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Homenagem ao Dia do Vigilante
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Homenagem ao Dia do Vigilante

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TV Câmara, Campinas. Boa tarde. Boa tarde a todos. Boa tarde a todas. Vamos dar início à nossa solenidade aqui comemorativa ao dia do vigilante, né? uma data tão representativa, tão importante, né, para EsSA categoria que realmente promove EsSA proteção, EsSA segurança a todos nós aqui.

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TV Câmara, Campinas. Boa tarde. Boa tarde a todos. Boa tarde a todas. Vamos dar início à nossa solenidade aqui comemorativa ao dia do vigilante, né? uma data tão representativa, tão importante, né, para essa categoria que realmente promove essa proteção, essa segurança a todos nós aqui. Então, a gente tem muita gratidão, acima de tudo, a todos os vigilantes e às vigilantes. E iniciaremos aqui cumprimentando as autoridades que compõem a mesa, né, e a todos que estão aqui também neste plenário que reforço, está muito bem representado hoje aqui, plenário cheio, casa cheia, tudo que a gente sempre quer ver nas nossas sessões aqui, na nossa casa de leis, essa casa cheia de representantes da população. Então, parabéns mais uma vez por vocês representarem, né, os vigilantes de forma tão importante. Gostaria aqui de cumprimentar o delegado da Cunha, deputado federal, que a brilhanta com a sua presença aqui nesse evento. Gostaria de cumprimentar a senhora Delc Soares, diretora da Escola Paulista de Vigilantes. Muito boa tarde, Delc. Gostaria de cumprimentar também Daniel Fernando, fundador e proprietário da Spartan, formação de vigilantes. Obrigado, Daniel, pela presença. Gostaria aqui de cumprimentar meu grande amigo aqui, Fábio Love, vigilante e meu e o primeiro suplente de vereador aqui do PP, do Partido Progressista da cidade de Campinas, né, vereador junto com a gente aqui nessa campanha aqui juntos. Então, obrigado, Fábio, pela presença. Gostaria aqui de cumprimentar o Kelson. Kelson, que é presidente do partido da vigilância privada, né, o PSP 73 aqui. Obrigado, Kelson, pela presença, viu? Gostaria de cumprimentar também Edi Rodrigues, empresária transveloz, né, e líder da Movimento, Mulheres que lideram. Parabéns pela iniciativa, né? E parabéns por pelo trabalho maravilhoso e por estar aqui. Obrigado por estar aqui com a gente, viu? Paulo Ferraini Júnior, consultor de segurança da Ferracine Treinamentos. Obrigado Paulo pela presença também aqui, estar conosco aqui nesse evento. Gustavo Iatecola, meu amigo médico, ex-vereador da cidade de Paulíia, sócio também da Esparta, né, da formação de vigilantes. Gustavo, obrigado pela presença aqui por estar com a gente nesse evento. E gostaria de citar também o Valnei Gomes da Silva, eh, que vem representar o Sindicato dos Vigilantes, né? Ele é diretor da SIND vigilância de Campinas. Obrigado, Valnei, pela presença, por estar aqui conosco mais uma vez, então, eh, vamos dar início, né, essa essa solenidade e, obviamente, né, convido a todos em respeito, né, em posição de respeito pra gente contemplar aqui o nosso maravilhoso hino, né, do nosso país, o hino nacional brasileiro. Ah. Ouviram do Ipirangas mais bácidas de um povo herói com brado retumbante e o sol da liberdade raios rógidos brilhou no céu da pátria nesse instante se o senhor Nessa igualdade conseguimos conquistar com braço forte em teu seio. Ó liberdade, desafio o nosso feito à própria morte. Ó pátria baixo toda a graça salve salve. Brasil com sono intenso, um raio bêbido de amor e de esperança. A terra desce sem que o formoso céu resone límpido. A imagem do Cruzeiro resplandece. Gigante pela própria natureza. És velo e o teu futuro estel grandeza terra dourada entre outras vilas do Brasil pátria amada dos filhos exas mãe gentil pátria amada Brasil Oh. Deitado eternamente esplêndido ao som do mar e a luz do céu profundo. Fuguras, ó Brasil, florão da América, iluminando ao sol do novo mundo. que a terra mais garrita. Teus bisonhos e dos campos tem mais flores. Nossos bosques tem mais vida. Nossa vida no teu seio mais amores. Ó padre amado, toma graça. Salve salve. Brasil de amor eterno seja símbolo. O lavar os estelado e digam vende llo no futuro e glória no passado. Mas sergues a justiça clava forte. Verás que o filho teu não pode lutar, nem tem quente adora a própria morte, terra dourada, entre outras vilas do Brasil. Pátria amada dos filhos de sas mã gentil. Pátria amada Brasil. Gostaria também aqui de citar um grande amigo, né, filho da uma paciente minha que é muito amada, o sargento Frau aqui, que hoje também é instrutor aqui. Sei onde é que tá o Frau. Tá ali. Seja bem-vindo, Frau. Ferraro, um grande amigo, né, do O Ferraro tá aí, se ele pudesse aí, Ferrario, obrigado por estar aqui presente. Grande amigo da dos tempos de caserna, né, Ferrara? Grandes resenhas lá no exército, quando tive a honra de servir a nossa pátria. Nós vamos iniciar os discursos com a senhora Deus. Vai começar os discursos ali. Pode se dirigir à tribuna, Deus. E nós vamos ouvir as suas palavras aqui. Boa tarde a todos. Senhor vereador Dr. Ianco, é uma honra estar nessa tribuna hoje. Agradeço o convite e cumprimento Vossa Excelência, bem como os demais componentes dessa mesa. É uma grande satisfação participar dessa homenagem no dia do vigilante. Embora existe uma data específica para celebrarmos essa profissão que nasceu em 2015 para celebrarmos essa profissão, acredito que o dia de vigilante é todos são todos os dias. São homens e mulheres, pais, mães de família que trabalham diuturnamente na proteção de bens, patrimônios e pessoas. Nessa oportunidade também gostaria de destacar um momento muito importante da segurança privada, a qual eu queria eh agradecer todo o trabalho feito eh por todos os políticos da casa lá na Câmara dos Deputados. Agradecer o presidente também que assinou o decreto nessa nessa semana, no dia 9, né, na semana passada. E é uma grande honra pra gente, é um momento muito importante que além de comemorar o dia do vigilante hoje aqui, a gente também tá comemorando uma nova era da segurança privada, né? Nós tivemos aí a aprovação da lei, da nova lei, depois de 40 anos, a 14967. E agora na semana passada tive a honra de estar lá com o presidente Lula assinando o decreto, finalmente o nosso decreto. E agora me perguntaram o que isso representa para os vigilantes? representa avanços significativos para a nossa atividade. Entre os pontos mais importantes, destaco a valorização da preservação da da dignidade humana, que era uma das coisas que a gente mais buscava no nosso segmento. e também passa a ocupar uma posição central na segurança privada, que essa legislação fortalece ainda mais a questão e a questão eh e jurídica dos vigilantes, né, que nós passamos aí 40 anos sem uma legislação eh desatualizadas e hoje vem aí inclusive é um respaldo jurídico também na no caso das contratações de licitações. Isso garante muito a qualidade do nosso contrato, dos contratantes que hoje nos contratam. Então, falar hoje do vigilante, eu quero deixar todo o meu respeito, meu reconhecimento e gratidão a todos os vigilantes, mas falar com vocês é nada melhor do que aquele que dá a vocês a oportunidade de ter uma profissão digna. Nós temos uma legislação, a única legislação que realmente em pouco tempo dá oportunidade pra gente ter uma profissão que é a profissão do vigilante e da segurança privada. Então, ninguém melhor do que aquele que tá no dia a dia de vocês. Eu vou quebrar o protocolo hoje. Falei aí com o vereador que eu vou quebrar o protocolo aqui e eu quero dar a fala pro meu instrutor Atlan, para que fale para vocês, porque sem eles a gente não teria aí o compromisso de ter tantos profissionais qualificados nesse nosso Brasil todo. Hoje nós somos 760.000 vigilantes no Brasil, gente, e 126.000 1 vigilantes só no estado de São Paulo. Então, parabéns a todos. Ninguém mais melhor do que falar aquele que está com vocês diariamente na sala de aula. Obrigado. Obrigado, a todos dessa casa de lei, na pessoa do deputado Carlos Alberto da Cunha, como autoridade e também o Dr. Ianco, vereador dessa casa de lei. Eu cumprimento todos os presentes nessa tarde e que todos tenam uma boa tarde. Dra. obrigado pela confiança, obrigado pelo convite. Confesso que estou acostumado a falar em público, a dar aula como docente por formação, mas também por convicção. Mas é verdade que assumir uma tribuna como essa nos deixa um pouco desconfortáveis, mas não no sentido de falar do nosso dia a dia. E é importante usar esse tempo e prometo não ser prolixo, mas muito objetivo na minha fala e direto a todos aqueles que representam não apenas uma profissão, mas principalmente uma profissão. E o profissional. é falar de passado, presente e futuro. É muito importante nós olharmos para trás com olhar de retrospectiva, olhar paraa frente se examinando naquilo que nós podemos melhorar e construir um futuro melhor. E como perspectiva, olhando para a frente, a nossa atividade, ela começa no ano de 1967, no grande número de assaltos a bancos de bens e numerários. É aí então que o governo federal vê a necessidade de setores privados ter essa demanda, onde a segurança pública não é suficiente para atendê-la no seu dia a dia. É em 69, no decreto 1034, que então vai legalizar a primeira lei para as atividade de segurança privada. É no dia 20 de junho de 1983 que então essa legislação entra em vigor. Olhar pro passado é olhar para mim, filhos de pais e familiares simples. E em 2004 cheguei aqui nordestino, natural de Aracaju, Sergipe. E em 2006 encerrando ali já dando ingresso nas Forças Armadas, na polícia do exército. E militar que eu fui, eu vejo a minha vida associando com a segurança. A nossa vida passa por momentos históricos de passado, presente, futuro. E a gente observa que essa lei que foi aprovada, o decreto 13012 dia 9 de junho de 2026, vem para legitimar, para validar a nossa atividade, principalmente para combater a clandestinidade daquilo que a sociedade vinha impondo em atividades paralelas. É verdade. Aprendi na minha vida militar que existem profissões como o docente, como militar, que abre-se duas portas, mas fecha uma. Fecha a da riqueza e da pobreza, mas abre a dignidade. Vigilante não vai ser pobre, assim como o professor e o militar, mas também não será rico, mas a vida vai prometer para ele uma vida digna. Afinal de contas, a matemática financeira diz que a vida não sustenta quem ostenta. Essa lei vem para nos dar dignidade, para nos colocar na posição correta. E nós como instrutores, respeitando os profissionais que estão na linha de frente, no dia a dia, nós somos aquele professor não apenas ávido ensinar, mas com coração prontos como aluno para aprender, tirando os nossos óculos da maneira como nós ensinamos, mas procurando enxergar da maneira como aluno aprende. Porque o bom professor não é aquele que sabe tudo, mas é aquele que faz o seu aluno recordar o que ele já sabe e aprender o que ele precisa saber. E o nosso presente é construído no dia a dia com atitudes, com princípios e valores, longe de ser um discurso apenas meramente bonito, mas uma fala com propriedade que traga legitimidade. E o nosso futuro é promissor, sendo construído por homens e mulheres, pessoas que aqui compõem essa atividade. Os meus pares instrutores continue lecionando, aprendendo, porque a vida é sempre aprender e aprender. E eu encerro concluindo, agradecendo a todos vocês e parabenizando pelo dia do vigilante. Parabéns a todos. Belas palavras, Itítalo. É isso aí, né? A gente vê o brilho no olho de todos aqui os presentes. Gostaria aqui, antes de dar prosseguimento a cumprimentar aqui, né, que chegou o agente Rota. Obrigado pela presença, Rota. Agente Cerqueira Brasil, seja bem-vindo. E o vigilante Rocha também. Vigilante Rocha, obrigado pela presença, meu irmão. Obrigado por tudo aí, viu? por tá aqui com a gente, prestigiando esse evento maravilhoso. Dando sequência às falas, chamo com chamo agora à tribuna Daniel Fernando, fundador e proprietário da Espátmação de Vigilantes. Discurso mesmo. Obrigado. Boa tarde a todos. Para nós é um prazer estarmos aqui mais uma vez. Eh, cumprimento a tribuna pessoa do Dr. Ianco, eh, e na pessoa dele cumprimento os demais integrantes, meu amigo delegado, Dr. Cunha, prazer revê-lo, né, meu sócio, Dr. Gustavo, e o precursor disso tudo, desse evento, meu amigo Fábio Love, que inclusive faz aniversário na data de hoje. Então, queria uma salva de palmas para ele, porque ele merece. Eh, quebramos um um pouquinho o protocolo por conta do aniversário do Fábio, mas é uma que não pode esquecer. Que Deus abençoe sua vida, te proteja e que você não perca a garra que você tem de proteger os direitos dos vigilantes, de brigar pela nossa categoria, porque temos muito poucos representantes, né? Nossa categoria, temos você, temos o deputado que tá aqui agora, né? A gente tem que pegar os bons e fazer acontecer. Eh, antes de mais nada, eu serei muito breve. Eu queria citar alguns nomes aqui que já foi previamente autorizado para Dr. Ianco para que não se prolongue, eh, algumas pessoas que serão homenageadas pela Esparta e na hora da entrega dos certificados, eu peço que vocês venham também para receber das mãos da equipe Sparta esse certificado. Então, eu tenho o Thiago Felipe, meu amigo, que é o gerente de filial da Blue Angels, né? Obrigado pela parceria, obrigado por estar aqui. Eh, o Samuel, Samuel tá aqui também. Depois eu tenho o a Shirley, eu vou falar o nome de todo mundo, tá? Para não perder tempo. José Evaldo, a Lures, o Jeferson Santos, meu amigo Fábio Torqu, o Zanard, eh, o Roberto Carlos, Guilherme Assunção, David Nascimento, o Cláudio, o Adriano, o Maristênio, o Jonas Novais. São pessoas que fizeram a diferença na vida da Espartan desde a sua inauguração em 2023. Spartan, que já eh existe desde 2020, ao contrário do que muitos dizem, a Esparta nasceu em 2020, o sonho de um exporteiro que um dia foi desafiado a abrir a sua própria escola, eh, e mostrar como deveria ser feito. Então, eu sou um exp-porteiro que conseguiu alcançar às vezes o inimaginável para você vigilante. Então, nós olhamos uma categoria que hoje merece todo o respeito e se não fossem os vigilantes, eh, o Brasil poderia chegar a parar. Inclusive, nós somos a maior força desarmada civil do país. Nós temos vigilantes dentro dos carros fortes, nós temos vigilantes nas viaturas de ca armada, nós temos vigilantes patrimoniais, aqueles que nos receberam aqui quando chegamos. Nós temos operadores segurança privada dentro de hospitais, cemitérios, necrotérios. em todo lugar que a população, o cidadão olhar, ele tem a figura de um vigilante. É esse profissional que nós estamos valorizando hoje. Então, eu queria quebrar de novo mais uma vez, doutor, eh, desculpe, o protocolo e uma salva de palmas para todos os vigilantes da Câmara Municipal de Campinas que nos receberam e pros vigantes que estão aqui. Queria eh cumprimentar a Dra. Deci, a qual eu tive a honra de vestir a camisa da Escola Paulista como instrutor, tive o prazer de usar sua camisa para mim, foi uma honra. Eh, eu acredito que a concorrência deva existir e é uma concorrência que deve ser sadia para quem? O vigilante, porque é só ele que ganha com uma concorrência sadia, leal, que são duas empresas. A paulista é uma empresa que tem um renome gigantesco, são 30 anos de mercado. E como eu disse uma vez pra Dra. Deus se eu reafirmo aqui publicamente, ela é a dama de ferro da segurança privada, porque é uma mulher que chegou onde ela chegou, sendo mulher numa profissão tão machista como é, não eh ela não, ela é digna de toda, de receber toda, toda a honra necessária. Então, para mim, quando eu fiz parte do time da Escola Paulista, foi uma honra gigantesca. Eh, eu já era instrutor em 2019 e fui paraa paulista eh pouco depois e a Spartan já havia nascido em 2020, como eu disse. Então, quando tava tudo certo, eu fui trilhar o meu caminho. Eu tenho certeza que qualquer conversa que tenha para ela fora, isso é tudo balela para que coloque picuinhas necessário. Então, Dr. É um prazer ter na mesma tribuna que eu sento hoje. Prazer rever e assim como a equipe que eu tive o prazer de trabalhar também, estrutorátil e os demais. Eh, eu gostaria de chamar que a família do Figueiredo ficasse em pé. O Figueiredo foi um vigilante, trabalhamos juntos, é um irmão. Eu digo que essa tropa que eu eu trabalhei enquanto vigilante na escolta, transporte de valores, etc., Eh, criamos verdadeiros irmãos e eu tive o prazer de ombrear em viatura de escolta armada com o Figueiredo. E o Figueiredo perdeu a vida dentro de um carro forte. Eh, não foi com tiro, não foi com troca de tiro, não foi com uma ponto 50, foi uma carreta desgovernada que bateu no blindado onde eles estavam, já havia sofrido acidente e a carreta veio e colidiu com o blindado mais uma vez e eles já estavam sem cinto de segurança e o Figueiredo acabou evoluindo a óbito. Então eu pedi encarecidamente que a família dele viesse para que eu como irmão de de fardo do Figueiredo, eh, é um cara que eu amava demais, amava demais. Foi uma perda gigantesca. O nosso querido Gaguinho partiu, mas ele deixou um legado gigantesco. Eu preparei uma surpresa, preparei um vídeo, eu vou, não sei se já está pronto, mas eu preparei. Eu queria que eh vocês assistissem. Foi com muito carinho e depois eu finalizo minhas palavras sobre o Figueiro. Então, depois eu tenho o certificado póstumo para que vocês deixem eh em nome da Esparta. Eh, o Figueiredo vai ficar eternamente vivo aí em nossos corações. Queria agradecer por vocês terem aceito o convite, terem vindo, né? Que vocês tenham toda a luz do Espírito Santo. Deus possa continuar confortando o coração de vocês, porque realmente enquanto ele esteve vivo, ele foi um verdadeiro herói. Obrigado. Eh, profissão essa que às vezes os o o pessoal grande acha que não tem o risco, doutor da Cunha. E esse esse esse essa briga que eu conto com o senhor lá em Brasília, porque a gente nós não temos nosso porte fora do serviço, as condições às vezes não são das melhores, mas só eu tive o desprazer de ver o que aconteceu com o Figueiredo, o Fifi quando isso aconteceu. Então eu conto com a briga do senhor lá em Brasília pra nossa categoria. Conte com a Spartan como sendo a sua base aqui em Campinas e a gente vai para cima de tudo que tiver que aí pra gente poder ganhar essa briga, porque no final o mais importante é o vigilante. Senhores, obrigado por tudo, obrigado por terem vindo. O dia especial para vocês. Deus abençoe, proteja a vida de cada um de vocês. E mais uma vez muito obrigado por estarem aqui. Gostaria de convidar a tribuna agora Fábio L, vigilante, primeiro suplente a vereador aqui pelo Partido Progressistas. Fábio, seja bem-vindo. Passa uso da palavra. Muito boa tarde a todos, a todas. Tô muito emocionado. Há 20 anos atrás, eu tava dormindo na rua, pegando o pão da brilha gulosa, da padaria fratele e situação de rua. E Deus me revelou que tudo isso aí que tá acontecendo iria acontecer. Eu recebi posse. E hoje eu tô muito emocionado porque quando eu tomei posse, Deus tá fazendo muito na minha vida. Eu sei que vai fazer muito mais. Hoje é meu aniversário, dia do vigilante. Até isso tá na veia. Até isso tá na veia. Quero agradecer primeiramente a Deus por proporcionar esse momento maravilhoso que tá acontecendo na minha vida. A minha esposa, que eu amo, minha filha, meu filho, que sempre teve do meu lado. Te amo, minha vida. Quero agradecer também o Dr. Ianco, que foi a única pessoa que deu a palavra para mim e cumpriu. E todo mundo que apertou minha mão, foi o único que abriu as portas para mim. Eu tava ali no cantinho, o Robson tá ali, ó. Ele falou: "Fábio, você vai trabalhar comigo?" Foi o único que deu a palavra e cumpriu. Obrigado, doutor. Deus abençoe. Quero cumprimentar o delegado da Cunha. Eu tive o prazer de conhecer lá em São Paulo. Do primeiro momento já ali a química já bateu por ser negro, periférico e venceu na vida sendo delegado e hoje deputado. Quero cumprimentar também instrutor Ferracini, que sempre me liga toda semana dando conselho. Obrigado. Tive a oportunidade de conhecer ele como instrutor e hoje a gente tem uma amizade é muito linda. Quero cumprimentar também a Edi, que eu conheci através do meu amigo Denilson, que se encontra aqui, parceiro. Eu falo que tem amigos que é mais chegado do que irmão. Ali tá ali o Denis Soares. Quero cumprimentar também a Dra. Deci, que toda vez que eu precisei eh que algum aluno que não tivesse condição de fazer reciclagem ou até mesmo fazer curso, eu dava um grito nela: "Fábio, manda o nome que a gente vai abençoar". Toda vez que eu fui lá, sempre fui bem tratado e tenho um carinho imenso pela doutora. Obrigado, feliz por você estar aqui e pessoal da Paulista também, em nome dela. Quero cumprimentar também o Daniel, aonde eu tive a oportunidade de conhecer ele quando ele iniciou com Espartan, lá perto da prefeitura e desde o princípio também foi um grande parceiro. Ele a esposa dele sempre me abraçou, sempre também abençoou vários vigilantes que eu mandei lá, fizeram curso tanto de vigilante, tanto de portaria. Então, obrigado, viu, Daniel? Obrigado mesmo pela parceria, obrigado por tudo. Eh, quero cumprimentar também o Kelson. A Kelson, eu tive oportunidade de conhecer numa paralisação que o foi promovido pelo Rocha lá em eh na Paulista e desde lá a gente tem manteve um contato, ele tava na Angola, se eu não me engano, pouco tempo e ele falou: "Fábio, eu vou fazer questão de est nesse evento. Quero também cumprimentar o Gustavo. Seja bem-vindo. Obrigado por estar participando desse momento maravilhoso. Pessoal, eu fiz um descrito, um uma mensagem aqui, mas eh eu perdi meu pai terça-feira, então assim, e minha mãe tá internada com tumor e eu vou sair daqui. Hoje eu vou dormir com ela lá. Eu gostaria de um minuto de silêncio, se for possível, é homenagem meu pai, meu tio Zézé também tá ali com a esposa dele. Então, se for possível, doutor, um minuto de silêncio para meu pai. a Muito obrigado, Fábio. Você citou o nome dele? Valdomiro de Almeida. Valdomiro de Almeida. Pessoal, hoje é o dia do vigilante. Sou vigilante. Sei as dificuldades que a gente enfrentam. Mas eu tenho certeza, hoje tá aprovado aqui na Câmara que nossa categoria unidos, eu tenho certeza que todas conquistas que que muitas pessoas vêm querendo é questão de tempo. Isso tá aprovado aqui na Câmara Municipal de Campinas. Eu fiz um evento no ano passado e hoje tenho dobro de pessoas. Esse é o trabalho que a gente vem fazendo. Esse é o trabalho de conversar olho no olho. Obrigado, bispo Nelson, que sempre acreditou, Cláudio, Macarrão, pessoas que acreditaram no meu trabalho. Também quero cumprimentar o Valnei aqui em nome do sindicato, aonde também eu sempre o o Ô, Ronaldo, preciso de reciclagem. Ronaldo sempre. Fábio, passa aqui. O Will, inclusive, eu tava lá ontem, tomei um café lá. Quero cumprimentar ola também, o Lopes sempre me recebeu muito bem. E uma salva de palma para todos os vigilantes nessa data especial. Obrigado, gostaria de convidar a tribuna agora Kelson Ribeiro, presidente do partido de Vigilância Privada, PSP. Boa tarde a todos. Eh, primeiramente queria agradecer a Deus, né, por essa oportunidade e como eu vi muitas pessoas quebrando do protocolo também não vou fazer diferente. Antes de agradecer todas as autoridades que estão na mesa, eu tenho que agradecer o mais importante que nós temos aqui, que é o vigilante, tá? Então vou começar em seguida, obviamente todos na mesa, tá? Muito obrigado na presa Dr. Ianco e as demais pessoas envolvidas aqui na mesa. Eh, pessoal, dentro da segurança privada, hoje, por ser o dia do vigilante, eu tenho que tá falando especificamente do vigilante, tá? Não tem como tirar esse olhar do vigilante que é a cereja do bolo. Eh, para quem não me conhece, meu nome é Kelson, sou presidente nacional do PSP, partido da segurança privada e fizemos muitas ações e tá tendo algumas ações a nível Brasil aqui. Mas a questão não é essa. A questão é nós olharmos realmente como sociedade quem é o vigilante. Então, em ano de Copa do Mundo, eu queria fazer uma analogia que eu acho que é bem interessante, né? Eu entendo que o vigilante ele é um atleta de alto rendimento. Ele tem que ser um atleta de alto rendimento, porém porém ele não tem as condições necessárias que um atleta de de alto rendimento tem. Então, por exemplo, eh, dentro dessa analogia, às vezes o vigilância fica 12 horas teoricamente, que as pessoas que tá de fora enxergam, ele parado, mas assim como um goleiro, mesmo que ele está parado, ser alguma coisa, ele tem que est pronto, imediatamente pronto, né? Não é muito diferente do vigilante. O vigilante, só que tem uma diferença. Um atleta de jogador de futebol, ele fica 90 minutos atento e depende muito do corpo para fazer isso. O vigilante, além de ficar 12 horas, depois ele tem praticamente 36 horas de descanso, né, para proteger algo que é o maior bem tutelado que existe aqui no Brasil, que é a vida. Nada é mais importante que a vida no Brasil. E normalmente quando algumas pessoas perguntam para mim eh quem é que toma conta do fluxo financeiro do Brasil, eh com todo respeito à segurança pública, não quero ser beligerante, mas como o Daniel aqui falou, a segurança privada, o vigilante, ele que toma conta do fluxo financeiro do Brasil. De que maneira? transporte de valores, escolta armada, dentro de um shopping, dentro do hospital. Então, a única a única categoria no Brasil que está em todos os municípios do Brasil é o vigilante, porque obrigatoriamente eh tem algumas pessoas que talvez não sabe também sou instrutor, né, de segurança privada, é obrigado ter um vigilante dentro de uma agenta bancária. E Caixa Econômica Federal, ela tem todos os municípios do Brasil, então não é diferente. Então, todos os lugares do Brasil tem que ter vigilantes. E como eu fiz essa analogia também do goleiro, às vezes acontece muito do vigilante o que que acaba acontecendo ele. Ele tem que ser também aquele atacante. Como assim um atacante? acontece alguma coisa, ele tem que responder de pronto, automaticamente ele tem que estar respondendo. E às vezes o psicológico dele, por ter uma jornada tão exaustiva, não tá exatamente como nós precisamos que esteja, porque a questão que nós vemos não é só uma carga horária muito puxada. Foi feito agora o estatuto da segurança privada, tá legal? Mas ainda acredito que tem muito ser acrescentado. Cresceu muito, valorizou muito, mas a maior chave é o vigilante. O vigilante tem que ser a pessoa mais exaltada dentro desse sistema. E muitas vezes dentro das escolas de formação de vigilante, como nós temos duas escolas que a Esparta e a escola paulista, acontece algo também com o vigilante que não acontece em nenhuma profissão. Se você for pegar um técnico de enfermagem, se você pegar um advogado, um médico, quando você acaba de se formar, sempre vai ter alguém da sua família lá batendo palma para você. O vigilante quando ele termina, pega o certificado dele, não tem ninguém na família, ele tá recebendo com só as pessoas que estão lá. Por que isso? Porque a segurança privada, ela acaba se tornando uma família. E essa farda que vocês vestem, não importa a empresa que seja, a farda é uma só, é a segurança privada. Então, me sinto extremamente elogiado de estar aqui hoje falando para os vigilantes, diretamente para vocês, e agradecer a Deus pela vida de todos, em especial ao Fifi que acabou de partir e também agradecer também o Fábio Love no dia do aniversário dele estar aqui conosco. Então, uma das coisas que nós temos mais importantes na vida é o tempo e você cuida do tempo e do patrimônio daquelas pessoas que investiram. Não vou me prolongar mais. Parabéns para todos os vigilantes. Muito obrigado e a todos da tribuna. Muito obrigado. Gostaria de convidar a tribuna Edi Rodrigues, empresária da Transveloz e líder do movimento Mulheres Ligadas. Boa tarde a todos. É uma honra estar aqui entre vocês. Fiquei muito feliz de saber que temos uma a nossa querida do Delci. Eh, quero cumprimentar a todos da mesa, o Dr. Ianco, o meu, todos os nossos colegas, eh, em especial o Fábio Love, né, que faz aniversário hoje e é uma pessoa que nos bastidores a gente vê a importância que ele tem e a gente vê esse esse evento aqui, o quanto que é importante esse trabalho que ele junto com com a equipe dele faz. Para quem não me conhece, eu sou Ed Rodrigues. Não sei se vocês perceberam, eu sou pernambucana, embora eu viva aqui já há 20 anos em São Paulo, há mais de 20 anos. Eu tenho uma empresa de transporte de cargas há 20 anos, foi o tempo que eu cheguei aqui em São Paulo. E e eu sei um pouco do que vocês vivem, né? Porque eu também vivo num segmento extremamente importante pro nosso país, mas que é completamente invisível. Para que o país funcione. A gente precisa do movimento e a gente precisa da segurança, né? Então, a gente faz esse trabalho eh de transporte de cargas, né? Eu sempre falo, quando tudo tá certo, é porque o nosso trabalho tá funcionando bem, né? É porque a as cargas estão chegando, a economia do Brasil tá sendo movimentada como tem que ser e a gente não recebe eh nenhum elogio por isso, né? A gente só recebe crítica quando a coisa eh dá errado em algum momento. E no caso de vocês, é algo muito mais valioso que isso, né? Porque o que vocês não é um negócio, não é uma mercadoria, não é uma carga, né? Eu eu nas minhas entregas, né? Eu já fiz muita entrega, já rodei muito o Brasil fazendo entrega em caminhão, em carreta. E eu via que eu sempre era muito, eu era salva muitas vezes por vigilantes, seja nas empresas, seja nos postos de combustíveis, em qualquer lugar que eu chegava, sempre tinha um profissional assim para me proteger. Então, antes de eu de eu estender um pouco a minha fala, eu quero muito agradecer vocês, né? Quero pedir uma salva de palma para vocês, tá? Vocês são muito importantes mesmo, não só pra economia. E eu quero aproveitar essa salva de palma de vocês para estender para as famílias de vocês, porque eu converso muito com os caminhoneiros, embora hoje a gente tenha muitas caminhoneiras também, nós temos mais de 200.000 mulheres caminhoneiras de truque de carreta que roda o Brasil inteiro. Mas nós temos também as famílias dos caminhoneiros que vivem também, né, dentro da casa dela, cuidando da família enquanto os motoristas estão na estrada. Imagina vocês, né, que estão cuidando eh de outras famílias. Então assim, eu como uma uma empreendedora do segmento de logística, que é um segmento também visibilizado e muito importante, eh eu tenho um movimento também em função disso, né? Eu criei eh uma associação de valorização dos profissionais de transporte, seja motorista de ônibus, seja motorista de trem, seja motorista, seja o chapa, seja, enfim, as esposas dos caminhoneiros, que são as mulheres cristais, que a gente faz um trabalho social de empreendedorismo para essas mulheres, de capacitação pros filhos dessas famílias, porque eu acho que o que a gente tem de mais valioso é a família, que é isso isso que vocês protegem, é disso que vocês cuidam. Então eu o que eu quero deixar aqui para vocês, né, eu não quero ficar falando de currículos, de rótulos, porque eu acho que vocês são muito mais importantes do que isso e vai muito mais além do que isso, né? Eu sempre trabalhei muito. Eh, tenho muito orgulho da empresa que eu construí, das famílias, né, que estão junto comigo, do trabalho. Eu como líder do movimento Mulheres Lideram, que já faz, né, que tem uma participação importante dentro do Brasil e fora dele, a gente tem os três pilares, né, que é o empreendedorismo, o social e o político, porque a gente precisa empreender, o Brasil precisa de economia, a gente precisa olhar eh para o social, precisa trazer as pessoas para o protagonismo e precisamos da política também, né? porque a gente precisa do poder para poder fazer mais pelas pessoas. Mas o que eu quero dizer aqui a vocês é que, por mais que vocês às vezes estejam cansados e vocês vejam que eh vocês não são reconhecidos, né, em muitas situações que de repente as pessoas não vem aqui nos bastidores vocês estão cuidando do que é mais importante, né? Por mais que eh as pessoas não não digam isso para vocês, mas vocês tenham certeza disso, que a importância de vocês é muito grande, que o papel de vocês é muito necessário. Imagina um país ou imagina uma sociedade sem vocês. Imagina uma sociedade se um dia para a segurança das pessoas, um dia não existe. Imagina um mundo que não tenha eh protetores e que não tenha seguranças e que não tenha vigilantes. Em algumas horas, imagina o caos que nós não viveríamos, a economia não sobreviveria, nós não sobreviveríamos. Então, olha só a importância que vocês têm nas nossas vidas. Então, quando vocês pensarem que às vezes tá cansativo, que às vezes vocês não têm o reconhecimento que vocês merecem, vocês pensem que é por causa de vocês que nós existimos. Você vê que as pessoas dão o o a própria vida, né, para assegurar a proteção e a vida de outras pessoas. Então, se a nossa vida não é o que temos de mais importante, eu não sei o que que é. Eu não sei o que que nós estamos fazendo aqui. Então, eu quero aproveitar, quero agradecer muito o convite eh do Fábio, mais uma vez eh da deixar minhas condolências, né, porque o Fábio é um guerreiro mesmo e eu tô falando de bastidores, tá? Porque falar bonito qualquer um fala, mas a gente acompanhar os bastidores da vida da pessoa e a gente saber o que que o outro faz e além de tudo isso, a gente deixar a nossa dor de lado para pensar no coletivo, para levantar, para valorizar a vida do outro, não é para qualquer um, só para pessoas como vocês. Então, parabéns pelo seu dia. Muito obrigada. Gostaria aqui de citar também a presença do meu amigo Cristiano que tá por ali, Buda, grande abraço. Leandro, Dr. Leandro também, grande amigo nosso aqui. Eh, e convidar pra tribuna Paulo Ferraini Júnior, consultor de segurança da Ferracine Treinamentos. Uma boa tarde a todos. Eh, nesse dia do vigilante, eu tava pensando, né, que o vigilante ele sempre foi invisível. Eu também sou instrutor, trabalho com empresas, presto assessoria e o Major Jaime, ele deixou esse legado de fazer homenagem aos vigilantes, né? E quando nós perdemos a figura do Major Jaime, eh, o Fábio Love falou: "Poxa, e agora como que vai, né, continuar isso, né? E eu quero agradecer, né, Dr. Ianco, por ter aberto, né, essa essa porta na Câmara Municipal novamente, agradecer a presença do nosso deputado delegado da Cunha, Dra. Del, Daniel, que é amigo também, os demais presentes, né, de continuar esse legado, porque para fazer mudança, o vigilante tem que ser visto, né? Ele tem que existir. E que incrível que pareça, o vigilante ele era invisível. Eh, os instrutores presentes aqui, colegas também, né? Valnei também, que eu conheço há muitos anos, representando o sindicato que sempre teve ali em defesa aos vigilantes, o Jeiso, né, na condição de presidente, amigo. Eu conheci o Jeizo numa situação que a empresa que eu representava, ela decretou falência. Eu lembro muito bem que era em torno assim do dia 18. Eu tinha casado recentemente e além de mim eu tinha mais 400 vigilantes que dependiam do vale e depois do quinto dia último para honrar as suas famílias. foi quando eu conheci, procurei o jeito e a gente conseguiu, né, através do Ministério Público liberar ali, né, o Ministério do Trabalho, liberar a o fundo de garantia do vigilante e também depois, né, o seguro desemprego, que ele pudesse levar o sustento pra sua família, honrar, né, o a as suas particularidades, suas dívidas, como eu também precisei, né? Então, fico muito feliz da presença hoje da das empresas de formação, do sindicato. A gente tá vendo aqui empresas de segurança privada presente. A diferença é essa integração que nós precisamos, né? Todos os instrutores aqui estão de parabéns, mas eu quero destacar a presença do trace, né? O Trace é um amigo, um colega, né? O Rochinha tem uma grande história aí na segurança privada e o tra ele tá numa numa das profissões mais perigosas também, né? E o vigilante e tanto os vigilantes como a segurança pública são das profissões mais nobre que existe, porque todos os dias o vigilante sai de casa sem ter a certeza de voltar. O vigilante, se vocês não pararam para pensar ainda, os empresários, os demais presentes, é a primeira linha de defesa que existe. É a primeira linha de defesa. É o primeiro que vai tomar o tiro, depois vai ser acionado aí a polícia, né? Aí vocês perguntam: "Pô, mas por que você destacou o trace?" Porque o trace ele tem essa preocupação, ele puxa ali a orelha mesmo do aluno e muitas vezes, né, nos bastidores, a gente não vai falar nomes, né, e o traço tava lá, né, não importa a patente, se era tenente, se era capitão, se era major, né, traç e o trá falou: "Olha, o senhor tem que fazer isso, o senhor tem que valorizar, né, no vigilante não é só um, existe toda uma estrutura. Então a gente sabe da luta, né, do trai, defendendo o vigilante, mas parabenizar o Fábio Lov continuar esse trabalho que o ex-vereador Major Jaime deu início e também, pessoal, essa perda que o que ele teve, né, em momento algum ele deixou público, ele continuou organizando um evento e para isso que para isso acontecer Então, fico muito feliz. Parabéns ao Dia dos Vigilantes e uma salva de palma para os senhores. Gostaria de chamar a tribuna para as palavras o médico, Dr. Gustavo Iatecola para saudar aqui os vigilantes. Gustavo, seja bem-vindo à tribuna para falar. Uma boa tarde a todos. Gostaria de primeiro agradecer a Deus por estar aqui e gostaria de cumprimentar a mesa em nome do meu até amigo de profissão, né, Dr. Ianco, tinha uma pessoa que eu tive o prazer de trabalhar com ele quando foi secretário de saúde em Paulíia. Eu estava junto com ele dentro da Secretaria de Saúde. Então, uma pessoa humana, uma pessoa impecável, uma pessoa, tem certeza, vai est fazendo um bom trabalho aqui pra cidade de Campinas. E obrigado por fazer esse evento aqui aos nossos vigilantes. Também cumprimentar o Fábio. Parabéns, Fábio, pela sua história de vida. Realmente uma história aí de superação e meus sentimentos pela sua perda aí, tá? em nome do meu sócio Daniel da Espartan, cumprimento o restante da mesa e não poderia deixar de falar do nosso deputado federal da Cunha. Parabéns pelo seu trabalho junto a essa turma aí. Tenho certeza que você também levanta a bandeira dos vigilantes. Pessoal, eh vocês realmente fazem uma profissão muito honrosa, muito brilhante. Teve a lei que foi aprovada agora a pouco que veio aí para respaldar ainda mais vocês, né? Reconhecimento e regularizar ainda mais a profissão de vocês. E até brincar um pouquinho aqui, eu já falei pro Daniel, né? Eu tenho certeza, vocês são muito bem treinados, né? Porque eu falei assim: "Daniel, não sei se eu teria coragem de pular na frente de um, né, quando vocês protegem a pessoa, né, pular na frente, receber o tiro pela pessoa, né? Então tem que realmente, né, ser uma pessoa que realmente veste a sua profissão e faz um bom trabalho aí, né? Então é aquilo que o pessoal já falou, né? Tem certeza que a ordem e o respeito que existe no nosso país muito tá relacionado a vocês. Porque quando o pessoal chega num banco, chega numa empresa e vocês estão lá, pessoal chega, respeita o local, né? Porque os nossos órgãos governamentais aí da segurança não conseguem fazer toda a proteção aí do nosso país. Então, tenho certeza que se não fosse vocês, a ordem no nosso país não seria como ela é hoje. Então, parabéns por vocês, parabéns pela profissão que vocês exercem e fiquem com Deus. Agora eu farei uso da palavra para homenagear a todos vocês. Boa tarde a todos e a todas. Eu quero um Boa tarde mais efusiva. Vamos lá. Vai. Boa tarde. Boa tarde. Isso. Muito bom. Vamos lá. Vamos. mais vibração aqui que afinal de contas vigilantes, né? Família de vigilante. É isso aí. A gente do exército, da Polícia Militar, da Polícia Civil, nós temos essa essa energia aí. Bom, antes de começar a minha fala, que vai ser breve, gostaria mais uma vez de cumprimentar aqui, né, o delegado e deputado federal da Cunha. Obrigado mais uma vez, deputado, pela presença, né, e por abrilhantar e honrar ainda mais a nossa reunião aqui. Muito obrigado mesmo, de coração. Eh, citar mais uma vez o Valnei, né, Gomes da Silva, que é diretor da SIND Vigilância Campinas. Mais uma vez cumprimentar e agradecer imensamente a presença de Deus Soares, a diretora da Escola Paulista de Vigilantes, referência no ensino, né, na instrução dos vigilantes aqui na cidade de Campinas e região metropolitana. Deci, gostei do tema dama de ferro. Parabéns mais uma vez. Você realmente é fantástico. Uma salva de palmas para ela também, Daniel. Gostaria também de agradecer mais uma vez em meu nome, né, em nome de todos aqui a sua presença, eh, por também abrilhantar o nosso evento também. Uma salva de palmas a ele, por estar instruindo vocês cada vez mais. Fábio, você, né, como bem falado pelo Ferracine aqui, deu, né, continuidade, né, com a ideia de promover esse evento aqui para os vigilantes no dia 20, né, de junho, que é o dia do vigilante, dia do seu aniversário. E parabéns mais uma vez por isso. E obviamente, né, você teve aqui no vereador, no Dr. Ianco, um braço amigo, né, uma uma um braço amigo, um braço de afeto, de carinho, principalmente por respeito e admiração a todos vocês. que nós demos continuidade, né, a essa, a esse dia que simboliza tanto a categoria e todos vocês. Então, parabéns pelo aniversário do Fábio Love, né? E parabéns mais uma vez aos vigilantes. Uma salva de palmas mais uma vez. Kelson Ribeiro, presidente do partido da vigilância privada do PSP. Muito obrigado, Kelson, mais uma vez pela presença. Edi Rodrigues, empresária da Transvelose, líder do movimento Mulheres que lideram. Parabéns mais uma vez, é de palmas para você. Parabéns para as mulheres empoderadas, mulheres poderosas que realmente, né, compartilham conosco essa sociedade cada vez mais igual, né, igualitária. Muita coisa tem que melhorar, mas a gente é confiante, a gente acredita que isso vai ser possível de acontecer. Paulo Ferracini, mais uma vez obrigado pela presença, Paulo. E ao meu amigo Dr. Gustavo Iatecola, ex-vereador de Paulíia, sócio também da Espartan, da formação de vigilantes. Obrigado, Gustavo, mais uma vez por estar aqui com a gente. Eu gostaria de fazer minha fala, né, mais uma vez cumprimentando a todos os senhores e a todas as senhoras e é com grande satisfação presidir essa solenidade em homenagem ao Dia do Vigilante. Uma data que nos convida a reconhecer e valorizar profissionais que desempenham um papel essencial pra nossa sociedade. Ser vigilante é muito mais do que exercer uma profissão. É assumir diariamente a responsabilidade de proteger pessoas, patrimônios, espaços públicos e privados, muitas vezes em situação de risco. E nós, né, infelizmente vimos aqui um caso nítido, né, desse risco que envolve todos vocês em horários que a maioria em horários em que muitas vezes a população ainda tá dormindo, vocês já estão lá trabalhando na labuta. É uma atividade que exige preparo técnico, disciplina, coragem e compromisso com o próximo. Como médico aprendi que cuidar das pessoas é um ato de responsabilidade e serviço. E eu vejo no trabalho dos vigilantes esse mesmo espírito de estar sempre atento, protegendo vidas e garantindo tranquilidade à população. Os vigilantes estão presentes em escolas, hospitais, empresas, bancos, condomínios, órgãos públicos e tantos outros espaços fundamentais pro funcionamento ou pro bom funcionamento de todas as cidades do país. Muitas vezes seu trabalho é silencioso, mas sua importância é imensa, como bem disse, né, a nossa amada aqui. Sabemos que a categoria enfrenta desafios importantes, valorização profissional, melhores condições de trabalho, reconhecimento da relevância da atividade. São pautas que precisam, né, devem permanecer no centro do debate público, né, deputado? É muito importante que a gente tenha essa pauta sempre presente no nosso debate público para que a gente consiga realmente representar cada vez mais a categoria. Entre essas discussões, há uma que merece atenção especial, a segurança do próprio vigilante. Esses profissionais trabalham diariamente com a missão de proteger cidadãos e patrimônios. muitas vezes, ao término de da jornada, retornam para casa sem os mesmos instrumentos de proteção que utilizam durante o serviço. Atualmente, a Lei 7102 de 83 estabelece que o porte de arma do vigilante é restrito ao exercício de atividade profissional e ao local de trabalho. Existe em tramitação no Congresso Nacional um debate sobre a ampliação desse direito, permitindo porte fora do expediente, tema que desperta diferentes opiniões e exige responsabilidade, diálogo e segurança jurídica. Nosso mandato acompanha atentamente essa discussão, ouvindo a categoria, especialistas e as instituições competentes. Entendemos que qualquer avanço deve buscar o equilíbrio entre a proteção dos profissionais, a segurança da sociedade e o cumprimento da legislação. Que fique bem importante, né, essa fala, né, dessa condição de avaliar com bastante cuidado essa pauta. Afinal, cuidar de quem cuida da segurança das pessoas também é um dever do poder público. Nosso gabinete permanece de portas abertas para ouvir as demandas de todos vocês da categoria e construir junto, né, com as entidades representativas e junto aos profissionais, iniciativas que fortaleçam a segurança privada e valorizem aqueles que exercem essa missão com dedicação e profissionalismo. Os senhores e as senhoras receberam o cartão do nosso gabinete que tem um QR code. Gostaria, se fosse possível, de vocês escanearem esse QR code depois e me seguirem nas nossas redes sociais, porque lá vocês vão ter um canal muito ativo pras demandas, paraas solicitações de vocês. Então é uma é uma forma da gente conseguir, né, formar essa tratativa. Essa homenagem é um gesto de gratidão, mas também de compromisso. compromisso de reconhecer o papel estratégico dos vigilantes na construção de uma sociedade mais segura e justa. Já estou finalizando, mas antes de finalizar, gostaria de chamar aqui à frente o agente Rota, o Dr. Gustavo Tecola e o agente Cerqueira. Só para eu entregar aqui um certificado. Só para eu entregar um certificado rápido a eles. Gustavo, pegar aqui. Obrigado, viu, pelos serviços prestados aqui. Gostaria aqui de entregar o agente rota e o agente certeira. Só tô quebrando o protocolo um pouquinho, falando alto, mas daqui a pouco eu volto pra tribuna. Tô aqui quebrando um pouquinho o protocolo, mas é mais do que merecedor essa essa honraria a eles aqui. A gente sequeira. Muito obrigado pelo serviço prestado a vocês aqui, viu? Conto com o nosso compromisso aqui de apoiá-lo sempre, viu? Um grande abraço. E agora, finalizando propriamente nosso discurso, aos homenageados dessa tarde, recebam o nosso respeito e admiração. E a todos os vigilantes de Campinas e do Brasil deixo minha sincera homenagem pelo trabalho que realizam diariamente. Deus abençoe a vida de todos vocês. Uma salva de palmas e parabéns, vigilantes. E agora? E agora para fechar a nossa solenidade, deputado delegado da Cunha, uma salva de palmas para ele. Tá bom, tá bom. Tá bom, tá bom. Boa tarde a todos. Boa tarde. Boa tarde. Bom, primeiramente esclarecer que é uma grande honra ter sido convidado para essa cerimônia e eu não posso deixar de cumprimentar a todos que me cumprimentaram. Então eu vou alugar um pouquinho. Em primeiro lugar cumprimentar o Dr. Ianco pela iniciativa, pela profissão de médico, por tudo que eu já sei do senhor, do trabalho perante a comunidade, perante as pessoas carentes. Isso faz toda a diferença, né? A profissão é fundamental. Cumprimentar a Dra. Delc, que é presidente da Associação das Escolas de Vigilantes, aliás, a dama de ferro, né? ficou muito bem o nome e combina e o nome da senhora dentro da da segurança privada, ele é muito reconhecido e muito respeitado. Continue esse trabalho. Graças a pessoas como a doutora que o decreto foi aprovado e que as coisas estão evoluindo e tem muito para evoluir ainda. Parabéns, doutora. Obrigado. Muito obrigado. Cumprimentar o Daniel da Esparta, meu parceiro. Cadê você, Daniel? Não tô te vendo aqui, ó. tá escondido, rapaz. Dá um abraço aqui, Daniel. Daniel um entusiasta, um homem um vibrador, né? Tá ali firme, lutando, criando, crescendo. Eh, uma escola extremamente diferenciada que que me recebeu aqui em Campinas. Mas vou falar uma coisa para você, Daniel. Eu não sou muito fiel, então eu vou em todas, tá? vai ser a sua, a da doutora e todas as outras, porque o nosso interesse maior é o vigilante e os instrutores e as escolas, que são os grandes centros de formação. Cumprimentar o o meu colega de etnia, o negrão Fábio Love, né, Negrão? vereador suplente pelo PP, pessoa que eu já conheci há bastante tempo, que a história ela é muito forte e representa a palavra de um instituto que eu tenho. Eu tenho um instituto chamado Superação que tem hoje já tem 7.000 crianças carentes no esporte, porque eu tive através do esporte a ferramenta de transformação da minha vida e você através do trabalho, dos exemplos, sair de onde saiu e hoje ser para mim vereador, né, essa palavra surpreente, eu não gosto muito ser vereador e ainda eh tá motivando as pessoas, é um exemplo, questão do seu do seu pai, meu respeito, minhas condolências, mas assim, saiba da sua responsabilidade da nossa A minha é grande, mas a sua também é gigante para dar o exemplo para todos os vigilantes que vem de baixo, são pessoas humildes e tem o direito de crescer. Ah, cumprimentar meu colega aqui da Ferrcine, da Ferrcine Consultoria, que eu achei que fosse dono da da Ferrcine sapatos. Pedi emprego para ele aqui. Aí ele falou que não era, né? Mas graças a ele que eu consegui montar aqui o o nome com todas as autoridades. Obrigado, viu? Eh, não tá presente, mas cumprimentar o Alan Rusen do CONAZEP, que é um grande parceiro em Brasília na construção de de legislações em relação à segurança privada. Eu confesso, Dr. que eu estou chegando agora na pauta, né? Eu sou uma pessoa, eu tento ser uma pessoa humilde e eu sei que eu sei muito pouco de segurança privada, mas eu afirmo para vocês que a minha boa vontade em relação a ajudar a pauta é muito grande, né? E uma outra questão que eu sempre gosto de colocar falando aqui do Alan Rus é a minha isenção, tá? Então a gente, eu chego na segurança privada como deputado federal para tá ajudando e cuidando de um setor que tá desde 1969, conforme nosso professor falou aqui, foi criado por uma necessidade e que para mim, na minha opinião, como deputado federal, eh um setor desprezado politicamente, da Cunha, a palavra é muito pesada, da Cunha. Não, não é, não, não é porque a política tem os seus interesses e quando são profissões, carreiras, coisas que interessam, até as vírgulas são analisadas. Mas a segurança privada não. Ela é sempre tratada um pouquinho de lado, mas isso vai acabar, doutor. E pode contar com esse negão aqui. Continuar. Dr. Leandro, por favor. Doutor, meu coordenador aqui, eu queria que o senhor levantasse, por favor. meu coordenador aqui na região, um advogado brilhante, eh uma pessoa elegante, diética, articulada e que só me dá orgulho. Dr. Gustavo da Espartan. Cadê doutor? Dr. Gustavo, satisfação. Obrigado. Belo discurso. Em relação ao discurso de Vossa Excelência, doutor, é uma coisa que eu sempre falo, né? Eh, os, assim, com todo respeito, os médicos salvam vidas, né? Mas nós da segurança damos damos a vida pelo próximo. Então toda vez que um um vigilante tá no posto, tava aqui com o Ferracine, a gente usou o teiro, né? Ele tem que pular na bala. Se um policial deixa de atender uma ocorrência, ele é responsabilizado por prevaricação, ele responde por crime e se ele vai, ele pode morrer. Então nós da segurança, e eu não faço distinção entre segurança pública e privada, nunca vou me ver falando isso. Nós da segurança somos aqueles os únicos da sociedade que somos obrigados a dar a vida pelo próximo. Obrigado, doutor. Estamos junto. Vamos em frente. O Valnei do sindicato dos vigilantes. Cadê? Tá por aqui também. Obrigado. Obrigado pela presença. Kelson Ribeiro, nosso presidente do partido da segurança privada. Cadê o Kelson? Excelente discurso. Parabéns, Kelson. Belas palavras importantíssimas também pra segurança. Estamos junto, tá? Deixa eu ver mais aqui. Não posso esquecer de ninguém, gente. Meu parceiro, agente Rota, cadê o Rota aí? Rota firme para cima deles. Rota Cerqueira tá aí também. tá na área. Cadê se que se apresentaqueira para cima deles, tá? Agente Rocha também tá na área, tá firme aí. Vamos junto, tá bom? E eu acho que é só. Bom, se eu deixei de citar alguém, eu peço desculpas e vamos em frente. Eh, eu venho venho a essa casa para celebrar com vocês o dia do vigilante, eh, tendo em vista a importância da profissão de vigilante. A da Cunha, da onde saiu essa o seu interesse, né? Você analisou, viu quantos votos tinham dentro da categoria e foi, como é que aconteceu isso? Não, não aconteceu dessa forma não. Eu fui designado como delegado do DEIK da quarta delegacia, que é a delegacia que cuida de crimes de roubo a condomínio. E lá eu conheci uma categoria irmã nossa, que é a categoria dos controladores de acesso, porque são os furtos e roubos a condomínios que acontecem em São Paulo, eh, penetrando portarias. e comecei a ter contato com empresas de eh terceirização, que não são diretamente empresas de segurança. Só que na frente da minha delegacia era a quinta delegacia, que é a delegacia de rouba a bancos, a que a gente chama de quinta do patrimônio do Deik. E ali eu comecei a ver, não era minha delegacia, mas era porta com porta e ocorrências de explosões de carro forte, ocorrências de carro forte sendo rasgado na bala com um fuzil 762. Orências de familiares de vigilantes sendo sequestrados pro vigilante abrir o carro forte. ocorrências de vigilantes sendo executados na porta de uma agência bancária para que se roubasse o cofre. E comecei a fazer perguntas pro meu colega que era o Dr. Fábio Lopes Pinheiro, foi diretor do Deik. Aí descobri, não tinha conhecimento, descobri que o vigilante só podia portar dentro do carro forte, né, Rotinha, uma 12 ou uma 380 e o pessoal vindo de 762, 556 explosivo. Eh, foi naquele período que começaram a roubar carretas de explosivo, porque os criminosos descobriram que a escolta do explosivo é barata e as como a carga não é uma carga cara, ela roda sem escolta. e começaram a roubar banana de dinamite e explodir carro forte e explodir caixa eletrônica. A gente tá em 2015, 2016. E eu comecei a analisar aquilo e veio aquela injustiça. Eu falei: "Pô, quanto que o cara ganha?" Ah, o cara ganha R$ 2.500, R$ 3.000. Se ele fizer muito trabalho, ganha R$ 4.000. E ele não tem o direito de se defender, né? É engraçado, a gente vai para um duelo, quando a gente lembra dos velhos duelos antigos, né? Dois homens de costas andam para trás e viram cada um com uma pistola. E quem atirar melhor leva, permanece com a vida. Mas a situação do vigilante dentro de um carro forte ou de uma agência bancária é uma pessoa com uma arma de fogo e outra com estiling. E aquilo foi me despertando uma uma certa revolta. E conforme fui sendo convidado para podcasts, analisando, começaram a pedir minhas opiniões sobre a o sistema de segurança como um todo do Brasil, pública e privada, eu fui pegando essa bandeira e trazendo ela para mim, tanto inclusive a dos controladores de acesso que façam um adendo como controlador de acesso não tem periculosidade, roubo toda hora, enfim, a gente chega lá, atividade de risco vigilante não tem, chegaremos Temos lá e e dentro disso eu entrei na pauta e estou aprendendo. Só que do pouquinho que eu sei, a primeira questão que me revoltou e que eu protocolei o primeiro projeto de lei foi a questão da da mudança de calibre. Então, não tem como um homem se defender contra um homem, né? Um com um fuzil 762, outro com uma 12. Protocolei meu primeiro projeto de lei e aprovei o projeto de lei na comissão de segurança pública. Mas assim, outro parênteses, senhores, senhoras, todos que estão aqui, prestemos atenção na política. O que mais tem hoje na política é lacrador. Eu não sou lacrador, não. Ah, aprovei na comissão de segurança pública, não serve para nada. Eu tenho que aprovar ainda na Comissão de Constituição e Justiça. Aí eu tenho que aprovar no plenário. No plenário, quando a gente assiste na TV, onde tem aquela confusão, hoje em dia aparece o UFC lá naquele local, aí a legislação tem que ir pro Senado Federal, aí tem que ser pautada no Senado Federal, colocada para votar. E o Senado não vota muita coisa, vota muito menos que a Câmara. A gente tem um cálculo, Dr. Ianco, de o Senado não chega a votar 5% da produção legislativa da Câmara. Não tô criticando, pelo amor de Deus, com meu respeito aos senadores, mas não dá pra gente permanecer eh eh deitado eternamente em berço esplêndido, né? Eh, aprovado no Senado virou lei já? Não. Aprovado no Senado. Sanção do presidente. Aí vira a lei. Então quando eu falo aqui que a primeira lei que eu aprovei foi a mudança de calibre dentro da comissão de segurança, é um passinho, gente. Não é que eu salvei, que eu mudei, não. Eu dei um primeiro passo. O vigilante continua de 38, 380 e 12 seis com seis balotes lá dentro do carro forte tomando chumbo, atravessando lá a divisa da de Pernambuco com Sergipe lá e sendo cercado por nego de fuzil, não é isso? Você me ensinou? Pois é. Eh, aí a segunda legislação que eu peguei para discutir foi a questão do porte de arma, inconformismo. Olha só que interessante, né? Eu posso portar uma arma para proteger a vida de pessoas, Fábio, né? Eu posso estar armado aqui para proteger a vida de pessoas. Eu posso estar armado para proteger o patrimônio do Brasil inteiro, né? Porque como bem falado aqui pelos colegas, né? Eh, doutora falou, né? Eh, se não é a segurança privada, o país para, gente. Não, a carga não roda, o banco não abre. Aqui a Câmara de Vereadores não tem segurança. Acabei de vir, tô com esse, tô com a camisa do Brasil aqui azul e o da Cunha aqui atrás, né? Porque a gente marcou dois gols ontem. Foi o Cunha, né? Foi a gente que resolveu. Tava no evento do de lançamento da pré-candidatura do André do Prado ao Senado Federal. E quem que tava fazendo a segurança do evento? A polícia federal, a polícia civil, PM, não era um vigilante. Cheguei aqui, quem tava um vigilante. Quando eu chego na porta da Polícia Federal em Brasília para conversar com nossos colegas, né, que regulamentam, que controlam, que dão o porte, que tiram o porte, quem tá lá na porta? Um vigilante mais uma vez. E esse mesmo vigilante não pode ir paraa casa armado, ele faz um show, né? tem uma briga, ele enquadra o cara, tem que conter uma situação, a malandragem fica esperando na porta, ele entrega a arma e vai desarmado. Aí vem a vingança, ele é executado, morto. Ou seja, para ser mais breve, eu posso, eu tenho capacidade de usar arma para defender pessoas e patrimônio, mas eu não posso me defender nem defender minha família. E aí dentro dessa pauta eu coloquei o o porte de trânsito. Quando a gente discute no Congresso, eh, o porte de arma para vigilante, a gente escuta assim, Dr. DC, ah, eu vou de um em um, sabe o que que você acha aí? Vou num senador, vou em outro deputado, vou, né, fazendo aquela articulação. É meio delicado, né, tal, mas e pros carques, que que você Ah, não, os carques, sim. Você sabia que o treinamento e o número de horas de treinamento do vigilante é maior do que os CAC? Não desmerecendo os CACS, porque eu sou a favor de todo mundo armado. Para mim tinha que estar todo mundo armado, porque aí é todo mundo igual para igual. Então as pessoas elas têm um ponto de vista, uma análise desse porte de arma totalmente distorcido e essa informação não chega aí. Por isso eu optei por defender o porte de trânsito. Falaram para mim já, o Rota já falou, não dá, um monte de gente fala, o Alan não da Cunha, não fala isso que você vai achar que o vigilante não merece o porte pleno. Eu acho que merece o porte pleno. Eu tenho certeza que merece o porte pleno. Só que para isso, vocês lembram do que eu acabei de falar agora? Comissão de segurança, CCJ, Plenário da Câmara, Senado. Pra gente pegar e aprovar um porte pleno para todos os vigilantes do Brasil em todas essas esferas com posicionamentos ideológicos e diferentes, talvez seja uma batalha muito árdua. Agora, um porte de trânsito é o mínimo da dignidade, né? Então, a minha segunda legislação proposta foi para defender o porte de trânsito. Recentemente tem um um colega eh deputado federal, coronel Ulisses, pessoal deve conhecer, e a gente teve uma divergência. ele propôs um projeto de lei que tá muito bem fundamentado, tá na CCJ para votação, que ele coloca em primeiro lugar, eh, reconhecemos a atividade de segurança privada como atividade de risco. E no segundo ponto do projeto de lei, ele coloca o porte pleno. Tivemos um debate, eu falei: "Ulisses, vamos no porte de trânsito." Por quê? Porque resolveríamos dois problemas. o reconhecimento da atividade de risco e a dar o subsídio que o ministro Alexandre de Morais em seu voto nos tirou dizendo que não existe nenhuma lei que diga que ser que a segurança privada é atividade de risco. Por isso eu não posso reconhecer. E aí a gente perdeu de seis a quatro a votação da aposentadoria especial. É isso. Vocês não têm aposentadoria especial porque não tem nenhuma lei que fala segurança privada é atividade de risco. Ponto, né? Então, e aí divergimos e ele propôs e a lei não foi votada até agora. Mas assim, minha atitude, eu tenho um projeto de lei pronto, idêntico, idêntico com a atividade de risco e o porte de trânsito, porque se a gente for pro Zap e não der certo, eu venho com copas, porque eu já conversei com diversos deputados e senadores e o porte de trânsito é extremamente aceito nas casas legislativas e a gente sabe, não tem nenhum bobinho aqui que ele resolveria o problema tranquilamente, porque a gente tá sempre em trânsito, né? Enfim, eh, dando continuidade, você não vou demorar muito, doutor, começa eu preciso e eh veja que eu tenho um discurso emocionado, eu sou uma pessoa muito direta, né? Eh, não muito formal e eu tenho informações aqui que eu tenho que passar. Eh, e aí a gente tá nessa em relação à aposentadoria especial, essa é a situação. E ao porte de arma também não tá sendo pautado esse ano. Desculpa, Brasília não funciona, é ano de eleição, os deputados estão na base, muito pouca coisa tá sendo votada, então não foi pautada, mas ainda assim aí eu me honro de uma grande vitória, uma vitória nossa nossa, minha, da doutora, do Dr. Ianco, de todo mundo que é da segurança privada. Nós aprovamos a lei 5740. Que que é isso da Cunha? Que lei é essa? É a lei que reconhece que o homicídio, o homicídio praticado contra qualquer agente da segurança pública, a qualquer um, guarda portuário, policial civil, policial penal, policial municipal e o segundo artigo, qualquer agente da segurança privada, o homicídio praticado, tem pena mínima de 20 anos até 40 anos, que é a maior pena do código, a mesma pena do feminicídio. E eu afirmei, falaram: "Ah, mas a segurança privada não tem que entrar nesse artigo da Cunha". Eu falei com todo respeito, né? matar uma mulher pela qualidade dela ser mulher e matar um policial, um agente de segurança, pela qualidade dele ser um agente de segurança, para mim tem o mesmo valor, são vidas. E a gente aprovou a lei na Câmara dos Deputados. Vamos lembrar do que eu falei há pouco tempo atrás, já foi aprovada na comissão de segurança, na CCJ e passou na Câmara, foi pro Senado Federal e já está com eh com o relator designado no Senado e eles têm interesse em votar. Por quê? Porque como beneficia todas as classes policiais mais as classes da segurança privada, traz bastante voto, né? Então, mas isso a gente tem que usar em nosso benefício. Então, a gente tá ainda enchendo o saco lá no Senado para eles votarem esse ano e tem senadores interessados. Aí depois o presidente Lula tem que assinar para tá valendo. Ah, mas e qual o benefício? O benefício é o seguinte, a gente, eu conheço a malandragem, conheço o crime, são 20 anos combatendo o PCC. O o vagabundo, ele tem medo é de tranca. uma pena mínima de 20 anos e crime ediondo que dá progressão de regime de 2/3, ele vai sim pensar duas vezes antes de praticar um atentado. Eu na internet mandaram um monte de mensagem, pô, o que que adianta uma lei para quando eu morrer? Não, não é uma lei para quando nós morrermos. É uma lei para não virem para cima da gente. É uma lei para respeitarem todos os agentes da segurança pública e da segurança privada que não de diferença. E tá, foi uma grande vitória, uma das primeiras vitórias. E não tá completa ainda. Completo tá o o decreto que a nossa dama de ferro aqui lutando lá em Brasília conseguiu fazer o presidente assinar. Isso sim é uma coisa concreta. Aí você vai na internet, no mundo dos lacradores, né? Ah, mas o decreto não tem isso, o decreto é ruim, também não tem aquilo, tal. Ô, gente, existe o excelente, mas existe o ótimo, existe o bom, existe ajuste. O decreto foi assinado pelo presidente. Então, assim, parabéns, doutora. Parabéns. Uma salva de palmas, por favor. Então isso é uma vitória efetiva, tá? E em relação ao decreto, eu tava comentando aqui, tô acabando já, Dra. Ian, mais 3 minutinhos. Eh, ah, as pessoas começaram a reclamar do decreto. Minha atitude, nós criamos uma subcomissão de segurança privada na Câmara, só para segurança privada. E eu tô convocando uma audiência pública com todos os órgãos, todos os sindicatos, todas as federações, os sindicatos patronais, os sindicatos de agentes, associações das escolas, pra gente discutir e a Polícia Federal que vai regulamentar. E eu falei aqui pro Dr. Ianco, eu vou pessoalmente levar o convite pro superintendente da Polícia Federal, pro Dr. Andrei. Eu vou pessoalmente e eu tenho palavra e porque é fundamental que a Polícia Federal compareça pra gente ajustar o que estão reclamando e chegar num ponto positivo. Que que te interessa mais nisso, da Cunha? coue agora a Polícia Federal a regulamentação do calibre do posto. Então a Polícia Federal pode falar, Rota, que você pode ir pro e ir pra escolta de 762. Então, cabe a gente agora num debate com a Polícia Federal, num debate com os órgãos, ajustar esses detalhes. Bom, enfim, eh, eu me estendi um pouco para falar de pontos que eu sei que são os pontos mais importantes da carreira de vocês, né, que é aposentadoria especial acima de tudo. Como é que o cara 60 anos de idade, 65 anos dentro de um UP, né, dentro de um Uno Velho com a pistola velha escoltando a carga de 10 de bilhão, não dá. A atividade policial, atividade de segurança, ela tem um limite físico. Ela tem um limite físico. A atividade intelectual não. Então assim, é obrigação do estado da aposentadoria disso. Ah, mas vai quebrar o estado porque a gestão é ruim, né? Então, eu tinha que falar dessa pauta, tinha que falar da pauta do calibre, tinha que falar da pauta do porte de arma com clareza para que vocês saibam o que nós estamos fazendo lá. E mais uma vez deixar bem clara aqui a minha isenção. Vivo de voto, claro que eu vivo de voto, mas assim que vote em mim quem gosta de mim. Não tô pedindo voto aqui não, né? O que eu quero a e aonde você quer chegar, da Cunha? Eu falei pro Dr. Ianco, eu quero chegar numa reforma da segurança do Brasil. Esse é o meu sonho. Eu não tenho nenhum interesse em cargo no executivo. Meu interesse é ser deputado da segurança pública. Sabe por quê? Porque tá cheio de coisa errada na segurança pública. As polícias não são valorizadas, não tem salário digno. Escala 12 por 36 mata polícia e mata segurança privada. Ah, então vamos mudar a escala. Mas a gente também não pode quebrar a empresa. Tá difícil pro vigilante, tá muito difícil, tá difícil paraa escola, mas a gente tem que buscar um equilíbrio. Se, ah, vou defender os vigilantes, propor um monte de projeto de lei que faça tudo pro vigilante, eu vou tirar o emprego de vocês, porque eu vou quebrar a empresa e a gente trabalha aonde, não é? Então assim, eu vejo que o setor demanda a busca de um equilíbrio entre os sindicatos patronais e os de trabalhadores. Só que eu assim, olhando de fora, é muito é muito bacana porque eu cheguei agora, eu tô assistindo a briga, já peguei umas fitas antigas e assisti a luta. Falei: "Gente, esse pessoal tá brigando, mas tem um meio termo aí, né? Então essa que é eh o meu interesse é buscar esse meiotermo entre a os dois lados da moeda, porque sem o empresário Brasil não gira, vocês não têm emprego, a gente não bota comida em casa e sem a segurança privada, sem vocês também o empresário não consegue trabalhar. Então são dois lados de uma mesma moeda que nós temos que equilibrar. Eh, em relação a a segurança privada e a segurança pública, como eu tava falando, me perdi no discurso, eu busco dentro das legislações um equilíbrio. Nós temos uma lei de entorpecentes, uma lei de drogas que dá uma pena de 2 anos e meio para um traficante. Tem droga em todo lugar. Só quem teve alguém viciado em droga na família sabe a destruição que o entorpescente causa. E os nossos jovens não têm estudo, né? Nós temos um código penal de 1940. Aí sim. Agora eu vou cantar contar a vitória. Eu e o deputado Quim Catagui aprovamos uma reforma, uma mini reforma no Código Penal que aumentou a pena do crime de furto de celular que era de 1 a tr anos. e tornou inafiançável. Aumentou a pena do estelionato para 4 a 10 anos, furto de pet 4 a 10 anos, o roubo à mão armada que era de 4 a 10 para 10 a 16. Só que essa passou na Câmara, passou no Senado, o presidente já assinou e os códigos penais nas livrarias foram recolhidos para atualizar. Essa eu e nó, aliás, eu não, nós que vocês me apoiam, conseguimos até o final. Então, demanda-se uma reforma na respeitabilidade dos agentes da segurança privada e pública, uma reforma de legislação da segurança privada, reforma da legislação de segurança pública para daqui a para que daqui a uns 10, 12 anos a gente tenha um país pacificado, um país que a gente saia na rua com celular, com uma aliança e não tenha medo. Então, o meu interesse é cumprir essa missão e deixar esse legado, tá? E é isso, senhores. Vim aqui para prestigiar o evento. Eh, muito importante a iniciativa do Daniel, Dr. Ianco, de fazer o dia do vigilante. Nenhum outro lugar tá fazendo evento, né? Então vim aqui, agradeço imensamente e sem mais delongas gostaria que todos ficassem de pé e uma grande salva de palmas a todos os agentes da segurança privada. Muito obrigado. Obrigado. Vocês são verdadeiros heróis. Agora, ô Daniel, vamos entregar o prêmio, senão vai acabar o tempo da casa e a gente não conseguiu. Obrigado. Dá licença. Muito obrigado, deputado da Cunha, pelas excelentes palavras e pela reflexão muito oportuna, né, brilhante a respeito, né, da categoria e de todos os os trabalhos aí efetivamente realizados para melhoria das condições de todos os senhores. Agora vai ser um vídeo breve em homenagem, né, a todos vocês aí vigilantes. O que aconteceu com Batman? Bat. Ah, é tudo bem. Então, Homem Aranha, o que você está fazendo? Acordaram. Eu tava te esperando. Você contou uma história para mim dormir. Ah, é? O que é que você quer ouvir hoje? Você me prometeu uma história do seu trabalho. Ah. Ah, de o que você quer saber do meu trabalho na indústria? De tudo. Tudo? Tudo é muita coisa. Mas faz um tempo que eu resolvi estudar para ser vigilante. Você era bem pequeno. Assim, assim, assim, assim, assim, assim. É, não foi fácil no começo. Logo que eu terminei o meu curso, eu fui contratado por essa empresa de segurança onde eu trabalho até hoje. Você jáou a vida de alguém, pai? O vigilante sempre está protegendo a vida das pessoas e os lugares onde elas estão. Mas teve uma vez eu trabalhava no shopping, eu recebi no rádio que uma moça estava passando mal e eu fui lá atender. Vigilante fez a os primeiros socorros bem bem preparado fez a diferença. Empresas contratam cada vez mais. Vigilante bem preparado fez a diferença hoje à tarde em shopping eu só fiz o meu trabalho, realizei os primeiros socorros e acalmei a moça até a ambulância chegar. É muito bacana trabalhar ajudando as pessoas. Eu tenho amigos que trabalham em empresas legalizadas e estão em bancos, universidades, empresas em geral. Nessa indústria que eu estou agora uma vez, eu ajudei a prender um ladrão. Como foi? Como foi? Como foi? Foi acordar sua mãe. Eu estava no meu posto e ouvi um barulho que não era comum. Central invasão no fundo da empresa. Tinha uma polícia pular. Vira de costa, mão na parede. Chamei o meu supervisor e ele chegou com a polícia que prendeu o ladrão. Nossa. Hum. Ah, mas tá ficando tarde e é hora de dormir. Vai pro pijama. Vai, pai. Esperamos passar os créditos a todos também que, né, que merecem, né, mais uma salva de palmas pelo vídeo maravilhoso, né, e comovente que a gente acabou de assistir, que representa enta muito, muito, muito a vida de todos vocês e o que vocês fazem pela sociedade. Agora nós vamos descer aqui todos os presentes aqui na, né, na na tribuna aqui para baixo pra gente oferecer os prêmios a todos vocês mais do que merecedores, diplomas e medalhas para todos os homenageados e também ao meu time aqui de gabinete para que a gente entregue os certificados e as medalhas e depois vamos vamos ter um sorteio de seis cursos aqui para os vigilantes também. Vamos lá. Vamos descer para dar legado. Eu vou segunda-feira que tem que estão para bom, nós vamos dar início às homenagens em celebração ao dia do vigilante. Eh, recebeu diplomas e medalhas em reconhecimento pelos relevantes serviços prestados à sociedade. Os homenageados serão chamados em ordem alfabética para receber seus diplomas. Ã, então assim, assim que eu virei os nomes, dirijam-se à frente do plenário para receber para receber a homenagem. Ah, a gente solicita por gentileza que os homenageados, conforme forem sendo chamados, se posicionem aqui a nessa rampa aqui à direita do plenário. Bom, então vamos vamos começar. Ah, só avisando que ao final nós faremos uns sorteios de cursos, né, para quem estiver presente no plenário. A Spartan vai sortear seis cursos, né, duas formações, duas atualizações e dois cursos de equipamentos não letais. E a Escola Paulista vai sortear duas atualizações, quarto aperfeiçoamentos e alguns vchas de desconto. Então, vamos dar início às homenagens. Convidamos primeiramente Adalto Moreira, Adolfo Mondoni, Alberto Sanchez dos Reis, Alessandro Alves, Alex Sandro Frazão e Alexandre Costa Crespo. lá. Obrigado. Chamerson Teodoro Pereira. Senora Ângela Maria de Oliveira Batista, representada aqui por seu filho Leone Oliveira de Souza. Atila Santos, poderoso bispo, Carlos Eduardo de Morais, Carlos Lima Silva e César Augusto Araújo dos Santos. Entendi que eles fizeram para não fazer fotos. Diferência. Acho que tirando não, não quero. Eu não queria parar para tirar foto. Amamos Claudess Rodrigues de Souza, Claudinei Félix, Claudinei José dos Santos, Claudinei Pereira da Silva e Cláudio Carvalho Filho. Tirar melhor cima. Cláudio Sérgio Lima dos Santos, Cláudio Souza Santos, Cristiano Aparecido Mateus, Cristiano de Jesus Melo, Dayane Ferreira da Silva, Daniel Mendes, Daniel Ponte Rodrigues, Convidamos Daniel Rodrigues da Luz, Dais Cristina da Silva Esquavev, Diego Hoffman Poelli, Douglas Cristiano da Cruz, Dr. Claudinei Morais da Silva e Ebenizer Moreno Gomes. Chamed Edmar Nunes Barbosa, Edvan Jesus da Silva, Elíia Fuentes Fernandes, G de Al Silva Fabiano Cardoso Pessoal, só eh avisando antes, eh nós temos tá sendo oferecido aqui na na galeria de presidentes aqui à minha à minha esquerda, direita de vocês, um café com alguns biscoitos, tá? E dando continuidade, chamamos agora Fábio Nunes Ferreira, Fernando Galeardo, Flávia Luciane Farinha, Jeanclos Rodriges, Morais e Gerson Lopes de Paula. de mas aqui agora metade convidamos Gilberto Celim, Gleidon Alves Miranda, Graziela Jarine do Santo Siqueira, Or de cerqueira Agora Irinaldo de Andrade Silva, Ilson Pereira Pardinho, Indiamara Jesus de Souza, Jaqueline Aparecida dos Santos Godói, Jeferson William Cândido, João Batista de Souza essas coisas que vai passar É, eu falei era que eu cheguei na mensagem. Ah, sim. Aham. Tá. É instrutores e alunos. Não são instrutores. Tá, tá, tá indo, tá indo. Aí, aí, aí eu chamo você entrega. A gente pode chamando, passando aqui, a gente entrega. Aí você criou não dá, dá tudo isso aqui antes, né? Tem sim. Continuando, Samuel Marques de Souza, João Carlos Lopes, Joaquim Pereira dos Santos Júnior, Jonas Novais Martins, Josué Lopes Pereira, Julimar José Rodrigues do Espírito Santo, Caroline, o Tomy, Kelson Renato Ribeiro e Cleiton Coelho Balbino Gomes. Pessoal, só lembrando que ao fim da entrega das das horrarias vão vão haver sorteio de cursos e vchas de descontos, OK? Chamos Laí de Souza Monteiro, Leonardo Mota, Maara Silva Oliveira, Lucas de Melo, Lu Augusto Sarai de Barros Fernando Márcio Tavares Pinto Campos, Márcio Costa, Marcos Roberto Franco, Maristênio Melo, M de Souza Fagundes e Moisés Francisco. Santos. Você tem que lembrar Natim Vieira Lopes, Nelson Gomes Júnior, Paulo César da Silva, Paulo Márcio da Silva Morais, Paulo Rafael Modesto de Souza e Rafael Granja. Pessoal, lembrando que tá tendo um oferecido um coquetel ali fora com biscoitos, café e refrigerante, tá? aqui nas duas saídas aqui da lateral do plenário. E lembrando também que o sorteio, o sorteio vai ser para quem estiver no plenário, OK? Atrapalhar, né, mano? Vai, vai, vai. da escola. Pode ser que seja só da escola. Depois eu dou uma olhada. Rinaldo José Trader, Roberto dos Santos Rocha Oliveira, Robson Alexandre Nascimento, Robson Ferraro, Robson Valdecida da Silva e Romário de Souza Nascimento. Agora Tá no no S aqui. Tava aqui aqui tava essas coisas aqui. Roque de Olinda Júnior, Samuel Correia de Assis, Conceição, Simone Fernanda Silva, Cleiton, Adriano Ferreira, Tatiana Martins, Fermos Trace, Thaago Diogo Matias e Tiago dos Santos Pereira. empresas chama agoraia Simão de Carvalho e Renato e Renato Irélia Simeão de Carvalho. Felipe Gomes da Silva e Vanessa Terezinha Brito do Santos. Por fim, Vandon Luciano dos Santos, William Ferreira Lino e William Martins da Silva. separ Tá. Você pode se primeiro. amel Cham por fim Rosimeir Rodrigues. Pessoal, agora eu vou chamar para entregar a uns certificados da escola da escola Espartan. Olha, o centro de formação especialização Espartan. OK. Gilberto Seolinho, Gustavo Casagrande, Alberto Sanchez dos Reis, Isaquiel Matos Santos. Paulo Rafael Modesto, Thago de Oliveira Bérgamo, Johnny Frosino Rabelo de Souza e Evandro Stensen, Jordão da Silva. tinha todo perto dele. Acho que sim. Eu vou falar segurando mais diplomas, OK? De homenagem do Centro de Formação Esparta. Jonas Novais Martins, Marelo Silva Soza, Cláudio Sérgio Lima dos Santos. Todos aqui foram chamados possam subir aqui para receberem ele não deu o nome antecipadamente pode pessoal que mais for vigilante, mas não deu nome antecipadamente, pode vir anunciar aqui que a gente para entregar a honraria também. OK? Dando continuidade ao aos diplomas cedidos pelo Centro de Formação Esparta, chamamos Fábio Frau, Fábio Torquato, Marcos Anard e Adriano da Costa Souza. Pessoal, quem não foi anunciado, eh, pode procurar a equipe do vereador Dr. Ianco, OK? Dando continuidade, chamamos Roberto Carlos Ferreira, Guilherme Assunção, De Nascimento dos Santos, Felipe, Chirley da Necas, José Evaldo Vieira e Ludes Correia Vieira e Jeferson Dias Santos. Cham Thaago Felipe Roque de Lindo Júnior Samuel Françoso. Acrescentar o último que ele não foi chamado, mas eu queria participar do sorteo. Ah, tá. Agora tá entregando Obrigado, hein? Aí o sorteio agora tem que fazer, fazer sorteio. O sorteio. Você quer que eu faça? Aqui é da comigo aqui. Já foi certo já. quando eu começo Porque são diferentes. Aí se eu chamar vai ganhar, vou saber que cada um vai ganhar. Essa aqui é a questão deixei para usar. É que como é que como são cursos diferentes, aí eu preciso saber, ó, agora vai sortear tal curso de formação de vigilantes. Agora vai são dois, pessoal. Nós vamos dar início ao sorteio agora. A todos, a todos os presentes, atenção que vai ser o sorteio agora dos cursos, hein? A todos os presentes, atenção. Vou perto do vereador aqui, ó. Cheguei, cheguei, cheguei, cheguei. Vamos, senhor. Quer sortear? Atenção aqui, ó, para os presentes, eh, o primeiro curso de formação e especialização de vigilantes. Caso você ganhe e queira presentear alguém, tem o prazo de até 30 dias a partir de hoje para para entregar o presente. Até 30 dias, Daniel. Até 30 dias. Vamos agora fazer o número número 27. Número 27.7. Quem é o número 27? Claudinei Morais da Silva. Claudinei Morais da Silva. Claudinei Morais da Silva. da não tá não tá não tá número 33 número 33 acho que Gustavo de Almeida como é o nome Gustavo de Almeida meu bem aí se tiver se identifica muita gente acho que o próximo número 51 51 51 uma boa ideia 51 doutor 51 Jefferson William Cândido. Jeferson William. E parabéns, Je Agora quero ver se ele vai lá. Vai, vai lá. Tem que ir, hein, de formação de vigilantes. Se já tem, você pode presentear alguém até 30 dias. Maravilha. Que maravilha. Beleza. Número sete. Bora, bora aqui fazer a fotona. Bora do lado aqui rapidão. Bora. Sete Anderson Teodoro Pereira. Ó lá, doutor. Ó, aqui, aqui, aqui. Bora aqui. Eles estão falando lá. Aham. São tem bastante gente aqui. Eu não sei se dá para ouvir aqui. Desculpa, deu certo. Ganhou. Boa. Qual que é outro? Sete foi o o sete é o Anderson Teodoro Pereira. Anderson Teodoro Pereira. Não tá mais. Número 12. 12. 12. Claudci Rodrigues de Souza. CFV. Claudir. Muita gente. Claudc tá ali presente. Vem cá. Claudcir. Aqui ó. Número 18. Eu eh quem foi? Quem foi? 18. Cláudio 18. 18 depois 18. Cláudio Souza Santos. Cláudio de Souza Santos. Tá ali também. Curso de formação de vigilantes. Se já tiver pode presentear alguém. Parabéns, viu? 18 Cláudia. 18. Parabéns, Cláudio. Curso de não letais, equipamentos não letais. Obrigado. Parabéns. Número 22, Daniel Mendes. Daniel Mendes tá aqui também. Ó o homem. Ó o homem é o homem. Parabéns, Daniel. Parabéns, Chará. Parabéns. Dividindo por dois, o próximo 11. Esse aqui é uma atualização de formação vigilante. 11. César Augusto Araújo dos Santos. Bem-vindo. Parabéns, César. Lá ganhou também. César, vem cá. Ó, os que ficaram deram sorte, hein? Exatamente. Tem mais um só. Mais um. Tem mais um. Vamos ver se o número 41 tá por aqui. 41. 41. 41. Só um minuto. Gilberto Seolim. O Giba. O Giba tá aí. Ganhou também. Maravilha. Então são todos os Se você ganhou, você vai tomar um choque agora, hein? Cadê o menino que ganhou? Esse aqui, ó. Parabéns. Pera aí, vou fazer com aqui. Tecnologia não letais. Parabéns, viu? Fazer uma foto ali, ó. E olha, acho que aqui de baixo mesmo, pra gente não ter que retomar ali, agora tem o da Escola Paulista. Ah, da Escola Paulista. Agora mais os sorteios da Escola Paulista. Parabéns a todos aí pela escola. Parabéns, viu? Parabéns. Tá, tá bom, doutor. Quem que fica? Eh, agora da Escola Paulista são mais quantos cursos? Seis cursos também. Vamos lá. Eh, número bem 42. 42. Gleidon Alves Miranda. Gleidon Alves Miranda. Tá lá, ó. Gladson. Gleon tá vindo aqui. O Gladson tá vindo. Ele vai vir aqui. Glaton tá vindo. Número agora. Fala o número aí de é quanto? 100. 100 e quanto você vai até 102. Até 102. De 1 a 102. Fala. 82. 82. 82. Roberto dos Santos Rocha Oliveira. Tá aí o próximo. Deus. Fala mais um número aqui pra gente. 37 de 1 a 102. Tá, Flávia Luciane. Flávia tá aí ainda. Flávia. Flávia não. Mais um. 47. Já foi. 47. 47. Edinaldo de Andrade Silva. Reginaldo de Andrade Silva. Vamos lá, meu nobre. Parabéns. Vem aqui agora. Número 75. Vamos ver se tá aí ainda. 75. Natim. Eu acho que é Natanaim. Natanaim Vieira Lopes. Natanaim Vieira Lopes. Aqui. Parabéns pelo prêmio, viu? Natanaim 75. Não. 68. 68. Marcelo Cristiano Giroto. Marcelo Cristiano Giroto. Marcelo tá aí? Não, Marcelo não. Ah, tá ali. Tá ali, sim. Marcelo chegou aqui. Marcelo ganhou um prêmio também. Ô, parabéns, Marcelo. Agora 55. 55. Jonas Novais Martins. Jonas Novais. Tá aí ainda. Jonas. Jonas não. 56. 56 56 Josué Lopes Pereira. Josué Lopes Pereira. Josué tá aí, Josué. Levanta a mão se tiver. Tá aqui. Josué ganhou aqui também. Mais um. Josué, parabéns, viu, Josué? Agora 91. 91. Cine Cleiton Adriano Ferreira Cleiton não? 92. Tatiana Martins Fermosé. Tatiana Martins, 93. Tatiana tá lá, pode sortear o 93 depois. 93 número. Isso. A Tatiana é 92. Agora 93. Vamos ver. Tiago Diogo Matias. Thago Diogo Matias. O último que é o 102, né, da numeração. Thago foi sorteado. Tá aí. Thiago não. 102. 102 é Silson. Silson de Oliveira Santos. Oliveira Santos. Tá lá. Ganhou sim. Silson tá lá atrás. Parabéns por terem ficado até o final aí. estão ganhando cursos aí para ou presentear ou eles mesmos fazerem o curso, né? Isso mesmo. Perfeito. Agora vamos para o 90. 90 cravado. 90. Simone Fernanda. Simone Fernanda. Não, vamos pro 79. Paulo Rafael Modesto. Paulo Rafael Modesto. Paulo Rafael tá aí. Levanta a mão se tiver. 99. Vamos lá. William Ferreira. Ah, o Paulo tá lá. O Paulo tá vindo. Paulo. Depois o William Ferreira. Paulo e William ganhou também. Paulo. Paulo e o William. Acho que tem os dois últimos aqui. Concluímos a o sorteio da Paulista, da Escola Paulista. Maravilha. E agora finalizando, a gente se despede de todos com um abraço carinhoso, né? Uma excelente tarde de sábado. Ah, tem mais cursos ainda aqui. Vamos, vamos terminar aqui os cursos. Só eu acho que não sei se tem tanta gente aqui, mas enfim. Kelson, vamos lá. Mais cinco cursos aqui oferecidos pelo Kelson. Kelson, fala um número aí de zero, de 1 a 102. 73. 73. Não foi sorteado ainda. Vamos lá. Não. Mércia de Souza. Mércia. Mércia de Souza. Não fala um outro. A Mércia tá lá. Sim. Mércia ganhou curso. Boa. Maravilha. Agora mais um número. É seis. Seis, seis extra campeonato do Brasil. Vamos lá, Alexandre Costa. Alexandre Costa tá aí. Alexandre Mércia tá aí. Alexandre Alexandre Costa não pode, pode ir falando agora dos sete em diante. Quem tiver presente vai ganhar o prêmio do sete em diante. Vai lá. Mais quantos dos sete? É, faltam quatro. Sete. Vai, vai falando do sete em diante, qu tá. Atila Santos. Ah, tá. Vou falar. Carlos Eduardo de Morais. Só vê, só se identifica se alguém tiver presente. Fala o cinco para mim. É o Atila Santos, Carlos Eduardo de Morais. O cinco. O cinco. O cinco. Alex Sandro Frazão. Alex Sandro quatro. Alessandro Alves. Alessandro Alves. Alessandro. Ô, meu garoto, ganhou o curso também. Aí, ó. Vai lá. Boa. Agora oito. Oito já foi. É ola nos cursos aqui para oito. Oito. Já foi. Lá. Nove. Nove. É o Carlos Eduardo de Morais. Já foi também. Caral Morais. 10. Carlos Lima Silva. Carlos Lima Silva. O 11. O 11 já foi. 12. Claudcir Rodriguez. Claudessir tá aqui. Tá aqui o Claudessir. Claudessir, mais um aqui, ó. É, você tá muito sortudo. Ó lá, vai lá. Claudessir ganhou mais um curso aqui pra turma ali, ó. 13. Zagalo. Claudinei Félix. Como? Claudinei Félix. Claudinei Félix. Tá aí 14. Claudinei José dos Santos. Claudinei José dos Santos tá aí. Ganhou. Acabou. Acabaram aqui, gente. Mais uma vez, então, lá com com o com o Kelson aqui. Muito obrigado a todos pela presença. Mais uma vez, parabéns a vocês vigilantes. Uma salva de palmas para finalizar o evento. Uma boa tarde, um bom fim de semana a todos. TV Câmara, Campinas.
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