e aí o olá bom dia e a primeira reunião extraordinária da comissão da mulher que aconteceu nesta quinta-feira pelo sistema virtual presidida pela vereadora mariana conti falou sobre a violência contra a mulher nas redes sociais logo na abertura a parlamentar lembrou que neste momento de pandemia da kombi 19 muitas mulheres são vítimas em suas casas e que as redes sociais têm sido importante local de denúncias mas também pode ser um local para a disseminação da violência é a gente sabe que o momento da academia e por conta do isolamento social a gente tem visto do crescimento dos casos de violência doméstica familiar muitas mulheres estão em isolamento em confinamento com os seus agressores e uma dos aspectos dessa violência é o controle das relações a minha mulher estabelece então é muito muito comum nós ouvimos relatos né de mulheres que estão em situação de violência em que o agressor tem o controle sobre inclusive o seu celular sobre as próprias formas de comunicação com o mundo e e a gente tem visto a dificuldade que essas mulheres estão tendo de fazer uma denúncia de buscar ajuda nesse momento tão grave a gente tem visto aí situação de compartilhamento de fotos de vídeos de intimidade ou mesmo é o discursos de ódio discursos de que acaba um reproduzir indo todo o estigma todo preconceito de gênero que recai somente sobre mulheres sobre crianças adolescentes e mulheres lgbt sem fim mulheres negras no sabe que isso tudo acaba reproduzir estigmas que a gente tem na nossa sociedade a gente tem visto alguns modelos o que têm surgido muito espontaneamente até de denúncias de casos situações de violência mas é importante que as instituições então estejam adaptadas estejam se adaptando a esse cenário para que essas denúncias que aconteçam nas redes sociais que a gente possa incorporar encher finalizar e dá meios para dar vazão a essas denúncias e também para que os próprios canais de denúncia estejam adaptados para esse momento a pesquisadora da unicamp e árabe lele participou remotamente lembrou que há um movimento em campinas nos moldes de outros que denunciar casos de abuso e assédio sexual acompanhei o material das jovens mulheres que vivem abuso assédio sexual no rastard estojo de campinas movimento criado no twitter que tem 5/1993 seguidores cenouras os de e podem ser acessados em várias cidades brasileiras adicionado o nome da cidade que você quer acessar esse movimento tem parece inspirado no da naquele de 2015 quero raspar de meu amigo secreto e ganhou a cena nas redes sociais também pautada em relatos de quem sofreu com atitudes machistas e violentas de homens conhecidos podiam ser parte da família piada à parte do núcleo familiar parte da família piada ao mesmo parte a de um grupo de trabalho um grupo de escola universidade faculdade mesmo escolas é ainda turma do ensino médio como me parece que são essas esses depoimentos que eu a análise a especialistas salientam que muitas vezes as próprias jovens principalmente no ambiente escolar passam a ter um olhar julgador sobre outras em várias situações porque usa a outra porque tem a botinha da moda por que pintou o cabelo de vermelho ou menino porque tem trejeitos isso é um caso muito comum né nas escolas meninos que parecem mais femininos é que sofrem bullying dos meninos e das meninas aqui não é uma questão de sexo entre na não as mulheres todas não é pensam assim não muitas mulheres muitas meninas também julgam as suas colegas né por conta de um comportamento e elas próprias é inadequado né e na hora que ale vítima muita dessas meninas muitas dessas meninas também vão julgá-la como é e não como lhe iara mencionou o que é preciso fazer muitas discussões para desconstruir a naturalização de abusos e assédio por exemplo em festas universitárias tem isso eu deveriam ser discutidos nas próprias instituições né isso eu digo nas diretorias das escolas a na no conselho municipal de educação do conselho estadual de educação não troca cubra né porque tira uma coisa que não é isso aí tava todo mundo bêbado ninguém tem culpa não não isso isso pode e a traumas físicos e mentais muito importantes para essas mulheres e elas próprias muitas vezes podem achar que dó né os homens são assim mesmo não vocês homens não são assim mariana conti e finalizou lembrando que levaram as denúncias adiante é um dos grandes desafios para todos a gente sabe que um dos grandes desafios que estão colocados é que essas denúncias possam e as pessoas que denunciam possam ter é apoio das instituições para que essas denúncias sejam levadas à frente para que as pessoas que denunciam sejam protegidas sejam resguardados e para que a gente possa tentam a resolução destes casos os canais para denúncias são disque 180 que o sistema nacional que encaminha e orienta as mulheres de como denunciar e em campinas nós temos os oi para o atendimento de violência doméstica e familiar o telefone é o 0800 777 1050 no caso de violência contra criança e adolescente deve ser usado o disque 100 o número nacional e em campinas as denúncias podem ser feitas nos cinco conselhos tutelares que funcionam aqui na cidade o telefone é o 0800 7700 85 e um e-mail é o ct ponto
[email protected] ponto gov.br a reunião completa você acompanha no youtube da tv câmara campinas entre em contato com a gente no 9782 9376 eu falo direto da redação mas se você puder fique em casa mesmo abreu para tv câmara campinas e