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Oi, Gabriel, boa tarde. É isso mesmo, daqui a pouco o Brasil entra em campo para enfrentar o Japão e o jogo é arriscado, é valendo vaga nas oitavas de final. E pra gente já entrar no clima da disputa, vamos te ensinar uma receita tradicional da culinária japonesa. Porque afinal em campo o Japão pode ser adversário do Brasil. Mas fora das quatro linhas, a culinária japonesa conquistou o paladar brasileiro. E para ensinar pra gente essa receita, eu estou aqui com Gustavo Michino, que é proprietário de um restaurante japonês. Gustavo, seja muito bem-vindo e muito obrigada. Obrigado, Camila. Obrigada. Eu queria que você contasse pra gente o que que você vai ensinar hoje. Então, eu vou fazer um sushi, tá? Que é um dos mais tradicionais, né? Isso vem da dos meus avós, né? Na época deles só existia esse tipo de sushi. Uhum. casamento, festas e aí foi modernizando. Agora o pessoal já mistura muito com crise. Sushi é brasileirado, né? Então vou fazer os dois. Eu vou fazer o tradicional, que é o que a gente comia na nossa, né, na época dos avós, e o de hoje foi de prentes. Perfeito. Certo. Que que a gente vai usar assim pra gente já passar pro pessoal quais são os ingredientes? É, é a folha de alga, né, que é o nori, o arroz temperado nosso que chama chari, tá? E aí assim, a gente coloca omelete, bardana. Aí eu vou colocar um tempero à base de peixe, né, que chama Soborô. Eh, esse daí é o tradicional. E aí o salmão com crentes, que é o a brasileirada. Brasileirada. Perfeito. Então vamos lá colocar a mão na massa. Começa com a alga, Norinha. Isso. A gente coloca a alga, tá? A gente molha um pouquinho a mão para pegar o arroz, porque ele ele é bem grudento por causa do tempero, né? Tá. A gente vai espalhar ele bem. Uhum. Enquanto você vai espalhando aí, dá pra gente relembrar também é a disputa, né? E no campo entre o Brasil e o Japão. Eh, normalmente o Brasil costuma vencer o Japão dentro de campo, né? São 11 vitórias. Eh, a última vez que o Brasil enfrentou o Japão em uma Copa do Mundo foi em 2006 na Alemanha. né? O Brasil levou a vitória, mas eh a única vitória que o Japão teve contra o Brasil foi no último amistoso, em outubro do ano passado, que o Japão venceu o Brasil. E no caso você que é descendente de japoneses, para quem que tá a sua torcida aí no jogo de hoje? Ah, os dois não tem assim, né? A gente eh fica dividido, né? Fica dividido. Não tem um pouquinho para cada um pouquinho para cada mesmo. Ah, sim. E você nasceu aqui no Brasil mesmo? Sim, éente. Sou terceira geração. Terceira geração. Conta um pouquinho da história da sua família, como vocês vieram para cá. Então, meus avós, eles vieram na época daquela que veio o navio, né? Uhum. Caçatumaro. E vieram todos e eh ele nessa época, né? E aí minha avó eh se estabilizou aqui em Campinas e abriu uma peixaria. Ah, legal. que era aqui no mercado municipal. Uhum. E ficou até 2000 e pouco assim. Aí depois eles fecharam, acabaram fechando, né? A peixaria. Uhum. E meu tio eh abriu um restaurante no Cambuí. A gente começou a trabalhar com ele. Em 2000 abriu o meu. Aí em 2000 eu comecei a abrir o restaurante meu. Então até hoje anos é um dos restaurantes mais antigos aqui de Campinas. Ó, esse daqui é o tradicional agional. mão com cr cheese. Perfeito. Depois a gente vai experimentar também o tradicional para ver como que é. Que esse daqui esse eu nunca experimentei. É, então é é assim e é eh o pessoal novo, né, por causa dos restaurantes hoje não não tem muito essa de sabe, mas quem os antigos que conhecem essa parte de, né, os sushi tradicionais mesmo, até porque não tem mais, né? É verdade. É bem raro você encontrar. Você vai num restaurante assim mais popular, digamos que serve mais igual a gente comentou, né? Esse sushi mais com crank cheese. Ou senão você vai na liberdade, né? É verdade, tem a liberdade. Liberdade que o pessoal é em São Paulo. Então agora a gente já tá com o sushi pronto e vamos para o corte, não é isso, Gustavo? Como que faz o corte? Tem que estar com uma faca bem afiada. Sim, com certeza. E tem uma tem uma técnicazinha de molhar ela, né? Porque o arroz ele ele gruda muito, né? Sim, entendeu? Então a gente corta, entendeu? Perfeito. E vai limpando ela sempre e molhando para poder E assim, no caso é para quem tá em casa, tá acompanhando aqui a gente nessa receita, tem alguma opção eh para fazer um sushi mais em conta, mais barato, porque a gente sabe que o sua mão é um peixe um pouco mais caro, né, no mercado. É. Tem alguma opção? Ah, esse que a gente tá fazendo é é mais barato, né? Porque de bastante legumes, né? O omelete. Então é uma coisa mais barata. O salmão como ele é caro, é assim, mas é que assim o pessoal gosta mesmo de salmão. Peixe branco dá para fazer que é um pouquinho mais barato, né? Que o salmão tem é, mas o atum já é mais um pouquinho mais caro. Então assim, uns de pepino, né? Esse daí você vai ter cani. Uhum. Uma opção. É verdade. Vamos aqui. Vou cortar agora o de Vamos cortar o de salmão. Salmão. E o salmão é bonito, né? Ele dá uma cor. É, ele dá uma cor bem bonita. Agora a gente vai experimentar. Vamos. Vamos lá. Não, quero saber se tá bom esse xuxi também. Quanto tá bonito, Gabriel? Olha, aqui no Brasil a gente costuma e usar muito choio. E o Gustavo falou para mim que o choio não é uma coisa que muito usada no Japão. Eles usam menos choio e também costuma utilizar o wasab. Então a gente vai experimentar agora. Então vou começar primeiro experimentando esse aqui que é o tradicional japonês, como você falou. Qual o nome? Desculpa, desse aqui. Futom. Futomac. Vamos lá. Nunca nunca experimentei. O certo é comer com a mão. Com a mão. Com a mão. Sushi sushi se come com a mão. O sahimi que a gente usa. Você que manda. Vamos lá. O sushi certinho. Tradicional. com a mão. Molha um pouquinho só. E Uhum. Um pouquinho aqui. E põe tudo na boca, né? Normalmente. É tudo na boca. Esse daí é um pouquinho é grande ele, né? Então ele fica mais difícil porque ele tem boca menorzinha. Mas o certo é isso mesmo. Hum. E eu tava comentando aqui com do sobre o wasab. Vocês costumam utilizar bastante, né? Sim, bastante, bastante. E aqui no restaurante você percebe, por exemplo, os brasileiros não usam muito? Não, não sou muito adepto não. Não é mais japonês mesmo, mas se bem que tá crescendo bastante. É, é. E no caso assim, o assab ele tem alguma faz alguma diferença no paladar? Ele limpa, né? Limpa assim, ele ele dizem que ele tira as bactérias, né? Ele eh e pra gente a gente acostumou, né? Comer o assado. Vamos lá. Olha, para mim tá como brasileira. Esse é mais gostoso, mas os dois são muito bons. E assim, já comi e agora fica a sugestão, a palpite, né, no caso, pro jogo que vem aí. Qual que o seu palpite? Vai dar Japão? Vai dar Brasil? Vai dar um empate? Dar empate. Vamos pros pênaltis ver o que que é. Não, pros pênalti. Um dos pênalti ver quem que aí que quem foi melhor? Olha, mas eu quero arrancar uma resposta de você. Hã? Brasil ou Japão? Não, coração dividido. Não tem como tem não. Não, mas é Brasil, né? Brasil.