Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
a Câmara Municipal de Campinas aprovou na noite de segunda-feira o requerimento da vereadora Mariana conte para criar a frente parlamentar para enfrentamento de violências relacionadas ao trabalho por ser a autora do requerimento a parlamentar irá presidir a frente as frentes parlamentares promovem o debate com a população instituições e representantes da sociedade sobre temas de interesse proposto pelos vereadores essa é uma frente parlamentar né uma composição de vários parlamentares e partidos foi uma iniciativa de a partir de um diálogo que a gente tem estabelecido com o Instituto Walter que é um instituto é uma Fundação ligada à escola de sociologia política e a fundação do que é uma Fundação que trabalha na área da saúde do trabalhador né Então a partir dessa articulação com vários sindicatos movimentos E essas duas instituições nós estamos parlamentar segundo a vereadora o objetivo da frente é identificar as situações de adoecimento no trabalho acompanhar movimentos sindicatos entidades e instituições que tratam do tema além de elaborar e propor políticas públicas de Combate à violência ao trabalhador sobretudo mulheres em ocupação informal para Mariana a legislação e as instituições devem se ajustar para proteger os profissionais garantindo o trabalho como elemento edificante e não adoecedor então nós temos muitos categorias contém dinite com depressão com agravamentos das mais diversas das múltiplas agravamentos relacionados ao trabalho então nós queremos debater isso às vezes diagnóstico e para por políticas públicas né o Instituto exerce tem procurado e a própria fundação do tem procurado várias câmeras municipais Brasil afora porque a ideia é construir inclusive um Sistema Nacional né essa proposta que se constitui um Sistema Nacional de proteção ao conjunto das trabalhadoras dos trabalhadores a defesa é para que a gente tenha o direito a um trabalho que não a doença como um direito humano fundamental