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exposições de arte música e dança foram algum dos projetos apresentados pelos alunos das mais diversas escolas na exposição antiracista a primeira edição do evento aconteceu no ano passado e busca a conscientização dos alunos o nosso foco eu eu entendo que é de fato o combate ao racismo mas mais do que isso eu penso que é praticar ações antirracistas então a gente vem numa trilha mesmo porque nós fizemos um curso com vários renomes inclus oess Dr Cabanga que teve aqui recentemente conosco para que a gente de fato traga a importância desse tema e a importância do combate do racismo e para que a gente tenha de fato uma sociedade com respeito e acima de tudo com amor o wson recebeu o prêmio Zumbi dos Palmares por conta de atividades feitas no evento anterior o diretor da Escola Professor Maria Helena Antônio Cardoso entende que a área da Educação é importante para criar consci papel fundamental para estar desenvolvendo estratégias e até mesmo propostas para mostrar pra população de Campinas como um todo a contribuição do Povo preto na construção da sociedade Campineira como o Brasil como um todo e o prêmio que eu recebi na segunda-feira passada foi por conta de algumas atividades que a gente independentemente dessa trilha racista anteriormente aí Escola Maria Helena Cardoso juntamente com ativo vida nós formamos uma parceria e nós desenvolvemos atividades com foco na Negritude na exposição antiracista foram mostrados cartazes maquetes e dinâmicas que começaram a ser produzidas em abril desse ano pelo núcleo pedagógico de cada escola aqui da cidade de Campinas eram estimados que 97 instituições participassem no evento com cerca de 5000 alunos muito legal porque a gente aprende sobre a o respeito da da nossa cor e que a gente pode que a gente pode aprender não não Negrão eu não gosto de de cor negra você tem que respeitar um um ao outro se você xingar o outro vai acontecer com Ah eu gostando muito porque da consciência negra n assim você começa a aprender e começa a também a respeitar as pessoas a professora de ciências trouxe os alunos para o evento a fim de fazer um paralelo do mundo científico com o racismo eu trabi trabalhei com um texto científico da Fiocruz que ele aponta as desigualdades no atendimento do pré-natal principalmente entre as adolescentes negras pardas e indígenas então isso traz que nós temos uma política nacional de saúde integral para essa população mas nós precisamos melhorar porque o racismo tanto estrutural passou pela instituição e hoje e é nós trabalhamos em conjunto com a professora de matemática elizabe e ela fez vários textos e gráficos demonstrando o percentual de jovens que não têm acesso que colocam em risco a vida que colocam em risco a até mesmo com relação às infecções sexualmente transmissíveis que é o que a gente estava trabalhando naquele momento foram 300 anos de escravidão no Brasil uma raiz profunda na nossa sociedade e a escola é um dos grandes meios de valorizar as diferenças esse trabalho tem que ser feito a partir da arte né através da da arte e a escola toda se mobiliza para construir nos alunos essa consciência de que valorizar as diferenças e os negros os negros os pardos Os Pretos assumirem a sua identidade na sociedade e combater Toda a forma de preconceito e racismo