí você pode fazer isso, né? Pegar mais um pouquinho da da cor de referência. Nesse caso é o magenta, molha o pincel e pega a cor. É sempre esse esse movimento. É sempre esse movimento. E sempre que você quiser uma tom, um tom mais forte, um pouquinho mais de tinta. Um tom mais clarinho, mais água e menos tinta. Tá bom? Aí lá na referência tem umas nuvens. Uhum. Como a gente não usa o branco, né? Porque as nuvens estão brancas, a gente tira um pouco, ó, com um pincel quase sequinho, a gente vai tirando um pouco da tinta, ó. Porque esse pincel tem que ser o redondo, porque ele absorve mais a água. Ele meio que tem um depossitozinho aqui no meio de água. Então a gente consegue trabalhar com a água aqui dentro e um pouquinho de tinta na ponta, como também a gente pode puxar a água que tem. Aí deu uma secadinha, ó, não tem problema. Só você pegar um pouquinho de água e ir fazendo as nuvens. Ai, tá, não tá igual a minha referência. Ah, não tem problema. Cada arte uma arte é uma referência, né? A gente não precisa fazer exatamente como está ali. Sim. Na hora que seca, a aquarela muda também. Então, você tá vendo uma coisa agora, na hora que secar você vai ver outra e você pode também voltar. Porque a aquarela, como ela é diluída em água, ela é ativada com água. Aham. Tanto aqui, se aqui você pode colocar mais água e ela vai voltar a ser uma aquarela. Quanto no papel também. Secou, você quer mudar, você consegue jogar uma água e ela volta a ser uma tinta. Ah, legal. Tá. E e assim você tá fazendo o fundo, né, dessa dessa arte aqui. Sim. Eh, não sei se eu vou dar spoiler, tá? Mas assim, eu vi que aqui nessa referência tem os coqueiros. Sim, que você não desenhou. Aí você vai desenhar esse coqueiro com o lápis ou você já vai fazer ele no pincel mesmo? Tem tem diferença? Tem uma técnica que seja melhor seguir? Não tem. Eu, como já tenho facilidade no desenho, já posso ir direto no pincel, mas quem não tem pode fazer um esboço com um lápis, só que tem que ser bem clarinho para, como ela é transparente, né, para ela não aparecer. Porém o coqueiro é preto, então não tem problema. Ele, o preto vai acabar tampando mesmo. Mas aí é uma outra etapa, porque se eu coloco a tinta agora aqui seca no papel molhado, vai abrir, não vai ficar marcadinho certinho, que é igual a gente fez na técnica dos detalhezinhos, que é a seca na seca, tá bom? A gente vai esperar secar. Agora a gente vai pegar o amarelo. Uhum. Na teoria das cores, amarelo com magenta dá vermelho. Uhum. E com mais amarelo vai dar um laranja. Então eu posso vir aqui direto que ele vai ficar laranjinha. Continua com molhado e molhado, né? Continua. [Música] Eu quero um pouquinho mais de laranja. Só pegar um pouquinho de imagem. Olha só, parece uma mágica, né? [Música] E é muito daquela arte das primeiras, né, que a gente aprendeu na infância, né, essa mistura das cores, a água para clarear, né, para deixar mais diluída. A gente volta um pouco na infância, né? Tem até um pouco de memória afetiva. Sim, sim. Ó, aqui eu vou deixar o espaço pra gente fazer o sol, que ele é mais marcadinho, então a gente vai esperar secar a tinta. Uhum. E aí eu volto com uma magenta para fazer esse mar, né, que ele tá um mar rosa. Talita, para quem quer acompanhar os seus trabalhos, saber um pouco mais do da sua arte, você tem algum Instagram? Você tem algum canal? Tenho, tenho um Instagram que é o meu nome, né? Talita dorno, Talita com H. E tem o canal no YouTube também que tem alguns tutoriais que também é o mesmo taladorno. Só colocar lá no YouTube que aparece. Que legal. Maravilha. Aqui, ó, eu vou começar de baixo porque eu quero um tom mais escuro aqui embaixo. Hum. Então eu vou colocar a tinta menos diluída. Uhum. Porque como embaixo ainda não tem tinta, né? É o papel branco, então fica mais fácil para manter a cor. Aí você vai subindo. Exatamente. Porque eu quero clareando, ó. Então eu venho aqui com pincel, um pouquinho de água. Não clareou muito. Vem aqui, limpa o pincel, põe só a água. Uhum. e vem subindo para isso. Então, que serve tanto o guardanapo de papel ou trapinho de algodão, né, para ir limpando o pincel conforme a necessidade do desenho, né? Exatamente. Uhum. Você comentou, Talita, que você faz algumas oficinas também, né? Que você faz feira. conta um pouquinho pra gente. Sim, eu dou algumas oficinas eh na COME, que é aqui onde a gente tá, né, com espaço super artístico. É esporádico, né, a gente abre turmas esporadicamente, então é bom ficar sempre de olho lá no meu Instagram ou no Instagram da Comeia que sempre tem falando quando vai ser. E tem meus produtos também que eu faço feira, então tem caderno adesivo, tem as artes originais e aqui na CEIA também, porque a Comeia é uma loja colaborativa. Uhum. Então também tem os meus produtos aqui para quem quiser dar uma olhadinha, comprar ou conhecer, tem outros artesões também, é bem bacana. Então é na feira ou precisa dar uma olhadinha lá no Instagram onde eu vou est ou aqui na Comeia. Legal. Otalita. E assim, eh, essa é a única técnica que você trabalha, aquarela ou você trabalha com outras também? Trabalho com outras também. Trabalho com guache, que é bem similar à aquarela, só que ela é uma tinta opaca, mas é muito parecida e com a caneta marcador que tá super na moda hoje, né? Com os Bobby goods. Mesmo. É verdade. Só que ninguém sabe que a caneta é antiguíssima. É, mas é que agora entrou nessa febre, né? Entrou nessa febre. Ah, inclusive a caneta marcadora é a minha técnica principal, a técnica que eu trabalho por mais anos. Caramba. E assim, a gente vê na internet vários tipos de de trabalho, né? tanto em material escolar como material artístico mesmo, né? Cenários, né? O povo faz muita coisa. Sim, sim. Agora querem fazer texturas. É muito bom isso. É, é você popularizar a arte, né? Não deixar ela só no meio elitizada e você deixar todo mundo ter essa experiência com arte, que é muito bom, né? Bem terapêutico também. Maravilha. Então agora, como eu disse, a gente tem que esperar secar. Uhum. Como demora, eu já trouxe um já sequinho aqui pra gente poder fazer. Se legal. Vamos deixar essa aqui de ladinho agora. Essa aqui, Talito, eu vi que você, não sei se foi proposital, mas me dá a impressão que tem um espaço em branco que não foi preenchido nem com a cor de baixo, nem com a de cima. Foi proposital? Foi pr colocar o o sol, ó, igual eu fiz aqui, tá vendo? Ah, só que o que acontece aqui eu fiz mais molhado, então ela expandiu mais e quando seca, que nem eu falei, na hora você só vai ver como que ficou na hora que seca. Então, no momento em que foi secando, ela foi expandindo. Pode ser que acontece isso com essa, pode ser também, não é garantida. Então, a aquarela é sempre uma caixinha de surpresa. Mas a partir daí você vai definir como que vai ser o seu, no caso aí vai ser um sol. Então, as cores que você vai precisar, você vai precisar ser mais sequinho, mais molhado. É, a gente vai fazer mais sequinho agora para dar mais nitidez, né? Eu só preciso dar uma olhadinha, não? Aí. Ai, que lindo. Aí, agora eu vou pegar, olha o sol. Veja que o papel tá bem seco e agora ele não vai migrar. É, agora ele fica no local onde você preencher, né? Exatamente. Ele fica no lugar. Como que os coqueiros são aqui? Uhum. Eu posso trabalhar melhor essa área aqui que ficou manchadinha. Então, ó, eu posso molhar, né, que daí não vai interferir no coqueiro. Lembra que eu falei que ativa isso? [Música] Bom, essa é aquela parte então que ela comentou, né? O papel secou depois da primeira parte, né, do fundo que ela fez, mas agora com a água as cores são ativadas novamente. Então, mesmo que seque, dá para dá para recuperar ou para mudar, né? Se a pessoa quer mudar alguma coisa no desenho, né? Só não pode deixar muitos dias seco. Em um, ou dois dias você consegue ativar. Aí depois vai ficar mais difícil porque daí a tinta penetra no papel e aí é mais difícil de sair, tá? Vamos tentar ficar parecido. Uhum. Mas o legal é isso mesmo, né? Você tem uma proposta e você faz algo ali. É uma referência, né? Exatamente. [Música] Aí tem os raios do sol que a gente pode fazer bem clarinho [Música] e é uma tentativa. Sim. Quanto mais pratica, melhor a gente vai ficando. E aí assim, você também eh você faz esse tipo de trabalho, mas eu já vi que tem muitos lugares aqui na na colmeia mesmo. É um espaço bem artístico, como a Talita disse, tem muitas pinturas pelas paredes. Essa técnica dá para ser aplicada, por exemplo, na parede de um quarto, alguma coisa assim, não, né? Dá, não dá. daria para usar a técnica aquarela, mas não a aquarela em si, tá? A pessoa poderia pegar uma tinta acrílica, diluir e fazer similar, mas não fica igual. Não é muito difícil conseguir fazer essa técnica de aquarela com outro tipo de tinta. Uhum. e principalmente numa parede. Então é uma técnica bem específica para papel mesmo. Entendi. [Música] E quando que a pintura entrou na sua vida, Talita? Entrou que eu sou formada em moda. Ai, que legal. Então, eu fazia os desenhos de moda, coloria. Por isso que a caneta marcadora era tão usada. É. E aí, por muito tempo eu tive confecção e comecei a perceber que não era isso que eu queria, que era uma uma coisa mais artística. E aí eu tive uma doença grave e depois que a gente percebe que a nossa vida é curta, a gente resolve fazer o que a gente realmente quer, né? Então foi aí que eu decidi passar pra área da arte. A, eu só um pouco autodidata, nunca fiz cursos, né? Agora que eu tô procurando fazer. Uhum. Mas foi daí, pouco depois da pandemia, e aí que eu resolvi pegar alguns materiais que eu já tinha prontos, né? Porque por mais que era moda, ainda eu fazia esses tipos de desenho. Ah, e juntei tudo e aí fiz cadernos, adesivos e foi aí pras feiras ver o que que dava e deu super certo. Tomou gosto. Aí a questão das oficinas, eu já dava aula de desenho de moda, então toda a didática, toda a técnica da aula eu já tinha com o desenho. Aí é só adaptar. Que legal. E sem contar que assim, eh, esse tipo de de trabalho as pessoas comentam muito e terapeutas também indicam justamente por ser uma atividade mais terapêutica, né? Uma atividade que você vai ter um contato consigo mesmo, né? Porque você precisa colocar no papel a sua energia, a sua inspiração, né? Eu acho que tem um pouco disso. Você já tinha essa percepção? Não tinha, porque como eu não é uma coisa de infância, né, que geralmente os artistas falam: "Ai, vente pequenininha desenhava, eu não desenhava". Eh, como não é uma coisa de infância, eu fazia um pouco na correria, né? Porque você ter uma empresa d mais de moda é muito corrido. É a produção e o desenho você faz meio que mecânico ali, né? Você faz para produzir. Então, não tinha esse tempo pra gente parar e refletir e analisar o desenho, né? É tudo muito correria mesmo, muito mecânico. Ainda que o meu sol ficou um pouquinho mais expandido, ó. Mas dá para depois secou, a gente vi dar uma animada nele, né? Uma, tá, como se diz? Deixar ele mais nítido, tá? Então, ó, agora aqui tá sequinho e é onde que eu vou colocar o preto. Aqui, ó, eu acabei molhando, então, provavelmente vai dar uma borradinha, mas é bom até para vocês verem o que acontece se caso colocar um a tinta no molhado, né? Vou pegar o preto, o coqueiro, se a gente for dar uma olhadinha na referência, ele não é totalmente preto, ele tá um pouquinho roxinho, né? Uhum. Então, de repente a gente de vez pegar o preto, a gente pode pegar um azul. Ó, aqui secou. Secou. Aí eu venho com a tinta, ó. Ativo de novo. Boa. Então, vamos fazer porque tá batendo o reflexo, né, do Exato. Vamos fazer um coqueiro mais escurinho, um roxo bem forte. Uhum. Que daí eu coloco o azul com mag. Eu acho que vale colocar um um pinguinho de preto, né? de preto para dar uma ixe. Aqui é um tiquinho. Olha só, é só uma a pontinha do pincel, né? Só a pontinha do pincel. Até que ficou bem escuro. Mas o fundinho, ó, tá? Uhum. Mais ou menos da cor. Aqui eu vou não vou fazer direto, né? Vamos fazer então o coqueiro aqui bem de levezinho. E aqui, como o coqueiro é bem intuitivo, a gente pode fazer só. Uhum. E o resto a gente faz no pincel também. Tem uma cartinha ali, tá? Tem pessoas que preferem usar no dia a dia lapiseira. Para esse tipo de trabalho, pode ser usado lapiseira também ou não? O ideal é sempre o lápis. Pode ser usado lapiseira também, só que tem que tomar cuidado para não agredir o papel. Se você não tiver a mão muito leve, a lapiseira vai marcar o papel. Então daí é bom sempre um lápis macio, um HB da Faber Castel sempre tem um mais maciozinho, que é só para você fazer um um esboçozinho, né? para você ter uma um caminho, uma direção. Então aqui, ó, vamos começar de cima e a gente vai fazendo ó, veja que no molhado, no seco, é, ele não expande. [Música] Se eu quiser que expanda, coloca um pouquinho mais de água que ele vai expandir. [Música] Bom do coqueiro que ele você pode fazer, não precisa seguir muita referência, você vai meio intuitivo, né? Uhum. [Música] E aí assim, essa pintura, ela vai durar quanto tempo? É claro que tem que ser guardada em um local que não pode ter contato com água, não pode ter contato com umidade, né? Sim. Sim, não pode. É esse papel, geralmente os papéis de aquarela, eles são livres de ácido, o que significa que não vai amarelar, então vai durar muito. Aí depende da tinta que você usa. Se você usa uma tinta escolar, vai durar menos? Porque a tinta escolar ela é feita com, é, não é com feito com pigmento, é com corante. E a tinta estudante da estudante para profissional é pigmento. Ah, tá. Então, além de ficar mais vivo, né, a pintura, ela vai durar mais. Mas assim, é coisa de de durar muito, muito mesmo. Por exemplo, essa daqui vai durar mais de 100 anos, que ela vai sofrer um pouco a alteração de cor, vai, principalmente se tiver contato com o sol, com luminosidade, acaba desbotando um pouquinho, tá? Mas dura bastante. Coloca num portaretrato, né? Bem, é, eu ia te perguntar sobre isso. Colocar em um porta-retrato é uma forma também de preservar, né? Sim, porque aí aquele vidro protege um pouco, né? Exatamente. Mas dura muito. Dá para presentear aí os familiares, amigos. Uhum. A sua arte. É, você comentou que já fez cadernos, né? Sim, sim. Eu passo e pro computador. Aí do computador eu imprimo. Uhum. Aí você pode imprimir onde você quiser, né? Pode ir que legal imprimir na própria folha mesmo. Se você quiser fazer uma, não quiser, não quiser dar o original, né? Vamos supor, você faz uma pintura e quer presentear a família toda, aí você pode reproduzir. Legal que fica o mais próximo do original. O coquinho, eu vi que você pega um pouco mais de tinta. Isso aí, sem a água para ficar mais escuro ou não? Sim. Não, você pode pegar com a tinta também, porque a como ela é transparente, se você coloca a tinta em cima da tinta, ela vai agregar uma cor a mais, igual você mistura a cor que eu mostrei inicialmente. Sim. Você vai escurecer, ó. Então você pode vir aqui e fazer as texturinhas. Uhum. É, Talita. E assim, eh, qual é o custo inicial, né, pensando nesses materiais aqui que nós que nós estamos usando? Uhum. Talvez o que seja um pouco mais caros é a aquarela, né? Essa paleta aqui com 12 cores, né? Sim. Eu eu na verdade acredito que o que seja um pouco mais caro é o papel. Ah, é é o papel. É, porque esse papel que a gente tá usando é um papel intermediário. Uhum. E aí tem o papel estudante também, que ele é um pouco mais em conta, mas ele ele demora um pouquinho mais para absorver a tinta, mas dá para usar tranquilamente, tá? Então bloco desse papel, vamos se dizer mais eh entrada, né, deum o bloco tá mais ou menos uns R$ 30. Vem quantas folhas? Tem 10 folhas, 12 folhas. Então ele, eu acho que por isso que é o papel mais caro, porque um uma paletinha dessa tá mais ou menos de R$ 30 a R$ 50, depende do lugar que você for comprar. E dura muito, né? Já o papel não é um por vez. Então por isso que eu acho que o papel acaba sendo mais caro. É, errou, infelizmente. Por isso que é bom começar com esse papel um pouquinho mais em conta, né? Para quem tá iniciando, a dica é essa, começa com esse papel que é mais em conta pra pessoa treinar bem. Exatamente. Que foi o que eu indiquei que tá na lista dos materiais. Perfeito. E aí tem o pincel, que o pincel também não é muito barato, mas hoje em dia tem muitos pincéis bons e baratos no mercado, né? Porque a gente vai democratizando a arte, né? E aí as empresas vai percebendo que se elas não fizerem isso, é, e sempre essas numerações que você passou, 4, 6 e oito, sim, para começo, sim. Se você for fazer um uma área maior assim, um maior, um 10, por exemplo, seria bom. Mas para começar, esses três é o suficiente. Daria para ser um só, como eu tô fazendo aqui, daria, mas dá mais trabalho pra gente tem que ficar limpando e também vai muito mais de da técnica, né, da experiência. Então eu sei quando que tá limpo, quanto não tá, ou se eu misturo uma cor de repente com a outra, eu sei arrumar. Então tendo outros pincéis, né, vários pincéis, pelo menos uns três, você consegue cada cor de tinta usar um pincel. E aí para fazer o coqueiro, você tá basicamente como se fosse puxando, né? A é só um esbocinho, né? Não precisa ser fiel com coqueiro mesmo, porque ele tem mesmo essa característica, né, de serudinho, né? E assim a gente sempre começa eh com mais fácil, né? Depois a gente vai aprimorando mais a arte. Então aqui eu tô fazendo meio que um esboço. Uhum. Que daí depois eu vejo que seca porque a aquarela vai muito disso, né? De secar e mudar. Então eu faço, vejo o que deu e vou lá e refaço de novo, tá? O papel sempre tem que ser branco para dar esse efeito da tinta. Ou se a pessoa quiser criar uma coisa diferente, ela pode trocar por um papel colorido? Não, porque a aquarela é transparente, a gente não usa branco. Se for uma tinta opaca, daria, porque daí a tinta vai cobrir a cor do papel. No caso da aquarela, vai agregar a cor. Uhum. Então, e não daria. E mesmo porque também não existe papel muito grosso colorido. Ah, geralmente os papéis coloridos vai até 180 g e aí a aquarela ela já dá uma entortadinha, por mais que a gente coloca a fita crepe também, tá? [Música] Ó, as oficinas costumam durar quanto tempo? Depende da oficina. A última oficina que eu dei foi de iniciando aquarela, né? para quem realmente não sabe nada. Então foi 3 horas na oficina eu mostro como um pouco o que eu fiz aqui, né? Uhum. Eh, com as técnicas. Eh, também ensino um pouco de mistura de cores, né? Porque é bem importante. E a pessoa também faz um desenho. Inclusive, essa referência é a referência que eu uso na oficina também. Oficina. Legal. E você acha que é o tipo de trabalho indicado para qualquer um? qualquer um, criança, jovem, adulto, idosos, qualquer um. Eh, eu acho que até de criancinha acima de, vamos pôr uns 6 anos, né, que ela já tem um pouco mais de coordenação, já dá para fazer. Inclusive ajuda também, né, o os professores nas aulas de educação artística, eu não sei se chama assim ainda, já entreguei minha idade, né, olha só, mas acho que talvez seja a aula de artes, né? Eu acho que sim. né? Eles falam muito sobre isso com os pais, né? O quanto é importante colocar a criança para pintar, seja com lápis, com giz, com tinta, né? É, porque além da de ativar a criatividade, que a criança já tem muita criatividade, né? Então, ela vai colocar aquela criatividade no papel, ela também vai melhorar a criação de coordenação motora, né? Hum. As cores de percepção das cores, que é muito importante. Sim, sim. Ela vai conseguir enxergar mundo diferente da tela do celular, né? Ela vai, tipo, uma praia, ela vai começar a observar a cor da montanha. Uhum. E querer reproduzir, né? E querer reproduzir. Vai perceber que a montanha é verde, mas tem vários tipos de tons de verde. Uhum. Ela já vai falar: "Ai, olha aquela cor misturando com aquela daquela". Então, sim, é muito bom, né? A gente precisa de coisas mais artesanais, mais manuais, né? Uhum. Pr as crianças saírem do computador, da do celular. E pensando nos adultos, você já teve alunos que veio mais pensando para esse lado de terapia mesmo, de ser um momento para descansar, um momento de lazer? A maioria, é, a grande maioria vem para isso mesmo. Pode ser que num futuro pegue gosto e acaba também Uhum. fazendo como um hobby profissão, né? Sim, porque também artes é bem complicado você entrar no mundo das artes como profissional, né? eh, como sendo sua profissão, por conta que, né, a gente precisa popularizar mais, né, a questão artística e aí aí a gente acaba dando aula, né, e vendendo as coisinhas na feira. E aí, por isso que as pessoas procuram mais por questão de hop mesmo, né, terapêutico, até terapêutico, né? Sim. para ter uma um escape, né, da gente poder desligar um pouco a mente. Sem dúvida. Sair daquela rotina, né, do dia a dia, de ser tudo através de celular, de computador. Exatamente. Que hoje tudo é tecnologia, tudo é inteligência artificial. Aí você vai usar telas, mas de outra forma, né? Exatamente. Porque tem a pintura em tela também, né? Exatamente. E eu acho que cada vez vai crescer mais a procura. de a arte como uma terapia, né, como de fórmula de escape, né? Sem dúvida. Aí, ó, veja que agora eu tô pegando um pouquinho do preto e misturando, deixando um pouquinho mais escuro. Sim. Então agora que eu vou dando aquela aprimoradinha no desenho que eu vou vendo como que foi que a Aquarela se comportou e vou melhorando os detalhes. E é muito curioso ver, não sei se o Carica consegue pegar a as cores em si, principalmente essa parte de cima, onde já tem o preto em cima. Vamos virar para ele ver aqui, ó. já tem uma uma iluminação diferente. Acho que porque veio o preto, secou o azul, o roxinho e aí veio o preto em cima. Parece que já começou a dar uma efeitos que você não tinha feito inicialmente com a mistura das cores, né? Com a nossa o olhar, né, que a gente mistura na nossa cabeça as cores e aí a percepção vai mudando, né? Uhum. E a própria eh a própria tinta também tem esse esse lado, né? Assim, ela vai secando, ela vai Sim. Vai modificando e aí vou colocando em cima, ela também vai alterando a cor. Uhum. E a gente não tem que se preocupar se tá no meio do processo, se tá ruim, porque o desenho, né, a arte só termina no final. Exato. Que muda também. Depois que o desenho tá pronto, quanto tempo você deixa ele ele secando? Depende do clima. Se tiver um clima mais quente, ele seca mais rápido. Esse daqui eu fiz na parte da manhã, umas 10 horas. Uhum. Então ele já tá bem sequinho. Eu não sei que horário que vai o o programa. Falei o horário, né? Não, mas não tem problema. É. É. E aí assim você põe ele para secar também na chama gente que prancheta. Na prancheta com o Aí já não coloca mais o durex porque senão vai vai estragar o desenho. Porque senão vai estragar o desenho. Eu eu não coloco a fita, eu já vou direto mesmo que o papel entorte. Tá vendo que esse aqui já tá um pouco tortinho e não tenha que eu fiz direto. É, não tem problema. Mas é é mais garantia fazer. com a prancheta mesmo. Mas e para secar? Depois que o desenho tá pronto, pode secar com a na prancheta, né? Com a fita crepe. É até melhor na hora de você tirar a fita crepe tá seco, tá? Ah, um dia mais ou menos já já tá seco. Uhum. Embora a gente aqui a parte que eu já molhei, ó, já tá seca, ó. Tá vendo? Já dá pra gente fazer. É, tá bem se mesmo o sol. Mas [Música] o legal é isso, né? Você tinha comentado que o sol não não estava no efeito próximo desse daqui, né? Da da referência. Então agora que secou, você vai poder voltar aqui. Posso voltar? Posso voltar? A gente seca, olha, vê como ficou. quer mudar, vai lá e muda. É bem versátil quanto a isso. Você comentou da da cor branca. Eh, aqui na aquarela tem, né? Tem, vem sim, porque às vezes a gente faz alguns detalhes. Uhum. E aí, eh, que tipos de detalhe, por exemplo, é usado branco? Porque eu já vi que ele não, ele quase não é usado, né? Quase não usa. Quase não é usado. Ah, se você A gente pode até fazer aqui para mostrar, fazer uma um céu estrelado de vez você fazer a pontinha. A gente faz uma técnica com o pincel. Vou fazer aqui para vocês verem aí. Tá vendo? Já mudou um pouco a referência do do desenho. Já mudou aí. Então vou mostrar o que o branco faz, né? Porque a gente falou assim: "Ai, não usa branco, mas daí porque que vem, né?" Aham. Então, a gente pode fazer detalhes assim, ó, mais sólidos, tá vendo, ó? Aham. Só umas pintinhas, né? Só uma, é uma coisa mais específica, né? Aí, se eu vou diluir e passo, por exemplo, aqui, ó, veja que ele vai ficando diferente, ó. Ele vai ficando, opá, tá vendo? Perde o brilho da aquarela. Então, por isso que a gente não usa aí. A gente só usa o branco mesmo para fazer alguns umas texturinhas, né? Uhum. A gente pega assim, ó, com pincel, molha bem o pincel e faz assim, ó. Teria ter feito antes do antes do coqueiro, né? Ficar em cima do coqueiro. Aí ele faz ah o efeito de um céu estrelado. Céu estrelado. Pode fazer com pincel. Pode ser com uma escovinha de dente também ou um pincelzinho mais duro. Que legal. É isso. Bacana. E aí, assim, quem se interessa em ter uma aula com você, eh, pode tanto participar da oficina ou ter uma aula particular, você dá aula das duas formas. Sim, dou aula particular, né, só eu e a pessoa. Aí é bom também que a gente vai vendo de acordo com que a pessoa eh precisa, né, necessita e tem as oficinas também que é em turma. Legal. Quanto mais ou menos a pessoa investe para para começar, para ter a o primeiro contato com aquarela? Eu indico a oficina, né, porque é pouco tempo, aí você vai ter o contato com a Aquarela e vai ver se você realmente gosta daquilo. Impossível não gostar, né? Mas a gente pode testar todo o material é incluso na oficina, então a pessoa não precisa fazer um investimento antes de saber se vai gostar ou não. E eu, mais ou menos, o preço da oficina vai de R$ 90 a R$ 150. Aí depende do conteúdo da oficina. Uhum. E a aula particular é de R$ 300 a R$ 600. Aí depende de onde a pessoa mora, como que vai ser o combinado. Que legal. Tá ótimo, Talita. Eu agradeço. Olha, acho que o desenho ficou lindo, né? É, ficou pro pessoal ver para um desenho express. Ficou bom, [Música] muito bacana. E é isso. Esse foi o faça você mesmo deste sábado. Pintura com aquarela. Talita dor no nosso artista. Mais uma vez eu agradeço. Quem quiser acompanhar o trabalho da Talita, é só seguir esse arroba aqui. Muito obrigada a você que nos acompanhou por essa tela e pinte aí, quem sabe você se descobre um artista. Até o próximo. Ciao [Música] [Música] [Aplausos] [Música]