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dá uma melhoradinha e aí para de tomar um antibiótico, causando resistência ao antibiótico, resistência bacteriana. Então, no caso de entrar com um antibiótico, sempre através de receita médica. A seguir, Jornal Câmara Notícia. Horta do Quintal, em Shopping de Campinas, recebe crianças da Rede Municipal de Educação para plantios de verduras e hortaliças, como parte de uma ação de educação ambiental. Vereadora Hebert Ganem protocola projeto de lei que institui a campanha Pet Sangue Bom, em Campinas. Mesmo com o frio e com o tempo nublado, os torcedores lotaram a Praça Arautos da Paz para a estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026. Olá, boa tarde. Semana começando, segunda-feira, 15 de junho de 2026. Inicia agora o Jornal Câmara Notícia. Ao vivo, meio-dia, mais 32 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. E participe, vamos conversar. Mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região, já sabe, né? Pode ir direto, o número aparece aqui embaixo da sua tela. 978293776 ou você pode mandar essa mensagem apontando a câmera do seu celular para o QR Code. Também já aparece uma mensagem na sua tela. O WhatsApp da TV Câmara Campinas. Você aperta e pode mandar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal que a gente conversa ao vivo. A gente abre a edição de hoje com as notícias da Metrópole e com uma pergunta. Será que shopping é só para compras e lazer? Aqui em Campinas, a resposta é não. Um projeto tem transformado o passeio de crianças da rede municipal em uma verdadeira aula de educação ambiental. Entre mudas, compostagem e contato com a natureza, os pequenos aprendem na prática como atitudes simples podem ajudar a preservar o meio ambiente. Enquanto muita gente vai ao shopping para fazer compras ou passear No Shopping Parque das Bandeiras, em Campinas O aprendizado também faz parte da experiência de quem visita a unidade Especialmente para as crianças da rede municipal de ensino Que podem conhecer um espaço diferente dentro do centro de compras Nesta área de 500 metros quadrados dentro do shopping São cultivadas verduras, frutas e hortaliças Tudo aqui é adubado com a compostagem gerada pelos próprios resíduos da Praça de Alimentação do Empreendimento. O espaço recebe alunos de escolas da região para ações de educação ambiental. O espaço aqui tem aproximadamente uns 500 metros quadrados, né? A gente já vem trabalhando ele muito junto com a comunidade, então a gente traz escolas públicas particulares, enfim. Ou clientes que vêm visitar o shopping, né? Que vêm para outros motivos. Tem um espaço que fica sempre assim, aberto e a gente incentiva muito a manutenção dele e até esse aprendizado junto às escolas, né, as crianças, porque eles aprendem muito na prática como melhorar ou como que é o impacto do lixo gerado no dia a dia e a gente conseguir ter esse espaço em que eles venham ver na prática como que pode ser cultivado, como pode ser mantido, faz muito sentido pra gente. Os pequenos alunos do Centro de Educação Infantil Orlando Ferreira da Costa, no Jardim Santa Lúcia, tiveram uma experiência diferente. As crianças com idades entre 3 e 5 anos conheceram de perto uma horta orgânica e colocaram a mão na terra para plantar mudas de salsinha, couve e rúcula. Segundo a coordenadora pedagógica da turma, a atividade lúdica contribui para despertar a consciência ambiental e incentiva o cuidado com a natureza desde os primeiros anos de vida. Essa idade é muito importante, né? Já ter propostas aí relacionadas à educação ambiental. Então as crianças já participam, já planejam junto com os professores, eles investigam junto. É muito importante que nos primeiros anos as crianças já tenham essa integração com o ambiente, de forma harmoniosa, respeitosa. Então na escola a gente está sempre assim, aproximando as crianças da natureza, dos elementos naturais, proporcionando espaços para que elas tenham essa integração. E esse é um dos espaços, embora não pertença à escola, mas está aqui no nosso território. Então nós utilizamos esse espaço hoje, aqui do Shopping Bandeiras, para eles virem ter contato com a horta orgânica. Então eles tiveram contato com a terra, para acompanhar o desenvolvimento da planta, entender um pouquinho a respeito da importância das plantas também na alimentação, para ter uma alimentação saudável. Tudo isso é proporcionado às crianças na educação ambiental também. A visita faz parte de uma atividade que ensina desde o plantio de mudas até a compostagem e o reaproveitamento da água da chuva. E para os alunos, a aula prática deixa o aprendizado mais fácil. A experiência desperta curiosidade e ajuda a criar consciência sobre a importância da preservação ambiental desde cedo. Eu, eu, eu acho que eu plantei uma plantinha, mas eu não sei qual que é, né? Mas você sabe o que é te comer a plantinha? Sei Você gosta de comer verdura? Ah, eu acho que eu gosto Tá aprendendo a gostar? Tô O que você achou aqui hoje de poder plantar as plantinhas, de mexer na terra? Foi a primeira vez que você fez isso? Foi a primeira vez Por que é importante a gente plantar essas plantinhas? Porque é muito bom pra gente respirar Então é bom pra gente comer, pra gente comer alface É muito bom as coisas Então nós tem que ficar bem porque tem que nascer as plantinhas pra nós respirar O que você achou dessa experiência? Legal É? Por que é importante a gente cuidar das plantinhas? Para a gente viver, para a gente ter nossa casa e para a gente ter comida. Ah, você gosta de comer as verduras também? Sim. Ah, tá bom então. Por que é importante a gente cuidar também do meio ambiente, das árvores? Para a gente ficar forte e para a gente ter a vida. Só neste ano, mais de 270 toneladas de material foram transformadas por meio da compostagem para manter a horta. O shopping também recicla óleo de cozinha, tampinhas, lacres e até bitucas de cigarro. A sustentabilidade também está presente no uso da água. Uma estação de tratamento produz água de reuso, utilizada na irrigação, nos sanitários e nos sistemas de refrigeração. Hoje, quase metade do consumo do empreendimento vem dessa fonte. A gente entende que como shopping a gente tem um papel social muito maior que isso, né? Então, o papel mesmo de educação. Então, exatamente por esse motivo que a gente teve essa ideia, a gente teve a sorte de ter algumas árvores frutíferas nesse espaço. E a partir desse momento, a gente aproveitou e ampliou e fez o que a gente tem aqui hoje aqui. Perfeito. E aí, como é que surgiu também essa parceria com as escolas da rede municipal para que utilizassem esse espaço também para essas ações de educação ambiental? A gente já faz muita parceria ao longo do ano, diversas parcerias, para N motivos de aprendizado. E aí, aqui foi só mais uma. Então a gente aproveita mesmo para incentivar, para eles entenderem qual é o impacto do plástico, ou como que eles podem separar os resíduos e o quanto que isso vai agregar no futuro deles mesmos. Meio dia mais 40 minutos, agora é hora de Copa do Mundo E eu tenho um convidado aqui que vai me ajudar a explicar o que aconteceu com a seleção brasileira na estreia Presidente da Câmara, vereador Luiz Rossini, muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo em participar do nosso quadro aqui em Câmara na Copa. E antes de conversarmos sobre o jogo, a repercussão do empate tem dois lados. Alguns torcedores estão se perguntando como que o Brasil empatou com o Marrocos, que foi um resultado ruim. E tem um outro lado, alguns torcedores valorizando a equipe marroquina, que no ranking da FIFA o Brasil é número 6 e o Marrocos é número 7, que esteve na última semifinal da Copa do Mundo e que seria o jogo difícil mesmo. Você esperava uma vitória fácil ou achou mesmo que seria complicado? Seja bem-vindo ao Câmera na Copa. Primeiro, alegria, viu, Gabi, participar desse bate-papo com vocês. Eu, como os 200 milhões de brasileiros, sou um pouquinho técnico e comentarista. Com certeza. Mas a expectativa, no geral, foi de frustração, está certo? Todos, apesar de uma certa desconfiança, esperavam mais do Brasil. Mas a gente não pode tirar o mérito da seleção do Marrocos, que se mostrou mais entrosada, mobilidade em campo, ocupando os espaços, quer dizer, você vê que é um time já entrosado. E o Brasil mostrou que está numa fase de entrosamento ainda. Está no processo ainda. Se a gente for olhar, nós temos os melhores jogadores do mundo. Esses nossos jogadores que estavam lá Eles são destaques nas suas equipes Foram protagonistas nos últimos campeonatos Que aconteceram, principalmente na Europa O que falta é realmente Um pouco de entrosamento Mas eu acho que assim A seleção não produziu O que pode produzir ainda Na minha opinião Mas a gente não pode tirar o mérito do Marrocos Por ser um país da África Muitas vezes não acompanha Mas é uma equipe que tem talentos Tem jogadores que se mostraram muito talentosos. Que também são nas principais equipes do mundo, o Hakimi lateral-direito, o Bono goleiro. O Valer Dias, que é espanhol, decidiu disputar lá por Marrocos. O Bono, quer dizer, eles também estão bem servidos de talentos. Mas mostraram um entrosamento maior, uma disposição tática em campo. Você vê que os caras jogam junto há mais tempo. Isso fez a diferença. Presidente, vamos assistir juntos então aqui os gols e os melhores momentos de Brasil e Marrocos para nós comentarmos depois e também já o outro jogo do grupo, porque a Escócia venceu o Haiti, mas primeiro a seleção brasileira. Na estreia da Copa do Mundo, Brasil 1, Marrocos também 1. A guinha aos 27 minutos do primeiro tempo. O Cine, o Ancelotti, ele foi criticado porque ainda não encontrou uma formação Chegamos à Copa do Mundo e não sabemos a escalação Quem será o lateral direito? Ibanes foi uma surpresa Se vai atuar com três jogadores no meio campo Ninguém estava com a expectativa do Paquetá e de fato ele foi titular Se joga o Igor Thiago como centroavante, que também foi uma surpresa Ou o Matheus Cunha, agora estão pedindo o Hendrick que todas essas indefinições deixa com uma desconfiança? É claro que a gente sempre quer buscar um culpado, né? E o treinador, nesse momento, tem essa função. Ele que bota o time em campo, escala os jogadores. Mas a gente não pode achar, assim, todos nós sabemos um pouquinho de futebol. Mas eu acho que nenhum de nós sabe o tanto quanto ele sabe de futebol. É um dos treinadores mais vencedores que tem. Certamente ele tem uma ideia de jogo que ele está construindo. Não houve, na minha visão, tempo suficiente para ele conseguir dar esse padrão e testar todos os jogadores. Então, ele vai fazer isso ao longo da carreira. Da carreira não, da competição. Mas, de qualquer forma, ele apostou em alguns jogadores que ele conhecia. Ele quis colocar experiência em campo, escalando, por exemplo, o Casimiro. Está certo ali. Mas o Casimiro se mostrou lento. Nesse futebol mais competitivo, de velocidade, apesar de todo estar lento, a gente não pode considerar o que foi o representante Casimiro, mas eu acho que para esse tipo de jogo ele está meio lento. Ele sozinho ali não consegue dar conta. No primeiro gol, Gabi, você deve ter observado, nós estávamos espaçados. Nós abrimos espaço para o Embraer e o Dias enfiar aquela bola lá com muita qualidade também. Sem dúvida. Mas ali faltava um pouco de organização tática, de esse senso defensivo. Eu acho agora, ele tem essa semana, ele vai experimentar algumas alternativas. Na minha opinião, ele vai voltar com o Brasil diferente para o próximo jogo do Haiti. Ele percebeu onde estão as nossas deficiências. Mas uma coisa que mais me assustou é a lentidão do Brasil. Ainda no momento que o Marrocos deu a posse de bola para a gente, a gente ficava lá atrás, tocando a defesa do lado lateral. Não tinha uma transição rápida, né? Tinha, e faltava o que o médio volante de Marrocos fazia, camisa 6, ainda novo, ele pegava a bola, ele ia com velocidade, era mais agressivo. A gente precisa mudar um pouco o estilo de jogo, ser mais ágil, ser veloz no passe e movimentação. Às vezes o camarada ficava com a bola lá atrás e os jogadores ficavam parados esperando a bola. Não sabiam o que fazer com ela, né? É, então, isso é treinamento, né? Isso é... Agora, nos treinos, eu acho que isso pode corrigir. Eu vou falar, eu ainda sou otimista, eu ainda confio no Brasil. Eu acho que ele vai conseguir, aos poucos, ganhando conjunto, força, confiança. Nós temos talento, né? O que precisa fazer com que isso aconteça no jogo. Tem um conjunto, né? Agora, presidente, essa estreia do Brasil na Copa do Mundo levou milhares de torcedores para a arena aqui em Campinas, Com um telão gigante, programação especial, o espaço reuniu quem escolheu acompanhar cada lance desta partida contra Marrocos em clima de Copa. E claro que a nossa equipe esteve presente e vai mostrar agora como foi a festa. A Praça Arautos da Paz se tornou um verdadeiro estádio, uma verdadeira arquibancada para acompanhar a estreia da nossa seleção na Copa do Mundo de 2026. Eu não fiquei por fora dessa, vim aqui acompanhar como está essa movimentação. Fala com a gente, como que está a expectativa para o jogo de hoje? A expectativa é muito boa, né? O Brasil, com certeza, vai jogar muito bem, né? Tem uma equipe muito boa e a gente vai ganhar esse jogo aí com muita dedicação. Qual que é o seu palpite para o jogo de hoje? 2 a 0, Brasil. O Exa vem esse ano? E o frio? O frio não espantou? O frio não espantou não Nada, qual o frio? O ruim é se estivesse chovendo Mas como não tá chovendo, olha, tá ótimo E você, como que tá a expectativa pro jogo de hoje? Altíssima, expectativa muito grande 2x0 Brasil no primeiro tempo E o Hexa vem esse ano? Com certeza, o Hexa é nosso O frio não espantou? Que frio, aonde? A Praça Arautos da Paz se tornou uma verdadeira arquibancada. Famílias, grupos de amigos vieram prestigiar a programação que contou opções gastronômicas, programação cultural, só que com o efeito Dario Saad. Dario, o que representa transformar a Praça Arautos da Paz nessa verdadeira arquibancada aqui no município de Campinas? Olha, é um lugar adequado, os Jogos da Copa do Mundo são à noite, e a Praça Nosso da Paz tem tudo para colher as famílias e os torcedores brasileiros. E vai ser, sem dúvida, mais uma distensão da arquibancada do jogo onde o Brasil está jogando. Olha, a gente não está em Nova Iorque, mas está parecendo que a gente está, não é mesmo? É verdade. Parece que nós estamos assistindo um jogo sentado na arquibancada, com gente do lado, Porque é torcer junto Torce melhor E vai continuar assim até o final, né? Porque o Hexa vem esse ano Se Deus quiser, vamos continuar até o último jogo E no final vai ter mais gente aqui Do que lá no campo Opção gastronômica Opção cultural também É isso aí, você vai ter filmes que vão passar aqui Tem gastronomia Tem toda uma estrutura Separada, porque quem quer vir torcer aqui? Gabriel, eu continuo por aqui Vou continuar até o final Porque esse ano o Exa vem, o Brasil vai ganhar. Qual é o seu palpite? Hoje vai ser 2x1 para o Brasil. Primeiro tempo, Gabriel, foi sofrido, vou te falar. E aí, o que você achou do primeiro tempo do jogo do Brasil contra o Marrocos? Cara, o Marrocos é uma seleção muito forte, na minha visão, a mais forte da nossa chave de grupo. Mas é Brasil, é Brasil, vamos Brasil, Vinícius Júnior. Eu venho para jogo grande mesmo, é gol dele e vamos para cima. E o Exa vai vencer. O Exa vai vencer esse ano, nós vamos dar um pau na França na final e vamos embora. E o que você achou do primeiro tempo? Foi sofrido, ficou nervoso? Eu fiquei muito ansiosa no primeiro tempo, mas eu achei que a gente jogou bem. Não esperávamos o nosso gol também, mas graças a Deus a gente fez. Está um a um, está empatado, então acho que no segundo tempo a gente vai vir forte. É certo. E você? É a sua primeira Copa ou não? Como que tá? É a primeira Copa que você tá participando. O que que tá achando? Ah, é bom. O Brasil tá atacando muito. Você acha que o Exa vem esse ano? Vem. Brasil contra a França, 2x1. Qual o seu jogador favorito? Ah, o Neymar, né? E aí, o que que tá achando? O Brasil foi sofrido nesse primeiro tempo? Ah, sofrido, né? Como sempre. Tá difícil ultimamente. mas a escalação veio meio fraca vai trazer ela nos outros jogos não, coitado, ela está com medo mas você acha que o Hexa vem esse ano? Vai vir vai, vem pra você quem vai fazer o gol decisivo? que vai trazer o Hexa pro Brasil? Vai ser o Hendrick e agora com muitas emoções aí, Malvini melhorou e nós vamos virar no segundo tempo segundo tempo, vem aí vai ser 2x1 pro Brasil 2x1, e o Hexa vem esse ano? Oi? O Exxon vem esse ano? Vem, o Exxon vem esse ano. Esse ano é Exxon 6. Qual que é o seu nome? É sua primeira Copa? É. O que você tá achando? Legal. O Brasil vai ganhar esse ano? De 2 a 1. 2 a 1? Qual é o seu jogador favorito? 0 e 7. Se o resultado ficou do telão aqui na Praça Arautos da Paz, a experiência foi de trocar o sofá por uma experiência imersiva com diversos torcedores com o único objetivo, ver o Brasil campeão. Hoje não foi o dia, o resultado foi de empate com gostinho de que ainda tem muita Copa para rolar. Mas vamos ver aqui com o pessoal. E aí, o que você achou do resultado do jogo de hoje? Foi bom, né? Assim, claro, eu queria uma vitória. Só que assim, dentro do que foi proposto no jogo, eu gostei porque o Marrocos é uma seleção forte, né? Na Copa passada, acho que chegaram na semifinal, caíram para a França e é isso. Conta para a gente, você veio de onde? Estados Unidos. Você veio dos Estados Unidos para torcer no Brasil? Para torcer para o Brasil? Exatamente, justamente para torcer aqui no Brasil. E o que você está achando? O que você achou do resultado do primeiro jogo? Eu estava esperando que ia ganhar. Mas elas jogaram bem. Eu acredito que elas vão continuar jogando bem. E tenho ainda bastante esperança para outros jogos no futuro. E conta para a gente, você saiu lá dos Estados Unidos para torcer para o Brasil. Como que foi toda essa história? Conta para a gente. Ah, bem, eu conheci minha esposa aqui, eu já morei aqui por um tempo Ela me convenceu que foi muito importante a gente passar esse tempo aqui no Brasil Pra sentir bagunça aqui A vibração A vibração no Brasil é bem melhor É bem diferente, é bem diferente Então eu tô gostando muito, a gente veio aqui só por isso Então esse ano o Hexa vem Se quiser ele vem O Hexa tem que vir Tem que vir Tá, então, presidente, bacana essa iniciativa, né? Um telão, reunir milhares de pessoas aí, campineiros, pessoas de fora, norte-americanos, todo mundo para assistir a Copa do Mundo reunida. Legal, primeiro eu cumprimentar o Felipe, né? Fez uma cobertura muito legal, isso mostra que a nossa equipe da TV Câmara é muito boa, né, Gabi? Não, e primeiro, eu acho que a ideia do telão é necessária, né? Porque o futebol é paixão nacional. E certamente você proporcionar um local onde você possa levar as pessoas, as famílias para torcer pelo Brasil é fantástico. A Praça Arautos da Paz, eu tinha até uma dúvida se ia ter muita gente ou não, mas se mostrou um local adequado, na próxima eu vou estar lá também, no próximo jogo do Brasil, na sexta-feira. Até ouvindo um pouco os comentários, a gente viu... Na verdade, o segundo tempo foi um outro jogo. O Brasil veio com uma outra postura, eu acho que as substituições que o Ancelotti fez deram certo, colocando o Fabinho ali para ajudar. Eu acho que o Danilo entrou um pouco tarde demais, mas ele pode dar mobilidade, ele teve a última chance no finalzinho do jogo. Mas isso mostra que a gente tem potencial para crescer, para evoluir. Isso nos deixa mais esperançosos. E olhando o outro jogo, Escócia e Haiti, foi um jogaço. Não é todo mundo achando que o Haiti... Ia ser o saco de pancadas do grupo, né? É difícil. É difícil. Então, não vai ter jogo fácil para o Brasil. Agora, nós temos condição de superar tanto a Escócia quanto a Haiti. Vamos continuar na torcida. Eu tenho certeza. Antelota, ele vai conversar com os jogadores também. Acho que os jogadores, nesse momento, acabam também ajudando, né? Tentar definir qual a melhor escalação. Eles sabem, né? Que não fizeram uma boa partida. Todos são experientes, então eles... Sabem, sabem. A gente pode falar de pressão do primeiro jogo, uma instabilidade emocional, mas são todos jogadores experimentados, que vivenciaram finais, mas começamos mal. Eu acho que o Brasil precisa se preparar, na minha opinião, para saber jogar quando uma seleção faz marcação alta, sob pressão. A gente não conseguia dar dois toques na bola. A gente pegava a primeira e entregava a segunda para o adversário. Mas será que era só o nervosismo e a ansiedade? Porque os jogadores, ao término da partida, falaram isso, citaram essa palavra, ansiedade, ansiedade da estreia. Será que é só isso mesmo? Ou tem a questão do entrosamento que você citou também? É um entrosamento fundamental. Mas você pega, por exemplo, uma bola que o Paquetá pega de costas, ele vai matar e entrega para o cara. Quer dizer, ali é um pouco de nervosismo, ansiedade. Eu acho, eu não escalaria o Paquetá, na minha opinião, mas está lá, ele é o único que segura, deveria estar fazendo um trabalho mais de controle de bola e não conseguiu fazer isso. Eu acho que tem que, no campo agora, treinamento tático, ver quais foram as nossas deficiências nesse jogo. Certamente eles vão estar com vídeo, vão estar olhando, cada jogador vai estar se avaliando, desde posicionamento, desde por que eu não fiz essa jogada. Eu acho que o jogador brasileiro precisa acreditar nele, fazer o que o Vini fez. Pegar a bola, ele é habilidoso, é ir para cima. O Rafinha não conseguiu fazer isso. Eu não sei se porque lá na Barcelona ele joga do lado esquerdo, que jogou muito. Jogar ele parado do lado direito é até um desperdício, né? Fica fixo. Na minha opinião. De repente o Luiz Henrique, ele tem mais essa voluntariedade. E joga o Rafinha pro lugar do Paquetá? Por exemplo. É uma ideia. E o Hendrick. Eu acho que tem essa expectativa aí de ver o menino jogar, né? Mas eu concordo com você. O Ancelotti ele tá observando, vai botar na dose certa, no momento certo. Então pra gente poder encerrar aqui, o técnico o Rossini, pelo que eu peguei aí da sua última resposta, as alterações que você faria. Lateral direito, você vai permanecer com o Ibanes ou vai para o Danilo? Rapaz, a lateral direita, qualquer um dos dois. Eu acho que... Eu não queria nenhum dos dois. Precisaria ter um outro, mas nós não temos. O Wesley machucou, né? Entendeu? Infelizmente, o Ibanes, eu acho que ele pode continuar, porque ele tem mais velocidade. Mas o Danilo deu conta do recado, né? Entrou, tem experiência. Tem a confiança do treinador, mas eu acho que Os dois ali, nós vamos ter que ajustar o time com esses dois. Então, no sistema defensivo, não mudaria. O Douglas Santos permanece na esquerda, a dupla de zaga, Marquinhos e Gabriel Magalhães, e Alisson no gol. Aí, ok. Meio campo, você criticou o Casimiro, tira o Casimiro e coloca o Fabinho. Eu deixaria o Fabinho. E também daria uma oportunidade para o Danilo Santos. No lugar do Bruno Guimarães? No lugar do Bruno Guimarães. Já muda todo o meio campo. Tira o Paquetá, coloca o Rafinha, Luiz Henrique na direita. e assim, eu acho que ele vai entrar com o Hendrick no segundo tempo. A gente não pode nem criticar tanto o Igor Diego, apesar de... Igor Diego não perdeu. O Igor Thiago. Porque ele perdeu um centroavante que não pode perder aquele gol. De frente, assim. Mas ele poderia ainda ter essa oportunidade e aí talvez na sequência fazer uma inversão com o Hendrick. Mas assim, o importante é o seguinte, você olha para o banco, você vê que você tem jogador que você pode utilizar. Tem alternativa. Tem vários, eu não citei todos aqui, né? O duro é quando você olha para o banco e você fala quem que eu coloco aqui. Então, nós temos peças que podem entrar e fazer a diferença. Tem Martinelli que foi do Arsenal, chegou na final da Liga dos Campeões, então, do meio para frente, nós temos opções para... Temos, temos, temos. Eu acho que tem gente para entrar lá e fazer a diferença. E tem o Neymar ainda, né, presidente, que está se recondicionando. Pois é, pois é. Eu nem falei do Neymar, porque eu acho que ainda nesse segundo jogo ele não vai estar preparado. Ele precisa de alguém que nem o Neymar. Espero que quando o Neymar entrar, seja o Neymar que a gente espera. Está certo? Ele precisa estar fisicamente bem, porque ele sabe jogar bola, talentoso. E a presença do Neymar, eu acho que cria uma preocupação no aniversário também. Se ele estiver bem fisicamente em dia e disposto, ele pode fazer aquilo que a gente não conseguiu fazer, criatividade, criar. Ele tem talento de sobra para você ver. Então, nós temos no banco, talvez, um time melhor do que começou jogando. então a gente tem, assim, perspectiva de mudar pra melhor Presidente Luiz Rossini, muito obrigado, mandar esse vídeo depois pro Antelote que você deu uma aula aqui, viu tá precisando de algumas explicações lá, mas muito bacana todo esse conhecimento aí de futebol já faço um novo convite, o senhor retorna aqui ao Câmara na Copa, pra poder comentar mais sobre as partidas ainda quero aprender mais com você, né, fico ouvindo suas narrações, tô aprendendo um pouco essa coisa de comentário, mas legal Foi uma experiência legal estar aqui também comentando um pouco esse jogo do Brasil. Não, nós é que agradecemos a participação do presidente Luiz Rossini aqui no Câmara na Copa. Vamos fazer o seguinte, presidente, pode continuar aqui que eu vou continuar no esporte, mas agora eu vou para o Campeonato Brasileiro da Série C. Vamos balançar as redes, porque no sábado o Guarani conquistou os três pontos, mas só no finalzinho da partida, viu? O Guarani conseguiu abrir o placar aos 30 minutos, o Maranhão chutou meio torto, fraco, mas virou um passe para Isaac, esperto, deu um toquinho no contrapé do goleiro, 1 a 0 o Bugri. Só que aos 13 minutos do segundo tempo, o Caxias chegou com Felipe Albuquerque, que cruzou o rasteiro E Vitor Feijão, de primeira, acertou o ângulo, golaço, tudo igual um a um Mas o Bugri não é líder da competição à toa, é valente, não desistiu E aos 43 minutos, Luca foi puxado dentro da área Pênalti que o experiente João Paulo não desperdiçou Bola para um lado, goleiro para o outro Final, no brinco de ouro Guarani, cada vez mais líder Dois, Caxias, um Olha, vitória de um time consistente, viu? Que não desistiu, enfrentou uma boa equipe organizada Que é o Caxias, mas no fim saiu com a vitória e agora abriu três pontos na liderança e está com 21, enquanto o Brusque é o vice-líder com 18. O Guarani só volta a campo na segunda-feira da outra semana, dia 22 de junho, sete e meia da noite, contra o Confiança, fora de casa. E ontem, a Ponte Preta estreou o técnico Márcio Zanardi, mas nada mudou. Mais uma derrota e agora a sequência de sete partidas sem vitória. Foi o jogo de um time só Ataque do Juventude contra a defesa da ponte Então o cenário não poderia ter sido outro Aos 13 minutos, Marcos Paulo pegou o rebote na área E girou com o estilo 1x0 e porteira aberta Aos 29 minutos, Marcos Paulo, de novo, ele recebeu na área e nenhum defensor conseguiu tirar a bola dele, então cara a cara não desperdiçou 2x0 Juventude. No último lance do primeiro tempo, Diogo Silva ainda pegou o pênalti de Safira, senão a situação seria pior. Mas não adiantou, porque aos 7 minutos da etapa final, cruzamento na área da ponte, a bola parecia batata quente nos pés dos defensores. Então o atacante Fábio, tranquilo, guardou mais um e fechou o baile. Final no Alfredo Jacone, Juventude 3, Ponte Preta, nada. É uma ponte que entrou em campo, né? Completamente perdida, foi amassada pelo Juventude. Antes do gol sofrido aos 13 minutos, o Juventude já tinha tido três oportunidades. O Diogo Silva já havia feito duas grandes defesas, então o técnico Márcio Zanardi vai ter muito trabalho pela frente. Próximo jogo da Ponte, também na segunda-feira da outra semana, 8 horas da noite, contra o Novo Horizontino, aqui em Campinas, no estádio Moisés Lucarelli. Uma hora mais cinco minutos, muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. A gente segue aqui com o Câmara Notícia ao vivo nesta segundona. Vamos com as notícias do Legislativo, porque olha só, a Comissão de Constituição e Legalidade se reuniu e deu o parecer a sete projetos de lei. A nona reunião da Comissão de Constituição e Legalidade analisou e deu o parecer a sete projetos de lei. O item 1, de autoria do vereador Herbert Ganem, que autoriza a celebração de parcerias público-privadas com empresas dos setores de produtos e serviços para animais domésticos, visando ao apoio e patrocínio a eventos de castração realizados pelo DPBEA, foi aprovado, mas com voto contrário do vereador Wagner Romão e da vereadora Mariana Conte. Nós já temos experiência suficiente, inclusive nessa casa está lidando diretamente com uma experiência, com uma questão do transporte e todo o escândalo de corrupção envolvendo o transporte, de que parcerias público-privadas não resolvem os problemas do serviço público, elas criam distorções e abrem caminho para a influência do setor privado nas determinações da gestão pública. Vereador Roberto Alves, como vota? Senhor presidente, eu voto favorável e seguindo o relator. Eu também sigo o relator, voto favorável. Mineiro, como vota? Voto favorável, acompanho o relator, presidente. Vereador Wagner Romão. Meu voto é contrário, presidente. Contrário. Vereador Felipe Marquesa, o item 1, como vota? Acompanho o relator, senhor presidente. Favorável. Então o item 1 está aprovado. O item 3 de autoria do vereador Nelson Osseri, que proíbe no âmbito do município de Campinas o consumo de drogas ilícitas em espaços e logradouros públicos, institui sanções administrativas sobre o tema, também foi aprovado pelos parlamentares com votos contrários dos vereadores Wagner Romão e Mariana Conte. E a gente já debateu, inclusive, que a inconstitucionalidade desse projeto, na verdade, não cabe ao Poder Legislativo legislar sobre tema que é de âmbito nacional, mas eu acho que, vou votar contra, meu voto é desfavorável, mas eu acho que isso também explicita essa seletividade, porque aqui o projeto diz que o consumo de drogas ilícitas A substância ou produtos capazes de causar dependência Existem muitos produtos que são lícitos e que causam dependência Cigarro, álcool, mesmo remédios Só para contribuir aqui, o estudo da CAC diz que o projeto é constitucional Vereador Wagner, perdão Vereador Roberto Alves, como vota? O meu voto é favorável, eu sou relator Ah, maravilha, tá certo, tinha esquecido Então eu voto favorável, Mineiro do Espeto Voto favorável, sigo o relator Wagner Romão Eu entendo, presidente, que assim, com a devida vênia aqui ao nosso relator Roberto Alves, vereador Roberto Alves, também ao estudo da CAC, e aqui eu vou fazer uma análise apenas no sentido do que deveria ser o papel do município nessas questões. Essa matéria já foi tratada no Sistema Nacional de Políticas sobre Drogas, é uma lei federal de 2006 que orienta a ação tanto do poder de polícia como também com relação à questão da saúde e da assistência. O que nós vemos, na verdade, é muito mais a utilização, o consumo de drogas ilícitas em espaços logradouros públicos por uma população que está em uma situação de alta vulnerabilidade e acho que deve ser tratado dessa forma. Essa população deve ser tratada de uma forma muito mais referenciada à saúde e assistência social do que na criminalização dessas pessoas. Ao término, cinco projetos foram aprovados e dois tiveram pedidos de vistas. Esses dois projetos, eles voltam para cá, ficam lá num prazo determinado no gabinete do vereador que foi pedido, concedido vista. no caso dos dois, ao vereador Wagner Romão, depois ele volta aqui para apreciação de todos os membros novamente. Os outros seguem o rito até chegar aqui no plenário para apreciação de todos nós vereadores aqui no plenário. A Câmara Municipal de Campinas recebeu um debate sobre a privatização da água e os impactos desta mudança para o abastecimento. A discussão realizada pela Frente Parlamentar pelo Meio Ambiente de Enfrentamento aos Efeitos Climáticos reuniu especialistas que analisaram os desafios e as perspectivas para o futuro da água aqui na região. A Frente Parlamentar pelo Meio Ambiente de Enfrentamento aos Efeitos Climáticos da Câmara Municipal de Campinas realizou uma reunião para debater os impactos da privatização da água e os desafios relacionados à gestão dos recursos hídricos. O encontro foi conduzido pelo vereador Wagner Romão, presidente da Frente Parlamentar, e integrou a programação da Semana do Meio Ambiente. Nós temos que nos colocar contrários a qualquer possibilidade de ameaça de privatização. A direção da Sanasa já esteve aqui e disse que isso está longe, está descartado de qualquer possibilidade. Mas a privatização da Sabesp também nos afeta. Porque a questão da água tem que ser compreendida como uma situação absolutamente radicular. A água vai atingindo as cidades a partir das bacias hidrográficas, o regime de chuvas é muito importante para isso. E o nosso destino da nossa região com relação às águas está absolutamente conectado ao destino da cidade de São Paulo, da região metropolitana de São Paulo, porque nós somos interligados pelo sistema cantareiro. A cidade de São Paulo é abastecida justamente pelos rios que abastecem a nossa região. Então qualquer ação de privatização dessas áreas nos afetam diretamente. Entre os convidados, Ronaldo Hipólito, do Fórum Socioambiental de Campinas, abordou as políticas públicas para os recursos hídricos. Já Vicente Andreu, ex-presidente da Agência Nacional de Águas, falou sobre os desafios da gestão e do acesso à água. A bacia está sendo pioneira nessa condição de transferir para a iniciativa privada uma série de condições de gestão e cobrança pela água aqui na nossa bacia. A consequência vai ser água mais cara, só vai ter acesso à água quem tem contrato, só vai ter acesso à água, deixa de ser um bem público para ser um bem negociável, que a legislação brasileira já abandonou o conceito de água privada. Ele está reintroduzindo conceitos da década de 1930 como sendo uma novidade para o país, a condição que o país já negou, inclusive porque não dá solução a problemas concretos e pelo aumento imenso de conflitos pela água que esse modelo de privatização ele causa. A preservação ambiental também esteve entre os temas discutidos. A presidente da Associação dos Amigos da APA de Campinas, Angela Podolski, e o arquiteto e urbanista Ari Fernandes destacaram a importância da conservação dos mananciais e das áreas de proteção ambiental. A defesa da água hoje, em primeiro lugar, é um dos bens naturais mais escassos que nós temos na região. Então, nós estamos em uma região que já tinha uma quantidade de recursos hídricos pequena no passado e que foi agraciada há mais de 40 anos, 50 e tantos anos, com um projeto de resolver o problema do abastecimento de água da região metropolitana da capital, que é o projeto Cantareira, o Sistema Cantareira. E esse Sistema Cantareira representa um desvio das cabeceiras dos rios que nos abastecem aqui na região, o Jaguari e o Atibaia, um desvio de 31 metros cúbicos de água por segundo. O acesso ao casamento civil ainda representa um desafio para muitos casais que enfrentam dificuldades financeiras. Aqui em Campinas, uma proposta apresentada na Câmara busca ampliar este acesso por meio do casamento comunitário. De autoria do vereador Igor Diego, o projeto prevê alterações na lei municipal que trata do casamento comunitário em Campinas A proposta tem como objetivo facilitar o acesso à formalização civil da união de casal Principalmente daqueles que enfrentam dificuldades financeiras ou burocráticas para oficializar o casamento A ideia, segundo o parlamentar, também tem relação com a sua própria história de vida. Essa ideia surgiu através da minha própria história, né? Eu com 16 anos, minha esposa com 16, eu com 17, nós fomos morar junto por questões financeiras. Nós ficamos nessa união estável durante 10 anos e muitas vezes protelando ali devido às condições financeiras nossas. E eu percebi que nesse tempo todo era um sonho da minha esposa, da Renata, e conversando hoje com muitas mulheres eu percebi que muitos casais que estão nesse tipo de relação em união estável também tem esse sonho. Além de atualizar a legislação existente, o projeto prioriza casais inscritos no Cade Único, beneficiários de programas sociais e pessoas em situação de hipossuficiência econômica. A intenção é que é para priorizar pessoas com vulnerabilidade social e hoje o Cade Único é o cadastro nacional onde tem esse banco de dados. Então fortalecer e valorizar a família é o princípio de uma sociedade mais justa. A gente acredita que o fortalecimento das famílias passa por esse sonho e eu tenho certeza que vai ser muito bacana. O vereador destaca que o casamento civil vai muito além de uma cerimônia e representa importantes garantias legais para as famílias. Sem dizer na importância jurídica e social também, né? A gente sabe que oficializando esse casamento, a família, os dois, tem mais direitos jurídicos. Isso também é um pilar da nossa sociedade, garantir o casamento, a união dos casais. Então, tem tudo para dar certo. Uma hora mais 16 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta segunda-feira e a gente segue aqui com as notícias do Legislativo, porque projeto de lei do vereador Herbert Ganem institui a campanha Pet Sangue Bom em Campinas. O projeto de lei de autoria do vereador Herbert Ganem tem como principal objetivo estimular a criação e a manutenção de um banco de sangue veterinário voltado para animais domésticos em Campinas. Tem animais que precisam de doação de sangue, como nós precisamos também, são bolsas de sangue. Então a gente quer fazer essa conscientização que é importante, ninguém fala sobre isso, mas quando você precisa de uma bolsa de sangue, hoje você vai pagar um valor altíssimo. Segundo a justificativa do vereador, a doação de sangue é um ato capaz de salvar vidas. Uma afirmação que se aplica com a mesma urgência, tanto para seres humanos, quanto para animais. A gente quer que faça essa parceria público-privado também, com a sociedade, essa divulgação que as pessoas façam a doação de sangue de seu animalzinho. Seu animalzinho que é saudável, é importante que ele faça doação de sangue, assim como nós também, né? Seres humanos, a gente faz lá e falta sangue para os humanos também, imagina para os animais. O parlamentar lembra que além de ser um ato de amor, a proteção animal é um dever constitucional. Ele destaca também os gastos altos que os doutores podem ter nessa situação. E quando uma pessoa precisa de sangue para o seu animalzinho ali, ela tem que pagar por essa bolsa. Hoje o valor de uma bolsa de sangue, no mínimo de 500, dependendo de alguns lugares, é mil reais. Para que ele possa dar aquela revigorada, possa melhorar. Então, é algo que a gente quer implementar aqui no município de Campinas. Proposta que está em análise aqui na Câmara de Campinas quer que comerciantes que estejam com a documentação do Corpo de Bombeiros irregular, para que eles tenham mais tempo para regularizar a situação antes de sofrer punições mais rigorosas. A proposta é uma iniciativa do vereador Nelson Osseri e altera a forma como poderão ser aplicadas as penalidades para empresas que estiverem com a documentação exigida pelo Corpo de Bombeiros vencida ou em processo de regularização. Conforme o parlamentar, a alteração tem o objetivo de garantir mais equilíbrio na aplicação das punições. Tinha que resguardar o trabalho, a profissão, tanto dos empregados como dos empresários, trazer um pouco mais de segurança para que eles possam regularizar o AVCB antes de sofrerem as penalidades. Então é um projeto de lei que vem no sentido de proteger as pessoas que acabam sofrendo com essa burocracia do poder público. Acredito que o poder público precisa melhorar e muito, acabar com essas lombadas no caminho daqueles que querem empreender, daqueles que querem produzir, gerar emprego. Então o poder público precisa ser um pouco mais amigo dos trabalhadores, dos empregados e também dos empresários. Pela emenda apresentada pelo vereador, comerciantes que estiverem sem a documentação válida poderão ser notificados, terão prazo para regularizar antes da aplicação de medidas mais severas, desde que não exista risco à segurança da população. Eu acho que o poder público tem que ter essa harmonia com o munícipe. Quem gera verba, dinheiro, mexe, movimenta a economia do município é o empresário, é aquele que gera emprego, é aquele empregado que está consumindo, que está aqui na cidade, que tem o seu imóvel, que paga IPTU. É aquele empresário que tem seu AVCB, que tem todos os alvarás ali em mãos. E para conseguir tudo isso, muita burocracia e muitas penalidades. Então a gente tem que fugir disso. O município tem que começar a viver como cidade grande, parar de ter essa mentalidade de município pequeno e entender que é uma metrópole maior do que 14 capitais e respeitar mais os munícipes. O parlamentar ressalta ainda que as alterações seguem regras já previstas na legislação estadual e buscam adequar os procedimentos de fiscalização no município. Já tem a lei estadual, só que muitas das vezes a legislação municipal acaba ficando esquecida, então ela acaba sendo inócua. Então, o município acaba valendo da lei estadual quando bem entende. Esquece que a lei municipal está vencida, está desatualizada. Então, nesse momento, eu apresento um projeto atualizado, compatível com a lei estadual e que vai dar preferência e proteção para o empregador e para os empregados. Uma hora mais 21 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. site da Câmara aberto, porque hoje é dia de reunião ordinária a 37ª do ano a partir das 6 horas da tarde os vereadores vão se reunir para discutir e votar os 6 projetos pra gente ficar muito bem informado olha só, aqui no site nós temos os projetos pra você poder ver na íntegra, um deles é o projeto de lei que estabelece a lei de diretrizes orçamentárias para 2027 A LDO é o instrumento que orienta a elaboração da lei orçamentária anual, estabelece as prioridades da administração municipal para o exercício seguinte, este projeto é de autoria do Poder Executivo da Prefeitura e define como as diretrizes para 2027, como a promoção da qualidade de vida, o desenvolvimento econômico, a sustentabilidade, estão alinhados com o programa de metas de 2025 a 2028. O texto também estabelece regras para a elaboração do orçamento, execução das despesas públicas, a arrecadação de receitas, transferência de recursos para entidades públicas e privadas, a administração da dívida pública e execução das emendas parlamentares impositivas. Então, para você ficar muito bem informado, saber todos os projetos que serão discutidos e votados, é só entrar lá, campinas.sp.leg.br. Lembrando, você pode assistir a reunião ordinária aqui do plenário, entrada pela Avenida Engenheiro Roberto Manji, número 66, no bairro Ponte Preta. Se não tiver condições, continue com a gente que a TV Câmara Campinas transmite ao vivo. Segunda-feira, chuvosa aqui na cidade de Campinas, tempo fechado, deve permanecer assim durante todo o dia. Para amanhã, terça-feira, o tempo volta a ficar mais estável aqui na cidade, não deve mais chover, mas ainda com bastante nuvens. O frio, esse permanece durante toda a semana, não tem trégua, todos os dias casaco, agasalho, para dormir aquele cobertor, porque olha, o frio vai permanecer. Ó, temperatura aqui na minha tela, amanhã, terça-feira, mínima de 12 graus, para você que acorda cedo, vai sentir essa sensação térmica ainda mais baixa, pode ter até aquela neblina ao longo do dia, essa temperatura tenta subir, mas não passa dos 22 graus aqui na cidade de Campinas. O Jornal Câmara Notícia fica por aqui Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência Continue na nossa programação e nos vemos amanhã na terça-feira Até lá, tchau, tchau Legenda Adriana Zanotto Qual a temperatura ideal?