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a tecnologia foi usada para produzir dois equipamentos em um projeto de robótica assistiva da Unicamp área em que a técnica é empregada para criar aparelhos que deem suporte a pessoas com deficiência o orientador da pesquisa professora Eric Homer ressalta o ineditismo do trabalho na universidade nessa Universidade inédito porém temos variação Universidade do mundo que estão tocando esse problema assim um dos equipamentos é a cadeira de rodas destinada para pessoas tetraplégicas onde o cadeirante define a direção a ser tomada utilizando um aplicativo de Smartphone instalado no veículo que lê seus comandos faciais indo para frente para trás para a esquerda e direita objetiva de desenvolver tecnologia no primeiro caso assistiva seja uma tecnologia que vai ajudar a pessoa que tem um problema de movimentação e de locomoção a recuperar a autonomia deles usando isso a cadeira de roda faz bem mas usando a tecnologia da robótica para poder ajudar melhor [Música] outro aparelho desenvolvido por pesquisadores da Unicamp é o exoesqueleto que funciona como um suporte para que pessoas com algum tipo de paralisia possam ficar de pé e se movimentarem é para as pessoas que não pode que não são capazes de andar de ter o benefício de se levantar para poder ter benefícios de saúde porque ficar sentado sempre atrasa muita problema de saúde e também de problemas sociais né de comunicar sem estar embaixo das pessoas as coisas do que as pessoas que estão em pé conseguem cadeirante não conseguiria fazer Carlos Freitas é professor pesquisador e trabalha no projeto ele ressalta que é robótica pode no futuro melhorar a qualidade de vida de pacientes paraplégicos e tetraplégicos é um futuro é muito gratificante né porque a gente sabe que é um projeto que vai colaborar com a sociedade ele vai trazer benefícios né Para a Sociedade colégio da pessoas que não tiveram oportunidade né de de repente ter um equipamento né uma tão avançado como esse Onde está trabalhando Para justamente tornar isso possível né tornar isso uma coisa é fácil né de fácil aquisição né E seja e que possa ser popularizar mais facilidade ajudar aí o deficientes o estudo para o desenvolvimento da cadeira de rodas robotizada tem cerca de 12 anos e do exoesqueleto já dura 2 A ideia dos pesquisadores é trabalhar para que o produto final tenha um custo acessível a universidade desenvolve O protótipo a Startup desenvolve o produto que será inserido no mercado orientador da pesquisa destaca que esse é o momento da robótica no Brasil daqui a pouco vai ser realmente a época da robótica seja o momento da robótica Chegar sair das usinas para chegar dentro das casas das pessoas incluso ajudando as pessoas que têm a deficiência [Música] a tecnologia foi usada para produzir dois equipamentos em um projeto de robótica assistiva da Unicamp área em que a técnica é empregada para criar aparelhos que deem suporte a pessoas com deficiência o orientador da pesquisa professora Eric Homer ressalta o ineditismo do trabalho na universidade nessa Universidade inédito porém temos variação Universidade do mundo que estão tocando esse problema assim um dos equipamentos é a cadeira de rodas destinada para pessoas tetraplégicas onde o cadeirante define a direção a ser tomada utilizando um aplicativo de Smartphone instalado no veículo que lê seus comandos faciais indo para frente para trás para a esquerda e direita objetiva de desenvolver tecnologia no primeiro caso assistiva seja uma tecnologia que vai ajudar a pessoa que tem um problema de movimentação e de locomoção a recuperar a autonomia deles usando isso a cadeira de roda faz bem mas usando a tecnologia da robótica para poder ajudar melhor [Música] outro aparelho desenvolvido por pesquisadores da Unicamp é o exoesqueleto que funciona como um suporte para que pessoas com algum tipo de paralisia possam ficar de pé e se movimentarem é para as pessoas que não pode que não são capazes de andar de ter o benefício de se levantar para poder ter benefícios de saúde porque ficar sentado sempre atrasa muita problema de saúde e também de problemas sociais né de comunicar sem estar embaixo das pessoas as coisas do que as pessoas que estão em pé conseguem cadeirante não conseguiria fazer Carlos Freitas é professor pesquisador e trabalha no projeto ele ressalta que é robótica pode no futuro melhorar a qualidade de vida de pacientes paraplégicos e tetraplégicos é um futuro é muito gratificante né porque a gente sabe que é um projeto que vai colaborar com a sociedade ele vai trazer benefícios né Para a Sociedade colégio da pessoas que não tiveram oportunidade né de de repente ter um equipamento né uma tão avançado como esse Onde está trabalhando Para justamente tornar isso possível né tornar isso uma coisa é fácil né de fácil aquisição né E seja e que possa ser popularizar mais facilidade ajudar aí o deficientes o estudo para o desenvolvimento da cadeira de rodas robotizada tem cerca de 12 anos e do exoesqueleto já dura 2 A ideia dos pesquisadores é trabalhar para que o produto final tenha um custo acessível a universidade desenvolve O protótipo a Startup desenvolve o produto que será inserido no mercado orientador da pesquisa destaca que esse é o momento da robótica no Brasil daqui a pouco vai ser realmente a época da robótica seja o momento da robótica Chegar sair das usinas para chegar dentro das casas das pessoas incluso ajudando as pessoas que têm a deficiência [Música]