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[Música] o programa mais sports em entrevista hoje uma profissional que estuda o comportamento dos atletas não só isso ela ajuda no desenvolvimento emocional e de saúde e com isso para melhorar o desempenho do atleta gabriela finatti psicóloga com enfoque no esporte muito obrigado por ter aceito o convite para esta entrevista falei na minha abertura para ajudar o desenvolvimento para ter melhor desempenho é mais ou menos por aí o seu trabalho agradeço novamente é que agradeço o convite é bem por aí mesmo a gente estuda os fenômenos envolvidos no esporte em cada modalidade e só gente aplica se às técnicas da psicologia para enfim melhorar o desenvolvimento e adaptação dos esportistas e dos atletas a alegria só tenho muitas perguntas pra te fazer vamos fazer o seguinte então vamos nos sentar pra gente ficar mais à vontade e aí então a gente tem algumas questões envolvendo aí o mundo da psicologia é 1º quando você decidiu na sua vida que você queria fazer psicologia acho que eu sempre soube assim desde a época que eu entrei no ensino médio a gente começa a se perguntar e a se questionar e aí que eu vou fazer da vida é aquela pressão daqui que eu vou fazer exatamente os professores da escola começam a perguntar e aí do primeiro momento me identifiquei com o curso sempre quis estudar bastante e psicologia acho que é isso e mantive a minha decisão durante toda toda a escola todo o período do ensino médio prestei vestibular e e é isso mesmo que eu gosto de fazer e você na sua adolescência quando criança gostava de esporte praticado alguns plantios eu sempre gostei muito de assistir e acompanhar todas as modalidades menos conhecidas até as mais conhecidas de futebol de vôlei sempre gostei bastante e na minha adolescência desde criança eu sempre dancei eu era bailarina então praticava balé e todas as outras modalidades de dança jazz e hip hop já cheguei a fazer também mas eu me identificava mesmo com o balé com jesi me envolvi nisso participava de competições tinha todo o trabalho físico todo o trabalho preparatório para as apresentações então eu me identificava com essa área do esporte realmente não tinha tanta tidão para outros esportes mas gostava de acompanhar e aí conforme foi crescendo e vi que tinha muito mais coisas envolvidas não só a parte técnica ou a físicas vi que tinha a parte mental também vi que tinha toda a preparação cênica de expressão e isso exige um trabalho mais específico então eu sempre me envolvi com essa área do esporte com essa parte artística também então ou seja quando você era bailarina então você talvez tenha sentido uma necessidade para ter e eu poderia ter uma ajuda psicológica me ajudaria a fazer uma apresentação melhor você se sentiu na prática que tinha algo a mais além do que só ficar treinando e lá para o dia da apresentação exato que não é só executar né a gente tem que pensar pra fazer também então tem toda a questão do grupo das relações em lidar com os meus colegas do grupo dali do debate do pessoal que eu fazia aula junto da pessoa que dançava dos meus professores toda essa comunicação é bem importante também e até o desenvolvimento de personagens pequena dança gente também reproduz personagens né então isso tudo faz parte dum dum trabalho psicológico de um trabalho mental e eu pensei poxa que legal seria poder ajudar essas pessoas e fazer parte desse trabalho não só na dança mas contra o sport também que a gente sempre tem tantas coisas envolvidas no trabalho sempre multidisciplinar e quando a partir do momento que você entrou na psicologia estava na faculdade quando que o rumo tomou para o lado esportivo na faculdade agora de falar que experimenta um pouquinho de tudo então eu fui experimentar da parte de empresas de rh foi experimentada parte da saúde de clínica e hospitalar e me identifiquei com o sport quando houve uma palestra numa semana de estudos onde a gente tem várias palestras dentro do curso sobre as mais diversas áreas que a faculdade não consegue abranger completamente aí falei poxa é ilegal imagina né tallinn e todos os dias com o atleta participar de grandes competições lidar com atletas de renome foi nossa que legal acho que é isso que eu quero fazer e aí fui estudando um pouquinho mais e me aproximando e tudo isso fez despertar mas ainda não há interesse sobre o sport o gabriela estava estudando um pouquinho sobre o tema e eu vi que a psicologia do esporte começou mais ou menos como joão carvalhar se você me conhece eu tiver errado que desde 1958 com a seleção brasileira e já desenvolvia um trabalho com 20 anos no são paulo futebol clube então assim não é algo novo mas eu sinto que algo pouco explorado falta muito para evoluir a psicologia no esporte eu acho que agora a gente tem dado um start maior é como você falou não é algo novo na uma ciência tão nova até na europa nos estados unidos e se já vem sendo estudado há mais tempo mas aqui no brasil a gente tem tido mais expressividade agora seja pelos atletas que estão buscando mais o trabalho tendo esse reconhecimento ou até pela parte de pesquisas nesse momento que a gente tem a gente tem desenvolvido mas na parte acadêmica então de pesquisas de comportamento pesquisas de o que interfere realmente o desempenho dos atletas na hora da linha da competição durante os treinos estão agora a gente tem tido mais é importância diria né por pelo resto da sociedade do reconhecimento de outros de outras profissões então agora acho que a gente está caminhando para um desenvolvimento maior mas isso também já vem de trabalho de pessoas muito antes que começaram a desenvolver a área como joão carvalhaes lá atrás futebol eu imagino a curiosidade é do povo de quem está em casa pra falar do seu trabalho como é que você conversa com um atleta tão a gente vai começar a abordar esse tema a gente vive num mundo completamente interessante né trânsito a pressão de rede social também queremos a dar voz a isso possa aquilo o seu trabalho com o atleta ele foca um outro lado também a vida pessoal dele se ele é uma pessoa estressada no trânsito na relação com a família ou é um só com um pouco exclusivo no rendimento que ele tem a dentro do tatame dentro da quadra em campo o atleta ele é um ser humano né então ele tem todas as outras áreas da vida dele normalmente embora muitas vezes ele passe mais tempo dentro da quadra dentro do campo mas a gente não pode esquecer que ele tem a família que muitas vezes têm problemas ele tem algum trabalho a escola quando elas são mais jovens então a gente não pode desconsiderar todo esse contexto né a gente sempre tenta focar na época que a psicologia do esporte a especialidade para focar realmente no desempenho dele mas muitas vezes esses outros fatores externos influenciam no desempenho então a gente também tem que estar preparado para lidar com essas adversidades da vida ea personalidade que ele tem em casa que ele tem um trânsito de se estressar possivelmente vai refletir na hora do do esporte então a gente trabalha tudo isso em conjunto como é que o esportista ele recebe o psicólogo desconfiado ele fica ansioso depende muito de cada um depende de como a gente chega na equipe também se muitas vezes a gente chega pelo convite do treinador gostaria que você fizesse trabalho com a equipe muitas vezes eles encaram o para quem é essa que está chegando é o que ela quer não é coisa de louco não sou lobos é então a gente às vezes enfrenta um pouquinho dessa desconfiança e aí o nosso trabalho de sentar desmistificar um monte de coisa de explicar exatamente o que a gente pode ajudar mas também tem outro lado quando o atleta que nos contato então foi eu sentia necessidade de ter um acompanhamento psicológico e aí é um trabalho que fica muito flui num primeiro momento um pouco mais fácil porque ele já enxerga a necessidade não é tão necessário a gente explicar mas enfim normalmente a gente é o nosso trabalho de desenvolver esse vínculo de conquistá-lo de trazer para o nosso lado e desmistificar a fama não é tudo isso que está pensando não a gente não vai te julgar a gente não vai é falar que você é louco nem nada disso a gente vai sempre trabalhar com as suas potencialidades que a gente chama nós já estamos em 2020 tem gente que ainda fala isso eu não sou louco porque como fisioterapia psicólogos que você vai trabalhar comigo ainda hoje se discuta isso às vezes acontece - estamos trabalhando para que isso diminua cada vez mais mas às vezes acontece ainda um pouquinho do preconceito de não entender muito bem que faz a psicologia acontecem ou gabriela a psicologia é algo muito amplo você tem várias linhas a minha comportamental a linha unb ana é para trabalhar com psicologia do esporte existe essas linhas ou o sport ele é uma linha diferente da comportamental diferente da indiana como é o seu trabalho com o atleta normalmente é o que é mais comum na psicologia do esporte ao pessoal da linha com mais comportamental então por ser muito do resultado ea conseqüência então o pessoal do comportamental foi se apropriando um pouco mais o tema mas hoje em dia não existe mais isso a gente consegue trabalhar em qualquer abordagem por exemplo comportamental não é a minha abordagem de escolha eu trabalho numa linha mais aberta mas foi fenomenológica que a gente chama mas todas as áreas são possíveis todas as abordagens são possíveis de trabalhar com o esporte é um psicanalista de outros podem fazer isso tranquilamente pode ter um divã do atleta então ele está lá e começa a falar sobre a competição sobre a prova pode ser um profissional então fazia tanto frio assim a gente brinca que a gente não leva o divã eu sozinho para dentro da quadra então quando o atleta que senti essa necessidade de sentar no de volta a gente chama ele vem pra dentro da clínica mas é super possível abordagem da psicanálise qualquer outra que seja vai do profissional saber lidar também e de bons são várias linhas mais um psicólogo por exemplo da liga indiana 1 da linha compor com comportamental que estão no esporte eles precisam seguir uma linha ou psicologia do esporte ela tem uma linha o cada um segue de uma maneira completa é diferente eu diria que cada um segue de uma maneira completamente diferente a gente tem as bases da especificidade da da psicologia do esporte porque é uma área de atuação bem específica então não necessariamente o que a gente aprende pra linha da saúde a gente vai aplicar exatamente para o esporte então é o profissional precisa saber estudar e saber exatamente o que ele quer e quais são os objetivos mas cada um tem a sua metodologia não deseja 11 uma receita de bolo manual de instruções digamos assim o profissional tem que saber se adaptar e adaptar as técnicas que aprendeu com a psicologia do esporte com a visão que ele tem da da abordagem que ele escolheu do esporte é mais fácil trabalhar com criança adolescente ou adulto que essa é uma questão bem pessoal assim né vai da identificação que a gente tem que de cada profissional mas é possível trabalhar com todas as áreas da criança a gente trabalha bem na iniciação então a gente tem atividades mais lúdicas para entender como é e com o tempo dela que a psicologia realmente aí quando a gente trabalha mais com jovens adolescentes ele já tem outras questões para serem lidados então a gente já vai com a fase maravilhosa adolescência fácil verificar exatamente mas a gente vai jogando ali junto com eles é o interessante é trazê-los para o nosso lado porque eles confiem ea gente possa abrir os adultos também têm outras questões especiais específicas de cada um e aí é bem o jogo de cintura mesmo delito saber lidar com todas as fases existe uma idade pra você começar a trabalhar em solo o ideal é o 18 anos já começa a fazer uma terapia ou no caso esportista não desde criança 89 anos decidiu que esse esporte é nessa fase existe um tempo pra começar existe um tempo ideal a gente consegue trabalhar com qualquer idade que que a pessoa entre no esporte se desenvolva lógico que interessante a gente trabalhar com crianças que a gente faça essa base para evitar questões futuras e para elas crescer com um pouco mais de confiança desenvolver a autoestima mas com adultos e jovens também a gente consegue trabalhar normalmente sem problemas é um esportista de outro país que tem outra cultura outra língua ele chega aqui no brasil você trabalho por exemplo a pessoa tem 20 anos e trabalha com o brasileiro 20 anos o seu trabalho com ela vai ser diferente porque ela vem de outra cultura de outra língua ou a língua do esporte é uma só não interessa de onde vem com certeza vai ser diferente exatamente por isso pela questão da cultura do contexto ela cresceu em outro momento ela cresceu em outro lugar onde as regras eram outros os costumes são completamente diferentes então com certeza vai ter uma diferença seja pela questão da língua dias se adaptar de falar inglês ou de falar só o português depende bastante tem o caso que eu trabalho com crianças que vieram de outros países ea gente sempre tenta adaptá las à questão dos valores o que a gente ensina aqui no brasil como é que ser feito mesmo porque o trabalho da psicologia do esporte em outros países ele tem características diferentes variando de acordo com a cultura e com os valores daquele daquele país naquela região gabriela a gente está encerrando nosso primeiro bloco mas a gente tem um quadro aqui que chama pergunta polêmica no sport a vitória o primeiro lugar é sempre um objetivo ea televisão como esse veículo de divulgação de resultados o psicólogo ele tem a obrigação de fazer esse esportista em dar o máximo vamos fazer o seguinte rápido intervalo na volta tem essa resposta da gabriela a pressão por resultados chegar na primeira colocação à televisão toda essa exposição será que o psicólogo também sofre essa pressão será que ele tem que fazer o atleta entender o máximo para chegar ao objetivo é sempre a vitória essa resposta e muito mais lúgubre psicologia no esporte não sai da equipe trabalha rapidinho voltamos com o segundo bloco do programa mais sports hoje estou entrevistando a gabriela finatti que é psicóloga do esporte trabalhou na ginástica em outras modalidades que já já eu vou abordar com ela mas eu terminei em primeiro bloco com uma pergunta é você colocar você estava trabalhando com a ginástica essa pressão por resultado pelo primeiro lugar como é que o psicólogo lida com tudo isso exposição em alguns casos da televisão só pergunta bastante interessante porque nós com psicólogos a gente também corresponde a uma comissão técnica então muitas vezes essa comissão técnica tem que responder um clube é uma federação é uma confederação e existe essa pressão por resultado dessa busca por sempre o primeiro lugar pela maior quantidade de pontos enfim mas também o nosso trabalho entender que talvez o primeiro lugar do objetivo ali seja primeiro mas a gente tem muita coisa para fazer antes o primeiro lugar o resultado é uma consequência a gente tem que lidar com todo o processo então antes de ganhar o primeiro lugar o atleta tem que entrar na quadra tem que entrar no campo na piscina qualquer que seja a modalidade fazer o que ele sabe fazer então a gente trabalha para esse desempenho seja satisfatório e ele a comissão está em estarem satisfeitos com esse desempenho não só com o resultado o resultado é uma consequência que virá possivelmente se o desempenho for satisfatório né então a gente também sofre essa pressão mas a gente que tem que lidar com ela já aconteceu isso você tava trabalhando com um determinado atleta pressão muito grande por vitória e você pensando mas não tem condições de chegar no primeiro lugar se já aconteceu e aí você fala como é que você trabalha e se conversa com a comissão técnica o tira a pressão porque em primeiro lugar não vai acontecer a gente tem que ser realista não dá pra gente criar objetivos muito o tópicos e muito distante da realidade daquele atleta mas vira e mexe acontece realmente por mim principalmente da expectativa da comissão então a expectativa a comissão já fala mas que essa competição não vai dar eles são realistas quanto a isso ea gente muitas vezes têm que passar isso para o atleta então pode ser que não seja dessa vez mas esteja satisfeito com o que você fizer em quadra saia satisfeito e sentindo que você deu o seu melhor e isso é mais importante mais satisfatório mais gratificante do que simplesmente uma medalha num dia que você sentiu que não dá o seu melhor fui lá com petit mas estava muito fácil e foi isso né não não deu aquela sensação de dever cumprido realmente essa maturidade acho que muitas comissões precisam ter apenas a pressão é tão grande que chega só o primeiro lugar eles o objetivo não é esse exatamente é a cultura da vitória que a gente vive aqui no nosso país vamos fazer o seguinte mais um quadro aqui no nosso programa agora não sou eu quem vai fazer pergunta para você quem está nos assistindo tem essa possibilidade porque aqui o povo fala eu queria saber uma pessoa que de repente vira atleta ela é pobre né classe baixa de repente vira um atleta fica famosa começa a ganhar dinheiro eu queria saber que tipo de trabalho específico é feito para essa pessoa ea e gabriela se está lá trabalhando com uma pessoa carente pobre vem da comunidade entrou no esporte começa a ganhar prêmio começa a vencer torneios começa a ganhar dinheiro ganha holofote o seu trabalho que você estava desenvolvendo com essa pessoa muda ou continua a mesma pessoa de certa forma ele muda porque provavelmente vão mudar os objetivos e vão mudar as condições que essa pessoa está treinando com essa pessoa está vivendo vêm outros fatores como a presença da televisão da mídia e sua atleta tem que aprender a lidar também muitas vezes à noite pro dia ganhou aquele torneio super importante nunca falou nunca da entrevista e ele agora tem que dar ele tem que aguentar a responsabilidade né e também vem muito a questão do patrocínio então tem que aprender a lidar com um patrocinador correr atrás de patrocinador também então mudam essas questões mas o trabalho em si a base sempre segue a mesma porque o atleta continua a mesma pessoa né então ainda vai ter aquelas dificuldades que apresentava antes ou vão surgir novas mas sempre seguindo a linha da personalidade dele do jeito que ele lida com as situações enfim isso é muito mais comum do que a gente imagina não sei se especificamente esse caso as olha que eu me lembro entrevistei o ator nori ele um ano sem competir justamente por causa disso a cabeça dele depois de ganhar algumas competições e isso aliado a uma lesão e também com alan fonteles assim ele venceu uma competição era o centro das atenções quando ele venceu oscar pistorius todo holofote foi pra ele estava acostumado também se com o período sem competir e isso é muito mais comum do que a gente imagina né acontece realmente exatamente por isso às vezes é um atleta que vem de um ano muito bom de uma evolução muito interessante ele ganha algo que ninguém esperava que ele ganhasse ele surge ele como atleta revelação e ele tem que aprender a lidar com um monte de coisa que surge num primeiro momento ali ea gente tem que organizar vamos lá quais são as prioridades quais são seus objetivos não esqueça de quem você é de onde você veio e todas essas questões mais pessoais a gente tem que botar o pezinho no chão também o gabriela a psicologia ela é um esporte meio que de a colocar o esporte na psicologia ela é meio da ciência exatas aquele trabalho que você faz a tendência de dar certo é sempre muito grande ou varia muito e o casamento de você com atletas e pode ser que não combina ano deu certo eu não gostei dele não gostou de mim existe isso o trabalho meio certo se desenvolve alguma coisa a chance da seta grande muito pelo contrário a gente varia muito do nosso vínculo com o atleta então se o atleta não estiver disposto se ele não tiver a fim não posso obrigá lo a fazer um trabalho da psicologia não vai entender não vai dar certo e eu e ele vamos sair frustrado do trabalho então não é uma receita de bolo não é uma ciência exata a gente vai adaptando conforme as necessidades e as demandas que são apresentadas pra gente naquele momento para aquele atleta para aquela modalidade cada modalidade tem as suas características têm as suas demandas individuais ali que vão surgindo então cada caso é um caso a gente tem que saber lidar com tal maior variedade possível de de coisas que podem acontecer sendo geralmente o psicólogo e um bombeiro ele atua só quando a coisa tá pegando fogo a gente gostaria que não fosse a gente agora muito para que a gente não seja o bombeirinho mas infelizmente eu quem muitas vezes acontecem as equipes os atletas nos chamam quando a coisa já está estourando ali pegando fogo preciso que você vem resolver aí vão entender né a gente não tem como fugir do esporte ela é a longo prazo ela não é ela pode até surtir efeitos a curto e médio prazo mas é um trabalho a longo prazo da mesma forma que não se espera que uma menina que entre na ginástica hoje sai andando mortal e fazendo muitas acrobacias no fim do ano mas a psicologia também segue essa mesma linha então não é porque começou hoje que mês que vem já vai dar efeito não vou mais me sentir ansioso na competição nem nada disso então é um trabalho que tem que ser desenvolvido aos poucos e ser só o bombeirinho ajuda a gente consegue trabalhar mas talvez a gente não consegue não conseguir tão a fundo quando se a gente desenvolver um trabalho maior assim apesar de você tá falado que não é uma ciência exata você falou a longo prazo então por exemplo a gente está iniciando 2020 você tem um prazo em seis meses voltei já uma evolução do atleta ou três meses o que seria o a longo prazo depende muito de quem é atleta da faixa etária do nível da equipe nível de estrutura em que assimila melhor criança adolescente adulto vai variar muito não tem não tem um segredo vai variar bastante de como a gente é recebido de como a gente consegue manejar o trabalho também mas acredito que um ano dá pra começará a sentir os efeitos os defeitos mais concretos nem tão bem mais resultado em competição de sentir a diminuição da ansiedade por exemplo então um ano é um período que a gente avalia e aí tá dando certo a notar que a gente precisa mudar é aí nesse momento que a gente consegue avaliar melhor em quais esportes você já trabalhou já trabalhei com saltos ornamentais que é um esporte pouco conhecido mas de grande expressividade já trabalhei com judô numa equipe de de esportes universitários que em um contexto também diferente já trabalhei com ginástica artística ginástica rítmica ebadi então nesse porte bem variados então não tem nada a ver com nada a ver com outra e você precisa estudar os esportes pra saber trabalhar com atletas sim a gente precisa saber lógico que não consigo saber 100% e tem um olho clínico para todos né saber exatamente se o movimento taccetti movimento errado mas eu preciso entender se no badminton ele vida pra mim e coloca nossa meu drop não está entrando é preciso entender o que é um drop porque não está entrando na ginástica ela fala não conseguir fazer um giro buckley que é um giro book e precisa entender é lógico que eu tenho que estudar antes de chegar numa equipe mas é legal esse processo dos atletas irem ensinando o prato pra gente também né gente vai aprendendo e construindo vínculo com eles ou seja é uma psicologia do esporte você vai agregando agregando a cada modalidade que você faça você trabalhou com as famílias que já passou aqui pelo programa mais esporte já tive a oportunidade de entrevistá lá então você tem que entender o badminton golpeou no não sei então tem um bloqueio na minha cabeça eu não consigo dar se estudar esse golpe porque que não tá dando certo é mais umas por aí exatamente por isso ea gente tem que entender se na defesa se anuncia no ataque então coisas quais aspectos relacionados é uma falta de confiança ea minha movimentação está errada é técnica e psicológica mental é físico não tenho força então tudo isso a gente vai desvendando junto com o atleta e conhecer o esporte facilita bastante desses esportes que você citou mudar muito de um esporte para outro dos saltos ornamentais problema de mim então muda muito a metodologia que você trabalha a metodologia em si não porque é uma ciência que a gente consegue aplicar pra qualquer modalidade mas as atividades especificamente as intervenções são adaptadas para cada modalidade além do atleta que você trabalha se for um esporte individual por exemplo o rendimento individual se trabalhou atleta você também tem que trabalhar com a comissão técnica com um fisioterapeuta com todo mundo que está em volta ou é um trabalho só com um atleta com toda a comissão técnica com certeza então muitas vezes atletas em questão com o treinador é de relacionamento de falta de comunicação de objetivos traçados muito diferentes então a gente precisa entender e fazer essa ponte a gente fala que a gente a ponte entre o treinador eo atleta então a gente pega um pouco do que a atleta fala pega um pouco do que a comissão traz também então muitas vezes na fisioterapia o momento que eles sentem também à vontade para conversar pra falar então a gente tem que ter o contato com o fisioterapeuta com nutricionista a gente tenta sempre ligado sempre que possível com toda a comissão a psicologia no esporte ela evoluiu tem coisas que faziam no passado que hoje não se fazem mais a gente acredita que sim acredito que isso é assim a gente tinha uma visão de esporte diferente também né no nas décadas passadas nas olimpíadas lá no começo quando o brasil começou a participar nas copas do mundo era um outro tipo de esporte eram cobranças diferente era o a forma como os atletas eram tratados e as condições de treino é diferente então acredito que conforme todo esse contexto do esporte foi evoluindo e ganhando mais expressividade aqui no brasil por exemplo a psicologia foi desenvolvendo também o psicólogo do esporte ele trabalha como atleta ou com uma equipe se você for por exemplo um time de futebol vai fazer uma reunião com os 11 com 20 pessoas ou é sempre individualizado tem as duas possibilidades a gente tem a possibilidade do trabalho individual que vai variar seu esporte individual seu esporte é coletivo isso depende mais da gente tenha trabalho individual e também tem um trabalho em grupo então quando a equipe nos chama a gente faz um trabalho todo o grupo de trabalho às relações é interessante também que não necessariamente porque é um esporte individual que o trabalho tem que ser individual a gente pode fazer um trabalho em grupo mesmo esporte sendo individual e cada um dependendo só de si lá na hora da competição por exemplo o gabriel eu vou pegar o exemplo do futebol com o esporte mais popular está enraizado na nossa cultura é o grupo de jogadores é muito heterogéneo é porque você tem um jovem que está começando 17 oito anos tem um atleta mais experiente 35 36 anos você tem um cara que é muito religioso se tem um cara que é baladeiro e como é que você trabalha com o grupo que é completamente diferente do outro vai exigir bastante manejo do do profissional que estiver acompanhando essa equipe mas a gente também pode usar isso de uma forma positiva então vamos aproveitar que é comum aqui é diferente do outro e vamos compartilhar tem mais trocas as trocas são muito mais ricas então a gente tem que fazer disso algo positivo pra o trabalho flui melhor é a gente está entrando já no finalzinho do segundo bloco então vou deixar uma pergunta aqui pra você e pensando na psicologia vocês entram no assunto do que é moral e do que é legal então por exemplo tem um atleta vou pegar o futebol ele consegue cavar pênalti ea equipe a campeã com esse gol que não valeu isso você desenvolve na terapia ou é algo que acontece que foge do seu controle você vai responder essa pergunta pra mim no terceiro e último bloco como é que fica o moral e o que é legal será que isso é abordado na terapia essa resposta e muito mais ainda eu vou abordar com a gabriela finatti que é psicóloga o enfoque no esporte não sai daí voltamos com o terceiro e último bloco do programa mais sports hoje está entrevistando a gabriela finatti que é psicólogo com enfoque no esporte terminei o segundo bloco com uma pergunta essa é uma questão que eu estava pensando moral e o que é legal então aquele esporte que lhe jogador que consegue cavar pênalti ou nos saltos ornamentais ele faz alguma coisa pra tomar vantagem do adversário que o árbitro não vê e isso você aborda com eles qual você é muito bons em fazer mais isso ou chega uma parte que fala isso aí já está fugindo do controle como é que você aborda o que é morar o que é legal a gente sempre tenta que isso parte do atleta então a gente pode promover essa reflexão mas a ideia que ele perceba o quanto esse prejudica a equipe o quanto isso é legal fez um primeiro momento cavou pênalti legal venceu mas a gente vai sempre depender dessa estratégia ou a gente vai trabalhar para que a gente consiga usar a técnica o nosso favor então a gente promove a discussão a reflexão e o que ele vai fazer com essa informação ele vai pensar e vai refletir é lógico que a gente tenta sempre né parte pelo pelo que é legal pelo que a moral exatamente como que você falou que a gente não quer que o esporte se torne algo competitivo demasiadamente e que seja a base da trapaça de de coisas que não são tão legais né porque não é isso que a gente que o esporte tem como valor em si então a gente sempre tenta colocar essas reflexões mas a gente deixa a critério do atleta é esse é um conflito é interessante né porque por exemplo essa malandragem também está enraizada no futebol e principalmente no brasil né ler ele tem aquela só eu acho que cada região tem a sua é o argentino ele sabe catimbar melhor sabe tal brasileiro o brasileiro já tem mais então isso também tem que ser abordado com o atleta e pega uma característica e aí põe ele para refletir e debate isso na terapia é exatamente não é porque é cultural que a gente tem que seguir fazendo né então a gente se acha legal bacana mas é isso que eu comentei antes vai ficar dependendo disso para o resto da sua carreira de ficar fazendo coisas que talvez não sejam tão legais e que prejudique a equipe em algum momento esse ele responde que sim você acha que não como é que fica isso ele vai ter que lidar com as decisões dele então é a gente joga a responsabilidade para ele estou aqui pra desenvolver para fazer pensar mas se ele continuar acreditando que assim aqui até um episódio que acontece aqui ele entenda que não talvez não seja tão assim então legal e você passa o que você converse com o atleta para o superior ou pro chefe dele como é que funciona isso dentro do esporte é uma questão bem específica porque a gente tem na nossa profissão como psicólogo a questão do sigilo então eu não posso quebrar o sigilo com o meu atleta - que isso seja acordado pelo contrário também no no sentido contrário não posso expor tudo que a comissão técnica me coloca não posso colocar todos os atletas então isso é muito conversado com o atleta se eu vejo que é uma necessidade de que isso seja passado para começar o enforma falar eu vou falar dessa forma dessa forma você me autoriza pode ser você gostaria de ver comigo quer que eu fale na sua frente você quer participar dessa conversa ou não que gostaria que eu só eu falasse eto'o contrário também a comissão me falou eu gostaria que eu trabalhasse de tal forma porque tal atleta está com com algum problema eu falo ok posso dizer que você me contou isso você quer que eu levante a reflexão de uma forma que ele entenda o que está acontecendo nas modalidades esportivas no coletivo é o que é mais importante é a formação de vínculo entre os atletas ou a organização de uma liderança acho que as duas coisas caminham juntos é a liderança acho que é um processo natural e ela vai acontecer porque existem perfis diferentes personalidade diferente então de alguma forma alguma liderança vai surgir naquele momento mas é importante é que o time tem uma organização em uma base e um vínculo estabelecido entre eles para que isso não seja que os outros atletas não enxergue aquele líder como a lata querendo mandar todo mundo está querendo fazer o papel do técnico né então a gente tem que entender que existe o papel do técnico existe o papel do líder do capitão da equipe mais que todos podem contribuir para a evolução do time já entrevistei vários atletas acho que principalmente no vôlei mas acho que isso vai para outros esportes também é curioso dentro de quadra o time muito unido fora ninguém conversa com ninguém não tem nenhuma relação mas falou dentro de quadra a gente estava bem fora em ninguém era amigo nenhum se dava bem não tinha e não tinha as mesmas preferências mas dentro de quadra é isso acho que é algo comum também mas acho que é algo difícil é você não ter a relação do teu contato mas esse quadro dá certo aqui a gente sempre fala prazer que se vocês não precisam ser todos melhores amigos é natural que existam afinidades e panelinhas como a gente brinca é normal que isso aconteça mas se tem que se respeitar você tem que sempre estar juntos e unidos em prol de um objetivo que é o evolução da equipe então lá dentro de quadra se funciona maravilha uma forma adequada vocês têm que respeitar e treinar juntos e se dá bem na medida do possível você falou que a liderança ela surge de uma forma natural conforme a pessoa ela se desenvolve com o grupo ela vai tomando aí é uma certa distância das demais não existem mais de um líder tem 234 líderes como é que você trabalhamos a gente entende que momento o que é legal cada um ser lido então muitas vezes como tite faz né no futebol cada jogo ele coloca um capítulo diferente então explorar um pouquinho esse jogo aqui eu preciso que seja que tenha uma pessoa mais específica ali para centralizar ou não esse jogo pode cada um trabalhar em si é com que com que tem habilidade mais pessoal ou não esse jogo eu preciso que seja alguém que ajude a escutar o que os outros estão falando lá no campo que eu não consigo ouvir então a gente tem que entender o momento então procurar dar oportunidade para cada um para que cada um é demonstra sua liderança e as pio as qualidades que tem mais de certa forma a gente consegue escoar tudo isso de maneira tranqüila já que você citou tite futebol vou te fazer uma pergunta então com seu olhar de psicóloga você acha que essa atitude do tite que fazer o rodízio com a faixa de capitão é por isso que você falou pra poder por exemplo eu tenho 34 líderes então eu vou fazer esse rodízio com o capitão daquela moral é para o atleta hoje o seu capitão enche de moral ou você enxerga como uma ausência de líderes e quando você não tem nenhum se pode usar esse artifício que você falou 'não eu tenho vários então fazendo isso como é com seu olhar de psicóloga que você enxergou essa atitude do tite é porque tinha vários ou porque não tinha nenhum então vou fazer o rodízio eu acho que ele é uma oportunidade para os jogadores se mostrarem e se colocarem ali como como os líderes da vez então é importante que ele a cada jogo coloque olha você será o líder você será o capitão então todos os problemas que aconteceram dentro de campo todos os jogadores têm que saber que vão recorrer a você nesse momento então não é porque um é o líder foi o líder da semana passada que as coisas tem que girar em torno dele de novo não agora vai mudar é outro né então eu acho que ele tem que explorar e as qualidades de cada jogador esse é um trabalho interessante também você acha uma coisa saudável isso que ele fez essa divisão de responsabilidades dentro de um grupo isso é legal sempre o trabalho que ele vem desenvolvendo pela forma como ele é o gestor ali daquela equipe é uma possibilidade interessante assim que aconteceu pode ser que em algum momento precisa realmente daquela figura mas sua beleza e sida e tá tudo bem não tem problema também mas a forma como ele quis desenvolver o trabalho o psicólogo ele se intromete na vida pessoal então por exemplo cara é baladeiro cara faz um monte de coisa errada saí notícia dele na mídia de coisa errada que ele fez mas dentro de quadro de campanha tudo dando certo comissão técnica está feliz o rendimento dele tá bom mas fora a imagem dele está arranhada ele faz um monte de besteira como é que o psicólogo tratar se eles importo com o lado pessoal ou é só o lado profissional ali está tudo certo a vencer o paok a gente tem que olhar para a pessoa como um todo então por pode ser que não esteja afetando o desempenho dele mas de alguma forma está afetando a imagem então quanto isso vai refletir no futuro a gente sempre coloca pra ele olha pensa no seu futuro pensa enquanto isso tá tá te prejudicando ou não faz escolhas saiba que o que você está fazendo é tem a consciência é lógico que a gente nunca vai falar 'não não saia não beba a gente sabe que isso acontece é super normal mas tem a consciência que saiba que tem pessoas olhando saibam que pessoas e se inspira em você então tenha consciência dos seus atos né se você quer continuar fazendo oque escolha sua elite com as consequências mas saiba que isso pode te custar em algum momento também o que atormenta mais um atleta é a concentração e ansiedade é o ambiente que está em volta dele cada atleta vai ter suas questões pessoais mas de forma geral assim acho que o que mais a gente recebe de demanda é a ansiedade na ansiedade pré competição então como lidar que muitas vezes ela vem ela vem recheada de outras questões de falta de confiança de treinador que não não olha pra mim não confie em mim ou espera de mais de mim também e eu acho que não sou tudo isso então essa ansiedade ela permeia muitas outras questões né então não é só lidar com o coração acelerado antes da competição é lidar com que vem antes por isso a importância do trabalho a longo prazo também é hora de mais um quadro aqui no nosso programa gabriela o que ninguém sabe ea história que você reservou para a gente algo que já aconteceu ainda na vida é a gente sempre olha pro sport ver as os atletas sempre viajando ao redor do mundo e sempre num a gente sabe que não é luxo mas e tem sempre patrocínios e as federações ajudam mas eu também já trabalhei com esportes universitários que é um contexto completamente diferente o pessoal novamente vai pra fazer festa para bbb e enfim pra se divertir só que existe a competição por trás também né eu trabalhei numa equipe de medicina em que os jogos universitários são levados muito a sério então eles têm uma estrutura diferenciada mas não deixa de ser aquela questão do do precário nem o prêmio póstumo o jogo virou ser mais um prêmio póstumo a gente tem que lidar tinha que saber lidar também e aí é uma situação até que a gente não espera que vamos lá vamos acompanhar os jogos nem quer o objetivo da equipe é o jogo mais importante vamos lá hora que a gente chega lá não tem colchão para todo mundo não tem quarto pra todo mundo era agente da comissão técnica domingo junto com o atleta todo mundo junto a ele na mesma cama usar o mesmo banheiro a água que acaba no meio do banho então é a história todos ao final de todo mundo com a medalha no peito é legal mas todos os a esse frete na universidade e muitos atletas podem sair da universidade talvez não desse da medicina mas a educação física de outras áreas se o cara se destacar quem sabe não pode estar surgindo uma aptidão aí pro sport de uma olimpíada eu me formei na puc-campinas nenhum participei desses jogos aí a gente ficava em último lugar mas faltava uma psicóloga viu descobrir é jornalismo se dá muito bem não como esporte até por isso muitos jornalistas esportivos que não foram bem no sport e eles acabam entrando aí na nessa modalidade dizem que brasileiro não gosta muito de esporte que ele gosta de vencer acho que está correto essa frase acredito que não acho que o brasileiro a gente tem muito essa característica de ser na raça descer na garra então tem muita gente por aí que tá com vontade e que mesmo que não tanto em infraestrutura de treinamento de material mas que está lá sempre pelo amor ao esporte pelo amor à a modalidade ao ao sentimento de vencer e de passar pelo processo a gente tem muito aquela coisa do eu venci na vida de olhar para trás e ver todos os sacrifícios e e ter conseguido o ter conseguido vencer e conquistar o objetivo é muito legal então acho que o brasileiro tem essa característica de descer sempre na raça né embora falte muito a estrutura ainda em muitos lugares mas a gente tem essa característica de conseguir vencer e gabriela pra gente poder encerrar qualquer seu objetivo que se vê fazendo aqui cinco dez anos o que seria alcançar o objetivo acho que alcançar o objetivo pra mim quanto na minha carreira é continuar sentindo que eu estou participando da vida desses atletas participando da construção desde criança desde pessoas que estão iniciando na no esporte e poder ver os desenvolvidos não necessariamente seguindo carreira de atleta talvez isso nem seja tão importante para algumas crianças mas de dever que elas desenvolveram valores que elas aprenderam a lidar com a gente com as dificuldades em enfrentar seus medos e seus suas maiores fantasmas acho que isso é o que me motiva a continuar trabalhando ea e pretendo seguir fazendo isso com os atletas que o que virão por aí também tenho certeza que vai dar certo agradeço muito a sua participação a aula que você deu dá para a gente entender muito mais agora a função ea importância de um psicólogo do esporte que vocês tenham mais espaço no esporte que eu sei que ainda barreira é um pouquinho grande nas modalidades nas grandes corporações mas tem certeza que vai dar muito certo a gente volta a falar legal é que agradeço a oportunidade foi bem bacana pato [Música] [Música]