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1ª Parte: Semana do Meio Ambiente – Discussão sobre Ecopontos e Pontos Verdes
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1ª Parte: Semana do Meio Ambiente – Discussão sobre Ecopontos e Pontos Verdes

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Primeira parte da reunião ordinária da Comissão Permanente do Meio Ambiente da Câmara Municipal de Campinas, presidida pelo vereador Wagner Romão, dedicada à abertura da Semana do Meio Ambiente. O debate discute a ampliação dos ecopontos e pontos verdes no município, que conta hoje com 16 estruturas em funcionamento para uma população de quase 1,2 milhão de habitantes. A mesa reúne representantes de coletivos socioambientais como Cuidadores do Jardim Miriam, Conselho Municipal de Meio Ambiente, Todos pelo Ecoponto do Jardim Bassoli e Cooperçoli.

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ao vivo. TV Câmara, Campinas. Olá, muito boa tarde para você que acompanha a TV Câmara agora. 5:02. Você acompanha ao vivo agora na TV Câmara a primeira parte da reunião ordinária de hoje. Hoje discutindo a semana do meio ambiente, uma discussão sobre a ampliação de ecopontos e também pontos verdes aqui no município de Campinas. Com a palavra o vereador Wagner Romão. Boa tarde a todos e a todas presentes aqui no nosso plenário aqui na mesa e também vocês que estão nos acompanhando em casa pela TV Câmara, pelo YouTube também os profissionais aqui da Câmara que nos ajudam, nos apoiam no na realização das dos nossos encontros. Eh, nós estamos começando a semana do meio ambiente, então nós temos três dias aqui de atividades muito intensas. né? Hoje, amanhã e é quarta-feira, além da sexta-feira que tá sendo convocada pelo Fórum Socioambiental, uma grande manifestação também em defesa do do meio ambiente, focando em diversos temas. Agora nós vamos iniciar a mesa os desafios e as perspectivas para ampliação da coleta sustentável por meio dos ecopontos em Campinas. Então vamos discutir aqui a questão dos ecopontos, a necessidade, a urgência da ampliação dos ecopontos na nossa cidade. Nós temos 16 e ah, no momento em funcionamento na em Campinas, uma cidade de quase 1.200.000 habitantes. É uma é muito pouco ecoponto, né? a população sente necessidade de fazer a dispensação adequada dos dos móveis velhos, de material de construção velho, de restos de de poda, enfim. E os ecopontos estão muito distantes da casa das pessoas, né? E então a a há já um número mágico aí que o secretário de serviços públicos já externou em outras ocasiões da necessidade de cerca de 60 e ou seja, quadruplicar eh essa quantidade de ecopontos existentes. Então nós vamos aqui fazer um debate sobre os ecopontos. Nós temos, vou aqui apresentar, fazer a composição da mesa, a Helena White, que é pedagoga, representante do coletivo Cuidadores da área de preservação ambiental Jardim Miriam. Obrigado, Helena, pela tua presença. O José Antônio de Oliveira, presidente do Conselho Municipal de Meio Ambiente de Campinas. Obrigado também, eh, Zé Antônio. O Antônio Xavier da Silva, representante do coletivo Todos pelo ecoponto do Jardim Bassoli, entre outras lutas, né, Xavier? e a Maria Isabel Lopes dos Santos da Coperçoli. Então nós vamos ter aqui um debate importante, né, com duas regiões da cidade, tanto o Jardim Miren, que requer a instalação de um ecoponto, o Bassoli também requer a instalação de um ecoponto e o Zé Antônio, que é nosso presidente do Conselho Municipal de Meio Ambiente, tá? Eu vou passar rapidinho a palavra porque nós temos muito pouco tempo aqui na primeira parte. Então passo a palavra pra Helena paraas suas considerações. Obrigado, Helena. Boa tarde a todos. A gente agradece isso. Boa tarde a todos. A gente agradece muito a presença, a gente agradece esse convite para um tema tão importante pro meio ambiente, abertura de semana do meio ambiente, falar de ponto. Bom, eu queria pedir para que a o apoio coloque a apresentação que a gente preparou. Enquanto isso, como o Wagner falou, nós estamos aqui representando duas lutas, dois duas dois grupos que lutam pelo ecoponto. Eu represento o eh Jardim Miriam, o o coletivo cuidadores da APP do Riacho São Francisco, que fica no Jardim Miriam. E nós temos muita necessidade de um ecoponto lá. E o Xavier e a Isabel estão representando junto com o Zé Antônio a luta pelo ecoponto no Bassoli. Bom, nós vamos iniciar hoje com uma uma ã uma uma visão ampla dessa necessidade de acoponto com relação à meio ambiente para depois falar dessas lutas, duas lutas específicas. A nossa apresentação já tá chegando. Pode pôr, por favor. Enquanto tá sendo colocada a apresentar. Ah, já foi. Ah, não é essa, é a outra primeiro é a do Zé Antônio. Prim deixar stand enquanto essa deixa de stand by. Isso. Então vamos lá, Zé Antônio. Começa aí. Então, obrigado, vereador. Obrigado, Helena. Obrigado a todos presentes aqui, né, e também aos ouvintes que acompanham eh essa sessão pelo YouTube. E de entrada eu queria dizer o seguinte, que eh louvo muito e agradeço a oportunidade aqui, a a aposta do vereador discutir esse tema muito esquecido, inclusive, sabe, ecopontos não é um assunto muito discutido nas pelas políticas públicas, não sabe? E ligado a eles, a esse tema, essa temática, existe várias vários várias outras questões extensivas a elas, a eles, sabe? E é isso que a gente vai discutir um pouquinho, né? Que a gente gostaria, né? Como a Helena já disse, estamos aqui acompanhando o pessoal eh lá do Bassolle, aonde eu tenho mais acompanhado assim, né? E e pode passar o slide, por favor. E a gente vai começando aqui, por favor. Ah, você passa aqui, é, então tá. Então, eh, essa questão da dos ecopontos aí tá muito relacionada a várias outras temáticas, como eu disse, né? porque eh ela se relaciona à saúde pública, a poluição eh do lençol freático, eh proliferação de de insetos, de animais que causam doenças, né? Eh, então assim, olha, eh, logo de cara a gente diria que tá relacionado à saúde pública, né? a questão da da dos ecopontos acontece que o seguinte, numa cidade de mais de 1 milhão 200 habitantes, como vereador tava dizendo, eh existe 16 ecopontos, né? Quer dizer, muito pouco. E essa é uma questão que leva a população a fazer descarte, né? Por exemplo, esse daí lá do Oziel, né? Inclusive, se você colocar no ex o endereço do ecoponto do parqueel leva aí e aí não é o ecoponto, aí é um lugar onde a população descarta, né? Justamente por causa da distância e de toda a dificuldade de chegar ao ponto. O próximo, Helena. E assim, existe eh como eu disse, essa questão de dos efeitos extensivos, né, quando a coleta ou quando a possibilidade possibilidade de descartar um resíduo de resto de construção ou outro resíduo no ecoponto correto, a população vai descartando, né, aonde ela consegue consegue. E lá na região do Campo Grande existe, atualmente, tá em andamento a discussão eh da elaboração do plano de manejo de duas unidades de conservação, que é o Parque Natural do Jatobás e do Campo Grande, né? Eh, esses essa deposição de lixo às margens ou na proximidade dos parques gera um efeito de borda muito intenso e muito prejudicial ao que resta dessas unidades de conservação, sabe? Então essa discussão aqui ela tem que continuar, vereador. Assim, eu sugiro até que nesse pouco tempo que nós temos aqui agora de 20 minuto, não vai ser possível a gente aprofundar essa discussão. Eu sugiro que a gente tenhamos outras outros debates sobre essa temática, sabe? E tem o que a gente chama de efeito de borda, né? que o lixo depositado no que resta de imunidade de conservação, no caso do Parque do Jatobas especialmente, eh vai interferir enormemente na preservação e na eh e nas condições do parque suprir a o papel que ele que leva a a ele a razão, as razões dele está sendo criado, por ele tá sendo criado, né? E há uma os animais que proliferam nesses nesse resíduos eh depositado na borda vai interferir diretamente nas cadeias alimentar cadeia lá do do parque, né? Próximo. Helena. E olha aí tá o nome dos dos quatro ecopontos que existe no território. Olha, um território de de aproximadamente 190.000 habitantes. Olha lá. Olha, são quatro ecopontos apenas. Se a gente for dividir isso, eh, aí cada um vai pode, eh, fazer a conta aí para quanto que dá para cada o número de, da população que é atendido por quatro pontos só. Isso não acontece, não consegue atender, tá certo? E aí estendido, aí estão estão as cooperativas, porque só quatro também. Eh, essas cooperativas também elas precisam, nós precisamos fazer uma discussão sobre as condições que elas estão instaladas e que delas atenderem também o material reciclável, né? Estão diret uma coisa diretamente relacionada a outra. Aí o próximo, Helena, por favor. Eh, é isso que eu tava dizendo antes, né? O desc descarte regular de lixões clandestino, né? A falta de eh de ecopontos em suficiência de coleta seletiva induz a criação de pontos de descarte na borda da, né? E aí o próximo, Helena, só destacar uma questão que o Xavier agora que vou vou passar para ele, mas eh existe uma uma coisa muito perversa assim que a gente gostaria de discutir com a Secretaria de Serviços Públicos, porque quando a gente anda lá no território, você vê que existe um esforço do poder público também de manter eh, por exemplo, remover esses lixões. Eu andei por lá semana passada para tirar as fotos. Eh, em diversos pontos eu vi três, quatro máquinas da prefeitura removendo o lixo descartado. Isso para mim tem um custo eh muito alto, né? E que e aí eu pergunto, qual que seria mais aconselhável, né? manter a máquina lá retirando esse lixo descartado em qualquer locais lá ou fazer os ecopontos logo de, né, logo de vez instituir os novos ecopontos que o Xavier vai falar aqui um pouquinho que o a secretaria de serviços públicos tem eh projeto de construir mais 16 eontos, o que seria é insuficiente. E além do ecoponto, olha, quando eu andei num deles, desses ecopontos aí na Vila União, principalmente, o relato dos servidores que trabalham lá de que eles sofrem assédio, pressão da população, é enorme a pressão que eles sofrem, falar não que não consegue, não há, não há como descartar, por exemplo, resíduos de jardinagem. Eh, eles aceitam lá, tem uma caçamba, aceita eh uma quantidade pequena, mas aí quando tem além daquilo eh tem que se tem que levar eh na unidade recicladora, que é muito mais distante, né? Bom, por enquanto é isso. A gente vai deixar um tempinho para debater depois, né? Obrigado. Maravilha. Obrigado, Xavier. Obrigado, Zé Antônio. Eu passo aqui para o Xavier para ele falar sobre a ele e Maria Isabel falarem sobre a situação lá no Bassoli. Então essa Boa tarde a todos. Boa tarde a todos que nos assistem, as pessoas que estão aqui. Obrigado vereador que tá com essa pauta também. É muito importante nessa semana de meio ambiente se inicia o Zé Antônio, a Helena, a minha colega aqui, a Maria Isabel que a gente tá nessa luta do Jardim Bassoli. Então eu começo um pouquinho rápido com o histórico desse movimento todos pelo ecoponto Jardim Bassoli. Eu, João, a gente andando por lá e com a ajuda do professor, a gente consultando o professor José Antônio, a gente ficou indignado do da quantidade de descarte na região. E aí a gente até fez uma limpeza no local que a gente tá pretendendo buscar mais ainda essa construção, que muito a gente fez a limpeza, tem uma foto engraçada que eu fiz, mas ela não é tão permitida tanto. Mas o que acontece, conversando com o pessoal das meninas da da necessidade da cooperativa também a era necessidade urgente. Por quê? Porque havia uma destinação de uma emenda positiva do Paulo, ex-vereador Paulo Buúfalo, mas que foi insuficiente para construção de um ecoponto. Até na viseira que nós fomos lá, eu fiz uma pergunta crucial nosso querido secretário, como seria a construção e que quantidade de dinheiro que precisaria? 250.000 no mínimo, tudo bem, mas como 50.000 não era suficiente. O Paulo Povo resgatou a verba e foi pra cooperativa que aproveitou que foi muito bem grado. E aí essa intensificação, o João e eu, a gente andando pelo bairro, com esse descate regular pelo bairro, pela pelas ruas dos condomínios e nesse espaço que a gente pretende que vai ser construído com a glória de Deus, a gente percebeu que a necessidade é tremenda. E com a ajuda também, a primeira vez que a Guida foi lá, o Paulo Pfo já tinha destinado, a Mariana Conte também tá de longe nos apoiando, mas tá sempre a Fernanda Solto, que também comprou essa essa pauta, o Wagner Romão que foi lá também, o vereador eh Gustavo Peta, que nos ajudou. Na verdade são seis que tô olhando por essa por essa pauta tão interessante e agradeço muito. E qual que é o desejo? O desejo maior é que realmente o poder público nos olhe com carinho para isso, porque a gente não é lixo. A gente não quer lixo. A gente quer modelo de reciclar o nosso Dexo para que pensa isso. Uma coisa engraçada, recentemente aconteceu uma limpeza no bairro por quê? Houve uma mobilização, eh, eu, mas o pessoal do GIP, que é um grupo intersetorial, a própria interorial intersetorial que se reúne, discutimos a pauta no GIP, na interitorial da condição e da necessidade extrema de construir esse ecoponto. E aí a gente conseguiu trazer o seu Augusto, que é trabalha lá com o senor Paulela na secretaria, veio, a gente pegou ele no distrito noreste de saúde e saiu comprometido de trazer os maquinários para limpar o Jardim Bassole. E aí também falamos do Catratecoo, foi tudo uma coisa ao mesmo tempo. Veio uma limpeza, só que essa limpeza que aconteceu há um tempo, agora duas semanas, não tinha não teve caráter educativo, que é o que mais precisa. Quando acontece uma limpeza com caráter educativo, nós moradores a gente faz uma coisa mais suficiente. E recentemente também entrevistamos uma moradora que é síndica, disse assim: "Olha, esse jeito de às vezes colocar o lixo ou o material que não é reciclável aqui é porque não tem espaço." É necessitado a maneira de provocar a Secretaria de Serviço Público, a nossa autoridade da construção extrema, que praticamente quatro ecoporto para 190 é insuficiente. Mas é isso e a gente luta na esperança de acontecer isso e que ore com carinho pro Jadoli. É isso. Maravilha, Xavier. Muito obrigado. Passo pra Maria Isabel, então, para ela falar um pouco também da experiência da cooperativa e da região lá do Bassoli. Boa tarde, eu me chamo Maria Isabel, sou moradora do Bassoli, né, e presidente também da COP Bassole. E na minha opinião, né, a gente morador do Bassola e não só precisamos só de um ecoponto, né? Precisamos também de uma educação ambiental, por eh hoje eh é limpo a área que tá suja, mas na mesão da hora que limpa, aqueles moradores vão lá e descartam novamente aquele, né, rejeito, né, na nas calçadas. Até a mesma cooperativa já foi alvo de descarte ilegal. a uma moradora do da do bairro Vizinho eh cortou a árvore dela, né, e chegou na porta da cooperativa, ela jogou toda aquela poda da árvore, né? Eh, eu encarei aquilo como uma afronta, tipo assim, é uma cooperativa, então ela é obrigação de retirar daí, né? Vou jogar aqui e basta andar ali, né, em volta da do bassole, do São Bento, do Floresta, que você vai ver que ali aquela poluição visual, né, calçada da do condomínio, eh calçada do da cooperativa mesmo. Então, a gente precisa de um ecoponto urgente, mas também precisamos de uma educação ambiental. Por se a gente limpa e no outro dia a gente volta lá, tá tudo sujo, então, né, tem que ter um movimento para limpar e também uma educação para as pessoas, né, saber aonde destinar o material, né, destinar o resíduo sólido dele, não em qualquer lugar. É isso que eu acho, né? Não é só um ecoponto que vai resolver o problema do bassoli. Uma educação ambiental resolveria, na minha opinião. Obrigado, Maria Isabel. E olha que é uma realidade de toda a cidade, né? A gente anda pelos pelos bairros, especialmente nos córre. A gente tem muito lixo acumulado, uma coisa muito ruim, muito triste. Realmente a educação ambiental é fundamental, é muito necessária. A gente tem debatido eh na nossa comissão especial de resíduos sólidos, né, o tema, não só o tema dos ecopontos, mas também o tema de todo esse, né, a respeito de educação ambiental, de como que a gente necessariamente precisa de uma política, uma mudança da política de resíduos sólidos. A Maria Isabel é super frequentadora das nossas reuniões, né? Então, eh, é isso. É, tem uma questão local no Bassole, mas essa é uma realidade de todos, acho que de toda a cidade, né? Passar pra Helena, pra Helena White. Me permite, vereadora, é rapidinho. Eu queria destacar uma outra questão, tava até combinando com a Helena aqui, que é o seguinte, eh, os ecopontos recebem uma quantidade pequena de de resto de construção de construção civil, de reforma, etc. Quando passa de uma quantidade que é uma caçamba, se não me engano, eh tem que levar levar na unidade recicladora municipal ali na do lado do delta A ali, né? Uhum. Só que acontece o seguinte, ali tem o nome de unidade recicladora municipal, mas lá não tá sendo nada reciclado, né? Lá tá sendo um depósito de de resíduos de construção civil e de reformas. Mas tem um outro detalhe que eu queria chamar a atenção, vereador, que eu queria sugerir que a gente fizesse um debate aqui até próximas outras vezes, né, de outras oportunidades, que é o seguinte, eh, quando passa de uma a certa quantidade, como eu disse, é elevado o o construtor, o quem tá reformando o imóvel, leva o seu resíduo na unidade recicladora aqui no Campo Grande, na estrada do Mão Branca ali. Agora imagine vocês o cara que sai, tá construindo lá no Barão Geraldo lá na no outro lado da cidade, olha o custo que tem para de tudo, né? Para para para trazer esse resíduo para essa região aqui. Por que que não se tem outras regiões da cidade que recebe também eh esse material, né? Como historicamente a região do Campo Grande sempre foi uma região aonde o lixo da cidade foi destinado. E por que isso, né? As regiões que mais produzem lixo não é a região do Campo Grande, das periferias, são as regiões mais abastadas, né? Tudo bem? E que a gente não tá aqui discutindo isso agora nesse momento, né? Mas era preciso ter mais e justiça social nesse ponto também. Eh, os impactos ambientais que gera o depósito, o passivo ambiental que gera o depósito, gerou ao longo de três décadas esse depósito de todo o lixo da cidade lá naquela região, esses impactos são grandes e quem paga isso é a população local lá. E aí tem estendido a isso na uma extensão disso, que tem duas unidades de conservação lá sendo elaborado o plano de manejo e em processo de elaboração de plano de manejo super demorada. Faz 15 anos que tá para ser elaborado. Esses parques naturais foram propostos em 2011. Era para ter sido elaborado o plano de manejo em 2015. Aí não foi, rastou-se até agora por eh aí por a prefeitura recorrendo ao Ministério Público e etc, né? E mas eu tô dizendo isso porque eh é o depósito desses materiais naquele território, essas unidades de de conservação aí é uma compensação. E agora os planos, os ecopontos não estando em condições de receber esse resíduo, continua a pressão nesse no que resta dessas unidades de conservação que já são com eh unidades tido como unidades compensatória, tá? Obrigado. É, Zé Antônio, eu queria que você terminasse essa panorama do do parque do da região do Campo Grande falando desses próximos eh acopontos aí. Então, eh, é assim, eu eu percebi, a gente percebe lá, vereador, quando a gente anda no território lá, tem experiências interessantes, gente. Por exemplo, nem só lá, aqui, por exemplo, na Avenida Jcelino, aqui no Campos Elizes, ó, esses aqueles contêiners, ah, não, tá em outros les, mas existe contêiners nas em algumas avenidas das cidades. ali aquele ali, por exemplo, olha, é no campus Elízios, na eh eh na verdade se na eminência então de ainda não conseguir ter ecoponto porque suficiente, como uma vez que o secretário nos disse na Xavier que a dificuldade não é criar o ecoponto, a dificuldade é manter o ecoponto, o custo disso, mas podia poderia ter mais distribuído mais essas caçambas pela cidade para as pessoas terem a opção de colocar o lixo dela. lá eh de de construção civil, como Xavier disse, né? E a Maria, a companheira Isabel disse lá para a população se educar e não jogar em qualquer lugares. A prefeitura podia ter mais esses contêiners como solução paliativa até que se construa eh mais acopontos. Essa é uma proposta que eu deixo aqui, gostaria de discutir, talvez com o secretário se se dispor, né? Vereadora. Joia. Obrigada, Zé Antônio. Olha, a gente trouxe fotos também do ecoponto do Vida Nova. Então, essa é uma um panorama, né, dali da região do Campo Grande. Eu queria pedir pro pessoal do apoio por a outra apresentação agora. O que a gente trouxe hoje para vocês é isso, a gente ter essas histórias, entender como que tá a luta pelo ecoponto do Bassoli, vendo o Campo Grande. E agora eu queria contar um pouco da história de uma outra luta também por ecoponto de uma outra região. Eh, eu faço parte, eu sou Helena Prazer. Eu faço parte do coletivo Cuidadores da PP do Riacho São Francisco, que fica no Jardim Miriam. Sou eu que passo. Eh, é uma app grande, como vocês estão vendo, super urbanizada, no meio de um monte de de bairro ali na região norte, indo para Mogimirim. A gente tem nascente, a gente tem um riacho e o que que a gente tem? Um monte de lixo. Ou tinha, tinha porque a gente cata, não é porque tem acoponto, é porque a gente tem um monte de voluntário que cata. Então, por isso a gente precisa tanto de acoponto. Ã, só para vocês terem uma ideia de curva de engajamento, acho que todo mundo já ouviu falar, não? Existe uma teoria da curva do engajamento. A gente é um coletivo formado por pessoas moradoras da região do Jardim. A gente atua desde outubro de 2020. Nós temos 100 seguidores no Instagram. Nós temos 123 membros no grupão do WhatsApp e a gente tem 12 pessoas ativas. É sempre, é sempre eh eh 10%, é sempre caindo. A curva de engajamento é assim mesmo. Para você ter 12 pessoas trabalhando, você precisa ter 100 no Instagram, você precisa ter 123 no WhatsApp. Só para vocês terem uma ideia da de como a coisa funciona. Bom, o que que a gente faz? Eu queria dar esse panorama geral do que que a gente faz, porque isso embasa a nossa luta do ecoponto. A gente faz trilha no meio da mata porque só você só protege o que você conhece e você só ama o que você conhece. Então a gente leva as pessoas pra mata para elas amarem a mata. Aí sim elas vão proteger. A gente faz muito plantil, tem várias áreas ainda precisando de plantil. A gente identifica as mudas, então a gente faz educação ambiental que a Maria Isabel tava falando. A gente põe plaquinha dizendo essa muda. É a gente que leva pro nosso site contando toda a história daquela árvore. A gente fiscaliza a presença de esgoto, porque a gente tinha muito derramamento de esgoto no nosso riacho. Não tem mais porque conseguimos duas eh reformas na estação elevatória de esgoto. A gente faz muita articulação política, né? reuniões e reuniões com clima, com secretaria de serviços públicos, a gente faz educação ambiental, a gente luta pela implantação do parque linear, que lá no Bassore também eu fui ver a luta deles pela implantação do Parque Linear, a gente também luta pelo nosso, a gente faz muita multidão de limpeza e a gente tá lutando pela conquista do ecoponto nas nos mutirões de limpeza, gente, a gente já catou muito lixo. Tinha tinha um lixão lá instalado que a gente desmanchou no braço. Prefeitura ajudou no final, mas no começo era a gente catando os lixos. Tinha tábua de passar roupa, tinha pneu, tinha armário, tinha muito entulho, né? Resto de construção civil. Foi quando a gente começou a brigar pelo ecoponto, fizeram uma baixa assinado e tudo mais. Isso lá nos ídos de 2022, 23, viu, gente? A luta é bem velha. E aí que eu queria trazer essa reflexão para vocês. Como é o processo de instalação de um ecoponto? Numa cidade do tamanho de Campinas, com apenas 16 eontos, sendo que apenas X são completos, a gente não conseguiu levantar, mas não são todos que são completos, como o Zé Antônio tava falando, tem muitos que não recebem resto de jardim, tem muitos que não recebem madeira, tem muitos que não recebem sofá. Então eles não são completos, são poucos e nem são completos. Eh, estamos fazendo a nossa parte, essa reflexão que eu queria trazer. A gente, comunidade organizada, era essa história que eu tava trazendo, a gente é uma comunidade organizada, a gente aponta a necessidade, a gente viabiliza o local. lá no Jard de Bçol e lá no Jardim Mir a gente já estudou o local, tem que ter zoneamento apropriado. A gente passou um ano fazendo toda a legislação para autorização de pôr ecoponto naquele tipo de zoneamento. Então a gente tá fazendo essa parte, a gente apontou o local, a gente articula com a comunidade porque ninguém quer o ecoponto do lado da sua própria casa. Eu achava que todo mundo ia querer. Nossa, que ponto, a gente adora isso, né? Não, o povo não quer não. A gente tá no terceiro lugar, não tá no quarto lugar já. Porque os três primeiros lugares, a comunidade, os os vizinhos falaram: "Não, a gente não quer, isso é fedido". Aí a gente tentava explicar: "Não, não é fedido, é ecoponto, é lixo limpo, não é nem lixo, é material. Bom, não conseguimos, estamos no quarto local e esse local até agora a comunidade aceitou. Ufa! Ã, e a gente cuida do descarte regular. A gente tinha muito descarte regular lá, como eu falei, a gente tinha um lixão, a gente tinha descartes regulares em vários pontos. A gente chegou a pôr uma corrente, era, é uma estradinha que a Sanasa entra para fazer vistoria naqueles pontos de vistoria. Então o povo entrava ali para jogar o lixo nesse lugar escondido. A gente pôs uma corrente, instalou uma corrente com cadeado com segredo e passamos segredo pra Sanasa. Sasa topou e ficou um tempão assim, a Senas abrindo o cadeado para poder fazer vistoria com segredo pr as pessoas pararem de entrar no fim. Roubaram a nossa corrente, claro, né? Nossa Senhora. Roubaram, mas foi depois de três anos só que roubaram e já diminuiu, sabe? Depois que roubaram a corrente, a gente não pôs de novo porque o povo parou de entrar. Por a gente vistoria porque o lugar tá limpo, porque esse lugar esse negócio de jogar lixo no lugar limpo é e e as pessoas ficam inibidas, né? Inibe. Então agora não jogam mais. Que mais? A gente na onde eu tô cuida de descares regulares, tá? agora com o poder público instalar o nosso ecoponto. E aí a segunda parte, nós nos comprometemos com continuar a nossa parte, cuidar do meio ambiente da região, envolver a comunidade, fazer educação ambiental para o descarte correto. Isso que a Isabel trouxe é um pedido sim pra prefeitura. A prefeitura tem que nos apoiar a fazer essa educação ambiental, mas ela tá muito nas nossas mãos, né? tá na mão da cooperativa. Cooperativa faz eh eh eh como que fala? Eh educação ambiental. O quem luta pelo acuponto, nós a comunidade a gente tá fazendo educação ambiental. Eu acho que isso pode ficar na nossa mão. Só que é só até aí. O poder público tem que pôr o mais caro, que é o que o tava falando, é caro instalar um ecoponto. Então, a gente pode fazer isso, a gente se compromete com isso, mas cobramos o poder público, faça sua parte, instalar o ecoponto com o funcionário contratado, parceria com cooperativa, com equipamento público, empresa para o destino correto dos resíduos e divulgação. A gente fica imaginando que esse negócio de pôr ecoponto é simples, é só cercar o lugar com alambrado e pronto, não tem que ter funcionário. O Zé António tava falando dos pontos verdes, que são só as caçambas, e ele mesmo trouxe um monte de foto da caçamba transbordando. Já nos ofereceram lá no Jardim Miram. Não, pô, um ponto verde, é barato. Põe aí a caçamba. A gente retira a caçamba quando ela tiver cheia. A gente falou: "Não, a gente não quer, porque é muito fácil a caçamba ficar transbordando, não retirarem e a gente não conseguir eh principalmente fazer a seleção. E aí a cooperativa não vai receber, porque dentro da caçamba não vai ter só material riscláveico ou só entulho ou só resto do jardim. O povo mistura. A gente tem que fazer educação ambiental, mas para isso a gente precisa ter toda uma logística. Então a gente discordando um pouco, de Antônio, a gente é contra esse negócio de ponto verde. Não dá, caçamba não dá. Tem que ter um funcionário é preparado para fazer educação ambiental. Como de Barão Geraldo, de Barão Geraldo o carinha, eu eu frequento muito lá porque é o mais perto da gente, é longe para caramba, mas é o mais perto da gente. O carinha indica: "Não, isso é aqui, isso é aqui". Não, isso aqui não pode se pôr aqui. Não, cara, para. Isso aqui não é aqui. O cara ensina. Então é isso que a gente quer. Bom, era isso que a gente, deixa eu ver se é isso mesmo. É, era isso que eu queria trazer que a gente trouxe de visão de de eh como tal a luta pela Coponto lá no no Campo Grande, como tá a nossa luta e principalmente essas reflexões de o que é da nossa parte, o que nós estamos fazendo e o que é do poder público. e a continuidade da reflexão toda que o Zé Antônio pede muito pra gente ter um debate mais aprofundado de quantos realmente precisam, o que que a gente faz com unidade de conservação, o que que a gente faz com esse negócio de ter só um lugar para receber a a lá na como que chama ali no unidade recicladora. A gente precisa aprofundar, mas para hoje é isso. A gente tinha se comprometido a deixar uns 15 minutinhos pra gente conversar e deu certo. Olha, falta 15 minutos só para acabar. Então vamos lá, gente. Que que vocês trazem? Que que vocês acham? Agora sou eu. Ai, Zelena. Tá bom. Eh, obrigado, Helena. Helena já tá coordenando aqui a reunião. Se eu deixar, ela já pega minha gravata e já volta na na sessão. Daqui a pouco. Quando a gente não presta atenção, essas mulheres tomam conta. Peço desculpas, professor. É fogo. Eh, quero destacar a presença do Luiz Miller, representante da vereadora Fernanda Solto. Super bem-vindo. O ex-vereador Paulo Búfalo também. Obrigado, Paulo, pela presença. Eh, eu assim queria, na verdade, assim, a professora Emília Rutkovsk enviou uma uma sugestão aqui de texto também, né, que eu gostaria de ler eh rapidinho aqui, uma mais de menos de uma página. Na última ecoponto, uma proposta para a atualidade. Na última década do século XX, no início deste século, Ecoponto era um local para descarte de material passível de ser reciclado, mais volumoso, administrado pelas autoridades municipais. Na última década, sua administração foi em alguns casos repassada para cooperativas de catadores de materiais recicláveis, passando a receber também pequenos volumes de materiais de construção. Atualmente, com a política nacional dos resíduos sólidos, quase com 15 anos de existência, é momento de adotarmos a estratégia lixo zero, com base para uma gestão para a gestão compartilhada e inclusiva dos resíduos sólidos urbanos. Assim, os ecopontos precisam estar localizados em locais estratégicos da cidade, próximo de onde o resíduo é produzido, ou seja, cada bairro deveria ter um. Como disse o o Zé Antônio, eh hoje nas regiões que menos produzem o lixo, o resíduo, é que estão localizadas as cooperativas e, eh, também os ecopontos, né? O ecoponto precisa ser num lugar que receba pequenos volumes de materiais recicláveis secos e ter ao lado uma associação cooperativa de catadores de materiais recicláveis. No ecoponto, recebe-se, diretamente do gerador pequenos volumes de diversos resíduos, todos secos, recicláveis comuns, resíduos de construção civil, volumosos especiais como volumosos especiais como pneus, pilhas, baterias, lâmpadas, eletroeletrônico e outros. O volume de cada categoria deve ser previamente estabelecido. O espaço do ecoponto precisa ser eh o espaço do ecoponto deve ser projetado para manter por um curto período de tempo o material depositado em baias adequadas de armazenamento. Há sempre necessidade de uma recepção que pode ser exercida pela cooperativa e de fiscalização sobres responsabilidade da autoridade municipal. Cabe ao município retirar o material que não será finamente triado pela cooperativa e lhe dar a destinação adequada como os resíduos especiais. Algumas cooperativas podem se especializar na treagem de eletroeletrônicos e outras no de volumosos. O ecoponto deve ter uma entrada com recepção que não permita a circulação de grandes veículos e uma saída para a circulação de um veículo maior para a retirada do material, além de um contato entre pátios com a associação cooperativa para retirada do material que será treado por ela. Um ecoponto com essas características só é viável se for precedido de uma política massiva e contínua de mobilização dos pequenos geradores residências e comércio para a correta segregação na fonte. que será mais exitosa com a presença das catadoras e catadores como agentes ambientais de mobilização, que é muito importante, que é o que a Maria Isabel comentou também, educação ambiental feita pelos catadores e catadoras como agentes ambientais. Como consequência, tanto o ecoponto como a associação ou cooperativa pode ser podem ser instaladas próximo a áreas residenciais, pois o volume de material segregado incorretamente tende a chegar a zero. Por fim, uma observação. O material eventual que é perigoso e merece cuidado especial no manuseio são as placas de amianto. Ainda tem amianto, pessoal, né, circulando na cidade mesmo depois de décadas, né, de proibição. a é que ainda ainda existente em algumas casas mais antigas, segue o texto aqui, que estão sendo retiradas com a necessidade da troca de telhado ou caixas d'água de ameianto que ainda estão a ser repostas. A prefeitura deve ter pelo menos um local no município que possa receber esse material em pequena escala. É interessante que seja cobrada uma pequena taxa de recebimento para garantir a a descontinuidade de lançamento aleatório desse material pela cidade. Assim, evita-se a contaminação e a destinação final adequada quando se tiver um volume suficiente. Bom, vou abrir aqui para pouquíssimas intervenções de pouquíssimo tempo, porque a gente tem que terminar aqui no máximo 17 daqui a 5 minutos, tá? Alguém gostaria de fazer uso da palavra? Por favor, Celeste. Boa tarde a todos e todas. O José Antônio falou, né, assim, que é que é visto por todos centenas de pontos de descarte na cidade. Isso tem um custo muito elevado pro município para fazer essa limpeza. Eu gostaria, eh, vereador Wagner Romão, que fosse solicitado pra prefeitura o custo para implantar um ecoponto, porque eu não vejo que precisa de uma grande estrutura, né? A, embora a Helena falou que é caro, mas o quanto é caro, né? A gente precisaria ter noção de quanto custaria fazer a implantação de ecopondo. Perfeito. Obrigado, Celeste. Vamos fazer esse requerimento de informações aí. Só, só uma, só uma, uma crescente mais alguém aqui do do da plateia, senão a gente volta para cá pra gente finalizar. Eu só queria fazer uma Não, é rapidinho, Celeste. É que o segundo secretário, a instalação do ecoponto não é cara, é cara a manutenção. Manutenção em recursos humanos, né? É, acho que é isso aqui. Mas a manutenção ela pode ser dividida, né? Porque se a manutenção, por exemplo, um dia tal recolhe tal tipo de material, no outro dia outro tipo. Então a manutenção é um custo que se divide. para vários ecopontos. Então, vamos pedir o detalhamento desse custo. Uhum. Né? Como a Celeste tá falando, vamos pedir um detalhe disso daí. Quanto custa a área, quanto custa o funcionário, quanto custa uma manutenção, planejando que é uma manutenção dividida e que nesse planejamento esteja, por exemplo, a possibilidade de fazer compostagem no material de jardinagem, que seria uma fonte de geração de renda. Então, existe muitas outras possibilidades que tem que tá em discussão, né? Tem um debate aqui, tem um PL que passou agora na Constituição e Legalidade, na Comissão de Constituição e Legalidade, que tá eh tá solicitando divulgação do catatreco, de quando vai passar o catatreco num determinado bairro, que isso seja divulgado por SMS, por WhatsApp pra população. Acho que isso eh é super importante essa proposta. e também a questão da coleta seletiva, quais os dias que passa no bairro o caminhão gaiola da coleta seletiva, né? Isso. Então, nos dias de hoje, né, isso tudo dá para ter calendário, né? Claro. E isso dá para mandar uma mensagenzinha dizendo, gente, hoje eu é o papel hoje, amanhã vai passar, né? Amanhã vai passar a coleta seletiva, amanhã vai passar o cata treco. Tem, e eu me não me lembro de qual vereador é é a proposição, mas acho que é uma excelente proposição, né? Não sei se alguém, o Xavier quer que você falou que queria colocar alguma coisa. Só gostaria de finalizar que é o seguinte, eh, a dor no coração de nós do Passolia, é que nas últimas reuniões que eu tô indo na que a gente discute com secretarias e movimentos e entidades assistenciais da região do Bassóle, do Campo Grande, a gente percebe que tanto a área que praticamente a Secretaria de Assistência tá cedendo pra construção, porque ela conseguiu um outro local para construir o Cras Bassoli, essa área tá sendo assediada. Também com a área da cooperativa, a gente percebe que existe uma certa assédio, um esfriamento das secretarias, das entidades da região para se apostar desse espaço e nos tirar dos dois lugares ou do lugar que já tá instalado. Então eu quero deixar registrado que existe essa essa coisa no ar que eu não sou bobo, eu tô percebendo essa esse desinteresse de algumas secretarias para retirar a própria cooperativa. Então isto é gravíssimo. uma coisa que foi foi ganha dinheiro, publicidade, então o município ganhou nome com essa cooperativa do bassol e agora tá essa distanciamento. Então é preciso registrar porque a gente investigar isso, o senhor quiser investigar essa essa desinteresse das secretarias em em esfriar o grupo. É isso. Vamos ficar atento porque a gente brigou muito por orçamento também sobre a questão do meio ambiente aqui na cidade, embora o ecoponto tá sob serviços públicos, mas ele tem um impacto, obviamente, um impacto ambiental, né? Aliás, deveria estar na Secretaria do Clima, meio ambiente, né? E sustentabilidade. Por favor, por favor. Queria fazer dois convites, gente. Um, sigam a gente no Instagram, Cuidadores da PP. A gente faz atividade presencial mensula lá na PP. A gente passeia, a nossa matinha é linda. Então aceitem nosso convite, venham passear na mata com a gente. E o segundo, nós estamos na semana do meio ambiente, vai ter um ato unificado, oi dia 5, ato unificado de defesa da vida urbana e do meio ambiente. São várias pautas, ó. mais árvores, proteção das nascentes e áreas de proteção ambiental, enfrentamento às mudanças climáticas, fortalecimento dos ecopontos, apoio às brigadas populares, justiça climática para as periferias. A concentração vai ser no Largo do Pará, dia 5 de junho, às 9 horas. Obrigado. Maravilha. Mais alguém quer fazer uso da palavra? Então, vamos encerrando essa nossa primeira parte da sessão de hoje. Agradeço Zé Antônio, Helena, Xavier, Maria Isabel, também o nosso gabinete que organizou todo esse toda essa reunião aqui. Amanhã nós temos mais duas pautas importantes, uma diretamente relacionada à questão ambiental, junto com o Fórum Socioambiental. vamos debater a questão da água, né, na nossa cidade e região, extremamente importante. E a mais um pouquinho à frente, à noite, mais à noite, eh o título de cidadão emérito ao Carlos Senhorelli, que foi vereador dessa casa, foi presidente dessa casa e também uma grande pessoa aqui de de tão boa memória aqui na cidade de Campinas. Na quarta-feira, nós temos às 5 da tarde a a o debate a respeito. Agora me foge, limpeza. Semana da limpeza digital. Exatamente, né? A gente tá preocupado também com a questão da limpeza digital, seja por conta dos nossos próprios aparelhos, celulares, notebooks, seja pela nuvem, né? Vamos, vamos lembrar que a nuvem ela não é uma coisa abstrata, ela existe fisicamente também, gasta água para caramba, consome água, né? Então nós temos também que ter essa percepção sobre a questão da limpeza digital e vamos fazer um debate aqui na quarta-feira também às 5: da tarde na primeira parte da sessão de quarta-feira. É isso. Boa noite. Boa boa finalzinho da tarde, boa tarde, boa noite para todos e todas. daqui a pouco começa a sessão aqui na Câmara. Muito obrigado. Obrigado. Encerrada, portanto, a primeira parte hoje sobre a semana do meio ambiente, discutindo também a questão dos ecopontos. Daqui a pouco você acompanha aqui ao vivo, então, a reunião ordinária desta segunda-feira. E antes um recado importante, viu, para você que nos assiste aqui na TV Câmara. No próximo dia 9 de junho, às 7 horas da noite, acontece uma audiência pública que vai discutir o projeto de diretrizes orçamentárias de 2027. Essa audiência será conduzida aqui na Câmara Municipal pela Comissão de Finanças e Orçamento e toda a população está também convidada a participar, a ajudar, então, a debater as prioridades da administração pública para o próximo ano. Discussão importante, então, pros rumos, né, dos investimentos públicos aqui da cidade. Você pode acompanhar aqui do plenário da Câmara Municipal ou claro assistir também a transmissão ao vivo pela TV Câmara Campinas no dia 9 de junho às 7 horas da noite. E antes também, enquanto isso, você pode mandar perguntas, sugestões pelo site da Câmara Municipal que é o campinas.sp.lege. Participe, ajude então a construir essa audiência pública no dia 9 de junho, às 7 horas da noite aqui na Câmara Municipal. Logo mais você acompanha também ao vivo, então, aqui na TV Câmara a reunião ordinária de hoje. Continue com a gente a instantes, viu? Muito obrigada pela sua companhia. Uma ótima noite para você. TV Câmara Campin a Câmara Municipal de Campinas realiza nesta segunda-feira, dia 1 de junho, a 33ª reunião ordinária de 2026. Serão discutidos e votados 10 projetos de lei.
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