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Cobertura Eleições 2026 | Entrevista com o presidente da Câmara
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Cobertura Eleições 2026 | Entrevista com o presidente da Câmara

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Resumo editorial

Cobertura ao vivo da apuração de votos das eleições 2026 em Campinas, com acompanhamento dos procedimentos na Justiça Eleitoral e informações sobre votação nos colégios eleitorais. O programa inclui também orientações sobre segurança no trânsito, desenvolvimento infantil e saúde preventiva.

Descrição do vídeo

Em dia de eleições, a Câmara Municipal de Campinas acompanha ao vivo o pleito de 2026 com entrevistas e informações sobre o andamento da votação na cidade. Nesta edição, o presidente da Câmara, Luiz Rossini, conversa sobre o clima eleitoral no município, a participação dos eleitores e a importância do voto para a democracia local. Acompanhe a cobertura especial da TV Câmara Campinas com informações atualizadas sobre as eleições 2026.

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de eleições. Já temos os primeiros números, urnas sendo apuradas, mas prioridade da nossa equipe que está na rua, Mirna Abreu. Onde você está? Nos conte o que está acontecendo neste momento. Seja bem-vinda e boa tarde. Já boa noite agora, né? Nós estamos aqui já na Justiça Eleitoral Nós estamos aqui na Justiça Eleitoral No prédio que tem as sete sessões eleitorais Todos estão aqui aguardando a chegada da primeira urna Nós estamos aqui inclusive com vários servidores já preparados, eu vou mostrar um pouquinho aqui, vou pedir para que o nosso cinegrafista mostre aqui por favor. Olha, nós estamos com os carrinhos e os ônibus aguardando então para que o material chegue aqui na rua General Osório. Nós lembramos, a imprensa está toda aqui também aguardando a chegada desse material para dar início então à apuração dos votos. A gente lembra que assim como aconteceu em eleições anteriores, esses pacotes com a documentação e também com a mídia chega e vai para cada uma das sessões eleitorais que passa então as informações diretamente ao Tribunal Regional Eleitoral, Gabriel. A gente lembra que, inclusive, essa apuração é feita toda pelo TRE, que recebe as informações dos municípios paulistas. Então, por enquanto, a gente também vê um efetivo da polícia bem em frente aqui à Justiça Eleitoral, na rua General Osório. Também é importante salientar que parte da Avenida Francisco Glicério, da própria General Osório, da Barão de Jaguara, nós temos aí uma interdição importante aqui no centro da cidade que vai permanecer por um período enquanto os servidores aguardam a chegada das urnas, das urnas não, desculpe, a chegada das mídias para a apuração, então, da votação aqui em Campinas. Um pouco mais cedo a gente acompanhou, inclusive, aquele temporal, né, as pessoas fazendo questão de votar, mesmo depois daquela chuva que deu hoje à tarde em Campinas e região. Vimos também, agora há pouco, Gabriel, lá na escola Carlos Gomes, Nós tivemos aí uma sessão de três sessões, na verdade, com acessibilidade e que as pessoas fizeram questão de votar, mesmo com as questões de mobilidade importantes. E ainda assim, cinco horas, portões tranquilos, nós não tivemos ninguém chegando atrasado. A gente teve aí um eleitor que chegou às 4h58, mas enfim, deu tempo de entrar na escola para exercer o seu direito ao voto. Por aqui, a gente continua, a gente lembra aqui que, olha, a imprensa está toda aqui embaixo, aguardando, inclusive, a chegada desse material. Nós temos também aqui os servidores, os voluntários da justiça eleitoral. A gente vê que, inclusive, o pessoal está se movimentando aqui da Justiça Eleitoral, justamente aguardando esse material. Campinas tem sete sessões eleitorais de mais de 870 mil eleitores. E a gente lembra que a que tem o maior número de eleitores é a 379, que inclusive ela abrange lá a região do Campo Grande. São escolas que tradicionalmente, por serem um pouco mais distantes do centro da cidade, demoram um pouco a mais para chegar aqui à Justiça Eleitoral, que fica bem em frente ao Largo do Rosário, entre a Francisco Glicério, General Osório e também a Rua Barão de Jaguara. Então a gente aguarda aqui, Gabriel, essa chegada, inclusive você pode ver, olha, todo mundo já organizado, esperando então a chegada desse material, inclusive toda essa logística que é feita até o final. Então, primeiro, para você que acompanha essa apuração, vão chegar os envelopes com os documentos e as mídias e depois da chegada dos envelopes, o mesmo transporte que foi feito das urnas, ele também traz ainda hoje todas as urnas das sessões eleitorais de Campinas para este prédio, que depois também esse equipamento é guardado aqui na Justiça Eleitoral de Campinas. A gente continua por aqui a postos para essa chegada da primeira urna eleitoral. Geralmente costuma ser da 33ª Zona Eleitoral, que é aqui da região central, mas vamos ver se isso vai se confirmar nessas eleições gerais de 2026. Gabriel, eu volto a qualquer momento direto aqui de um dos andares da Justiça Eleitoral que fica no centro de Campinas. Certo, então, nós estamos vendo aí imagens, né, diretamente do cartório eleitoral com esta atualização, né, as mídias chegando, as primeiras aqui da cidade de Campinas, Geralmente daqueles colégios que são mais próximos do centro da nossa cidade, da justiça eleitoral E aí esta apuração vai acontecendo, a mídia é encaminhada para São Paulo para computar os votos para deputado estadual É enviado para Brasília também, então em breve a gente vai ter esta atualização aqui do nosso país Bom, agora 5 horas mais 35 minutos, as apurações já estão acontecendo por todo o nosso país Nós vamos fazer um giro do sul ao norte, passando por todos os estados, para a gente poder ver como é que está esta votação para presidente, para governo de estado, para senado também. Então vamos começar a fazer esse giro pelo sul do nosso país. Eu tenho aqui a minha tela na minha televisão e nós vamos passear aqui por todo o nosso país. Presidente, para quem lidera em cada estado, a gente está começando então, aqui vamos ver, para São Paulo Então em São Paulo, nós temos 58,9% para Flávio Bolsonaro, ele já recebeu 11.230 votos O Lula na segunda colocação com 33,47%, são 6.426 votos E o Augusto Cury na terceira colocação com 539 votos Lembrando, hein, esta votação é apenas para São Paulo A gente vai fazer esse monitoramento, Estado por Estado E depois a gente vai ter um mapa geral do nosso país Embaixo, olha só que interessante A gente já está vendo o Rio de Janeiro, mas só para você que está nos acompanhando Nós temos o total do Brasil Então, no Brasil, 3,38% das urnas apuradas As sessões totalizadas, neste momento, para presidente Flávio Bolsonaro tem 49,93%, e o Lula com 41,51%. Rio de Janeiro, estamos no Sudeste, portanto, tem Reduto de Flávio Bolsonaro, 59,58%, ele que tem 5.826 votos, o Lula com 3.293, e assim como em São Paulo, o Augusto Cury, na terceira colocação, com 2,21%, ele que recebeu 216 votos. Vamos agora para o Espírito Santo, a gente vai continuar no Sudeste, Flávio Bolsonaro também lidera com 56,34%, são 16.211 votos, o Lula com 10.730, e assim como no Rio de Janeiro, assim como São Paulo, o Augusto Cury na terceira colocação recebeu até agora 759 votos com 2,64%. Então já vimos São Paulo, já vimos Rio de Janeiro, já vimos Minas Gerais, a gente passou rapidinho vamos ver Minas então, porque esse é um estado crucial, né? A gente tem um equilíbrio muito grande, as pesquisas eleitorais davam um empate entre Flávio Bolsonaro e o Luiz Inácio Lula da Silva para a presidência, neste início, neste começo de votação nós temos 126.230 votos para o Flávio Bolsonaro 48,21% e o Lula com 41,73%, são 109.250 votos até aqui. E assim como em São Paulo, Rio de Janeiro e no Espírito Santo, o Augusto Cury também fica na terceira colocação, ele já recebeu 9.353 votos, dá para ver que Minas Gerais já está com 3,90% das sessões totalizadas, mais votos, 1,95% em Minas Gerais, 3,90% é no país até agora. Bom, vamos para o sul do país então, a gente vai dar esse giro pelo Brasil, vamos lá para o Paraná, Flávio Bolsonaro liderando 58,81%, ele que já recebeu 588.188 votos, 15% das urnas apuradas no Paraná, já está um pouquinho mais adiantado em relação ao sudeste, o Lula com 31,26%, ele que recebeu 312.599 votos, O Augusto Cury, assim como em todo o Sudeste, aparece na terceira colocação, são 33.583 votos, 3,36%. A gente continua no sul do nosso país, a gente vai para Santa Catarina, Flávio Bolsonaro também lidera, 55,79%, são 98.460 votos. o Lula com 61.141 votos, 34%, e o Augusto Cury, assim como em todo o Sudeste e também como o Paraná, aparece na terceira colocação com 3,42%, com 6.041. Ah, tá certo, no nosso mapa que está aparecendo, em azul são os estados em que o Flávio Bolsonaro está na frente e na cor verde o Lula está na frente. 4,12% no Brasil das urnas apuradas, em Santa Catarina 3,95%. Seguimos no sul do país, Rio Grande do Sul neste momento, Flávio Bolsonaro liderando com 61,20%, são 142.392 votos, o Lula tem 70.715 votos com 30%, e o Augusto Cury, por enquanto, em todos os estados que nós visitamos, que nós fizemos este giro, tem 3,6%, ele que recebeu 7.122 votos no Rio Grande do Sul, tudo isso que eu estou falando é do Tribunal Superior Eleitoral, em tempo real nós estamos acompanhando. Já vimos Sudeste, já vimos Sul, vamos para o Centro-Oeste então, vamos lá para o Distrito Federal, porque nós temos lá 38,27% das urnas totalizadas, é o mais avançado até aqui, Flávio Bolsonaro com 51,02%, Ele que já recebeu 333.194 votos, o Lula na segunda colocação com 38,38%, 250.630 votos e pela primeira vez, Ronaldo Caiado, ele aparece na terceira colocação no Distrito Federal com 4,80%, ele já recebeu 31.347 votos. A gente segue pelo Centro-Oeste, nós vamos lá para Goiás, que é o reduto do Ronaldo Caiado. Ele segue na terceira colocação com 6.588 votos, 11,87% dos votos. O Lula na segunda colocação com 30,01%, são 16.659 votos. E o Flávio Bolsonaro neste início lá em Goiás, apenas 1,49% das urnas apuradas, mas o Flávio Bolsonaro, na primeira colocação, com 30.443 votos, 54,83% das urnas dos votos recebidos. Mato Grosso agora, 11% das urnas apuradas até aqui, Flávio Bolsonaro vai liderando com 63,07%, recebeu um pouco mais de 128 mil votos, o Lula com mais de 62 mil votos, com 30%, E o Augusto Cury, na terceira colocação, está se desenhando aí, uma terceira colocação para Augusto Cury, 2,25%, recebeu até aqui 4.592 votos. No Brasil, temos uma atualização, quase 5% das urnas apuradas, Flávio Bolsonaro com 50,31% e Lula com 41,24%. Para a gente encerrar os estados do centro-oeste, nós vamos para Mato Grosso do Sul, por lá, 8,73% das urnas apuradas, Flávio Bolsonaro na liderança com 58,33%, são 73.971 votos, o Lula na segunda colocação com 34,18%, 43.339 votos, E o Augusto Cury, desenhando aí uma terceira colocação, com 2,91%, ele que já recebeu 3.687 votos. Agora nós vamos para o Nordeste, Bahia, um estado também importantíssimo, um dos maiores colégios eleitorais do Nordeste, a Bahia. O Lula aparece na primeira colocação, 65,45%, ele já recebeu 58 mil, olha só, atualização neste exato momento, para você ver que é atualizado em tempo real. Eu ia falar que o Lula estava com um pouco mais de 50 mil por cento, já foi atualizado 80.343 votos, subiu um pouquinho, foi para 64,46%. Flávio Bolsonaro está com 29,49% na Bahia, 36.759 votos. E o Augusto Cury, terceiro colocado, recebeu 2.923 votos, 2,35%. No Brasil, nós temos 5,50%. Segue Flávio Bolsonaro com 50,43% e Lula com 41,15%. É o giro, é a cobertura da TV Câmara Campinas nas eleições gerais, agora 5 horas mais 44 minutos, nós estamos no Pernambuco, o Lula lidera com 62,74%, recebeu pouco mais de 53 mil, já atualizou 56.645 votos, 1,91% das urnas apuradas, início de votação em Pernambuco. Flávio Bolsonaro, segundo colocado, com 31,95%, já recebeu 28.972 votos. E assim como em boa parte do nosso país, Augusto Cury, ficando com o terceiro lugar, 2,37%, já recebeu 2.146 votos. Ceará, também um estado muito importante. Lula, bom, Ceará, urnas apuradas, nenhum por cento, então é início de votação, 0,85% das urnas apuradas, o Lula recebeu 26.174 votos, 61,08%, o Flávio Bolsonaro com 33,11%, 14.190 votos e o Augusto Cury com 2,51%, 1.430 votos. A atualização no Brasil, chegamos a 6% das urnas apuradas e segue a mesma diferença. Por enquanto, Flávio Bolsonaro, 50,51% e o Lula com 41,08%. Mapa que está de azul é Flávio Bolsonaro na frente, os estados que estão em verde é o Lula quem está na frente. Maranhão, 4,57% das urnas apuradas. Nós temos Lula com 99.444 votos, ele tem 63,73%. Flávio Bolsonaro, segundo colocado, 31,36%. Ele já recebeu 48.943 votos. E o Augusto Cury, mais um estado que é o terceiro colocado, com 1,97%, recebeu 3.080 votos. A gente segue o nosso giro cobertura da TV Câmara Campinas no Nordeste. Estamos na Paraíba, 23,32% das urnas apuradas já está em andamento, mais do que os outros estados do Nordeste. O Lula já tem 61,46%, com 341.783 votos. Flávio Bolsonaro é o segundo colocado, 32,77%. Ele já recebeu 182.254 votos. Mais um estado em que o Augusto Cury é o terceiro colocado, com 2,97%. Ele que já recebeu 16.509 votos. Chegamos ao Rio Grande do Norte, 5,32% das urnas apuradas. Também é um início de votação. O Lula é o primeiro colocado, 59.999 votos, tem 61,77%. O Flávio Bolsonaro está na segunda colocação com 31.958 votos, tem 32%. E Augusto Cury na terceira colocação com 2.701 votos, 2,78%. Seguindo aqui pelo Nordeste brasileiro é a cobertura da TV Câmara Campinas. a gente vai em todos os estados, eu estou falando sobre presidente, mas já já eu vou também com governador e vou com senador, a gente vai fazer este giro pelo país. Alagoas, 1,14% das urnas apuradas, Lula na liderança, 9.953 votos, ele tem 55%, Flávio Bolsonaro, 7.227 votos, ele tem quase 40% e o Augusto Cury com 2,43%. Do Sergipe, agora, apenas 0,51%, está mais atrasado em relação aos outros estados. O Lula, 3.541 votos, tem 55%. Flávio Bolsonaro, 2.381 votos, tem 37%. E o Augusto Cury com 3,16%, se desenhando aí como uma terceira via, como uma terceira força nesta eleição que recebeu no Sergipe até agora, neste início, 201 votos. Para a gente poder encerrar o Nordeste, Piauí, o Lula vai liderando, 5,20% das urnas apuradas, ele tem 67,74%, recebeu 73.699 votos, Flávio Bolsonaro tem 26,68%, 29.026 votos, Mais um estado que o Augusto Cury é o terceiro colocado com 2,58%, 2.804 votos. Para a gente encerrar o nosso giro pelo Brasil, chegamos ao norte. Flávio Bolsonaro liderando, 166.783 votos. Acaba de atualizar, ele já saltou para 183.156 votos, 50,78%. Luiz Inácio Lula da Silva está próximo ali, Amazonas está mais ou menos como o Brasil, no Brasil o Bolsonaro, o Flávio está com 50,70%, o Lula 40,98% e no Amazonas, Flávio Bolsonaro 50,78%, o Lula 41,29%, nós temos aí cerca de 40 mil votos separando os candidatos na primeira colocação neste estado. E o Augusto Cury, terceiro, colocado 4,16%, com 15.015 votos. Nós estamos no Pará agora, o Lula lidera já com 16,15% das urnas apuradas, o Lula com 47,86%, está apertado no Pará, hein? Pouquíssima diferença até aqui, é o estado em que está mais próximo. A atualização, Lula com 382.926 votos, 47,72, e o Flávio Bolsonaro, 362.167, pouco mais de 20 mil votos, separando os dois primeiros colocados, Lula com 47,72 e o Flávio com 45,13. E o Augusto Cury, mais um estado em que é o terceiro colocado, 3,06%, com 24.561 votos. Seguindo pela região norte do nosso país, chegamos até ao Acre. No Acre, 20,22%, também já está adiantado a apuração por lá. Flávio Bolsonaro tem 62,90%, recebeu 56.155 votos. o Lula com 27.353, dá 30% dos votos, e o Augusto Cury, na terceira colocação, com 2,77% no estado do Acre. Chegamos à Rondônia agora, com o Flávio Bolsonaro liderando, 60,79%, 152.850 votos, o Lula com 77.210 votos, 30,71%, e o Augusto Cury na terceira colocação, 3,42%, o que totaliza 8.586 votos. Flávio Bolsonaro no país, 50,76% e o Lula com 40,92%. Lembrando que nós temos 8,16% das urnas apuradas no nosso país. Segue então essa disputa. Em Roraima, nós temos Flávio Bolsonaro com 10.098 votos, que dá 65,61%. depois nós temos o Lula com 30,33%, ele tem 5.476 votos, início de apuração em Roraima, mais um estado que o Augusto Cury é o terceiro colocado, 1,94% com 350 votos. Nós temos agora no Amapá mais uma disputa em que o Lula está na frente, 15.295 votos, ele tem 55,20%, Flávio Bolsonaro é o segundo colocado no Amapá, recebeu 10.502 votos, pouco menos de 5.000 separam os dois primeiros colocados, Lula com 55%, Flávio com 37% e o Augusto Cury é o terceiro colocado com 3,52%. Vamos ao Tocantins, o último estado da região norte, porque por lá Flávio Bolsonaro está liderando, já com 44,30%, se aproximando aí da metade das urnas apuradas, apertado também a disputa no Tocantins. Flávio Bolsonaro tem 196.658 votos, com 49,48%. O Lula com 176.097 votos, 44,31%. E Augusto Cury tentando chegar na terceira colocação, com 2,39%. Este nós colocamos aí o mapa de todo o nosso país. Vamos então a um mapa, para a gente ter uma geral aqui na minha tela da nossa arte, é a tecnologia que foi preparada aqui para este dia especial no domingo, olha só aqui em tempo real, você está vendo, eu vou até me aproximar aqui da tela, pode deixar essa que está aí, 8,16% das urnas apuradas, nós temos até aqui, Flávio Bolsonaro com 50,76%, ele já recebeu até aqui, 4.818.543 votos e ele tem 1 milhão a mais de votos que o Lula neste momento com 8% das urnas apuradas. O Lula com 40,92% das urnas apuradas são 3.884.372 votos. Nós temos então aquilo que eu estava falando, aquele mapa que eu estava dizendo, Uma atualização agora sobre o Augusto Cury sendo o terceiro colocado, de fato, no nosso país, quando a gente tem esta análise amplificada, de fato, nós temos, então, o Augusto Cury como o terceiro colocado, com 315.772 votos, seguido por perto de Ronaldo Caiado, com 2,72%, e agora nós voltamos aqui à tela. já já eu vou para o Senado, já já eu vou para o governo, é motivo de muita expectativa, todo mundo quer saber como é que está no estado de São Paulo, como é que está nos outros estados, a disputa pelo governo e pelo Senado. Ronaldo Caiado é o quarto colocado, logo atrás do Augusto Cury, ele tem 252 mil votos até aqui, e na quinta colocação, o Renan Santos disputando esta presidência pelo Missão, com 2,31%, com 243.648 votos, lembrando até aqui 9% das urnas apuradas até aqui. Agora sim, a gente vai começar aquele giro, eu estava falando sobre os presidentes, mas tem muitas pessoas querendo saber como é que está para governo, para como é que está no estado de São Paulo, e olha só, as projeções, as pesquisas que davam Tarcísio de Freitas levando no primeiro turno, neste início, é muito começo, 1,64%, mas vai se configurando uma distância, uma diferença muito grande de votos, Tarcísio neste início em São Paulo, recebendo 251.276 votos, Fernando Haddad com 28,72%, com 102 mil votos, A Vera Lúcia, do PSTU, com 862 votos, tem 0,24%. A Vivian Mendes, do UPI, 0,22%, com 793 votos. E o Carlos Machado, do PSB, com 0,21%, ele que já recebeu até aqui 751 votos. Vamos ver para a senadora agora, para a gente continuar em São Paulo. também era motivo de muita expectativa, porque cada pesquisa dava dois candidatos, lembrando aqui no Estado, nós voltamos para dois, então os dois primeiros serão eleitos para os próximos oito anos. Neste início, com 1,64% das urnas apuradas, nós temos Guilherme Derrite com 232.724 votos, O André do Prado, com 33,73%, recebendo 225.511. Aí nós temos Simone Tebet, com 15,21%, 101.662 votos. Marina Silva, na quarta colocação, com 93.994 votos, com 14%. e o Geraldo Rufino com 0,78%, ele que recebeu até aqui 5.224 votos, está logo no início. Agora a gente vai fazer o giro, vamos continuar por governador, e aí nós vamos aqui, Acre, nós temos aqui a Mayusa Assis na primeira colocação até aqui com 25% das urnas apuradas, sendo eleita por enquanto já em primeiro turno, Ela recebeu pouco mais de 53 mil votos. O Alan Rick recebeu 29,83% com 33,590. Tião Bocalon na terceira colocação, 11,29%. Thor Dantas em quarto com 8,81%. E o Eudo Rafael com 0,18%, 202 votos. Vamos fazer o seguinte? Agora são seis horas em ponto. A rápido intervalo e já já eu continuo este giro por todo o nosso país para a gente poder falar sobre presidente, governador, senado. E eu tenho mais um convidado, tenho entrevista ao vivo. É a cobertura da TV Câmara Campinas nestas eleições. As apostas online são um problema, causam dependência, te endividam e destroem sua família. Acesse o meu SUS digital, faça o autoteste, a consulta por teleatendimento. Se necessário, procure uma UBS ou CAPS. O SUS oferece apoio para ajudar você a sair da rota das apostas sem julgamento. Ministério da Saúde. Governo Federal. Olá, nesta segunda-feira, às sete e meia da manhã, tem café com o presidente, aquele nosso bate-papo semanal com o presidente da Câmara Municipal de Campinas, o vereador Luiz Rossini. Esperamos você! O Ministério da Educação lançou mais uma plataforma para facilitar e democratizar a leitura no Brasil É o MEC Livros A nova biblioteca digital reúne obras literárias gratuitas com títulos de domínio público Além de obras atuais que foram licenciadas Basta entrar no aplicativo MEC Livros ou no site meclivros.mec.gov.br É só fazer o login utilizando sua conta gov.br, com CPF e senha. Enquanto procura um livro que desperte mais a sua atenção, você pode ler o resumo de cada obra, conferir as informações, como data de publicação, número de páginas e categoria, e ver se pessoas gostaram. Além disso, você pode adicionar os livros aos seus favoritos e compartilhar com alguém. Livro escolhido, é só clicar em emprestar e ler. Os empréstimos têm duração de 14 dias, podendo ser prorrogados por mais 14. O MacLivros é acessível para estudantes, professores, pesquisadores e todas as demais pessoas apaixonadas por leitura. A questão das tomadas tem que estar protegidas, porque eles têm o hábito de botar o dedinho, colocar um objeto na tomada, isso pode gerar choque elétrico grave. Seis horas mais dois minutos, rápido intervalo e já estamos de volta porque a cobertura especial da TV Câmara Campinas neste domingo especial e eu tenho um convidado, eu converso agora com o Emerson Saraiva, ele que é cientista político, especialista em marketing eleitoral, acompanhou as transformações profundas aí na forma, de se fazer política, de se comunicar com o eleitor. Então, Emerson, quando nós olhamos para uma eleição como a de hoje, o que mais mudou na forma de se conquistar este voto? Seja bem-vindo à cobertura da TV Câmara Campinas nestas eleições. Boa noite, Gabriel. Boa noite a todos os telespectadores da TV Câmara de Campinas. Um prazer estar aqui conversando com você e respondendo sua pergunta. eu tenho que puxar a brasa para a minha sardinha, a gente não pode tirar do não faz nenhum sentido a gente tirar dessa equação da conquista do voto, esse aparelhinho fantástico que todos nós temos hoje na mão, no bolso na bolsa, na mochila que é o celular, então a gente tem uma realidade, por exemplo de uma mudança da campanha de 2018 da eleição de 2018, nós tínhamos no Brasil, a estimativa era que a gente tinha 120 milhões de contas em redes sociais no Brasil, ali considerando todas as redes sociais, então óbvio que a maioria de nós tem conta em várias redes. Neste ano, esse número pulou para 800 milhões de contas, então no Brasil você tem no WhatsApp, e essa conta nem considera o WhatsApp, mas o WhatsApp, por exemplo, é um aplicativo hoje que 98% dos aparelhos de celular, dos smartphones do Brasil, eles têm o WhatsApp instalado. Então, de fato, a campanha desse ano foi uma campanha que eu tenho dito, inclusive, Gabriel, que mesmo quem não tem celular, mesmo quem não tem rede social, mesmo pessoas, por exemplo, pessoas que não têm nem condições de acompanhar, por exemplo, como os analfabetos, eles foram 100% impactados pela internet e pelas redes sociais, porque uma das principais características de uma boa campanha nas redes sociais é que ela consegue não apenas furar as bolhas internas das redes, como a própria bolha da rede. Então quando as pessoas que não têm acesso a uma determinada rede começam a comentar algo que está na rede, é uma ótima métrica de sucesso para nós que trabalhamos com marketing político, com estratégia eleitoral. Então não tenho nenhuma dúvida que 2026 fica marcada como a campanha onde 100% dos votos foram de alguma maneira impactados pelas comunicações, principalmente as comunicações digitais. O Emerson e o eleitor, ele mudou também a forma como é que ele enxerga a política, como é que ele vivencia esse período eleitoral até o voto, porque do ponto de vista dos candidatos, eu estava conversando até há pouco aqui com um professor de jornalismo e também com um advogado, e eles citaram essa questão dos ataques. Essa foi uma eleição em que se falou muito pouco sobre propostas para a educação, para a saúde, e foi muito sobre ataque, em tentar desidratar a outra candidatura. E esse eleitor, como é que ele vivencia isso? Ele entra nessa polarização também? É uma coisa que a gente pode, eu acredito que já pode ficar cravado também sobre a campanha deste ano, é que foi uma campanha extremamente beligerante, uma campanha extremamente violenta. E eu costumo dizer, Gabriel, pelo sotaque que você está anotando, que eu sou nordestino. E isso é meio que uma característica das campanhas do Nordeste que vem tomando conta do Brasil. Então, isso para a gente que atua no marketing político, na estratégia eleitoral do Nordeste, eu trabalho já há quase 40 anos nisso, campanha no Nordeste sempre foi isso. Eu, inclusive, costumo dizer que campanha não pode ser suja, mas a campanha é sempre um processo muito bruto. Ele é um processo em que você precisa, ao mesmo tempo em que você precisa convencer o eleitor de que você é a melhor candidata, a melhor pessoa para ocupar aquele cargo que você está disputando, agora você também precisa convencer o eleitor que os seus adversários, que os seus concorrentes não são os melhores candidatos. E aí tem um ponto importante que a gente precisa destacar, que é a eleição desse ano, ela teve um ponto muito importante que foi a eleição para o Senado. Então, a eleição para o Senado, de certa forma, ela teve uma importância muito grande nessa construção desse conceito de que a campanha foi uma campanha de muita porradaria. Por quê? Porque na lógica da eleição para o Senado, eu particularmente atuei em campanha de Senado esse ano e a gente meio que dividia a campanha, era meio 50-50, então 50% era fazer com que o eleitor visse no nosso candidato o melhor nome para assumir aquela vaga de senador E os outros 50% de esforço da campanha era para impedir outros candidatos de conseguirem não acessar o eleitor, mas de conseguirem convencer o eleitor de que eles eram os melhores, porque a gente tinha essa lógica do primeiro voto, do segundo voto, então você precisava ser o preferido de um determinado eleitor e você precisava ser aquele que o eleitor pelo menos se lembrasse de uma maneira positiva. E aí isso eu entendo que teve um impacto importante na dinâmica da campanha desse ano, porque esse trabalho de desconstrução, ele foi muito baseado na lógica de que para que o meu eleitor, ele não vote em mim e em outro candidato que eu não quero que se eleja, eu preciso barrar esse candidato na percepção do eleitor. Então, eu acredito que isso foi um traço muito importante da campanha desse ano, porque a gente teve, em vários estados, a gente tinha assim, a campanha mais importante era a campanha de presidente, sem nenhuma dúvida, e a segunda campanha mais importante não era a campanha de governador, era a campanha de senador, porque as campanhas tiveram essa postura de muita combatividade. É isso, enquanto o Emerson está fazendo esta análise, você acompanha aqui embaixo, nós estamos dando um giro aqui sobre presidente, sobre governador, agora na sua tela senador, por enquanto Guilherme de Ritchie, André do Prado na liderança aqui com as duas cadeiras para o estado de São Paulo, nós temos apenas 3,01% das sessões. No Brasil, 12,45% das urnas apuradas. Flávio Bolsonaro com 7.369.051%. Luiz Inácio Lula da Silva com 40,71%. 5.800.000. Da outra vez eu tinha falado que era um milhão de votos que separavam os dois candidatos. O Flávio Bolsonaro abre um pouquinho agora com 1 milhão e 500 mil votos, se a minha conta não estiver equivocada, 12% das urnas apuradas. Emerson, você falava desses ataques que aconteceram aí no Nordeste e isso vai se replicando por todo o nosso país. Mas isso deixa um distanciamento entre esta agenda da classe política E as preocupações do cidadão em relação a emprego, a saúde, a educação, a segurança, a custo de vida Ou eles fazem isso porque justamente eles entendem que vai conseguir atingir a população E é isso que eles querem Há esse distanciamento entre classe política e o cidadão ou não? Acredito que sim, infelizmente o cenário que a gente tem, Gabriel É um cenário onde o eleitor hoje, ele não vê Na verdade ele nunca viu A gente não tem um cenário que a gente possa dizer Que o eleitor via os políticos como pessoas perfeitas e maravilhosas e tal Então esse cenário ele nunca existiu Mas o que tem acontecido nesses últimos anos é que cada vez mais o eleitor tem medido os políticos muito mais pelo caráter, pela postura, pelo comportamento, pela atitude, do que propriamente pelas obras, pelos projetos, pelas ações, pelas ideias. E, sendo muito sincero, a gente sabe, tem aquele ditado que diz que papel aceita tudo, campanha também aceita tudo. Então, qualquer candidato pode chegar em uma campanha e ele pode prometer. Eu costumo dizer, Gabriel, que eu posso ensinar como vencer qualquer eleição em 30 segundos. É simplesmente você fazer uma pesquisa, procurar saber do que o eleitor mais tem medo e o que ele mais quer. Aí você promete o que ele quer, diz que o seu opositor vai fazer o que ele tem medo e está tudo certo, você vence qualquer eleição. Mas aí o que é que tem por trás disso? É que as pessoas vão ver quem está prometendo, quem está propondo, qual é a história daquela pessoa, O que foi que aquela pessoa fez ao longo da vida? Qual é o comportamento daquela pessoa na vida, inclusive na vida privada? Então, hoje, o eleitor, cada vez mais, ele vota nas pessoas, ele não vota... Eu até costumo falar, quando você... Se você chega ali em abril, maio de qualquer ano eleitoral e manda fazer uma pesquisa, você vai perguntar para o eleitor, né? Olha, esse ano tem campanha eleitoral, o que você espera dos candidatos? Aí o cara vai dizer, eu espero propostas. Só que quando chegar amanhã, dia 5 de outubro, você vai chegar em São Paulo ou em qualquer estado do Brasil e vai dizer assim, você votou em quem para governador? Aí o cara diz, eu votei em Tarcísio. E quais eram as propostas dele? O cara nem lembra. O cara votou porque ele viu um vídeo de Tarcísio na igreja, que Tarcísio falou muito bem, e ele viu Tarcísio no debate, e Tarcísio no debate falou uma coisa que deixou Haddad meio desconcertado. Então, hoje, o eleitor, ele julga o voto muito pela pessoa e também um aspecto muito importante, que é a performance do candidato na campanha. Então, nessa lógica das torcidas, o eleitor também gosta de ver se o seu jogador está jogando bem. Então, ele não quer aquele jogador que entra em campo e simplesmente faz o que precisa fazer. Ele quer o cara que faz um golaço, ele quer o cara que não leva aquela falta, ele quer o cara que tenha também essa, meio que essa malandragem. Então, o eleitor, ele mudou muito a percepção dele a respeito da escolha do voto, né? Emerson, em geral, o brasileiro, ele escolhe para votar mais uma pessoa, um partido ou um projeto nessa hora do voto? Sem nenhuma dúvida, pessoas. E aí, se você quiser que eu coloque numa escala de importância, antes de mais nada vem a pessoa, depois vem o projeto e depois vem o partido. Agora, essa questão do partido, para a gente ir de baixo para cima, a questão do partido, no Brasil, a gente tem tido uma mudança nesses últimos anos, porque até, sei lá, 8, 12 anos atrás, quando teve essa ascensão do PT, eu entendo que o PT foi, por exemplo, o único partido do Brasil que conseguiu construir uma marca muito forte. No marketing a gente fala muito de uma atividade que se chama de branding, de você construir a marca. Então o PT fez isso, o PT fez esse trabalho de construção da marca. Aí a gente teve o fenômeno de Bolsonaro em 2018 e Bolsonaro conseguiu agregar para o PL um valor muito parecido com o que o PT tinha. Então hoje no Brasil, quando você fala em partido, você basicamente vai falar em PT e em PL. Você não tem um eleitor que compra um boné do Republicanos, você não vai ter um eleitor que gosta de vestir a camisa do União Brasil, mas você tem a camisa do PT e você tem a camisa do PL. Agora a gente tem o Missão chegando, por exemplo, também com um trabalho de branding muito forte em torno do partido. E aí a gente tem, na terceira categoria, a gente tem os partidos. Depois a gente tem os projetos. E aí os projetos, a gente tem o projeto de uma maneira mais, vamos colocar de uma maneira mais ideológica, o projeto da esquerda, o projeto da direita, e aí você classifica o eleitor ali como socialista, como capitalista, como conservador, como progressista. Então existe também essa questão do cara, ele gosta de, o eleitor gosta de se classificar, então ele gosta de dizer, eu sou de direita, eu sou conservador, eu sou liberal, então o eleitor gosta disso, mas no final das contas, o que esses, nós estamos aqui com 10 milhões, 180 mil votos para Flávio nesse momento, Então, esses 10 milhões de pessoas, essas pessoas acordaram, no final das contas, essas pessoas acordaram e disseram assim, eu vou votar em Flávio porque eu gosto dele. Então, no final, tudo gira em torno de conseguir fazer uma conexão pessoal e direta entre o político e o eleitor. E é aí onde a gente traz muito essa questão das redes sociais, porque a rede social é o único meio, a única condição que o político tem de fazer com que o eleitor se sinta parte da vida do político e que ele sinta que o político faz parte da vida dele. Já que você citou a questão das redes sociais, vamos lá então sobre este efeito da internet, porque nós temos os famosos cortes de edição que são realizados, né? Antigamente, uma campanha, ela concentrava esforços em um grande comício, no rádio, na televisão, era material impresso. E hoje, um vídeo de poucos segundos tem uma repercussão muito grande, muitas vezes mais do que o discurso de uma hora. Esse marketing eleitoral, ele está abandonando a argumentação mais longa? Se sim, isso é um problema? Com certeza, não tenho nenhuma dúvida. E uma coisa que você pode ver, Gabriel, que aconteceu esse ano, foi esse completo esvaziamento dos debates. A gente teve um fenômeno importantíssimo esse ano, o que aconteceu, por exemplo, no debate da Globo, a gente teve várias emissoras que não fizeram debate, a Record não fez debate, A Bande fez um debate completamente esvaziado, os principais candidatos não foram. E aí por que acontece isso? Porque antes a campanha era vista pelos políticos como o lugar onde ele poderia se expor. Só que no período pré-redes sociais, o político dependia muito dos veículos de comunicação, principalmente os veículos de comunicação de massa. Então, o político via como algo muito importante participar de um debate de uma emissora de rádio ou de um debate de uma emissora de televisão, porque na lógica pré-rede social, essa proliferação, essa democratização que houve da rede social, o político dependia. Então, o político dizia assim, o candidato a prefeito de Campinas, por exemplo, se a TV Câmara de Campinas fizesse um debate, todos os candidatos iriam participar, porque eles iriam olhar para esse debate assim, isso é um espaço de mídia, é um espaço onde eu posso me expor, onde eu posso fazer com que as pessoas me vejam. ou seja, ele via no veículo a audiência do veículo. Agora, o que é que o político está vendo? Eu não preciso mais disso, eu tenho minha própria audiência, eu tenho minha própria rede social, eu tenho inclusive um fenômeno que se acentuou muito na eleição desse ano, que foi a questão do tráfego pago. O político, ele antes dependia da propaganda eleitoral gratuita, agora não, ele tem a propaganda eleitoral paga. Eu tenho clientes, por exemplo, que investiram um milhão de reais só em tráfego pago. Então, esse cara, na lógica da campanha, quando a gente tinha a possibilidade dele participar de um debate ou de uma entrevista, em vários momentos a nossa análise que a gente fazia era assim, olha, essa emissora de televisão tem menos audiência do que a sua própria rede social. Então, por que você vai para um ambiente onde você não tem controle, onde você pode levar ali uma porrada que você não consegue se defender, onde você pode cometer um deslize? Então, o que é que você vai fazer num ambiente desse? Arriscar tudo para poder produzir corte? Não, corte a gente produz aqui mesmo, é só pegar o celular e gravar aqui, você na rua conversando com uma pessoa, a gente às vezes consegue até um corte mais importante. Então, você consegue juntar as duas coisas, você consegue juntar do ponto de vista do eleitor, o eleitor simplesmente não tem paciência para passar duas horas, duas horas e meia, três horas na frente de uma TV ou ao lado de um rádio, escutando um debate e que normalmente 95% do tempo do debate não acontece nada de interessante, quando ele simplesmente tem ali conteúdos muito rápidos de 30, 40, 50 segundos, que ele acompanha nas redes sociais dos próprios candidatos e ele consegue, a partir dali, criar o seu juízo de valor ou confirmar as suas crenças. É isso, seis horas mais 21 minutos. Emerson, eu vou te pedir um minutinho, continua com a gente aqui, porque eu tenho um chamado, Mirna Abreu, está se deslocando, está aí pela cidade e eu quero uma atualização lá do nosso cartório eleitoral para saber se as mídias estão chegando, como é que está este processo, se está correria. Estou vendo uma certa tranquilidade por aí. Seja bem-vinda mais uma vez, Mina. Boa noite, Gabriel. Nós estamos aqui no quinto andar da Justiça Eleitoral, onde ficam os cartórios das zonas 274 e 379. Todos estão aqui aguardando já a chegada então das mídias. Já temos a notícia de que elas chegaram aqui na Rua General Osório para que, então, venham aqui para o quinto andar, para o início dos trabalhos. A gente lembra que, até o momento, temos ainda duas urnas, duas urnas não, duas bíndias que chegaram da Zona 380, que não fica nesse andar, e elas são da votação dos detentos do CDP, o Centro de Detenção Provisória Campinas-Hortolândia. Por aqui, então, a gente aguarda a chegada das mídias para, então, iniciarmos a apuração dos votos de Campinas. Daqui a pouco eu te chamo e volto com você no estúdio, Gabriel. Tá certo, combinado então as informações da Mina Abreu na expectativa, na espera então pela chegada das mídias aí de algumas sessões aqui da cidade de Campinas. Vou pedir para o nosso departamento de arte, se pode colocar aqui para a gente, nós temos os candidatos da cidade de Campinas que estão na disputa para o deputado estadual, então estão tentando uma vaga para deputado estadual, se nós tivermos aí esses candidatos, essa apuração, eu vou pedir, olha só, já chegou então, eu vou me aproximar aqui, peço licença para você que está nos acompanhando, nós temos Débora Palermo com 269 votos, Nós temos a Ellen Patrícia, também 229 votos, o Vini Oliveira, 168, o Ricardo Alessandro, 179 votos, o Varley Fininho, é atualização em tempo real que você está nos acompanhando, então, nós temos aí 12 páginas dos candidatos que estão concorrendo a deputado estadual. Depois, só se puder voltar na primeira página, só para eu ver quem está na liderança, quem que é o candidato aqui da cidade de Campinas, que vai, que está recebendo, né, a maior parte dos votos, nós temos até aqui, ó, 11,43% das sessões apuradas aqui até agora. Agora vai retornar então, chegando à primeira página, para a gente poder conferir aí esta votação de quem está sendo mais votada. Eduarda Campopioni, 213.107 votos, Paulo Mansur em segundo, Mariana Conte, vereadora aqui da cidade de Campinas, tem uma cadeira hoje aqui, sendo a terceira mais votada, e você acompanha então aí os candidatos que estão tentando a deputado federal. se tivermos os candidatos de Campinas a deputado federal também pode colocar em sequência para o nosso telespectador Emerson retornando a nossa conversa aqui, está me ouvindo legal Emerson? Sim a gente estava falando sobre essa questão da internet quando essa política precisa ser transformada em um vídeo de 15, 30 60 segundos o que se perde? Porque é possível explicar projeto de governo, é possível ter um diálogo com este eleitor desta maneira e também qual que é o papel hoje, que muitas pessoas falam, dos influenciadores. Essas pessoas que têm milhões de seguidores e os partidos políticos, eles tentam ali conversar com eles para, nesta época, fazer algum tipo de campanha. Isso influencia também na eleição ou isso é mais para o dia a dia, é mais para a questão dos produtos? Cara, a primeira coisa que a gente precisa entender, Gabriel, é quando você traz esse conceito do influenciador, é que no contexto de uma campanha eleitoral, você tem duas leituras que você pode fazer. A primeira é que, de fato, esses influenciadores, por exemplo, Influenciadores que atuam de maneira profissional, aquela moça bonita que faz propaganda das lojas, aquele rapaz que gosta de divulgar os eventos. Existe um ponto que a gente precisa levar em consideração, é se esses influenciadores têm peso para influenciar no voto. Ou seja, você vai ter o eleitor que vai dizer assim, não, para escolher o restaurante onde eu quero ir ou para escolher a roupa que eu quero vestir, esse rapaz ou essa moça aqui me atende muito bem, mas para escolher em quem eu vou votar é outra conversa, eu não vou escolher em quem eu vou votar baseado numa pessoa que não seja de fato um especialista nisso. Aí é onde entra um aspecto que é muito importante, que são os influenciadores que não necessariamente atuam como influenciadores. Então, você tem, não tenho nenhuma dúvida que você tem aí em Campinas, um médico, um advogado, um comerciante, um empresário, um treinador de uma academia, uma coisa desse tipo, que não atua como influenciador, mas é extremamente respeitado pela sua inteligência, pela sua competência, pela sua autoridade, pela sua reputação. e que no momento que esse cara se pronuncia nas redes sociais, a palavra dele tem muito peso. Eu costumo dizer que eu prefiro mil vezes um depoimento para um candidato que eu estou trabalhando de um médico que tem 200 seguidores no Instagram, mas que já atendeu 10 mil pacientes, do que de um influenciador que tem 10 mil seguidores, mas só vendeu 200 produtos. Então, é muito importante entender essa lógica do influenciador não pela lógica do influenciador profissional, do cara que vive daquilo. A gente tem, esse ano, a gente teve um fenômeno dos influenciadores de política. Então, teve uma galera que ou já trabalhava, trabalhando com política, produzindo conteúdos para política, e que na campanha teve um peso importante, porque já tinha construído uma autoridade, mas, na maioria das vezes, também muito presos a um determinado lado ou outro do espectro. Então a gente teve influenciador da esquerda, influenciador da direita, que na prática não conseguia efetivamente conquistar voto, virar voto, apenas garantir, reforçar a narrativa dos candidatos para os quais ele produzia algum tipo de conteúdo. aí, em relação ao que você falou no começo, desses conteúdos de 30 segundos, desses conteúdos de 20 segundos, o que a gente tem, Gabriel, é o seguinte eu comecei a trabalhar com marketing político em 1988, quando a gente teve ali o boom da propaganda eleitoral na televisão e no rádio, então naquele tempo, você tinha o programa eleitoral ele era maior, então você tinha um programa eleitoral, era uma hora de programa eleitoral, era um negócio extremamente cansativo e que as pessoas eventualmente paravam para ver aquilo até porque naquela época não tinha rede social você tinha poucos canais de televisão não tinha Netflix, não tinha internet, não tinha nada então as famílias de certa forma paravam na frente da TV para assistir o horário eleitoral, que era uma coisa muito chata mas que era a pouca opção que as pessoas tinham agora o que você tem? A legislação eleitoral, ela mudou E os programas são muito curtos, então os programas ali têm dois minutos, três minutos, agora no segundo turno, nos estados onde vai ter segundo turno e na campanha presidencial. O programa de Lula vai ter cinco minutos, o programa de Flávio vai ter cinco minutos. só que esses candidatos eles vão ter ali 20 minutos 25 minutos de inserções ao longo da programação minha mãe é uma grande consultora política para mim, porque ela não entende absolutamente nada de política e eu pergunto a ela, eu digo como é que está a campanha? Ela diz, está uma chatice você não consegue mais assistir novela você não consegue mais ouvir programa de rádio porque fica esses políticos aí falando o tempo todo só que aí esses caras eles estão falando justamente em 30 segundos. Então, o conteúdo de 30 segundos, ele é necessariamente um conteúdo raso, e ele é um conteúdo que não consegue se aprofundar, mas hoje o que a gente tem é um candidato, né? Na próxima campanha que começou há poucas... A gente está às 18h31, então há uma hora e 31 minutos atrás começou a campanha eleitoral de 2028, né? Então quem vai ser candidato a vereador de Campinas em 2028 já tem que está em campanha a 1 hora e 31 minutos. Se não estiver, já está perdendo tempo. Então, imagina quantos conteúdos um vereador de Campinas vai produzir até o dia da eleição de 2028. Na prática, podem ser milhares de conteúdos. É rápido assim, Emerson? O quê? É rápido assim? Já está atrasado quem não começou para o próximo eleição? Na verdade, assim, a campanha que começou hoje, que está começando agora, é a campanha de 2030, porque é a campanha estadual. A campanha de 2028, na verdade, ela começou no dia 6 de outubro de 2024, que foi quando terminou a campanha que elegeu os atuais vereadores e prefeitos de Campinas. Então, agora é a hora dos atuais vereadores e dos futuros vereadores pensarem assim, olha, eu não tenho mais nada me impedindo de fazer minha campanha. Não existe mais a desculpa do eleitor de dizer assim, não, mas primeiro eu preciso votar para governador, primeiro eu preciso votar para deputado estadual. Não, o cara agora, na prática, se eu sou candidato a vereador, eu já posso dizer assim, olha, você já pode escolher o seu candidato a vereador. Eu não vou pedir o voto, mas eu já vou construir minha narrativa. E é essa construção dessa narrativa que acontece ao longo de dois anos e com dezenas, centenas, milhares de conteúdos. Então, esses 30 segundos são poucos quando você observa apenas um conteúdo de 30 segundos. Mas quando você observa a construção de uma narrativa que dura 2, 4, 6, 8 anos, você tem ali, de fato, a oportunidade de passar para o seu eleitor absolutamente tudo que você precisa que ele saiba a respeito de você, da sua vida, da sua história, do que você acredita, do que você combate, do que você propõe. É isso. O Emerson, por outro lado, nós tivemos nesta eleição, e aí eu quero saber de você se foi especificamente nessa, se foi amplificado nessa, se sempre foi assim, porque nós tivemos. Os tribunais, além do Congresso, partidos, a própria imprensa, outras instituições, passaram a ser alvos de questionamentos e de desconfiança. O que explica essa crise nas instituições e tamanhas judicializações que nós tivemos a ponto de ontem um candidato não vai receber os votos e hoje o TSE vai lá e valida? Como é que você enxerga todo este cenário de desconfiança, de crítica e de colocando o Poder Judiciário com esse protagonismo? Vamos dividir aqui. Você falou, por exemplo, da imprensa, da mídia e do Poder Judiciário. A imprensa já vem passando por um processo de desqualificação há bastante tempo. Então, eu sou formado em jornalismo também e eu me lembro que eu tinha um professor que dizia assim, A imprensa é o quarto poder. Ela não é nenhum dos três, mas ela consegue derrubar os três. Então, a imprensa, também com esse avanço da internet, das redes sociais e da multiplicidade de narrativas, então agora você não tem mais uma narrativa dominante. você não tem mais aquilo que a Globo, que os grandes veículos de comunicação estão dizendo, agora você tem ali um grupo de pessoas que começam a seguir, de repente, um canal de um influenciador, de um debatedor, de um jornalista no YouTube, e aquele cara pode ter mais peso, pode ter mais importância do que o próprio veículo da cidade ou do estado onde ele está, A gente tem alguns influenciadores, alguns produtores de conteúdo, aí não vou falar como influenciador, o termo correto é esse, alguns produtores de conteúdo sobre política no Brasil, que eles, de fato, nas redes sociais, eles são mais fortes do que a maioria dos veículos de comunicação, dos grandes veículos de comunicação. Então, o que você vai ter aí, do ponto de vista da imprensa, é que a imprensa já vem passando por isso há bastante tempo, e isso tem se dado muito a partir da questão das intencionalidades, ou seja, qual é a intenção da emissora tal quando ela fala isso, qual é a intenção do telejornal tal quando ele fala isso, ou quando ele esconde isso, ou quando ele faz essa determinada abordagem isso passa também, inclusive por um crescimento das emissoras de televisão essas emissoras de televisão que não são as de massa, que são especializadas em notícia e que E, nesses últimos anos, elas têm se transformado em canais de comunicação, de jornalismo, não jornalismo informativo, mas sim jornalismo interpretativo. Então, você não tem ali notícias o tempo todo nesses canais de televisão. O que você tem são interpretações, são análises, são comentários. Então, isso faz com que isso deixe muita margem para que haja uma certa resistência das pessoas. Então, aqui tem uma instituição que vem se degradando ao longo do tempo por conta dessa capilarização dos veículos e das narrativas. Aí você tem a justiça. A justiça, no ambiente político-eleitoral do qual eu faço parte, a justiça sempre foi uma questão problemática. Por exemplo, eu atuo no Brasil todo e às vezes as pessoas me perguntam, ô Emerson, isso aqui pode fazer ou não pode fazer? A minha resposta é assim, depende do juiz da sua cidade, depende de como age o Tribunal Regional Eleitoral do seu estado. porque a gente tem essa característica também que a justiça eleitoral você não tem os juízes de carreira na justiça eleitoral, eles são juízes que eles atuam o juiz atua na vara de família na vara criminal, na vara civil e aí quando chega ali no período eleitoral ele é escalado pra ir trabalhar na justiça eleitoral então às vezes você tem, com todo respeito mas você tem juízes que não se preparam pra isso e aí julgam sem ter conhecimento efetivo do que eles estão julgando, ou, enfim, aí a gente tem o ponto mais importante da campanha desse ano, que são os interesses. Então, você tem o STF, claramente, se colocou esse ano no centro da disputa, não a instituição, mas os juízes que estão lá. E aí as pessoas começaram a questionar quem foi que indicou esse ministro, qual é o passado dele, o que é que ele faz fora do exercício da magistratura no tribunal onde ele serve, e isso fez com que houvesse uma descredibilização do judiciário. Então, agora, de certa maneira, o que você tem são instituições que todas, a seu modo, mas todas essas instituições têm ali grandes problemas do ponto de vista de credibilidade. Temos o primeiro governador eleito, ou melhor, reeleito, matematicamente, no Mato Grosso do Sul. Nós temos, portanto, olha aí o nosso quadro, Eduardo Riedel, 67,33%. Ele que recebeu até aqui 794.129 votos. Venceu o Fábio Trad do PT, que ficou com 23,15% neste momento, com 86% das urnas apuradas. Em terceiro lugar, João Henrique Catã do Novo, o Delcídio Amaral, na quarta colocação, com 1,08%, 12 mil votos até aqui, e o economista Renato Gomes, do DC, com 0,43%, 5 mil votos, portanto, Eduardo Hidel, do PP, reeleito governador do Mato Grosso do Sul. aqui você não perde nada na TV Câmara Campinas eu avisei, a gente faz esse giro por todo o país governador eleito ou reeleito a gente informa e eu vou dar o giro pelo cenário já já primeiro nós estamos conversando tendo esta aula com o Emerson ele que é cientista político já foi de marketing eleitoral uma conversa muito interessante Emerson, eu já vou te liberar mas antes, no meio deste cenário de polarização Depois eu quero que você até fale sobre este termo, porque tem muitas pessoas que não gostam mais desse termo de polarização, falam que a gente até ultrapassou isso, que cada um está num campo, não tem nenhuma discussão, que geralmente polarização existe, mas que a gente está ali em tantos ataques, que é como se um time estivesse num campo e o outro time no outro, não tem essa conversa, esse diálogo. mas enfim, no meio deste cenário que nós temos hoje, existe espaço para um eleitor ou para um político que não se identifica completamente com nenhum desses dois polos, o centro político ainda tem espaço? Não, infelizmente não. Preciso ser extremamente pragmático em relação a isso, Porque, Gabriel, isso é uma coisa que a gente enfrenta em todas as eleições, que é essa coisa meio utópica dos políticos de quererem que os eleitores decidam baseados em questões racionais. e não existe. A escolha do voto, ela é emocional. Você tem, obviamente, você tem um pequeno grupo de eleitores, extremamente qualificado, um grupo de eleitores que é o eleitor padrão, é o eleitor padrão ouro, é o que a gente queria que todo eleitor fosse. Que ele analisa o currículo dos candidatos, ele analisa as propostas, ele vai lá e ele pesa de uma maneira muito racional as coisas. Existe esse eleitor, Mas a questão é que não é esse eleitor que decide a eleição. Então, a gente não pode ficar lutando contra a realidade, não dá para brigar com os fatos. E os fatos mostram que o eleitor hoje, ele vota porque ele acha um político engraçado, ou porque ele acha um político muito corajoso, ou porque aquele político está falando de um problema que ele sofre na perspectiva dele, o político de fato se coloca no lugar do eleitor. Então, não existe possibilidade hoje no Brasil, e isso é um processo que ainda está se acentuando, ou seja, a gente nem pode dizer que isso é um processo que estabilizou, muito pelo contrário, a tendência é que isso se agrave ainda mais. Então, a situação que a gente tem hoje é que o político que quer, de fato, se eleger, ele precisa entender que as habilidades, as capacidades, as competências que ele tem para o exercício do cargo são muito importantes para o exercício do cargo, mas antes ele precisa chegar lá. E para ele chegar lá, ele vai precisar trabalhar com branding, com narrativa, com construção de autoridade, reputação, então ele vai precisar, de fato, usar essas ferramentas que, isso me deixa, às vezes, até muito triste, porque eu vejo candidatos extremamente inteligentes, competentes, que seriam, sem nenhuma dúvida, os melhores para ocupar aquele cargo, não conseguindo ter sucesso nas eleições, porque eles insistem em fazer campanha do jeito que a campanha não funciona. Ou seja, o cara é muito bom político, mas ele é um péssimo marqueteiro. E para se eleger hoje, você precisa ser marqueteiro e não político. Ou ter um bom marqueteiro. Eu agradeci. É verdade. Caso tenhamos um segundo turno na eleição presidencial, o que o senhor espera das campanhas e também dos cidadãos? Olha, o que a gente está vendo, eu estou acompanhando aqui junto com vocês o cenário e não sei como é que está o mapa de entrada dos votos de todo o Brasil, mas o que a gente tem, pelo menos até agora, com 36,6% dos votos apurados, é um número diferente do que as pesquisas estavam mostrando. As pesquisas estavam mostrando, a maioria delas mostrando Lula na frente, muito próximos os dois, mas eu acredito que esse resultado não vai se manter. Eu acho que ainda é possível que Lula se aproxime bastante de Flávio e até que ultrapasse, mas só pelo cenário que a gente tem até agora, a gente já consegue entender que dificilmente a gente vai é quase impossível que a gente tenha a eleição decidida no primeiro turno, que era uma coisa uma narrativa que os dois principais candidatos estavam vendendo, Lula estava vendendo que ia se eleger no primeiro Flávio estava vendendo que ia se eleger e aí o que eu entendo é que segundo turno é outra eleição, é outra campanha completamente diferente, inclusive é o entendimento que eu tenho é que a pior estratégia para o segundo turno é a do primeiro. Então, nesse caso, cada candidato vai precisar reforçar times, reforçar equipes, vai precisar analisar tudo o que aconteceu até agora e vai precisar, se já não fizeram, eu acredito que tanto Lula quanto Flávio já vêm fazendo isso, porque embora esse discurso público seja de vitória no primeiro turno, mas o que a gente sabe é que nos bastidores As duas campanhas estavam mobilizadas para o segundo turno, ou seja, ninguém foi dispensado, não houve nenhum tipo de desmonte de campanha, muito pelo contrário. Então, o que eu acredito que vai acontecer no segundo turno é uma outra campanha, é uma outra eleição, dependendo do resultado do primeiro turno. Por exemplo, se Flávio tiver um resultado melhor do que o que se esperava, isso vai validar a estratégia dele do primeiro turno e é provável que ele mantenha uma estratégia mais próxima no segundo turno do que a que ele fez no primeiro e Lula precise se reorganizar, Lula precise se reposicionar, mas a gente tem vários elementos que vão entrar nessa conversa também, né, Gabriel? A gente tem os partidos, partidos que liberaram suas bases no primeiro turno, inclusive que tinham candidatos, como é o caso do Partido Novo, o caso do União Brasil, então esses partidos vão precisar chegar, até partidos que não lançaram candidatos, como é o caso do Progressistas, o caso do Republicanos, você tem partidos que não se posicionaram nesse primeiro turno. Então, você tem aí uma força política. Você também tem o cenário dos estados, os estados que vão ter segundo turno e os que não vão ter segundo turno. No caso dos estados que vão ter segundo turno, aí a gente vai ver como é que vai ficar esse equilíbrio de força. Se você tem, por exemplo, se você vai ter candidatos que não assumiam nenhum candidato a presidente no primeiro turno e que agora vão precisar assumir, e aí como é que vai ficar isso. e você também tem os estados que não tiveram segundo turno, como é que esses candidatos vão fazer para mobilizar, você tem ali, você falou, Eduardo Riedel, no Mato Grosso do Sul, já está eleito governador, quem é que vai fazer Riedel agora passar mais 20 dias, 30 dias trabalhando para tentar eleger o seu candidato, como é que vai se conseguir mobilizar essa estrutura da campanha dele, quando provavelmente deve estar todo mundo já arrumando a mala para ir para a praia. então é complicado esse cenário, então a única coisa que eu entendo é que o segundo turno é uma outra eleição, tanto é eu conhecia um político que ele dizia assim ah, eu já ganhei tantas eleições aí eu contava, eu dizia, não, mas peraí você está dizendo que você ganhou 16 eleições, mas você só disputou 12, ele disse, não, mas é porque eu conto o primeiro e o segundo turno, cada um é uma eleição então, a lógica é essa Sensacional Emerson Saraiva, muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo a aula que você deu aqui para os nossos telespectadores, já faça um novo convite para o senhor retornar aqui a nossa programação, meu muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo Eu que agradeço, Gabriel muito feliz de estar aqui com você parabéns aí pelo trabalho e sempre à disposição, quando precisar é só chamar Muito obrigado Emerson Saraiva participando ao vivo aqui da cobertura da TV Câmara Campinas neste domingo especial de eleições. Lembrando, hein, a mina está lá na Justiça Eleitoral, as mídias estão chegando, prioridade toda para a nossa repórter. Assim que nós tivermos o sinal, o contato, é só falar aqui que nós vamos conversar, então, com a Mina Abreu. Vamos voltar, então, a dar aquele giro pelo nosso país para a gente poder analisar como é que está o cenário no nosso país, né, e ver também essa disputa de presidente, para governador, para senador. Se tiver, pode colocar na tela aí, porque nós temos até agora 41,57% das urnas apuradas até aqui. Flávio Bolsonaro segue na liderança e vai ampliando este número de votos. Eu falava de 2, 3 milhões de diferença, agora nós já chegamos a 4 milhões de votos de diferença. O Flávio Bolsonaro está com 24.212.947 votos e o Lula, na segunda colocação, com 19.903.245 votos, com 41,44%. Aparece aqui na minha tela com 41,57% dessas urnas apuradas. De fato, ali está a disputa pela terceira colocação, a cirrada, o Augusto Cury, terceiro, colocado 2,95%, 1.416.111 votos, Ronaldo Caiado, quarto, colocado com 2,39%, 1.147.127 votos e o Renan Santos, quinto, colocado 2,31%, 1.107.591 votos. Temos agora, olha só, aquilo que eu havia dito, o governador Mato Grosso do Sul, 91,05% das urnas apuradas, reeleito Eduardo Hidel do PP, ele que recebeu 836.834 votos. O Fábio Trad do PT ficou em segundo com 23,19%, 287.798 votos. O João Henrique na terceira colocação com 7,32%, 90.854 votos. O Delcídio Amaral em quarto, 1,08%. E o economista Renato Gomes na quinta colocação com 0,43%. São Paulo, olha só, se configurando aquilo que as últimas pesquisas já falavam, na reeleição do governador Tarcísio de Freitas, 47% das urnas apuradas, Tarcísio de Freitas tem 64,33%, já recebeu até aqui 6.853.195 votos, Fernando Haddad, do PT, segundo colocado, com 34,78%. Ele tem até aqui 3,705,00 votos. A Vivian Mendes, em terceiro, com 35,478, que mostra que a disputa em São Paulo ficou mesmo entre Tarcísio e Fernando Haddad. Uma diferença muito grande dos dois primeiros colocados para os restantes. A Vera Lúcia, do PST1, em quarto, e o Carlos Machado, do PCB, na quinta colocação. Vamos dar um giro agora para a gente poder ver o governo do Rio de Janeiro, porque também tinha uma disputa muito grande entre Eduardo Paes e também o Ruas. Mas eis que aparece aqui na minha tela, Mirna Abreu, temos um chamado, temos prioridade, vamos lá então. Mirna Abreu, nos conte as mídias que já chegaram, os votos aí dos campineiros, como é que está esta movimentação? Boa noite. Boa noite, Gabriel, a gente está de volta aqui no cartório eleitoral das zonas 274 e 379 Aqui à minha direita, os voluntários da 379 conferem todo o material que foi enviado O material vai chegando aqui das escolas, onde nós tivemos a eleição durante todo o dia E à minha esquerda, nós temos aqui o pessoal da 274, da Zona 274 de Campinas, que também faz a conferência dos materiais que chegam aqui na Justiça Eleitoral. Nós lembramos aqui que todo esse material já pegamos mais cedo, inclusive imagens do material que chegou de escolas da zona 33, também já temos aqui o material que chegou um pouco mais cedo da zona 380 a 275 e a 378. A imprensa está em peso aqui porque o cartório eleitoral da zona 379 é a referência, inclusive, para a cobertura da imprensa para que possa mostrar o material de conferência. A gente lembra que esse material inclui uma listagem, inclui também, inclusive, os boletins de urna e também, claro, as mídias eleitorais. As mídias são transferidas diretamente para o TRE e os boletins de urna são colados nesses painéis, a minha esquerda aqui, e que parece que cada urna tem o seu boletim. Vamos tentar mostrar aqui, juntamente com os outros colegas aqui, como a transmissão, a transmissão então dos votos para a justiça eleitoral. A gente está aqui dividindo aqui com os nossos colegas, olha, então o Carioca vai mostrar para a gente, nosso Valdecir Saraiva, nosso cinegrafista, vai mostrar aí como é feito esse trabalho com as mídias que chegam das escolas aqui na zona 379. Então, olha só, é entregue o envelope de cada uma das sessões e aí depois esse envelope já foi conferido anteriormente por uma servidora e aí agora começa o processo, então, de transmissão dessa sessão. A gente lembra que então essas mídias elas são conferidas e na sequência enviadas pelos servidores aqui da Justiça Eleitoral para o TRE. A gente continua acompanhando aqui, inclusive, essa escola que chega aqui é da Escola Estadual Erci Moraes, que é um dos locais de votação da Zona 379, aqui da cidade de Campinas. A gente lembra que Campinas tem sete zonas eleitorais, então, hoje, nós temos aqui, em vários andares da Justiça Eleitoral, que fica no centro de Campinas, a entrega desses materiais, que começou aí, o primeiro material que chegou, Gabriel, a gente lembra, foi da zona 380, duas urnas que ficam no centro de detenção provisória. Mais cedo, nós tivemos um material que chegou da zona 33, que são escolas aqui da região central. também nós temos aqui no quarto andar dois cartórios eleitorais, a da zona 275 e 378 que também chegam inclusive por aqui, Gabriel, é uma festa toda vez que chega material das escolas a gente lembra que inclusive a 379 compreende as escolas em grande parte da região do Campo Grande Então por isso que muitas vezes para essa zona eleitoral, às vezes vão chegando um pouquinho mais tarde que as outras zonas eleitorais em função da distância das escolas. A gente lembra que esse trabalho está diretamente aqui coordenado pela justiça eleitoral, pelos locais de votação que vai chegando esse material no TR e na sequência vai subindo aqui para os andares correspondentes das escolas. A gente lembra lá cedinho, quando a Rúbia começou essa transmissão, nós falamos da zerésima, é aquele momento em que o papel não tem nenhuma anotação, justamente porque agora ele se tornou um boletim de urna, que é aquele extrato, sabe aquele extrato bancário, aquela nota que a gente tira lá na boca do caixa, no extrato do banco? é como se fosse um extrato impresso de tudo que foi colocado naquela urna eletrônica e que, claro, foi transmitido já pelos servidores aqui da Justiça Eleitoral, são as mídias eletrônicas que já foram transferidas, então, para o TRE. A gente continua por aqui, Gabriel, mostrando toda essa movimentação, daqui a pouco vamos conversar inclusive com a chefe de cartório que está orientando, direcionando todo esse trabalho, a gente lembra também que em todos os andares nós temos aqui representantes do Ministério Público e também os juízes eleitorais que acompanham de perto todo esse trabalho, que, claro, está sendo aqui também acompanhado por nossos colegas de outras emissoras de televisão aqui de Campinas e região. Eu volto com você no estúdio, Gabriel. Está certo, Mirna Abreu. Eu adoro este trabalho que ela faz em toda a eleição de bastidor, mostrando para a gente, olha só, a riqueza dos detalhes. Quando ela disse que comemoram ao fundo, às vezes dá para ouvir alguns gritos, né, a festa da democracia, isso é muito bacana, todo mundo trabalhando, todo mundo servindo, então, ao nosso país, trabalho importantíssimo, olha só, tudo certinho, recebendo, então, de cada sessão, as mídias sendo transmitidas, os comprovantes, então, esse é o papel, né, isso é uma questão de transparência, ao fortalecimento da nossa democracia e a nossa equipe diretamente, então, do cartório da Justiça Eleitoral, mostrando este trabalho fantástico, fundamental, muito bacana. O nosso Valdecir Saraiva, o nosso repórter cinematográfico, juntamente com a Minabel e toda a retaguarda aqui das nossas produtoras, da Débora Martins, da Xana Pereira, equipe do Sweeter também, com o Celso, com o Ney Laureano, com o Rafael, com o Marcos, toda a nossa equipe trabalhando no dia de hoje para a gente poder mostrar o trabalho que está sendo realizado. Bom, sete horas em ponto, nós temos até agora 47,26% das urnas apuradas, segue para a presidência Flávio Bolsonaro com 50,20%, 27.484.298 votos, Lula com 22.791 votos, com 41,63%, e Augusto Cury na terceira colocação, com 2,96%. Vou dar aquele giro agora, que eu estou curioso para saber, olha, aí nós temos uma surpresa, hein? No Rio de Janeiro, as pesquisas davam Eduardo Paes na primeira colocação, em muitos momentos até se aproximando de um primeiro turno, mas com 35,76% das urnas, o que nós temos? Douglas Ruas na primeira colocação, candidato do PL, 1.441.634 votos, diante de 1.171.266 votos, disputa apertadíssima, 300 mil votos de diferença com o Garotinho na terceira colocação até aqui, com 98 mil votos, com 3,45%. Vamos então para Minas Gerais, que também nós temos aqui uma eleição já definida. Meu mapa pintou de verdinho aqui porque já está definido. Olha só, na Paraíba, com 86,21% das urnas apuradas, O Lucas Ribeiro, do PP, com 64,32%, está eleito, 1.257.000 votos até aqui, e ele venceu o Efraim Filho, que neste momento está com 24,44%, recebeu 477.730 votos. E na terceira colocação, o Cícero Luceno, com 209 mil. Portanto, é o segundo estado que nós já temos, então, um governador eleito no Mato Grosso do Sul, Eduardo Lidl. E na Paraíba, o Lucas Ribeiro. Vamos voltar aqui para Minas Gerais, cenário ainda indefinido em Minas. Cleitinho Azevedo, primeiro colocado, podendo dar primeiro turno, como apontavam algumas pesquisas. Neste momento, 48,43% das urnas apuradas, ele tem 53,55%, com 2.979.000, o Patros Ananias do PT, 1.473.000 votos, com 26%, e o Flávio Roscoi do PL, com 413.498, 7%. Vamos para o Espírito Santo, lá também indefinido até aqui, ainda tem 27 estados em disputa, com 89,09% das urnas apuradas, olha só, podendo dar primeiro turno, hein? Lorenzo Pasolini do Republicanos, está muito próximo, ele recebeu até aqui 930.153 votos, vencendo o Ricardo Ferraço, que neste momento tem 34,13%, ele tem 613.978 votos e o Éder Salomão do PT com 275.508 votos. Vamos para a região sul, no Paraná, Sérgio Moro também se aproximando de vencer essa disputa no primeiro turno, 93,67% das urnas apuradas, o Sérgio Moro do PL tem 50,34%, já recebeu 2.941.000, o Sandro Alex com 25,19%, 1.472.000 votos E o Requião Filho, com 23,39%, 1.366.000 votos. Vereadores que estão disputando para deputado estadual. Joga na tela para mim, por favor, para a gente poder ver, porque também é motivo de muita expectativa. Aqueles vereadores que estão na disputa, olha só, vou chegar aqui pertinho para deputado. Os vereadores, a gente tem a Mariana Conte, na primeira colocação, 43.400 votos até aqui. Ela, que já temos aqui, 51% das urnas apuradas. Dos vereadores, o Gustavo Petro está em segundo com 10.323 votos. A Fernanda Souto, na terceira colocação, com 5.692 votos. Igor Diego, até aqui, recebeu 3.503 votos. Está na quarta colocação, são os vereadores de Campinas que estão na disputa para deputado estadual, pode mudar de tela por gentileza. A Débora Palermo é a quinta colocada por enquanto com 1.984 votos, o Nelson Ossery com 1.383 votos, Luiz Cirilo 1.074 votos e o Vini Oliveira na oitava colocação. O Ailton da Farmácia, em nono, com 403 votos até aqui, são os vereadores que estão disputando um cargo para deputado estadual. Temos os dois vereadores que estão disputando para deputado federal. A Guida Calisto já recebeu até aqui 7.403 votos e o Marcelo Silva 2.117 votos. Portanto, nós temos 58,57% das urnas apuradas, é o panorama que nós temos dos vereadores que estão nos cargos de disputa para deputado estadual e para deputado federal. Deixa eu voltar aqui então, vamos para Santa Catarina, governo do estado, este também se aproximando de primeiro turno, como davam as pesquisas, Jorginho Melo do PL tem 67,72%, já recebeu até aqui 1 milhão 970 mil votos. O Gelson Merizio tem 470 mil, um pouco mais, do PSB com 16,16%. O João Rodrigues do PSD, 409 mil votos com 14,07%. Mais um candidato do PL que deve levar aí no primeiro turno. Rio Grande do Sul, olha só a diferença também, mais um candidato do PL que deve levar no primeiro turno 82,75% das urnas apuradas, o Zucco com 2.917.000 já tem 58,04%, a Juliana Brizola do PDT 31,74% e o Gabriel Souza do MDB 421.000 votos. com 8,39%. Distrito Federal, nós temos a Celina Leão com 49,84%, tentando ali vencer no primeiro turno, mas nós já temos 97,85% das zonas apuradas. Está disputado, está na expectativa se ela leva no primeiro turno ou se teremos um segundo turno com o Leandro Graz do PT, que já recebeu 558.802 votos, 34,54%. Vou atualizar já já essa disputa no Distrito Federal, que está muito próximo ali, se dá primeiro turno ou se segundo. Goiás, nós temos 71,96%, também podendo dar primeiro turno para o Daniel Vilela do MDB, 1.509.000 votos, ele que já tem 58,36% está vencendo o Wilder Moraes, que está com 22,77%. O candidato do PL está com 588.000 votos. Disputa no Mato Grosso, 83,25% das urnas apuradas, também se aproximando da vitória no primeiro turno, Otaviano Piveta, 941.281 votos, vencendo o Ellington Fagundes, que está com 22,82%, o candidato do PL, deixando a doutora Natasha na terceira colocação do PSD. Mato Grosso do Sul, essa disputa já terminou, vamos pra Bahia, porque ali também a disputa era muito acirrada, muito apertada, disputas, as pesquisas eleitorais davam os dois primeiros candidatos muito próximos nós temos 43,32% das urnas apuradas Jerônimo Rodrigues do PT vai levando por enquanto 1.814.000 pouco menos de 300.000 votos a diferença, ele está com 53,11% o ACM Neto com 46,29% pode dar primeiro turno também para o candidato do PT, porque o terceiro colocado tem apenas 0,43% do PSOL, o Ronaldo Mansur, com 14.724. Disputa no Pernambuco, também acirradíssima, as pesquisas eleitorais davam uma pequena vantagem para a Raquel Lira e essa vantagem, neste momento, grande em relação às pesquisas eleitorais. Ela tem 53,13% dos votos, 1.345.000, contra o João Campos do PSB, 1.127.044,53%, portanto, pouco mais de 100 mil votos, 200 mil votos, a diferença entre os dois candidatos, e o Ivan Moraes em terceiro do PSOL, com 1,88%. Vamos para o Ceará, já já nós vamos ver então essa disputa para deputado federal. Nós temos no Ceará, Eumano de Freitas, também. As pesquisas davam, logo no início, né, algumas semanas, era Ciro Gomes em primeiro e Eumano de Freitas em segundo. Só que nos últimos dias, o Eumano, nas pesquisas, virou para cima do Ciro Gomes e isso está se refletindo nas urnas apuradas, com 41,48%. O Elmano tem 1.123.000 votos, com 51,36%. O Ciro Gomes com 1.049.000, também 200.000 votos, com 47,98%. Pode dar primeiro turno para o Elmano de Freitas, porque o terceiro colocado deu ganho no Hugo, com 0,34%. Fui chamado a atenção, mas dois estados estão definidos com os seus governadores. Vamos para Roraima, porque Arthur Henrique, do PL, mais um do PL, eleito 186.554 votos. ele já tem 68,99%, com 85,65% das urnas apuradas, o Arthur Henrique está eleito para este governo, portanto, de Roraima. E agora nós vamos para Tocantins, porque Tocantins também temos a disputa, a professora Dorinha com 45,75% e o Vicentinho Júnior 43,72%, disputa também acirrada em Tocantins. A gente vai fazendo aí este giro, está indo para o segundo turno, está definido então o segundo turno entre professora Dorinha contra Vicentinho Júnior. Está definido o segundo turno entre esses dois candidatos. Deixa eu voltar aqui para o Nordeste, a gente já tinha visto o Ceará, vamos lá para o Maranhão então. Eduardo Braide, 55,23%, chance de primeiro turno também, o candidato do PSD vai vencendo, o Leandro Brandão, do MDB, ele que já recebeu 738 mil, e o Eduardo, 1 milhão e 210 mil. Paraíba já foi definido, vamos para o Rio Grande do Norte, porque o Cadu de Lula, 438 mil votos, está com 36,71%. Disputa acirradíssima no Rio Grande do Norte. Alisson do União 426 mil até aqui. 12 mil votos separam os candidatos. É a disputa mais acirrada até aqui com Álvaro Dias do PL com 27,37%. Também está muito próximo. Os três candidatos estão ali na luta por um segundo turno. Vamos a Lagoas. tem chamado prioridade a toda dela, Mirna Abreu chamou, entrou, diga Gabriel, a gente volta aqui do quarto andar, aqui ao meu lado direito nós temos a zona 275 lembrando que essa zona eleitoral ela tem 32 locais de votação, 314 sessões, 113 11.546 eleitores. E aqui, toda vez que chega um material, na verdade, para ser conferido, é uma festa. Aqui, à minha esquerda, nós temos aí a conferência do material da Zona 378. A Zona 378 tem 44 locais de votação, 424 sessões e temos 148.682 eleitores. Ela é uma das maiores zonas eleitorais que inclui, inclusive, o Distrito do Ouro Verde aqui em Campinas. É importante salientar que cada cartório eleitoral elaborou a sua própria dinâmica de trabalho, então, inicialmente, olha, esse material chega nessa primeira bancada e agora, olha, o nosso Valdecir Saraiva, o cinegrafista, vai mostrar, o pessoal aguarda esse primeiro material que chega nessa bancada, que na sequência ele é conferido, nós temos aí os boletins de urna que são conferidos pelos servidores da justiça eleitoral, que depois esses boletins vão ficar afixados para a conferência pública, Conferência inclusive dos fiscais de partido e outros representantes E na sequência nós temos o material que ele é Eu vou pedir inclusive para que a gente consiga mostrar também aqui Na 278 e na 374 Aqui nós estamos na 278 Para que a gente consiga mostrar como é feita a transmissão Aqui nós temos mídias também que já foram transferidas pelas servidoras direto para o Tribunal Regional Eleitoral. Essas mídias já foram transferidas, então nós estamos no momento aqui na Zona Eleitoral, na 275. Nós estamos aguardando, inclusive, que essa chegada desse material, ele vai todo sendo feito essa triagem, nessa ordem que nós estamos mostrando para vocês, para que então seja feita toda a contagem de votos da junta eleitoral da zona 275 em Campinas. E aqui à minha esquerda, eu volto a mostrar, olha, nós temos uma outra dinâmica, olha, cada cartório, como eu disse, elaborou a sua própria dinâmica. Esse, eles têm caixas em que primeiro são colocadas as herésimas, que é aquele documento provando que não tinha nenhum voto. Depois, nós temos aí os boletins de urna, os BUs, e eles são colocados de acordo com o número das sessões, olha, 500 a 599, depois nós temos os números nas caixas, que eu vou pedir inclusive para o Saraiva mostrar, também para o nosso telespectador, que é então o momento em que é feita a triagem, recolhimento, e como é feito todo esse material, a triagem desse material, toda a logística desse trabalho. Vendo um pouco mais aqui, inclusive enquanto esses servidores, olha como eles se dividiram. Na sequência, esse material do boletim de urna, ele vai ser colocado de acordo com a sua numeração, de acordo com a numeração da sessão eleitoral, nesses painéis que depois vão estar disponíveis para fiscais de partido, para que possam então conferir. Para você que está em casa e entrou agora, assistindo agora a apuração, esses papéis, eles correspondem exatamente o que tem em todas as mídias eletrônicas que são transferidas para o Tribunal Regional Eleitoral. Nós temos aqui, nós estamos nesse momento com o papel, na verdade, com as transferências das mídias eletrônicas da Zona 378 em Campinas. Nós lembramos que Campinas tem sete zonas eleitorais. A Zona 378, que é uma das maiores da cidade, tem 44 locais de votação, 424 sessões e 148.682 eleitores. Gabriel, a gente continua aqui, eu estou nesse momento no quarto andar aqui da Justiça Eleitoral e daqui a pouquinho a gente vai mostrar o trabalho de outros cartórios eleitorais. Eu volto aí com você no estúdio, Gabriel, e daqui a pouco eu te chamo para mostrar mais um pouco deste trabalho, que ainda vai acontecer muita coisa, vai chegar a urna, nós temos depois toda a entrega e toda a finalização desse trabalho. Combinado, Mirna Abreu, mostrando aí os bastidores, a chegada das mídias, das sessões eleitorais, os campineiros votaram, as mídias chegam e são transmitidos para Brasília, para São Paulo, As zonas eleitorais, todo o trabalho acontecendo da Justiça Eleitoral, muito bacana, trabalho de Valdecir Saraiva e de Mina Abreu, de toda a nossa equipe. Temos uma tela aqui, por gentileza, vamos informar então, portanto, cobertura especial da TV Câmara Campinas. E olha só, governador 76,22%, nós temos Tarcísio de Freitas muito próximo de levar no primeiro turno, 11 milhões e 62 mil votos, Fernando Haddad vai ficar na segunda colocação com 6 milhões e 264 mil, na terceira colocação Vivian Mendes, Vera Lúcia em quarto e Carlos Machado em quinto, Tarcísio muito próximo desta reeleição. E olha só, nós temos então muitas definições, nós temos também atualização, a diferença neste momento, nós temos Flávio Bolsonaro em primeiro com 49,58% dos votos, Ele já recebeu até aqui 37.566.895 votos, com 64,81%. Lula, em segundo, 32.007.853 votos, com 42,25%. As pesquisas que davam Lula com 3, 4%, o que nós estamos vendo é uma votação expressiva do Flávio Bolsonaro em primeiro, eu estou acompanhando o presidente, essa diferença vem caindo, mas num ritmo lento, a gente vai ter uma disputa, prevejo, com os dois chegando muito próximos, É o que nós vamos acompanhar aqui nos próximos momentos. 64% das urnas apuradas. Há uma tendência aí de ter uma disputa ali voto a voto entre Flávio Bolsonaro e Lula. Terceiro colocado é o Augusto Cury com 2,97% e depois nós temos o Ronaldo Caiado na quarta colocação. Senador também era uma disputa que nas pesquisas davam muito acirradas Mas o que nós estamos vendo é que Guilherme de Ritchie e André do Prado Os dois candidatos da direita irão se reeleger como senador Nós temos 76,22% das urnas apuradas até aqui O Guilherme de Ritchie na liderança com 10.142.000 votos com 30,90% muito próximo ao André do Prado, com 9 milhões e 700 mil, com 29,55%. Simone Tebet está ficando em terceiro com 6 milhões e 277 mil, muita diferença, quase 3 milhões de votos. Marina Silva com 5 milhões e 854 mil, 884. E o Guto Scavieto do Missão com 297 mil e 78 votos. essa é a disputa por São Paulo, eu tenho muitos estados que já foram definidos, então eu vou repassar aqui, eu já vou continuar aquele meu giro, você que está nos acompanhando, eu lembro, eu parei no estado de Alagoas, no Nordeste, mas vamos fazer o seguinte, o que já tem a definição, Eu vou informando aqui a vocês. Santa Catarina, já está reeleito o Jorginho Melo do PL, 2.471.000 votos ele recebeu, já tem 68%. Rio Grande do Sul, nós temos Zucco eleito, mais um pelo PL, 3.220.000 votos, 57,88%, 91% das urnas apuradas. Zucco eleito governador do Rio Grande do Sul, Mato Grosso já está definido, Otaviano Piveta do Republicanos recebeu até aqui 1 milhão e 17 mil votos, 60,99% está eleito ao governador de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Eduardo Hidel está reeleito do PP, 67,37%, 896 mil votos até aqui. No Nordeste, vamos lá para Paraíba, o Lucas Ribeiro, PP, eleito, 1.380.000 votos, até aqui com 64,42%. Temos definições também em Rondônia, com o Marcos Rogério eleito, do PL, 509.168, com 57,02%. venceu o Adailton Fúria e o Wildon Chaves e temos definição em Roraima com o Arthur Henrique com 205 mil votos mais um do PL 69,25% e em Tocantins a professora Dorinha vai fazer o segundo turno com o Vicentinho Júnior já está definido disputa acirrada também a professora Dorinha com 373 mil votos 519 e o Vicentinho com 357 725 menos de 20 mil votos separando os dois voltando para Lagoas Renan Filho na liderança 51,59% vai vencendo o JHC do PSDB com 315 mil votos 48,04 disputa acirrada podendo dar primeiro turno mas está ali e a Lenilda Luna com apenas 0,32%, recebeu 2.106 votos. No Sergipe, vamos ver como está a disputa também, 83,83% das urnas apuradas. Pode dar primeiro turno para o Fábio, do PSD, recebeu 595 mil votos até aqui, 58,88%, vencendo o Valmir de Francisquinho, 37,63%, candidato do Republicanos. E ao I, vamos ver como está essa disputa, o Rafael Fontenelles pode dar primeiro turno para o candidato do PT, 1.054.000 votos, está com 69,96%, vencendo o Joel Rodrigues do PP, que está com 427.028%, e o professor Gisvaldo do PSOL, 8.158 votos. Disputa no Amazonas está em aberto Omar Aziz do PSD, 602 mil votos com 37,84% Vencendo a professora Maria do Carmo do PL, 431.814 votos 10% de distância entre o primeiro e o segundo colocado Roberto Cidade do União, terceiro colocado, 20,64% Disputa no Pará agora, podendo dar primeiro turno para o doutor Daniel do Podemos 1.749.000 votos, dá 52,60% A Hannah Gansen, 44,91% do MDB, 1.493.000 votos Uma diferença aí de 300 mil, 300, não, uma diferença de poucos, é, 300 mil votos. E a Araceli do PSOL, 74 mil, 2,23% a distância no Pará. Acre também indefinido, a Maiusa Assis do PP quer levar no primeiro turno, tá com 49,67%, Está muito próximo o Alan Rick, do Republicanos, com 32,14%, 132 mil votos. O Tion Bocalon, do PSDB, 42.681, com 10% de disputa em aberto no Acre. Em aberto também no Amapá, porque nós temos aí 75,29% das urnas apuradas. o Dr. Fulã vai se aproximando deste primeiro turno com 61,27%, o Clécio em segundo com 38,46% e o Carlos Clay com 0,12%, 393%. Eu quero números de Campinas, se nós tivermos, por favor, para quem está nos acompanhando, olha só que interessante, Nós tivemos até aqui um comparecimento de 77,33%, 145.668 eleitores, uma abstenção de 22,67%, uma alta abstenção em Campinas, com 42.708 eleitores. Votos em branco, 3,27, são 4.770 votos. Votos nulos, 5,35% com 7.796, isso com 21,57% das urnas apuradas às 7h14min. Bom, vamos fazer o seguinte, eu vou fazer um rápido intervalo, só dá tempo de tomar uma água e eu vou voltar pra dar um giro pra o Senado. Eu falei sobre os governadores, eu vou falar agora sobre os senadores e a disputa presidencial também. Essa disputa entre Flávio Bolsonaro e Lula pra saber se teremos o segundo turno e quem vai sair à frente aí. Fique com a gente cobertura especial da TV Câmara Campinas neste domingo de eleições. Doutor, é possível prevenir um AVC? Sim, é possível prevenir um AVC. Se nós controlarmos adequadamente os fatores de risco, como hipertensão, diabetes, tabagismo e atividade física, a gente reduz a probabilidade de ter um AVC em 90%. Você sabia que existe um aplicativo completo para te ajudar na preparação para o Enem? Pois é, e ele é de graça. Vem comigo que eu te conto tudo. Quem vai fazer o Enem sabe. É tanta informação que às vezes bate aquela dúvida. Como posso estudar? Onde eu pesquiso conteúdos? Sim, isso é normal. Uma dica é baixar o MEC Enem, o aplicativo gratuito do Ministério da Educação, para te ajudar a se preparar para o Exame Nacional do Ensino Médio. Logo na tela inicial, você acompanha o cronograma do Enem e fica por dentro dos avisos relacionados ao exame. O aplicativo também cria um plano de estudos personalizado, de acordo com a sua rotina e com seus objetivos. Com o aplicativo, você escreve sua redação à mão, fotografa e a plataforma transcreve o texto. Aí a sua redação é corrigida em poucos segundos, dando sugestões de melhorias e uma pontuação baseada nos mesmos critérios da prova. A plataforma ainda indica vídeos e conteúdos de reforço com base nas questões que você errou. Além disso, dá para consultar orientações sobre as etapas do Enem e outras informações importantes do processo. Assim, você pode ficar ligado a tudo apenas pelo celular, sempre que precisar. E já anota aí! As provas do Enem 2026 acontecem nos dias 8 e 15 de novembro. Se você ainda não baixou, procure por MEC Enem na loja de aplicativos do seu celular. Você pode navegar também pelo seu computador. Agora é focar nos estudos e boa preparação! Olá, nesta segunda-feira, às sete e meia da manhã, tem café com o presidente, aquele nosso bate-papo semanal com o presidente da Câmara Municipal de Campinas, o vereador Luiz Rossini. Esperamos você! A segunda etapa do Concilia Campinas oferece condições especiais para quem tem débitos inscritos na dívida ativa do município, principalmente relacionados ao IPTU. Ao todo, cerca de R$ 4,8 bilhões em dívidas estão aptos à negociação. Nessa etapa exclusiva que a gente está tendo, a publicação dos editais. Nesses editais, a gente traz condições para os contribuintes que estejam nas mesmas condições, aplicando-se um entendimento já consolidado pelo Supremo Tribunal Federal, para possibilitar que as pessoas venham, possam adimplir os seus débitos da forma mais rápida e ágil possível. São dois editais que a gente vai ter agora em vigor. Um que diz respeito aos débitos recalculados pela taxa Selic, com descontos expressivos sobre esses débitos recalculados. e o outro também pelo recálculo, mas que terá mais descontos expressivos, tratando-se de débitos de pequeno valor. E naqueles casos de contribuintes que se enquadrem como pequenas empresas ou microempresas de pequeno porte e débitos que individualmente somem mais ou menos R$ 11 mil ou no valor global cheguem a R$ 64 mil. O que quer dizer isso na prática? Às vezes o contribuinte tem mais de um imóvel, então ele vai ter vários débitos separados. Cada um deles individualmente não pode ultrapassar R$ 11 mil. mas no global, daquele contribuinte não pode passar a R$ 64 mil. E aí ele vai ter acesso a condições mais diferenciadas. Ele pode ter 85% de desconto no recálculo de multas e juros e, além disso, ele consegue também, se não optar por pagar à vista, parcelar em até 60 vezes esse mesmo débito. Os outros contribuintes que não estejam nessas condições de pequeno valor também vão ter acesso ao recálculo desses débitos, também com descontos, que podem ir até 70% no valor à vista ou até 30 vezes parcelado e aí, dependendo do número de parcelas, maior ou menor a condição de desconto. O contribuinte tem 45 dias para aderir ao programa, prazo que ainda pode ser prorrogado por mais 45. Os débitos mais antigos, de 2015, por exemplo, que já foram recalculados, têm mais chances de negociação. Um exemplo apresentado pela Prefeitura mostra o impacto das condições oferecidas. Uma dívida que tinha um valor original de R$ 24 mil chegou a ultrapassar R$ 104 mil com juros e multas. Com as regras do concilia e também com o pagamento à vista, o valor da negociação caiu para R$ 31.700. É muito vantajoso, então é uma oportunidade das pessoas ficarem atentas ao prazo, porque é uma oportunidade única, curta, mas que realmente é extremamente vantajosa. E a ideia é justamente essa, que as pessoas não precisem mais socorrer do Poder Judiciário, que elas tenham acesso aos serviços, continuem adimplentes com o município, mas de uma forma bem mais fácil e rápida. A adesão do programa é pela internet, pelo ambiente exclusivo da Secretaria de Finanças ou presencialmente por meio de agendamento no Porta Aberta da Prefeitura. A ideia é justamente desburocratizar. Então tem duas opções, ela pode agendar o atendimento presencial no Porta Aberta e ela agenda no site da Prefeitura de Campinas. um dia certinho que ela vem, ou, o que é mais fácil, pelo próprio site da Prefeitura de Campinas, tem um ambiente exclusivo para renegociação de dívidas. Então, ela entra lá no site da Prefeitura, campinas.sp.gov.br, vai ter um link exclusivo que a direciona para o programa Concilia. Nesse ambiente, ela faz o cadastrinho dela por certificado digital, enfim, coloca as informações dela com certificado digital ou não também. Quem não tem, consegue do mesmo jeito. Entra nesse ambiente, ele direciona os débitos dela, quais são os imóveis que ela tem, quais são os exercícios até 2025, que é relativamente recente, como já está inscrito em dívida ativa, também pode ser objeto de negociação, e aí ela seleciona, faz a simulação dentro do sistema, quantas parcelas, se vale a pena ela pagar à vista ou não, gera a guia dentro desse sistema, assina lá o termo de acordo eletronicamente, paga e está dentro do programa. Olá, nesta segunda-feira, às sete e meia da manhã, tem Café com o Presidente, aquele nosso bate-papo semanal com o presidente da Câmara Municipal de Campinas, o vereador Luiz Rossini. Esperamos você. Música Quais são as causas da queimadura de sol? As causas da queimadura de sol, já diz por ela mesma, o sol é o principal causador da queimadura solar. O sol emite radiação ultravioleta e eles vão danificar diretamente o DNA da nossa pele, causando uma inflamação aguda e levando todo aquele aparecimento de vermelhidão, ardência e até no final de tudo a descamação da pele. Outra causa de queimadura são as câmeras de bronzeamento artificial. Elas também apresentam lâmpadas que vão emitir essas ondas chamadas ultravioletas. Então, tanto o sol quanto a câmera de bronzeamento, a gente tem que tomar muito cuidado para que não tenha essa queimadura. Bom, é o quadro de Olho na Educação, pessoal, e olha só um assunto super importante hoje, porque nós vamos falar justamente sobre ensino bilingüe. Pois é, super legal, é fundamental hoje que as crianças conheçam mais de um idioma e desde pequenininhas, porque antes a gente, pelo menos na minha geração, as pessoas cresceram com essa ideia de que não dava para, quando é criança, aprender dois, três idiomas, mas as coisas mudaram um pouquinho. Por isso, nós vamos bater um papo. Eu estou aqui com a Rafaela Marques, que é coordenadora de inglês, vai bater um papo com a gente. Tudo bem? Tudo ótimo, tudo bom, André? Estou muito feliz de estar aqui batendo esse papo com vocês. Prazer em tê-la conosco. Bom, é exatamente isso que eu falei, né, professora? Acho que hoje, embora ainda algumas pessoas digam que, puxa vida, mas não aprendeu nem a falar português direito, já está falando inglês, não aprendeu nem a ler ainda, mas não é por aí. Quanto mais cedo começar a aprender o inglês, no caso, ou qualquer outra língua que seja, é melhor. Exato. Hoje as pesquisas mostram exatamente o oposto do que você disse que era antigamente, que as pessoas tinham muito receio de colocar uma criança tão pequena exposta a já dois idiomas. A infância é um momento propício para isso. Então, a gente chama essa fase, há uma enorme plasticidade cerebral. O que isso significa? A criança está muito aberta a novas aprendizagens. Então, inserir um novo idioma nesse momento é muito oportuno. É exatamente uma janela importante e oportuna mesmo para que a gente desenvolva bem essa segunda língua. Como lidar com essa situação, professora? Porque, como eu falei, às vezes a criança está aprendendo a ler ainda, português e tal. E, de repente, também está aprendendo a escrever em inglês ou a falar em inglês. Como que é trabalhar isso para não confundir, se é que confunde, né? Por isso que é importante essa entrevista com você, professora, para que a gente possa esclarecer alguns mitos que existem, né? Exatamente. Eu ia usar exatamente essa palavra. Esse é um dos maiores mitos da educação bilingüe, que ensinar uma criança em dois idiomas ao mesmo tempo confunde. E, na verdade, é o oposto. É muito importante que a gente ensine nesses dois idiomas e é muito rico para a criança quando ela tem essa oportunidade, porque ela passa a operar em dois sistemas diferentes. Então, ela passa a aprender e a resolver problemas, a ler, a escrever em duas línguas diferentes. E isso tem diversos benefícios para a aprendizagem da criança. Bom, vamos lá. Quais os benefícios? Bom, a gente tem um benefício bastante importante que é a flexibilidade cognitiva. Então, imagina quando você tem dois idiomas acontecendo no cérebro, com essa atividade cerebral. Eu consigo mudar de um idioma para o outro de uma maneira rápida, a partir do momento que eu tenho uma certa condição de me expressar nessa segunda língua. Então, isso faz com que eu tenha um cérebro bastante flexível. Então, eu estou aqui em uma aula de matemática, por exemplo, aprendendo em inglês, falando em inglês, me reportando a professora e aos meus colegas em inglês, e, de repente, eu vou para o intervalo no qual eu vou brincar em português. Então, rapidamente eu consigo mudar de uma língua para outra e isso amplia essa flexibilidade cerebral. Bom, eu estava dando uma olhadinha aqui, inclusive, nas minhas anotações. Tem outros benefícios também, por exemplo, esse parece bastante óbvio, mas é sempre importante a gente bater nessa tecla, sempre importante a gente reforçar essa situação, porque certamente aumenta as oportunidades de carreira, né? Com certeza. Alguém que chegue no momento que vai iniciar no mercado de trabalho e tudo mais, já falando inglês fluentemente, é uma outra situação, é outra conversa, né, professora? Exatamente. O inglês é a língua do mercado de trabalho, dos negócios, das pesquisas, então a partir do momento que você chega aos 18, que acaba sendo o início da carreira de muitos jovens, já tendo inglês, você consegue circular em outras situações, em outros cenários, não só no Brasil, não só com empresas aqui, mas no mundo inteiro, no mundo afora. Então, isso certamente amplia as oportunidades, com certeza, dos jovens, adolescentes, de carreira, de estudos, enfim. Também ajuda no desempenho acadêmico. Sim, com certeza. Porque, pensando nas habilidades cognitivas que aprender duas línguas oportuniza, eu tenho uma habilidade maior de resolução de problemas, de criatividade, porque eu estou o tempo inteiro operando nesses dois sistemas. Então, amplia também o desenvolvimento acadêmico. Eu passo a ler e escrever em uma segunda língua, eu consigo me comunicar, eu consigo ouvir. Então, certamente amplia, sim. Bom, olha, pessoal, que situação interessante. Olha o que eu vou falar, torna as crianças mais empáticas. Pois é, os benefícios também alcançam o desenvolvimento emocional e social. Em um mundo cada vez mais conectado, aprender uma segunda língua também significa entrar em contato com outras culturas, diferentes formas de pensar e novas maneiras de compreender a realidade. Pois é, olha que coisa impressionante. Segundo especialistas em educação, que é o caso aqui da nossa entrevistada, crianças bilíngues costumam desenvolver mais capacidade de controlar impulsos, resolver conflitos e compreender diferentes perspectivas. De fato, realmente isso é muito interessante. Gostaria que você falasse um pouco mais sobre isso, Rafaela, porque faz toda a diferença. Faz toda a diferença. E é interessante que quando a gente pensa em aprender inglês, não necessariamente a gente pensa em uma criança se tornar mais empática, a gente acaba pensando mais, ele vai aprender um segundo idioma, vai se comunicar, vai conseguir ampliar as oportunidades. Mas é muito importante também que em termos socioemocionais, então em relação à empatia, a gente também amplia o olhar das nossas crianças. Porque quando eu aprendo uma língua, é exatamente isso, eu consigo também aprender sobre outras culturas, sobre outras formas de pensar, sobre outros jeitos de ver o mundo. e aí quando eu aprendo essa língua e também aprendo a cultura que essa língua traz eu consigo ver que eu penso e ajo de uma certa maneira por estar aqui por falar a língua que eu falo, mas também tem outros jeitos de pensar e agir e que é importante eu respeitar, que é importante eu conseguir conviver e quando eu penso lá no futuro nesse mundo que está inteiro conectado eu tendo o inglês, eu podendo ter outras oportunidades, quando eu vou para fora, vou para o exterior a trabalho ou a estudo se eu me desenvolvi também nessa questão se eu sou uma pessoa mais empática eu consigo trabalhar em diversos ambientes com diversas pessoas e aquela questão de estudar matemática e inglês outras matérias em inglês isso também acho que é bem interessante é bem interessante porque a gente sai do estudo da língua como língua apenas e a gente passa a trazer a língua para o dia a dia mesmo no contexto como uma ferramenta para o aluno poder aprender matemática resolver problemas ou fazer uma experiência em inglês desculpe, em ciências e poder falar em inglês sobre aquilo que ele fez então eu amplio e eu trago o contexto para a aprendizagem do aluno professora, na minha época não que eu esteja mas na minha época as pessoas batiam também muito nessa tecla para aprender inglês de verdade você precisa fazer intercâmbio E era muito comum Eu tive muitos amigos Que foram para os Estados Unidos Passaram um tempo lá Alguns seis meses, outros um ano Outros ficavam ainda mais tempo Acho que você já ouviu isso Tem que fazer intercâmbio Hoje não Hoje eu acho que, claro Morar nos Estados Unidos É muito bom também Nesse aspecto de aprender a língua Mas hoje é possível você falar fluentemente inglês com uma educação bilingüe, né? É possível. É possível porque a gente tem um tempo de exposição alto e a gente tem uma qualidade dessa exposição do aluno ao inglês e ao ensino do inglês e também a produção dessa segunda língua. Então, a partir do momento que eu tenho um aluno que desde muito pequeno entra no ensino bilingüe, tem algum contato com o inglês e segue toda a sua formação com esse contato e ensinando e aprendendo, enfim, quando ele chega na adolescência, ele tem condição, por conta do tempo que ele teve de exposição e também da qualidade dessa exposição. Ele tem condição de ser fluente. Boa. E quais as dicas que você deixa para aqueles pais que têm dúvidas, né? Puxa vida, mas muito pequeno ainda, vai confundir a cabeça da criança, é muita coisa. O que você falaria para o pessoal que está conosco assistindo ao quadro de olho na educação? Olha, eu diria para que a gente confie no potencial que as crianças têm de aprendizagem. As pesquisas mostram, a nossa experiência também nos mostra que é possível, a criança não confunde, na verdade, é super importante para ela, ela consegue transitar entre esses dois sistemas ao mesmo tempo. É claro que ela pode trazer, às vezes, um repertório do português quando ela está falando inglês e vice-versa, mas isso significa que ela está em atividade, ela está pensando e buscando aquilo que ela tem de repertório. Então, confiem na capacidade das crianças de aprender, busquem um programa que seja sólido, que tenha um bom tempo de exposição à língua. A gente precisa ter paciência também, porque exige tempo. Aprender uma segunda língua não é rápido, então exige tempo. Mas assim que a criança consegue entender em qual contexto ela usa cada sistema, isso vai acontecendo de maneira mais tranquila para a criança. Até pegando o gancho dessa sua resposta, que você disse que não é rápido, com quantos anos uma pessoa consegue falar inglês já fluentemente, desde que comece cedo, nessa idade que você falou, de dois aninhos? Olha, o que as pesquisas trazem hoje é que a gente, claro, pensando em fluência, em conseguir se comunicar com diversas pessoas de diferentes lugares do mundo, se a gente pensar em termos de seis, sete anos dentro de um programa bastante sólido. Puxa, a vida é tão cedo, né? Com oito anos de idade, a criança já consegue falar com o último idioma. Ela consegue se comunicar em situações contextualizadas para a idade dela, claro, para a facetária dela, não como nós adultos nos comunicamos, mas sim, ela já consegue se comunicar em contextos... Quando chegar com 12 anos, já está voando. Essa é a ideia, essa é a ideia. Boa, muito obrigada, professora. Quais são suas considerações finais? Bom, o que eu diria é que as famílias que puderem, que elas apostem nesse tipo de educação, na educação bilingüe, que incentivem as crianças, comprem livros, cantem, brinquem, também usem de outras estratégias para trazer o inglês para o dia a dia, para o contexto, se a criança se sente à vontade, se a família tem a possibilidade, enfim, é interessante também que a família confie e esteja junto nessa aprendizagem dos alunos. Tipo, eu já ensinei uma frase para o Francisco, me corrija se estiver errado. My favorite team is Guarani. Está certo. Ele já está repetindo. Ótimo, já sabe dizer qual é o clube dele favorito, é isso mesmo. Valeu, professora. Você deu um show aqui, muito boa a entrevista, super esclarecedora e certamente tirou muitas dúvidas do pessoal que está em casa nos acompanhando. Muito obrigado. André, eu que agradeço. Muito obrigada, muito obrigada. Valeu, pessoal. Bom, eu sou o André Aranha e você já sabe, né? Estou sempre de olho na educação. Tchau. Famílias destruídas. Porque alguém bebeu e dirigiu. 34% das mortes no trânsito de Campinas têm influência do álcool. Além de infração gravíssima, é crime. Não deixe uma tragédia cair na sua conta. Pode custar caro. Nunca beba e dirija. 7 horas mais 50 minutos neste domingo 4 de outubro especial cobertura da TV Câmara Campinas nestas eleições nós estamos fazendo aquele giro por todo o nosso país, vamos falar sobre deputado Agora, vou pedir para colocar aqui na minha tela para ver quem são os mais votados até aqui. Nós temos essa disputa para os deputados federais e estaduais. Olha só, 88,52% das sessões totalizadas. Aqui em São Paulo, o mais votado, Lucas Pavanato, 2.701.065 votos, candidato do PL. Em segundo lugar, a Erika Hilton, do PSOL, com 1.406.671 votos. Seguida de mais uma candidata do PSOL, a Samia Bonfim, com 515.571 votos. Kim Kataguiri, do Missão, na quarta colocação, 458.147 votos. A Tabata Amaral, do PSB, com 419.251 votos. Renato Bolsonaro, 338.883 votos. Em sétimo lugar, o Sargento Nantes, do PP, 288.742 votos até aqui. Em oitavo, o Delegado Palumbo, 270.469. Guilherme Cortes, do PSOL, 248.277. E o Maurício Neves, do PP, com 238.414. Este é o top 10. Agora nós estamos vendo a lista de deputado estadual. 88,52% das urnas apuradas até aqui. A mais votada é a Eduarda Campopiano. Ela recebeu 1.727.887 votos. seguido de Eduardo Suplicy, do PT, com 579.163 votos, a Sofia Faveiro, também do PSOL, com 360.356 votos, o Carlos Gianazzi, do PSOL, quarto colocado, com 329.175, Paula da Bancada Feminista, mais uma do PSOL, 290.482, O Giovanni Sanches, do PL, em sexto, mais votado, 194.660. O Rogério Lins, do Podemos, sétimo colocado, 174.293 votos. Tenente Coimbra, em oitavo, candidato do PL, 171.914. Em nono, o Rafa Minato, do Missão, com 363.360. E o Tomás Henrique, do PL, com 162.050 votos. votos é o top 10 que nós acompanhamos para deputado federal e deputado estadual vou pedir por gentileza para a gente colocar um mapa aqui na tela porque nós temos definição de governador de forma matemática Tarcísio de Freitas está reeleito aqui no estado de São Paulo governador Tarcísio de Freitas está reeleito, vou pedir para colocar um mapa aqui para mim por gentileza para a gente poder acompanhar essa disputa, olha só, reeleito com 62,85%, ele que já recebeu 13.057 mil votos, o Fernando Haddad ficou em segundo com 7.525.000 votos, com 36,22%, e a Vivian Mendes em terceiro com 71.974, De fato, a disputa era entre Tarcísio e Fernando Haddad e nós temos, então, Tarcísio de Freitas reeleito. Vamos, então, ao Senado, porque também, praticamente definido com 90% das urnas apuradas, os dois candidatos da direita serão eleitos. Guilherme Derrite, com 11.963.000 votos, e o André do Prado, com 11.440.000 votos, um com 30,69%, o outro com 29,35%, a Simone Tebbit em terceiro com 19,14% e a Marina Silva em quarto lugar. Também estão as duas candidatas que estavam representando a esquerda. Senado para o Rio de Janeiro, Carlos Portinho do PL, 3,86 milhões de votos, 27,26%. Também os dois candidatos da direita, havia uma disputa intensa ali, né? Do Carlos Jordi, Carlos Portinho com a Benedita da Silva e também o Pedro Paulo, levando a melhor até aqui com 73% das urnas apuradas. A Benedita da Silva está ficando na terceira colocação, 2.275.000 votos com 20,02%. Vamos ver o Senado em Minas Gerais, o Domingo Sávio, mais um candidato do PL, 4.106.000 votos com 24,60%. e Amarília Campos, do PT, com 3 milhões e 231 votos, 19,36%. Disputa apertada com o Carlos Viana por essa segunda vaga do PSD, ele que tem 2 milhões e 917 mil, 17,48%. Senador no Espírito Santo, Renato Casagrande, olha que disputa apertadíssima. Ele está liderando com 986 mil, mas o Evair de Mello tem 976 mil, apenas 10 mil votos separam os dois primeiros colocados. A Maguinha Malta com 18,92%, 756 mil votos. Vamos lá para o Sul, no Paraná, Felipe Barros do PL, 3.127.027,31%. O Deltan Dallaiol, com 25,19%, candidato do Novo, 2.885.000 votos. E o Alexandre Cury, terceiro colocado do Republicanos, 16,78%. Em Santa Catarina, a Carol de Tone e os dois candidatos do PL, praticamente eleitos. Carol de Tone, 2.522.000 votos. E o Carlos Bolsonaro, com 1.902.000 votos. 33% e 25%, uma diferença de 10%, portanto, estão eleitos Carol de Tone e o Carlos Bolsonaro. No Rio Grande do Sul, também disputa já definida, Sanderson, do PL, 3.369.000, Marcelo Van Haten, do Novo, 3.365.000, os dois candidatos da direita eleitos senadores, vencendo a Manuela Dávila, do PSOL, com 1.915.000 votos. Vamos lá para o Centro-Oeste, no Distrito Federal, Michele Bolsonaro. Disputa apertadíssima, mas também 99,51%. A gente já tem, então, a eleição definida, Michele Bolsonaro, do PL, 932.000 votos, e a Bia Kicis, também do PL, as duas candidatas, 881.000 votos, vencendo a Leila do vôlei do PDT, que ficou com 682 mil votos. Vamos para Goiás. Gustavo Gayer, mais um do PL, 24,77%. Gracinha Caiado, do União, 1 milhão 314 mil, 21,58%. E na terceira colocação, doutor Zacarias Calil, com 919 mil, também já definido em Goiás. Os senadores, Mato Grosso 95,75% das urnas apuradas, Mauro Mendes com 33,25%, já está eleito, Zé Medeiros do PL 940 mil com 27,46% e a Janaína Riva ficou na terceira colocação do MDB 493 mil. No Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, 34,68%, candidato do PL já eleito, também os dois do PL, Capitão Contar, 852 mil, 32,90%, e o Vander ficou em terceiro, candidato do PT, com 357 mil, com 13%. Vamos ao Nordeste para ver na Bahia, Rui Costa em 67% das urnas apuradas, tudo em aberto e disputa acerrada, mas os dois candidatos do PT na frente, Rui Costa 2.758.000 votos com 29,31% e o Jax Wagner também 2.524.000 com 26,83%, o Ângelo Coronel está em terceiro 20,69%, já recebeu até aqui 1.900.000 votos. Em Pernambuco, Humberto Costa com 1.852.026,99%, disputa acirrada com Amarilha Raiz do PDT, 1.716.000 votos com 25%, Mendonça Filho do PL, 1.299.000. No Ceará, Cid Gomes, 2.022.222 votos, 30,49%, com 68% das urnas apuradas, tudo em aberto. A Luisiane da Rede, 1.889.000, com 28,49%. Em terceiro lugar, o Capitão Wagner, 1.406.000 votos, está encaminhado, mas ainda indefinido. No Maranhão, o Fufuca do PP, 1.140.000 votos, está liderando com 21,52%, seguido logo de perto pelo Laézio Bonfim, 21,31%, candidato do Novo com 1.128.000 votos, e a Rosiana Sarney com 15,81% do MDB, 837.000 votos. Na Paraíba, 97,72%. João Azevedo está eleito como senador, 1.361.000 votos com 32%. Veneziano, do MDB, 947.000, 22,67%. Também o Nabor ficou em terceiro do Republicanos, 870.000. No Rio Grande do Norte, o Stevenson Valentim do Podemos está na frente com 29,29%. Samanda Delula, 528 mil na segunda colocação e a Zenaide Maia em terceiro do PSD. Alagoas, Arthur Lira na liderança, 30,29% com 532 mil votos. Marina, JHC, 464 mil, e o Renan nessa disputa acirradíssima, 423.347 votos, 56,91%, tudo em aberto lá em Alagoas. Em Sergipe, está dando PT com Rogério Carvalho, 21,74%, delegado Alessandro do MDB com 367.017,16%, Colado o delegado André Davi, tudo em aberto, 93% das urnas apuradas. Esta é a disputa no Sergipe. No Piauí, nós temos Marcelo Castro na liderança, seguido do Júlio César e o Ciro Nogueira em terceiro. Essa é a disputa no Piauí. Senado para Amazonas, Eduardo Braga liderando 1 milhão e 13 mil votos com 31%, 85% das urnas apuradas. o Plínio Valério do PSDB em segundo com 24,77 e logo atrás, voto a voto, apenas 6 mil votos de diferença, o capitão Alberto Neto do PL com 799 mil votos. Senado para o Pará, o Helder Barbalho, 1.870.000 votos com 25,25%, seguido do delegado Éder com 1.707.000 e o Zequinha Marinho em terceiro com 1.605.000, 83,17%, também tudo em aberto, aí estão praticamente na casa do 1.000.000 os três candidatos. No Acre, o Márcio Bittar, do PL, 219.025,60%, o Mara Rocha, 17,98%, o Gladson, em terceiro, com 16%. Rondônia, doutor Fernando, do PL, está levando com 31%, o Bruno Scheide, com 26,51%, e a Silvia Cristina, com 17,05%. Os dois candidatos aí do PL para esta vaga no Senado. Roraima Nicoletti, mais um do PL, com 22,89%. Tereza Surita, 19,22%. Helena Dazatur, com 17,23%. No Amapá, Raíssa Furlando Podemos na frente, com 29,44%, 205 mil votos. O Lucas Barreto, com 166 mil, 23%. E o Randolfe, do PT, ficando de fora, com 19,09%. 82,55 essa disputa ainda está em aberto Tocantins, nós temos o Eduardo, mais um do PL 445 mil com 27% o Alexandre Guimarães 19, o Eliborges do Republicanos com 16%, vamos ver como é que está essa disputa para presidente, faz tempo que eu não falo sobre presidente, eu quero aqui no país, não só em Tocantins para ver como é que está essa disputa. Olha, em São Paulo, já já eu quero ver sobre Brasil, tá? Mas agora em São Paulo, Flávio Bolsonaro está com 52,17%, com 11.655.000 votos, o Lula com 8.487.037,99% e o Augusto Cury com 3,58%. No Brasil, nós temos Flávio Bolsonaro com 49,58% e o Lula com 42,25%, isso com 64,81% das urnas apuradas. Este é um número que faz um tempinho que já está com 65% das urnas apuradas, Então, já já a gente vai ter aquela atualização que, de repente, já vai para 80% e aí a gente vai ter esta atualização. Repassando, então, vamos lá, gente. Para governador, o mapa, governador já está definido. Tarcísio de Freitas está reeleito com 62,85%. Santa Catarina, governador, Jorginho Mello já está reeleito com 68,68%. Rio Grande do Sul, Ozuco, está eleito com 3.431.000 votos, 58%. Goiás, indo para o centro-oeste agora, já está definido Daniel Vilela, eleito no primeiro turno com 58,58%. Mato Grosso já está definido, Otaviano Piveta, com 60,82% dos votos. Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, já está reeleito com 67,17%. Indo para o Nordeste, Paraíba, definido, Lucas Ribeiro do PP, 64,28%. Sergipe já está faturado, o Fábio do PSD, 59,04%. Piauí, já temos definido também, Rafael Fonteles com 70,21%, portanto, esta é até aqui a maior votação que nós temos em porcentagem, chegando a casa dos 70%. Rondônia, Marcos Rogério está eleito, 57,06%. Roraima, definido Arthur Henrique, mais um do PL, 69,47%. Tocantins teremos segundo turno o professor Adorinha com Vicentinho Júnior nós temos portanto 12 definições e 27 em disputa eu quero ver agora Rio de Janeiro porque está surpreendente a disputa por lá por enquanto dando primeiro turno para o Douglas Ruas sendo que as pesquisas eleitorais davam Eduardo Paes na frente Quando o eleitor chegou na urna, isso se configurou de uma maneira diferente. Douglas Ruas, neste momento, com 74,57% das urnas apuradas, ele recebeu até aqui 3.138.549 votos, 50,24%. O Eduardo Paes recebeu 2.603.732 votos, 2.603.732 votos com 41,68% e o Garotinho do Republicanos com 202.598 votos, 3,24%. Deixa eu ver a atualização também aqui, a gente está falando do Rio de Janeiro, mas Minas Gerais estava dando o primeiro turno, também está se aproximando, Cleitinho Azevedo do Republicanos, 54,92%, vencendo o Patros Ananias do PT, que recebeu 2.430.000 votos com 26,25%, e o Flávio Roscoi do PL, 668.085. Deixa eu ir para Pernambuco aqui, porque também a disputa era muito acirrada lá entre a Raquel Lira e o João Campos. Olha só, podendo dar primeiro turno para a Raquel Lira, 52,93%. Ela recebeu 2.097.881 votos. O João Campos está com 1.781.685 votos, o que dá 45,95%. Ivan Moraes do PSOL, 1,65%, 68.163 votos é a disputa neste momento. No Paraná para Governador, Sérgio Mouro, muito próximo do primeiro turno, ainda não dá para cravar. Nós temos 99,19% das urnas apuradas, está muito próximo de primeiro turno, mas ainda temos urnas, mídias para serem totalizadas. O Sérgio Moro tem 50,18%, com 3.106.970 votos. Muito próximo o segundo e o terceiro colocados. O Sandro Alex, do PSD, com 1.565.000 votos. E o Requião Filho, do PDT, com 1.452.000 votos. mil votos aí de diferença entre esses candidatos, mas Sérgio Moro se aproximando de primeiro turno no Paraná disputa em aberto já já então, vou ficar de olho aqui se muda a cor no meu mapa aqui hora que pintar o verdinho quer dizer que está definido, na Bahia vamos ver a disputa entre Jerônimo e a Semi Neto, também se configurando já uma disputa definida para o primeiro turno Jerônimo Rodrigues Do PT, 53,94%, são 3.099.000 votos contra o ACM Neto, com 2.615.000 votos, 53,94% contra 45,52%. Terceiro colocado com apenas 0,38%, se aproximando também de um primeiro turno. A disputa estava em aberto. Ah, tem um chamado prioridade, Beatriz, nós vamos para o TSE, lá em São Paulo, TRE, desculpa, o Tribunal Regional Eleitoral, há um chamado da Beatriz, então, por favor, tem prioridade, vamos até lá, seja bem-vinda e boa noite, Beatriz. Estamos vendo o contato com a Beatriz, então é a questão de sinal já já, então nós vamos retomar esse contato, nós vamos lá para o Tribunal Regional Eleitoral conversar com a Beatriz que vai passar informações sobre as apurações, deixa eu voltar aqui para o Brasil, olha só o que eu falei, 88,26% Se a gente tiver de presidente no meu mapa também, se puder jogar do Brasil, não do Ceará, do Brasil, para eu poder falar, porque nós temos 88,26%, então nós estamos nos aproximando, é reta final, Flávio Bolsonaro vencendo essa disputa, a disputa deve ir para segundo turno, restando aí 12% das zonas apuradas, mas contrariando muitas pesquisas que davam uma pequena vantagem para o Lula. De fato, ele está encurtando esta distância, então vai ser voto a voto, como eu disse há pouco. O Flávio Bolsonaro tem 48,2% e o Lula tem 43,8%. O Augusto Cury na terceira colocação com 2,9%. Então, disputa em aberto, mas a gente deve ter um segundo turno para presidente entre Flávio Bolsonaro e o Lula. A gente tem atualização aqui para deputado federal. Vamos ver se a gente consegue ver aqui para São Paulo novamente se a gente tem essa atualização dos deputados federais. Nós temos aqui aquele top 10 e nós temos também para deputado estadual, são as duas listas. E depois eu vou pedir também os candidatos de Campinas, para a gente poder ver. A gente tem uma lista só de quem é aqui de Campinas e quem são os vereadores, porque a gente tem uma vereadora que está muito bem votada, se aproximando desta eleição, já já a gente fala. Deputado Federal, olha só, 90,08%. Lucas Pavanato, 2.748.000 votos, um mais votado. Isso a gente já pode cravar aqui que ele é o mais votado. Erika Hilton, na segunda colocação, também a gente já pode cravar aqui, 1.435.000 votos. Os dois estão eleitos. Assim como a Samia Bonfim, do PSOL, 526.370 votos. Kim Kataguiri, quarto colocado, mais votado, 467.305 votos. A Tabata Amaral, do PSB, 427.875 votos. Renato Bolsonaro, 344.404 votos. O sétimo mais votado é o Sargento Nantes, do PP, 295.000 votos. Delegado Palumbo, do Podemos, 283.972 votos. Guilherme Cortes do PSOL, 259 mil E em décimo lugar, o top 10, Maurício Neves, 247 mil, 826 votos Vamos ver agora como é que está a disputa para deputado estadual Aqui no estado de São Paulo, a Eduarda Campopiano Continua na primeira colocação Também já podemos gravar que ela foi a mais votada do estado 1.759.664 votos, Eduardo Suplicy, 592.152, o segundo mais votado, Sofia Faveiro do PSOL, 367.596 votos, seguido de mais um candidato do PSOL, Carlos Gianazzi, 334.947 votos, Mais um do pessoal, a Paula da Bancada Feminista, 296.402. O sexto mais votado é o Giovanni Sanches, do PL, 197.171 votos. Rogério Lins, do Podemos, sétimo colocado, 183.545. Tenente Coimbra, do PL, 175.274 votos. O Rafa Minato, do Missão, nono colocado, 166.698. e o Tomás Henrique, do PL, 165.401 votos. Nós temos aquela lista para saber de quem é que de Campinas. Eu quero os vereadores, a votação dos vereadores que estão saindo aqui e o número de votos recebidos e depois dos candidatos de Campinas. Olha só, vou me aproximar aqui da tela, nós temos os candidatos aqui de Campinas. Mas, por enquanto, nós temos Sargento Nantes, o mais votado de Campinas, com 306 mil votos. Carlos Sampaio, o segundo mais votado, 84.559, isso eu estou falando para deputado federal. Jonas Donizete, de Campinas, 80.670 votos. Pedro Tourinho é o quarto mais votado de Campinas, 56 mil votos. Guida Calisto, com 18 mil votos, o Luiz Dalbem, 13.866 votos, a Raquel Auxiliadora, 11.417, o Alexis Fontaine, 11.174. Ok, nós temos João Galassi, Luiz Fabiano, Leco Soares e Marcelo Silva é a sequência. Agora sim, restabelecemos o nosso contato com a Beatriz, diretamente do TRE, lá de São Paulo, que tem a prioridade. Então, vamos saber informações diretamente da capital paulista. Seja bem-vinda e boa noite, Beatriz. Oi Gabriel, boa noite para você, para quem está acompanhando o programa Bom, a gente fala diretamente aqui da capital, do Tribunal Regional Eleitoral Onde a gente acompanhou aqui a apuração e já foram eleitos alguns candidatos matematicamente A gente já tem mais de 93, quase 94% das urnas dos votos apurados aqui no estado de São Paulo O governador Tarcísio de Freitas já foi eleito, ele se tornou o governador mais votado do estado de São Paulo, com mais de 13 milhões e 600 mil votos para que ele chegasse ao cargo. Além dele, as duas cadeiras para o Senado também já estão oficialmente preenchidas por uma eleição matematicamente já finalizada, em que Guilherme Derriti foi eleito, Guilherme Derriti do PP e também André do Prado do PL, que inclusive é o atual presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. A gente também acompanhou diretamente aqui do TRE, do desembargador em Sinas Manfré, ele que é o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, alguns dados em relação ao andamento do primeiro turno das eleições aqui em todo o estado. Foram 336 urnas que precisaram ser substituídas, dentre elas 252 no interior e outras 84 na capital. E a gente também acompanhou aí que os números para os eleitos desse ano, dessas eleições, foram bem expressivos. Como eu disse, em relação ao governador, se tornou mais bem votado. Também os senadores passaram aí de 11 milhões de votos. A gente está nessa finalização ainda da apuração e a gente fica na expectativa agora, Gabriel, em relação aos deputados federal e estadual, já que nossas eleições são proporcionais, a gente ainda precisa ver a totalização dos votos para saber quantas cadeiras vão para cada partido ou coligação, federação, enfim, para que eles possam efetivamente escolher quais vão ser os candidatos que vão ocupar as cadeiras disponíveis na Assembleia Legislativa do Estado e também na Câmara dos Deputados lá no Congresso Nacional. A gente também fica na expectativa para avaliar o final dessas apurações. Lembrando que, de acordo com o desembargador em Sinas Manfré, ele considerou que as eleições do dia de hoje tenham ocorrido de maneira tranquila, que as eleições no primeiro turno aqui no estado de São Paulo tenham seguido da melhor forma possível em relação às prisões. Ele estimou entre uma a três prisões em relação aos crimes eleitorais no dia de hoje E também frisou ali que a demora em algumas sessões eleitorais foi devido muito às chuvas, né? Então, algumas pessoas acabaram pegando um trânsito, demoraram um pouco mais para chegar nas sessões ou ainda esperaram as chuvas passar, por isso que as filas ficaram tão longas. Mas que, no geral, tudo correu muito bem. Inclusive, a gente destaca que cerca de 23 sessões eleitorais, até agora há pouco, para o voto das 19h40 ainda estavam abertas. Isso significa que nessas sessões, algumas pessoas estavam ali na fila aguardando as 17h quando o período de votação foi encerrado. Então, receberam as senhas e continuaram ali até que pudessem exercer o seu direito ao voto. No mais, a gente continua acompanhando por aqui e traz mais informações, caso necessário, aí para o pessoal de Campinas. Eu volto com você, Gabriel. Quero agradecer a Beatriz com as informações Se ainda ela estiver me ouvindo, Beatriz Aqui em Campinas nós tivemos fortes chuvas nesta tarde Eu queria saber sobre o clima na cidade de São Paulo Como é que foi também se nós tivemos fortes chuvas E o clima neste momento no TRE Se é tranquilo ou se tem muita correria A gente está nessa reta final de apuração Se você puder passar para a gente o clima e como foi essa votação na cidade de São Paulo em relação ao clima, porque aqui na cidade de Campinas, de fato, a gente teve fortes chuvas. Pois é, foram chuvas fortes, inclusive foi ressaltado aí que a região de Presidente Prudente, no estado, na realidade, foi a única que precisou ter a mudança aí de um local de votação. Aqui em São Paulo a gente também viu muita chuva. Outra coisa que assustou bastante na capital paulista foi o número de santinhos, de panfletos espalhados pela cidade que podem vir a causar também muitos alagamentos. A gente sabe que tem muitas áreas aqui da capital que estão propensas a alagamentos, então essa preocupação também vem com esse momento do primeiro turno de entupimento dos bueiros e eventualmente algum alagamento. Por enquanto a gente não acompanhou nenhuma ocorrência, apesar de ter recebido diversos alertas da defesa civil ao longo do dia, em diversas cidades do estado e aqui na capital não foi diferente. Então a gente viu que a princípio a gente não teve grandes acidentes aqui em São Paulo, não teve grandes atrasos, mas de fato a única cidade que o TRE registrou uma necessidade mesmo de mudança do local de voto foi Presidente Prudente. E a gente também acompanhou muita chuva na região do Alto Tietê, né, também na região central, Bauru, Botucatu, ali na região, várias regiões ali que foram muito afetadas pelas chuvas e por isso a gente vê aí esses atrasos nas sessões eleitorais, mas no mais, correu tudo certo também, é o que declara o presidente do Tribunal Regional Eleitoral, Gabriel. Tá certo Beatriz, parabéns pelo trabalho pelas informações aqui pra cidade de Campinas, bom trabalho pra você e pela equipe aí da TV Alesp participando aqui da TV Câmara Campinas nesta interação importantíssima levando pra você que está nos acompanhando a melhor informação Se nós estivermos aqui pra deputado estadual aqui de Campinas também tem muita expectativa a vereadora Mariana Conte estava com uma votação expressiva então quero saber se nós tivermos este dado porque é importante, nós estamos aproximando nós estamos nesta reta final se nós tivermos este dado então olha só, vereadores de Campinas deputado estadual Mariana Conte a mais votada da nossa cidade são 110.761 votos mais que dobrou em relação a última eleição uma votação expressiva ela é a 35ª mais votada, só em Campinas ela recebeu 30.730 votos. Igor Diego, com 28.832 votos, recebeu 20 mil aqui da cidade de Campinas. Em terceiro lugar, o Gustavo Peta, recebeu 28.228 votos. A Fernanda Souto, com 17.549 votos. Débora Palermo recebeu até aqui 12.930 votos, o Nelson Osseri 9.695 votos, o Vini Oliveira 9.054, Luiz Cirilo 8.595 e o Ailton da Farmácia com 3.502 votos, são os vereadores de Campinas. A gente tem aquele dado de quem é da cidade de Campinas, também é uma lista um pouquinho mais extensa, são os candidatos por Campinas que estão tentando uma vaga. Tem aqueles para deputado federal e tem aqueles para deputado estadual também, para ver como que a nossa região, se for eleito, como é que ela vai ser representada. Olha só, deputado estadual de São Paulo, nós estamos vendo, se tiver de Campinas também, para passar para quem está nos acompanhando, a Eduarda Campopiano, seguida de Eduardo Suplicy, Sofia Faveiro, Carlos Gianazzi, Paula da Bancada Feminista, Giovanni Sanchos, Rogério Lins, Tenente Coimbra, Rafa Minato e Tomás Henrique, é o top 10 de deputado estadual. Aqui embaixo na minha tela, vamos lá então, Mariana Conte, Igor Diego, Gustavo Peta e Fernanda Souto, são dos vereadores de Campinas, depois se tiver a lista de quem é de Campinas, além dos vereadores, que é uma lista importante também para ver quem que vai representar a nossa cidade, Guida Calisto, olha só, então nós temos aqui, Sargento Nantes para deputado federal, 309.175 votos, Carlos Sampaio, aqui de Campinas, é o segundo mais votado para deputado federal, com 85 mil votos. Jonas Donizete, o terceiro mais votado, com 81.902 votos. O Pedro Tourinho, o quarto mais votado de Campinas, com 57.710 votos. Próxima página, os candidatos de Campinas para deputado federal. Aguida Calisto, a quinta mais votada, com 18.367. Luiz Dalbem, com 14.088 votos. A Raquel Soliadora, 11.457, Alex Fontaine, 11.279, seguido de João Galassi, Luiz Fabiano, Leco Soares, Marcelo Silva, o vereador, com 7.936 votos. Próxima página, os candidatos de Campinas para deputado federal, para deixar você sempre muito bem informado. A Edilene da Bancada Trabalhadoras, 2.883 votos, seguida do Pascoal Delegada Terezinha e Oswaldo Quadro Esse é o 16º mais votado de Campinas, tentando uma vaga para o Congresso Adriana Roupe do PSD, seguida de doutor Elcio Batista Karim Aranha e a Cris Navarro Já, já, nós vamos com essa lista de deputado estadual Depois nós temos Marcelo Swisshausen, Ian, doutor Angélica Soares e o Fernando Ladeia, na 24ª colocação, recebendo 249 votos até aqui. E na última página, os candidatos de Campinas para deputado federal, nós temos o Beto Toledo, Aleph Rios, Tor da Direita e a Letícia Pink. Estes são os 28 candidatos aqui de Campinas que estão tentando uma vaga para deputado federal. Deputado estadual Campinas, nós temos então, em primeiro lugar, a Eduarda Campopiano, a Mariana Conte, a segunda colocada, Paulo Mansur, terceiro colocado com 100 mil votos, William Souza, do PT, com 59.705, Rafa Zimbaldi, o quinto mais votado, com 57.868, Valéria Bolsonaro está em sexto, Duca Zelato está em sétimo, Igor Diego, vereador, 29.560, é o top 8. Nono colocado, Gustavo Peita, com mais de 28 mil votos, seguido de Dirceu Dalbem, Vinícius Aite e a Fernanda Souto, também vereadora de primeiro mandato, é a 12ª mais votada. São os vereadores e os candidatos de Campinas tentando uma vaga aí na Lespe. Bruna é a 13ª, seguida da vereadora Débora Palermo e Isabeli Carvalho, do PT, 15ª, com o 16º, o Cabo Miller, do PP. Nelson Osser, o vereador, é o 17º com 9.920 votos, Vini Oliveira 9.370, Clodoaldo 19º, vereador Luiz Cirilo é o 20º com 8.816 votos, é o 20º colocado. Depois nós temos Marcelo Bolsonaro, Jaque Medeiros, professor Marcelo Yoshida, Ricardo Alessandro, é a votação dos 24 candidatos de Campinas tentando como deputado estadual. Na próxima página, a Rebeca Cristina, a Ailton da Farmácia, que é vereadora, já recebeu até aqui 3.586 votos, o Tom Proêncio e o Varley Fininho aí. Esta é a sétima página dos deputados estaduais tentando uma vaga. Doutor Paulo Serra, Matheus Campinas, Jorge da Farmácia, que já foi vereador, e o Coronel Fernando, 32º colocado, com 2.171. Na reta final, virando a página, nós temos, então, os candidatos do Robin Oliveira, da Ellen, do Marcos e da doutora Cláudia. Peço, por favor, se nós estivermos aqui, para presidente. Estou curioso para saber a diferença de Flávio Bolsonaro e de Lula. Será que teremos segundo turno? Será que o Lula está se aproximando do Flávio Bolsonaro? Será que o Flávio Bolsonaro abriu uma distância? Está aqui na minha tela, agora está mais próximo, 91,28% das zonas apuradas, Flávio Bolsonaro com 47,96%, são 51 milhões, acabou de atualizar, então vamos lá, 47,95%. 52 milhões, 48.912 votos. Luiz Inácio Lula da Silva tentando a reeleição, tentando um quarto mandato, ele está com 44,08%, recebeu 47 milhões, 852.308 votos. Há uma diferença de quase um pouquinho mais de 4 milhões entre o Flávio Bolsonaro e o Lula, com 91,40%, já quase cravando aqui que nós teremos o segundo turno, ainda não podemos fazer isso, mas tudo indica que teremos um segundo turno entre Flávio Bolsonaro e o Lula. Terceiro colocado deve ficar mesmo para o Augusto Cury, desde o início da apuração lá, no início das sessões apuradas, ele vem ficando na terceira colocação, neste momento com 2,93%, são 3.179.000 votos. Renan Santos, Ultrapassou o Ronaldo Caiado, então o Renan Santos neste momento 2,29%, tem 2.489.241 votos, com o Ronaldo Caiado ficando na quinta colocação com 2,24%, 2.438.526 votos. Vamos fazer o seguinte, mais um rápido intervalo, na volta tem atualização, vamos para a definição de presidente e vamos para as definições dos governos e dos senadores. Reta final são os últimos momentos das urnas que estão sendo apuradas, agora 8 horas mais 31 minutos, está chegando a hora de todas as definições. Cobertura especial da TV Câmara Campinas neste domingo 4 de outubro, permaneça com a gente e até já. O que é isso aí, filho? Você está armando uma aura, pai. Você tem que se atualizar. Você também, meu filho. Vá até uma unidade básica de saúde para atualizar a caderneta de vacinação de menores de 15 anos. Ministério da Saúde. Governo Federal. Qual a diferença entre gripe comum e influenza? A gripe comum, provavelmente, está se referindo aos resfriados, que são causados pelos vírus que não são o influenza. São os rinovírus, adenovírus, vírus sensicial, são outros vírus que acometem mais as vias aéreas superiores. E a gripe verdadeira é causada pelo influenza, vírus influenza, com seus subtipos A ou B, e que produzem sintomas mais acentuados, como queda do estado geral, quadro febril mais alto, inapetência, dores musculares, e podendo até, se essa secreção acabar indo para as vias ervas inferiores, causar pneumonia. Numa situação de primeiro atendimento, primeira resposta ou primeiros socorros para casos de agressões A primeira e grande importância, além da segurança da cena, é você conter o sangramento. Se o sangramento é ativo, aqui a gente tem a principal causa de morte nos casos traumáticos como esses de agressão. Então será importante que você aplique compressão direta neste ferimento, sempre resguardando a segurança do socorrista. Então a compressão direta, que popularmente é conhecida pela campanha Stop the Bleed, ela deve ser realizada. Quando eu faço a compressão direta nesse sangramento ativo, eu devo manter essa pressão minimamente por 10 minutos. É comum que nós fazemos a compressão e a partir de alguns minutos a gente fica querendo ver o sangramento se parou. Não faça isso, mantenha a pressão por pelo menos 10 minutos. E caso encharque aquele pano, aquela gase, ou aquilo que você usou para fazer a compressão, coloque um outro pano, uma outra gase sobre o primeiro. Jamais remova aquilo que nós chamamos de curativo primário. Porque ao remover o curativo primário, você também destrói a cascata de coagulação, aumentando o sangramento. Doutor, o que é asma? Bom, asma é uma doença pulmonar, na verdade é uma inflamação do pulmão. A asma é uma inflamação dos brônquios que causa uma série de problemas respiratórios, uma dificuldade de respirar. Principalmente o excesso de velocidade, o condutor quer chegar mais cedo no destino dele ou se não, ele quer retornar com maior velocidade. O excesso de velocidade, sem dúvidas, é uma das infrações que eles mais cometem. Seguido de utilizar o aparelho celular, o aparelho celular tem uma questão curiosa. Se um condutor a 80 km por hora mexe no celular por 5 segundos, equivale à distância de um campo de futebol. Essa dispersão na condução do veículo pode ocasionar um atropelamento de algum pedestre as margens da rodovia, um ciclista ou uma colisão com outros veículos que transitam. Então é, ingerir bebida alcoólica, também é terminantemente proibido, gera risco as pessoas que estão naquele veículo e outros condutores e principalmente o cinto de segurança, inclusive no banco traseiro e as crianças no dispositivo de retenção compatível com a idade delas. Com certeza, até porque a criança, ela tá ali em intenso desenvolvimento e ela aprende através do quê? Do brincar. Até a terapia infantil é realizada através do brincar, porque é diferente do adulto, que ele já tem um nível de elaboração mental, uma capacidade de abstração, ele vai à terapia, ele vai falar, ele vai conversar, e através disso ele vai refletindo. A criança não, a criança é através do brincar, então ela tá brincando de comidinha, de ali ser um personagem X, o outro personagem, com isso ela vai aprendendo os diferentes papéis, ela vai experimentando diferentes papéis, e ela vai aprendendo, então, através do brincar. E claro que os pais podem, sim, né, aproveitar esse momento, ler histórias até relacionadas com a chegada do novo irmão, Fazer brincadeira, a criança vai experimentando diferentes papéis, isso é super importante. É possível ter pressão alta se meus pais não têm? É mais difícil, mas pode acontecer em alguns casos a pessoa desenvolver pressão alta sem histórico familiar. Entre os principais acidentes, a gente tem as quedas, então, igual eu te falei, isso varia conforme a faixa etária. Então, do nascimento aos quatro meses, a gente tem muitas famosas quedas da cama, do trocador, isso é muito frequente. A questão do bebê conforto, do cadeirão de comida, tem que deixar o cinto de segurança afivelado sempre, a alça travada, isso é motivo de procura ao pronto-socorro com frequência. É difícil pensar que a gente tem total controle sobre essa questão, porque é difícil imaginar que a gente pode gerenciar aquilo que a gente não tem, e muitas vezes a sociedade tira o nosso tempo, e uma das coisas mais preciosas que a gente tem na vida é o tempo.
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