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Oi, oi, oi, bom dia, boa tarde, boa noite e também uma boa madrugada para você que já está aí no clima olímpico do Japão. Pois é, hoje começaram oficialmente os Jogos Olímpicos de Tóquio, uma grande festa esportiva e cultural também. Por que não? Quem aí assistiu a cerimônia de abertura, né? Afinal de contas, quando muita gente se reúne de diversos lugares, vira uma grande festa, né? Ai, que saudades de fazer uma festa. Mas se ainda não é possível fazer uma festança daquelas, pelo menos dá pra curtir o fim de semana por aqui, em segurança, com a família, né? É pra isso que eu trago as dicas de lazer e entretenimento pra você. Então, bora começar, né? Roda a vinheta aí. A gente sempre começa com as notícias, né? Aproveitando o início da Olimpíada de Tóquio, o Parque Dom Pedro Shopping montou uma arena de esportes para a criançada brincar com a temática do desenho animado Os Chocolites. Ao todo, oito modalidades esportivas estão representadas no espaço montado lá na Praça de Eventos Alameda. E a criadora do desenho, os Chocolics, deixou um recadinho para a criançada. Olha só! Oi, sou a Jaqueline Schorr, criadora do desenho infantil, os Chocolics. Estamos aqui no Parque Dom Pedro Shopping, esperando todos nessa arena esportiva maravilhosa para as crianças brincarem, se divertirem e conhecerem as personagens do Xucolix, alegres, divertidas e únicas. Vamos estar até o dia 8 de agosto, um evento grátis para a família toda. Então fica a dica aí para todo mundo que está de olho nas Olimpíadas, é gratuito, hein? Hoje e amanhã o Espaço Cultural Maria Monteiro, na Vila Padre Anchieta, em Campinas, abre as portas para a galera conferir a apresentação, gestos, um espetáculo de pantomima destinado ao público adulto e infantil. Pantomima é a representação de uma história por meio de gestos, expressões faciais e movimentos diversos. O ator Silvio Leme é o responsável por montar esse jogo teatral bastante interessante. São 40 ingressos disponíveis que serão entregues com 30 minutos de antecedência lá no Espaço Cultural Maria Monteiro, que fica na rua Dom Gilberto Pereira Lopes, sem número, na Vila Padre Anchieta. Então, hoje e amanhã, às três da tarde, com entrada gratuita. E o Teatro Oficina do Estudante recebe mais uma vez nesta sexta-feira o humorista Afonso Padilha com seu show solo a partir das oito da noite. E aí você de Campinas, tudo bem? Aqui quem tá falando é o Afonso Padilha, eu tô aqui pra te convidar pra sessão extra do meu show Sexta-feira agora no Teatro Iguatemi Está acabando a temporada E a gente resolveu abrir sessão extra Pois a bateria é muito legal Se você é de Campinas ou região Encosta no meu show Sexta-feira agora no Teatro Oficina do Estudante Do Shopping Iguatemi Bora Campinas, vamos! No sábado, também às 8 da noite É a vez do grupo Em Pé na Rede Formado por Murilo Couto, Victor Camerro Rominho Braga e Osmar Campbel E no domingo, Di Lopes apresenta Eu Poderia Ter Ficado Quieto, a partir das sete horas da noite. O teatro está funcionando com capacidade reduzida e respeitando os protocolos sanitários. Os ingressos estão à venda nesse site que está aí na tela, ingressodigital.com, e a programação completa, inclusive das próximas semanas, você confere no site teatrooficinadoestudante.com.br. Muito bem, chegou a hora do nosso bate-papo semanal, você aí de casa está acostumado, né? Toda semana a gente traz um convidado aqui ligado ao mundo das artes e da cultura e dessa vez eu já estou aqui conectado com o Bará, ele que é baterista da banda Charcot-Marie. É uma banda de rock aqui de Campinas e que tem esse nome curioso por uma situação curiosa, né? Três dos integrantes são médicos com especialização em neurologia e essa banda é uma homenagem aos pais da neurologia. Essa é a ideia do nome, né, Bará? Tudo bem? Obrigado aí pela presença. Exatamente, Rubens. Boa tarde aí, boa tarde a todo mundo que está assistindo. A banda foi fundada em 2018 por três neurologistas, né, então na fundação eles optaram por esse nome de Charcot e Marie, que, na verdade, são dois ícones, duas entidades que, ao longo da história, estiveram na fundação da especialidade de Neurologia dentro da Medicina. Então, como uma forma de homenagem aos grandes mestres da Neurologia, a gente escolheu esse nome, Charcot-Marie. Muito bem. Então, apresenta todo mundo da banda. Você é o baterista, é o Bará. Quem mais faz parte? Isso, eu sou baterista, sou o Bará. A gente tem nos vocais o Del, que é o Daniel Oliveira. A gente tem no baixo o Baldi, que é o João Flávio. E temos na guitarra o Rocha, que é o Vitor Rocha. E você é o Francisco Praxedes, que é o Barato. É mais fácil de falar nos apelidos. Aliás, essa é uma curiosidade também, a questão da rotina dos médicos. Até hoje você está representando aqui a banda na entrevista por causa dessa dificuldade, todo mundo atuando como médico, nem sempre está disponível para fazer uma entrevista. Como é que é essa questão da rotina do médico, que já não é fácil, também com a rotina dos músicos, que também é uma coisa totalmente diferente da rotina das pessoas comuns, vamos dizer assim. E aí, na hora de juntar para poder fazer um ensaio, uma gravação... É, não vou mentir, assim, é um desafio, né, a gente tem que se organizar bastante, exige bastante dedicação, bastante foco para manter as duas áreas que a gente gosta muito, trabalhando num ritmo constante de produção e sempre de melhoria, né. Ao longo da formação da banda, como a gente começou com uma banda mais como um hobby No começo era mais tranquila a nossa rotina em relação à música E conforme a banda foi ganhando corpo, a gente foi ganhando outras responsabilidades Ensaios, gravações, entrevistas A gente foi crescendo e a gente foi adequando isso junto com a rotina como médico Na parte médica a gente dá plantão, a gente atende em consultórios Então eu diria que a gente é um desafio Mas a gente consegue se organizar bem Para manter as duas áreas funcionando Com excelência É o que a gente busca É lógico, e você estava me dizendo Agora há pouco que a banda foi formada Em 2018 E de lá para cá Vocês estão aparecendo cada vez mais No cenário musical campineiro É claro que teve essa pandemia Que atrapalhou um pouco Mas mesmo assim, o trabalho desenvolvido até nas redes sociais, inclusive com as gravações e tal, foi dando esse corpo a mais para a banda, como você estava dizendo. E esse ano acho que chamou muito a atenção a gravação dos clipes, são dois clipes que vocês lançaram esse ano, o primeiro de Wuhan e o segundo A Queda. Ambos têm a ver também com esse lado da medicina. É, as duas músicas, Deu Rã e A Queda, digamos que sim, principalmente A Queda, ela é uma música que tem uma temática muito voltada para a síndrome de burnout, né, que é uma síndrome relacionada à estafa por conta do trabalho, né, aquela exaustão física e mental por conta da nossa rotina, que muitas vezes a gente acaba entrando e se perde, né, em meio à cobrança por conta de trabalho e tal. então é um termo médico a síndrome de burnout, é um diagnóstico médico que a gente resolveu nesse nosso último lançamento da queda, trazer e retratar de forma artística esse termo que é tão importante tão atual pra gente hoje, no estilo de vida que a gente leva e deu o ranking foi o nosso primeiro clipe é uma música voltada a reflexões acerca da pandemia em termos mais abrangentes numa visão mais social e política, mas também médica, em relação à saúde pública. Então, são duas músicas que têm temáticas, digamos assim, fortes e relacionadas diretamente com a nossa área de atuação profissional, que é a medicina. E, aliás, uma das ações bem legais que a banda Charcot-Marie fez, inclusive no ano passado, logo que saiu a questão da pandemia, que aconteceu tudo isso, todo mundo ficou preso em casa, começaram as lives e a Charcomarri fez uma live beneficente junto também com uma outra banda aqui de Campinas, a Folksons e vocês arrecadaram uns 12 mil reais mais ou menos que foi doado para o HC da Unicamp também tem essa mistura da arte com a medicina também por esse lado né sim, sim, esse evento foi muito preenchedor pra gente porque foi uma forma que a gente conseguiu arrecadar, foi cerca de 12 mil reais mesmo que a gente arrecadou com essa live e o dinheiro foi integralmente doado pro Hospital de Clínicas da Unicamp que é a faculdade onde eu e o Baldi estudamos e onde o Daniel fez a residência de Neurologia então e o evento foi demais, a gente teve a oportunidade de fazer uma live foi lá no Alma Colibri, que são grandes parceiros nossos e foi um evento assim em vários aspectos foi muito bom, tanto pela arrecadação do dinheiro, da gente retribuir pro HC, tudo que eles agregaram na nossa história, na nossa formação, e foi também uma oportunidade pra gente ganhar visibilidade, né, no meio da pandemia, fazer um show que a gente não tava conseguindo fazer, então foi com certeza um evento que a gente guarda muito no coração, assim, né. Legal, e você tava me dizendo a respeito dessa música A Queda, né, da relação da síndrome de burnout, que é uma situação psíquica, né, Que a pessoa sofre por causa dessa estafa do trabalho, né? De trabalhar cada vez mais. Essa mistura de também ficar em home office foi uma coisa que vocês tiveram que se adaptar também, né? Pelo menos em relação à banda. Isso aí também traz um pouco de mudança no jeito de trabalhar? Com certeza. Para a gente como banda trouxe várias mudanças, tanto para o lado bom quanto para o lado ruim, né? A pandemia fechou muitas portas para a gente em termos de fazer shows, em termos de estar em contato com o público, que é sempre uma parte muito positiva do nosso trabalho como músico, mas também a gente tentou tirar frutos dessa situação adversa, então a gente voltou muito mais para o lado virtual, a gente fortaleceu nossa interação nas redes sociais com o público, A gente está sempre tentando gerar conteúdo no Instagram e em outras redes sociais. A própria produção dos clipes também foi pensando nisso. Então, assim, enquanto a gente não estava se dedicando para show ao vivo, a gente começou a se dedicar para composições, gravações e produção de conteúdo em geral para manter a interação com o público e com a sociedade, né? É, todo mundo teve que se adaptar, inclusive os músicos. E para a gente conferir um trechinho agora desse clipe A Queda, Vou até fazer o convite aqui para o Bará Vamos acompanhar um trechinho, pode ser? O que você acha? Vamos lá, com todo prazer, espero que vocês gostem Vamos lá, vamos ver a queda de Charcot-Marie Uma pausa na conversa para a gente falar de literatura. Você sabe que aqui no Cultura Total a literatura faz parte da nossa programação, né? Ler é bom demais e isso não seria possível sem os autores E neste domingo o Brasil comemora o Dia Nacional do Escritor Que alegria poder fazer esse reconhecimento a todos os escritores do país Que tanto batalham para colocar em prática muitas vezes um sonho de infância São eles que nos transportam para outras dimensões através da leitura Ou nos relatam acontecimentos históricos Ou ainda dão mais leveza para as nossas vidas por meio de poesias E tem aqueles que também dão um choque de realidade na gente, né? Ou de ficção, quem sabe trazendo uma história bacana E a gente convidou o escritor e publicitário Jefferson Sarmento Que está lançando o livro A Casa das Cem Janelas Para fazer um relato sobre a vida do escritor Olha só o que ele falou Oi pessoal do programa Cultura Total Eu sou o Jefferson Sarmento, publicitário e escritor, e hoje eu tô aqui justamente pra falar um pouquinho sobre como é ser escritor. Isso eu fiz porque eu considero um dos mais divertidos e mais prazerosos que a humanidade já inventou. Essa coisa de você criar histórias e desenvolver personagens a ponto de as relações entre eles, da evolução dessa história, acabar sendo importante pra outras pessoas que estavam alheias, externas a essa história. E aqui eu estou falando dos leitores ou espectadores de uma novela, de um filme, de um seriado de televisão. Essa coisa de você criar mundos, criar coisas que não existem, às vezes baseados na realidade ou puramente na ferramenta mais importante de um criador de histórias, que é a imaginação, a ferramenta mais poderosa de todas as que um escritor pode utilizar. fazer com que as outras pessoas que estão aqui no nosso mundo cotidiano, no nosso mundo real se importem com esse mundo em que, por exemplo, alienígenas podem estar invadindo a Terra como no H.G. Wells, como na Guerra dos Mundos do H.G. Wells ou em histórias mais pé no chão, histórias mais realísticas que utilizam o nosso cotidiano, que utilizam a nossa realidade para contar novas histórias ou utilizam o nosso passado para desenvolver outras histórias completamente diferentes, como eu fiz no meu novo livro, A Casa das Cem Janelas. A Casa das Cem Janelas utiliza o nosso passado escravocrata para poder contar uma nova história, contar uma história de suspense sobrenatural. Dessas que é melhor você não ler à noite ou sozinho em casa não, porque você vai acabar ouvindo barulhos ou talvez A Casa das Cem Janelas chamando por você. Eu deixo aqui o meu grande abraço para vocês e o meu convite para vocês conhecerem a história de A Casa das Cem Janelas. Muito bom, hein? O livro do Jefferson Sarmento, A Casa das Cem Janelas, da editora Tramatura, está disponível no site da Amazon, amazon.com.br e também nas principais livrarias do país. Parabéns, então, a todos os escritores brasileiros pelo dia. Muito bem, a gente está aqui conversando com o Bará, que é baterista da banda Charcot-Marie E a gente estava conversando e acabamos vendo um trechinho do clipe A Queda Que foi lançado agora no final de junho E é mais uma vez uma parceria com o André Gongra Que tem feito clipes de algumas bandas aqui da região de Campinas e está muito legal esse trabalho também, inclusive das bandas, de uma maneira geral, investindo pesado, vamos dizer assim, na produção audiovisual, nos clipes. O que significa essa parceria aí com o André Gongra e para vocês também ter essa participação audiovisual nas suas músicas? Bom, a parceria com o André é uma parceria que atualmente passou do nível profissional. Hoje ele é um grande parceiro nosso, um amigo pessoal mesmo da banda, e a gente gravou o primeiro clipe com ele esse ano, que foi o clipe de The Wuhan, pela empresa dele que é a Fuse Filmes. Foi o primeiro clipe que ele estava gravando, trabalhando com bandas, e também era o primeiro clipe que a gente estava trabalhando, realizando mesmo, trazendo à tona esse clipe. Então foi um trabalho assim, a gente não sabia muito o que esperar A gente tinha os recursos limitados E acabou dando um resultado muito legal A gente ficou muito satisfeito E aí depois nós voltamos agora pro clipe de A Queda Que foi o segundo clipe nosso Em parceria com o André E também, da mesma forma, a gente teve que se desdobrar Muitas vezes a gente tinha limitações Ali na hora da gravação Mas assim Toda a sinergia criativa Ali do grupo contribuiu pra isso E a relação com o André também É algo fenomenal, com certeza é algo que contribui muito para a gente produzir os clipes no nível que a gente tem feito com ele. Ele é um grande artista, um grande diretor e estamos muito juntos aí, o Fuzzy Filmes e o André Gongra. Quem sabe novas parcerias mais para frente. Falando a respeito da identidade musical da Charcot-Marie, tem uma coisa que me chamou a atenção, é a questão do baixo, a participação sonora do baixo é bem marcante nas músicas de vocês. Isso aí puxa um pouco mais para aquele lado do rock californiano, talvez o Red Hot Chili Peppers seja uma das bandas que inspiram vocês. Queria saber a respeito disso aí, quais são as inspirações para vocês produzirem essas músicas autorais na questão musical também. Com certeza o Red Hot Chili Peppers é um dos pilares de influência musical para a banda, até porque antes da gente começar a trabalhar com músicas autorais, a gente fazia shows, tributos voltados ao Red Hot, então a gente conhece muitos shows deles, conhece muitos álbuns, o nosso set list era praticamente todo voltado para o Red Hot. E a gente, no processo agora de produção autoral, a gente está buscando a nossa linguagem, a nossa expressão musical, e com certeza a pegada de rock, a pegada do groove, do funk, do head rock, a gente está trazendo à tona também na nossa linguagem, que é algo que a gente se identifica muito e é algo que a gente acredita que o público goste também, né? Então, como você mesmo observou, o baixo tem uma importância muito grande dentro da banda, né? Com os grooves, as levadas, ele que dá o peso, dá aquele ritmo dançante, então com certeza é um pilar muito forte aí. Mas a gente também tem influências de outros estilos, outros artistas, né? A gente tenta buscar influências do hip hop, a gente tenta buscar influências, às vezes, até um pouquinho de um rock mais pesado, do metal. A ideia é fazer uma mescla de todas essas influências, de todos esses estilos e surgir com uma identidade sonora que seja característica nossa mesmo, né? Esse é o objetivo. Muito legal. E o som é muito bom, os clipes são muito legais. Quais são os desafios da Charcot-Marie para estourar de vez nacionalmente? Bom, os desafios de rique são muitos, ao longo da estrada a gente vai encontrando cada vez mais desafios, mas o nosso próximo passo agora que a gente quer atingir, assim que a gente tiver condições aqui no país para retornar aos festivais, aos eventos, aos shows, seria entrar mesmo nos grandes festivais nacionais para a gente fazer shows e com isso cada vez mais ter participações na mídia e mandar para o mundo nosso trabalho nossos pensamentos, nossas reflexões e esperar contribuir para a sociedade de alguma forma também com isso o próximo passo, o próximo grande desafio é esse, entrar nos grandes festivais e ainda conciliar com a carreira médica que é um desafio também e estamos conseguindo estamos conseguindo Muito bom. Como que o pessoal encontra, então, a música de vocês? Quais são as redes sociais? O que você pode deixar aí de recado para a galera? Bom, nós estamos praticamente em todas as redes sociais, a gente tem o Instagram, que é charcot.mari, a gente tem também o canal no YouTube, que tem os nossos clipes, tem vídeos de making of, tem lyric videos, a gente está nas plataformas de streaming também, no Spotify, no Deezer então se você quiser ouvir nossas músicas você pode encontrar lá e estamos também no Facebook, tá? Praticamente qualquer plataforma que você quiser a gente tem um material lá pra interagir Muito legal Charcot, Marie, Charcot com CH e com T mudo no final e Marie, M-A-R-I-E dá pra encontrar todo mundo lá na banda, uma banda muito bacana aqui de Campinas, formada pelos médicos deixar um abraço para todo mundo que estava de plantão e não conseguiu participar aqui da nossa entrevista e um abraço para você viu Bará, obrigado e sucesso aí na carreira musical também com certeza, a gente que agradece de coração Rubens, estamos abertos para novas interações, novas entrevistas e muito obrigado mesmo boa tarde valeu e quem sabe na próxima eles estarão aqui junto conosco fazendo um som de maneira presencial assim que for possível ter essas possibilidades que a pandemia ainda nos impede. E para você que está aí curtindo e querendo saber o que vai acontecer nesse fim de semana, eu separei algumas dicas para você. Olha só! E chegou a hora da gente saber o que vem por aí nas plataformas de streaming. Começando por Turner & Hutt. Baseado no clássico estrelado por Tom Hanks em 1989, Turner e Hoot já está disponível no catálogo da Disney Plus em formato de série Um jovem delegado recebe de herança um simpático cãozinho Ou melhor, cãozinho é forma de expressão, né? Olha o tamanho da encrenca aí É claro que eles vão virar ótimos parceiros Mas até lá, muita confusão deve rolar nesta série da Disney Plus Se você é do tempo do He-Man, vai gostar da nova série Mestres do Universo Salvando Eternia Uma repaginada na guerra pelo reino de Grayskull, que põe frente a frente He-Man e Esqueleto novamente. Quem é cringe aí sabe do que eu tô falando, hein? Mestres do Universo entra na programação da Netflix nesta sexta. Entre os filmes, destaque para A Última Carta de Amor. Uma jornalista encontra uma coleção de cartas secretas antigas que revelam um caso de amor proibido na década de 60. O filme é baseado no romance de Jojo Moyes e estreia nesta sexta na Netflix. É isso aí, moçada. Mais um Cultura Total pra Conta. Envie a sua mensagem pra gente no nosso WhatsApp, o número que tá aí na tela. 19978293776 Divirtam-se, mas com responsabilidade, hein? Grande abraço, até a próxima. Tchau! E pra você também, hein? Olha a madrugada. Tchau! Transcrição e Legendas Pedro Negri