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TV Câmara, Campinas. Iniciamos neste instante a 42ª reunião solene de 2026 da Câmara Municipal de Campinas para homenagear Fernando Antônio Santos Coelho com entrega de título de cidadão campineiro por proposição do vereador Wagner Romão. Convidamos para compor a mesa e para presidir esta reunião solene o autor da honraria, vereador Wagner Romão. Convidamos também professor Dr. Osvaldir Pereira Taranto, chefe de gabinete da reitoria, representando neste ato o magnífico reitor da Unicamp, professor Dr. Paulo César Montanher. Convidamos ainda professor Dr. Cláudio Francisco Tormena, docente do Departamento de Química Orgânica do Instituto de Química e a escritora e pesquisadora Carla Pep. Uma vez composta a mesa de autoridades, convidamos os seus componentes e demais presentes a receber nosso homenageado desta tarde. Por favor, recebam Fernando Antônio Santos Coelho. Nós convidamos os componentes da mesa a tomar assento. Com a palavra o vereador Wagner Romão para declarar aberta esta reunião solene. Boa tarde a todos, a todas. Declaro aberta a presente reunião solene da Câmara Municipal de Campinas para entrega de título de cidadão campineiro a Fernando Antônio Santos Coelho. Convidamos todos a cantar em posição de respeito o hino nacional brasileiro com letra de Joaquim Osório Duque, Estrada e Música de Francisco Manuel da Silva e o Hino da cidade de Campinas com letra de Carlos Ferreira e música de Antônio Carlos Gomes. Ouviram dois pirangas mais desblásidas de um povo herói com brado retumbante. E o sol da liberdade em raios fúgos brilhou no céu da pátria nesse instante se o dessa igualdade conseguimos conquistar com braço forte em teu seio. Ó liberdade, desafio o nosso feito à própria morte. Ó pátria bast salve salve. Brasil com sono intenso, um raio bíblico de amor e de esperança. A terra desce. Senteu o formoso céu risonho límpido. A imagem do Cruzeiro resplandece. Gigante pela própria natureza. És vel és forte pulo e o teu futuro espel grandeza terra dourada entre outras vilas do Brasil pátria amada dos filhos e sas mãe é gentil pátria amada Brasil Oh. Deitado eternamente, imenso esplêndido ao som do mar e a luz do céu profundo. Fuguras, ó Brasil, florão da América, iluminando ao sol do novo mundo. do que a terra mais garrida. Teus bisonhos e dos campos tem mais flores. Nossos bosques tem mais vida. Nossa vida no teu sei mais amores. Ó pári amo a graça salve salve. Brasil de amor eterno seja símbolo. O lá baruos tem a ser estrelado e digam vende luno desta fórmula no futuro e glória no passado. Mas serves a justiça cláss que o filho teu não pode auda. que te adora a própria morte terra dourada entre outras vilas do Brasil pátria amada dos filhos desse somas mã pada Brasil เ Seja a nossa divina promessa, promessa seja nossa por fim das indústrias conois agir precisamos calhar agir progresso, protam que sabe os lros da glória acolher e com alma de luzes 70 70 a luz do trabalho vai colher contra o povo que sabe os da glória, da glória colheros todos sabos ao povo ao povo que saia Pressa, promessa se nosa conquista. Agradecemos as seguintes autoridades que se anunciaram a este cerimonial, eh, todos da Unicamp. O professor Dr. Zigomar Menezes, chefe de gabinete adjunto, a professora D. Mônica Cota, pró-reitora de graduação, a professora Dra. Silvia Furegate, pró-reitora de Extensão, Esporte e Cultura. Cristiane Megide, diretora executiva de Educação Básica e Técnica. Professor Flávio Aguiar, da diretor executivo de administração. Professor Dr. Luís Carlosferino, diretor executivo da área da saúde. Professor Dr. Rafael Dias, diretor executivo de Relações Internacionais. Professora Dra. Gonzales Silvério, diretora da Faculdade de Odontologia de Piracicaba. A professora Dra. Milena Serafim, diretora da Faculdade de Ciências Aplicadas de Limeira e os assessores do professor Fernando Coelho, nosso homenageado, professor Dr. Douglas Galvão e professora Dra. Priscila Campazo. Com a palavra o vereador Wagner Romão para a homenagem da Câmara Municipal de Campinas a homenageado desta tarde. Bom, novamente, boa tarde a todos, a todas. É um grande prazer tá aqui nesta sala do Conselho Universitário da Unicamp, em que a gente já teve por tantas ocasiões, né, nas reuniões do conselho, em outras atividades também. Eh, eu fico muito feliz de poder eh ser o autor dessa proposta do título ao Fernando, eh, o título de cidadão campineiro ao Fernando. Ah, o nosso mandato não é um mandato que dá muitas honrarias, não, viu, Fernando? A gente escolhe a dedo, né? E você, eh, é o primeiro que obtém, né, o esse título de cidadão campineiro. A gente na faz o quê? um mês mais ou menos, né? A gente eh concedeu o título de cidadão eh emérito de Campinas, porque o Carlos Senhorelli já é foi nascido em Campinas, né? Nasceu em Campinas com título em memória, ele nos deixou há há um ano, cerca de um ano mais ou menos, né? Então, mas você é o cidadão campineiro, eh, que ganha esse título, né? nessa cidadania campineira nesse momento. Eu gosto sempre de ler a justificativa eh paraa qual eh o processo é assim, né? O vereador ele faz a propositura, a gente, claro, faz uma conversa, né, com a Vanda, com a LAN, a gente fez uma conversa com a Vanda, né, com as com as com as familiares. Quero eh para que a gente possa eh organizar e justificar, organizar bem a justificativa. Esse projeto ele passa pelo pela comissão de honrarias da casa, depois ele passa pelo plenário da da casa e e o título eh foi aprovado por unanimidade pelos vereadores e vereadoras presentes naquela sessão, né? Então, o Fernando Antônio Santos Coelho é formado em farmácia industrial na Universidade Federal do Rio de Janeiro, com mestrado em síntese de produtos naturais pela mesma universidade, obteve o título de doutor de Estado em Ciências Físicas na Universidade de Grenoble em 1987, tendo exercido o cargo de professor substituto na mesma universidade francesa. Na iniciativa privada, atuou como chefe da divisão de síntese da gerência de pesquisa e desenvolvimento da Salgema Indústrias Químicas. eh em Maceió, eh de 9 de de setembro de 89 a junho de 95, a atual Brasquem Alagoas. chegou a Campinas com a família vindo de Maceió em 26 de junho de 1995 para assumir o desafio de trabalhar na Unicamp, retomando em julho a carreira acadêmica na Universidade Estadual de Campinas, reconhecida pela sua excelência acadêmica, acolhido no Instituto de Química, ali permaneceu permanece ao longo de 30 anos desenvolvendo seu potencial profissional e humano. Ocupa o cargo de professor titular desde janeiro de 2011. Na carreira acadêmica já publicou mais de 130 artigos científicos, orientou 52 teses e dissertações, 27 estágios de pós-doutorado, vários trabalhos de iniciação científica em âmbito nacional e internacional e recebeu em 2012 o prêmio de reconhecimento acadêmico Zeferino Vais, indicado pelo Instituto de Química. Na administração da universidade, foi chefe do Departamento de Química Orgânica no Instituto de Química em diversas ocasiões, assessor da Pró-Reitoria de Pesquisa da Unicamp entre 2013 e 2017, pró-reitor de extensão, esporte e cultura da Unicamp e 2025 e atualmente ocupa o cargo de coordenador geral da Universidade Estadual de Campinas. No âmbito nacional, foi diretor da Divisão de Química Orgânica da Sociedade Brasileira de Química entre 2002 e 2004 e coordenador do Fórum de Pró-Reitores das Instituições Públicas de Ensino Regional Sudeste. Durante a gestão, frente à Pró-reitoria de Extensão, Esporte e Cultura, trabalhou fortemente na aproximação da Unicampinas, por meio da interação com diferentes secretarias do governo municipal. realizou uma série de eventos culturais, arte na praça, vários eventos comemorativos dos 70 anos de Barão Geraldo, com a colaboração da Secretaria de Esporte e Turismo, além de promover junto com a mesma secretaria várias atividades culturais que envolveram a participação da Orquestra Sinfônica da Unicamp, do Coral Zíper na Boca, da banda Sinfônica da Unicamp, junto à exposições de arte em espaços culturais da cidade. Com a colaboração da Secretaria de Educação, promoveu o primeiro evento Viva Ciência, que reuniu no Centro de Convenções da Secretaria de Educação mais de 200.000 alunos da rede municipal. Ainda com a mesma secretaria, com a participação da Fumec do Ministério Público, iniciou as ações para o estabelecimento do projeto Unicamp da Cidade, que visaem realizar atividades culturais de saúde, de educação, artísticas e esportivas eh na região central de Campinas, estreitando a relação da Unicampo projetos comunitários com os moradores. Interagiu também com diferentes espaços culturais da cidade de Campinas, com o pavão cultural, a casa Tainã, com várias atividades comunitárias na região metropolitana, entre elas a comunidade Luz do Amanhã no Jardim Santa Eudox. Em conjunto com a Fundação FREAC, realizou várias ações na região de Campinas voltadas aos cursinhos pré-vestibulares e pré-vestibulinhos populares, atendendo mais de 500 alunos das escolas públicas no município e do estado. Além dessas ações, realizou também atividades esportivas no campo de campos de Barão Geraldo, desenvolvendo a comunidade local interna e externa. H, durante a a sua gestão na Pró-Reitoria de Extensão, Esporte e Cultura, focou em ações de fortalecimento da noção de que a Unicamp é de Campinas e que é preciso trabalhar juntos em prol da sociedade campineira. Eh, então esse é essa é a justificativa formal, né, da do título ao Fernando. Eu quero aqui, mas quero não quero falar só disso, né? Quero eh fazer uma saudação aqui à mesa, ao Cláudio Tormena, ao Osvaldir Taranto, a Carla Pep, a Vanda, ao Alan, a Ana Paula também, a Lúcia, que colaboraram muito, né, para que esse evento fosse possível, para que essa comemoração fosse possível. Queria dizer que o Fernando é uma pessoa que eu acho que desde que eu, praticamente desde que eu entrei na Unicamp, eu eu fui professor da Unesp e 2014, da UNESP de Araraquara. Em 2014 entrei na Unicamp e acho que praticamente desde as primeiras semanas a gente já se esbarrou, né, e em assembleias da do Unicamp, eu lembro de uma greve lá em 2014, foi importante e e a gente se encontrou lá com a Vanda também, né? Depois quando eu tive oportunidade de ser presidente da Dunicamp 2018 e 2020, Fernando e a Vanda também foi do CR, não foi Vanda? Foram do Conselho de Representantes da Dunicamp. Eh, então ali a gente acho que iniciou uma amizade, né, mais do que uma relação de colegas da da universidade, mas uma amizade eh pela identidade de propósitos, pela identidade de um pensamento, entendendo que a universidade deveria cada vez mais ser inclusiva, ser acolhedora para todas as pessoas de todas as cores, raças, gêneros, eh eh etnias, religiões, enfim, toda a diversidade. E acho que o Fernando foi uma pessoa muito importante, especialmente naquele período de abertura da universidade para as cotas étnico-raciais, né? Eu me lembro eh dele batalhando nas comissões de heteroidentificação. Eh, algo que não tá aqui nessa justificativa formal, mas acho que esse desprendimento, acho que a a pessoa do Fernando sempre me chamou muita atenção por conta disso, né? esse desprendimento para além de cargos, para além de funções, mas esse desprendimento na sua relação com a universidade. E e acho que quando eu pude ah quando eu fui diretor adjunto da Secretaria Executiva de Direitos Humanos junto com a professora Silvia Santiago como diretora, né, o Fernando era o pró-reitor de cultura, esporte e extensão e a gente pôde também ali trocar muito, né, trocar muito e tentar avançar com projetos em conjunto, né, sempre dentro dessa possibilidade de que a Unicamp se relacione cada vez mais fortemente com a cidade de Campinas, né? Eh, a Unicamp ela é uma ela é uma universidade que se criou aqui em Barão Geraldo, nessa periferia da do da cidade distante do centro, né? Claro que teve ali no seu início eh situações, momentos em que a Unicamp esteve presente no centro, como na área da saúde, em outras áreas, mas acho que essa é uma tarefa da Unicamp, né? a gente conversava muito sobre isso. É um pouco daí que surge a ideia do Unicamp da Cidade, esse projeto que tá em andamento, que nós vamos, né, Isabel, fazer ele avançar eh eh com mais celeridade, né, nos próximos anos. Então, eu queria dizer que a vinculação do Fernando com a cidade de Campinas, né, esse título, ele não é apenas um título honorífico, eh, como se ele pudesse ser realmente endereçado para qualquer outra pessoa, não, né? Fernando, acho que por pela trajetória acadêmica, pela busca, né, por estabelecer conexões da universidade, né, de uma universidade do porte da Unicampinas, com a região metropolitana, com a abertura da universidade para todas as pessoas. E ele merece esse título, né? merece esse título de cidadão campineiro e para mim é uma grande honra poder, né, ser o intermediário dessa honraria ao Fernando Coelho. Muito obrigado. Nós gostaríamos de registrar a presença do ex-vereador e ex-deputado federal Pedro Tourim, atual presidente do PT Campinas. E neste momento faremos a entrega do título de cidadão campineiro ao professor Dr. Fernando Antônio Santos Coelho. O documento tem o seguinte teor: A Câmara Municipal de Campinas, nos termos do decreto legislativo número 6161 de 26 de novembro de 2025, concede a Fernando Antônio Santos Coelho o título de cidadão campineiro pelos relevantes serviços prestados ao município de Campinas. Campinas, 26 de junho de 2026. Assinam o documento o presidente da Câmara Municipal de Campinas, vereador Luiz Rossini, e o vereador Wagner Romão, autor da honraria. เฮ Nós convidamos agora a tribuna para seu discurso de agradecimento o nosso homenageado, professor Dr. Fernando Antônio Santos Coelho. Bom, boa tarde, né? Eu não tenho hábito de escrever discurso, então eu vou fazer algumas considerações com vocês. Ah, bom, antes mais nada, que eu gostaria de agradecer e realmente no fundo do coração agradecer o vereador Wagner Pumão por essa lembrança e por eh trabalhar para me dar esse título que eu recebo com muito orgulho, com muita honra. Cumprimentar o professor eh Osvaldir Taranto, nosso chefe de gabinete, cumprimentar o professor Tormena. ex-diretor do estudo de química e que agora está leve, solto. Eh, eh, cumprimentar a minha querida sobrinha Carla Pep, estender os meus cumprimentos e os meus calorosos abraços a outra sobrinha, a Cláudia, e também ao Bruno. Eh, obviamente eu tenho que cumprimentar e estender os meus cumprimentos aos meus queridos, Alan e Vanda. Eh, sem eles eu não sou nada, né? e obviamente estender os cumprimentos agora, os cumprimentos formais, a professora Mônica Cota, a nossa pró-reitora eh de graduação, a a professora Silvia Furegate, nossa professora, nossa pró-reitora de extensão, esporte e cultura. Eh, cumprimentar a a professora Karina, eh, diretora da FOP, que nessa oportunidade vem prestigiar esse evento. Cumprimentar o professor Flávio, diretor da Deia, cumprimentar o professor Zferino, diretor da Deias. eh cumprimentar o professor eh Ítalo e em extensão eh desejar a você todo sucesso na sua nova atribuição, né? E obviamente estender os meus cumprimentos ao professor Juliano, desejando a vocês muito sucesso e obviamente cumprimentar o meu querido Léo, a Cristiana Cris Megide da DEEDUC, né? e o professor Léo, que é diretor da FT. E cumprimentar a todos, né, e estender os meus cumprimentos a todos os assessores, né? Tem aqui o Zé Luiz, tem aqui o o o o Douglas Galvão, tem a Priscila Rampazo, tem a a Calma, calma, vou me lembrar de todo mundo. Tem aqui a Simone, eh, em algum lugar a professora Milena estava, eh, diretora da FCA junto com o professor Rafael Dias, que eu não sei onde eles foram, foras, enfim. Bom, fez cumprimentar todos os meus alunos, agradecer a vocês pela presença e todas as pessoas que vem nos acompanhando nesses processos que a gente vem vivendo aqui dentro da universidade. Eh, tem uma coisa que é por isso que eu disse que eu não ia fazer discurso, eu ia fazer considerações. algum tempo, desde o momento que eu recebi esse essa indicação de que eu seria indicado ou que eu teria ganho, né, o título de cidadão campineiro, eu parei para pensar um pouquinho das coincidências que foram acontecendo na minha vida e que envolviam Campinas, né? A primeira coincidência, a primeira vez que eu pensei em Campinas, eu estava realmente refletindo, foi um comentário que eu inclusive fez, que eu fiz na cerimônia de posse. Eu, quando eu era jovem, eu tinha hábito de ler todos os domingos o Jornal do Brasil. Para aqueles que são da minha época, o Jornal do Brasil era um dos dos eh jornais mais importantes do Rio de Janeiro. Era uma época que eu tinha uma imprensa não comprometida que realmente fazia crítica e fazia elogios. Então, dava posições neutras para que você pudesse tomar a sua posição. Então, o Jornal do Brasil tinha um caderno que era o caderno D do Jornal do Brasil. E nesse caderno eu me lembro perfeitamente de uma reportagem falando sobre a nova universidade brasileira. E a nova universidade brasileira era a Universidade de Campinas, né? Eu me lembro perfeitamente, eu tá na faixa de uns 14, 15 anos que eu devorei aquele texto. Falava obviamente do Zferino, falava da ideia do Zferino, de como que ele pensou a constituição de uma universidade como Campinas. E obviamente a gente que coisa interessante, que projeto legal. E ficou esse primeiro registro em Campinas. Um pouco tempo depois, 1982, eu estava no meio do meu mestrado, vim participar aqui em Campinas de um de um dos primeiros congressos que eu pude participar. naquela época da Sociedade Brasileira de Química, naquela época a SBQ, eh, as pessoas que são mais novas não se lembram disso, mas a gente tinha a Sociedade Brasileira para o progresso da Ciência e todas as sociedades científicas da época participavam desse de desse dessa sociedade brasileira pelo Progresso da Ciência, que era uma sociedade não só científica, mas também que discutia muita política de ciência e política de país. E em 1982 foi o primeiro ano que a Sociedade Brasileira de Química fez o seu congresso sem estar na Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, porque houve um racha em 1979 em Fortaleza. Então, foi muito interessante porque novamente eu vim a Campinas, eu me lembro rapidamente de algumas coisas na universidade, inclusive eh alguns eh o parte do evento foi feito no estudo de química e eu me lembro perfeitamente de que eh hoje onde é o Instituto de Química e que tem todos os pavilhões de ensino, era um grande uma espécie assim de um de um de um grande um grande espaço aberto, um processo que é muito importante, porque se o senhor aceitasse ser nosso eh profissional, ser contratado por no pelo CBQBA, o se vai se transformar num profissional que é um funcionário público do estado de São Paulo. você chegando do exterior, você não entendia muito bem a OD que ele fez, né, ser funcionário público do estado de São Paulo, mas infelizmente eu não pude aceitar o convite porque já tinha um outro convite a a acontecendo e eu fui eh para Alagoas, terminou Alagoas, voltei novamente para eh Campinas e aquele convite que tinha sido feito pelo Piri lá atrás ainda estava de pé. Eles haviam feito vários eh várias atividad, várias vezes tinham feito concurso. Parece que era quarta ou a quinta vez que tinham feito o concurso, não tinham achado um candidato. E parece que aí a gente começa a entender que tem coisas que são escritas nas estrelas e tem coisas que a gente não entende muito bem como é que elas acontecem. Vim parar em Campinas, OK? E vim parar em Campinas. Estou em Campinas há 30 anos. desses 30 anos, a gente realmente teve um envolvimento muito grande com a cidade, com a universidade. Como o Wagner falou, isso para para mim é muito importante, porque eu entendo que uma universidade pública, como a Universidade de Campinas ou como qualquer outra universidade pública, tem que ter o compromisso muito muito firme e muito sério no local onde ela está instalada. E uma universidade como Campinas não pode, de forma nenhuma estar de costas pra cidade de Campinas e pra região metropolitana de Campinas. Então, como pró-reitor de extensão, eu trabalhei intensamente nessa direção. Era esse o meu mote. a gente precisa realmente garantir, a gente precisa trabalhar no sentido de que essa universidade seja conhecida por Campinas e que é que a Campinas conheça essa universidade como algo que pertence à comunidade de Campinas, não como alguma coisa afastada que tá lá a 13 km de distância de Campinas e que tá lá na periferia, como diz o Wagner, no no do distrito de Barão Geraldo. Não, isso é Campinas. é Campinas, eh, e tudo aquilo que essa universidade representa para Campinas, né? E a cidade, obviamente, eh, é fundamental nesse circuito. Então, a gente acabou também interagindo muito com a cidade em vários movimentos, em vários momentos. E é realmente um enorme prazer depois de todo esse trabalho de depois de todo esse trajeto que foram colocando coisas em determinados pontos, vai a primeira vez, primeira tentativa não dá certo, segunda tentativa não dá certo, terceira tentativa não dá certo e a quarta tentativa eu estou aqui em Campinas e praticamente firmamos e criamos raízes aqui. Então eu fico muito contente e particularmente orgulhoso de poder receber esse título. Eu recebo esse título com muito orgulho. é algo que vai ficar guardado no meu coração. Alguém comentou para você é carioca, mas agora também eu sou campineiro. E obviamente eh esse esse esse diploma vai estar num lugar muito bem caracterizado dentro da minha sala e vai estar comigo eh até o final dos me dois dias. Então, muito obrigado, realmente muito obrigado. Agradeço muito essa essa homenagem, esse reconhecimento. Tenho certeza que Campinas ganha um cidadão que é bastante eh, digamos assim, focado em fazer com que a gente possa crescer e fazer Campinas crescer ainda mais. Obviamente, estando na universidade, a gente faz isso acontecer e a gente ajuda isso a acontecer. Então eu tenho muito que agradecer, agradecer a todas as pessoas que vieram nessa tarde aqui. Isso me deixa muito contente, embora a tarde não seja tão fria quanto foi amanhã, a gente sai daqui com coração aquecido. Muito obrigado novamente, Wagner. Muito obrigado pela homenagem e muito obrigado a todos vocês. Uma boa tarde. Nós gostaríamos brevemente de registrar a justificativa de ausência da deputada estadual Ana Perugini, que enviou seus cumprimentos, né, e parabenização ao nosso homenageado. E agora convidamos a tribuna para suas homenagens também o professor Dr. Cláudio Francisco Tormena. Boa tarde a todas e todos. Eh, bom, em nome do professor vereador Wagner Romon, gostaria de cumprimentar todos os membros da mesa e todos os presentes. Eu havia preparado alguma algumas palavras sobre a trajetória acadêmica do Fernando, mas o Wagner já pegou quase todas essas informações. Então, eu vou só destacar algumas alguns pontos assim só para para pras pessoas que não conhecem o Fernando do Ponto. A gente conhece o Fernando na gestão universitária, mas o Fernando docente do Instituto de Química, o Fernando colega de departamento. Eh, eh, acho que é a gente pode trazer algumas palavras. O Fernando chegou no IQ, né, já falou um pouquinho, em 1995. Eu também cheguei no IKE em 1995, só que em diferentes posições. Ele como docente, eu como aluno de pós-graduação. Eh, e as coisas foram, fiz minha pós-graduação, a gente foi se encontrava sempre pelos corredores. Eu não tive o o o prazer de ter aula com o Fernando, a gente tava em áreas um pouco diferentes, eh, apesar de tá trabalhar também com química orgânica, mas o Fernando tava sempre presente, a gente sempre conversava, se encontrava e a gente se encontrava muito por Barão Geraldo, né? E bom, e aí depois as coisas aconteceram, eu fui para Ribeirão Preto, fiquei um tempo em Ribeirão Preto, abri o concurso no IQ, voltei e o Fernando sempre apoiando. A gente virou colega de departamento. Aí depois o Fernando falou: "Não, acho que agora tá o momento de você eh ir pra pós-graduação". Eu falei: "Fernando". Ele falou: "Não, você precisa ser coordenador de pós". Falei: "Não, mas coordenador". Falou: "Não, vai". Aí não sei se foi bom, mas fui. Então o Fernando, ele tem esse essa característica de sempre apoiar os jovens docentes, os jovens, os alunos. Isso é uma característica do Fernando nas aulas dele. Os alunos dele estão aqui, a gente a gente sabe muito bem, ele abraça a todos. Então eu acho que que esse essa homenagem vem eh eh olhando a trajetória do Fernando, acho que ele tinha que ganhar mesmo, porque ele passou por vários lugares e ele criou raízes aqui. Ele saiu do Rio, foi paraa França, foi para Maceió, veio para Campinas, ele tá aqui há 30 anos. Então é e eh e ele falou assim: "Acho que agora é o lugar". Então eu acho que esse eh eh essa homenagem é mais do que do que merecida. E e também só falando um pouquinho da parte acadêmica, o Fernando ele também se confunde, né, com a área de atuação dele que ele trabalhou por algumas décadas com reações de Morita Belis Wilm. E eu acho que essa reação tinha que ter um acréscimo aí, né? tinha que ser Morita Beis, Hilman, Coelho, porque eh eh muitas contribuições eh o Wagner comentou do número de publicações da ordem de 130 artigos, eh mais de 3.000 citações, o que confere um índice H pro Fernando, para quem é da área acadêmica, de 39, mais ou menos, depende o a a qual base de dados a gente usa, mas em torno de 39 na média a gente não erra. Então isso é uma contribuição científica. Hoje se você fala em Monita Billum no Brasil e no mundo, o nome do Fernando vem a a à tona. Então isso é um reconhecimento da capacidade do Fernando de agregar, né? Eu acho que isso é uma coisa importante. Os alunos do Fernando sempre defendem Maorita Belis Dilma com inidentes. Eu acho que isso é uma característica. Fernando, ele tem essa eh essa característica e eu acho que eh e a parte acadêmica e a parte pessoal do Fernando, elas eh eh elas se confundem, né? Então, assim, ele sempre foi uma pessoa que apoiou a todos, como eu comentei. Então, isso é é eh eh é eh eh é eh eh é eh é importante para paraa ciência. Então, a a o Fernando é um dos pesquisadores eh na área de síntese orgânica no Brasil e no mundo é respeitado nessa área. Não é à toa que ele tem eh eh artigos com o prêmio Nobel, isso é para poucos. Eh, eh, eh, eh, eh, então que já veio até o Instituto de Química, se eu não me engano, acho que em duas ocasiões. Eh, então isso é isso mostra só um pouquinho do da da capacidade científica acadêmica do do Fernando. Então, eu não vou eh ler o que eu preparei porque eu acho que ficaria um pouco, né, eh eh eh repetitivo, mas eh eh eu gostaria de de dar os parabéns eh eh e da parte pessoal, não posso, né, deixar de falar, nó foi padrinho de casamento do Fernando e da Vanda, então isso também é é é um prazer imenso fazer parte, ter essa amizade de vocês. Então, parabéns, Fernando. Obrigado por tudo que você fez pelo Instituto de Química, pela Unicamp e por Campinas e pela Ciência Mundial. Parabéns. Convidamos agora a tribuna o professor Dr. Osvaldir Pereira Taranto. Boa tarde a todos e todas. Prazer estar aqui. Eu queria iniciar cumprimentando a mesa o vereador Wagner Romão, Dr. Mena, Carla e o nosso homenageado, professor Coelho, quem eu tenho convido já há alguns anos, não é? Prazer estar aqui. Cumprimento todos presentes, familiares, os meus colegas de administração, em nome de quem cumprimento os nossos outros docentes e eh diretores presentes. Eu ia fazer também algo menos formal, mas como eu tô aqui falando um pouquinho também em nome do nosso reitor, eu resolvi preparar algum um tanto um pouco mais formal falando da contribuição do professor Fernando. Bom, é uma grande honra participar dessa unidade representando o magnífico reitor da Universidade de Campinas, o professor Paulo César Montanh e trazer um abraço da comunidade da Unicamp e ao professor Fernando Antônio Santos Welho, que hoje recebe o merecido título de cidadão campineiro. Poucas distinções, possui significado tão especial quanto esta. Ao conceder o título de cidadão campineiro, a cidade reconhece que, independentemente de sua origem, fizeram de Campinas a sua casa e dedicaram seu talento e sua inteligência ao desenvolvimento da sociedade. É um gesto de acolhimento, mas também de gratidão. E Campinas tem muitas razões para agradecer o professor Coelho. Ao longo de sua trajetória, ele construiu uma carreira acadêmica, como já reportado duas vezes, não é? Marcada pela excelência. professor titular do Instituto de Química da Unicamp, destacou-se como pesquisador, formador de recursos humanos e líder científico, contribuindo para o avanço da química brasileira e não só brasileira, internacional também, e para a formação de gerações de estudantes, pesquisadores e professores. Mas sua contribuição ultrapassa os limites dos laboratórios e das salas de aula. O professor Fernando sempre compreendeu que a universidade pública tem uma missão que vai além da produção de conhecimento. Ela deve formar pessoas, promover oportunidade, estimular a inovação e contribuir para o desenvolvimento social, econômico e cultural da sociedade que a sustenta. Foi com esse espírito que ao longo dos anos importantes responsabilidades na administração universitárias em diverências funções de liderança e gestão e atualmente como coordenador geral da Unicamp. Só comigo a gente já está junto há uns 12 anos pelo menos, né? A gente fez parte da gestão de 2013 a 16, professor Fernando tava na PRP na chefia de gabinete. Depois na última gestão com pró-reitor eu tava na D e agora estamos juntos de novo na administração do professor Cinho. Bom, sua atuação reflete valores que são fundamentais para a vida universitária, o compromisso com conhecimento, o respeito às pessoas, a valorização do diálogo e a busca permanente pelo interesse coletivo. Campinas é hoje reconhecida nacional e internacionalmente como um dos mais importantes polos de ciência, tecnologia, inovação e ensino superior do país. Essa realidade é fruto do trabalho de muitas pessoas que ao longo das últimas décadas ajudaram a construir instituições fortes e comprometidas com o futuro. O professor Fernando está dentro dessas pessoas. Permite-me, antes de concluir, uma breve palavra mais de caráter pessoal. ao longo dos últimos anos tem tido o privilégio, como já disse, de conviver intensamente com o professor Fernando Coelho no exercício das responsabilidades da administração superior da Unicamp. Dessa convivência nasceu não apenas uma sólida parceria de trabalho, mas também uma amizade construída na confiança, no respeito mútuo e no compromisso compartilhado com a universidade. Essa trajetória comum permitiu-me conhecer de perto não apenas o pesquisador respeitado e o gestor eh competente que todos admiram, mas também a pessoa generosa, equilibrada e profundamente comprometida com o interesse público. Os títulos e as honrarias reconhecem realizações, mas são as pessoas que convivem conosco ao longo da nossa caminhada e revelam nosso verdadeiro caráter. E é por isso que essa homenagem é tão merecida. Por isso, em nome do magnífico reitor da Unicamp, professor Paulo César Montaher, e em nome da comunidade universitária, e também em meu nome quero registrar a satisfação e a emoção de de participar dessa homenagem. Professor Fernando, este título reconhece suas contribuições para Campinas, para a universidade e para a sociedade brasileira, mas reconhece também os valores que o senhor representa: o compromisso com a educação pública, a confiança na ciência e a dedicação ao serviço público e a permanente disposição de trabalhar em favor do bem comum. Campinas hoje recebe o recebe oficialmente como cidadão. Na verdade, para todos nós que acompanhamos sua trajetória, o senhor já faz parte da história dessa cidade há muito tempo. Receba os nossos mais sinceros cumprimentos e o nosso profundo reconhecimento. Parabéns por essa justa e merecida homenagem. Obrigado, nós convidamos agora a escritora Carla Pep, que também é sobrinha do homenageado. Boa tarde a todos e todas. Eu queria agradecer a Vanda por convite. Queria deixar uma saudação ao meu primo, minha irmã Cláudia e Bruno a todas as autoridades. Vereador enquanto tiver falando, vai est passando um vídeo. Eu tô tentando segurar porque eu não vim falar do professor Dr. Fernando Antônio Santos Coelho, né? Eu vim falar do tio Fernandes, eh, e quem vê cientista respeitado, o professor titular, o atual vice-reitor da Unicamp, eh, eu preciso contar onde essa história começou. Antes dos laboratórios, das salas de aula, desses lugares de liderança, meu tio criou raízes sob as mangueiras de um quintal localizado em Pilares, no subúrbio do Rio de Janeiro. Ali sob uma realidade simples, mas repleta de afetos. Fernandinho, como gosta de chamar, foi criado pelo amor imenso e dedicação da saudosa tia Iv, mãe Iva, dó Iva, cresceu dividindo aventuras de carrinho, fantasias, histórias de uma porquinha de estimação, sonhos e descobertas ao lado dos seus irmãos mais velhos, minha mãe Mav Rose e meu tio Berg, que hoje olham por ele num outro plano ancestral e permanecem vivos em nossas memórias e cheios de afeto. Aquela vida em Pilares moldou a essência do homem que ele se tornou. Foi naquele quintal que nasceram os valores de solidariedade, generosidade e perseverança. Com essa base sólida, constituída pelo amor de sua mãe Iva e pela convivência com os irmãos, tio Fernando seguiu seu caminho e conquistou o mundo da ciência. Mas há algo mais admirável em sua trajetória, o fato dele nunca esquecer de onde ele veio. Cada conquista acadêmica, cada pesquisa realizada, cada tese orientada, cada degrau alcançado na liderança universitária carregam consigo a memória daqueles primeiros degraus ainda presentes numa árvore plantada no quintal de pilares. Entre as muitas lembranças que eu tenho, dentre a rabada com a Agrião que a vovó preparava, das conversas calorosas ao redor da mesa, uma permanece especialmente viva na minha memória. A mala sendo preparada para sua viagem à França, meu time. Eu lembro da minha avó organizando um valal juntando dinheiro. Lembro da preocupação dela com o frio que você passaria. das expectativas. Eu lembro também das cartas que nós trocávamos, né? Nós trocávamos cartas de como tava a vida dele na França e como tava a minha vida aqui no Brasil. e de um mundo que na época parecia tão distante. Eu vou abrir aspas para um pequeno trecho que eu escrevi de um conto. É o dia da partida e a irmã Mafia Rose se une aos dois irmãos para a despedida do caçula, que leva um enxoval pronto à França. O peso das malas e o abraço apertado dão um toque de travessia ao que antes era apenas quintal de Essas memórias me acompanham ao longo da vida e me inspiraram a acreditar que a universidade também era um lugar para mim. De certa forma ajudar a moldar a profissional que sou hoje, formada pela Universidade Pública Federal e trabalhadora de uma de uma instituição também federal, Fundação Osvaldo Cruz. Minha irmã e eu carregamos esse legado, ambas formadas também por universidades públicas. E ele segue vivo em Caetano, Jimmy e Bruna, nossos filhos, jovens que certamente encontram em sua trajetória uma luz acesa para alcançar lugares que talvez ainda nem consigam imaginar. Um legado que se reflete do amor, emoção e orgulho de sua esposa Vanda, de seu filho Alan, os companheiros diários de sua caminhada e testemunhas da sua dedicação. Ao escolher Campinas como sua casa e dedicar sua vida à transformação desta região por meio do ensino, da pesquisa e da gestão universitária, tio Fernando honra também a história da nossa família. Esse título de cidadão campineiro reconhece oficialmente aquilo que a gente já sabe há muito tempo. Tio Fernando, tenho certeza que vó IVA, minha mãe no Vir Rose, Tilberg, hoje celebram com alegria e muito orgulho a sua trajetória. Caetano, Dim e Bruno Bruna encontram em sua trajetória a prova de que sonhos podem ser constituídos. Vanda e Alan tem o privilégio de compartilhar a vida com um homem cuja grandeza nunca o afastou da simplicidade. Você a prova de que a educação transforma uma vida, amplia horizonte e cria futuros possíveis. Parabéns por honrar nossas raízes, por inspirar tantas pessoas e por mostrar todos os dias que conhecimento e generosidade podem caminhar juntos. Campinas, obrigada por acolher esse filho de pilares que fez dessa cidade sua casa, sua obra e sua missão. Hoje as raízes plantadas naquele quintal sobre as mangueiras alcançam mais um fruto. Toda a nossa família celebra com gratidão, orgulho e muito amor. Obrigada. Bom, com a palavra o vereador Wagner Romão para suas considerações finais e para declarar encerrada esta reunião solene. Bom, quero agradecer ao Fernando também por aceitar essa cidadania campineira. agradecer ao Cláudio, agradecer o Osvaldir, a Carla, né, pela fala maravilhosa, a Vanda também, ao Alan, a família toda, aos alunos e alunas do Fernando, né, aos colegas. E acho que eh acho que acho que as falas todas foram muito importantes e acho que a fala da Carla foi muito forte nesse sentido da importância da gente fortalecer a universidade pública, né, Fernando? Eh, eu acho que esse é o compromisso que articula todos nós aqui, todas nós aqui, eh, pensar uma universidade aberta, uma universidade inclusiva, uma universidade acolhedora, uma universidade diversa, né? é uma universidade que se preocupa com a cidade de Campinas, mas com o seu entorno também com o nosso país, a ideia de que a soberania científica é algo fundamental, é algo importantíssimo e que ela tem que estar a serviço da população brasileira, da das daquelas pessoas que mais precisam da ciência, né? Então acho que esse título também tem esse sentido, né? para além da trajetória do Fernando, para além de todas as pessoas que fizeram parte da vida dele, porque acho que é disso que a gente é feito, né, Fernanda, a gente é feito eh das nossas relações, das pessoas que estiveram junto conosco ao longo da nossa trajetória e parabenizar novamente Fernando pela trajetória dele e por, né, honrar acho que como poucas pessoas esse título de cidadão, esse título de cidadania, né, campineiro. Declaro encerrada essa sessão solene. TV Câmara, Campinas. M.