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Apresentação do Programa OCUPE SUS Juventude e Premiação da experiência da OSCIP
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Apresentação do Programa OCUPE SUS Juventude e Premiação da experiência da OSCIP

38 views Publicado 11/06/2026 HD · 2:03:52

Descrição do vídeo

O Projeto de Lei 246/2024, chamado Cuidado e Equilíbrio, propõe psicólogos em todas as escolas municipais de Campinas e capacitação de professores para identificar sinais de sofrimento mental em crianças e jovens, mas segue tramitando desde 2024 sem sanção. É esse o pano de fundo do Seminário Municipal Adolescência e Juventudes Ocupando o SUS, realizado no plenário da Câmara por iniciativa do vereador Luiz Cirilo, em seu quinto mandato consecutivo, que reúne profissionais de saúde, ONGs e gestores públicos e premia a experiência da UCIP Terra das Andorinhas.

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[música] A seguir, TV Câmara ao vivo. [música] TV Câmara, Campinas. Olá, bom dia. Bom dia para você que acompanha a programação ao vivo da TV Câmara Campinas. Agora são exatamente 10:14 e começa a partir de agora a apresentação do programa Oculupe SUS Juventude e a premiação da experiência da UCIP Terra das Andorinas em Campinas. Com a palavra agora o responsável pela iniciativa, vereador Luiz Cirilo. Bom dia a todos. Declaro aberta a presente reunião da Câmara Municipal de Campinas, onde nós vamos tratar de saúde mental. É um tema extremamente importante e que acaba de alguma maneira afetando toda a população mundial do Brasil, do estado de São Paulo e Campinas, como não é uma ilha, a cidade de Campinas. E eu tenho o privilégio de dizer que ao longo desses meus 20 anos como vereador, eu tô no meu quinto mandato consecutivo, eh, de 5 anos para cá, passou a ser uma preocupação minha. Eu sou de uma geração, eh, e muitos podem estar me acompanhando pela TV Câmara, que cujo pensamento deve caminhar junto ao meu. Eh, eu sou de uma geração onde não se falava de saúde mental. Todos tinham isso, não é uma doença moderna, mas não se tinha a a exata dimensão do que um problema relacionado à saúde mental poderia ocasionar numa criança, num adolescente, num adulto, num idoso e em toda uma família. Graças a, principalmente psicólogos, profissionais da área da saúde, ONGs, entidades realmente voltadas a essa preocupação do bem-estar humano, eh, direcionando a saúde mental, é que começou a despertar nos homens públicos essa necessidade de legislar, de abrir microfones para que essas pessoas possam exteriorizar seus exemplos, seus seus conhecimentos e por que não, de alguma maneira calentar a as famílias, as mães, os pais para um problema que ocorre dentro de casa. E quando nós às vezes tomamos conhecimento, é tarde demais. Isso leva a uma depressão, isso pode levar a um suicídio, isso pode levar a um homicídio. E quando é mais brando, há comportamentos, inclusive reprovados pelo próprio Código Penal, mas o fato já ocorreu. E aí o que fazer? É remediar. Pensando em tudo isso, eu tenho procurado dentro do meu espaço público municipal ouvir pessoas, trazer pessoas sem qualquer conotação política, sem qualquer levantamento de bandeira partidária. O problema tá instalado também nossa cidade e nós temos muitas pessoas, não só de Campinas, mas tô tendo privilégio de receber pessoas, inclusive de São Paulo, que daqui a pouco vou citar nominalmente, pra gente começar a discutir, alardear realmente no e permitir e exigir que os espaços publicitários, jornalísticos, seja televisivo ou não, deem realmente essa verdadeira dimensão. E eu apresentei para vocês verem em 2024 um projeto de lei chamado, é um projeto de lei 246 que é o cuidado e equilíbrio. Um projeto simples que ainda está andando na Câmara Municipal, ainda não foi sancionado. Vejam vocês, nós estamos em junho de 2026. Eu apresentei um projeto em 2024. Ainda tá se discutindo se o projeto é bom. E aquele que tá me acompanhando pela TV Câmara tambémá também poderá opinar e me mandar via WhatsApp, via meus canais de comunicação ao meu gabinete. Seu projeto é bom. Eu peço no projeto que todas as escolas municipais tenham psicólogos. Eu peço no projeto municipal de Campinas a qualificação eh e a capacitação dos professores e para que eles possam identificar os primeiros sinais de um problema que pode no futuro tornar uma tragédia. Eu eu não consigo entender, me desculpe, deve deve haver divergências, mas eu não consigo entender que um projeto tão difícil como esse, exigir que tenha psicólogos nas escolas, exigir que haja uma melhor qualificação na área da saúde dos professores, um projeto como esse, ainda não tenha virado lei numa cidade como Campinas. Mas é isso que temos para hoje. E tenho a certeza que ao apagar das luzes desse seminário, eu vou continuar insistindo para que assuntos como esse continue sendo eh de importância, não só para área da educação, não só para área da da do envolvimento aí do dos poderes constituídos, mas principalmente da Secretaria de Saúde. Secretaria de Saúde Municipal, ela não pode ser omissa, ela tem que ouvir, qualificar seus profissionais e permitir que realmente as entidades eh assistenciais, ONGs, possam realmente contribuir com um trabalho eh principalmente com as nossos jovens, nossos adolescentes e as nossas crianças. Eu sou advogado, como eu havia dito, eu tô há 20 anos na vida pública. Eu tenho dois filhos, uma médica, pediatra, um advogado e professor. Foi professor durante alguns anos. E eu sou de uma escola política de 20 anos atrás, onde uma referência aqui de Campinas, hoje falecido, teve seu nome eternizado na cidade, no meio políticos, vereador Romeu Santini, ele me ensinou, ele me alertava, ele falava: "Cirilo, se você um dia quiser pensar em ser um bom vereador, ouça os ruídos da rua." E hoje a rua, a população, ela tem clamado por uma preocupação e uma atenção relacionada à saúde mental. Foi pensando nisso que eu comecei a a a mear. E esse moço que tá do meu lado esquerdo aqui, que é o Rafael Martins, que é o conselheiro municipal da juventude e ele tem um projeto chamado Vem com a gente. Foi esse moço que começou há 4, 5 anos atrás. me alertar da importância de nós nos preocuparmos entre outras bandeiras que a juventude precisa, mas que a juventude precisa muito. E hoje eu viel, eu quero estender aos ao adulto, ao idoso, o o problema relacionado à saúde mental. Então fica aqui meu registro. Do meu lado direito aqui o Alexandre dos Santos Federice é o vice-presidente da UCIP terra das andurinhas. Ao lado meu esquerdo, a Lia Musci, também representando a terra das andurinhas, representando a prefeitura municipal de Campinas, representando o prefeito municipal que mandou uma justa eh justificativa que eu vou fazer questão de ler, viu? Quero que venha as minhas mãos para que eu possa ler, mas representando ao prefeito, a não menos importante diretora de direitos humanos e cidadania da Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social, a Marne, Marne Vicari Barbosa. Muito, muito, muito agradecido, viu, Marne? você é muito querida no meio público e e a sua a sua presença aqui engrandece esse evento. O Dr. Josué Lima, coordenador do programa Municipal do IST, HIV e Aides de Campinas. Muito obrigado, viu, Dr. Josué? A Regina Figueiredo. Regina Figueiredo, que bom te ver. Ela é do Instituto de Saúde. Ao lado da Regina tem a senhora Ivone de Paula. É de São Paulo. Olha aí. Às vezes um campineiro demora para chegar numa reunião como essa, num encontro como esse. E a Ivone já tava aqui logo logo no antes de iniciar os trabalhos. Muito obrigado, viu, Ivone, pela presença. A Ivone é coordenadora da área de prevenção eh no Centro de Referência e Treinamento do IST Aides de São Paulo. Ao lado da da da Ivone, um amigo professor da Secretaria Municipal de Educação, eh, Fernando Henrique Martins. Fernando, sempre bom ter você, viu? Aliás, eu falei do lado da Ivan, que eles fizeram uma mudança na mesa e o e o e o Felipe com muita com muita oportunidade compôs. Então, do lado da Ivone é o Felipe Gonçalves, que é da Coordenadoria Municipal do Juventude de Campinas. E aí sim, do lado do Felipe, o Fernando. Feito todas as considerações, eu queria dizer que em razão de regimental, nós temos um horário limitado, mas nada impede que a gente seja mais proativo e realize mais ações. Mas eu quero já passar para Ah, me chegou as mãos aqui, viu? Eu vou passar na sequência já para paraa representante, aquela que representa o prefeito municipal, a Marlin. Marlne, você vai falar daqui alguns segundos, mas se você me permitir, eu quero ler um ofício que o prefeito direcionou ao meu gabinete no dia de ontem ao excelentíssimo senhor vereador Luiz Cirilo, Câmara Municipal de Campinas. Cumprimento cordialmente, agradecemos o honroso convite encaminhado por meio do ofício 1126 para a participação do encontro Adolescências e juventudes ocupando SUS, experiências da terra das andurinhas e parceiros em Campinas, a ser realizado no dia 11 de junho às 10 horas no plenário da Câmara Municipal. A iniciativa representa uma importante oportunidade para o fortalecimento das políticas públicas. voltadas a Programa de Saúde, proteção integral e a Garantia dos Direitos do Adolescentes e Jovens, além de fomentar o intercâmbio de experiências entre gestores, profissionais, instituições e a sociedade civil. Em razão de compromissos previamente assumidos na mesma data, o excelentíssimo senhor prefeito Dário Saad não poderá estar presente. Para representá-lo, na ocasião, foram designados a diretora senora Marlen Vicari Barbosa, que eu já fiz a apresentação, o Felipe Gonçalves, que é coordenador da política pública para juventude e o Fernando Martins, que é o professor da secretaria e o Dr. Josué de Lima. todos já citados. Renovamos nossos agradecimentos pela gentileza do convite e desejamos pleno êxito ao encontro, reafirmando o compromisso da Prefeitura Municipal de Campinas com o desenvolvimento de ações integradas, humanizadas, voltadas à promoção da saúde e do protagonismo das juventudes. Atenciosamente, Dário Saad, prefeito de Campinas. Então vocês observam que fisicamente o prefeito não veio. A olho nu se constata isso. Mas quando vem a diretora Marney, quando vem o coordenador da política do juventude, Felipe Gonzales, quando vem o professor Fernando Martins, quando vem o Dr. Josué, eu posso dizer que a prefeitura tá muito bem representada, razão pela qual já passo já, Marlen, para que você possa fazer suas considerações iniciais. Bom dia a todas as pessoas. Tá ligado ou não? Tá dizendo que tá ligado? Bom dia a todos os presentes. É um prazer estar aqui. Já de antemão, agradeço a oportunidade. Ah, como o vereador Cirilo muito bem leu já a manifestação do prefeito, eh reafirmo todo a nossa disposição eh com essa esse evento tão importante, com essa causa tão importante que envolve tantas políticas públicas e por não dizer todas as pessoas, né, na aência e e todas as idades, todas as pessoas, todas as casas. ah, um tema eh de suma importância, mesmo como assim como o prefeito já expôs ali. Eh, é um prazer estar aqui. Nos colocamos à disposição. Eh, por isso mesmo o prefeito manda esses [limpando a garganta] esses representantes representando o quanto estamos envolvidos e preocupados com essa causa. Ah, muito obrigada, vereador Cirilo, eu deixo aqui até mesmo para poder, o debate é tão importante, pra gente deixar mais tempo mesmo para este evento. Ah, peço licença para não nominar novamente a a mesa, mas agradeço eh essa honra de estar aqui, agradeço a parceria, conheço cada um de vocês e sei o empenho de cada um de vocês nesta causa. É uma honra e contem conosco. Muito obrigado, viu, Marne? Eu quero destacar o seu trabalho como diretora é fundamental e você, como eu havia dito, você é muito querida, mas tenho que consignar que você é muito competente. Então fica aqui meu um um um depoimento de um vereador já veterano dessa casa. Quero registrar a presença do Caio Sertoni, foi membro da do Conselho Municipal de Juventude na gestão passada, né, Caio? Parabéns, viu, Caio? E eu quero cumprimentar Sônia Pop, ela tá representando o conselho do idoso. Sônia, bom sempre te ver, viu, Sônia? Tenha seu assento. Aliás, eu vou pedir a gentileza, se você puder vir sentar aqui, mas tem esse assento como extensão das mesas do dos trabalhos. Sente aqui, por favor, Sônia. Bom, nós temos um vídeo, o vídeo tá pronto para ser para ser colocado no ar do ministro Padilha. Confirme aí o o cerimonial, senão nós damos sequência e deixamos o vídeo para daqui a pouco. Existe um vídeo de uma Olá, pessoal. Bom, tô tendo a honra de receber aqui no espaço do Ministério das Relações Institucionais do governo federal, parceiros de Terra dasinhas que tem um projeto maravilhoso em Campinas, o cuidado, o acolhimento a sobretudo, né, adolescentes, jovens, jovens. eh um projeto muito importante. Queria reforçar cada vez mais a importância dessa parceria, seja pelo SUS Municipal, Secretaria Estadual de Saúde, governo federal, recebendo junto com o pessoal do FOESP e sempre o compromisso do governo federal em apoiar e fortalecer projetos comes. Muito obrigado por tudo que vocês fazem pelos nossos adolescentes e jovens de Campinas. Faz Campinas ser uma cidade mais saudável e melhorar você. Obrigada, muito obrigado. Agradeço a que legal, né? Você vê o ministro Alexandre Padilha recebendo lá, recebendo o Alexandre e e [limpando a garganta] mostrando que Campinas existe e mostrando que Campinas tem os mesmos problemas inerentes às cidades pequenas, grandes. Mas é importante, a lei da física diz isso, né? Importante ocupar espaços. E fica aqui meus cumprimentos, se Alexandre, viu Lia? a vocês terem ido lá. Isso é é próatividade que nós chamamos na sequência. Então eu já passo pro Dr. Josué Lima, coordenador do programa municipal do IST, HIV e AIDS. Eh, bom dia a todos. Eh, queria inicialmente agradecer o convite e o privilégio de estar aqui entre vocês. Eh, queria cumprimentar, saudar o vereador Cirilo e em nome do vereador Cirilo e também saudar os demais eh componentes da mesa, né? muita gente, vamos economizar tempo. Cumprimentar também os presentes e eu percebi na na dos presentes várias representações, pessoal do Programa do Estado, pessoal do Conselho Local de Saúde, pessoal da área de prevenção da Secretaria de Saúde de na área HIB Aides, eh, e o que me foi pedido para rapidamente falar em três a 5 minutos é um pouco da nossa atuação, né? Eh, e tentando eh lembrar um alguns momentos históricos da atuação em HIV, Aides, infecções sexualmente transmissíveis, hepatites em Campinas, lembrar que a, embora o HIV Aid tenha se iniciado em 1983, 82 no Brasil, eh, até 1992, eh, só a Unicamp e a PUC atendiam pessoas vivendo com HIVA e mais nada. Mas em 1993, gestão do prefeito já falecido Magalhãense Teixeira, foi criado o programa municipal, que hoje é denominado programa municipal de ST, HIV Aides e hepatites virais. Esse programa ele sempre teve muito destaque, como o próprio vereador eh comentou, Campinas é uma cidade de grande destaque e o programa nunca deixou de também ter essa representatividade, essa visibilidade. Então, muita história se acumulou. Como estamos hoje nesse programa? O programa continua, ele pertence ao departamento de saúde da Secretaria de Saúde e ele eh contém dentro do programa, além de toda a atuação de gestão, de política, de articulação e tudo mais, mais objetivamente o programa ele compõe um centro de referência em IST, HIVID e hepatites gerais, que fica bem no centro da cidade e [roncando] está entre os maiores centros de referência nessa área no país. É um centro que atende mais de 5.000 pessoas vivendo com HIV Aides, mais de 1000 pessoas com hepatite BC crônica e e tem todas as modalidades assistenciais com diversos profissionais de diferentes áreas, além de médico, enfermeiro, nutricionista, psicólogo, eh assistente social. Devo ter esquecido de alguém, mas tema, é multiprofissional, uma equipe muito afinada, muito assim muito participativa e muito experiente também. Eh, compondo o centro de referência junto com o programa, tem um núcleo de vigilância epidemiológica lá dentro. é um grupo pequeno, mas muito atuante e um núcleo de prevenção que além de promover premenção no município, também faz apoio à gestão, faz monitoramento, eh, monitoramento de várias ações. Então, tentando destacar um pouquinho a atuação mais na área de prevenção, que é a que nós estamos focando hoje, eh, Campinas tem trabalhado intensamente em várias frentes na área de prevenção do HIV Aides, mas eu destacaria pelo menos três. E o guarda-chuva disso tudo é o que nós denominamos de prevenção combinada. Então hoje há vários anos se trabalha com prevenção, sempre se trabalhou, mas nos últimos anos houve um empenho muito grande de que nós conseguíssemos capacitar a maior parte dos funcionários da prefeitura, da área de secretaria de saúde, ou seja, das unidades básicas de saúde, em prevenção combinada. Quando a gente, foi um trabalho gigantesco, a equipe tá aqui, tá ali atrás, o trio tem mais uma pessoa que promoveu oficinas de prevenção combinada para todas as unidades básicas de saúde. Quando a gente computa isso, dá mais de 1860 pessoas. 1860 pessoas. E e dentro da prevenção combinada tem a PREP e a PEP, que é um dos segmentos do componente. E vou focar bastante nisso. Tem vários componentes da prevenção combinada. temos trabalhado muito para aumentar o acesso ao preservativo masculino e feminino e acho que a gente vai ter algumas surpresas boas aí ao longo desse ano. Mas o que a gente queria destacar hoje em particular, eh, de além de todas as ações gerais, é que a a profilaxia, eh, a profilaxia pré-exposição ao HIV, que a gente usa a SIGA PREP, ela existe em Campinas desde 2018 e como vocês todos sabem, é uma estratégia de prevenção com componente biomédico muito grande. Por quê? Porque significa que aquelas pessoas que não usam preservativos, e essas pessoas significa 60% da população não usa o preservativo regularmente, então estão expostas ao HIV. E para essas pessoas que são quase 60%, a PREP está indicada quando ela tem uma vulnerabilidade, uma exposição de risco, ou seja, eh um um comprimido por dia diariamente, mesmo que a pessoa tenha o risco de se infectar pelo HIV, ela não vai se infectar. E essa estratégia é uma das estratégias mais importantes do momento atual da prevenção do HIVID no mundo. É uma virada total se a gente conseguir expandir. E Campinas começou a oferecer a PREP desde 2018, eh, e oferecia só no centro de referência. agora passou também a oferecer em mais 12 unidades básicas de saúde, ou seja, cada distrito de saúde tem pelo menos duas unidades. Então a gente tá muito feliz com isso, isso é recente. A gente acha que a gente vai conseguir expandir muito o acesso à PREP com equidade. E basicamente era isso que eu gostaria de destacar, porque eu sei que o tempo tá curto, tô preocupado com isso, mas eu não queria deixar de falar do documento que foi produzido e que hoje vai ser entregue formalmente às representações, que vários de vocês participaram. A Lia tá aqui comigo, é uma que teve uma participação de grande destaque e eu me debrucei ontem à noite olhando o documento com calma, porque hoje eu vim aqui, né? E eu sei que o documento tem 504 páginas. É uma Bíblia, mas a gente pode falar a Bíblia no bom sentido. Sempre Bíblia no bom sentido, né? mais no sentido eh de realmente ser muito diverso. Ele contém muitas informações, muitas dicas, muita orientação. Ele ele é muito diverso em termos de de que ele oferece nessas 504 páginas, mas é um documento eh da área de saúde sexual e reprodutiva voltada a jovens e adolescentes. E eu acho que era um instrumento que a gente precisava para resgatar toda a atividade nessa área, particularmente em Campinas. E hoje acho que é um bom bom começo eh de resgatar tudo isso com esse documento, com essa ação, com essa com esse destaque dado pelo vereador Ciril e toda a equipe. E eu por isso, agradeço mais uma vez essa oportunidade. Desculpa se eu falei muito, mas é difícil resumir tanta coisa importante em tão pouco tempo. Obrigado. Obrigado, Dr. Josué, sempre é bom ouvi-lo. Sua fala é sempre muito tranquila, sempre muito propositiva. E é importante saber que realmente à frente dessa coordenadoria tão importante no município, tem uma pessoa como o senhor, acima de tudo sensível a essa grande demanda. Fica aqui meu meu registro. Antes de passar pro Felipe, Felipe Gonçalves, que é da Coordenadoria Municipal do Juventude de Campinas, eu quero registrar algumas presenças que foram chegando, já estavam aqui desde o início. E eu começo com a Analice, Ana Alice de Oliveira, cumprimentei logo na chegada, né, assim como a Maria de Lourdes Munhóz, quero registrar aqui o Paulo Mariante, diretor da ABGLT. Meu amigo Eduardo Ner, presidente de serviço da comunidade do Rotary Clube. Eu lembro quando o Eduardo N era, eu era moço, você era menininho. Você ficou moço e eu continuo moço, viu? Idealizador do Rotter em ação. Parabéns, viu, Eduardo? Sua presença qualifica esse evento. E a Larissa Rodrigues, ela que tá representando o deputado federal Alfredinho e a minha amiga vereadora Paula Miguel. Muito obrigado, viu, Larissa? Tenho as pessoas já citadas como o assento que vocês estão como extensão da mesa. Nós fizemos o convite para várias pessoas importantes virem e é normal faltarem algum, viu, Ner? Então você vai acomodando, tal, mas quando você faz um evento bom e vem todo mundo, você tem que estender a mesa. Vou pedir pra Câmara um dia fazer uma mesa para 16, 17 pessoas. Felipe, eu lhe passo a palavra. Gostaria que você fizesse as considerações. Bom dia a todos os presentes, todas as pessoas presentes. Tá ligado aqui, viu? Eu só aperto Não, mas tá aceso. Tá aceso. É, não sei se Alô. Não. Beleza, pessoal. Bom dia a todas as pessoas presentes. Eu sou Felipe Gonçalves, coordenador de políticas para juventude e primeiro lugar agradecer o vereador Luiz Cirilo aqui pela pelo convite, né? A gente tem aí uma mesa grande, composta aí por grandes autoridades aqui do município, também de São Paulo. Eh, embora já esteja muito bem representado pela minha diretora no outro lado da mesa, a Marne Vicari, eh vou fazer uma fala aqui quanto à participação e a parceria com o CIP Terra das Andurinhas. É, eu comecei meu trabalho na Coordenadoria da Juventude em 2015, já em 2016 a gente fez a parceria com a Terra das Andurinhas e começamos a trabalhar em conjunto na área de prevenção aí das ISTs. Mas isso se avançou ao longo desses anos e o que tá consolidado nessa obra que tá sendo lançada aqui hoje, Adolescências e Juventudes ocupando o SUS, agora ligou de verdade, né? Eh, é um trabalho que a gente fez em 2022 ou 23, se eu não me engano, quanto a o grafite como uma estratégia de engajamento das juventudes e das adolescências nas [limpando a garganta] questões de saúde. E na ocasião a gente fez um trabalho com um projeto chamado Camp Cri, que é um projeto que a gente coordena, né, através da Coordenadoria da Juventude, que faz a revitalização de espaços públicos através das artes urbanas, principalmente do grafite. E nessa ocasião a gente trabalhou então a prevenção às hepatites através do grafite, né, como uma linguagem de aproximação das juventudes. Então o Josué muito bem citou aqui as 500 e tantas páginas do documentos do documento. Eh, a gente tem duas páginas lá falando um pouquinho dessa estratégia, né, do grafite paraa participação das juventudes na prevenção das hepatites. E é importante, vereador, esse registro porque o grafite é uma arte urbana e como qualquer arte urbana, ele pode desaparecer, né? Pode apagar, pode sumir, o espaço pode ser demolido, muitas coisas podem acontecer. E aconteceu uma reforma no espaço onde a gente fez esse trabalho e foi apagado esse grafite. Mas isso é normal, isso acontece mesmo com a arte urbana. Mas fico feliz em saber que ele tá consolidado, ele tá preservado através dessa obra que tá sendo lançada aqui hoje. Então, né, destacar aqui da importância não só da gente fazer o trabalho, mas de registrar, né, e documentar ele. É uma forma da gente preservar essa memória também e compartilhar experiências, né, para para outras políticas, para outros municípios, né? Campinas eh referência em vários sentidos e a Terra das Andorinhas traz essa referência e projeta Campinas no cenário nacional, né, como a gente poôde ver no vídeo no vídeo com o ministro Padilha, né, é uma OCIP que tem essa projeção nacional por conta do trabalho que desenvolve muito bem aqui na cidade e também em outros estados, né, como eles vão falar mais adiante. Então, só fazer esse registro mesmo, né, da como a gente enquanto política de juventude tá consolidado nessa obra Adolescências e juventudes e trazendo um pouco da nossa experiência do grafite, né, com uma linguagem de arte urbana como uma forma de aproximar essa juventude e fazer com que ela eh participe, se engaje nas ações de saúde. Nesse caso em específico, a gente trabalhava a questão das hepatites. É, como não tava acho que gravando no comecinho, então registrar mais uma vez a minha meu agradecimento ao vereador é Luís Henrique Cirilo, que destacar aqui inclusive que é um dos vereadores que mais investe em política de juventude nessa cidade, né, seja através das emendas impositivas, seja através da produção legislativa. Vereador, agradecer e parabenizar pel esse trabalho, né, e apostar aí na política de juventude. Eh, agradecer aqui aos presentes, né, e aos telespectadores da TV Câmara que nos acompanham aí de casa. Muito obrigado. Obrigado, Felipe. É sempre bom ouvi-lo. Você que representa realmente a juventude do município de Campinas. Eu vou passar a palavra na sequência ao professor Fernando Henrique Martins, mas antes eu quero só fazer um registro, já se encontra aqui no nesse espaço de discussão o Alisson Barreto. Muito bem-vindo, viu, Alisson? OS que veio de São Paulo também, ele que representa a FOAESP, Fórum das ONGs de AID de São Paulo. Sempre muito bem-vindo. Então, Fernando, eu passo ao professor Fernando Henrique Martins para fazer suas considerações. Obrigado. Bom dia, pessoal. Bom dia a todos os presentes aqui. Bom dia ao vereador. Em nome dele cumprimento todas as pessoas da mesa. Obrigado pelo convite. Meu nome é Fernando Martins. Eu trabalho na assessoria na Secretaria Municipal de Educação. Estou na assessoria de educação e cidadania. Então, a seguir a fala do Felipe me facilita bastante porque eh muito do que ele falou eu compartilho, né? E gostaria de dizer para vocês que a gente sabe que o direito à saúde ele vai muito além da ausência de doenças, né? Ele compreende o bem-estar mental, a autonomia sexual, o acesso à informação e o acolhimento sem estigmas. Eh, desde 2012, a Oci, Terra das Andurinhas, que é sediada aqui na cidade de Campinas, transforma esse direito em uma realidade prática que atua diretamente na intersecção da saúde integral, na defesa dos direitos humanos dos jovens, principalmente os que estão em maior situação de vulnerabilidade social. Então, quando a gente tá aqui hoje, né, celebrando a trajetória da Terra das andurinhas como uma referência na saúde mental, sexual e reprodutiva dos jovens, a gente percebe o quanto eles conseguem promover o acolhimento das demandas dos jovens de forma qualificada através das ações comunitárias, como o Felipe muito bem colocou, né? Então, um exemplo disso [limpando a garganta] foi a ação realizada através do grafite, né? Então, essas ações elas partem não só da questão da educação em saúde, mas também da prevenção combinada, da testagem rápida, que foi o que moveu muitas vezes, né, as ações que foram desenvolvidas. E nisso a população que tá em casa, os que estão aqui presentes, vão lembrar muito bem de que eles iam com uma jardineira nas praças e que isso chamava muito atenção. Isso era amplamente divulgado e as pessoas com certeza vão lembrar da jardineira. E truck parecia foi os primórdios do food truck, né? E só que era o food truck da testagem, o food truck da informação, né? Então isso daí marcou a história da cidade, marca a história da Ocip, terra das andurinhas, né? Então isso daí é bem importante, todo mundo se lembra bastante dessa dessa época. A Terra das andurinhas, que a gente tá aqui hoje celebrando, né, as ações, os feitos com o lançamento do livro, tem parcerias que vão desde o Ministério da Saúde até com a UNESCO, né? Então, mostra o quanto esse trabalho é reconhecido e valorizado por todas as entidades que cuidam de saúde no Brasil e no mundo, né? O grande diferencial da OCIP, terra das Andurinhas, é conhecer o protagonismo dos jovens, né, através da arte e promovendo a saúde de maneira ampla e geral. Então, em princípio, com a saúde sexual, em prevenção as ISTs, as hepatites virais e hoje pensando também na saúde mental, né, de como acolher os jovens diante das questões que são colocadas hoje pra gente, as questões do presente, né? Então, eu tô muito feliz de estar aqui. Eu desejo uma manhã maravilhosa pra gente aqui discutindo essas questões. Muito sucesso e parabenizar o trabalho que vem sendo desenvolvido pela Terra das Andurinhas. Obrigado, professor Fernando Henrique Martins. Nós que estamos contente com a sua presença, felizes aí com o seu com a sua colocação, sua explanação, né? E veja, Marne, veja como são as coisas. Esse assunto de saúde mental, eu é desde o início da civilização, não começou agora, né? O agravamento se dá, evidentemente, em razão dessa contorbação humana que acaba o próprio ser humano criando, mas é algo que precisa realmente e precisava realmente ser estudado. E começou esses estudos com os experientes e hoje, Mar, você vê e você é muito nova ainda, mas isso esse essa essa colocação também poderia envolver o Dr. Josué. Você vê, nós temos o o o Felipe, jovem comandando a juventude. Nós temos o professor Fernando também com esse pensamento e essa preocupação. Ao meu lado, daqui a pouco fala o Rafael, ou seja, a juventude comprou a ideia. Isso vai fazer com que as futuras gerações tenham tenham eh eh mais engajamento. Haja vista que daqui a pouco vocês vão ficar velhos também, viu, Rafael? você, você é novo ainda, mas é o importante é destacar, viu Fernando? A sua fala caminha junto aquilo que eu penso. É importante realmente fazer os setores públicos e principalmente aqueles que detém o comando, um chefe de executivo, [suspirando] dê oportunidade pra juventude falar pra juventude, porque vocês têm boas ideias. O que falta às vezes é ações e e vocês tendo essa liberdade, quem ganha com isso é a população. Então fica meu registro e na sequência, então eu já passo pro Alexandre dos Santos Federice, que ele ele é da terra das andurinhas e que já é já é useiro e veziro aqui da Câmara Municipal. Bom dia a todos. Quero aqui agradecer a a todos na mesa, né, na pessoa do vereador Cirilo e os demais presentes da mesa. Para nós eh é bem-vindo. É uma, esse momento é um momento muito importante para nós da Terra da Dandorinha, que representa mais um, mais do que um evento e sim um reconhecimento de anos de trabalho dedicado aos jovens. A terra das andorias nasceu deu uma crença que o jovem deveria crescer junto e com crescer sem cuidado, sem informação e sem esperança. Queremos mudar isso. E com esse compromisso dessa mudança, né? ah, que nós juntamos a estratégia do CUPSUS com a coordenadora da coordenada pelo CRTIDS e o Instituto de São Paulo. Este livro que nós traz aqui [música] hoje é um trabalho conjunto de várias pessoas, né? E com prazer a gente est recebendo vocês aqui. Muito obrigado, Cirilo. Muito obrigado a todos. É muito emocionante ter vocês todos aqui, porque ah cada um aqui fez parte em algum momento e faz até hoje parte de um momento e é uma é uma é uma das vocês todos são engrenagem da UCIP Terra das Ninhas. A gente não faz nada sozinho, a gente faz todo mundo junto, por isso que a andurinha só anda em bando. Agradeço a todos e uma ótima reunião para todos. Obrigado. Aí quero quero apresentar o vídeo agora do aqui é tudo assim, né? Sem avisar, sem programar nada. Agora tem vídeo. Tá tudo pronto aí ou Ah, já tá pronto vídeo. Hã? É nada. Tô nem falando mesmo. É. [música] Em terra [canto] de andurinhas, [música] o novo ninho se faz. Acolhe quem [canto] chega, semendo a paz, [música] saúde e direitos, um rumo, uma luz [música] contra a sombra do [canto] estigma que a vida reduz. Somos nós plurais em um só coração, quebrando [canto][música] barreiras pela inclusão da mente [música] ao corpo, um cuidado real. Terra das andurinhas, [música] um bem social. Pestagem, escuta, navegar [música][canto] e guiar. Com a força do povo em todo [canto] lugar. De Campinas ao mundo, a mensagem se [música] espalha. [canto] Vigilância popular que nunca falha. Somos vozes plurais em um só coração, quebrando barreiras [música] pela inclusão da mente ao corpo, [música] um cuidado real. Terra [canto] das andurinhas, [música] um bem social. [canto] Apoio que inspira entender uma chance, um futuro, um novo viver. Para quem mais precisa, [música] para quem quer lutar, a esperança [canto] florce nesse lugar. Somos vozes [música] plurais em um só coração, quebrando barreiras pela inclusão. Damente ao corpo, um cuidado [música] real, terra das andurinhas, um [canto] bem [música] social. É saúde mental, é direito sexual, [música] é cuidado no olhar, sem medo de falar. H não é sentença. Aí desperde consciência e ninguém vai recuar. Quando a verdade se amar, [música] tira a culpa do caminho, [canto] deixa a voz [música] se espalhar. Se um cai, o outro levanta para ninguém ficar [música][canto] para trás. É combat a discriminação. É combate a discriminação. Somos a terra das [música] voamos juntos no É combate [música] a discriminação. É combate a discriminação. Por um mundo melhor, [música] meu bem. O mundo melhor na escola, no posto, na rua tem escuta, sem cura, tem luta. Quem ama [música] merece respeito, quem sofre precisa de peito. Se a dor vier [canto] sem aviso, a gente não fecha os ouvidos. Te abraço, te vejo, te avo. Teu nome é motivo bonito. Tira a culpa do caminho. Deixa a [música] voz se espalhar. Se um cai, o outro levanta. [música][canto] para ninguém ficar para trás. É combat [música] a discriminação. É com a discriminação. Somos a terra [música] não é combatir a [música] discriminação. É combatir a discriminação por um mundo melhor. [música] Vem por um mundo melhor. Se a noite tentar dividir, a gente aprende a unir. [música] Toda a ferida pode florir quando [música] a dignidade insistir. [música] É combatir a discriminação. na é combat a discriminação. É com a [música] discriminação. Por um mundo melhor por um mundo melhor. É combat discriminação. na mão. É com a discriminação. [música] É com a discriminação. Eu estou aqui com a Lia, que é de uma entidade Terra das andurinhas, com o Felipe, coordenador da juventude aqui da prefeitura e com o nosso Thago Souza. A entidade Terra das andurinhas tem um projeto muito legal que chama Vem com a gente cuidando da saúde mental. Esse projeto tem apoio da FEAC e também da Coordenadoria de Juventude. E olha, o Thago foi o único brasileiro escolhido para participar de um evento na Grécia, o Fórum Global de Saúde. Thago, ele faz parte, né? Compõe aí os jovens do projeto Vem com a gente e foi selecionado aí para representar o Brasil na Grécia. Tô muito feliz e espero poder trazer novas experiências para poder somar junto à luta do uso de drogas e álcool. É mais um campineiro fazendo sucesso global. Parabéns, Thago. Parabéns, entidade. Parabéns, Felipe. Valeu, gente. Para receber a menção honrosa, convidamos Liliana Cristina Limização da Sociedade Civil de Interesse Público Terra das Andolinhas, de São Paulo. M. [aplausos] Que vídeo institucional maravilhoso, hein? Que bacana, Caiô. Que orgulho dos pais, hein? Você fazendo parte de tudo isso também. Mas Lia, Lia, imagino, imagino você, né, em 2012, hoje em dia você fala, vamos fazer um evento gastronômico você lota uma praça, você lota a praça no Alto da Paz, você fala, depende do evento que você vai fazer, você consegue reunir milhares de pessoas sem muito esforço. Mas imagine em 2012 uma visionária e uma pessoa querendo falar de saúde mental. Hoje ainda quem cuida disso ainda encontra muitas barreiras, mas quantas portas deve ter deve ter encontrado fechadas? Quantas pessoas falando isso aí são os loucos de falar de saúde mental. E hoje em pleno 2026, quem não trata disso tá totalmente fora de um de um entendimento de viver bem em sociedade. Então lia que bacana, viu? Que que e outra, quantas imagens, né? Quantos quantos caminhos, né? Sendo percorridos nos quatro estados do Sudeste: Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro. Então fica aqui os cumprimentos também a você, viu, Alexandre? Eu passo a palavra agora ao meu amigo que é conselheiro municipal da juventude e ele que também tá dentro desse projeto vem com a gente que é o Rafael Martins. Obrigado, vereador. Cumprimento a todos na mesa em seu nome. É, eu sou Rafael Martins, pedagogo, tenho 39 anos, participo do projeto Vem com a gente e atualmente estou como conselheiro municipal de juventude. Eu achei importante, relevante, eh, vim citar as mídias e os espaços e as ferramentas que o projeto vem com a gente considera como eh mediação e como conexão de linguagem com a juventude. Esse espaço que também é é conhecido por esse plenário, recém conhecido pela política cultural, esportiva e política de juventude da cidade, que é a linguagem dos games, que também dialoga com a linguagem e com o desafio hoje da institucionalização dos meios virtuais, da onde a gente também precisa falar das redes sociais, compreendendo que não é só o Instagram, não é só o Face, Facebook, WhatsApp, a gente tem Discord, a gente tem, enfim, diversas plataformas que espantosamente, vereador, eh, ainda são invisíveis aos olhos do estado, principalmente dos municípios, que é onde lida com a ponta do do atendimento, né? E nisso eu quero chamar a atenção a essa questão das mídias, tecnologias, que tá para além da prática esportiva, da prática cultural e da prática de lazer dos games, que significa falar sobre a interatividade, a regulamentação, a fiscalização desses meios virtuais que hoje conhecidamente são meios de violação de direitos, são meios de disseminação de discursos, e práticas e valores de ódio, de preconceitos de todo tipo e chamar a atenção enquanto membro de um conselho para que essa casa promova mais discussões que pautem o ECA digital e que pautem principalmente a política federal que vem sendo aprofundada pelo comitê gestor de internet do Brasil. Então, é um desafio paraa política de juventude que em alguns espaços ainda não tá institucionalizada, mas nós que atuamos com a política, que atuamos com projetos, que atuamos com movimentos, que atuamos em instâncias, sejam elas governamentais ou não, que a gente possa se colocar enquanto vanguarda. O que que significa se colocar enquanto vanguarda? Acho que não tem sermos pioneiros, por mais antiga que uma ideia possa aparecer, a política pública ela precisa alcançar proteção, garantia, fomento e incentivo. Então eu aproveito aqui esse gancho do projeto Vem com a gente e essa abordagem que a gente considera das tecnologias digitais interativas, de comunicação social e de interesse da juventude para fazer aqui até uma um grifo, um destaque. E nisso não vão me deixar mentir aqui a Lia, o Alexandre, o Caio, o Felipe Gonçalves e o Fernando Henrique, que na ocasião também estava participando do Conselho de Juventude. Eh, nós aqui, enquanto Conselho de Juventude, nós pautamos um tema no Conselho e viemos à Câmara, até porque o Conselho é um conselho municipal de juventude e não é de um vereador só, né, Felipe? é um conselho que é municipal e que ele tem que ter uma uma igualdade perante todos os trabalhos. A gente em 2022 criou um projeto dentro de um dos movimentos de juventude, apresentou no conselho e do conselho a gente deliberou que nós íamos levar esse projeto para 33 gabinetes na Câmara. E desses 33 gabinetes na Câmara, como bem disse o vereador Cirilo, um mandato topou, acolheu, aceitou, conversou, estudou, aperfeiçoou do que hoje já deixou de ser uma visita. Então, deixar aqui uma mensagem, deixar aqui o registro, que os conselhos municipais, assim como a gente vem pautando no Conselho Municipal de Juventude, sejam utilizados para essa forma de levar pros vereadores, de levar paraas instâncias políticas da cidade. Então aqui eu deixo o mérito total pro Cirilo, que topou receber na época o projeto era semana municipal do skate, né? e que venham outros projetos como esse da saúde, como várias outras áreas dos games, como dia municipal dos games, oportunamente do do mesmo vereador. Então dizer aqui que o papel de nós conselheiros é criticar, é propor, é fiscalizar, é se sentar aqui à mesa com propostas, com objetivo, com estudo e que muitas vezes o vereador que aceita discutir a pauta sem querer rasgar o projeto na metade é um vereador que ele não vai perguntar a posição política pessoal das pessoas. é o vereador que aceita a pauta inteira, representa a gente, briga com com gente que quer cancelar evento nosso, que é dentro da prefeitura também tem muitas diferenças, né? algumas felizes, outras infelizes, mas que a gente possa entender esse caráter da política pública e principalmente falando em política pública, dizer que há 12 anos esse conselho municipal foi criado. Eu participei da escrita do projeto de lei. O Felipe participou da criação do Conselho Municipal de Juventude, a Lia e o Alexandre participaram da primeira gestão e estão de pé desde agora. e dizer que uma das coisas que a gente [roncando] precisa considerar, e aí é o ponto comum quando a gente vai falar de saúde e quando a gente também vai falar de juventude, uma das coisas que a gente pautou na criação do projeto de lei que institui o Conselho Municipal de Juventude era a superação do etarismo. E ao mesmo tempo que a gente que eu quero trazer aqui a superação do etarismo, é também trazer a superação de preconceitos, principalmente preconceitos que são praticados pelo poder público municipal, pela omissão de um financiamento, pela omissão de de aperfeiçoar a rede pública da saúde mental hoje no município e também de considerar aspectos aí que a a gente vê tanto no artigo 15, 16, 17, 18 do Estatuto da Juventude, do direito à diversidade, o direito à equidade nas opções pessoais da juventude e do direito à saúde, que embora a gente tenha aí desde 2013 sancionado pela presidente Dilma naquele ápice das manifestações que nós tivemos no país, a gente ainda não tem aplicada na sua completude na na integralidade as premissas básicas do Estatuto de Juventude. Então, hoje a gente tem uma possibilidade de estar aqui em Campinas com 11 anos de conselho de juventude. E é muito próprio, até me me ative a citar a minha idade, eu não sou jovem, eu não estou jovem, eu atuo com política de juventude. Então hoje quando a gente vê um agente comunitário, um agente de cultura de território que lida com a juventude, esse agente ele tem referência de política de juventude para poder pautar o tema. Um professor da rede básica de educação, um professor da do ensino eh superior, um professor do ensino médio, ele não é jovem, ele trabalha com jovem. E são essas pessoas, eh, para efeito de conclusão, que alegremente a gente diferenciou o projeto de lei do Conselho Municipal de Juventude, que o Conselho considere a referência de juventude. Porque o grande e o maior medo da gente que é dos movimentos populares, dos movimentos estudantis, dos movimentos de juventude, é a copitação da juventude por discursos de governo, seja de qual espectro for, por discursos partidários, por discursos envieszados que usurpam essa potencialidade que é. Olha, [limpando a garganta] eu sou conselheiro de juventude. Você que tá aí na sua comunidade, você que tá aí, que participa do seu projeto cultural, comunitário, projeto esportivo, infelizmente a sociedade invisibiliza a sua voz. E se você torna conselheiro de juventude, se você começa a olhar paraa política pública da sua cidade, do seu estado e do seu país, você vai ter uma voz que antes não era escutada por puro preconceito da sociedade. seja qual for o preconceito. Então, dizer que um dos papéis do conselho é esse, de dar institucionalidade, de dar vida para tudo aquilo que já é feito e não vou deixar aqui de fazer a propaganda e o convite e provocação e validar esse espaço aqui enquanto um espaço que reverbera, publiciza questões que são feitas. Ontem, foi ontem, né, Felipe? A gente teve, vereador, a primeira audiência pública de instituição do plano municipal de juventude. Campinas vai ter um plano municipal, uma cidade que antes não tinha nada de política de juventude na prefeitura. Eu queria que tivesse uma secretaria, viu? Ó lá, ó. Então, é é um dos caminhos eh a gente precisa de autoridades, pessoas eleitas que queiram institucionalizar a política municipal de juventude. Vereador Cirilo falou na posse do conselho e falou aqui agora também que é a favor da criação da Secretaria Municipal de Juventude. Acho que a Marne não vai ficar com ciúme, né? porque hoje tá dentro. Então, deveria seria tirar a política de juventude de dentro da assistência, do qual a gente se orgulha muito em fazer parte, mas dizer que organizações de juventude, movimentos de juventude, instituição que atendem jovens, adolescentes tão convocados, estão convidados a participar do ciclo de audiências públicas que a gente tá promovendo enquanto Conselho Municipal de Juventude é um dever e uma obrigação comunicar e chegar aos jovens, mas nenhuma andurinha só faz verão. Então dizer aqui, né, com muito orgulho, dia 2930/06, dois dias seguidos, nós vamos ter duas etapas de audiência, de escuta, de deliberação, de conversa. Dia 9, dia 8 e dia 16 nós vamos ter mais três etapas de audiência. do plano municipal de juventude. Lembrando que esse ano a abertura da semana da juventude vai ser a entrega do plano da minuta do plano municipal de juventude ao poder executivo de Campinas. Então eu encerro aqui minha fala deixando essa provocação. independente de qual bairro você é, independente de qual área, de qual opinião política você tiver, você que é jovem, acessa lá CMJ Campinas, que é o Instagram do Conselho de Juventude, ou participe de uma dessas audiências do plano e, principalmente, candidate-se ao conselho de saúde, de segurança, de esporte, de cultura, porque só a gente participar idoso. do idoso também que tá aqui representado, da pessoa com deficiência, eh tem tem muito de segurança alimentar e da juventude também, né? E da juventude também. Então, agradecer e encerrar minha fala aqui, que somente participando de conselhos como esses, a gente descobre mandatos de vereadores como esse que topou receber o projeto, não ficou censurando, não ficou colocando que olha, não pode falar isso aqui porque o prefeito não gosta que eu fale isso. inclusive muitas vezes já defendeu a gente com vice-prefeito, com o prefeito e fez com que projetos que a gente organiza ali no chão funcionassem e fosse paraa frente. Então, vereador, muito obrigado pelo convite e conte sempre com o meu trabalho da articulação política. Estamos junto. Muito obrigado, Rafael. É sempre bom ouvi-lo. Obrigado por algumas considerações que você fez a sua fala e eu vou quebrar totalmente o protocolo porque na sequência quem vai falar é a Ivone de Paula, viu, Ivone? se prepara já. Mas eu quero só fazer um registro da quebra de protocolo. Eu tenho umas pessoas importantes aqui. Nós que estamos realizando hoje um seminário, né, que é um bate-papo, é uma, é um estímulo, um fomento a a ouvir pessoas realmente que estão com o pé no assunto, que estão se debruçando aí para tratar da saúde mental. E hoje nós realizamos em Campinas um um um tema que é relacionado à saúde mental e sexual, assuntos extremamente correlados. E eu tenho aqui que vai falar daqui a pouco, ele tá até distraído agora, que é o Alisson Barreto. O Alisson vai falar, viu, Alisson? Você daqui a pouco vai dar uma palavrinha. Quero ouvir o Naser, que é do presidente do serviço de comunidade do Rotary Clube. E eu quero ouvir o Paulo Mariante, né, uma pessoa extremamente experiente, que ele é diretor do ABGLT. Então, daqui a pouco nós vamos ouvir também, mas eu passo a palavra agora a você, viu, Ivone? A Ivone de Paulo, que é coordenadora da área de prevenção eh de São Paulo, do AI de São Paulo. Eh, muito obrigada, né? Quero agradecer eh o vereador Luís Cirilo pelo convite e em seu nome eu cumprimento todos os integrantes desta mesa que trazem, com certeza importantes considerações quando a gente pensa nos jovens, quando a gente pensa em termos de prevenção e e no e quando a gente pensa na possibilidade desses jovens iniciarem uma vida sexual natural e saudável e feliz. Bom, agora eu queria um pouco assim agradecer, né, tudo, todas essas pessoas que estão aqui, eh, falar e dizer que eu falo em nome do Centro de Referência e Treinamento da STA de São Paulo, que coordena, né, os programas municipais de todo o estado. Então são 162 municípios com programas de STAR, né, que trabalham desde a área de prevenção até a área da supressão e cura, né, da das IST aides de todo o estado. Bom, e falar um pouquinho do em nome do CRT e agradecer agradecer a a oportunidade, né, de poder fazer esse trabalho e de estar aqui hoje para falar do ocupe SUS, né? a gente tem na área de prevenção a Analice, que tá ali, que depois vai falar, a Regina Figueiredo, que é aqui do Instituto de Saúde, que também depois vai falar, eh, como as protagonistas, vamos dizer, desse trabalho. E temos inúmeras pessoas que participaram de todo esse processo e é por isso que a gente tá aqui hoje, né? E uma dessas pessoas, dessas entidades, dessas instituições é a OCIP Terra das Andurinhas. E eu fiquei muito feliz de poder estar aqui, porque, né, e acompanhar o trabalho da OCIP das andurinhas desde muito tempo, né? Eu subi na jardineira, gente, né? Eu entrei, né? Fui para campo com eles, conheci o trabalho, esses fóruns que eles mostraram ali do estatus. eu tive oportunidade de acompanhar esse trabalho tão importante, esse trabalho, né, totalmente eh direcionado paraa prevenção, pros direitos humanos e e de ver o quanto esse trabalho a cada ano vai se fortalecendo e vai chegando a hoje, né, no momento que a gente tá aqui. E quando a gente lê, né, o capítulo da OciP, das andurinhas lá e a gente vê a jardineira, isso, né, traz muita, traz uma questão muito afetiva que é tão importante quando a gente fala das ações de prevenção, né? falar de sexualidade pros jovens, falar de espaços de participação desses jovens, é falar de direitos humanos, é falar de afetividade, é falar dessa realidade que é tão presente, né, que é uma vida sexual, eh, de naturalidade e felicidade, como eu já disse. Bom, e eu também quero eh hoje falar aqui de um de um trabalho, né, que nós temos lá no Centro de Referência Treinamento, que é ah o Juntos na Prevenção. falar juntos na prevenção, na verdade é uma estratégia de prevenção, de levar prevenção combinada, de discussão de direitos, de discussão, né, de de das questões que envolvem a sexualidade, o corpo, enfim, junto saúde e educação. Então, é um trabalho que ele tá sendo desenvolvido para a os alunos do oitavo e 9º ano do ensino fundamental e o ensino médium. médio. É uma estratégia já bastante eh antiga, né, não é nova. E e é um trabalho que tanto a saúde quanto a educação eh agem com o o objetivo principal, que é levar a prevenção para os jovens, né, pros alunos eh das escolas e levar como na promoção, né, levar antes que esses que esses alunos, que esses jovens iniciem a vida sexual, porque aí quando eles iniciarem vai ser, né, com segurança, utilizando os médos E nesse sentido você ter profissionais capacitados, profissionais que tenham eh condições de fazer esse trabalho dentro das escolas, de você ter a comunidade envolvida, né? Então é o pai do aluno que tem lá uma lojinha na comunidade que pode participar dessa prevenção, né? Que a gente chama de estações de prevenção. E é um trabalho já desenvolvido há bastante tempo como estratégia. está no nosso plano estadual e é bastante importante e a gente tá trazendo agora, né, esse juntos na prevenção aqui também para Campinas, né, que é o participação, né, da o CIP das andurinhas, do programa municipal da de Destides aqui. E isso é uma questão bastante importante. Eh, queria falar também que isso fortalece que nós temos, né, a lei 180 de 2024, que é uma lei que diz que institui a política de prevenção de STHVID para jovens e adolescentes dentro das escolas. Ah, mas vocês não estavam fazendo isso já há algum tempo? já estávamos fazendo, só que agora é lei. Então não é mais eu faço se eu quiser, mas todos os municípios do estado, todas as escolas do estado tem que implantar isso dentro das escolas. E isso é algo muito importante. Essa lei ela nos fortalece. Nós saúde, nós educação, entramos com com o saber técnico, vamos dizer assim, e a gente tem uma lei que protege esse professor, né? uma lei que possibilita que a gente leve esse trabalho. E a gente tem o fórum de ONGs do estado de São Paulo, a gente tem aí a OCIP das andurinhas, a gente tem os gestores, né, municipais, estaduais envolvidos nesse processo, nesse trabalho. Então, com certeza avançaremos, né? e avançaremos eh nesse objetivo de levar a prevenção, prevenção combinadas, as estratégias, serviços organizados para esses municípios de de todo o estado, paraas escolas de todo o estado. Então, nesse sentido, vou encerrando aqui a minha fala, parabenizando mais uma vez, né, eh as parcerias que são feitas, parcerias estas que vocês viram inclui, né, eh, ONGs, inclui serviços, inclui várias instituições, inclui, né, a as políticas e eh jurídicas, as políticas públicas e e fortalecem esse trabalho que voltado pros jovens. Então, muito obrigada pela oportunidade. Mais uma vez eu parabenizo, né, a Oci das andurinhas. Eu fico muito feliz de, né, de ver Lia, de ver Alexandre, né, nesse trabalho que quando a gente viu ali no vídeo enche o nosso coração de felicidade, porque é um trabalho que leva, né, informações, que leva estratégias de uma forma consciente, de uma forma organizada, de uma forma respeitosa. Então, parabéns mais uma vez e muito obrigada e parabéns, eh, Cirilo, pela, né, pela possibilidade de eventos como esse que a gente precisa bastante. Muito obrigado. Eu agradeço a Ivone, ela que tem uma experiência de vida, uma experiência profissional coordenando essa área de prevenção em São Paulo. Então, fica aqui meu registro, viu? Sua história dá para escrever um manual aí de como proceder. Parabéns. E na sequência já passo para essa querida amiga [limpando a garganta] Regina Figueiredo, que é do Instituto de Saúde. Bom, gente, eu queria agradecer ao vereador Cirilo o convite, né, e explicar um pouquinho. O Instituto de Saúde é um órgão da Secretaria Estadual de Saúde, né? E nós fazemos pesquisa, participamos então pelos resultados da pesquisa da elaboração de vários protocolos e políticas. Então, nessa parceria que a gente acabou elaborando a linha de cuidado da adolescência e juventude para o estado, né, eh, a gente, eh, pegou o resultado de vários estudos que mostram o que, né, questões de adolescência e juventudes envolvem saúde mental, incluindo abuso de álcool e drogas, violência e questões ligadas a consequências da sexualidade, gravidez na adolescência, e 10. Então, quando a gente participou, né, passou a compor o OCUPSUS, que é uma iniciativa da analiz do CRT, a gente levou a nossa expertise, né, para poder eh colaborar com isso do ponto de vista da do da legislação, né, do que os adolescentes e jovens têm direitos à saúde. E quando a gente fala direito à saúde, começa com bem-estar. e bem-estar de adolescente jovem é esporte, lazer, sociabilidade, parceria, né, e [roncando] protagonismo, que eu acho que isso é fundamental. Então, eh, na experiência do CUPSUS, um dos pontos estratégicos foi incluir falas jovens, falas de entidades que também trabalham com jovens, mas não o jovem como público alvo só, mas como protagonista, né? E por isso, eh, a gente tem dado consultoria aos municípios, né, para que tragam o jovem, porque quando a gente fala ocup, é pro jovem tá dentro do SUS, né? E esse jovem dentro do SUS não é vim só no posto de saúde, aliás, que ele não vai, né, gente? Adolescente não vai no posto de saúde, né? Então, a gente tem dado orientação paraa implantação de protocolos de atendimento para atenção básica, que cuida de postos de saúde de todo o estado de São Paulo para criar orientações para atender e pôr esse jovem dentro do posto de saúde. Mas isso vai muito além. Promover saúde é promover parcerias com esses jovens e com instituições que trabalham com esses jovens para promover bem-estar, cultura, né, e inclusão social. Então o o CUPSUS, ele trabalha com estratégias também de discutir inclusão social e combate à desigualdade, inclusão social e combate ao questão da discriminação racial. né? Também é o etarismo que o colega falou, obviamente, porque se eles são protagonistas, eles têm que ser ouvidos igualmente, né? Por isso que a gente tem uma parceria grande com a rede jovem, né? E também os preconceitos contra a população LGBT, que tem uma grande eh participação principalmente nas políticas de ST e promoção de educação sexual. Então, eh, a estratégia é fazer um combinado e uma soma de esforços, né, e a gente, enquanto instituição do Estado, oferecer a nossa eh assessoria para secretarias de educação, saúde que quiserem fazer ações. Então, eu me coloco à disposição pelo Instituto de Saúde. Queria agradecer muito o convite, dizer que nós consideramos a terra das andorinhas um exemplo, viu Alexandre, de ação em promoção cultural. Porque quando você fala grafite é cultura, né? Quando você fala reunir jovens, já vira lazer e discussão, gente, já vira protagonismo e obviamente na nossa área saúde mental e prevenção em saúde sexual e reprodutiva. Então, queria agradecer e parabenizar aí esse merecido reconhecimento e também a presença de outras instituições que tão no livro, viu, gente? porque várias instituições colocaram eh experiências no livro e elas vão poder falar depois. Muito obrigada. Obrigado, Regina. Sempre bom ouvi-la, viu? Eu já passo. Então agora eu vou quebrar o protocolo. Eu preciso pelo menos ouvir algumas palavras de pessoas importantes que estão aqui, senão acaba não tendo sentido. Só fica como ouvinte. Paulo Mariante, você que é diretor do ABGLT, você tem o microfone à sua disposição. Bom dia a todas, todos e todes. Saúdo a representação do setor público na mesa, na pessoa do vereador Cirilo, agradecendo e tá aqui conhecimento muito especial também do setor público ao Josué de longa data, tem uma trajetória de muito tempo aqui nessa construção em Campinas e da sociedade civil na pessoa da Lia, né, aqui registrando a importância desse trabalho estratégico da Terra dos andurinhas. Eu queria mencionar que é indiscutível que nós temos avanços fantásticos no cuidado e nas terapias. E essa conquista que não caiu do céu, foi objeto de luta, muitas pessoas que já não estão mais entre nós, que deram a vida para que nós conseguíssemos, né, eh, ter hoje um uma política, um cuidado na questão de ISTs, HIV, que é referência mundial, enfrenta sempre, né, disputas, enfrenta situações. É importante dizer que qualquer política pública que for subordinada a uma lógica de uma economia que pensa mais, né, em dinheiro do que nas vidas humanas, tenderá a ter problemas. E essa é uma disputa que nós achamos como a BGLT fundamental de fazer. Importante dizer que se nós avançamos tanto nos cuidados, nas terapias, ainda temos problemas sérios. E algumas pessoas aqui talvez recordem que a coisa de o Identidade foi fundado em 98, a BGLT tem 95 e desde 98 nós tentamos somar a uma série de iniciativas junto com o programa municipal. Nós recordamos, talvez, há 25 anos, mais ou menos, que no dia primeiro de dezembro, o dia de luta contra, no Largo do Rosário, enquanto nós tínhamos pessoas do programa distribuindo material informativo, pessoas que se identificavam como comunidade cristã protestante, independente, distribuíam um panfleto com a sigla Aides, a ira do Senhor, e diziam que a aides era um castigo contra homossexuais, usuários de drogas, prostitutas, etc. Se isso tivesse ficado só naquele há 25 anos atrás e a gente já tivesse superado isso na sociedade, a nossa situação seria melhor. Mas não me parece nessa cidade, né, que tem tantos avanços tecnológicos, enfim, eh, a mais ou menos 6 anos, uma jovem travestia chamada Kelly foi assassinada, teve seu coração arrancado e quando a polícia prendeu o real confesso, aliás, o autor confesso, ele exclamou com um sorriso no rosto: "Isso é impressionante. Eu matei ele, não reconhecendo a indignidade de gênero, e matei ele porque ele tinha o demônio. E eu acho que nós sabemos a demônio de onde vem. Certamente não será da ciência. E esse é um embate que continua [música] presente. É um embate, por exemplo, para que todas as políticas, todas saúde, educação, assistência sejam pautadas pela laicidade. Liberdade religiosa é fundamental, mas a única maneira de garantir é o estado laigo e as políticas públicas devem ter toda a distância, né, das confissões religiosas que podem os fazer trabalhos muito importantes, desde que respeitem a laicidade. não respeitar a cidade é tudo menos política pública. Esse embate ele continua. E aí não falando aqui, né, e talvez, né, se nós pudéssemos ter aqui uma dirigente eh da população trans, da nossa entidade, ela poderia falar, por exemplo, da morte. Tem a morte no corpo, nos corpos, nas corpas, como foi o caso da Kelly, mas tem a morte na alma. Quando um deputado federal põe uma [canto] peruca no dia da visibilidade de trânsito e faz um discurso que eh ofende a população do trânsito, isso é um retrocesso e é um desserviço a essa política que vem sendo construída por várias pessoas que estão aqui. Todo o esforço que até andurinhas faz, que outras organizações fazem para avançar esse trabalho, é destruído em minutos [roncando] de uma fala como essa. Discurso de ódio mata. e mata todo dia. Então, queria aqui fazer esse registro para lembrar que nós temos uma conquista fundamental chamada Sistema Único de Saúde, que no nosso ponto de vista deve ser 100% público, não deve ser deve ficar imune. Nós temos que imunizar o SUS de precarizações, terceirizações e tudo aquilo que destrói a sua essência pública, porque só um sistema público pode garantir direitos. A lógica privada não é a lógica do direito, é a lógica do privilégio. Nós queremos direitos e não privilégios. E por último, mais uma vez saudando o trabalho que Terra das Andurinhas e outras organizações vem fazendo, dizer que como militante direitos humanos a gente tem todos os direitos, menos o direito de perder esperança. e a luta das pessoas que vem construindo e Ocupusa, um exemplo dessa construção coletiva, articula a discussão na esfera pública com a esfera do movimento social, respeitando o papel de cada um, mostra que nós temos sim ainda muito que fazer, mas que essa construção histórica que vem se acumulando com várias pessoas, com muitos corações mentes, certamente nos dão a um horizonte da possibilidade de não ter retrocesso e quem sabe avançar. Os tempos não são fáceis, mas eles nunca foram tão fáceis assim. E a gente vai continuar lutando para garantir de fato o que é o interesse de toda a população. A questão de STS HVs não é só de quem vive com HV, assim como a questão da LGBTKPN fobia não é só de quem é LGBTM, é de toda a população, porque não há sociedade democrática sem o respeito a todos os segmentos que não estão nela. Então era isso, mais uma vez saudar a realização desse evento e viva a nossa luta, porque enfim só a luta que muda a vida. Obrigado. Parabéns, Paulo. Eu quero já na sequência, eu vou pedir dentro do possível, claro que todo mundo tem toda a liberdade, é apenas uma fala de quem preside os trabalhos. Eu não posso deixar de ouvir o Eduardo Ner, eu não posso deixar de ouvir a Ana Alice, Maria de Lourdes. Eu queria ouvir vocês aí para então vocês puderem, porque eu quero que quem encerre esse evento seja a Lia, mas eu acho que a Lia não vai conseguir falar no dia de hoje. Vamos lá. Eduardo Ner, meu amigo, você tá com a palavra. Bom, bom dia. Para mim é uma alegria muito grande estar aqui, rever grandes amigos. Nossa, Josué, meu Deus do céu, né? Eh, eu acho que a gente pode definir como uma frase o que a gente tá vivenciando aqui, viu, vereador? Uma parceria real que gera o impacto real, tá? Isso é sólido. Eh, eu não lembro se foi o Josué que me apresentou à terra dos andurinhas ou se foi a terra das andurinhas que me apresentou outras ongs. Enfim, eu não lembro quando que nós começamos a parceria nas ações de campo, mas tem muito tempo, viu, vereador, tem muito tempo. Eh, nós idealizamos o Rotter em ação, eu acho que há mais de 20 anos e eu creio que em todas as as edições, em todas as ações, inclusive em parceria com o governo público, né, com o nosso governo municipal através do City de Campinas nos últimos anos, a Terra das andurias esteve em todas. Eh, você fazer uma ação em campo e você criar um um rol de parceiros, um grupo de parceiros que se dispõe a fazer uma ação social tão rica, tão importante como essa, isso é muito difícil. E com toda certeza, eu digo aqui, eh, com 100% de certeza, a terra das andurinhas, acip terra das andurinhas é, sem dúvida alguma, a primeira que a gente sempre procura. Vocês sabem disso, lia lê, a gente sempre, olha, tem uma possibilidade, não é, Marlin? Ó, vamos fazer uma ação. Opa, vamos acionar o grupo. Li, a lê, vocês conseguem dia tal, a gente consegue. E por que que é importante seminários como esse, ações como essa? Quando o governo público ou quando um grupo de voluntários, terceiro setor, a gente quer fazer uma ação em conjunto, é difícil você conseguir unir eh um grupo de serviços, um rall de serviço. O Felipe tá sempre participando de de todo de tudo, né, filho? E e a gente sempre pede essa ajuda, mas depois que esses eventos acabam, depois que e toda essa essa logística acaba, essas entidades, essas OSIPs, essas ONGs, elas se deparam com problemas do dia a dia, com entraves burocráticos, com entraves legais, entraves jurídicos e o apoio do poder público é fundamental. Então, vereador Cirilo, vai aqui o meu agradecimento como membro do Rotary Clube, como uma pessoa que faz parte também do poder público, do serviço público e que a gente trabalha para fazer o bem, para fazer a diferença. Esse reconhecimento eh não só no momento em que as ações estão acontecendo, mas nos bastidores, no preparo desse trabalho, dessa malha legal, dessa malha de reconhecimento. Isso é muito importante, porque depois que os eventos acabam reforçando, as ONGs voltam pra dificuldade do dia a dia e muitas vezes falta um apoio parlamentar, um apoio executivo para que as coisas possam acontecer e que essas ONGs continuam recebendo apoio legal, apoio financeiro para continuar fazendo o trabalho que é feito. Então, parabéns, vereador. ao CIP Terra das Andurinhas há muito tempo está aí na luta trabalhando não só para ter o espaço nas ações, mas para ter esse reconhecimento e esse apoio legal. Para finalizar, eu acho que o Paulo Mariante acabou sequestrando até um pouco do que eu ia falar, felizmente, viu, Paulo? é que nós estamos vivendo um momento tão tão tenso em termos de política que assuntos que antes já estavam debatidos e ultrapassados voltaram a se tornar tabu em termos de debate. Ou seja, trabalhos de conscientização envolvendo os assuntos que a CIP das andurinhas traz estão cada vez mais voltando a ser importantes de uma maneira que há muito tempo não eram. Nós estamos com tabu em termos de assuntos que estavam ultrapassados. Então, continuem nesse trabalho de vocês. Parabéns, vereador. Contem com o Rotary Clube, contem com esse grupo de voluntários e seguimos fazendo a diferença para quem precisa. Parabéns. Muito obrigado, meu amigo e meu irmão Eduardo Nácio. Eu queria ouvir a Maria de Lourdes. Você pode, Maria, dar uma palavrinha de Me permite, vereador. Eh, aqui pelo bem até da participação da Ana Alice e da Lia, nós vamos pedir assim encarecidamente para que Denis Andrade Lopes e Maria de Lourdes façam em 2 minutos. A gente tem um um tempo bem cronometrado e as duas falas da Ana Alice e da Lia vai caber direitinho. Dois minutinhos. Tá bom. Obrigado. Maria de Lourdes. Primeiro a Maria de Lourdes, por favor. Isso aí não tava me pegou de surpresa. Achei que ia ser uma das últimas. É assim mesmo. Eh, então eu eu queria parabenizar a iniciativa, né, considerando esse cenário mundial da crise de saúde mental. Acho que, né, o seminário e o lançamento do livro, né, O CUPS SUS, é bastante oportuno, né? Então, parabenizar a todos vocês que idealizaram esse momento eh num estado brasileiro que, né, tem toda uma política de desmanche do nosso SUS, né, a política de quanto pior, melhor. Então, o CUPSUS vem eh nessa linha de fortalecer e nenhum direito a menos, né? Eh, eu sou psicóloga de formação e fui convidada hoje para falar do coletivo Luminar, que é uma uma proposta de trabalhar, né, com as juventudes na na perspectiva do que a mesa, né, todo mundo aí expôs, o protagonismo, a importância da gente ter espaços dignos, né, pros nossos jovens, né, a gente precisa cuidar dos nossos jovens, né? Eu não sou jovem, mas o coletivo Luminar é um coletivo formado por jovens e para jovens, né? Eu sou uma profissional que gosta de pessoas, gosto de jovens e apoio os jovens. Inclusive a gente tem a Jaqueline em Lima, que era uma das jovens que viria falar pelo coletivo, mas infelizmente ela não poôde estar aqui com a gente. O coletivo ele é ele ele não tem território. A gente tá conectado pela comunidade WhatsApp e nós temos um encontro aos sábados, que é um projeto atelier com a Fundação Poder Jovem. Já tô acabando, mas aí vocês acompanhem a gente no pelo Instagram para consumir o nosso conteúdo. Muito obrigado pela oportunidade. Muito obrigado, Maria de Lourdes. É sempre bom saber meu trabalho. E eu já vou passar na sequência pro Denis Andrade Lopes. Se você puder de forma suscinta fazer suas considerações. Mas Já eu agradeço ao Rafael Martins que cedeu gentilmente o seu assento pra Analice de Oliveira. Então, analista fala no penúltimo e ali termina. Eh, meu amigo Denis Andrade Lopes, eh, bom dia. Quero saudar a todos, né? Eh, várias falas aqui representando o que eu e a Associação Sassi pensa. Eh, eu venho aqui trazer um pouquinho da história da Associação Sassi, né? Nós somos vizinhos, somos da cidade de Itupeva. Eh, nós nascemos em 2005, apesar de em 98 começarmos os trabalhos com cultura popular brasileira dentro dos territórios, né, do do Vale do Rio Jundiaí, ali na região de Itupeva. Nossa missão é resgatar, valorizar e preservar, né, as nossas ancestralidades através das práticas culturais. Em 2008, a associação Sciolo de utilidade pública pelos serviços prestados. E de 2013 a 2016, a capoeira das escolas, um projeto foi criado pra gente levar a cultura popular brasileira dentro das escolas da cidade de Tupeva. Em 2005 nasce meu filho João Pedro. E a fala que eu trago aqui eh eh brevemente é o que respalda a maioria das associações com que nós trabalhamos, né? com a cannabis medicinal. E a partir do diagnóstico do João Pedro e de alguns relatos da nossa família, em 2021 nós eh conseguimos um abias corpus protetivo para começarmos a produção da cannabis com fins terapêuticos. E em 2022 nós entramos na Federação das associações de cannabis terapêutica e também começamos a fazer parte dos conselhos do município de Tupeva. Eu hoje eu estou como conselheiro de saúde e também estou como vice-presidente da do Conselho da Criança e do Adolescente. É, a partir disso, nós e firmamos parcerias com a Unicamp para fazer análise dos remédios que nós produzimos, né, com a UNESP para análise do solo, né, com a PUC de Campinas com com faculdade de jornalismo e movimentos sociais. Em 2024 participamos da conferência municipal de saúde da cidade de Tupeba, onde propomos a cannabis terapêutica como parte da de uma política pública. Mas 2024 sofremos uma ação policial, uma ação policial que foi extremamente desproporcional. E aí a partir daí a gente começa a enfatizar a nossa luta pelo direito ao acesso. E 2025 temos o título de como ponto de cultura, assim como coletivo luminar e começamos a a fomentar esse essas parcerias. E agora em 2026 a gente tá pleiteando o selo de Escola Livre de Arte e Cultura para nos transformarmos num arranjo produtivo local, pra gente fortalecer essa essa esses saberes ancestrais e tão pouco difundidos, principalmente nos territórios. Então, muito obrigado pelo espaço de fala, obrigado à Terra das Andurinhas por ceder esse espaço pra gente e a gente ter essa troca de saberes. Muito obrigado ao vereador e a todos. Obrigado, Denis. Ai, que legal. Você vê como o Denis foi suscinto, né? Ele teve 2, 3 minutos, conseguiu fazer todo um cronograma histórico aqui da entidade. Parabéns, viu? Ah, é? Então essa agilidade você trouxe também pro vocabulário, eh, Ana Alice, Ana Lice de Oliveira, que é uma grande parceira da terra dasinhas, ela que é a idealizadora e a que fez, acabou fazendo todo esse arranjo de ouvir autoridades no assunto, pessoas envolvidas com a causa e tornou essa obra de arte aqui que é adolescências e juventude ocupando o SUS. Laris, parabéns. Inicialmente você tá com a palavra. Eh, bom dia. Gostaria de agradecer imensamente essa oportunidade de estar de de estar aqui. Então, obrigado, vereador Dr. Cirilo, né, de estar promovendo esse diálogo e essa construção que é tão importante, que é isso que de fato faz a diferença na vida das adolescências e das juventudes, né? levar essa reflexão para que a gente cuida diretamente de adolescentes e jovens possa possa fazer essa pergunta interna, né? No cuidar, nós somos inteiro ou nós somos pela metade? Porque se a gente é inteiro, a gente promove proteção, porque promover direito é promover proteção, né? É isso. É diminuir violência, inclusive. Agora, se a gente é pela metade, a gente vê o que tá acontecendo no nesse cenário, certo? Então, eh, a gente tá imensamente feliz de estar aqui e poder falar desse documento, né, da do Ocupando SUS e sobre as estratégias metodológicas e participativas que que constam desse documento, né, que são estratégias que foram compartilhadas pela por todo mundo que faz parte do CUPSUS, tá? Principalmente pela terra das andorinhas e outros parceiros. E gostaria de salientar que a primeira estratégia de lançamento do Cupçus, ela foi feita pelo CRT da ST Aides, então é uma ação da Secretaria de Estado da Saúde, né, que convidou as coordenações municipais e sugeriu que as coordenações municipais trouxessem as lideranças juvenis para participar desse espaço. Então, as lideranças juvenis que participam do OUPSUS são lideranças que foram eh mapeadas e identificadas no território pela gestão. Então, vejam como isso é importante, né, você eh trabalhar com promoção da participação social, né, e como ação intersecretarial, a gente também tinha o objetivo de implementar a linha de cuidado para saúde na adolescência e juventudes, para que todo mundo conhecesse essa linha de cuidados e que implantasse nos seus territórios, né? estudo. A gente contemplou as discussões que foram geradas em todos os encontros das juventudes que a gente organizou desde 2016 até 2019. E foram nesses encontros que a juventude com que o os jovens pediram que fosse feito um observatório de práticas de promoção à saúde, prevenção e assistência à prevenção de STHIVID e e promoção da saúde sexual reprodutiva. Então, participam do ocup, usuários, jovens do SUS, lideranças, ativistas, redes, coletivos, trabalhadores de organizações não governamentais e governamentais da área da saúde, educação e de outras áreas, pesquisadores e acadêmicos. O objetivo maior, como eu já falei, é a nossa mobilização, né, paraa promoção da saúde e bem-estar, através da promoção do direito sexual, que promove de fato a proteção. Em 2023, então o Instituto de Saúde vem com esse convite da gente realizar um curso, né, dentro da proposta de educação permanente, porque os profissionais pedem muito por formação e é importante, a gente sabe quanto é importante formação, né? tanto dos profissionais do SUS, da educação, até das jovens lideranças mesmo, né? E através desse curso que foi o Adolescências, juventudes, gênero e diversidades sexuais, que a gente então pensa em traduzir tudo que foi falado para esse documento escrito, né? Então, nesse banner que o Instituto de Saúde trouxe, tem o Qcode do documento que todo mundo pode acessar, inclusive tá disponível na biblioteca do Instituto de Saúde, OK? Em especial, eu gostaria de chamar atenção para dois capítulos, que é o garantir direitos sexuais é dupla proteção. Então a gente garantir saúde reprodutiva e prevenção das ISTH IVID é garantir dupla proteção, uma vez que a gente garante o acesso aos insumos, né, e a reflexão, não apenas a a informação. e o capítulo 23, que traz sobre pedagogias emancipatórias para a promoção da saúde sexual, que uma das eh dos exemplos, a Ivoni já bem trouxe aqui, é a estratégia Juntos na Prevenção, que foi uma estratégia que foi construída no território, tá, para ampliar a visibilidade da importância da da prevenção de STHVID e da saúde sexual reprodutiva. Uma vez que o território trabalha nessa visibilidade e nessa importância de trabalhar com a prevenção da gestação não planejada e com prevenção de HIV, isso entra dentro da escola e os insumos entram dentro da escola porque tem essa visibilidade da comunidade, né? Então esse foi o a grande pedagogia emancipatória, né? Que os agentes comunitários estavam envolvidos, inclusive, né? que os agentes comunitários que faziam essa reflexão com a comunidade, né? O a saúde não incentiva, né, a o início da atividade sexual, é o contrário, né? Quem incentiva são as mídias, a internet, é tudo que vocês já sabem. Na verdade, a gente leva eh informação e reflexão para prevenir, né, os agravos em saúde. Então, a gente tem legislação e marcos legais suficientes, porém, eh, para que a gente alcance a equidade que a gente tanto espera, né, a gente também tem que lançar mão de outras políticas, como a Política Nacional de Educação Popular em Saúde, que Campinas aqui é pioneiro, inclusive em 2003 foi uma das primeiras reuniões de construção dessa política, tá, através do INEMEC, né, que depois virou MOPS. E só para finalizar, eu queria salientar que a gente traz essa importância do trabalho da arte, da cultura, né, e dos pontos de cultura estarem junto com a gente, estarem trabalhando eh junto no território, porque é só através da arte, da cultura que a gente consegue dentro da do conteúdo que a gente leva pros adolescentes e paraas juventudes, que eles eh sintam o pertencimento da do território. Tá? Eles eh vem essa questão da prevenção, eh eles têm oportunidade de se aprofundar nessa questão. Eh, se a gente só trabalha com informação, né, a gente alcança uma parte superficial, né? E é só através da arte, da cultura, né? eh, fomentando pertencimento no território que a gente de fato alcança essa profundidade, né? Então gostaria de agradecer aqui fazendo esse convite para que todo mundo entre, né, quem queira para participar do CUPSUS nessa rede de afetos e reflexões que transformam realidades. A gente tem eh uma página no Instagram, né, que é ocupe suas juventudes e quem tiver interesse pode encaminhar uma proposta e pode fazer parte com a gente dessa dessa construção que é permanente, né, que nunca acaba inclusive. Então, obrigado. Olha, eu confesso duas coisas. Eu fui desumano canalice, porque quando eu dei a palavra para ela, eu pedi para ela ser rápida. E ela tentou de uma maneira e conseguiu, viu? Maneira satisfatória. Ela fez uma síntese, quantas, quantos livros? 504 folhas. Analissa, você foi espetacular. E eu sei que você tava com o cronômetro aí tentando acelerar para dar tempo que a gente pudesse ouvir a Lia. Mas eu quero assumir um compromisso já com você, com a Lia, com Alexandre e com todos envolvidos. Santoro, o o o Rafael é uma pessoa maravilhosa, frequenta meu gabinete, é um menino espetacular, mas não vai muito pela cabeça dele, que ele põe muitas pessoas boas no mesmo dia e o horário é reduzido. Reserva a Câmara Municipal para que a gente possa trazer Ana Alice, pessoal da terra das andurinhas, para que a gente possa ficar de uma a du horas tratando desse tema. E daí eu não tenho dúvida que a analista vai valorar cada uma das pessoas. que contribuíram com essa obra. Muito obrigado, viu? Então eu passo agora para Lia, nós que estamos terminando um tema falando saúde mental e saúde sexual, um tema extremamente pertinente. Lia, você que é uma uma experto, a a representante do Terra das Andurinhas, queria que você fizesse suas considerações e agora o teu tempo é livre, viu? Bom, eh, eu aqui já me sinto representada, vereador, né, por tantas pessoas aqui que contribuíram. Primeiramente, eu quero eh cumprimentar a mesa na presença do vereador, agradecer o vereador Cirilo mais uma vez, né, eh de de ter aberto essa oportunidade pra gente trazer para esse espaço, né, que é um espaço de de discussão de políticas públicas, trazer um importante tema como a saúde mental sexual reprodutiva. Aqui quero enfatizar, Ana Alice eh não colocou, né, mas eu quero trazer que o livro do CUPSUS foi eleito a melhor iniciativa número um no Brasil pelo Ministério da Saúde. Então a gente tem muito orgulho, né, todos aqui, tantos outros envolvidos de fazer parte dessa estratégia e fomos selecionados, né, Ana? Eh, me incluo também porque a gente tem muito orgulho de fazer parte do CUPSUS para estar na conferência mundial de saúde que vai acontecer no Rio de Janeiro. É a maior conferência, estaremos apresentando o Brasil como iniciativa de fortalecimento da sociedade civil, né, com em parceria com a gestão na conferência mundial na IAS 2026 no Rio de Janeiro. Aí já acho que no próximo mês, né, em julho, né, eh, na última semana de julho. É, eu tinha trazido algumas coisas pr para fazer algumas colocações, mas o nosso tempo é curto e eu acho que o mais importante é a gente poder ouvir, né? Tanto as colocações já foram colocadas aqui, me contemplam bastante, a questão da arte, a questão do uso de inovação das tecnologias também para trabalhar as questões em volta à saúde. Eh, quero colocar aqui eh o objetivo quando nós solicitamos ao vereador estar trazendo esse seminário, é mais no sentido de uma prestação de contas. da Terra das Andorinhas, eh, não faz esse trabalho sozinho no município. Então, nós tivemos aí de dezembro para cá, cinco reconhecimentos a nível nacional, né? Dois pela Fio Cruz, um pelo Ministério da Saúde. A gente teve aí várias eh estratégias selecionadas em premiações, uma delas foi a Expoep. Ficamos em primeiro lugar na categoria pôster como melhor ação social de base comunitária, né? eh estratégia de base comunitária, mas eu quero só enfatizar aqui que é muito importante, que todo esse trabalho que a gente vê ali não se constrói sozinho, né? Então, a as pessoas que estão aqui são convidadas aqui hoje, fazem parte também como atores importantes, especialmente o programa municipal eh de STHides, né? Quero cumprimentar a equipe dele que tá aqui, que são, eu falo que eles fazem, são atores já, né, nessa história, são atores importantes. A Dr. Josué sempre muito aberto a nos ouvir, a nos orientar tanto tecnicamente quanto todo esse processo foi construído junto com o programa municipal, [limpando a garganta] nós não fizemos sozinhos. agradecer o Rotary em ação, a o CR LGBT aqui de Campinas, agradecer ao conselho também eh local do CRSTHides. Nós temos também aqui referências que nos servem, que nos motiva e nos servem também como exemplo, que é o grupo identidade, que tem um histórico de trabalho importantíssimo no município, o movimento nacional das cidadãs, a RNP também, que tem a referências aqui no município que trabalham, né? A, não posso deixar de mencionar também a G Ministério da Saúde, os programas estaduais de STHVA e desepatícies do estado de São Paulo, Rio Espírito Santo de Minas, que são sempre muito parceiros. Eh, a proposta da terra das andorinhas desde que ela nasceu, e por isso nós trazemos esse nome, né, terra das andorinhas. Queremos referenciar a nossa terra. Nascemos em Campinas, somos de Campinas, eh, e, e saímos, né, em voo por outras regiões. Mas nós queremos levar essa referência que Campinas, para quem não conhece, é, é, é a conhecida terra das andorias, né? Mas também porque uma andorinha sozinha não faz verão, ela voa em bando, né? E todo esse trabalho é um bando muito grande que está por trás de tudo isso, né? E hoje, vereador, eu já tomo a liberdade de considerá-lo parte do nosso bando, né, também. Quero agradecer também a a representação aqui da vereadora Paola na que através da Frente Parlamentar de STIV Partidos virais em Campinas também tem lutado por essa política pública, né? Eh, tantas coisas a gente ainda precisa, nós já avançamos muito, mas precisamos melhorar muito ainda, né, Josué? Temos enormes desafios ainda. Campinas é referência eh na prevenção de STHVID. Campinas tem a a RAPS, né, a rede de atenção psicossocial de Campinas tem um trabalho também fortíssimo, reconhecido aí a nível nacional, mas a gente ainda tem muita coisa para avançar, muita mesmo. E dentro dessas coisas para avançar, eu só queria para fazer a finalizar a minha fala aqui, trazer que tudo isso que foi mostrado hoje comprova a importância da sociedade civil organizada, a importância dos movimentos sociais, a importância da sociedade no geral participar junto com a gestão. Quando a gente fala de políticas públicas, né? Nada disso, como eu disse, se constrói sozinho. E nós precisamos no município de Campinas, né, como a já foi colocado aqui, os desafios são enormes. A gente vem passando por momentos muito difíceis, mas é e eh nas dificuldades a gente precisa somar forças e encontrar soluções. Nós precisamos em Campinas fortalecer os movimentos sociais, principalmente que atuam na pauta de HIVIDS e na saúde mental. Nós temos uma fragilidade muito grande de existência, principalmente de recurso, financiamento. Então a gente precisa o poder público, a iniciativa privada também, porque falar de saúde mental, sexual reprodutiva é responsabilidade de todos nós. Então deixo aqui também o convite para a iniciativa privada também se colocar aí no na conosco nesse debate, nessa construção de políticas públicas, tá? E também a agradeço aqui, né, a participação da Coordenadoria Municipal de Juventude, Secretaria eh de Assistência Social, a representação aqui do da gestão aqui na do prefeito Dário Saad. Mas novamente eu quero aproveitar esses gestores aqui novamente para fazer esse apelo, né? Nós precisamos favorecer e fortalecer o movimento social em Campinas e a participação da sociedade civil, que tem sido muito difícil a gente continuar existindo no município. Então, mais uma vez agradeço a todos. Eh, compartilho aqui, essa minha responsabilidade era muito grande deixar aqui compartilhado que não fazemos nada sozinhos, né? Todas as pessoas aqui tem mais uma rede enorme de outras pessoas, a Associação da Parada LGBT, o CR LGBT de Campinas e muitos outros nomes que não dá para mim listar todos aqui, porque felizmente nós somos muitos, né? Nós, o nosso bando é muito extenso em Campinas, por isso a gente tem alcançado, eh, tantas conquistas, mas vamos juntos, porque nós precisamos muito ainda avançar. deixa o convite, vem com a gente, vamos participar desse diálogo. Obrigada, vereador. Que fala gostosa da da Lia, né, Alexandre? Bacana. Você vê, tem muita gente importante no meio que são vocês que deram pinceladas aí, que tentaram, mas um tema tão importante e eu quero assumir esse compromisso publicamente com todos os presentes. A gente tem que discutir isso. Esse um tema, esse tema é suprapartidário, não tem que sigla, nós temos que pensar no ser humano e vocês pensam isso. E eu já assumi esse compromisso, vou já reservar o plenário, quero trazer analista, quero trazer a Tandonias, quero que vocês serão convidados de honra pra gente ouvir um pouco, ouvir um pouco pessoas experientes e vocês, claro, junto com a analista contribuindo com esse tema importante. Minha amiga Marin, Dr. Josué Felipe e professor Fernando, leve ao conhecimento do prefeito que ele foi muito bem representado e quando tiver evento meu eles nem prec ele não precisa vir não. Vocês podem vir no lugar deles que vocês deram um show, viu? Sempre falando muito rápido, não tinha tempo, foi difícil. Ivone, volta para São Paulo agora. volta que faça um retorno abençoado. Muito obrigado pela presença, viu, Regina? Você também, né? Estendo a você um retorno abençoado. Quero cumprimentar o Paulo Mariante. Paulo, você foi você foi formidável na medida que você teve pouco tempo e tentou, aliás, você não tentou, você conseguiu mostrar que não que você faz, você faz bem feito. Meu irmão Eduardo Nácio, parabéns, viu? Essa esse trabalho do Rotter em ação que você já faz há muitos anos. Você não faz, você não faz de forma eh imperceptível. O que você faz fica marcado, seu nome já tá na história do Rotary Clube. Mas parabéns mais uma vez quero cumprimentar, queria cumprimentar todo mundo. Eu vou tentar fazer isso. Tem pessoas aqui, tem pessoas ali. Aqui eu já cumprimente quero cumprimentar o Denis. Quero cumprimentar de Lourdes. Falou rapidinho, né, Maria? Eu ainda pedi para parar porque senão você ia falando, né? Porque você tem conteúdo, né? Maria de Lourdes. Cumprimento especial Analice, viu, Analice? Obrigado. Peço desculpa mais uma vez da maneira com que nós tivemos que agir, mas você viu que não sou eu, é o sistema, é o tempo, né? O tempo não para, né? Mas eu quero cumprimentar muito a você, viu? Parabéns por essa obra. Ganhei de presente, viu, Maria? É isso que a gente, se você pudesse fazer uma dedicatória para mim, pode. Então, posso fazer uma entrega oficial? Pode, você faz da maneira que você quiser. Você você manda aqui. Mas eu quero agradecer muito ao Rafael Martins. Rafael, você é o cara, você é um jovem que quando você encontra uma pessoa mais idosa como eu, eu acabo, eu acabo rejuvelendo. Obrigado sempre por estar presente, viu? Quero cumprimentar muito agora duas pessoas que sem as quais não teria sentido até o evento de hoje, esse homem zarrão aqui que é o Alexandre e a sua cara metade que é a Lia, viu Lia? Parabéns, viu? que eu vi lá, o ministro Alexandre Padilha, as pessoas, alguns depoimentos aqui mostra que vocês são uma uma uma entidade séria. E e para tratar desse assunto que saúde mental, saúde sexual precisa ter seriedade. Realmente, Alisson, fica meus cumprimentos a sua presença, viu? Assumo o compromisso quando você vier, quero ouvir o seu timbre de voz. você vai ter que contribuir. Bom, eu acho que feita essa formalidade de citação. Ai, que bom. A L Ana Lice nós que eu estou falando em nome aqui dos autores do livro da Regina Figueiredo, do Paulo Mariante, que ele é autor também, da Lourdes, Maria de Lourdes, através do coletivo Luminar e do Denis, que é do da Ossassi, que estão aqui, puderam aqui estar hoje presente, né? Tem vários autores, mas nós estamos aqui a Lia, né, principalmente a Terra das Andorinhas, que é autora do livro também. Então a gente quer fazer esse essa entrega desse documento tão importante. Muito obrigado. Eu eu quero deixar isso aqui no meu gabinete. Enquanto eu tiver na Câmara Municipal, isso aqui vai estar me acompanhando até para me nortear e acima de tudo para eu não me esquecer que o problema da saúde mental, da saúde sexual precisa ser tratado com muita seriedade. Analice, muito obrigado, viu? A todos. Eu acho que cumprimos tudo que previamente tava estipulado aí o roteiro. Já citei, acredito que nominalmente todos. me perdoe a ausência de alguma pessoa, mas eu declaro encerrada a presente reunião eh afirmando que eu saio muito mais inteligente, que eu saio muito mais esperançoso quando eu encontro pessoas como as que aqui estão falando de um tema importante, que é a saúde mental e a saúde sexual. Obrigado. Declaro encerrada a reunião. Dá um beijo. Eu tô indo para um velório agora. Meu telefone. Encerrado, portanto, o evento. Estou aqui com o vereador responsável pela iniciativa, Luís Cirilo. Vereador, seja muito bem-vindo. Nós tivemos aqui a apresentação de projetos importantes pra saúde mental e sexual dos adolescentes e jovens aqui do município de Campinas. Conta um pouco pra gente como surgiu a ideia de trazer esses projetos aqui pra Câmara de Campinas e quais são os principais objetivos dessa iniciativa aqui na cidade. Bom, eu tenho há 4 anos já discutido esse tema, trazido profissionais da área da saúde, ONGs, associações que tratam exclusivamente da saúde mental e sexual. Esse tema hoje é é muito comum eh não só numa grande cidade como Campinas, mas de todo o Brasil, todo o estado, todo o Brasil e todo o mundo. A saúde mental é algo que precisa ser realmente tratado por profissionais e precisa ter incentivo do poder público. Eu inclusive tenho um projeto de lei que obriga que todas as escolas tenham eh psiquiatras, obriga que todas as escolas tenham eh capacitação dos professores para o problema relacionado à saúde mental. Tudo isso é possível. O que precisa ter é investimento. O que tem que ter é um poder público compromissado com com a com a saúde, principalmente das crianças, dos adolescentes, porque um dia, num futuro não muito distante, essa pessoa vai se tornar adulta e ela levando problemas pra família, pra sociedade, acaba de alguma maneira alguém pagando a conta. Então nós temos que tentar de alguma maneira minimizar. E a proposta de hoje foi trazer profissionais suprapartidários, independente da sigla partidária. O problema do saúde mental, ele não afeta apenas um segmento da direita ou da esquerda. Eh, nós temos que ver que isso é um problema muito sério e quando se tem eh esse trabalho com responsabilidade surte efeito positivo. E trouxemos aí pessoas eh doutoras, pessoas eh com expertize no tema. E eu acho que foi uma maneira de Campinas contribuir. Outros eventos virão. Quero fazer o agendamento do local aqui da Câmara para trazer e discutir e fomentar cada vez mais o problema da saúde mental e saúde sexual de Campinas. E além da importância do reconhecimento, qual a importância também dos jovens participarem dessas ações de políticas públicas? Olha, o que nós temos visto é a participação organizada da juventude. Você vejou, o presidente do Conselho Municipal de Juventude estava presente, um membro do Conselho Municipal da Juventude, que é o Rafael Martins, idealizou o evento e trouxe para que a gente pudesse materializar. Então, quando tem essa participação do Juventu e já está ocorrendo, quem ganha com isso é toda a sociedade, o adolescente, o o jovem, o a pessoa na maturidade e o idoso. Tá certo? Então, vereador, muito obrigado e obrigado pela disponibilidade de conversar com a gente. Eu que agradeço sempre à disposição. Muito obrigado. Encerrado então, portanto, o evento, nós vamos interromper a transmissão ao vivo, mas você continua com a programação da TV Câmara Campinas. Lembrando que hoje tem e jornal Câmara Notícia. Agradeço a sua audiência. TV Câmara, Campinas.
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