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+ ESPORTES - ALEXANDRE CANDIDO
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+ ESPORTES - ALEXANDRE CANDIDO

44 views Publicado 17/03/2020 HD · 42:54

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Vídeo do acervo da TV Câmara Campinas.

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e aí e aí o olá o programa mais esportes em entrevista hoje um atleta de basquete de cadeira de rodas que tem 28 anos só na modalidade já jogou na cidade de cubatão tem um time da unicamp e hoje representa as cores da gadecamp alexandre cândido muito obrigado por ter aceito o convite para esta entrevista e 28 anos só na modalidade então se tem alguém que sabe se evoluiu ou não basquete em cadeira de rodas é você muito obrigado por ter aceito como expressa entrevista e aí como é que essa evolução da modalidade o gabriel prazer é todo meu de está aqui mais uma vez com você né em batendo um papo aqui fazer uma resenha é é importantíssimo né a esse andar todo de 28 anos aí eu tive muita coisa pela pela frente né então iniciei na base mas eu já não tinha idade de base e já tinha 17 anos quando iniciei e tem um e agora galgando algumas coisas legais interessantes daí até hoje me chamou atenção frame abertura 28 anos só na modalidade então a sua idade no mínimo você tem que ter uns 45 anos você tá bom hein você fez a conta aí 28 com 17 que eu acabei de falar agora eu fui eu não tenho muito o que fazer mais não fazer uma espera aí vem citando a modalidade é ter um quantos anos você tem 45 45 anos 45 anos então você começou cedo né com 17 anos já já vou querer saber sobre categoria de base como é que funciona no basquete em cadeira de rodas é alexandre falando um pouquinho sobre a sua vida um ano você teve poliomielite que é a paralisia infantil como é que foi a sua infância então eu morava no interior de são paulo é e lá eu tomei a vacina normal que é a primeira vacina com 6 meses de idade só que naquela época vacina não tinha eficaz e hoje né hoje ela tá erradicada no brasil praticamente 28 anos já né a paralisia infantil é apesar de que no ano passado é eu acho isso muito ruim é cinco milhões mais ou menos de crianças têm vacina da poliomielite no ano passado dentro do contexto geral é pouco mas é muita criança mais de cinco milhões né por um desatento e tem uma poliomielite hoje mas aí com seis meses eu tomei com 9 meses eu comecei a andar e minha mãe contava assim que o primeiro passinho que eu engatinhava quando eu levantei a primeira vez eu não parei mais eu sempre brinco com pessoal quando a gente vai palestrar que eu falo assim ó então como eu sabia que eu ia parar de andar eu aproveitei e andré médio dos três meses até um ano fui dormir andando gabriel nossa meu pai tinha a caminhão que lhe levava o pessoal de boia-fria para trabalhar na roça eu chegar lá em casa 9 horas ao menos eu esperava ele brincava corria para lá e para cá fui dormir andando acordei já no outro dia dezoito de novembro de 75 no dia do meu aniversário nossa já não andando mais é então tomei com seis meses andei dos novos até um ano aí com um aninho eu parei de andar e aí foi constatada paralisia infantil você falou nessa resposta que você dá a palestra o que que você aborda nas suas palestras qual que é o tema então é sobre qualidade de vida e motivacional né então a gente faz isso muito empresa é que daí é mais o lado motivacional para motivar os funcionários né e escola quando nós fizemos em escola colégio que a gente faz mais ela mais para o qualidade de vida para mostrar tanto também né até em presídio nós já fizemos né é que eu acho legal é para motivar eles também mas é mais nessa na qualidade de vida e motivação e é nossa infância você sempre respirou esporte com quantos anos você começou a praticar e quais foram os esportes então eu eu quando eu fui para o colégio eu sempre gostei né de esporte sempre amei o esporte tenho no sangue desde e aí quando eu fui para o colégio então lá eu comecei a praticar educação física e eu fazia junto com o pessoal andante normal praticava não na mesma qualidade né por ter uma deficiência ser um pouquinho mais difícil mas não deixei eu fazia vôlei eu fazia futebol eu jogava na linha eu jogava no gol disputei campeonatos pelo colégio é fazia o basquete né e handebol fazer todas as modalidades de educação física e e algum alguns momentos destacava mesmo sendo cadeirante uma situação um pouco mais é difícil né fisicamente do que uma pessoa andante eu ainda conseguia me diz tá as coisas e ali então eu conseguia ver que eu já tinha aptidão para isso para o esporte é então desde os sete anos quando eu iniciei no colégio já já fui para o esporte e aí um 12 anos foi o primeiro campeonato é escolar que eu disputei jogando no gol futebol de salão nós somos vice-campeões eu peguei um pênalti perdendo de 2 a 1 caramba tem nave eu dou uma força então bem legal e gosta de futebol até hoje eu gosto gosto mais prática ou não pode mais com os basear agora já não dá mais né quando a gente vai para chácara brilho em casa família final de semana alguma coisinha brinco lá um pouquinho senta no chão ali vai bater uma bolinha com a família mais de leve né porque hoje eu tenho que me reservar para não machucar né ainda mais com 45 eu falei isso não é mais dormindo né alexandre não dá mais para ficar muito fazendo muitas modalidades voltando para se faz como é que tá a sua família lhe dou você começou de esportes começou a se dar bem no futebol no handebol no vôlei eles ficaram com medo de falar meu deus ele pode se decepcionar não sei se isso é para ele ou eles tinha incentivar a não tem mais o que fazer esporte mesmo gabriela é muito boa sua sua pergunta a sua entrada de porque assim ó é em casa eu sempre tive a mesma educação de todos os irmãos nós somos insetos eu sou o caçula é seis hoje para ele tem uma irmã que a falecida é mas a minha educação em casa foi igual de todos e eu era bem levado sempre fui tal então assim eu sempre encontro que eu apanhei mais eu acho que eu apanhei mais do que os outros porque eu gostava muito de soltar pipa e brincar é mas a minha educação foi a mesma de todos os outros irmãos um tive diferença nenhuma diferença em casa era aqui se alcança alcance então daqui para baixo você faz tudo sozinho ninguém faz por você legal daqui para cima se alcança não então aqui nós fazer a gente te ajuda assim a certa independência então exatamente nunca tive esse negócio aí tadinha tá um pratinho de comida aqui porque ele tá aí na cadeira de rodas não consegue não não enquanto criança mãe cuida né ali até o céu qualquer outra né não qualquer um né depois quando você já tem um pouquinho de independência maior eu fui tendo essa independência e foi interessa mudança é eu sou hoje quem eu sou pela educação que eu tive então eu não fui colocado numa redoma de vidro ah não pode tadinho porque esse aí quando eu iniciei no esporte é sempre foi incentivado você tem que fazer o que você gosta você gosta gosta então vai fazer today fiz colégio técnico é trabalhei que não tive outras profissões é mas no esporte como na minha vida toda eu sempre fui incentivado quando que você conheceu o basquete e quando que começou a ficar um pouco mais sério bom então eu eu dia dez de outubro de 91 talvez era nem nascido ainda né mas era criança era mesmo quando eu não acho que já tá devolvendo a idade e tal e aí eu comecei a ideia de outubro de 91 eu tinha um amigo né tem um amigo até hoje que ele tinha iniciado na unicamp era um projeto de educação física adaptada que tinha lá na época e ele me me ligou alexandre tá tendo basquete em cadeira de rodas na unicamp eu falei como assim eu nunca vi aí ele falou é eu sempre gostei muito do basquete na minha época era mas com dior da chaquelonil e companhia limitada né e aí quando ele me falou eu falei eu vou ver eu vou visitar aí fui a primeira vez que eu sentei na cadeira foi amor à primeira vista é sentei na cadeira já comecei bater bola e para lá e para cá para ver como que era que funcionava e tá até hoje não saí mais 28 anos agora tá indo para 29 né agora em outubro mas é a minha iniciação foi com 17 anos e 91 tá com ciúmes então dessa segurando sua bola eu eu vou passar aí ó eu vou deixar com você com quem conhece né porque fica muito tempo aqui já vi que ele tava olhando aqui ele vai com a minha bola ali mas é bacana essa sua relação com a modalidade o basquete ele te ajudou a ter mais força mas equilíbrio concentração poder de raciocínio tem que o basquete mudou na sua vida a muda tudo né o esporte eu acho que ele muda primeiramente o emocional psicológico da pessoa te mostra horizontes coisas que às vezes a pessoa acha que que não pode que não consegue chegar é difícil muito difícil muito longe de mim que é impossível e não é eu o esporte ele faz bem para todos né e para nós ainda como a deficiência física que tem um pouco menos mobilidade o esporte ele faz com que a gente se movimente muito mais do que só tocar a minha simples cadeira no dia a dia né então o que é abdômen que mexe muito no esporte além de braço é o abdômen é onde ajuda muito a fazer o funcionamento da nossa parte é fisiológica né então é muito importante essa essa questão de do esporte para qualquer pessoa e para nós é fundamental o que que é o mais difícil na modalidade é e pode ser tudo pode ser acessibilidade pode ser arremesso de três pode ser treinamento que tão mais difícil para você parte física mais chata academia agora início de ano né que aí tá bom e vamos agora nenhum atleta gosta mas é necessário né é só treinamento que é só treinamento de parte física então são quatro horas por dia é uma hora e meia só de físico puxado e depois começa a entrar a partir tática e técnica né mas assim a questão de arremesso de três é um pouquinho mais difícil sim porque a gente não tem o salto né o jump para fazer o arremesso mais longo é mais como a gente treinar muito tempo eu já 28 anos então arremesso de três a gente consegue tá de boa já já tira por falar em educação física quando a gente estava dizendo categoria de base se início alguém que está se destacando na educação física 14 e 15 anos existe categoria de base no basquete cadeira de rodas ou se tá indo bem já vai para uma equipe profissional então é hoje hoje tem três equipes no brasil é com categoria de base inclusive nós hd camp somos um que é que tem a categoria de base nós temos crianças com de sete anos né a base nossa não é exatamente a idade é iniciação no esporte porque nós temos atletas de sete anos até 28 né que tá nesse início de base temos um atleta que é um senhor de 65 anos que aí que tá na base também ele jogou a muito tempo atrás mas hoje como ele está aqui não joga mais ele faz parte da equipe porque é uma é uma sociabilização também né então a gente acabar juntando tudo isso mas a a iniciação começa a nossa nós temos criança com 17 anos eu comecei um pouquinho tarde com 17 mas foi um início bom também a bacana é bom saber né que a partir dos sete anos então na hd camp já aceita as pessoas que querem participar alexandroni de um quadro aqui no nosso programa que é a pergunta por lene e aí e o basquete em cadeira de rodas ele tá correndo risco de sair dos jogos paralímpicos agora em tokyo 2020 até paris 2024 porque de acordo com a federação internacional ela tá aqui chorando algumas deficiências e alguns atletas pode ser que não estejam aptos queria que você explicasse essa situação e como você enxergar isso vamos fazer o seguinte rápido intervalo na volta tem essa resposta do alexandre cândido era que o basquete em cadeira de rodas vai ficar fora dos jogos paralímpicos em tokyo 2020 paris 2024 fez sucesso aqui no rio de janeiro viu foi a melhor campanha da história do basquete de cadeira de rodas masculino e feminino será que vai ficar fora agora essa resposta e muito mais tem do projeto da hd campo a gente vai falar mais sobre o basquete sobre as regras não saia daí ó e voltamos com o segundo bloco do programa mais esportes ou já estou entrevistando o alexandre cândido ele que é atleta de basquete cadeira de rodas da hd camp terminei o primeiro bloco com uma pergunta foi lá a matéria fiquei até assustado a reportagem porque o basquete em cadeira de rodas a federação internacional está contestando algumas deficiências que história é essa alexandre é então o existe uma classificação funcional que é do atleta né quanto mais dificuldade ele tem de volume de ação que é onde os classificadores eles faz esse esse diferencial de cada atleta para que todos possam jogar juntos é então quanto mais abdômen preservado mais movimento de tronco não conta do da cintura para baixo pra todo mundo sentado ali na rádio mas quanto mais movimento de tronco ele tem quanto mais movimento ele faz maior é a pontuação faz você pegar um lesado um por um acidente teve alguma coisa que ele tem todo o comprometimento não tem abdômen preservada ele perde o movimento então a classificação dele é ponto um tá então vai de meio e meio ponto até 4:30 então os que são menos comprometido fisicamente amputado de uma perna só aqui embaixo ela teve um problema no calcanhar ele pisa na ponta do dedo não tem um dedão que não consegue jogar no sport no basquete no nosso caso da modalidade convencional então ele pode jogar no basquete em cadeira ok e aí que que acontece é algumas classificações aqui do brasil não estão não está batendo com a classificação lá de fora tá então esse é um problema então eles estão tentando chegar num consenso para que seja igual a classificação funcional daqui como lado de fora imagina a você gabriel amanhã você tá mandando aí você chuta um buraco aí pede o dedão do pé ser e você pode jogar basquete em cadeira de rodas então a sua diferença com a minha fisicamente é muito grande está se sobressaindo um atleta do outro exatamente é mesmo que você entra na classificação quatro e meio que a classificação mais alta mesmo assim em cima dos que são que têm uma deficiência um pouco maior que chega nas classificação de quatro e meio por amputação de uma perna que ele pede um pouquinho do movimento do lado da computação você ainda tem um volume de ação maior que o dele então é mais ou menos isso que eles estão contestando e que tá não tá batendo como resolver essa situação se começar a criar então subdivisões atletas da 1 até 3 da 3 até a quatro que solução que você ver é eu eu particularmente eu acho que deveria aumentar meio ponto na classificação então se a nossa vai até 4:30 se isso não for se não conseguir chegar num consenso que os classificados os classificadores é nossos com os internacionais chegar nesse consenso eu acho que deveria aumentar meio ponto e aí esse aí sim esse jogador jogar com cinco pontos aí vai mexer um pouquinho lá categoria né mas eu acho que é uma das soluções aí para quem não conhece muito o basquete em cadeira de rodas a gente está falando de pontuações né então conforme as lesões um e-mail dois a formação de um time é esses números contam lá então eu tenho cinco atletas que tem quatro pontos e é isso chegaria a 20 existe uma pontuação limite olha só até 14 pontos só até 15 pontos boa muito bem lembrado são 14 pontos na quadra tá é quando no campeonato paulista pode jogar misto uma mulher uma menina pode jogar junto com masculino interesse aí a classificação aí de 14 pontos vai para 15 tá o atleta novo até 21 anos de idade que é o caso que nós temos um aqui que é um um atleta que tá jogando com a gente a classificação dele é três e meio ruan pablo escobar ele é chileno é só que ele mora na colômbia é que quer dizer desculpa aí é colombiana e mora no chile ok aí ele está jogando aqui com a gente por ele menos de 21 anos ele pode jogar com um ponto a mais então no nosso caso de 14 a gente pode jogar com 15 mas é até 14 pontos tão técnico tem que fazer a substituição não dá para tirar 1.4 é e colocar um parlamento esse jogo já tá com 14 então tem que ter toda essa estratégia na hora às vezes por causa de um jogador que não tá bem tem que trocar dois por causa disso mas é até 14 pontos foi muito muito boa sua colocação e como é que o árbitro sabe essas pontuações onde está escrito onde que ele ver a pontuação de cada atleta então na na mesa é e os mesários né então tem um mesário ali que ele só está ali para isso então as carteirinhas cada atleta tem uma carteirinha marcando a classificação funcional dele e na hora então ele fica aí vamos parar vai trocar alexandre um e-mail mas eu tô em substituição ele vai ver se vai bater quantos pontos na quadra 14 vai tirar um e-mail então o pai esse esse dois não pode entrar e entrar e o árbitro não souber aí uma falta técnica quem te dá a pontuação quem fala que você é 3 a 2 pontos é só um classificadores funcionais né é são professores de educação física são fisioterapeutas então tem uma banca e ali ele quando está jogando eles vão primeiro vai ser tô ali senta aqui na cadeira faz alguns movimentos vai lá eles vão olhar e depois jogando aí eles vão ver qual é o seu volume que tem de tronco e ali é mais ou menos aqui parado a ele é dois mas depois pode baixar para e pode subir para dois e meio não se fica mais ou menos um ano quem é rica em revisão e aí depois de um ano aí ela é e aí a classificação quando ela internacional quem vai jogar fora quando joga o internacional aí já é feito uma outra classificação lá fora que aí não pode ser mexida mais aqui no brasil entendi você é que classifica um e-mail um e-mail alexandre agora vou pedir ajuda também do nosso cinegrafista do leandro velasco porque eu tô vendo ali uma outra cadeira de roda é então é diferente essa que você tá daquela a licença aí a cadeira é essa que eu tô a cadeira de rua do dia a dia né uma cadeira é convencional ela é feita sob medida também para dar né o mais agilidade para nós mas ela é totalmente diferente da minha cadeira de da modalidade do pode trazer ela então para cuidado cuida dela e aí parece aqui é o ciúmes essa bola que ele tem um ciúmes dela bom então essa cadeira que você está pegando é a cadeira de jogo isso é a cadeira de jogo quais são as diferenças dessa cadeira convencional que você tá para essa que você participar das partidas ó pra em para iniciar eu vou falar sobre a cambagem que essa abertura na roda né a roda mais aberta eu vou até virar aqui ó para ver a diferença das duas né que a minha mais reta e essa é mais aberta para que essa cambagem que tem na cadeira é para dar estabilidade para cadeira dar o giro rápido sem tombar para o lado bem às vezes até acontece mas é muito difícil dela tão bad aí dela tombar às vezes acontece eu já vi jogo o que do outro você já viu eu já vi acontecer isso aí tem que pedir autorização para poder alguém ajudar o atleta quando o atleta não consegue só até a pontuação de um e-mail dependendo do um e-mail o sam era dois mas eu tive um problema no braço que eu não consigo mais ter um giro total né da abertura então eu perco um pouco da alavanca por isso que a minha classificação baixou para um e-mail lá mas o atleta de de 1,5 é mais difícil por ter a mobilidade do tronco dele cair subir sozinho voltar na cadeira então aí o hábito para o jogo aí chama ela entra um ajuda e coloca de dois para cima e eu eu consigo meu foi só por causa do braço mesmo tá eu caio eu viro já volto de novo a levando a brincadeira quem não consegue eles autorizar entrar quem quem consegue sozinha não aí já não tem você tem que virar e voltar as diferenças estão a roda a cambagem essa é a essas rodinhas atrás ela é chamada de anti-tip né que é para na hora da gente fazer o arremesso é então o cara tá marcando muito em cima de mim aqui ó vamos supor que aí eu vou fazer o arremesso aqui ele tá bem aqui em cima não consigo com essa rodinha e esse aqui ó tá vendo essa casa ó essa cadeira já não dá não tem então tem esse apoio então vem aqui em jogo o corpo lá trás apoio nela saiu da marcação para fazer o arremesso entendia para você se desvencilhar da marcação para você conseguir para trás e fazer o arremesso lateral você andando né não convencional você dá o salto para trás e faz arremesso tá esse é o salto do bandeirantes o cadeirante usar também legal é o 5 né as diferenças dos sinto as catracas no pé os dois em cima que é um pega na pelve e outro no joelho para travar na cadeira quanto mais preso o atleta tá na cadeira mais movimento ele tem com ela porque a cadeira nossas pernas tá então você faz o seu movimento com as suas pernas normal a gente mesmo tocando no braço mas se eu nessa cadeira que eu tô sou eu faço isso é mais difícil da cadeira andar junto comigo sim né porque eu tô solto agora aqui eu qualquer movimento tinho que eu faço eu tiro um eu a tinta no atleta só no corpo sem precisar colocar a mão na e pode isso você pode sair da cadeira ou não da cadeira não então por isso que é preso o os pivos né que são os que jogam mais alto é antigamente quando jogava soltos sem isso aqui é algo 20 anos 25 anos atrás que não tinha esse cintos é o atleta chegava levantado da cadeira falta técnica então você não pode tirar o seu contato do corpo com a cadeira e todo mundo joga com cintura ou do mundo joga com cinto ok 25 três quatro cinco depende do que a pessoa precisa né então essa é uma outra característica diferença da cadeira essa barbatana aqui é para proteger porque ó como a minha não tem então se a roda vem aqui ela entra aqui trava numa cadeira na outra ele pode até machucar chuca é um capote então essa barbatana ela já é exatamente para o contato de não entrar né e aqui e a outra proteção é aqui o meu pé tá para fora né do da da cadeira sindi vem um contato de frente já era meu pé aqui não aqui o meu pé vai lá dentro ele ficar ele ó nem preso travadinho meu joelho tá aqui dentro então isso aqui protege o joelho também no caso de um tombo caí de frente é ela é toda feita sobre medida a minha cadeira dificilmente vai servir para o outro atleta legal tanto por medidas físicas quanto pela estabilidade de tronco tá né então vem atleta que senta mais fundo quando é lesado medular o joelho dele tem que ficar mais alto para travar o quadril dele na cadeira ok e aí vai aumentando a pontuação ela vai fazendo isso isso isso até ela chegar ficar até mais alto o acento aqui do que o e do atleta mesmo é aqui são as proteções laterais para o corpo não pegar na roda né porque é uma bola aqui é mais baixo para poder ter se essa alavanca e as medidas aí a rodinha de gel né que ela é mais rápida de guarda em patins é a roda ela é uma onda essa roda é uma roda especial de fibra de carbono que ela é mais leve esses raios aqui se tirar ele daqui sem rola no dedo é diferente desse raio meu que é de inox né que é da cadeira de rua e essa essa roda ela é mais ou menos aí 300 a 400 gramas mais leve do que essa daqui ela tem mais desempenho e mais leve no pegar também essa cadeira você tem que comprar com o seu bolso ela é do clube como é que isso funciona é a cadeira aqui ela é do clube quando o clube não tem condições de comprar a cadeira para o atleta e ele tem que ter a cadeira dele próprio tem alguns que mesmo tendo condições que até dele para ficar com ele só que normalmente por causa de pancada entortar cada dois anos tem que trocar de cadeira né nossa bastante então tanto contar que eu tô vendo que ela tem umas proteções uns reforços aqui porque muito em breve muito o contato muito contato físico porque no no basquete convencional você pode segurar o empurro atleta segura no adaptado né no no paradesporto não pode ter o contato físico é só contato de cabelo o tempo inteiro se eu colocar a mão no atleta é falta minha entendi então é só contato de cadeira o tempo inteiro então ela tem que ser bem reforçada mesmo você falou do atleta do pivô que no passado ele levantava para poder fazer a sexta tá é muito a trapaça hoje no basquete cadeira de rodas vamos fazer o seguinte rápido do intervalo na volta tem essa resposta do alexandre cândido para que eles dão um jeitinho ali aqui põe a mão na cadeira do outro será que dá para passar ali encostar alguma coisa para prejudicar durante o jogo ele vai contar para a gente já já a gente vai falar sobre os torneios campeonato paulista campeonato brasileiro de basquete em cadeira de rodas tem muitos assuntos não sai daí não e aí e voltamos com o terceiro bloco do programa mais esportes nós estamos aqui no clube cultura por isso que você tá escutando alguns animais têm uma música ambiente que nós estamos no clube aqui numa quadra de basquete terminei o segundo bloco uma pergunta me chamou atenção com essa flor não que antigamente o pivô ele levantava para poder fazer a sexta e hoje em dia tem uma travar só um jeitinho algumas algumas coisas que vocês fazem arbitragem às vezes deixa passar às vezes é nem que deixa passar nem ver gabriel porque assim é geralmente os pivôs né o alguns andam né tem uma anda com um pouco de dificuldade outros é uma amputação e como o pedal dela da cadeira né o apoio de pele fica muito próximo do chão eles tiram o pé e dá uma olhadinha no chão para poder dar uma freadinha na cadeira sem o árbitro vê é uma seguradinha na roda se sair antes dele que você ganhar uma então tem algumas algumas coisinhas assim que acontece mas se o árbitro ver aí é falta é falta é falso não pode ter nenhum contato e se você vê fala para ela que ele fez tal coisa o árbitro não viu segue o jogo ou tem a polêmica do vai tem vídeo para parar como é que funciona é o vídeo ainda não tem é interessante não tem ainda mas é muito interessante vai do bom senso né de falar para o árbitro ele ele acreditar porque não é conhece já tá no meio há bastante tempo principalmente quem tem bastante tempo de carreira né então ele vai ficar de olho então se ou ele já sabe que aquele atleta faz aquilo aí eu vou e falo de novo então ele vai ficar de olho se ele pegou o pé no chão falta a deu uma seguradinha falta às vezes vai sair um do lado do outro e e na hora do tocar cadê ele como toca aqui deixa o cotovelo para bater no controle o cara solta o braço dele sair da cadeira você ganha vontade de sair na frente historicamente é falta porque houve o contato de um braço isso não pode não pode no basquete convencional pode ter o contato físico é de segurar empurrasse tira no no paradesporto no no esporte adaptado não tem contato físico nenhuma só o contato de cadeira são quantos árbitros três assim como não convencional igual não convencional é tempo de jogo e a tabela altura da tabela todas as dimensões são iguais ou convencional ou não sim a 3,5 de altura é a linha de três pontos a mesma coisa o tamanho da quadra não muda em nada a quadra é a mesma coisa para né e o que muda é isso que eu te falei que não pode ter o contato físico e no esporte no basquete convencional o atleta bateu bola e parou ele já não pode sair e o ele passa o ele arremessa né então ele com uma perna de apoio ele mexe para lá e para cá e no para nós bola no colo dois toques na cadeira isso não olha a data do condicionado convencional se eu der três toques botei aqui se eu fiz um dois e vou sair de novo galera falta três toques agora sim eu posso de novo botar no colo dois toques na cadeira bater e fazer a mesma coisa muito difícil mas quando tá indo para bandeja perdendo um pouquinho da velocidade acaba fazendo isso mas do restante é tudo tudo igual quantos torneios nós temos no basquete cadeira de rodas olha hoje no hoje nós escutamos dois que é o campeonato paulista que ele é mais extenso ele vai agora de abril até novembro a para começar então agora em abril e vai até o fim do ano praticamente até o fim do ano é turno e returno joga um jogo em casa e um fora quantas equipes tem na primeira divisão oito equipes e nascer e aí depois do campeonato brasileiro ele já tem três divisões com 12 equipes cada divisão e mais a divisão de acesso só que ele é feito como fosse um torneio é em uma cidade normalmente agora por causa de custo né que a vai jogar no pará vai jogar no rio vai jogar dá um custo é muito alto ele é feito já tem três anos no ct paraolímpico em são paulo não sei se você conhece lá fui maravilhoso lá uma estrutura fantástica então e agora até o ano passado nós caminho terceiro lá no brasileiro primeira divisão bacana é já cheguei disputa quatro campeonatos em um ano né quatro temporadas um ano mas hoje em dia são duas estão querendo colocar mais uma mas até agora por enquanto são duas temporadas como é que você analisa esse calendário tem jogo todo fim de semana tem jogo meio de semana só que deveria ter mais times mais tu do jeito que tá tá bom não é mas nem todo final de semana joga às vezes joga um joga no outro eu acho que deveria ter mais equipes incentivados é para ter mais jogos é lá fora jogam às vezes um jogo na no meio da semana mais o final de semana se não tem na semana pelo menos tem no final de semana esse em qual país por exemplo a na itália na espanha então tem bastante tem um campeonato muito bons lá e deveriam ter mais equipes para ter mais jogos é eu acho que ainda é pouco eu acho que ainda tem poucos jovens hoje você consegue se sustentar só com o basquete em cadeira de rodas sim hoje é o jogo profissionalmente desde 2012 até então eu era como um hobby né joguei bastante tempo como hobby e de 2012 para cá e já o profissionalmente e como é que foi essa mudança de 2012 para cá é com lei de incentivo e é com bolsa atleta bolsa pode o como é que de que forma que o governo dá um suporte para vocês é muito bom você falar sobre isso é importante porque a lei de incentivo é fundamental no esporte paraolímpico principalmente é beijo 2012 aqui nós temos a lei de incentivo aqui na hd camp e foi quando nós conseguimos estruturar mesmo a equipe e tornar essa equipe profissional a lei de incentivo ela é para quê para pagar os profissionais que trabalham né professores educadores é transporte alimentação material esportivo o atleta não pode receber mas aí tem a bolsa atleta que muito bem comentado também nós recebemos a bolsa atleta e aí nós temos empresas é que são parceiras nossa que registra o atleta para ele trabalhar então em vez de ele ir trabalhar na empresa ele trabalha prestando um serviço na hd camp então são pa os parceiros da equipe é aonde conseguiu profissionalizar os atletas ele consegue ficar furto ainda então na sua atividade segue-se ficar no basquete tentar através de isso todas as equipes são assim as noites da primeira divisão não não que tem profissional mesmo assim funcionalizada mesmo na primeira divisão nossa do do estado de são paulo são três equipes uma diferença grande então dá três para as outras cinco da primeira divisão e sim quais são as principais equipes no basquete cadeira de rodas nós né puxar a sardinha pro lado loja primeiro né aí tem o médico e rende que add em são paulo e tem o cade que é de são josé do rio preto são aí esse é o é a briga entre nós às três aqui sempre fica entre vocês três o título tanto no campeonato paulista quanto no campeonato brasileiro também quando vai para o brasileiro é as três primeiras equipes são as mesmas do estado de são paulo há uma rivalidade isso ou vocês são todos amigos somos amigos fora de quadra agora que o juiz apita subiu a bola é o brinco sempre né que quando entra dentro da das quatro linhas esquece a criança e vai os homens ali agora né mas é tem a rivalidade sim igual tem guarani ponte preta em campinas igual tem corinthians e e palmeiras são paulo né goldstate então tem a rivalidade mas isso é só dentro de quadra saiu faz de quase todo mundo amigo todo mundo se respeita respeita dentro de quadra também porque profissional né mas tem a rivalidade sim então as três equipes aí brigando o tempo todo pelo pódio aí isso é bacana você já conquistou o campeonato paulista e campeonato brasileiro como é que essa sensação olha é indescritível assim se eu te falar que o primeiro título que eu tive foi mais gostoso do que o último é difícil de falar porque cada é uma emoção cada cada título é um significado né hum você chorou mais o outro você riu mais um você esperou mais o outro você trabalhou mais por aquilo então cada título é um gosto diferente mas eu tive alguns títulos na minha carreira né é tanto paulista como o brasileiro mas é indescritível é difícil de de falar emocionalmente o que significa um título é só ali naquele momento tem título que você chora tem tido um ser rir mais do que tá é difícil do momento da sua vida também aqui também influencia na perfeito perfeito ou alexandre o treinador do basquete cadeira de rodas ele tem que ter alguma deficiência também ou não precisa ser pode ser um andante porque daí pode ser que ele entenda mais como é que funciona o treinador não não precisa ser cadeirante inclusive o nosso nosso professor né ele não é cadeirante nem ele nem o auxiliar é e tem professores tem técnicos que são cadeirantes é tanto na seleção quanto tempo em clubes é a diferença é assim o cara se especializou ele não ele é andante mas ele se especializou então ele conhece muito para ele estar ali que é o caso do nosso professor do mauro e do alessandro só que quando ele é cadeirante ele conhece mais de um movimento porque ele já vivem se aquilo mas isso vai do conhecimento e da experiência do técnico é questão de treinamento quantas vezes na semana quatro vezes na semana 4 horas por dia bastante bastante das 17 às 21 segunda e terça quinta e sexta quarta a folga alguns pais é academia no dia de folga a gente faz alguma coisa faz academia por fora também na semana faz um pouco de parte física aeróbica no na quadra a quatro vezes na semana 4 horas por dia jogando final de semana e paralelamente ao basquete você tem uma outra profissão você ocupa o seu tempo com alguma outra atividade sim eu eu além de atleta eu sou diretor também no clube né então eu tenho o trabalho na parte da diretoria e eu também tenho uma confeitaria então eu tenho dedico meu tempo também na na confeitaria né então eu faço a parte burocrática né cuido da compra venda e a minha esposa que faz todos os doces e bolo as coisas mas eu tenho essa outra profissão também um dia bem bacana velho e existe um tempo para você tá com 48 45 anos sim existe um tempo olha posso jogar até os 50 anos e falou que você tem um atleta de 65 anos como é que você pensa aposentadoria algo que tá perto ou está longe não tá querendo me aposentar não né longe de mim hoje também eu fiz essa pergunta você já tem uma outra atividade você já e eu tô vendo que você já está traçando aí o seu fury things in é o é legal que no esporte paraolímpico o atleta consegue jogar muito mais tempo do que não convencional normalmente aí o basquete que nem é o clube se aposentou aí 41 anos e vai mais ou menos até essa faixa dos 40 38/37 né no esporte paraolímpico nós temos um atleta nosso né que joga com a gente tá com 49 anos hoje que é o pipoca tem que passou aqui claro as fotos que e ele tá com 49 tá jogando ainda e acho que não para tão cedo não viu tá bem tá bem tá bem fisicamente então assim eu enquanto eu consegui produzir em alto rendimento igual eu produzo hoje eu continuo quando o rendimento caí por causa de questão física tal não querendo mais aqui eu aposento aí uma favela a lei infelizmente o cinegrafista já fez esse sinal para mim então mandou quero nós não temos mais tempo queria agradecer muito por você ter aceito o convite para esta entrevista foi uma verdadeira aula foi muito bacana desejo muita sorte aos atletas também da the camp e até uma próxima oportunidade obrigado gabriel obrigado pela oportunidade também está aqui mostrando um pouquinho mais da nossa tá querendo ir embora um pouquinho mais da nossa modalidade né e falar para vocês como que é o nosso trabalho no dia a dia e muito obrigado mesmo pode contar com a gente quando precisar tamo junto pode ter certeza que a gente volta a se falar programa mais esportes fica por aqui prometendo voltar na próxima segunda-feira sempre as 11 horas da manhã até lá né [Música] e aí e aí
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