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Oficina “Empodere-se: Defesa Pessoal Feminina”
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Oficina “Empodere-se: Defesa Pessoal Feminina”

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Oficina “Empodere-se: Defesa Pessoal Feminina” - 02/07/2026

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no segundo, terceiro dia, eh, dá uma melhoradinha e aí para de tomar um antibiótico, causando resistência, né, ao antibiótico, resistência bacteriana. Então, no caso de entrar com antibiótico, sempre através de receita médica. A seguir, TV Câmara ao vivo. TV Câmara, Campinas. Olá, muito bom dia para você que acompanha a TV Câmara. Agora 9:27 você acompanha ao vivo a partir de agora direto aqui do plenário da Câmara Municipal a oficina Empodere-se, Defesa Pessoal Feminina. Com a palavra o vereador Aíton da Farmácia, que é o autor dessa iniciativa. Bom dia a todos aqui presenário. Bom dia a todas as mulheres que nos acompanham pela TV Câmara Campinas e também pelas redes sociais do vereador Aílton da Farmácia, né? Queria agradecer aqui a presença aqui da TV Record que tá fazendo uma reportagem muito importante, que espero que também outras redes de TV também venha também a nos acompanhar em defesa da mulher da nossa cidade de Campinas, tá? Que é nós temos que acabar com a violência contra a mulher na nossa cidade, gente. Tá? Esta oficina está sendo ah, outra coisa aqui, agradecer aqui a presença da Eliana, que é assessora do vereador Rodrigo da Farmadique. Muito obrigada a presença. Agradecer também a Naara, também assessora da vereadora Guida Calisco, tá? também agradecer a Margarete, chefe de gabinete da Débora Palermo. Muito obrigado, vereadora, por ter mandado aí também a Amanda, né, que é a fundadora, né, da desse projeto Empoderece-se também. A Débora também psicóloga instrutora. Muito obrigado. Também a Carol também que é instrutora e também a Ariele também que é instrutora. Então esse pessoal aí vai est também no projeto que eu falei, o projeto empoderice da nossa cidade de Campinas, defendendo, ensinando, palestrando o que tem que ser feito em defesa da mulher da nossa cidade. Essa oficina está sendo viabilizada por meio de emenda parlamentar enviada para a Secretaria de Gestão e Pessoas da Prefeitura e será ministrada pela empresa Empodere-se. Muito obrigada, Empodere-se. O objetivo é promover conhecimento, prevenção, autonomia e fortalecimento para adolescentes e mulheres da nossa cidade de Campinas. É bonito de ver o trabalho da Empoderice com as adolescentes e mulheres. Elas passam orientações práticas voltadas à segurança pessoal e também ao enfrentamento de situações de risco. A violência contra a mulher precisa ser enfrentada com políticas públicas, rede de proteção e ação preventiva. Levar essas oficinas é como ela está para os bairros. É uma forma concreta de aproximar informações e cuidado de quem mais precisa. Mulher não tem que sofrer. Mulher precisa ter vida livre, fazer e estar onde ela quiser. Para isso que o mandato desse vereador trabalha, tá? Então aqui nós temos aqui uma agenda agora dia 7 de julho, terça-feira às 18 horamos as mulheres e adolescentes na estação cultura da prefeitura. A agenda também está disponível no Instagram @aítonafarmácia e no meu site aítodafarmácia.com.br. br. Contem sempre com esse vereador. Muito obrigado pela presença e ten uma ótima oficina e muito aprendizado aqui para que as nossas mulheres e adolescentes de Campinas tenha esse apoio, tenha essa orientação e a empoderice vai fazer isso e faz muito bem feito, tá? Então, abraço, um grande abraço a todos. Alô, som. Bom dia, mulheres. Muito obrigada pela presença de cada uma de vocês. Queremos agradecer também ao vereador Aíton da farmácia, né, que está proporcionando esse treinamento, esse momento para nós e agradecer aqui a essa casa, né, a Câmara, a casa do povo, de poder estar aqui ministrando essa oficina. de autodefesa feminina como uma tecnologia social de enfrentamento à violência contra a mulher. Agradecemos também a Secretaria de Gestão de Pessoas e a Escola de Desenvolvimento do Servidor que promove também esse evento. Eu sou Amanda Lemes, advogada, fundadora da Impodérice e pedir pra Débora também se apresentar. Bom dia, gente. Vocês me escutam? Eu sou a Débora Bonfante, sou psicóloga, sócia instrutora da Empoderice. É um prazer estar aqui com vocês hoje. E a gente vai dar continuidade aqui no workshop junto com vocês. Vai ser um momento muito importante que a gente vai ter aqui hoje. Então, muito obrigada por todas que vieram. Primeiro a gente vai chamar vocês pra gente se alongar um pouquinho. Quem tá vendo a gente pela TV Câmara também pode levantar na sua casa e fazer esse alongamento junto com a gente. Vamos lá. Vamos sentir um pouco a nossa respiração, o nosso corpo. Então, esticando aqui o braço lá em cima, procurem respirar. Respirar para nós que vamos aprender hoje um pouco de autodefesa feminina é muito importante, porque uma das primeiras coisas que acontece com a gente em uma situação de risco é a nossa respiração e isso atrapalha o nosso raciocínio para não paralisar. Se a gente para de respirar, a gente tem mais chance de paralisar diante de uma situação, não conseguir lembrar das técnicas que a gente vai aprender aqui hoje. Então, sintam o corpo de vocês, respirem fundo aí aqui atrás, ó, respirem fundo, sintam o corpo. É muito importante a gente começar a prestar atenção no nosso corpo, no nosso dia a dia, porque se a gente pensar bem, toda a experiência humana é a partir do corpo, né? E para nós mulheres isso ainda mais eh profundo, né? Porque a gente sente o nosso corpo no nosso ciclo, a gente sente o nosso corpo na maternidade. Então é muito importante a gente sentir o nosso corpo e o que ele tá falando pra gente. E o auge da violência contra a mulher é no corpo, né? é o feminicídio. Então, a gente centralizar o nosso corpo, prestar atenção nele e ativálo, ativar os nossos mecanismos de defesa. Então, é um pouco do que a gente vai trabalhar aqui hoje. Respirem muito bem. Agora, aproveitar que nós estamos aqui em maioria de mulheres, coloca a mão na cintura. Vamos dar aquela rebolada pra gente alongar o nosso quadril aqui. Sintam o corpo pro outro lado. Aí, até onde você conseguir, abaixa isso. Respira fundo e voltamos. Agora pra gente dar aquela soltada, ó, coloca a mão aqui, segura o peito e pula um pouco. Solta o strress. Muito bem, meninas. Vamos lá. Vocês receberam um material aí, né, com vocês, esse flyer nosso. Dentro dele tem ali os cinco princípios da autodefesa feminina. Então, eu quero trazer para vocês os cinco princípios, porque eles são um protocolo pra gente agir em toda e qualquer situação de risco, de perigo ou de violência contra a mulher. Frente a todas as categorias de violência que a gente tem lá na Lei Maria da Penha, violência física, violência sexual, violência psicológica, moral e patrimonial. Para enfrentar tudo isso, para enfrentar o assédio, para enfrentar relacionamentos abusivos, tudo isso, a gente usa os cinco princípios da autodefesa feminina. Quais são eles? O primeiro é o pensar. O pensar é reconhecer as categorias de violência. É porque muitas vezes a gente sabe ah que soco na cara é violência contra a mulher, violência física, mas a gente sabe que uma pegada de braço já é violência física, um empurrão já é violência física. É, né? Então, reconhecer as categorias de violência é fundamental para nós, né? saber discernir. Por exemplo, quando em se tratando de violência sexual, a gente sabe o que é isso, por exemplo, quando um agressor pega uma mulher na rua no be escuro. Mas a gente identifica isso, por exemplo, quando é o companheiro, o marido forçando. Muitas mulheres às vezes não reconhecem que isso também é violência sexual. Então, é muito importante esse primeiro princípio, a gente pensar, saber reconhecer, porque muitas vezes a gente duvida da gente mesma. A gente demora a perceber quando alguém tá fazendo um assédio, a gente sempre duvida da gente. Ah, será que não sou eu que tô vendo coisa? Então, perceber, se validar, pensar. Esse é o primeiro princípio da autodefesa feminina. O segundo princípio, usar a voz, que a gente vai treinar um pouco aqui daqui a pouco, alguns usos de voz, comandos de voz, mas a gente pode usar a voz em autodefesa de várias formas para desescalar uma situação, por exemplo, né? Tá, tá vendo que tá escalando, as pessoas estão ali ficando nervosas. Eu posso usar a minha voz, por exemplo, para acalmar. Eu posso usar a minha voz para colocar um limite nítido. Não tenho nada para você aqui. Não tá chegando muito perto de mim. Se acalma. E eu posso usar a minha voz para gritar, para pedir ajuda, para dizer não. Terceiro princípio é o sair. Então eu pensei, eu estou numa condição de violência, eu usei a minha voz e não foi o suficiente, então eu procuro uma saída. Eu não fico ali esperando para ver se aquela situação vai escalar, vai piorar. Não. Se houver uma saída e eu identifiquei o risco, eu saio. Mas em não havendo saída, aí sim o quarto princípio que é o lutar. E aí a gente traz lutar aqui através da defesa pessoal, das técnicas que a gente vai ensinar para vocês, mas o lutar também pelos nossos direitos como mulheres, né? Vocês estão aqui, tenho certeza que não é fácil para nenhuma das mulheres aqui estar num ambiente de poder, que geralmente são muito mais masculinos. Então, todas nós estamos sempre lutando nesse espaço e é muito importante a gente estar unida enquanto mulheres no enfrentamento a todos os tipos de violência. E o quinto princípio que contorna isso, o contar, compartilhar as nossas experiências entre mulheres, contar, quebrar o silêncio, contar como denunciar, contar como se abrir com uma amiga que vai dar um conselho, que vai ajudar a gente, contar para que a gente possa formar comunidades de mulheres que se defendem. Esse essa é a missão da Empoderes. Convido vocês a quem precisar de cola junto aí no panfleto, convido vocês à gente repetir juntas esses cinco princípios da autodefesa feminina. Vamos comigo. Primeiro princípio, pensar. Segundo princípio, usar a voz. Terceiro princípio, sair. Quarto princípio, lutar. Quinto princípio, contar. Muito bem. Guardem isso no coração de vocês que vai fazer toda a diferença em quaisquer situações que vocês estiverem. E eu vou chamar vocês agora pra gente adentrar os movimentos básicos de autodefesa, que é aquilo que faz a gente esquentar. Quem quiser ganhar espaço, gente, venham para cá, ocupem mais esse meio aqui, quem puder, ou quem quiser ocupar aqui do lado, não sei, podem se distribuir também. Podem se aproximar da gente, se aproximar de nós que a gente tá aqui eh nesse aprendizado agora, então a gente vai entrar em movimentos básicos de autodefesa. Primeira coisa que a gente vai aprender, como diz a Ariele, o enraizamento, né? É importante a gente estar firme no nosso chão para qualquer situação que a gente enfrentar. E aí a gente vai fazer a nossa base. Juntem os pés. Isso. A gente vai abrir aqui. A gente vai abrir com os calcanhares para fora. A gente vai deixar reto e dar um passo de lado para trás. Isso. Pegaram? Vamos de novo. Vamos aqui, ó. Juntamos os pés, abrimos, abrimos os calcanhares, deixamos reto e demos um passo de lado para trás. Vejam se vocês estão firmes, né? A gente brinca lá no Rio, quando a gente ministra o workshop lá, a gente fala: "Ó, como é parecido com a posição do surf aqui é parecido com a com aquela momento que a gente não tem onde pegar no ônibus, né? tá lotado e a gente precisa se equilibrar ali. Então, e é importante dizer que a nossa perna mais forte fica atrás. Então, percebam qual é a perna mais forte de vocês para ser essa perna de apoio e de segurança para todas. Beleza? Pegamos o jeito e agora a gente vai ver a nossa primeira posição defensiva. Então, aqui, ó, mãos na frente do rosto, ó. Essa é uma posição defensiva. Então aqui, por exemplo, a gente tava falando da colocação de limites. Daqui, ó, eu coloco limite. Eu não tô chamando paraa briga, eu tô colocando limite. Eu tô passando a mensagem dizendo: "Não se aproxim. Ah, mas não é uma situação tão grave que eu vou precisar fazer assim". Mas você pode se inspirar nessa posição, né? Tô atendendo alguém, não sei se alguém aqui faz atendimento, né, nos gabinetes, aqui na Câmara. E aí chega uma pessoa muito nervosa ali, querendo te enfrentar, querendo aqui, ó, que ó, você tá muito nervoso, precisa se acalmar, senão eu vou ter que chamar segurança, por exemplo. Você já tá passando essa mensagem. Mas o legal aqui que essa mesma posição defensiva, ela vai se tornar o nosso primeiro movimento básico de autodefesa feminina, porque daí, ó, tô colocando o limite, mas ele segue vindo para cima de mim. Tô colocando o limite, tô colocando o limite, pá, as minhas mãos estão prontas. Porque autodefesa, em autodefesa, velocidade é economia de movimento. Então, ó, tô aqui, já coloquei o meu limite, mas se ele veio para cima, eu faço o movimento. Vamos juntas no movimento, ó. Fui, voltei, fui, voltei, fui, voltei, fui, voltei. Pegaram isso? Todo mundo pegou. Tô vendo daqui. Agora nós vamos acrescentar um grito a esse movimento, porque gritar potencializa a nossa força, potencializa o nosso movimento, mas sobretudo, né, nós vamos gritar um grito específico para mulheres. Nós vamos gritar, alguém imagina, não vale quem já fez, hein? Alguém imagina qual é o grito que potencializa a autodefesa feminina? É o grito do não. Porque toda mulher tem um não engasgado na garganta. Porque a gente nasceu, cresceu, foi educada para agradar, para sorrir, para servir, para dizer sim. Mas a gente precisa se lembrar que a gente também pode dizer não. É importante a gente se lembrar que nós podemos colocar os nossos limites. Então eu vou chamar vocês pra gente fazer o grito do não junto com o movimento básico. E olha só que privilégio, nós vamos juntas gritar não no nosso ambiente de trabalho, gritar um não bem forte contra todo tipo de violência contra a mulher. Vamos juntas. Posicionamos e vamos lá. Um, dois, três. Não, mais forte. Um, dois, três. Não. 1 2 3 Não. Boa. Muito bem. Mas agora para mim isso foi ensaio. Eu quero que a gente lembre daquela situação, sabe aquela situação que você queria ter dito não e teve que engolir? Aquela situação que você voltou para casa e ficou naquele labirinto mental, falou: "Ai, por que que eu não falei isso? Por que que eu não falei aquilo? Por que que eu não dei essa resposta para aquela pessoa que tentou me humilhar, tentou, né, me agredir ali. Então, quero que vocês lembrem de uma situação da vida de vocês que vocês desejaram dizer não e não puderam. E agora é na para aquela situação que nós vamos soltar esse nosso direito. Vamos lá. Um, dois, três, não. Um, dois, trê, não. Um, dois, três, não. Boa, meninas. E agora a Débora vai ensinar pra gente o próximo movimento básico. Vamos lá, Débora. O próximo movimento básico. Antes disso, eu tenho uma pergunta para fazer para vocês. Alguém aqui já deu um soco ou aprendeu a dar um soco? Você já? Mais alguém? Não, algumas já, algumas não. Mas tem algo que a Amanda traz que é muito interessante, que é se a gente tá em uma roda de homens, todo mundo vai falar que aprendeu a dar um soco, mesmo não sabendo dar esse soco. Quem, quem ainda não aprendeu, ainda não teve essa oportunidade, vai aprender hoje aqui com a gente. E a gente vai passar esse movimento agora para vocês. Vou pedir para vocês abrirem a mão, fecharem aqui seus quatro dedos e colocarem o dedão aqui, ó, bem na frente desses quatro dedos, pra gente evitar se machucar, combinado? Então, a gente vai fazer o mesmo movimento. A gente tá lá na nossa base pra gente ficar com segurança, tá? com os braços aqui na frente do rosto, com soco. E a gente vai fazer 1 2 3, pensar naquela situação que a gente queria dizer não e vai dizer não agora. Vamos lá. 1 2 3 1 2 3 não. 1 2 3 não. Isso. Lembrando, gente, por que que a gente fala em mãos na frente do rosto? Porque as estatísticas de violência física contra a mulher mostram que os agressores tentam desfigurar o nosso rosto. Pra gente ver, né, como a violência ela não é só sobre a força bruta. A violência contra a mulher é sobre poder, né? precisa desfigurar, precisa humilhar. Então, é muito importante em qualquer situação a gente proteger o nosso rosto, beleza? Guardem isso. O próximo movimento é a mão reta. Então aqui, ó, pode ser assim, pode ser um pouco mais de conchinha, se vocês quiserem, beleza? E daqui a pouco a gente vai mostrar para vocês quais destes movimentos podem ser aplicados em pontos de vulnerabilidade de um possível agressor. Beleza? Então, a mão reta ela é muito eficaz. Eu vou dar spoiler de pontos de vulnerabilidade. Coloquem a mão aqui, ó, na glote. Não dá um uma sensação estranha de a gente colocar? Pois bem. Imagina uma mão reta aqui, ó. Puf! Foi, voltou, foi, voltou, foi, voltou. Pegaram? Vamos ficar na nossa base aqui. Muito bem. Beleza. E vamos juntas nesse nosso coro desse não de enfrentamento à violência. Vamos lá. Um, dois, 3, não. Um, dois, trê, não. Um, dois, trê, não. Boa, meninas. O próximo movimento é são as cotuveladas que a Débora vai trazer pra gente. Então, agora a gente vai aprender três cotuveladas. Uma vai ser aqui bem na linha do ombro para trás. Vamos comigo. Vamos treinar. Uma é na linha do ombro para trás, a outra é com o mesmo braço para baixo. Pegaram? E a terceira eu uso o braço da frente aqui. Isso. Vamos de novo, que esses são três movimentos. 1 2 3. Vamos de novo. Um. Do 3 Vamos treinar mais uma vez. 1 2 três. Agora a gente vai unir com grito do não. Então vai ser 1 2 3 não. Vamos lá. três vezes comigo. Um, dois, três. Não, de novo. Um, dois, três. Não. Mais alto. Um, dois, três. Não. Aê, mulheres. Muito bem. O próximo movimento básico, gente, é ajoelhada. Ajoelhada é um clássico que toda vez que a gente tá numa situação, se alguém já pensou como ia se defender de uma determinada situação, já pensou na ajoelhada. Aparece em filme, aparece em série, pega, dá uma ajoelhada e sai correndo, sair. E aí a gente vai ter alguns tipos dejoelhada. Tem aquele jeito mais simples que todo mundo imagina. Segurou aqui no ombro, pá. Beleza. Segurou, foi. Vamos juntas. Segurou, foi. Segurou, foi. Beleza. Essa, se a gente precisar um pouco que é consenso que todas conseguem fazer, porém tem um jeito de fazer ajoelhada que pode ser ainda mais potente pra gente, que é o seguinte. Ó, eu segurei aqui no ombro dele. Os homens geralmente param com a perna mais aberta. A gente que para com a perna fechada, os homens param mais aberto. Eu entrei por baixo aqui e empurrei. Ó, de novo, vou mostrar para vocês, ó. em câmera lenta, segurou no ombro, entrou por baixo e empurrou. Por que que é diferente da outra ajoelhada? Porque eh a outra joelhada, se eu pego aqui e faço isso, ele pode ser muito grande e cair em cima de mim e acabar me imobilizando. Quando a gente aplica essa ajoelhada, ela é super eficaz, por eu entro por baixo, mudo a minha base aqui dos pés e empurro. E aí eu tenho tempo para fugir. Ele cai, ele vai desequilibrar, vai tá com dor e a gente ganha tempo, que é o que a gente precisa para pedir um socorro, para chamar a polícia e para sobreviver, principalmente, e para sobreviver. E aí, como que é esse movimento? Ó, a gente consegue de onde a gente tá fazer, porque a gente pode fazer curtinho, ó. Segurou aqui no ombro. Quem tá nos assistindo pela TV Câmera Câmara, vem com a gente treinar os movimentos também. Você que tá em casa, você que tá no escritório, vem com a gente treinar. Segurou, foi, derrubou. Vocês viram que é tipo um passo da gigante, ó. A gente brinca, chama esse movimento de passo da gigante, porque a gente tá deslocando aqui, ó, a nossa base. Então, a gente deslocou, segurou, deslocou, entrou por baixo e empurrou. Esse é o movimento. E aí a gente vai fazer juntas aqui, então, com o nosso grito do não também. Vamos juntas, ó. Um, dois, três. Não, não me deixem só no grito do não, meninas. Vamos lá, mais forte. Um, dois, três. Não, de novo. Um, dois, três. Não. Mais uma vez. Um, dois, três. Não. Muito bem. Então vai, a gente vai pegando. E o último movimento básico pra gente fechar essa parte, o chute, né? Então aquele chute de amassar latinha, de matar a barata, que todas nós já tivemos que fazer, mesmo não gostando, né? Matar barata, a gente sempre fala, a gente ensina autodefesa e tal, mas se tiver uma barata, a gente sai correndo, né? Vamos lá, gente. É esse chute só aqui pra frente, ó. Pau pá, sabe? Estourando uma porta aqui. A gente vai usar o nosso corpo como impulso. Beleza? Pá. E aí não precisa ser lá em cima, pode ser um chute curtinho aqui. Lembrando sempre de botar as mãos aqui na frente do rosto para proteger o nosso rosto. Beleza? Então vamos lá. Vamos juntas pra gente finalizar este bloco de movimentos básicos de autodefesa. 1 2 3 Não. Não. 1 2 3 Não. 1 2 3. Não. Muito bem. Agora, antes da gente passar pra parte de pontos de vulnerabilidade com esses movimentos, né? Quais pontos a gente bate, né? A gente aplica para se defender numa possível agressão contra nós. A gente já vai ver isso, mas antes eu vou pedir para vocês sentarem um minuto. Podem sentar. Você já tá aqui. Quem é que é mãe? Quem é que é mãe? Eu sempre gosto de fazer uma pergunta. Pode ser tia também, pode ser madrinha. Se alguém agredir a nossa criança, o nosso filho ou filha, que que a gente faz? A gente reage, a gente vira uma leoa, tem, né? Todo tipo de coisa passa pela nossa cabeça quando é contra a nossa criança ou uma criança que a gente ama. E aí eu sempre pergunto também, importa o tamanho do agressor contra a nossa criança? Geralmente não pode ter o tamanho que for, a força que for, a gente se coloca em movimento, mesmo que a gente vai perder a luta, mas a gente enfrenta. Mas quando é com a gente mesma, muitas vezes a gente paralisa diante de uma agressão. Alguém aqui já viveu essa experiência de congelar diante de uma situação? Tenho certeza que várias de nós já vivemos essa situação. E aí a gente traz isso, essa reflexão, né, de que quando é com a gente a gente paralisa, quando é com uma criança que a gente ama a gente enfrenta. Porque autodefesa? Porque se defender é um ato de amor. E muitas vezes a gente não se ama. suficiente para isso. Então, eh, lógico, isso não é pra gente se sentir culpada de algo que aconteceu lá atrás. Ai, foi porque eu não me amei. Não é pra gente refletir de que a gente precisa oferecer pra gente mesma o mesmo amor que nós aprendemos a oferecer paraas pessoas que estão à nossa volta, pros nossos filhos, pros nossos companheiros, pros nossos familiares em geral. Então, guardar isso, que autodefesa é um ato de amor próprio. Se defender também é uma forma de autocuidado. Convidar vocês para eles se levantarem de novo. E agora a gente vai fazer os pontos de vulnerabilidade. Então, aqui, ó, quais são os pontos de vulnerabilidade que a gente pode acertar para se defender? Porque uma coisa que a gente traz que todos os corpos humanos são frágeis e fortes ao mesmo tempo. A gente entende que homens vão ter uma diferente compleição física no geral que mulheres. No entanto, se eu acertar um soco no braço de um cara fortão, pode não funcionar tão bem, não vai surtir efeito para autodefesa. No entanto, se a gente acertar os pontos de vulnerabilidade, a gente passa a ter muito mais chance de se defender com eficácia. olhos, nariz, glote, plexo solar, virilha e joelho. Vamos juntas pra gente gravar isso. Olhos, nariz, glote, plexo solar, virilha e joelho, olhos, nariz, glote, plexo solar, virilha e joelho. Esses são os pontos de vulnerabilidade que nós vamos ter que ter atenção. Muita gente pergunta pra gente: "Ah, tal situação que a pessoa levou tantos socos lá, não sei onde ou na outra situação, como é que sairia daquela situação?" É sempre uma possibilidade movimentos básicos e pontos de vulnerabilidade para qualquer situação. Seja uma situação que o agressor tentou te jogar no chão, se você conseguir atingir um desses pontos de vulnerabilidade, você pode ganhar tempo para fugir e conseguir se defender também. Então, nos olhos a gente vai fazer quais movimentos? O soco aqui, ó, nos olhos é um bom movimento paraa gente acertar. E a nossa mão reta foi, voltou no nariz, o soco também, né? Tá numa altura aqui razoável pra gente fazer. E a mão aberta aqui, a almofadinha da mão, né? Se ele for grande, ó, pega aqui no nariz. É uma um bom jeito eficaz de se livrar de uma situação de agressão. Glote, mão reta aqui, ó. Pá. Beleza. Mirou aqui, foi. Ah, pode ser assim também, ó. Pá. Beleza. Pode ser assim também, ó. Tem um outro jeito aqui, ó. Se pegar aí assim, pode pegar em qualquer região aqui do pescoço. Se a gente fizer assim, né? usando a mão como se fosse um chaveiro aqui, ó. Pegou, pá, ó. Tenta aqui e você é estranho. Então, quando a gente imprime um pouquinho de força aqui, é um movimento básico muito eficaz. Plexo solar ou a popularmente chamado de boca do estômago, o soco e aquela cotuvelada aqui pra frente, ó. Beleza. A virilha. O nosso passo da gigante aqui, ó. Pegou e foi. E o joelho o chute. Pegaram? Visualizaram? Então vamos agora unir estes movimentos aos pontos de vulnerabilidade na sequência e juntas. Vamos juntas. Então vamos lá. Olhos, soco, mão reta. Nariz, soco, mão aberta, glote, mão reta, plexo solar, soco, cotovelada, virilha, ajoelhada e o joelho, o chute. Vamos de novo, agora puxado pela Débora. Vamos lá, Débora. Olhos, soco e mão reta. Nariz, soco e mão aberta. Glote, mão reta. Plex solar, boca do estômago, soco e cotuvelada. Virilha, passo da gigante, ajoelhada e empurra joelho. O chute pegaram? Vamos mais uma vez porque isso é uma coisa fundamental que a gente tá vendo aqui. A gente já trabalhou na Empoderice com mais de 13.000 1 mulheres em todo o Brasil e temos centenas de depoimentos de mulheres que conseguiram enfrentar uma situação de risco ou de perigo, tendo aprendido movimentos básicos e pontos de vulnerabilidade. Isso é algo que vocês podem levar para casa, ensinar pra amiga, ensinar pras filhas, pra mãe, pra irmã, porque pode salvar a vida de uma mulher. Então a gente recomenda esse conhecimento é para todas as mulheres e pode ser adaptado também, né? Uma coisa que a gente sempre traz, por exemplo, se tem uma mulher cadeirante, né, na no plenário, vamos fazer as técnicas que são possíveis para ela. Então, a gente adapta as técnicas porque todas as mulheres são capazes de se defender, né? Anteontem a gente fez um workshop na Associação São João via Nei, e eram mulheres idosas e todas elas conseguiram fazer. Então, salva a nossa vida, pode fazer toda a diferença. Então, levem esse conhecimento pra frente. Você que tá em casa também assistindo a TV câmera, faz com a gente movimento para você aprender e a gente conseguir, né, levar isso pra frente, multiplicar. Olhos, soco, mão reta, nariz, soco, mão aberta, glote, mão reta, plexo solar, soco, cotovelada, virilha, ajoelhada e o joelho, o chute. Beleza? Pois muito que bem. Agora vocês aprenderam então essa parte dos movimentos básicos e dos pontos de vulnerabilidade. Mas quando a gente olha pro modos operand a mulher, nós fizemos um estudo. Eu fui investigadora da Polícia Civil do Paraná durante 5 anos. no atendimento a mulheres vitimizadas pela violência. E foi ali que surgiu esse trabalho, porque a gente resolveu investigar como era o modos operand, como que o cara chega e aborda em casa, como é que a violência vai escalando até chegar, por exemplo, num feminicídio. Como que isso acontece? como que esse cara vai perdendo o controle, o que que ele faz, como ele age ali? E a gente percebeu que tinha um caminho físico que eles percorriam, não necessariamente nessa mesma ordem, mas tinha um caminho. Então ele chegava eh demandando algo e a primeira coisa que talvez ele fizesse era pegar no braço e arrastar ela para algum lugar. Essa é a primeira forma. E aí ela tenta sair do braço, ele vem e gruda no cabelo aqui e sai arrastando. E aí se ela reage, se ela consegue sair do cabelo, ele vai levando ela pra parede, segurando no pescoço e aí ela perde o ar, cai e ele mobiliza ela no chão. se era na maioria dos boletins de ocorrência era o modus operand como acontece dentro de casa. Ah, mas ele pegou primeiro no cabelo, pode ser. Ah, mas ele derrubou de cara, pode ser. Mas fica em torno dessas técnicas. E aí nós juntamos várias profissionais de artes marciais, psicóloga, advogada. A gente juntou um conjunto de mulheres para criar essa oficina que vocês estão vivenciando aqui, de modo que fosse eficaz para enfrentar essa que muitas vezes é a realidade das mulheres. Por isso que autodefesa é diferente de a gente, por exemplo, praticar artes marciais, né? Nas artes marciais a gente vai levar anos treinando técnica, técnica ali, né? repetindo, repetindo até a gente ficar muito boa naquilo e poder competir esportivamente. As artes marciais elas estão voltadas para isso, a autodefesa feminina e nessa perspectiv e nessa perspectiva da empoderice, a autodefesa comunidade, porque se a gente tiver em coletividade de mulheres, a gente se defende muito melhor. Ela é popular, ela é para todo mundo. Então não precisa ser belo o movimento precisa funcionar, não precisa ser eh algo técnico, precisa imprimir, né, a paralisação do agressor. Precisa imprimir o medo nele e ter tempo para fugir, ter tempo para tomar uma atitude ali e conseguir sair viva daquela situação. Então, a gente vai ensinar agora pra vocês essas principais saídas do que eu falei aqui. Então, saída de pegada de braço, ó, ele pega, ele pode pegar assim, ele pode pegar por baixo aqui, pode pegar os meus dois braços, mas vamos lá, deixa só esse por enquanto. Como é que a gente sai daqui? A gente pode aplicar um dos movimentos básicos que a gente aprendeu se a gente tiver com a outra mão vazia, com a perna solta, né? A gente pode dar um soco aqui, a gente pode dar um chute, outro chute aqui, mas para sair daqui em si, né? Digamos que seja um cara muito forte aqui da Débora eu saio com mais facilidade. Ai, tá precisando mostrar. Ah, tá precisando treinar, amiga. Vamos lá. Eh, a gente vai sair sempre na direção do polegar de quem está segurando. Ó, o polegar dele tá aqui porque por onde é mais fácil eu sair? Onde tem quatro dedos ele apoiando, onde eu tenho ou onde eu tenho um dedo só apoiando aqui. Sempre um dedo só. E aí eu vou girar o braço na direção do polegar dele, ó. pegou aqui, ó, com as duas mãos, onde tá o polegar dela, ó. Tão vendo? Tá para dentro aqui. Então, eu vou girar meu braço para dentro. Então, pegou aqui, ó, aqui em cima para dentro. O que eu preciso prestar atenção é onde está o polegar dele. Vamos juntas treinar. Juntem-se em duplas. Ó, aqui, aqui tem uma dupla. Pode fazer com ela. Ah, pronto. Meninas, venham fazer também. É muito legal, é muito fácil de aprender. Vem para cá. E todas nós precisamos saber. Vamos lá, gente. Vocês não vão se arrepender de saber fazer isso. Vem, vem mais para cá, Na Duda. Vamos lá, gente. Vamos nos juntar aqui. Isso. Vamos lá. Você você vai sair pel na direção do polegar dela, pá. Isso. Muito bem, Carol. Faz com a Denise ali, ó. Para dentro aqui, ó. Sempre pelo polegar. Vamos lá. Isso. Isso. Pegaram. Isso. Agora pegou. Agora pegou nos dois com as duas mãos e um braço. Pronto. O polegar dela tá para onde isso? para baixo. Boa. Mas também pode ser para cima. É mais difícil, né? Segurar ele segurar assim pr pro polegar para baixo. Cuidado aí. Isso. Muito bem, mulheres. Todo mundo pegou essa técnica. Vamos voltar aqui depois, gente, vocês levem isso para casa, chama o maridão para treinar com vocês ou a esposa, por que não? Chama lá e treinem isso entre vocês ou com a amiga, com a colega de trabalho, ensinem pras outras mulheres dos gabinetes, dos departamentos. Vamos lá, então. Saída de braço. Então, a Débora pegou aqui no meu braço, eu saí e, digamos que eu tenha virado de costas para ela, ela é um agressor. E pegou no meu cabelo. Esse é o próximo. Como é que a gente sai daqui se ele tiver, por exemplo, com as duas mãos começando a me arrastar? Então, uma possibilidade pra gente lembra os nossos movimentos básicos. Então, eu posso segurar com uma mão, se ele tiver perto aqui, cotuvelada. Tudo que vem por trás é sempre uma opção pra gente. Ah, se o meu braço eu sentir aqui que alcança, pá, quase é foi um pouco. Beleza. Então, a cotuvelada é uma possibilidade. Aqui a outra aqui. Segurei uma mão em cada pulso dele. E eu vou girar no meu eixo aqui, ó. Fui. Ó como eu vou virando aqui. Seguro bem firme e volto com a Julana. E lembrando de não soltar o pulso. O pulso é sempre muito importante para porque ela tá me levando para ela, ó. Ó. Vamos de novo. E o que que faz a mágica da saída acontecer? é segurar nesse pulso ir girando e ir torcendo. Ó, eu vou torcendo o braço dele e vou imprimindo dor aqui e pá, pá, voltei. E depois eu faço o quê? Corro. Corro. Beleza, vamos treinar essa. A gente vai ajudar vocês passando. Vamos lá, gente. Ah, lembrando as mulheres que não quiserem que toque no cabelo, porque muitas de nós não vamos querer. Eh, faz na nuca, pede pra pessoa, pra colega pegar na nuca para não desmanchar os lindos cabelos de vocês. Beleza? Vamos lá. Assim aqui tá com vocês. Então vou passar mais outra. Isso. Uma mão segura no pulso dele. Outra é braço. Girou e volta com ajoelhada. Solar. Boa. Ou voltar com tudo na cara. Você já fez? Beleza. Já fez. Agora segura com as duas mãos. Vamos fazer uma comigo e gira no seu eixo torcendo a mão do agressor. Girou, trouxe ela para você, voltou com com com a com aelhada. Tá. Isso. Segura no meu cabelo. Ou até com um chute mesmo lá no joelho dela. Peguei no seu pulso, ó. Tá vendo aqui? Ah, vai aqui. Foi. Aqui foi. Sentiu. Você tem que girar igual aquela brincadeira aqui, sabe? que você fica, você vai ter que girar um pouco mais para baixo, tá? Vamos tentar. Vamos lá. A mão dela não gira no meu poço, né? Ela segura firme. Não, ela segura firme. Vai lá. Isso. E aí? Não, mantém aqui. Vai girando, tá? Licença. Aqui. Joga a cabeça mais para baixo e puxa na ajoelhada. Agora sim. Beleza, todo mundo conseguiu. É legal esse, né? E lembrando que quem tá em casa assistindo a gente pode treinar também. Levanta aí do sofá, da cadeira e vamos treinar. É isso. Bom, próximo eh próxima saída importante pra gente. Vamos lá, gente, concentrando de volta aqui. Essa saída é fundamental para nós. Por quê? Porque eh existem existem três principais formas de feminicídio no Brasil. A primeira é faca, né? Porque a faca é o objeto mais letal, mais fácil de pegar. Tem na cozinha, tem dentro de casa. Então, a faca é o modos operante mais recorrente no feminicídio. O segundo é arma de fogo, né? Precisamos sempre ter cuidado, mulheres, se a gente tá num relacionamento em que o homem tem uma arma de fogo. Tenham esse cuidado. Eu fui policial civil, andei com arma durante 5 anos da minha vida e precisa ter cabeça para portar uma arma. E muita gente das forças de segurança não tem. Fiquem atentas quando vocês estiverem num relacionamento ou vivendo sob um teto que este homem tem uma arma. Fiquem atentas. E o terceiro tipo, a terceira forma de cometer feminicídio é estrangulamento pela frente, porque aquela briga, né, aquela situação que vai escalando aqui, ó, pá pá pá, levando a mulher pra parede. O cara estufa o peito. Já viram essa cena? Tem, né, em tudo que é canto, cara. Estufa o peito, vem, não sei o quê, vai levando ela pra parede, cheia na parede e tô empolgada hoje, gente. Perdão. E aí, gente, a gente precisa aprender a fazer essa saída. Pode se vingar, amiga. Ó, aqui a gente tem algumas possibilidades. Uma possibilidade às vezes muito simples. Se a gente tiver espaço, ó, pá, tá pão no ouvido. Aqui é uma possibilidade, ó. Pá, vai dar aquele chiado, ele pode acabar soltando. Lembrando, gente, que autodefesa feminina não é receita de bolo, né? Então eu não vou chegar aqui para vocês e falar, ó, vai sair. Depende de muitos fatores, depende da força do cara, depende se ele do nervosismo, do ódio, da adrenalina que ele tá implicando ali. Então a gente tem várias possibilidades que a gente vai ter que escolher no momento. O que que é importante? Ai, tem que fazer certinho aquele movimento. Não. Importante é você não paralisar. Importante é você acreditar que você não é frágil. Você é capaz de se defender. Todos os seres, todos os bichos se defendem. A gente, nós mulheres, paralisamos. Por quê? Porque isso foi construído socialmente. Menina, fecha essas pernas. Ah, isso não é brincadeira de menina, não vai correr. Enquanto as meninas estão lá sendo treinadas para autodefesa, desde criança brincando de lutinha, a gente tá tendo que ser princesa de perninha fechada. Tenho nada contra ser princesa, mas a gente pode ser a princesa guerreira, a gente pode ser a princesa que se defende. Beleza? Então, eh, saída de estrangulamento pela frente. Aqui, ó, a gente pode dar o tapão, a gente pode o soco, a gente pode mão reta, a gente pode aqui ajoelhada. Tudo isso pode ser válido. Por isso que movimentos básicos de autodefesa e pontos de vulnerabilidade são fundamentais pra gente. Mas a gente pode fazer uma saída, porque se ele for muito forte, essa saída aqui vai ser mais eficaz. Eu segurei num pulso aqui, ó, e fui lá em cima, ó. A minhaxila deslocou as mãos dele com alavanca. Eu seguro no pulso porque aqui, ó, eu tô trazendo a cara dele pro meu cotovelo de novo, ó. Vou fazer desse lado para vocês verem por outro ângulo, ó. Tá vendo que é uma nadada lá em cima, ó? Meu corpo vai acompanhando de lado e eu vou aqui, ó. Desloquei e pá, voltei. Vamos fazer juntas no ar, depois a gente vai fazer as duplas. Então, ó, você que tá em casa, que de repente tá sozinha, você também pode aprender agora com a gente a saída do estrangulamento pela frente, ó. Segurei num pulso imaginário aqui, ó, só um, só um braço, o outro tá aqui solto. Então, eu vou nadar aqui, ó. Foi, ó. Fiquei de lado, dei uma agachada, pá, voltei. Importante que o ângulo da sua axila sinta as mãos dele deslocando do seu pescoço. Ó, segurei aqui. Tanto faz o lado. É sempre importante a gente tá bem na nossa base, ó. Pá, foi, pá, voltou. Beleza, vamos treinar em duplas e a gente vai passar ajudando vocês. Segura um pulso, tira o outro braço lá de baixo, dá uma nadada. Tô aqui só tomando esse braço dói. No outro no pulso da do lado do braço. Ela desloca assim. Boa. Agora é isso, ó. Vai nadar aqui, ó. Faz ao contrário. Foi, foi, foi ao contrário. Agora ela vai pegar o seu punho comante aqui. Conseguiram aqui. Na hora vai ser qualquer um que a gente provavelmente vai lembrar, mas pode ser. Agora com a base você sai com esse braço lá de baixo. Uma vez também tinha feito aqui na câara mesmo. Volta. Dói? Não dói o punho. Dói muito. Continuem fazendo, continuem treinando. É isso. Ah, tá. Não foi com a gente, foi outro grupo. Foi aqui. Foi aqui. Que bom. Bacana. Fácil. Beleza, meninas, vamos voltar aqui. Vou convidar depois vocês, quem tá em casa, quem tá aqui, a seguir @empoderes pontossocial no Instagram. Lá tem dicas de segurança, tem várias técnicas, tem calendário dos workshops aqui em Colab com o perfil do vereador Aíton da farmácia, porque a gente vai ter mais sete eventos como esse pela cidade. Então fiquem atentas à agenda, indiquem pras mulheres irem nesses eventos. O próximo é dia 7, né, de na Estação Cultura às 17 horas, 18 horas na Estação Cultura. Então a gente quer fazer uma ampla divulgação pra gente que vocês estão aqui, que quiserem ir de novo para fixar essas técnicas, a gente vai tá lá. Mas indiquem, convidem as amigas, a família, as outras mulheres dos gabinetes. E você que tá em casa, que quiser ter essa experiência presencial, vamos lá pra Estação Cultura no dia 7. Beleza, todo mundo pegou. Então esse a gente passou saída de pegada de braço, saída de pegada de cabelo, de cabelo, saída de estrangulamento pela frente. Agora eu vou convidar vocês para sentar um minuto que a gente vai fazer a última demonstração de saída técnica. Que que acontece, gente? Muitas mulheres que já fizeram um workshop nosso ou um curso maior ou participaram de alguns dos nossos projetos. No ano passado nós fizemos aqui em Campinas, a Carol Gano se formou nesse projeto, um projeto de um ano, formação de multiplicadoras em autodefesa feminina junto à OSC, o Centro Comunitário do Jardim Santa Lúcia, um projeto do Ministério das Mulheres do governo federal que abriu um edital para que a gente pudesse fazer essa formação de multiplicadores. um projeto lindo, durou um ano, né, com que a gente poôde passar todas essas técnicas e não só a parte técnica física, todos esses conceitos, porque a gente não se defende só fisicamente, a gente se defende muitas formas. Então, a Carol Nagana, nossa monitora, e se formou nesse projeto e a gente tá aí na batalha para continuar multiplicando esse conhecimento. E muitas que chegam até nós querem aprender saídas de estupro, porque esse é um medo que a gente, que nós mulheres carregamos desde que a gente toma consciência de que somos mulheres. a gente começa a perceber esse medo muitas vezes nos olhos da nossa mãe que tá que fica ali fala: "Ai, filha, não vai com essa roupa, né? Que que ela tá tentando dizer pra gente? Tem às vezes, né, um recato que ela quer que a gente tenha, mas sobretudo o que tá por trás disso é que ela tá com medo da violência sexual contra nós desde menina. E é um medo que a gente vai carregando onde quer que a gente esteja. Vocês já pararam para pensar que esse que esse é um medo que os homens quase nunca vão ter. Vão ter no máximo quando eles são presos, né? Aí eles ficam com medo da violência sexual. Mas esse é um medo que acompanha o ser mulher a vida toda, né? E a gente sabe que muitas de nós não só vivem esse medo, como muitas vezes a gente viveu esse trauma nas nossas vidas. E muita gente fala quando a gente vai ensinando essas técnicas, por que que eu não aprendi isso antes? E talvez isso gera até culpa. Ai, eu podia ter aprendido autodefesa e aí eu não ia ter passado por aquilo. E a gente quer dizer para vocês que tudo que você viveu no passado, qualquer uma dessas violências aqui que a gente demonstrou técnicas de saída, ou outras tantas, um relacionamento abusivo, uma violência psicológica, uma violência patrimonial, seja lá o que for que você tenha passado, não é culpa sua, não é responsabilidade sua. você não sabia se defender. Então, não pode ser um gatilho aprender autodefesa é daqui pra frente pra gente ressignificar o nosso presente e o nosso futuro enfrentando a violência em outro patamar. E agora, diante disso, a gente vai demonstrar para vocês as saídas de estupro. Se vocês quiserem chegar mais perto, né, todas nós podemos fazer aqui, ocupar aqui. A gente vai trazer esse tatame pro meio e vocês podem ocupar aqui ao lado pra gente continuar tendo visão na transmissão. Para quem tá em casa, traz o tatame para cá, fazendo favor, Débora. E aí, se vocês quiserem, a partir aqui, ó, do tatame, conseguimos fazer uma meia lua aqui. E conseguimos fazer uma meia lua aqui. Vou convidá-las a chegar mais perto, as meninas do gabinete também. Marilda, Ana, cheguem para cá, Denise, isso é um momento importante pra gente aprender isso. Isso nos empodera na vida. Isso faz com que esse medo paralisante não é que ele vai sumir o medo. O que que é importante? Que o medo não seja paralisante para nós. E é importante dizer, gente, que normalmente no jugits, nas artes marciais, eles não pisam no tatame com sapato, né? né? Eles sempre pedem para pisar eh descalço em respeito eh ali à luta. Mas aqui na Impodérice, aqui na autodefesa feminina, a gente vai sim pisar com sapato, com salto, com tênis, com o que for, porque na hora da violência a gente não sabe como que a gente vai est, né? A gente vai est de vestido, de short, de calça, de salto alto, salto, roupa de escritório, com uma roupa de academia, a gente não sabe como vai tá, então a gente precisa trazer a realidade aqui para vocês. Então, sim, a gente pisa com o que estiver calçando aqui no tatame. Beleza? Então vamos lá, Débora. A gente vai aqui, ó, essa é uma situação, a gente vai demonstrar a situação mais comum de todas, que é quando o agressor tá aqui, né, por dentro e ele pode estar me mobilizando eh nos braços aqui ou o mais comum de todos, que ele tente estrangular. Então, a gente vai treinar como se ele estivesse estrangulando, beleza? A gente vai fazer para esse lado, depois a gente vai inverter e fazer pro lado de lá para as participantes daqui verem também. Segurou no pulso aqui. Essa é uma primeira saída. segurar no pulso é importante pra gente, que é onde a gente vai tomar aqueles 3 segundos de ar, porque tá ficando já uma situação muito difícil pra gente. E aí ele vai, ele pode estar mais perto ainda e a gente vai ter que deslocar o nosso quadril. Uma coisa importante aqui é a gente jogar o quadril pro lado aqui. Ah, uma vez só, Amanda. Não, talvez você tenha que jogar muitas vezes para abrir espaço aqui, ó. Pá pá pá. Mas nós vamos treinar. A gente tá aqui no primeiro módulo, jogando uma vez só. Então aqui segurei no pulso, joguei meu quadril pro lado, abre espaço, encaixo os meus pés na virilha dele. Beleza? E aqui, ó, explodo e volto com um chute na cara ou um de pegar. Beleza? Então, essa é a nossa primeira saída. Vamos fazer pro lado de lá para que as meninas daqui de trás possam ver o movimento. Beleza? segurou aqui, segurei no pulso, joguei quadril pro lado. Tanto faz o lado. Importante a gente abrir espaço entre nós e o agressor. Encaixei os meus pés na virilha dele e explodi. Fiz essa alavanca e voltei com um chute aqui. Beleza? Esse é o primeiro tipo, um é um uma saída que não exige da gente tanta mobilidade, mas tem uma outra possibilidade que pode ser muito eficaz também, que vocês podem usar. Então, mesma coisa, segurei no pulso. Agora eu vou jogar uma das minhas pernas na frente do rosto do agressor. Aqui, ó. Pá. E fiz aqui um arco com o braço dele nas mãos aqui. Se eu jogo o braço dele para cima, cleque, eu quebro aqui e depois corro. Beleza? Ó, vamos fazer esse para o lado de cá. Beleza? Pegou no meu pescoço, segurei no pulso, joguei a perna aqui, ó. Tão vendo o arco que a minha perna fez? O braço dele tá aqui. Se eu inverter aqui, ó, cotovelo, pego com toda a minha força. Minha perna tá me ajudando aqui. Cleque. Beleza. Ganhei tempo. Beleza. A outra possibilidade e última. E aí a gente vai convidar quem de vocês quiser treinar esse movimento, a gente vai treinar com vocês. Vamos lá. A última possibilidade para quem tem ainda um pouco mais de mobilidade é segurar no pulso aqui, ó. E pá, pá, pá. E corri. Beleza. Pro outro lado. Beleza. Segurou no meu no meu pescoço. Eu segurei no pulso. Joguei, ó. Faço um X com as minhas pernas na frente da cara dele. Beleza? Quem de vocês quer treinar? A Duda, a Carona Gano e a Ariele vão treinar aqui com vocês que eu e a Débora vamos ajudar vocês olhando. Vamos lá. Olhando cada movimento. Quem quer fazer? Vamos lá. N. Bora com a Duda. Tá esmachado. Vem para cá. Bora fazer com a Carol. Ah, Carol, Nara, Duda, com a Thaí. Thaí. Beleza. Deixa eu achar uma água. Segurou isso, Thaís. Agora empurrou e solta o braço e volta com o chute na cara dela. Beleza. Vaiá de novo. Segurou. Empurrou. e voltou. Beleza. As nossas mãos estarem imobilizadas da mulher, tá? Mesma coisa. Você só não vai segurar no pulso, sua mão já vai estar firme aqui. Então você faz o jogo de perna de jogar um quadril para um lado, encaixar do mesmo jeito que ele vai soltar, porque você vai imprimir depois esse chute na cara. Isso. Deixa eu só tirar uma dúvida para ela. Espera só um minutinho. Como que é seu nome? Lumi. Eu vou te mostrar. Duda. Segura meus braços. Ó, Lumen. Mesma coisa. Eu só não vou segurar no pulso, ó. Beleza. Essa é a única diferença. Pronto, gente, pode vir. Vamos lá. Quem que vai aqui? Tem vaga aqui, gente. Quem que quer ir? Tá bom. Aí você segura o pulso. Segurou? Coloca os pés na minha casa. Joga o quadril de ladinho. De lado, né? Isso. Os pés na virilha dela. Encaixou. Encaixou. Agora empurra com toda a sua força. Pá. E volta com chute. Esse sapato é bom de chutar. Beleza. Muito bem. Alguém quer fazer? Bom, gente, vamos sentar um pouquinho só pra gente então eh responder qualquer dúvida que ficou para vocês. Bom, muito legal, workshop gostoso de fazer. A gente sentiu a energia de vocês aqui com a gente. Eh, atrás do flyer que vocês receberam, a gente fala das sete dimensões da autodefesa feminina dentro da nossa metodologia empoderes. A primeira dimensão que foi a que a gente mais trabalhou aqui foi a é a dimensão física. que a gente ativou aqui, aprendeu esses movimentos básicos de autodefesa, sentiu o nosso corpo. Então, a dimensão física é a mais óbvia, a primeira dimensão. Mas a gente trabalhou aqui também a dimensão psicológica da autodefesa, que essa coisa da gente construir repertórios, da gente conseguir gritar ou não, da gente conseguir se posicionar, de a gente conseguir se colocar em movimento, não paralisar diante da violência. A gente trabalhou um pouco aqui também a dimensão jurídica da autodefesa feminina, a dimensão do quanto isso autodefesa é um direito das mulheres. É aquela política, a gente defende como uma política pública de prevenção e de emergência, o que não substitui a Lei Maria da Penha, a Delegacia da Mulher, o Disque 180, a Casa da Mulher Brasileira ou a Casa da Mulher campineira, no caso aqui em Campinas. A autodefesa não substitui nada disso. Só que todas essas políticas elas são para depois que a violência já foi consumada. E aí a gente se desloca até lá para buscar justiça. No entanto, a autodefesa vem na perspectiva da prevenção, porque ela muda o nosso olhar, ela traz pra gente essa percepção de que nós somos capazes de nos defender se de nos defendermos se precisarmos. Então, mas a autodefesa jurídica também é muito importante, porque conhecer os nossos direitos quando a gente chega numa delegacia, saber o que que a gente tem que trazer ali para conseguir fazer um boletim de ocorrência, uma medida protetiva, é muito importante. Então a gente também precisa se defender nesses espaços, porque embora esses espaços juridicamente tenham a obrigação de nos acolher, a gente sabe que muitas vezes não consegue. Quanto é difícil fazer uma denúncia e sair de uma delegacia com boletim de ocorrência e com uma medida protetiva. Então ali também é um espaço que a gente tem que se defender, garantir os nossos direitos. A quarta dimensão da autodefesa, que vocês aqui são trabalhadoras e sabem muito bem da importância é a autodefesa econômica. Porque para sair de um relacionamento abusivo, para sair de uma condição de violência, é muito importante que a gente tenha autonomia financeira. Tem a nossa carteira assinada, tem o nosso concurso público, tem o nosso cargo, que a gente tenha um trabalho. E isso também é uma conquista histórica das mulheres, poder trabalhar e poder ter autonomia financeira. A quinta dimensão da autodefesa é a dimensão coletivocomunitária. Algumas violências, eu posso até conseguir me defender sozinha, né? Tô ali numa situação de emergência, mas a maior parte, a estrutura do machismo, da misoginia, é importante que a gente se defenda juntas, que a gente constitua comunidade de mulheres que se defendem, que é aqui a nossa missão de construção em Campinas, né? o terceiro ano que a gente aplica essa política pública junto à EGDS, junto à Secretaria de Gestão de Pessoas, nessa perspectiva coletivocomunitária de construção das mulheres que se defendem. A quinta dimensão muito importante e aqui nessa casa mais importante ainda, é a dimensão da autodefesa política, as mulheres ocupando e permanecendo nos espaços de poder e decisão que a gente sabe que não é fácil. E muitas vezes para permanecer a gente precisa se juntar e quebrar a rivalidade feminina que a gente aprende, que também é uma estratégia do machismo, a gente rivalizar entre nós. Nós precisamos é nos unirmos para ocupar os espaços de poder e decisão e fortalecermos, fortalecermos umas à outras nesses espaços, porque a gente vive as mesmas dores e os mesmos ataques. E a sétima e última dimensão é autodefesa histórica, porque nós sonhamos com um Brasil sem feminicídio, sem violência contra a mulher, mas a gente sabe que isso não vai acontecer do dia paraa noite. Isso é um processo histórico de construção da consciência e do despertar coletivo dos mecanismos de defesa das mulheres, do despertar coletivo da nossa capacidade de falarmos não. Então, a gente agradece muito a presença de vocês. Mais uma vez eu chamo vocês para seguirem a empoderice esse nosso trabalho que já existe há 10 anos, né? A gente atende a todo o Brasil, a gente atende o poder público, a gente atende o mundo corporativo, a gente atende eh associações também, oss, ONGs, que queiram levar isso paraas suas comunidades. E nós estamos muito felizes de mais uma vez estarmos trabalhando com a prefeitura de Campinas em parceria aqui com o vereador Aítol da Farmácia e a sua equipe, né, a Denise, a Ana Marilda, que tem caminhado conosco nessa jornada. A gente fica à disposição no Instagram ou aqui pessoalmente para responder qualquer dúvidas que vocês tenham. E é isso, gente. Muito obrigada. Vamos fazer uma foto. Valeu. Venham para cá, meninas. Vamos para cá. Marilda, Ana, Denise, Carol, Arielee. Gente, a Carol Nagano é da nossa equipe. A Ariele também, a Maria Eduarda também. Podem chegar aqui. Vamos juntar. Vamos lá, ó. Podemos fazer o time de baixo aqui da Quem tira a foto? Eu quem? A gente tá aqui super posicionado. Esquecemos de chamar o fotógrafo. Cheguei. Vamos lá. Nós vamos fazer uma foto e depois nós vamos fazer um videozinho, tá certo? Ah, todo mundo, gente, ó. Põe o cerrado aqui. A gente aprendeu hoje. Muito bom. Agora vou convidar vocês a gente fazer um videozinho. Eu e a Débora vamos gritar mulheres e a gente convida vocês a gritar empodere-se três vezes. Vamos juntos. Vamos lá. Mulheres empoder-se. Mulheres empoderem-se. Mulheres empoder Aê. Muito obrigada. É isso, gente. Muito obrigada a vocês também. Encerrada, portanto, a oficina Empodere-se com técnicas de Defesa Pessoal Feminina aqui no plenário da Câmara Municipal. Lembrando que você pode rever também todo esse conteúdo no YouTube da TV Câmara, rever então as técnicas ensinadas aqui hoje. Muito obrigada pela sua audiência, pela sua companhia e continue ligado na programação da TV Câmara. Até mais. TV Câmara, Campinas. A cada ano eu tenho a oportunidade de transformar o inverno de alguém. Um agasalho sem uso pode ganhar uma nova história. Se não tô usando, tô doando. Campanha do agasalho 2026. Presente no inverno e em todas as estações do ano, oferecendo dignidade a quem mais precisa. Particip doe roupas em bom estado. Realização secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social. 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