Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
o encontro reuniu vários profissionais para uma série de palestras importantes e para um debate sobre o tema do transtorno do espectro autista o diretor do Departamento de gestão das políticas para pessoas com deficiência de Campinas destaca a função do Conselho hoje nós colegiado é composto por pessoas que representam todas as deficiências nós temos autistas temos pessoas com deficiência visual temos surdos temos pessoas com deficiência física temos pessoas com deficiência intelectual nós temos todas as deficiências ali representadas porque nada melhor do que as pessoas na sua individualidade que sofrem as suas que tem as suas dificuldades que sofrem as suas seus obstáculos as suas Barreiras no dia a dia para poder expor do seu lugar de fala o que que dói onde que pega o que eu preciso dentro do Conselho o conselho ele não é um espaço só de construção política né é um espaço também de acolhimento a gente recebe relatos lá de muitas pessoas que vão e participam do Conselho e falar eu queria falar e eu enquanto Presidente eu dou a voz e todas as mães trarão todas as pessoas trarão as suas demandas específicas Aí cabe ao conselho traduzir todas essas demandas olhar para tudo isso que cada um tá trazendo na sua individualidade e transformar Isso numa proposta para ser formada na política pública a gente tem que pensar na coletividade enquanto construção de política pública e o espaço do Conselho é para isso para que todos possam levar suas individualidades e a gente ele pensar na coletividade E aí propõe a partir dessa coletividade a gente faz a proposta dessa construção Entre várias palestras dos profissionais que participaram da reunião a neuropsicóloga da desaprene Unicamp Talita Franciele destacou a intervenção precoce no transtorno no espectro autista independente da abordagem que o terapeuta está utilizando ali durante o processo de intervenção seja uma abordagem dentro da análise comportamento aplicada seja na psicanálise na abordagem humanística humanista não importa tá independente da abordagem que o terapeuta está utilizando Esses são os pilares de qualquer intervenção que é ajudar na adaptação do dia a dia diminuir Aí o sofrimento dessa criança e dessa família gerar qualidade de vida tá E sempre pensar que uma boa intervenção ela não tenta normalizar ela respeita as particularidades e a singularidades de cada criança que tá dentro do transtorno do espectro autista Kelly é mãe da pequena Noemi de 11 anos ela fala da necessidade da aceitação dos pais e da família tudo que vocês falaram aqui hoje nós tivemos esse processo a estimulação precoce com dois anos de idade na APAE que para nós foi sensacional foi muito bom é para vocês que são profissionais e que atuam como crianças especiais seja ela de qualquer nível ou situação ou dificuldade eu acho importante sempre você olhar para criança como um desafio para si mesmo porque eles são uma caixinha de surpresa todos os dias o que para minha filha deu certo para filha do outro não vai dar como vocês colocaram aqui eu não posso querer que ela chute uma bola e faça um Gol se ela ainda não entendeu que aquilo é uma bola e ela precisa chutar hoje eu posso dizer que tudo que nós famílias e profissionais fizeram nela até hoje nós avançamos muito muito porque hoje ela tem um contato visual ela consegue usar sua fala certa dificuldade ela consegue pegar uma e jogar uma bola hoje ela consegue ligar um chuveiro ligar uma torneira porque houve uma estimulação então além do profissional a família tem que aceitar a sua criança o seu adulto seu adolescente do jeito que ele é a vereadora Débora Palermo ressaltou a luta por inclusão e os desafios das famílias lembrar que criança e adolescente deveria ser prioridade absoluta na destinação de recurso nas políticas públicas e a minha luta desde o Conselho Tutelar é aqui nessa casa foi para isso que eu vim foi para garantir isso uma coisa que me tira o sono todos os dias e ainda ver criança em fila de espera para atendimento e nós sabemos que nós temos uma demanda reprimida muito grande na cidade principalmente na área das pessoas com deficiência das crianças com deficiência então meu pedido é o mesmo da Doutora Silvia e tem sido tem sido leis que garantem políticas públicas para as crianças leis que façam sair do Papel aquilo que já está é difícil como Paulo falou é difícil né A questão da coisa pública gestão pública não é tão simples tudo é muito mais demorado mas difícil mas nós precisamos caminhar e avançar José Carlos Branco diretor da Pestalozzi Campinas fala do aprendizado diário com as Pessoas com Transtorno do espectro autista e me interessar por todas as pessoas com deficiência então eu chego na pestaloz e vou duas três vezes por semana acordei no bazar da Pestalozzi que nos ajuda com a arrecadação a pagar a luz e os equipamentos né pagar a conta e eu tenho um aprendizado constante lá então eu vi aquela mãe se manifestou e eu conheço ela de lá conheço do Bazar conheço as pessoas conheço os nossos assistidos não todos como eu gostaria de conhecer Eu trabalho com faço palestra para gestantes atendidas por obras sociais e uma das perguntas que eu respondo quase sempre embora não seja o tema de minha palestra que é direitos e deveres as mães preocupadas elas perguntam será que meu filho vai ter alguma deficiência que que eu faço se tiver eu respondo a me seu filho só isso ame seu filho não importa a deficiência como bem eu disse é o mundo de hoje está tão difícil que eu não sei se nós gostaríamos que os autistas fossem normais