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1ª Parte: Semana Municipal de Defesa e Proteção da Vida e Dia do Nascituro
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1ª Parte: Semana Municipal de Defesa e Proteção da Vida e Dia do Nascituro

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Uma lei municipal de 2005, de autoria do então vereador Jorge Schneider, criou a Semana Municipal em Defesa e Proteção da Vida em Campinas. Duas décadas depois, o filho dele, vereador Nick Schneider (PL), preside a 21ª edição do evento na Primeira Parte da 57ª Reunião Ordinária, dedicada também ao Dia do Nascituro, com o tema "O Sentido da Vida". Participam o padre José Antônio Trasferetti, da Paróquia Santa Rita de Cássia, o padre Jucemar Maria da Cruz, da TV Século 21, Patrícia Marques de Arruda, da Renovação Carismática Católica, Edgard Gonçalves, da Comunidade Pantokrator, e Brina Esteca, da Comunidade Sal e Luz, debatendo vínculos familiares, solidão e uso de telas entre os jovens.

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e TV Câmara Campinas Olá, boa tarde, cinco horas da tarde em ponto, muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência, neste momento começa a transmissão da TV Câmara Campinas para a primeira parte da reunião ordinária de número 57, com o tema a Semana Municipal de Defesa e Proteção da Vida e também o Dia do Nascituro. Esta iniciativa é do vereador Nick Schneider e a gente acompanha tudo a partir de agora. Muito boa tarde a todos, a todas que estão aqui presentes conosco nessa semana importante para nós, Semana de Defesa e Proteção da Vida, da 21ª Semana Municipal em Defesa e Proteção da Vida. E utilizamos essa primeira parte para falarmos um pouquinho dessa temática tão relevante, tão significativa para nós, especialmente para nós católicos, para nós cristãos. Quero saudar aqui o querido padre, meu amigo José Antônio Transferretti, ele que é reitor do Santuário da Paróquia Santa Rita de Cássia de Campinas e também assessora a Comissão de Bioética em Defesa da Vida da Arquidiocese de Campinas. Quero cumprimentar também de maneira muito especial o querido padre Juscemar Maria da Cruz, muito conhecido para você que nos assiste através da TV Câmara e que também curte a TV Século XXI. Está aqui ao meu lado o padre Juscemar, querido padre da TV Século XXI, missionário salvista, um grande pregador, que nos dá aqui a honra da sua presença, e também agradeço a presença da TV Século XXI nesta Casa de Leis, vieram fazer a cobertura dessa primeira parte, algo muito importante para nós, muito obrigado, TV Século XXI. Quero cumprimentar também a nossa querida irmã Patrícia Marques Arruda, ela que preside o Conselho da Renovação Carismática Católica da Arquidiocese de Campinas, muito obrigado irmã pela sua presença aqui conosco na Câmara Municipal mais um ano, mais um evento quero cumprimentar meu irmão de comunidade ele que é o moderador geral da nossa comunidade comunidade Pantocrator que se originou aqui na cidade de Campinas mas que hoje tem missões internacionais ele vai falar um pouquinho depois sobre a comunidade missões fora do estado de São Paulo missões no interior de São Paulo mas é campineira, querida comunidade Pantocrator Edgar, muito obrigado pela sua presença quero cumprimentar também a nossa irmã Brina Esteca, querida irmã fundadora da comunidade Sal e Luz uma comunidade também muito importante da cidade de Campinas, uma comunidade católica a qual nós temos muito carinho e também administradora do colégio católico Regina Angeloro, muito obrigado Brina pela sua presença aqui cumprimentar todos aqui que estão presentes o Leandro, cumprimentar O Leonardo também, representando aqui o Leonardo Martins, representando o Grupo Cidadania da Comunidade Católica Pantocrata e também representando todos os movimentos pró-vida no estado de São Paulo, de Campinas. Muito obrigado, Léo, pela sua presença. Você que é um grande defensor da vida humana, muito obrigado. Senhoras e senhores, agradecer também você que nos assiste pela TV Câmara, pelas redes sociais Dizer dessa semana, hoje realizamos nessa Câmara Municipal, nessa primeira parte da sessão ordinária Dedicada à vigésima primeira edição da Semana Municipal em Defesa da Vida Essa semana surgiu através de uma lei municipal aprovada em 2005, a Lei Municipal nº 12.413, de autoria do ex-vereador meu pai, ex-vereador Jorge Schneider, em consenso, alinhada com a CNBB, que também promove essa semana em defesa e proteção da vida dentro da igreja. Então, essa lei municipal veio através desse alinhamento. Há mais de duas décadas, vem mantendo viva em Campinas uma mensagem fundamental. Toda vida tem valor, toda vida tem dignidade e toda vida merece ser protegida. É importante destacar também o papel da Frente Parlamentar em Defesa da Vida e da Família na Câmara Municipal de Campinas. Essa frente tem dentre seus objetivos promover o debate, apoiar iniciativas e fortalecer ações que contribuam para a valorização da vida e da família em nossa cidade Como presidente da frente parlamentar que sou, tenho a alegria e a responsabilidade de contribuir para que essa iniciativa continue sendo realizada ampliada e, principalmente, para que a defesa da vida e da famílias permaneça presente no debate público da cidade de Campinas. A Semana Municipal de Defesa e Proteção da Vida acontece todos os anos, de 1 a 8 de outubro, de 1 a 7 a semana, e no dia 8 nós celebramos o dia do nascituro, aquele que está por vir. Essa semana reúne diferentes momentos para reflexão, oração, convivência e valorização da vida. Neste ano, nossa programação teve início no dia 1º de outubro, junto com a Ecodiocese de Campinas, junto com o padre Transferretti, com o café da manhã no dia 1º, em homenagem aos idosos, realizado no Salão da Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro no Nóbrega, na Vila Padre Manuel de Nóbrega. Depois, no dia 3 de outubro, tivemos bênçãos dos animais espalhadas por toda a cidade de Campinas, mas destacamos aqui a presidida pelo querido Padre Transferete, no Santuário de Santa Rita de Cássia, lá na Nova Campinas. No dia 4, celebramos a missa do padroeiro São Francisco de Assis, presidido por Dom João Inácio Muno, nosso arcebispo metropolitano, na comunidade São Francisco de Assis, lá na Vila Brandina. E hoje estamos aqui, nessa Casa de Luz, realizando a primeira parte da sessão ordinária dedicada à Semana em Defesa e Proteção da Vida. reunindo autoridades, representantes da Igreja Católica e de movimentos e comunidades que atuam em defesa e promoção da vida. Aqui destacamos a Comunidade Sao Iluz e Pantocrator, novas comunidades presentes, e também o Movimento da Renovação Carismática Católica, além da TV Século XXI e toda a arquidiocese presente através do querido padre transferente. Amanhã, dia 8 de outubro, encerraremos a programação com a mencinhação de graças pela vida e em defesa do nascituro, às 18h30, lá no Santuário Santa Rita de Cássia Portanto, mais do que uma programação de atividades essa semana representa uma oportunidade para que Campinas pare, reflita e reafirme o seu compromisso com a valorização, a promoção e a proteção da vida E é justamente a partir dessa perspectiva que chegamos ao tema escolhido para esse ano, que é o sentido da vida. Feito esse preâmbulo, essa abertura, eu quero agora passar a palavra para o padre José Antônio Transferretti, ele que é reitor do santuário, a paróquia Santa Rita de Cássia, em Campinas, na Nova Campinas, e também representa como assessor a Comissão de Bioética e Defesa da Vida da Arquidiocese de Campinas. Por favor, padre. É uma alegria poder estar aqui, agradeço muito o vereador Nick Schneider e também os demais membros da mesa e todos vocês que estão acompanhando a sessão e os que estão em casa acompanhando pelas redes sociais. É uma honra poder participar de uma sessão aqui na Câmara, uma pré-sessão em torno desse assunto, Semana Municipal de Defesa e Proteção da Vida da Frente Parlamentar em Defesa da Vida e da Família no Plenário da Câmara Municipal de Campinas. É realmente uma atividade muito importante, porque a ação, defesa e proteção da vida podemos dizer que está na raiz, na essência do evangelho, na tradição da igreja e também no magistério da igreja católica. Então, o evangelho, a tradição e o magistério, na palavra dos papas, etc., centra-se a defesa da vida, proteção da família. então é muito bom que a gente consiga fazer uma atividade como essa numa casa de leis reunindo pessoas, entidades e também acho que é muito importante a frente parlamentar que já atua há 20 anos 21 anos isso é algo fantástico, não sei se outras câmaras municipais do Brasil tem uma atividade como essa então uma iniciativa como disse o Nick, ligada com a CNBB e que e que coloca os parlamentares na atuação, na defesa da vida, por meio de projetos de leis e ações e trabalhos. Isso é maravilhoso. Os documentos do magistério indicam sempre a necessidade do cuidado com a vida e a vida em sentido amplo. E como ele disse também, o sentido dessa semana é justamente não só a vida na sua parte física, material, mas a vida na sua espiritualidade, o sentido da vida. É uma grande questão, o sentido da vida, qual é o sentido da vida, por que a gente vive, qual é o sentido que a gente dá à nossa existência, entendendo a nossa existência material, a nossa existência terrena. Claro que a vida, enquanto vida, vai além, porque as pessoas creem na ressurreição, então vai além da vida física, mas enquanto a gente está vivendo aqui na Terra, nós temos que dar um sentido para a nossa vida, e isso é um tema muito importante e acho que vale a pena uma bela reflexão. Para a bioética, que é a comissão que eu coordeno, a palavra vida, ela supõe todas as vidas, assim, podemos dizer, vegetal, animal e humana. Então, a gente não pensa só na vida humana, a gente pensa na vida das plantas, dos vegetais, dos animais e dos seres humanos. Toda a vida é integrada, toda a vida está ligada e toda a vida merece respeito, carinho e proteção. Então, é preciso pensar a vida em termos mais amplos. A vida desde a fecundação, o nascimento, desenvolvimento e morte. A bioética cuida da vida em todas as suas fases. Podemos dizer que a vida que é fecundada, a vida que nasce, a vida que precisa se desenvolver e a vida que morre. Nós vivemos com o lugar tanto do nascimento até a morte. Nós da Comissão Bioética fizemos, há tempos atrás, um debate sobre a morte, tudo que envolve a morte. E esse ano fizemos uma semana estudando saúde mental, que é um tema também muito importante e tem a ver com o sentido da vida, uma vez que hoje existem pessoas que cometem o suicídio, e isso está aumentando entre jovens, entre adultos, universitários. Nós recebemos lá o reitor da Unicamp, que falou sobre a Unicamp e a questão da saúde mental na Unicamp, e a gente viu que tem estudantes, professores e pós-graduados que ou tentam ou realmente cometem suicídio. Então, é um assunto muito importante. A bioética tem a ver com isso. Todos os serviços exigem cuidado, defesa e proteção. Nossas ações diárias devem ser marcadas por essa preocupação nos mínimos detalhes. Então, a vida tem detalhe, como dizer um bom dia, como dizer boa tarde, como oferecer um café, como perguntar como é que você vai, o que é que você precisa. Então, todos esses detalhes do dia a dia, cotidianos, a gente tem que colocar sempre a vida em primeiro lugar. E, às vezes, aquele detalhe pequeno pode ser uma grande coisa que você faz. é preciso pensar no sentido da vida no sentido micro e macro da sociedade, desde um abraço de uma pessoa caída na esquina até as políticas públicas que objetivam proteger e cuidar da vida então a gente tem que ter essa visão mais ampla por isso que uma comissão de bilhete em defesa da vida, uma frente parlamentar em defesa da vida, não é qualquer coisa porque você inclui desde a fecundação até a morte em todas as fases, em todos os momentos é preciso estar atento, olhar o que puder ser feito enquanto o parlamentar deve ser feito mas cada um de nós também devemos fazer no nosso dia a dia eu trabalho no santuário, recebo muitas pessoas abatidas, tristes, caídas com diagnóstico na mão de câncer lá no santuário ao redor de muitas clínicas muitas vezes eu vejo alguém sentadinho no banco da igreja com aqueles laudos lá grandes e as vezes tem um diagnóstico de câncer e a pessoa está lá chamando lágrimas e a gente, eu costumo me dar, dar a mão, dar um abraço, conversar e tentar ajudar essa pessoa. Isso é sensibilidade que a gente tem que ter. Então, não é só uma coisa grande, mas é o dia a dia da vida, os detalhes que a gente vai observando. Cada um deve fazer a sua parte, eu diria em cinco dimensões. Acolher, educar, proteger, promover e integrar. Então, acolher, criar espaço de acolhida e escuta atenta. Uma palavra muito importante hoje é escuta atenta. Psicólogos que atendem o povo via online, eu converso com alguns, eles falam, eu faço uma escuta atenta. E eu fiquei pensando, às vezes a gente nem escuta, então o psicólogo tem que escutar de forma atenta, ou seja, ver bem, ouvir a pessoa que está do outro lado falando. Então, acolher quer dizer ouvir. Hoje é fundamental que a gente gaste esse tempo nosso para ouvir as pessoas de forma atenta, não de qualquer jeito. Então, acolher é ouvir as pessoas com atenção, carinho e cuidado, sem julgamentos morais. Quando a gente acolhe uma pessoa, você tem que acolher como ela é. Depois você vai conversar, você vai ver, você vai ouvir, aí você pode até tentar emitir algum juízo de apreciação da conduta da pessoa, mas acolher, abraçar, ouvir, sem aquele preconceito que divide, que coloca você distante da pessoa. Depois, educar. Hoje é fundamental promover o discernimento social, a educação crítica, o sentido ético da existência e a vida em sociedade. A educação é fundamental porque ela promove uma palavrinha chamada discernimento, ou a gente fala consciência crítica. Consciência crítica é a capacidade de julgar, de analisar, de ter ideias, de não ser influenciado, de você ter sua própria opinião, de você saber o que é certo e o que é errado, de você não ser levado. Então, a educação é uma forma fundamental hoje de acolher e de proteger a vida. As pessoas que não têm essa capacidade, elas são levadas, sobretudo nesse ambiente de redes sociais que a gente vive hoje, que há uma manipulação, uma influência, uma condução do pensamento muito forte. Então, você tem que ter esse distanciamento crítico para saber analisar as coisas e ver onde está a verdade, onde está a mentira, onde está a manipulação. Isso é fundamental. Depois, proteger a vida, estabelecer redes de proteção e cuidados, política de prevenção ou uma teologia da prevenção, eu diria hoje, sobretudo, em relação à saúde mental. É preciso proteger. Então, por exemplo, celular, você tem que saber usar. Crianças, jovens, adolescentes, idosos também, muitos idosos que não têm, às vezes, capacidade muito crítica, eles já estão Às vezes, abalado emocionalmente, o celular, ao invés de ajudar, atrapalha. Então, isso é muito importante. Proteger as pessoas, ajudar as pessoas, por meio da educação e por meio da saúde mental, que nós devemos ajudar a pessoa a viver bem. Promover gestos que transformam o mínimo gesto de amor em nosso cotidiano. As pessoas estão querendo, às vezes, um abraço, um sorriso, uma conversa, um olhar, um cafezinho. eu fico assim, achando bonito quando às vezes a gente conversa e a pessoa fala assim, muito obrigado pela atenção não sei se vocês também já tiveram isso, né? Só você dar atenção na pessoa, ela já agradece você é maravilhoso, isso não tem o que fazer fala, não, o que é isso? eu dei atenção, pra mim é gostoso estar com você, ouvir você depois, integrar uma palavrinha importante que é combater o isolamento, o fechamento a discriminação, o preconceito a gente, nós, a vida implica isso também, uma atitude aberta de tolerância, todas as pessoas devem viver em harmonia seja branco, negro, gordo o Brasil infelizmente vive esse clima de antagonismo de aqui, acolá eu sou meio contra isso, acho que nós temos que promover o diálogo eu tenho amigos de todos os lados enfim, convivo mas já recebi crítica você é amigo de tal pessoa, aquela pessoa é de tal partido Mas eu nem sei que parte dela é, eu gosto dela porque ela é o que ela é. Então, a gente não pode ter essa coisa, para mim, atrapalha muito. Então, integrar, quer dizer, você viver em harmonia, independentemente de que time, que partido, que pessoa é isso ou aquilo. Isso é muito importante. Então, é isso aí. Defender a vida, promover a vida. Acho que nós estamos fazendo um trabalho bonito na Câmara, nas igrejas, mas nós não devemos parar, não. Devemos sempre continuar, insistir, falar, brugar pelas ideias que a gente tem, como a igreja católica orienta, ou seja, a doutrina que é a igreja, porque muita gente não tem esse amor à vida, muita gente pisa, agride, destrói, não respeita, banaliza, não valoriza. Então, nós temos que fazer o nosso diferencial como religiosos, cristãos, a vida na sua essência, é a raiz do Evangelho, da tradição e da doutrina do magistério. Parabéns a todos vocês aí, especialmente ao Nick Schneider, comemorando também São Francisco de Assis, 800 anos. 800 anos, Francisco morreu em 3 de outubro, à noite, dizem, tardezinha, em 1226. Então, dá 800 anos de São Francisco e acho que vale a pena a gente fazer esse trabalho e homenagear esse santo, que foi um amante da natureza, dos animais, do clima e da vida. Então, a Igreja Católica tem santos, não é assim? Especialmente o São Francisco, que é um grande exemplo de amor à vida, na sua essência, vinculando com a natureza. Obrigado, parabéns e que Deus nos abençoe, abençoe o nosso trabalho. Abraço. Obrigado, Padre Transferreti, pelas palavras, sábias palavras, como sempre, todos os anos nós... Eu estou no meu segundo ano de mandato, mas eu acompanhei meu pai que também fazia esse movimento nessas semanas, e sempre o senhor presente, sempre o senhor nos instruindo, nos dando direcionamento, isso é muito importante. O senhor fala aqui que são fundamentais, eu marquei aqui a questão da escuta atenta, saber ouvir. Nós vivemos um mundo hoje que ninguém quer ouvir, todo mundo só quer falar. Todo mundo sabe de tudo, todo mundo já tem a sua opinião formada de tudo e tem dificuldade de ouvir o próximo, né? A questão também, a atenção às pequenas coisas da vida. Deus se revela nas pequenas coisas, né, padre? Aos simples, né? Nos simples. Aos humildes, né? Nos simples. Te descobriu nos simples. Tem uma música que fala isso, inclusive, né? Então, isso é muito bom. E daí eu marquei aqui também a questão do trabalho, nós temos hoje em dia muitos trabalhos remotos, online, e isso é uma coisa que eu sei que a tecnologia é imparável, está muito acima das nossas vontades, mas eu acho que o ser humano perde muito com isso, em termos de relacionamento, porque o trabalho, queira ou não, são momentos onde você passa boa parte da sua vida, um cidadão comum passa boa parte da sua vida no trabalho, né padre? E a partir do momento que você começa a ter essa prerrogativa do trabalho online e as pessoas distantes só conversando por chat, eu estou vendo meu irmão Leandro trabalhando ali online, então você perde um pouco desse relacionamento. Bom, também a questão da doutrina social da igreja que a gente procura seguir em todos os movimentos que nós fazemos aqui dentro dessa casa e estamos alinhados inclusive no calendário da igreja com a nossa semana. Muito obrigado pelas suas colocações. Quero registrar aqui também a presença da Alessandra Herrmann, nossa amiga, secretária da Mulher, que nesse ato representa o prefeito Dario. Obrigado, secretária, pela presença. E eu quero já de imediato passar a palavra para o padre Juscemar Maria da Cruz, missionário salvista, que representa aqui, querido, amado padre Eduardo e toda a equipe da TV Século XXI, da Associação do Senhor Jesus. Muito obrigado. Obrigado Nick Scheider pelo convite agradeço a oportunidade também Padre Eduardo inclusive viajou ontem para Brasília então ele já com uma idade avançada é bem ativo e forte como um bom jesuíta e a gente veio então com muita alegria representá-lo primeiramente não vou fazer um discurso tão eloquente como do Padre Transferetti que fez para nós de uma forma bastante sistemática bem precisa mas eu acredito que queria falar um pouquinho aqui a partir um pouco da dimensão bíblica já que nós estamos falando da proteção e da defesa da vida como cristãos, como católicos e pra nós a Sagrada Escritura ela é elemento fundamental todo argumento sobre a vida, claro que tem a sua dimensão antropológica mas também sempre em relação em união com a Sagrada Escritura, então foi sempre dito por nosso Senhor Jesus Cristo sobretudo em João 10,10 eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância então quando Jesus fala que ele veio para que nós tenhamos a vida de fato ele nos mostra que ele é o autor da vida e ele garante também o sustento da nossa vida portanto quando nós falamos da vida na dimensão bíblica Nós temos esta grande graça de saber que a vida não é um privilégio, mas ela é um dom. E porque ela é um dom, como disse muito bem o padre Transferetti, ela precisa ser cuidada. Então, acho que celebrar esta semana em consonância com a CNBB, a CNBB durante esta semana, desde o dia 1º, fez plenários, discussões muito interessantes com médicos, fazendo uma relação entre a ciência e a fé, algo muito rico. nós aqui estamos em comunhão como bem disse o Nick Scheider para justamente valorizar a vida a partir da obra criada por Deus ninguém é capaz de existir a partir de si mesmo eu, as pessoas me veem, às vezes acham que eu sou um padre grande mas quando me veem veem que eu sou pequeno, eu brinco sempre sou um padre pequeno e sou contente porque Jesus disse que o reino de Deus é dos pequeninos, me sai bem Mas na verdade A vida a partir da Sagrada Escritura É compreendida como um dom Como eu falei E que precisa ser cuidada e trabalhada E que não é um privilégio nosso Como eu estava dizendo e volto Eu não escolhi vir ao mundo O fato de eu existir Foi um projeto do pensamento eterno De Deus Que me desejou, como diz o livro do profeta Jeremias No capítulo 1 Que eu existia antes mesmo de ser concebido no ventre de minha mãe. Então, esta vida em abundância que Jesus veio nos dar, ela começa desde a concepção, como nos orienta a igreja, até a sua morte natural. E dentro dessa dimensão do início ao fim, através da morte natural, entra justamente o que nos foi falado pelo padre Transferetti, eu repito, o cuidado em todos os sentidos. O livro do Deuteronômio, no capítulo 30, versículo 19, vai nos dizer escolhe, pois, a vida para que possas viver. Então, todas as vezes aqui na Câmara, por exemplo, que se faz uma sessão como essa para defender a vida, nós também estamos vivendo. Porque todas as vezes que nós escolhemos a vida, defendemos a vida, nós estamos também vivendo. O contrário também acontece. Aqueles que exaltam a morte ou sacrificam a vida, eles estão morrendo. morrendo a partir de dentro, porque a vida, segundo a Sagrada Escritura, não é só viver biologicamente, mas é viver a partir de um sentido de vida que vem de dentro do coração, que só Deus pode nos dar. Então, não quero me delongar, mas o Papa Leão XIV, recentemente na França, nós vimos muito bem que ele falou de forma muito caridosa, respeitosa, mas ao mesmo tempo muito firme a respeito da vida. E ele disse para o parlamento francês que um país que custodia, que guarda a vida, é um país que se enobrece, que cresce. No contrário também, um país que às vezes dificulta a vida, ou trata a vida de uma forma muito superficial, como se fôssemos dono dela, ele entra num processo de decadência. então acredito que essa semana também, ou melhor, essa sessão aqui é um momento muito oportuno de nós primeiramente agradecermos a Deus pela existência eu sempre convido as pessoas a ter muita gratidão, as vezes a gente se levanta já pensando nos problemas a resolver mas a gente esquece de agradecer ao Senhor, obrigado porque se eu ando, se eu falo, se eu respiro, se eu estou aqui hoje é porque o Senhor me sustenta com o sopro da vida então acredito que celebrar esta semana amanhã o dia do nascituro nós temos no coração esta graça, desta abundância de vida que Jesus veio nos trazer cuidar da vida seja pessoal, mas também do outro e sempre ser um defensor da vida, eu há muitos anos atrás cuidei de uma obra social na periferia da grande São Paulo, na zona sul na Diocese Santo Amaro é uma obra da Diocese Santo Amaro que foi confiada a nós salvistas Eu fui enviado para lá com 27 anos de idade, tinha cara de adolescente, agora estou com 45, mas eu enfrentei lá um grande desafio e uma das coisas que mais me tocavam era o orfanato. As crianças chegavam no orfanato arredias, com medo, e depois de 15 dias elas estavam indo correndo, é puxar o hábito da gente, pedir a benção, abraçar, porque elas encontravam ali o carinho, o amor, E ao mesmo tempo eu lembro que eu dizia, olha, se existe alguma mulher que está querendo tirar a vida do seu bebê, manda aqui para nós. A gente dá um jeito de cuidar dessa criança no nascimento, cuidar dela durante o período necessário, para que depois, com a graça de Deus, ela seja adotada, encontre um lar feliz. Então, Deus nos dá muitas oportunidades para que nós possamos cuidar da vida, mas nós precisamos ter esta consciência. a vida não me pertence, eu a recebi para administrá-la. E aí surge também a pergunta, como nós enquanto cristãos, enquanto católicos, enquanto sessão aqui na Câmara, estamos cuidando da vida. Eu tenho cuidado da minha própria vida, eu tenho cuidado da vida do outro, então se a vida é dom, eu preciso cuidar dela, e o modo de cuidar é justamente propagar a beleza da vida. Quando nasce uma criança no ventre de uma mãe, aquilo não deveria ser motivo de preocupação excessiva, mas de alegria. Hoje, para nós católicos, a gente celebra a Nossa Senhora do Rosário. Então, a gente ouviu no Evangelho de Lucas, hoje no capítulo 1, essa grande mensagem que o arcanjo aparece a Maria, comunica que ela seria a mãe do Salvador, e ela responde, mesmo estupefata com aquele fato, Eis aqui a serva do Senhor. Faça assim em segunda nossa palavra. Então, quem acolhe a vida, tem vida e se torna feliz. Só para concluir realmente, quando a Maria vai visitar Isabel, um pouquinho depois de Lucas 1, 46 e 20, Isabel tem a experiência de alegria. Ela vai dizer que a alegria, quando você me saudou, a criança que estava em meu ventre se estremeceu de alegria, ou seja, Maria recebe o dom da vida, ela se torna cheia de vida e ela vai levar a vida a Isabel João Batista no seio de Isabel é visitado por aquela alegria e Maria canta o seu Magnificat a minha alma engrandece o Senhor ou seja, quem acolhe a vida se torna feliz porque é que nós temos hoje tantas pessoas infelizes e tristes sem sentido de viver porque estão recusando a vida porque estão colocando limites na vida ou querendo controlar a própria vida e a vida daqueles que muitas vezes ainda nem nasceram. Então, que hoje nós tenhamos também esta alegria e este aprendizado de saber que a vida é dom, precisa ser vivida com a alegria e nós temos a grande responsabilidade de administrá-la bem. Porque, ao final, dizia a amada Tereza de Calcutá, que foi uma grande propagadora da vida humana, uma grande defensora da vida humana, que quando nós chegarmos lá no último dia, na nossa partida final, lá na portinha de São Pedro que a gente bater lá Deus não vai perguntar pra gente todas as estruturas que a gente construiu que a gente fez, mas qual a intensidade do amor que nós colocamos nas pequenas coisas que fizemos, então cuidar da vida é colocar intensidade nas pequenas coisas que a gente faz e zelar por aquelas pessoas e também e sobretudo pelos bebês que estão aí sendo gerados no ventre de suas mães muito obrigado Palavras deliciosas de se ouvir, viu padre? Muito obrigado pelas suas palavras, pela sua presença muito bom mesmo, bom, não vou nem comentar porque nós estamos com o tempo meio curto aí, nós temos até acho que 10 para 6 para finalizarmos então eu quero passar a palavra agora para a Patrícia que representa aqui a renovação carismática católica de Campinas, da Arquidiocese de Campinas, presidente do Conselho. Por favor, Patrícia. A renovação sobre a perspectiva da defesa da vida. Agora é responsabilidade, depois de dois padres. Mas acho que nesse sentido, como renovação carismática, mas não só isso. Eu vinha refletindo sobre isso. A nossa missão, enquanto carismáticos, é tornar o Espírito Santo conhecido e amado. O Espírito Santo é esse Senhor que dá a vida. É esse que nos impulsiona e que tem a nossa vida transformada. E a missão, a nossa missão, enquanto não só a renovação, mas quanto a igreja, é como os padres disseram, é essa defesa, defender a vida desde a sua concepção até o seu fim natural. Estarmos sempre dispostos a isso, a defender, a também promover e valorizar a vida. E o sentido da vida, como é o tema dessa semana, é importante. E quanto nós estamos vivendo uma realidade em que as pessoas estão sem sentido, perderam o sentido da vida. Como o padre falou, a questão da própria saúde mental, as famílias desfragmentadas, questões das famílias sendo cada vez mais atacadas, políticas para destruir as famílias. E nós temos trabalhado incansavelmente para defender algo que era não só de uma parte pequena da sociedade, ou de uma parte da sociedade, mas de um todo, uma vez que a família é a célula fundante da sociedade. Nós aprendemos a viver em sociedade dentro da nossa família, com os valores que recebemos, como nós vamos viver, o cristão que nós vamos ser, o cidadão que nós vamos ser, passa pela família. Então, é uma missão muito importante e também é uma missão de todos nós E é muito grato quando nós vemos parlamentares dentro de uma casa de lei defendendo a vida, a família, por uma bancada para que possa mesmo, com todos os momentos, estar em constante atentos às leis que são cada vez mais que surgem para que a família seja destruída ou para o impedimento do nascituro, a legalização de tantas coisas que nós vemos aí, que acaba sendo contra a vida. Então, a nossa missão, enquanto renovação carismática, e por isso também, dentro do próprio movimento, nós temos o Ministério para as Famílias, que é para olhar mesmo para as famílias, cuidar, atender, acolher, formar também, e valorizar, e também ter essa responsabilidade, fortalecer as famílias. famílias fortes, teremos uma sociedade também forte. Então, essa é a nossa missão sempre. Parabéns, vereador, né? Fiquei muito feliz com o convite de estar aqui. Eu acho que nós precisamos ocupar os lugares, sim, que realmente nós, leigos, de estarmos ali, de políticas públicas para as famílias, que valorizem as famílias, que fortaleçam as famílias. Isso é importante. Então, eu acho que cada vez mais que essa semana, não fica só uma semana, é pouco, se não uma semana, para falarmos de um assunto tão desce o tempo também, mas que possam acontecer sempre atos que nós possamos valorizar a vida. Sempre. Então, parabéns por essa semana. Não existe vida sem Deus. O Pai do dia falou aqui, e Deus se faz presente dentro de nós, por meio do Espírito Santo, e isso é a missão da renovação carismática, difundir o Espírito Santo na vida das pessoas então tem tudo a ver, renovação carismática com defesa da vida, não é Patrícia? Bom, passar a palavra agora para o meu irmão Edgar ele que é moderador geral da comunidade católica Pantocrator qual a palavra meu irmão? Boa tarde Nick, boa tarde demais membros da mesa irmãos aqui presentes todos os que nos acompanham pela TV e pelas redes sociais Para nós, como comunidade pantocrata, é uma alegria muito grande nos fazermos presente aqui. Já estamos desde a primeira semana em defesa da vida, quando o então vereador Jorge Schneider criou essa lei. Então todos esses 21 anos nós estamos aqui participando ativamente dessa semana em defesa da vida, junto com a Câmara Municipal, junto com esse colégio, junto com a Prefeitura, em comunhão com a Arquidiocese de Campinas e com os movimentos de demais comunidades. E eu gostaria, Nick, de reforçar a nossa presença, a nossa parceria, o nosso comprometimento com a defesa da vida, com essa luta, sobretudo através do nosso núcleo de cidadania, que está aqui o André, o coordenador do núcleo, e também o Leonardo Martins, que é aquele que está à frente no tema de defesa da vida, é aquele que se projeta também não só aqui em Campinas, mas em todo o estado de São Paulo e em outros locais. Também temos a presença da Karina, que também faz parte do Núcleo Cidadania. e toda essa ação, nós também pretendemos e já promovemos muitos fóruns de discussão sobre bioética e defesa da vida e vemos como isso é importante e queremos reforçar que a nossa missão de gerar e formar filhos fiéis a Deus também passa por essa dimensão de defesa, de proteção e de zelo pela vida, como todos aqui já expuseram muito bem. Nick, muito obrigado por esse convite. Deus continue abençoando você na sua missão aqui e conte conosco. Obrigado Edgar, muito bem lembrado a comunidade católica Pantocrator diria que ela também é coautora da criação da Semana de Defesa e Proteção da Vida desde a primeira reunião, primeira semana que nós celebramos no município a comunidade vem participando assim como a Arquidiocese de Campinas também e a comunidade também vem sendo um grande apoio nos debates, nos estudos o grupo cidadania aqui representado pelo Maurício pelo Léo, pela Karina, pelo André que é um grupo que estuda também esqueci do Maurício Maurício me perdoe estuda a questão das legislações dos movimentos, reforça os movimentos pro vida em Campinas no estado de São Paulo, no Brasil então, assim, a comunidade faz parte também, com certeza de todo esse movimento desde a concepção da lei Bom, agora eu vou falar um pouquinho aqui, passar a palavra para a Brina Esteca, que é fundadora da comunidade Sal e Luz e administradora do maravilhoso colégio, para quem não conhece, um colégio católico devocional, chamado Regina Angelorum, que é ali no Guanabara. Eu não posso fazer propaganda aqui, Brina, bem que eu gostaria, mas é um maravilhoso colégio. Está bom com a palavra, Brina? Uma boa tarde a todos, boa tarde àqueles que nos acompanham pelas redes sociais, pela TV Século XXI. Eu quero, primeiramente, agradecer ao vereador Nick Schneider, quero agradecer também à Câmara Municipal de Campinas, à Comissão Parlamentar de Defesa da Vida e da Família, pela oportunidade de estar aqui, nesse momento aqui tão significativo. É a minha primeira vez aqui, então eu gostaria de fazer uma breve apresentação. Eu sou Brina, fundadora da Comunidade Católica Sal e Luz, e também administradora do Colégio Regina de Lóron, um colégio de confissão católica, idealizado pela própria comunidade. E eu acredito que, diante dessas duas frentes, eu consigo falar um pouquinho sobre a importância desse momento que nós estamos vivendo aqui. A comunidade, como todo católico, como toda comunidade católica, é a defensora da vida. E nós, eu particularmente, a comunidade já acolheu gestantes em situações de risco, eu já acolhi na minha casa uma jovem que recebeu uma vez um Boa Noite Cinderela e se descobriu grávida aos cinco meses, porque nem sabia que estava grávida, e por pressão social e medo dessa pressão, ela precisava de um lugar para se abrigar, e a gente a abrigou, a acolheu, e hoje eu lembro das palavras dela, que ela não queria ter o trauma de saber que matou o seu filho. E olha que não era uma pessoa católica e nem de religião. Então, a gente entende, nesse sentido, que essas pessoas que sofrem, elas só precisam de quem as ajuda e quem as apoia. Mas nós descobrimos na escola, na nossa missão, na comunidade, a nossa missão com a vida através da escola. Por quê? Porque a gente entende que o valor da vida, Quando a gente fala sobre defender a vida, nós não estamos defendendo uma ideia, nós não estamos defendendo uma ideologia, nós estamos defendendo alguém. Alguém que existe, alguém que é importante para nós católicos, também alguém que foi chamado por Deus, como o padre nos falou, para a eternidade. E isso precisa ser educado. Precisa ser educado para as crianças, para a sociedade, para a formação, entender que a vida é importante em todos os seus sentidos, na educação, no convívio com as pessoas, na forma que vai lidar com o outro, na sociedade. Então, a nossa grande participação hoje, a nossa missão hoje, em relação à defesa da vida, está na educação, principalmente a educação das nossas crianças, e acompanhado isso também, que envolve toda a família. É uma alegria muito grande estar aqui, agradeço mais uma vez, e peço essa graça a Deus em primeiro lugar, que esse ambiente, esses momentos que são vividos aqui há tantos anos, nos ajude para que as pessoas, na defesa da vida, possam entender algo importante. Essas pessoas, elas não precisam ser descartadas, porque não têm valor, porque não têm defesa, porque foi fruto de um abuso, ou simplesmente, como nós defendemos também, até o término de sua vida. ou porque não têm mais utilidade, mas elas precisam ser ajudadas, preservadas, cuidadas e amparadas, porque são amadas, amadas entre nós, que somos irmãos, e amadas principalmente por Deus. Muito obrigada e parabéns, vereador. Obrigado, Brina. Vou passar a palavra agora para ela, que representa o prefeito Dario, o executivo aqui nessa sessão, nessa abertura de sessão, primeira parte da sessão, Alessandra Herrmann, ela que é secretária municipal de política para as mulheres da cidade de Campinas. Por favor, Alessandra. Boa tarde a todos. Eu gostaria de cumprimentar inicialmente o vereador Nick Schneider, proponente dessa sessão, e no seu nome, Nick, cumprimento todos os demais convidados que já foram nominados e fazem parte dessa mesa, cumprimentar todos que estão aqui nos acompanhando presencialmente ou através da TV Câmara e do YouTube. E é um imenso prazer estar representando também aqui o nosso prefeito, Dário Saad. Trago os cumprimentos e um forte abraço dele a cada um de vocês. E é com grande satisfação que eu estou aqui participando. Eu cheguei um pouco atrasada, como vocês perceberam, devido a outra agenda, mas eu fiz questão de vir, mesmo atrasada, para participar da 21ª Semana Municipal em Defesa da Proteção da Vida. Porque, como secretária de Política para as Mulheres aqui de Campinas, falar em defesa da vida tem um significado muito especial para mim, porque realmente esse é o nosso trabalho do dia a dia, com as mulheres que chegam até nós. Defender a vida de uma mulher não significa apenas impedir que ela seja vítima de um feminicídio. Significa protegê-la muito antes da violência chegar a esse extremo É garantir que ela possa viver sem medo dentro da própria casa Que possa reconhecer uma relação abusiva, pedir ajuda e encontrar uma rede preparada para acolhê-la É proteger sua saúde física, emocional, sua dignidade, sua autonomia e também e principalmente os seus filhos E é por isso que eu acredito tanto na prevenção E esse tem sido o norte da nossa secretaria desde o momento que ela foi criada, em agosto de 2025 Em apenas um ano e alguns meses de criação, nós investimos muito em prevenção E lançamos programas dentro das escolas municipais aqui de Campinas Percorremos praticamente todas elas, palestrando para os rapazes e as meninas dos oitavos anos falando sobre valorização do papel da mulher, falando sobre masculinidade e misoginia, junto com a Secretaria de Educação. Com a Secretaria de Saúde, nós lançamos o programa Rede Atenda, onde nós estamos capacitando os servidores de saúde que atendem a rede básica. O nosso objetivo é que essa formação alcance aproximadamente 3.200 servidores, para que eles estejam aptos a, num primeiro momento, já conseguir detectar que aquela mulher está passando por algum tipo de violência, mesmo que ela ainda não queira falar. Ou mesmo que a violência que ela esteja passando ali não seja a física, porque a física é muito fácil de se identificar, mas e as outras? Lançamos um programa também muito especial, que se chama Igreja pela Vida das Mulheres, Porque nós sabemos que muitas mulheres que sofrem agressão procuram seus líderes religiosos antes de procurar qualquer ajuda fora de casa e esses líderes religiosos também precisam estar capacitados para acolher essas mulheres o mais rápido possível e encaminhá-las para a rede de apoio. Essas foram as principais iniciativas durante esse ano e, de novo, se nós não trabalharmos na prevenção e, principalmente, na educação dos nossos jovens, nós não teremos uma mudança de cultura e continuaremos assistindo, estupefatos, esses números aumentarem. Que essa semana, pessoal, nos ajude, então, justamente a ampliar esse olhar, defender a vida e também criar condições para que cada pessoa possa vivê-la com dignidade, segurança e respeito. E o nosso compromisso também na Secretaria da Mulher é realmente com a promoção da vida em sua integralidade, desde os primeiros segundos da concepção. Porque toda vida merece ser protegida E toda mulher merece não apenas estar viva Mas viver sem medo Olha lá, Niki, falta um minuto Terminei na hora Obrigada pela atenção de todos Obrigada, Alessandra Obrigado pelas palavras rápidas, mas precisas Registrar aqui a presença Do nosso presidente, Rocine Que também faz parte da Frente Parlamentar em Defesa da Vida um cristão também, que defende a vida e a família. Obrigado, presidente, pela presença aqui, até porque daqui a pouco a gente tem que sentar aqui para tocar a sessão, né? Gente, muito obrigado. Se tem uma coisa que move o meu mandato, que move o meu trabalho político, a minha iniciativa política, a minha disposição em estar em um cargo público, é a defesa da vida e da família. Eu pautei toda a minha campanha em cima disso, porque eu sei a importância que tem essa temática para a sociedade, para todos que vivem nesse mundo e que têm a sua vida, como aqui já foi dito, tão prejudicadas de diversas maneiras. E a vida desde a sua concepção. Nós temos algumas matérias que tramitam, principalmente em âmbito nacional, que nós estudamos muito e fazemos muitos movimentos por toda a nação para impedir que a legalização do aborto seja feita nesse país. e talvez esse seja a minha principal luta aqui dentro. Eu não sou um vereador de ficar brigando, mas se o assunto é esse, eu não me futo a defender a defesa da vida e falar contra o aborto. Não vou me alongar mais, porque nós temos que finalizar, mas eu quero mais uma vez agradecer o padre Transferretti, meu amigo, que veio do Santuário Santa Rita de Cássia e é assessor de bioética. Padre Juscemar, muito obrigado, mando um grande abraço para o padre Eduardo, para a irmã Luísa e para toda a equipe da Século XXI. minha querida irmã Patrícia, muito obrigado Edgar da comunidade Pantocrato, Brina da Saúl Luz, muito obrigado Brina e Jair Sérgio, juntos de manhã na prefeitura tratando de alguns assuntos, né Brina? Um prazer revê-la, e Alessandra Herman, nesse ato representando o nosso querido prefeito Dário Saad, mando um grande abraço para ele tá bom? Dessa maneira eu encerro aqui a primeira parte dedicada à vigésima primeira Semana Municipal em Defesa e Proteção da vida da cidade de Campinas. Muito obrigado a todos e daqui a pouco acompanho aqui mais uma sessão ordinária da Câmara de Campinas, presidida pelo querido vereador Luiz Carlos Rossini. Muito obrigado. 5 horas mais 51 minutos, encerrada, portanto, a primeira parte da reunião ordinária e faço o convite a você que está nos acompanhando, permaneça aqui na tela da TV Câmara Campinas, nós vamos fazer um rápido intervalo e já já eu chego com a pauta, com os projetos que serão discutidos e votados na reunião ordinária de número 57. Até já! Olá, tudo bem por aí? Por aqui tudo ótimo Aquele convite especial para você
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