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A mostra destaca a força estética, filosófica e espiritual das máscaras tradicionais de povos africanos. Na verdade, esse nome máscaras que curam se refere à cura do racismo e do preconceito, né? é uma violência eh que a gente sofre muito, tanto na sociedade, né, quanto no eh nos locais de trabalho, nos locais de estudo e máscaras que curam, vem desvendar esse falso eh informações que dão sobre a cultura dos povos africanos e das civilizações africanas. Então, máscaras que curam. Aqui a gente conta a história das máscaras, da onde elas vieram, qual é o propósito dela. E a gente costuma iniciar assim: nunca uma máscara genocidou qualquer povo ou qualquer civilização. Nunca uma máscara foi usada, né, para cometer qualquer tipo de crime contra a vida. Cada peça exposta carrega histórias e códigos transmitidos ao longo de gerações, reafirmando a arte como um instrumento de preservação da memória e da ancestralidade. São aproximadamente 300 máscaras originais. A seleção foi realizada pensando na diversidade dos povos com o objetivo de mostrar toda a riqueza do continente africano. Cada conjunto de máscaras constitui uma história de do seu povo e da sua civilização, né? por exemplo, máscaras de iniciação, que significa a passagem de de menino pra idade adulta, de de menina paraa idade adulta. é um processo pedagógico, como eles vão se comportar, por exemplo, eh, quando tiverem adulto. Então, essas máscaras elas servem também como material didático, né, dentro dessas comunidades. O público é convidado a uma imersão que valoriza o legado africano como base essencial para a formação cultural brasileira. É como se fosse um DNA no nosso corpo orgânico, né? Então ela tem essas marcas ancestrais. Em cada canto do museu tem uma particularidade. Além da exposição Máscaras que curam, o público também tem acesso à exposição África Gigante com um acervo original e feito à mão e atividades culturais gratuitas para toda a comunidade. A gente tem uma coreografia que se chama Máscaras que curam. também estão convidado para assistir a nossa coreografia. Eh, para isso acompanha a programação para ver as datas certinha, né? E e a entrada é gratuita, bastando apenas eh fazer a reserva do do convite, né, pelo WhatsApp, né, 19999697580. As apresentações de dança acontecem às segundas e quintas-feiras às 9 horas da noite e aos sábados às 18 horas. A programação completa das atividades culturais estão disponíveis no site espaçoarteafricana.com.br. br. เฮ