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TV Câmara Campinas das metas fiscais do segundo quadrimestre de 2026 de Campinas. Portanto, com a palavra, o vereador Luiz Iabico, membro da Comissão Permanente de Finanças e Orçamento. Bom dia, amigos da TV Câmara, bom dia, agradeço a presença de todos aqui na Câmara Municipal de Campinas para a realização da audiência dentro da Comissão de Finanças e Orçamento aqui da Câmara Municipal de Campinas. Quero agradecer a presença Carlos Maldonado, chefe da Câmara de Diretores do Agrocomum, Erick Amarino, demais presentes, agradeço a presença. Aqui do meu lado, o doutor João Carlos Ribeiro da Silva, diretor de Contabilidade e Orçamento, que fará exposição e explanação as receitas e despesas do orçamento aqui da cidade de Campinas. Com a palavra, João Carlos Ribeiro da Silva. Bom dia. Bom dia a todos. Ao pessoal que nos acompanha aqui pela TV Câmara, pelos demais canais de comunicação da Câmara Municipal de Campinas. Quero agradecer aqui a presença do vereador José Bico, que está presidindo esse trabalho dessa audiência pública. Também agradecer a presença aqui do Carlos Maldonado, chefe de gabinete do vereador Wagner Romão. Agradecer também a presença dos servidores aqui da Câmara, do diretor Ronan, aqui prestigiando também esse evento. E a audiência de hoje, vereador, tem o... a gente vai avaliar aqui, fazer a demonstração do cumprimento das metas fiscais do primeiro quadrimestre do segundo quadrimestre de 2026, em atendimento ao parágrafo 4º do artigo 9º da Lei de Responsabilidade Fiscal. Então, já dando andamento na nossa apresentação, vou colocar aqui no telão. Então, a gente vai começar aqui pelas receitas realizadas até esse segundo quadrimestre de 2026. A apresentação já está em ponto. As receitas totais realizadas até aqui foram de R$ 7,753 bilhões. Ela teve um crescimento real de 0,6%, já descontada a inflação, medida pela IPCA de 4,22% até o mês de agosto, a inflação em 12 meses, o que dá um crescimento, uma variação nominal de 4,8%. As receitas correntes, elas tiveram uma arrecadação de R$ 6.774.400.000,00 contra R$ 6.488.600.000,00 no mesmo período de 2025, que dá uma variação nominal de 4,4% e uma variação real de 0,2%. As receitas intra-orçamentárias também tiveram um crescimento real de 8%, foram arrecadados lá pelo CAMPREV R$ 789 milhões contra R$ 700 milhões e R$ 700 mil no mesmo período de 2025. As receitas de capital tiveram um decréscimo, uma variação negativa de 12% real, R$ 189 milhões e R$ 600 mil nesse ano contra R$ 206 milhões e R$ 700 mil no mesmo período de 2025. E a próxima tabela a gente faz um comparativo das receitas correntes, elas tiveram um crescimento real de 0,2%, conforme já falado, a imposta de taxas e contribuição de melhoria tiveram um crescimento real de 5,4%, destacando aqui IPTU com uma arrecadação de 1,203,300,000, 2,6% de crescimento, O Imposto sobre Serviços, ISS, tem uma arrecadação de R$ 1.587.700.000,00, uma variação de 3,6%. O ITBI, com uma arrecadação de R$ 253.700.000,00, uma variação de 28,3%. O Imposto de Renda Retido na Fonte, R$ 371.200.000,00, uma variação também de 11,8%. As taxas tiveram uma variação de 2,8%, ou R$ 252.400.000,00 arrecadados até aqui. As receitas de contribuições tiveram uma arrecadação de R$ 258.800.000,00, 0,6% de crescimento. Receita patrimonial tiveram uma arrecadação de R$ 422.800.000,00, uma avaliação real de 1%. Receita de serviços, a arrecadação foi de R$ 30.100.000,00 contra R$ 31.600.000,00 em 2025, teve um decréscimo de 8,5%. As transferências correntes tiveram uma arrecadação de R$ 2,117 bilhões contra R$ 1,966 bilhões em 2025, uma variação de 3,3%. E demais receitas correntes tiveram queda de 47%, R$ 277 milhões foram arrecadados contra R$ 503 milhões em 2025. essa próxima transparência a gente faz uma análise um acompanhamento também das receitas de transferências correntes as transferências correntes tiveram uma avaliação real de 3,3% a gente destaca aqui as transferências da União com uma queda de 1,9% a principal queda aqui foi do SUS 328 milhões e 600 mil foi arrecadado esse ano contra 333 milhões e 700 mil no ano passado uma queda de 5,5%. Transferências do Estado tiveram um crescimento de 5,8%, foram arrecadados R$ 1.255.100.000,00 contra R$ 1.138.100.000,00 em 2025. O ICMS cresceu 7,6%, R$ 718.400.000,00 contra R$ 640.000.000,00 em 2025. O IPVA teve uma arrecadação de R$ 411,7 milhões, 3,3% de crescimento real e outras transferências do Estado, R$ 125,6 mil, 4,1%. As transferências do Fundeb tiveram um decréscimo de 2%, R$ 355 milhões contra R$ 347 milhões no ano passado. E demais transferências correntes, que teve um crescimento de 214%, foi R$ 22,3 milhões esse ano, contra R$ 6,8 milhões em 2025. Receitas de capital, elas tiveram um decréscimo de 12%. As operações de crédito tiveram essa queda, R$ 134 milhões foram realizadas até aqui, contra R$ 161 milhões em 2025, menos 20%. Alienação de bens, R$ 300 mil, também teve um milhão no ano passado, também teve uma queda. A amortização de empréstimos também teve uma queda de 18%, 1,2 milhão arrecadados até aqui contra 1,4 milhão no ano passado. E as transferências de capital, 13,9 milhões contra 9,2 milhões em 2025, uma alta de 44,7%. E outras receitas de capital, 13,4% de crescimento, 39,7 milhões contra 33,6 milhões em 2025. Nessa próxima transparência, a gente faz uma avaliação da receita realizada versus a lei orçamentária. Aqui, as receitas totais previstas na LOA de R$ 11,725,3 bilhões foram arrecadadas até aqui R$ 7,753,0 bilhões, o que dá 66% de realização. Imposto de taxas realizou 68%, com R$ 3,668,0 bilhões arrecadados, contra uma previsão de R$ 5,369 bilhões por ano. Vou destacar aqui as principais. A Contribuições realizou 61%, R$ 258 milhões, contra R$ 424 bilhões de previsão por ano. A Patrimonial realizou 41,7%, R$ 422,8 milhões, contra R$ 1,14 bilhões. E Receita de Serviço realizou 60%, R$ 30 milhões, contra R$ 49,9 milhões. As transferências corrente realizou 71,2%, R$ 2.117.000.000 foram arrecadados, com uma previsão anual de R$ 2.972.500.000. As transferências demais, demais receitas correntes, 69% de realização, R$ 277.000.000, com uma previsão anual de R$ 400.000.000. As receitas intra realizou 71,4%, R$ 789 milhões contra R$ 1,104 bilhão de previsão. As receitas de capital realizou R$ 189,6 milhões, representando 48,8% do orçamento previsto para o ano. A gente passa então para a análise das despesas. Então, as despesas totais, orçado, empenhado, liquidado e paga. As despesas correntes, elas foram orçadas 10,64 bilhões, já foram empenhadas 8,541 bilhões, que representa 84,9% do orçamento aprovado. Desse total, 6,503 bilhões já foram liquidados, que representa 76% da despesa empenhada. e R$ 6.245.900 já foram pagos, que representam 96% da despesa liquidada. Despesas de capital, a previsão orçamentária é de R$ 1.074.000.000, foram empenhadas R$ 627.058.400 de execução do orçamento. Desse total, R$ 285.000.000 foram liquidados, que é 45% da despesa empenhada, e R$ 281,6 milhões já foram pagos, que representa 98,8% da despesa liquidada. E assim, no total, R$ 9,169,0 milhões foram empenhados para um orçamento aprovado de R$ 11,725,0 bilhões, representa 78% do orçamento, R$ 6,788,0 bilhões foram liquidados e R$ 6,527,0 bilhões foram pagos. Comparativo com o ano passado, as despesas correntes tiveram uma variação real negativa de menos 2,9%. A gente destaca aqui, pessoal, em encargos, lá teve uma variação real de 3%. A despesa liquidada até aqui, R$ 2.862.000.000 contra R$ 2.662.000.000 no ano passado. Juros e encargos da DIVA teve um crescimento de 8%, 81,6 milhões foram pagos de juros contra 72,4 milhões no ano passado. Outras despesas correntes, 3,559,6 bilhões realizados até aqui, contra 3,690,8 bilhões em 2025, uma queda de 7,5%. As despesas de capital, o ano passado foi realizado R$ 500,6 milhões e esse ano R$ 285 milhões, uma queda de 45,4%. Então, no geral, as despesas tiveram uma queda real de 6%, realizada até aqui R$ 6,788 milhões, contra R$ 6,926,6 milhões em 2025. Por outro lado, a receita corrente teve uma variação real positiva de 0,6%, como já visto anteriormente. Aqui a evolução do orçamento. O orçamento inicial era de R$ 11,725 bilhões. A dotação atual é de R$ 12,429 bilhões, com os créditos suplementares ocorridos durante a execução. Desse total, R$ 9.169.000 já foram empenhados, 73,8%, liquidados R$ 6.788.400.000, que é 74% da despesa empenhada, e pagos R$ 6.527.596,2% da despesa liquidada. devolução dos restos a pagar a prefeitura iniciou o ano todas as suas administrações diretas e indiretas mais a Câmara Municipal com 531 milhões e 400 de restos a pagar já foram pagos 468 milhões e 800 mil cancelado 30 milhões e ainda tem um saldo a pagar de 32 milhões e 600 mil de restos a pagar passando então para os resultados fiscais o primeiro aqui é o resultado orçamentário ele apresenta um superávit de R$ 964.600.000 uma receita total realizada até aqui de R$ 7.753.000.000 uma despesa de R$ 6.788.400.000 que representa 88% da receita realizada o resultado primário está positivo em R$ 362.980.000 uma receita fiscal líquida de R$ 7,178 bilhões contra uma despesa líquida de R$ 6,815 bilhões. Dos limites de gasto com pessoal, a prefeitura está com 34% de realização, a despesa líquida de pessoal é de R$ 3,129,6 bilhões. A receita, o limite de alerta é 48,6%, o limite prudencial é 51,30% e o limite legal máximo é 54%. Então tem uma folga aí, uma receita corrente líquida base de cálculo de R$ 9.118.500.000. Na educação, a despesa liquidada até aqui é de R$ 1,101,1 bilhão, representa 22,27% da receita de impostos. Na saúde, R$ 1,93,4 bilhão, que representa 22,12% de aplicação com a receita de impostos. O limite na educação é de R$ 1,236 bilhão, para dar os 25%, e na saúde é de R$ 840 milhões, para dar os 17%. E a receita base de cálculo é de R$ 4,944,1 milhão. Na dívida pública, também a Prefeitura está com um limite bem tranquilo. A dívida líquida hoje é de R$ 532,8 milhões, mil, houve uma queda gigantesca, principalmente em precatórios, que era 878 milhões nesse mesmo período no ano passado, hoje está em 262 milhões o estoque. A receita corrente líquida é de 9,168,2 bilhões, descontando as transferências, a receita corrente líquida é R$ 9.151.700.000,00, que representa o endividamento hoje, 5,8% dessa receita. Senhor vereador, era isso que a gente tinha para apresentar no primeiro quadrimestre, e agradeço pela atenção e ficamos à disposição. Obrigado, João Carlos, obrigado pela explanação. Eu vou preparar aqui quem quiser fazer algumas perguntas depois, mas eu gostaria de fazer uma alteração aqui. Anteontes, João Carlos, nós estivemos no Salão Azul, no lançamento do EITBI, tendo em vista a corrida para que antes da implementação real da reforma tributária, o EITBI seja quitado antes das obrigações que a reforma tributária trará para a transmissão de imóveis e bens. E assim como o ITBI será um imposto que não será alterado com a reforma tributária, nem o IPTU, nem o IPVA, há que se otimizar a aceitação desse imposto pelo contribuinte, deixando menos burocrático, mais rapidez para atender os cartórios e o contribuinte. É assim que será feito daqui em diante com o ITBI. A arrecadação do ITBI hoje atinge quase 3, 4% do orçamento, 300 milhões. E eu vi aqui na sua demonstração, na receita corrente, que foi o que mais subiu no momento real, 28%, mais que o IPTU, mais que o ISS, etc. Como o ISS vai deixar de ser a carteira principal da prefeitura, Esses outros impostos, ITBI, IPTU e IPVA, terão que ser mais fiscalizados de perto. O IPVA, por exemplo, o Estado tem um problema, João, que muitas placas são registradas em outros estados, com alíquota de 2% vezes 4%. O sujeito arruma um endereço em Santa Catarina, por exemplo, ele vai até lá, paga o IPVA lá, mas trabalha aqui, mora aqui, faz tudo aqui. Então, o Estado tem feito essa fiscalização junto com o IPVA, que é um imposto em conjunto com o município. Então, talvez lá na frente, o município terá que fortalecer também esse tipo de verificação. Então, aqui uma pergunta que talvez o público queira saber, se existe aí um olhar mais diferenciado para esses impostos que ficarão exclusivamente com o município IPTU, IPVA e o ITBI. Se existe esse olhar de preparo para o futuro, já que a reforma tributária vai começar a transição a partir de janeiro de 27, a Secretaria de Finanças e os senhores terão que preparar toda a equipe, toda a secretaria para manter a arrecadação e não sofrer queda. bastante importante a sua colocação de fato o ITB teve um crescimento importante nesse quadrimestre 253 milhões de arrecadação uma variação positiva de 28,3% e isso é muito importante para o município no momento de crise que a gente está vivendo onde o município carregou um resto a pagar gigantesco como a gente demonstrou aí em que pese a grande maioria já foi pago, mas isso impacta a arrecadação do ano porque o recurso arrecadado já foi utilizado para pagar o resto a pagar que veio do ano passado então essas receitas que você destacou, IPTU, ITBI Imposto de Renda de Tinta Fonte, o próprio IPVA que é do estado, mas é 50% bem para o município dos carros emplacados aqui, ele é de fato, realmente muito importante para o município. O lançamento ontem do EITBI, ele visa facilitar e dar ao cidadão mais oportunidades para ele regularizar a sua transferência, a sua negociação imobiliária. Se ele chega no cartório, o cartório vai exigir o recolhimento do TBI. Então, o EITBI facilita a vida do contribuinte, porque ele não precisa ir até a prefeitura e entra no site e já imprime a guia ali e já realiza rapidamente a sua transação imobiliária. Isso facilita para o contribuinte e também para a prefeitura, evita de o contribuinte ir até a prefeitura e com isso dá agilidade nas transações. Em relação aos demais tributos, a prefeitura já vem exercendo um trabalho forte de fiscalização, de lançamento dos novos loteamentos para cobrar a IPTU, para cobrar a taxa de lixo, e igualmente em relação à dívida ativa, com o Concilia, que foi lançado recentemente, que a Prefeitura espera os contribuintes que estão em débito, tem vantagens bastante importantes para os contribuintes realizarem o seu pagamento e ficarem em dia com a Prefeitura. Era isso. Obrigado, João. Alguém, alguma pergunta? Maldonado. Eric, tem alguma pergunta? Por favor, João. Bom dia, presidente. Bom dia, João. Eu tenho algumas perguntas singelas, para você me ajudar a compreender. No quadro de orçamento de despesas totais, a gente nota um aumento orçamentário da dotação orçamentária de 704 milhões, 703,9. Gostaria de, se você tiver ideia dos principais elementos que levaram a esse aumento, que a gente está aumentando o orçamento de 11,7 bi em quase 1 bi. Então, entender um pouco esse crescimento, até entendendo que a receita que entrou é quase equivalente a dois terços no segundo quadrimestre da receita inicial prevista. Então, onde está essa possibilidade de crescimento de receita? O segundo elemento tem a ver com o resultado orçamentário, o resultado primário, aliás, desculpa, Júlio. Ainda que a gente verifica que tem superávit, ainda que um pouco abaixo do previsto na LDO, A pergunta que não quer calar, e várias pessoas me procuram no gabinete, é por que tem tido atraso no pagamento. A gente tem verificado uma coisa atípica de resultado primário, bom, que é atraso no pagamento de fornecedores, inclusive pequenos fornecedores, como as cooperativas de reciclagem, de catradores, e que aquilo ali é a vida deles. Não estamos falando de um empresário que tem gordura para poder esperar pagamento. A terceira que nos preocupa, diferente do ano passado, essa altura do campeonato, a gente já tinha um pouco mais de despesa consolidada no conceito dos 25% da educação. E parece que a marcha está lenta esse ano, João. Entender isso e se a gente corre o risco de não cumprir os 25% ou de ter aquela velha correria de dezembro de levar a secretária de educação ao shopping para poder dar conta de cumprir os 25%. E a gente sabe que essa não é a melhor maneira de gastar. A penúltima, eu queria entender se isso é uma tendência ou se é episódio. Ontem aqui na apresentação da saúde, você consolida isso quando chega lá nas despesas de aplicação na saúde. Nós estamos na mínima histórica, apesar de acima de 17%, a essa altura do campeonato, nos últimos 15 anos, vamos dizer assim, você não teve, a essa altura, uma despesa baixa como essa. É uma tendência, é uma política de ir reduzindo paulatinamente a despesa com saúde, ou é contingência, e se é contingência, por quê? acho que a despesa de pessoal continua estável em nível baixo teve um pequeno acréscimo mas não mudou muito do ponto de vista estatístico e aí tem a ver com a nossa divergência sobre terceirização, contratação de pessoal etc e tal isso é para registrar, mas as outras eu gostaria que você pudesse esclarecer João. Essa última eu deixaria para o secretário, se ele que peça, podido vir. Ok, Carlos Maldonado. Importante sua pergunta, que ajuda a gente a esclarecer alguns pontos que ficam na apresentação. O orçamento, começando pelo primeiro aumento na lua, o orçamento inicial... João, só desculpa, tem uma coisa que eu identifiquei aqui, que me parece ter sido o erro da apresentação, porque a CPC no quadro de despesa total, pessoal em cargos, percentual de realização 1 sobre 2, é em 75%, aí está como 2.845%. Tem impressão que foi erro de lançamento aí. Sim, sim. É verdade, foi colocado um número aí. Um erro na impressão aí da... Que era para colocar um percentual. Bom, a gente vai corrigir isso aí. Então, em relação ao aumento da lua, a lua inicial aprovada na lei orçamentária foi de R$ 11.725.200.000. Com os créditos suplementares ocorridos por decreto do Executivo durante a execução, ela está atualmente em R$ 12.429.100.000. Esse aumento, isso é uma abertura de créditos adicionais, basicamente são dois tipos de crédito adicional que fez subir tanto a lei orçamentária. O primeiro é um crédito aberto por superávit financeiro da saúde. A saúde ela tem o repasse que é feito mais para o final do ano, novembro, dezembro, que ela não gasta. Ela tem um cronograma, um fluxo de caixa que ela já executa e sempre tem uma parcela que ela recebe e acaba não executando. Então, nos decretos que eu sei que você acompanha, que saiu no começo do ano de superávit financeiro da saúde e soma mais de 100 milhões de dinheiro que eles tinham em caixa para gastar. Os demais, o grande volume também, mais de 100 milhões, é os levantamentos de depósitos judiciais para pagamento de precatórios. Esses depósitos judiciais fazem parte da emenda 99. nós não colocamos essa previsão no orçamento porque ele era, na verdade era o segundo ano mas o primeiro ano foi em 2024 mas já foi em dezembro, praticamente a lua já estava aqui na cama então ele não entrou no orçamento então durante o ano, conforme vai levantando esses depósitos, a gente faz a abertura de crédito por decreto então isso aí já soma também outros 100 milhões então basicamente são esses são esses dois tipos de despesas aí, saúde e precatório que faz elevar esse orçamento através dos créditos adicionais. Em relação ao resultado primário e atraso de pagamento dos fornecedores, na verdade é fluxo, é fluxo de caixa. Então, como a prefeitura carregou já um resto a pagar elevado, e esse recurso ela usou para pagar esses restos a pagar, que estava na fila lá, e isso impactou agora. Então, passando os primeiros meses da arrecadação forte de IPTU, para a cota única de PVA, então a tendência é uma redução de caixa e com isso há um desencaixe entre os vencimentos e a entrada de recursos. Então tem um controle de fluxo de caixa para poder equilibrar, manter um equilíbrio nesses pagamentos. Em relação aos 25% da educação, esse risco de não cumprimento, eu diria assim, a educação tem que trabalhar com esse número, Então, ela tem ciência desse número, eles têm um planejamento para chegar no final do ano atingindo. O risco, talvez, que poderia colocar em risco, na minha avaliação, seria uma entrada excessiva de recursos em função do conselhia. Então, o conselhia é uma grande atrativa para quem tem débito com a prefeitura. se entra um volume grande de arrecadação no final do ano, pode complicar a vida da educação para atingir os 25%. Mas, no mais, está dentro da despesa que foi prevista no orçamento hoje versus a receita que arrecadou até aqui. A previsão que tem de arrecadação até o final do ano tem uma sobra de mais de R$ 90 milhões. Então, está dentro do planejamento da execução do orçamento, se eles conseguirem executar o orçamento, atinge com certa tranquilidade os 25%. O risco é se tiver um excesso de arrecadação, e se já foi previsto no orçamento também um excesso de arrecadação, então não é para ter surpresas até o final do ano. Em relação à saúde, há uma contingência sim, até para tentar equilibrar o caixa, como você citou, tem atraso de pagamento. Então, a prefeitura fez um decreto para contingenciar as despesas e a saúde também entrou nesse contingenciamento, porque a saúde já está acima do limite obrigatório e ilegal, então existe sim um contingenciamento na saúde. É isso. Eric, tenho uma pergunta rápida. Tem tempo, né, João Carlos? Pergunta última aí. Eu queria só abordar uma questão rapidamente sobre os repassos do SUS, que sofreu uma redução aí de 2025 para 2026 importante. Diante da questão que é muito colocada, inclusive, pelo prefeito Dário Saad, que Campinas, assim, não só Campinas, mas quase todos os municípios, os grandes municípios do país, com grande parte dos gastos, dos custos, com saúde pública. Campinas, mais ou menos 70% dos custos para manter a rede. Diante dessa situação, quanto o município deixou de receber nesse período? Qual o impacto no Caixa da Secretaria de Saúde? e como a prefeitura tem cobrado do governo federal uma participação maior no financiamento da saúde. Bem, em relação ao repasse do SUS, ele já vem com uma queda. Eu sei que a Secretaria de Saúde tem feito algumas reuniões, alguns contatos com ministérios para tentar identificar o motivo dessa queda nos repasses, que não se justifica pelo tamanho da cidade, pelas despesas que Campinas realiza, pela importância de Campinas dentro do estado de São Paulo. E isso, assim, a saúde, até onde eu sei, não tem tido um êxito nessas conversas com os ministérios, para tentar entender o motivo da queda desses repasses. Então, agora, não dá também para estimar aqui qual é a perda da prefeitura, porque se espera que a arrecadação repasse do SUS tenha um crescimento pelo menos acompanha a inflação. Então, se a gente for considerar uma inflação aqui, seria uma perda de 10%, considerando uma inflação de 4,22 e uma variação nominal de menos 1,5. Então, seria a variação real de 5,5% considerando a inflação. É isso que o município, em tese, poderia estar recebendo, pelo menos o equivalente à inflação. O impacto na saúde é relevante, porque se você tem menos recursos, você tem que obrigatoriamente arcar com as despesas, com o custeio da saúde, com mais recursos do Tesouro. E isso impacta as demais políticas públicas que acabam sendo prejudicadas com a canalização de recursos para a saúde. Obrigado, João. Mais uma pergunta? o donador esse tema é realmente relevante a gente está tratando da saúde do povo eu olhei aqui na demonstração do primeiro quadrimestre a situação era de menos 3 em relação a 2025 166 milhões em 2025 em 2025, quanto a 160, o que dava uma queda real de 7,7. E eu acho que isso recuperou um pouco para o segundo quadrimestre. E eu tenho a impressão que eu tenho uma pista, João, para te ajudar a compreender isso. Ontem, na apresentação do RDQA do segundo quadrimestre da saúde, a gente notou que a produção lançada com faturamento no primeiro quadrimestre para a produção lançada para o segundo quadrimestre, a do segundo quadrimestre ficou quatro vezes maior no acumulado. Portanto, um triplo se a gente considerar isoladamente o primeiro e o segundo quadrimestre. Então, se teve problema no lançamento do faturamento, e ontem a secretaria aqui admitiu que o quadro parecia esquisito, não era problema de paginação e sim da história do lançamento do faturamento, essa pode ser a justificativa do que houve queda de arrecadação. Então, talvez valha a pena vocês prestarem atenção de como está acontecendo o ciclo de faturamento com o SUS. Sim, de fato você tem razão. Então, a produção é o que faz o repasse do SUS chegar até o município. Se houve essa queda entre o primeiro e o segundo quadrimestre, ela é bastante expressiva e acaba influenciando no repasse que ocorre mensalmente. Obrigado, senhoras e senhores. Obrigado, João Carlos, pela exposição, explicando aqui nessa audiência pública dentro da Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara Municipal de Campinas. A demonstração e a avaliação pelo Poder Executivo das metas fiscais do segundo quadrimestre de 2026 no município de Campinas. A audiência que teve o cumprimento legal para o quarto do artigo 9º da Lei Cumprimentar Federal, nº 101, barra 2.000 da Lei de Responsabilidade Fiscal. Agradeço a presença de todos, agradeço a visita aqui do nosso diretor João Carlos, que beira da Silva, diretor da Contabilidade do Orçamento. Carlos Maldonado, chefe do gabinete do vereador Wagner Romão Erick Amarino e demais presentes muito obrigado e declaro encerrada a audiência pública E aí Agora então 10 horas e 12 minutos em avaliação pelo Poder Executivo das metas fiscais de segunda campanha já está com o lado do vereador Luiz Iabeco que decidiu qual a importância de prestar essas contas em referência aos impostos e qual a importância disso? O importante é saber para onde está indo o imposto que ele paga, né? Antes de ir no meio aí e somar tudo, vai tudo em cura E esse dinheiro é distribuído para a área da saúde, de educação, transporte, enfim. Então, João, o primeiro quadro de investimento também veio, a Câmara aprovou, ouviu também. O senhor levantou aqui um questionamento sobre, como você mesmo citou aqui, o PTU e o ITBI tendem a ser a fase de transição, Onde o principal imposto do município, a posição de serviço, o ICMS, juntado com o imposto estadual, que é o ICMS, é mais controle sobre o ICMS. elas serão, junto com isso, em duas juntas, serão arrecadadas e colocadas em renda distribuída para os municípios. Agora, o imposto que fica, IBI, que é a transmissão de bens imóveis, é o IPVA e o IPTU que fica 100% para preparar a verificação de fino para os possíveis vazamentos que possam sofrer. É uma coisa necessária para os grandes municípios uma certa perda preparada para esta fase de transição até a normalização. Muito obrigado, David. Obrigado. Bom dia a todos. Agradeço. Daqui a pouco você confere As notícias do município do Legislativo...