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5ª Reunião Ordinária da Comissão Permanente de Ciência, Tecnologia e Inovação
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5ª Reunião Ordinária da Comissão Permanente de Ciência, Tecnologia e Inovação

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5ª Reunião Ordinária da Comissão Permanente de Ciência, Tecnologia e Inovação - 22/06/2026

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A seguir, TV Câmara ao vivo. TV Câmara, Campinas. Olá, boa tarde. 2:49. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Neste momento começa a transmissão da TV Câmara Campinas para a reunião da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação. O presidente é o vereador Dr. Ianco e a gente acompanha tudo a partir de agora. Boa tarde. Boa tarde a todos. Boa tarde a todas. Muito obrigado pela presença. Boa tarde a todos vocês que nos assistem pela TV Câmara. Sempre uma honra poder estar aqui nessa casa de leis, né? A à frente de trabalho de tanta importância, né? tanta relevância aqui pra cidade de Campinas que eu sempre reforço que ao meu ver é a cidade mais tecnológica do Brasil e a gente quer muito que além dessa tecnologia a inteligência seja pautada aqui. Então, Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação, pauta dos trabalhos da quinta reunião ordinária da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação, a ser realizada hoje, no dia 22 de junho de 2026, segunda-feira. às 14:30 no plenário José Maria Matozinho da Câmara Municipal de Campinas. Item um. A reunião desta comissão terá como tema cidade inteligente, né, reforçando o que falei na abertura, cadastro multifinalitário, considerado uma das principais bases estruturantes para modernização da gestão pública e o desenvolvimento das cidades mais eficientes, conectadas. sustentáveis e mais inteligentes, obviamente, com apresentações das duas especialistas da empresa Econ, especializada em soluções para governos e cidades inteligentes, a senhora Jana França, diretora de experiência do usuário e especialista em Goovtec, e a senora Cristina Cano, diretora de produtos e cidade inteligente e também a nobre participação do diretor de relações institucionais da EON, Peterson Juan. Eu sou Dr. Ianco, presidente desta comissão e agora iniciaremos os nossos trabalhos. A apresentação começará a Janaíra França, diretora de experiência do usuário e especialista em govtec da Econ. Seja bem-vinda, viu, Jen. Obrigada, presidente. O som tá funcionando? Voltamos. Cumprimento, senhor presidente da comissão de ciência e tecnologia, Dr. Ianco e Inovação e a todos os presentes, a quem nos está assistindo. Eu sou a Jana França e hoje eu estou aqui representando, sou a porta-voz de mais 700 colaboradores da ICON. é uma empresa com mais de 42 anos, especialista em área pública. Nós vamos falar um pouquinho sobre cidades inteligentes e o cadastro multifinalitário. Por que que é importante? Uma cidade inteligente, antes de tudo, ela precisa trabalhar com informações. Eu preciso conhecer quem são as pessoas que moram, trabalham dentro dessa cidade e como que elas vivem também. Para isso, a gente precisa trabalhar um pouco mais a informação, além de sistemas soltos e desintegrados. O que que nós vamos discutir um pouquinho? A ICON, ela tem mais de 42 anos de mercado, especialistas específicas em trabalhar soluções paraa área pública nas áreas chaves de saúde, educação, área tributária, área administrativa. A gente já atendeu mais de 17 estados e mais de 180 municípios. Conhecemos bem e de muito perto como são as dificuldades da gestão pública, especialmente no que chega ao cidadão. Muitas vezes a gestão pública está internamente bem estruturada, mas o que a população tem acesso não é da mesma qualidade ou não é percebido da mesma forma. Sendo assim, qual é o desafio que a gente tem nas cidades? Não é a falta de informação. A gente já tem muita informação nas cidades. As secretarias já funcionam de formas isoladas com seus cosmação. Quais são as consequências disso? Eu não tenho uma visão integrada da minha cidade. Eu não consigo identificar quais são as áreas de maior demanda. Eu tenho uma sensação, uma percepção por cima do histórico que tá acontecendo nas nossas cidades. Então, a gente tem retrabalho, tem desperdício de recursos públicos, desperdício inclusive de esforço no desenvolvimento de políticas públicas que realmente atendam a população, porque eu trabalho com políticas públicas em cima de algumas demandas que eu identifico por histórico, mas é difícil fazer uma análise preditiva. Então, o grande movimento que a gente inicia é começar com conhecimento. Eu quero trabalhar esse conhecimento, uma cidade inteligente é a partir do conhecimento real dela. E quando eu falo conhecimento é saber exatamente de onde vem a demanda, por qual canal essa demanda entra serviços, em quanto tempo eu respondo à população. A carta de serviço de uma cidade é um compromisso de entrega pra população. Então a gente precisa realmente honrar todos os prazos que estão ali. E a partir daí eu tenho o entendimento de quanto o serviço público está realmente custando pra população a partir desse mapeamento. Então a grande dificuldade a gente não conhecer essa população. Quando eu tenho uma implantação de um cadastro finalitário estruturante, eu começo a ter uma visão 360 desse cidadão. E que visão é essa? Eu começo a identificar quem é cada um dentro da minha cidade, onde ele mora, o que ele consome de serviço, se ele tem vínculo com empresas, se esse cidadão usa saúde, educação, usa área tributária, se ele tem um carro emplacado dentro da cidade, se eu começo a ter uma relação de proximidade com esse cidadão. E a partir daí eu começo a ter não só um histórico de demandas, mas eu começo a ter um conjunto de informações que me permitem ter uma análise preditiva. Já imaginaram se a gente pudesse, a partir dessas informações, desenvolver políticas públicas que não precisam ser uma demanda do cidadão, mas já uma entrega da Câmara para essa população? Isso é possível sim em algumas cidades que nós já trabalhamos. Então, dados integrados, eu tenho ali o planejamento de políticas públicas, eu tenho uma análise de demandas específicas, eu identifico vulnerabilidades, então, cidades que nós já atendemos a partir da integração de um cadastro multifinalitário estruturante, a gente já ampliou a entrega de benefícios sociais a cidadãos que já estavam elegíveis só pelo cruzamento de bases. Eles não precisaram pedir esse serviço ou os benefícios. Isso já chegou até a população sem eles nem precisarem pedir a partir da integração. Uma outra coisa, o que que é esse cadastro multifinalitário que se fala tanto, né? Nós temos legislação específica de governo digital que nós temos que atender, LGPD, lei de acesso à informação. Tudo isso é um arcaboo legal de como atender essa população através do cadastro finalitário. Vamos falar um pouquinho mais dele. Então, a gente trabalha com cadastro finalitário a partir da integração de todas as bases. Começamos com as bases que a cidade já tem nas suas secretarias. E a nossa experiência tem mostrado que uma cidade onde tem 28 secretarias e média são 42 bases diferentes. Em cada base o cidadão tem um endereço diferente. A nossa plataforma que é o Pruc faz uma análise desses cadastros, identifica as sobreposições e aí você tem realmente a quantidade exata de pessoas que já utilizam serviços públicos e essa demanda é crescente, tá? A partir dessa análise de integração, eu consigo inclusive mapear qual é a minha demanda crescente. O que que com isso eu consigo fazer? Além de eliminar retrabalho, eu consigo planejar futuro, que é um dos grandes desafios que a gente tem em gestão pública. Você pega históricos e dívidas e gestões passadas e precisa resolver eh com questões de recursos cada vez mais limitados, mas e também planejar futuro. É muito difícil o desafio de vocês. Por isso que os gestores públicos precisam realmente dessa visão 360. E é assim que a ICON trabalha em todas as nossas soluções. Então, como é que eu faço isso na prática? Bom, em saúde eu começo a planejar campanhas e trabalhar a promoção da saúde, não só o atendimento reativo. Eu tenho uma um trabalho de conscientização proativa da população. Se eu sei que a dona Maria precisa retornar pro exame dela ou acompanhamento da doença crônica, antes que ela se desvincule do SUS, eu aviso que ela precisa retornar. Então assim, eu falo diretamente com ela. Se ela é a responsável pelo núcleo familiar da saúde da família, ela também é avisada. Ela é visitada pelo agente comunitário de saúde. As nossas soluções em tecnologia, elas visam a transformação de vidas na ponta com o cidadão e não apenas a tecnologia por si só. Para nós, a tecnologia ela é um meio, ela não é o fim de um cadastro multifinalitário efetivo. Então isso envolve educação para controlar inclusive a evasão, né? alunos em busca ativa, saber se esse aluno tá ou não doente, se ele foi vacinado ou não. Eu consigo aí fazer um trabalho de saúde na escola. Eu tenho a parte de assistência social que eu falei para vocês sobre os benefícios que foram entregues para cidadãos elegíveis. Tem a parte de finanças, obviamente a gente precisa de sustentabilidade financeira no município e da comunicação direcionada. Essa comunicação ela é mais efetiva. O que que muda pra gestão? Tenho certeza que vocês já identificaram até agora possíveis benefícios desse cadastro multifinalitário e isso cada cidade tem as suas características. Em Santos a gente consegue mapear as pessoas que vão usar os serviços da cidade na alta temporada, quem são elas, o perfil delas. Em Osasco, a gente consegue identificar no detalhe quem usa o os benefícios da Secretaria do Esporte, porque Osasco tem um core muito forte em esporte. Então, cada cidade tem a sua característica. Bom, o governo passa a enxergar o cidadão 360. Então, eu tenho mais visibilidade de saber quem é a dona Maria na saúde, na educação, nas finanças. Eu faço um trabalho de conscientização dela para que ela não fache a consulta, não deixe de levar o filho à escola. Auxilio ela avisando o que que a criança dela comeu, o que que a criança dela tem de lição de casa. Então, eu dou um apoio também a à população que utiliza os serviços públicos. Eu tenho menos filas, menos deslocamento e aí você tem uma gestão mais específica também das praças de atendimento, porque todas as solicitações elas podem ser feitas via portal, aplicativo ou na própria praça de atendimento. Porém, numa única plataforma, se eu tô falando de integração de cadastro multifinalitário, eu tenho que integrar atendimento também. Uma coisa não funciona sem a outra. a comunicação passa a ser direta e vocês começam a trabalhar uma comunicação mais direcionada. Então, a partir dos dados integrados, eu desenho campanhas específicas, não só para cobrar a população dos impostos, mas para devolver a população respostas mais efetivas de como foi a consulta dele e pedir avaliação, como foi o processo de matrícula, como tá sendo a gestão escolar, o que que ela tá percebendo em relação à gestão escolar, inclusive o transporte escolar. Eu mapeio 360 essa família. E aí trago para vocês um pouquinho de como a gente pode trabalhar na prática. Três cidades clientes nossas, mais de 1.300.000 habitantes impactados, mais de 60 secretarias integradas e mais de 550 serviços totalmente digitais. E os serviços não estão separados por secretaria, eles estão integrados numa carta de serviço única. E eu consigo sair do histórico de demanda que tá preso em cada secretaria e começo a visualizar a análise preditiva na plataforma de quais serão as possíveis futuras demandas da população e por bairro georreferenciado. Então, sem a gente esquecer que para ser multifinalitário, eu preciso também fazer uma gestão eh geográfica dessa população. Com isso, eu tenho a justiça fiscal, eu cobro de quem realmente deve, a justiça social, que eu passo a ter recursos para devolver a população em benefícios sociais em saúde e educação. E eu tenho também um planejamento territorial da minha cidade, saber exatamente quais são as áreas que estão sendo invadidas, quais são as áreas que t população rural, as áreas urbanas, as áreas de maior densidade populacional, o ticket médio, né, o o como que é o perfil socioeconômico daquela população. Então, naturalmente, populações mais carentes demandam mais no serviço público, chega-se a um índice de 80% em alguns algumas regiões. Então, com isso a gente consegue mapear especificamente onde estão as áreas não cobertas pela administração pública. Além disso, eu trago um portal único, porque cadastro multifinalitário é mais do que um aplicativo de 156, é mais do que um portal institucional, ele vai muito mais além. a gente fala da lei de governo digital, onde eu tenho que ter uma plataforma única de todos os serviços da cidade com acompanhamento. Então eu consigo solicitar, acompanhar e muito importante avaliar. E aí você tem um impacto social, o impacto político e o impacto econômico direto na sua gestão do cadastro multifinalitário. Importante também, como eu tenho tudo mapeado, eu consigo entregar pro cidadão uma transparência nos processos. eu identifico exatamente quem é o cidadão, falo para ele quem ele é, o que ele consome do município. Isso eu atendo a LGPD e a Lei de Transparência Cidadã, que é um dos objetivos da Câmara. Então você consegue mapear tudo isso e entregar pro cidadão exatamente onde tá a demanda dele, pros gestores públicos e por secretaria também. Então, numa coletiva de imprensa, vocês não precisam ligar especificamente para alguém para pedir um relatório. Tá tudo ali em mão num painel gerencial de acompanhamento da cidade. E aí aqui tem um exemplo de um painel. Então, o prefeito consegue visualizar todos os indicadores estratégicos, as câmaras também. Hã, a Câmara Municipal consegue acompanhar toda a solicitação, tempo de atendimento, as os atendimentos georreferenciados, mapa de calor na cidade por período. Então você consegue antecipar inclusive demandas por características daquela região, uma visão completa desse cidadão dentro da solicitação. Pro cidadão do lado de lá, eu aumenta a percepção de valor porque ele tem acesso à informação. Consigo conversar com ele via WhatsApp, via Ph, notification do celular, via aplicativo e via portal. Então, não só vou cobrá-lo dos impostos, mas vou devolver para eles a avaliação que ele fez de serviço, quais foram as ações que a secretaria tomou para melhorar esses serviços, como que isso chega até mim. Eu lembro dele, da vacinação do filho, eu lembro da lição de casa, eu falo o que a criança comeu, se ela usou ou não o transporte escolar e aviso que ela tem que retornar paraa sua consulta periódica. é comprovado que a gente diminui significativamente o obenteísmo. Então isso é aumenta o repasse. O cadastro multifinalitário, além de todos esses benefícios, ele tem ele gera economia dos recursos públicos, porque eu tenho mais direcionado e eu começo a identificar como gestor público onde estão indo os recursos e onde a demanda está reprimida para eu direcionar os próximos recursos. Então, Campinas é uma cidade muito específica, né? Ela é uma potência econômica, política, é uma potência social, ela é mercado teste e ela continua sendo uma cidade muito relevante na região de São Paulo e não só pros municípios aqui. Então ela, mais do que necessário, é importante que ela lidere esse movimento de transformação digital e esteja adequada à legislação específica de governo digital. É como nós enxergamos do lado de cá, mas tenho certeza que vocês enxergam muito mais potencial do que eu mesma pra cidade de Campinas. Então, sem esquecer uma última fala, a multifinalidade é atingida através de um processo evolutivo de integração gradativa e interoperabilidade entre diferentes atores e dados temáticos ao longo do tempo. Foi muito bom ter, aliás, foi até um um uma contribuição muito valiosa da crise que está aqui, trabalha com produtos cidades inteligentes, de lembrar que a integração não vai acontecer de um dia para outro, ela é gradativa e ela é evolutiva. E a gente pode começar um processo de integração fragmentada eh em períodos de implantação. Então, eu posso começar por secretarias onde eu tô tendo maior dificuldade de atendimento, onde a percepção tá mais negativa e evoluindo. Nós já temos mapeados mais de 550 cartas de serviço com todos os fluxos e processos. Qual é o primeiro movimento que a gente tem que fazer? integrar as bases para realmente ter um cadastro multifinalitário. Então, traz todos esses benefícios a partir no processo de evolução, integração e de forma gradativa, porque a ideia do cadastro mult finalitário não é derrubar nenhum serviço, nem fazer a prefeitura parar. Muito pelo contrário, enquanto a prefeitura tá prestando serviço, a gente tá melhorando a estrutura e depois em algum momento vai convergir a parte estrutural com a ponta, que é o que chega até a população. Então, se eu puder fazer uma única fala, se vocês puderem sair dessa sessão, é que se precisarem trabalhar cadastro multifinalitário, pensem na ICON como parceiro estratégico. Muito obrigada, Jana. Realmente é uma brilhante apresentação, eh, é tudo que a gente mais sonha, a gente almeja paraa nossa cidade. Gostaria aqui de cumprimentar, pedir para subir aqui com a gente. Vem cá, Igor. Igor, vereador aqui, liderança da nossa cidade. Eh, obviamente que esse tema trouxe bastante, né, reconhecimento da parte dele, por isso que ele tá aqui presente junto com a gente nessa sessão aqui. Senta aqui, fica à vontade. Igor, se quiser dar um um boa tarde pra turma aqui, fica à vontade, meu irmão. Presidente, vereador Dr. e todos da mesa, em nome do Peterson, que eu já tive a oportunidade de conhecê-lo anteriormente, fazendo o trabalho em outras cidades. E é um prazer receber, presidente, né, ideias inovadoras aqui e eu que sou formado na área de TI, então eu adoro, né, eh discutir e participar dessas discussões. Então, parabenizar o senhor também pela condução e fico à disposição aqui. Gostaria agora de chamar a Cristina Cano para fazer a apresentação de cidades inteligentes ali, né? Você que vai falar agora ou foi o Peterson primeiro. Você vocês que vocês que vai não pode falar pode não precisa nem Pode ser aqui direto na tribuna. Tá bom. Tá bom. Perfeito, fica à vontade. Aqui nós estamos, né, em casa pra gente trabalhar aqui e discutir as melhores ideias para nossa cidade. Mas o que é importante que a cidade inteligente tem que tá pautada aqui o quanto antes. Campinas merece. Presidente, Dr. Enquanto ela organiza lá o material, queria agradecer aí o convite, o vereador Igor pela parceria aí, sempre entusiasta das melhores transformações que os municípios precisam, porque a gente fala que o deputado tá longe, o senador tá longe, mas o vereador, vossas excelências estão muito próximo da população. Então, sente na pele as dores, as angústias e são os maiores parceiros para poder ajudar a nossa empresa a buscar cada vez mais o atendimento na ponta, que é fazer o trabalho chegar do serviço público com eficiência, com qualidade, que dinheiro, principalmente recurso na educação, na saúde, a gente vê que não é o não é o motivo da má prestação. do serviço, mas sim é a gestão, né? O senhor como cardiologista, como médico de formação, né, presidente, você vê que eh o médico ele tem a sua rotina, mas se ele tiver prestando serviço paraa prefeitura, pro estado, e ter ali o o seu horário preenchido ao máximo para que a população seja atendida, ele vai receber o mesmo valor e a condução e o resultado resultado será maior e o sistema ajuda a pessoa a não perder aquele exame que tá marcado há 3, 2, 4 meses, que acaba passando. Só que aí um sistema que e uma plataforma que tenha uma comunicação efetiva vai lembrá-lo que naquele dia, naquele horário, ele precisa estar presente. caso ele já tenha outro compromisso, ele já deixa essa vaga, já avisa que não dará para outro munícipe que está precisando também numa numa hora de encaixe. Então, eh é você fazer gestão sabendo as políticas públicas e com quem você tem na cidade e as suas prioridades, né? Então, eh, a gente que passou pela vida pública, como meu caso, eh, eu falo que a tecnologia, bem dito pela Janaíra, é o meio, né? Não é o fim. O fim são os serviços que precisam ser religiosamente prestados. paga-se imposto para ter em contrapartida a oferta do que a população precisa, seja ela da classe A, classe D, E, ela tem que ter o mesmo acesso e as tecnologias vêm para democratizar o serviço e facilitar o acesso, independentemente de quem seja. É aonde a Jaina mais uma vez foi muito feliz o pertencimento que a pessoa tem com o município. Eu estou sendo muito bem eh assessorada, atendida, eh chamada pelo nome, pelo horário, sabendo que eu vou estar ali naquela hora, naquele dia para ser atendida para por tal médico. Isso faz uma diferença. Não é mais uma, não é mais um que está fazendo uso do serviço público, é a pessoa identificada, né? Então, parabéns a vossas excelências aqui que tem um trabalho brilhante na comissão de ciência e tecnologia do município e desejo aí muita sorte e que Campinas tenha a eficiência e o olhar para cuidar das pessoas na ponta. Muito obrigado. Não, perfeito. Belas palavras e realmente muito, né, importantes de serem ouvidas nesse momento em que a cidade, né, assume esse protagonismo tecnológico, mas que a gente, eu sempre tenho batido nessa tecla, o Igor sabe bem disso, que a gente precisa trazer também dentro dessa tecnologia condições de maior acessibilidade ou acesso à inteligência, né? Então, foi muito bem falado por você agora, Peterson, de que o cidadão que assume para ele, né, uma pessoalidade, ou seja, ele é tratado como um ser humano, um cidadão de verdade, não como um número, né, como um algarismo, eh cria uma uma sensação de dignidade, de reconhecimento que traz até, obviamente, até por não dizer politicamente um retorno, né, até pro próprio gestor público que tá ali querendo fazer o melhor pela sua cidade, mas muitas vezes sem trazer essa dignidade, esse carinho para com o seu munícipe. Então, realmente essa atuação e essa preocupação das cidades em, né, em trazer um uma utilização dessa inteligência que foi muito bem exposta aqui pela Janaira pro seu munícipe, realmente pode trazer toda essa diferença. Então, mais uma vez, parabéns pelas palavras. Deixa eu ver se a Cris já tá a apostos paraa sua, pro seu bife de cidade inteligente. Cris, você vê que eu te peguei de calça curta que de repente eu pedi para você apresentar, mas acho que é interessante pra gente mostrar para os nossos audientes aqui, para quem tá na audiência, tanto presente quanto também nas redes sociais pela TV Câmara. Acho que é um assunto de muita importância. Seja bem-vinda. Você vai pra tribuna, quer fazer por aqui? Pela sua, pelos por aqui mesmo. Então tá bom. Por aqui fica. Pode ser por aqui. Dá. Pode, sem problema. Obrigada, Dr. Inco, pelas palavras. Vamos lá. A gente vai mostrar agora um pouquinho de um case aqui, um cliente nosso, que é a cidade de Osasco, tá? Então aqui a gente tem eh um uma todo o conceito tanto deste site pelos todos os serviços que são acessados por aqui ou pelo app, né, eles estão estruturados no que a gente acabou de falar, esse contexto todo de cadastro multifinalitário e que vai muito além do território, são as pessoas dentro do território. Obrigada. Vamos lá. Eh, por gentileza, nossa amiga. Bom, ali a gente, se puder ir descendo um pouquinho, por gentileza. Hã, ela. Bom, aqui a gente tem toda essa parte de de comunicação, né, da cidade. Descendo um pouquinho, mais um pouquinho, por gentileza, aqui a gente tem um conceito desse conheça a cidade do ponto de vista eh quais são os dados públicos e tudo que as pessoas todas podem acessar, moradores e não moradores, tá? Então por exemplo, aqui, se a gente clicar no tempo de espera emergências, por gentileza. Ah, garota, obrigada. A gente tem aí. Foi, não tava. Tá. Obrigada. Muito obrigada. Aqui a gente tem um conceito, por exemplo, que qualquer pessoa, morador ou não morador, que estiver em situação de emergência na cidade, ele pode clicar ali no appu ou no portal e enxergar em tempo real quais são as minhas filas para eu poder decidir, né, em qual UPA ou qual por socorro seria mais adequado eu ir. Se eu tenho uma pessoa que é criança ou uma pessoa em situação de emergência que é um adulto, então eu tenho a quantidade de filas, minutos. Desce mais um pouquinho, por gentileza. É, então, basicamente, se eu clicar num deles, por exemplo, eu consigo dizer a quantos quilômetros eu tô dela. Pode clicar nele, num deles. Isso. Isso. Por exemplo, exatamente aqui eu tenho a fila zero. E onde é que eu estou, né? Eu estou no Airosa. Então, nessa nesta eh neste pronto atendimento, eu tenho fila zero e eu tenho aqui eh se eu tivesse aqui pelo app, ele já me diz quanto eu tenho de quilometragem, né? E quais os ônibus eu pego para chegar aí, tá? E como é que é o funcionamento do local, sempre em tempo real. A ideia é dar pro cidadão toda todas as informações para ele ter uma melhor tomada de decisão, tá? Então vamos sair um pouquinho, por gentileza. Vamos voltar já mais um. Vamos voltar mais um, por gentileza. Obrigada. Boa. Eh, se eu clicar, por exemplo, você pode ir na próxima bolinha aqui. É, pode mais. Calma. Isso. Por gentileza. Aí, se eu clicar aqui, eu posso ver, eu posso dizer: "Olha, hoje eu vou sair, por exemplo, para quero jogar". Então, eu quero saber o que eu tenho de esportes acontecendo na cidade e o que eu tenho. Então, hoje eu quero sair para jogar xadrez com os meus amigos. Então, eu vou lá e descubro quais são os lugares que eu tenho. Então, o que que eu tenho? Eu tenho quadra poliesportiva, né? Onde eu tenho? Se eu para ir nesse lugar preciso levar lanche. Eh, como é que eu me programo para sair, né? Preciso levar um lanche, eu tenho lá um lugar para comer. Eh, eu posso jogar futebol, fut vôlei, vôlei de praia. O que que eu tenho nesses centros? Eu consigo programar melhor a minha saída aqui? Então, exato. Pode clicar num desses, por favor. num dos ícones quaisquer, por exemplo, então aqui sim eu tenho, por exemplo, é um complexo aquático, né? Então como é que, qual é a regra de funcionamento para esse complexo, né? Como é que eu chego e como é que funciona no fim de semana? E aí as fotos aqui, por exemplo, do que eu tenho no lugar e como é o lugar, porque muitas vezes a gente não conhece e não acessa esses equipamentos públicos da nossa cidade, né? Muitas vezes a gente vai pra cidade vizinha e a gente tem uma riqueza imensa. Vai num bairro vizinho, né? A gente vai para um grande parque e aqui do lado a gente pode explorar um pouco mais. Vamos sair um pouco, por favor. Eh, vocês viram que ali eu tenho também a toda essa parte de acessibilidade, né, mapeada. Mas se eu sair daí, por exemplo, por gentileza, volta lá de novo. Eu tenho aqui eh volta mais a outra aí, acessibilidade, por gentileza. Aqui, ó, do outro lado aqui da borboletinha em frente, em cima da borboletinha, tem uma área aqui de acessibilidade. Então você, como ele falou, ele é como a Jana falou, ela não tá por, ela tá por grandes temas, né? Então, o que que eu tenho de acessibilidade? Se hoje eu vou sair com alguém com baixa mobilidade, eu vou levar minha avó para passear. Então, onde eu posso levar? O que que eu tenho, né? Então, o que eu tenho de acessibilidade em cada ponto da cidade, tá? Eh, e como todos os outros, eu tenho, por exemplo, se ele é amigo dos animais, né? Que tipo de animal eu posso levar, qual é a estrutura, se a minha família é um animal também, tá? Então, ele tá todo tematizado. Volta um, por gentileza. Volta um. Então, aqui eu tenho, como vocês já viram, os tempos de espera. Eh, vamos descer mais. Ah, que ela entrou direto na história do município, né? Beleza. É, pode voltar um para mim, por gentileza. Muito bem. Vai lá, clica no início, por gentileza. Beleza. A, esse banner também ele é todo, tudo isso é configurável a partir de um outro sistema que eu administro todo o conteúdo. Tá descendo um pouquinho. Pode descer. Aqui eu já preciso, aqui eu já preciso de um login para entrar, porque são serviços específicos paraa população. Os que a gente explorou lá em cima são aqueles abertos a todos os públicos. Aqui eu já preciso me identificar antes de acessá-los, porque é aqui onde eu consigo pedir um algum alvará específico, uma certidão de uso do solo. É tudo aqui, tá? Então aqui é mais focado eh em serviços para e cidadãos de modo eh habitantes e moradores, contribuintes. Aqui eu consigo pedir, por exemplo, serviços relativos à a à tributação, o tributário do município. Eh, trabalhos, trabalho e renda. Eu tenho uma série de capacitações, uma série de inscrições em programas específicos, eh, licenças, alvará, permissões aqui. Então, se eu clicar em qualquer um deles, eu tenho acesso tanto à carta de serviços que me diz quais são as regras para acessar aquele serviço, o que eu preciso de documentação de requisito e a partir daí eu já acesso e posso solicitar a partir de um clique, tá? Então, essa descenda um pouquinho, tá? Aqui já não tenho. Até aqui eu poderia explorar um pouco das agendas, né? O que vai acontecer na cidade, quais são os próximos eventos. Em Santos a gente vai explorar quais são as agendas pra área de serviços, né? Quais são as próximas manutenções, onde a cidade vai parar, o que vai me impactar, qual é o meu cronograma eh de execução de trabalho na rua, por exemplo, onde eu vou parar para soltar, quando começa a minha grande obra, né? Então, porque isso vai impactar a população, isso muda completamente a percepção que o cidadão, as pessoas tem daquela cidade, né? uma maturidade, você pode mostrar uma maturidade de gestão. Então essa é a a proposta que a gente tem para cidade inteligente. A partir do que a gente tem aqui dessa carinha, tudo que entra exige uma tramitação. Então, todo qualquer pedido, ele entra para uma análise técnica, provavelmente primeiro administrativa, no segundo momento técnica, em que eu tenho uma série de requisitos legais e requisitos técnicos que me fazem dar algum parecer, que me fazem dar alguma algum parecer técnico e uma tomada de decisão. Isso facilita para também para os servidores que ao longo do tempo eles conseguem, a gente consegue facilmente identificar o porquê daquela decisão naquele momento histórico, porque muita coisa muda, assim como o planejamento urbano, né? Ora, eu tenho uma priorização de desenvolvimento econômico numa área da cidade, por isso eu tomei uma decisão diferente, né? Então, ao longo do tempo eu consigo resgatar isso mais facilmente, tá? e ficam registrado todos os todas as documentações, os porquês. Por exemplo, se eu tenho um alvaral, uma tomada de decisão, o porque eu tomei aquela decisão, o que eu tinha de eh informação territorial, o que eu tinha de informação social ali daquela região, né? todos os documentos aprovados, todo anexado e guardado aqui para que a gente tenha um prontuário, um cadastro geral muito enriquecido ao longo do tempo daquele imóvel ou daquelas pessoas atendidas naquele momento histórico. Que maravilha, Cris, muito bom, viu, Cristina? Parabéns mais uma vez, viu, Cristina? Vamos pela apresentação. A gente assistindo na prática como a inteligência, né, dos dos recursos, ou seja, a aplicabilidade, né, da tecnologia paraa inteligência, integrando, né, e o cidadão, acima de tudo, se sentindo parte, né, do município onde ele vive. Ele ele se sente um real consumidor, né? Porque ele paga os impostos ali e todo lugar que a gente frequenta hoje em dia, principalmente com a internet, a gente é muito bem cuidado no aplicativo lá de uma empresa de telefonia, de uma empresa de de energia, de água e saneamento, mas por que não o munícipe, né, que é um cliente da sua cidade, não ser não ter não ser contemplado dessa forma. Realmente parabéns pelo trabalho de vocês da empresa. É algo que a gente espera muito que a nossa cidade aqui que Campinas, né, possa trazer para os seus cidadãos o quanto antes possível. Agora vamos partir para as considerações finais aqui do grupo que assume aqui hoje essa tribuna e enfim. Posso dar a palavra agora para você, perto só para suas considerações finais, presidente Dr. na pessoa do Igor, agradecer toda a casa aqui de leis de Campinas, saber que vocês enxergam na empresa e com uma solução que é pra melhoria do serviço público, pra entrega do serviço público. E a gente vive hoje na era da comunicação, né, presidente? Então, a comunicação e a relação com o cidadão, ela tem que ser efetiva, até pelo que o Vossa Excelência disse agora, eh, ela se sente valorizada, paga o imposto e tem de volta o seu reconhecimento e saber que ela está sendo mencionada, tá sendo preocupada, tá sendo cuidada, né, que o poder público existe. O mandato, o mandato ele tem prazo de validade, mas a política de estado ela tem que permanecer. E eu vejo hoje que a tecnologia ela pertence mais uma política de estado que a gente estava falando ali antes da nossa audiência do que uma política de governo, né? Porque quem chega tem que dar continuidade e melhorar o que existe e não acabar por questões ideológicas de vontade política que talvez dificulte as empresas de tecnologia que o poder público hoje tem. Porque além de falta de investimento e vontade e interesses políticos, ela acaba desenhando inúmeros sistemas. Eh, vira uma caixa, uma caixa de coxa de retalho, uma caixa que ninguém consegue decifrar e e acessar e isso dificulta a prestação do serviço e do próprio gestor, né? Porque o gestor, quando ele tem conhecimento da sua população, das suas prioridades, ele sabe no que ele vai remanejar no orçamento do ano seguinte para poder entregar o serviço com maior qualidade, seja eh exemplos de creche, eh posto de saúde, UPA, UBS, eh inúmeras eh equipamentos que com os dados na mão, né, a política eh, facilita na hora de fazer uma gestão ativa e não reativa, né? Um exemplo que que nós temos hoje, aos 60 anos, quando a pessoa atinge a a idade que é pela pelo Estatuto da Pessoa idosa, ela não precisa fazer requerimento e nem se apresentar na prefeitura para ter seu certificado de uma pessoa idosa. Cartão de estacionamento, o cartão de estacionamento já vai automático no dia do aniversário dela. Isso mostra que, ó, tá vendo? O município sabe que eu estou fazendo 60 anos hoje e já disponibilizou o que é de que é do meu direito, né? Então, é essa a diferença que a gente tem hoje nas cidades e e cada vez mais tenho certeza que pelo investimento, pelas demandas e pelo aprimoramento que que os técnicos, os os diretores de produto fazem, presidente, eh é sempre para melhorar aquele segundo a terceira casa de leis na sua magnitude do estado de São Paulo. Acho que só São Paulo e e Guarulhos, que são maiores que Campinas. E deixo aqui um registrado, presidente, eh que em 2017 eu, secretário de fazenda em Guarulhos, nós lançamos, é minha a tese da cobrança do da área de de PT, de aeroportuária para cobrança de PTU. E eu sempre foquei na justiça fiscal. E aqui o secretário chamava Tarciso e ele só não lançou 17 para 18 porque precisava de uma lei aqui na Câmara para regularizar. E é por isso que a Câmara Municipal de Campinas tem uma grande importância e um grande valor que só depois de regularizada aqui nessa casa que em 2017 18 ele pôde lançar o IPTU da aeroportuária do aeroporto de Viracopos e eu em 17 já tinha lançado do aeroporto de Cumbica. Parabéns. Muito obrigado. Muito bom, Peterson. gostaria de passar a palavra paraa Cris, só para concluir aqui alguma consideração final. Cris, bom, a nossa oportunidade aqui, eu agradeço bastante e dizer principalmente que se a gente quer inverter um pouco dessa lógica eh e dessa percepção que a população tem, seja do executivo, seja do legislativo, a tecnologia pode ajudar. É ela quem pode dizer de fato aqui a gente faz muito mais do que às vezes a gente é percebido. Então a melhor forma é poder comunicar o que a gente tá fazendo, né? Esse acho que é um um caminho que não só aproxima, mas desmistifica, né? Eh, e a gente fica à disposição de vocês, né? Conte conosco no que for necessário. Muito obrigada, gente. Muito obrigado também. Agora as considerações finais da Jana França. Obrigada pela oportunidade de estar aqui compartilhando com vocês e promovendo essa discussão inicial sobre cadastro multifinalitário. Senhor presidente, e uma coisa muito importante, em menor ou maior grau, antes de sermos gestores públicos e servidores públicos, nós somos cidadãos. Nós já utilizamos serviços públicos em maior menograu. A gente sabe quais são as dificuldades. Então, como eu trabalho com a experiência do usuário na empresa, eu lembro sempre do chapéu do cidadão. Qual é a dificuldade que eu tenho de marcar uma consulta, um exame, de matricular um criança, como eu já tive que matricular meu filho, ir pra creche de madrugada para conseguir uma vaga. Então, a gente não pode esquecer como que se vive lá na ponta. Eu não deveria depender de conhecer alguém na gestão pública para ter acesso a um serviço, porque a gente tem que fazer acesso, né, republicano para que todos, independente de quem eu conheça, independente de qual classe social eu participe, eu tenha acesso. Então é isso que me move. Então fico muito feliz em estar nessa oportunidade de estimular essa discussão, porque eu também sou cidadã e como todos vocês, eu tenho as mesmas dificuldades de acessar os serviços públicos. Muito obrigada. Perfeito. É isso mesmo. É por aí que a gente entende, né, que nós vamos conseguir melhorar a qualidade, principalmente, né, de utilização do serviço por parte da população e a prefeitura, né, e os governos trazerem essa oportunidade de um melhor atendimento. O meu companheiro de bancada aqui, o meu grande amigo aqui desta casa, o vereador Igor Diego, trazer aqui as suas considerações finais. Vereador Igor Diego, muito obrigado, presidente, Dr. Ianco, parabenizar já a Cristina, o Peterson, a Janiira pela as a apresentação, explanação. Ô, Dr. Ianco, nas minhas considerações finais, o que que me chama atenção nesse tema, vamos falar um pouco da prática. Como que eu vejo isso? Eh, a gente, né, teve apresentação técnica, uma apresentação do produto final, que é o case de Osasco, mas na prática para para pensar por que que me chama atenção, e eu gosto desse tema. Se você hoje pensar assim, Igor, nós temos 33 secretarias e nós temos 33 bancos de dados. É como se tivesse 33 prefeituras que não se conversam entre si dentro da cidade. E o cadastro eh multifinalitário é o esforço de uma empresa ou de uma gestão unificar tudo isso para ela paralelamente, sem influenciar nas políticas públicas de cada secretaria, mas para que se faça uma sala de situação onde nós, né, junto com a gestão municipal possa eh fazer alguns indicativos na prática. A pessoa vai lá numa porta de entrada do cadastro único, que é um CRAS do município. Ele fez o cadastro, tá numa situação difícil, vim aqui. O que que tem para mim? Por que que o cara tendo essa característica, estando dentro, ele depois tem que ir lá na SASA pedir a conta social? Não tem porquê. Sabe por quê? Porque o cadastro da assistência social não conversa com a Senasa e depois ele tem que ir lá no outro do trabalho renda fala: "Ó, tô precisando de um trampo, tá difícil as coisas". Então ele tem que ficar perambulando na cidade, sendo que o município hoje tecnicamente conseguiria ajudar ele já em tudo. Falar: "Ó, cara, você veio aqui, pô, vamos dar uma um benefício, você tem direito aqui, vai ter o cartão nutrir para dar uma forcinha". Mas, ó, já vi aqui, o pessoal do trabalho e renda vai te ligar porque eh entrou no nosso sistema aqui um alerta que tem uma vaga no seu perfil. Ó, Sana, mês que vem a conta vem tarifa social, tá bom? A gente já viu eh dando um exemplo, porque a Defesa Civil junto com o cadastro multifinalitário, com o meio ambiente, ele se conversa. O Reurb, que é imobiliário, hoje a gente entrega a matrícula para milhares de pessoas, foram mais de 21.000 1 pessoas que pegaram o Reúb. Só que essas pessoas elas têm saneamento básico, a Sanasa sabe que elas precisam, já tem um processo andando junto e o pós reurb, o que que a gente vai fazer para melhorar agora a vida daquela pessoa? Então, eh, essas informações com com uma um painel de situação, é isso que a gente consegue alcançar e até o vereador indicar emendas de maneira mais assertiva, né? Então, quando a gente fala em cadastro multipinalitário, eu acho que é isso, é a gente chegar numa sala de situação onde ali tem a os indicativos, os demonstrativos, os desafios da cidade de Campinas, é, eh, tanto com a saúde contra a educação. Hoje eu sei quantas crianças na escola ou na creche tomaram a vacina. Tô fazendo campanha aí de vacinação, mas qual o escola? Eu preciso fortalecer a campanha. Então, com cadastro multifinalitário, a educação enxerga isso. Olha, a nossa campanha tem que se esforçar na região tal, tal, tal. As nossas crianças ali estão mais vulneráveis, né? Dando exemplo prático, doutor, eles são infinitos, né? Eles são infinitos. Nós estamos no mês da violência contra os idosos. Tivemos aqui um debate muito bom. Aí eu faço uma pergunta. A Secretaria de Segurança, ela me entrega o cadastro. Onde estão esses idosos para que no ano que vem eu possa indicar a emenda para fazer o trabalho? A gente não sabe. Então, pô, porque a Secretaria de de Assistência não consegue enxergar onde que estão os idosos, qual o distrito de Campinas, a gente tem que começar a fortalecer essa política pública. Então, fica difícil pra gente ser um pouco mais assertivo e melhorar a vida das pessoas. De fato, eu usei alguns exemplos que eu lembrei aqui de cabeça, né? Mas eu acho que uma cidade como Campinas, que é a capital nacional de ciência e tecnologia, a gente pode avançar nesse tema. Eh, acredito que esse cadastro, né, com com os filtros ali bem definidos, a gente vai melhorar a vida de muitas pessoas. Então, parabéns pelo tempo que o senhor dispôs aqui da comissão, né, pra gente debater esse assunto e parabéns a todos que se propuseram aqui também vir ajudar a nossa cidade. Obrigado. Muito obrigado também pela contribuição, vereador Igor Diego, né, que é uma liderança aqui da nossa cidade e, né, um vereador muito atuante e preocupado principalmente na na melhoria, né, eh, significativa e verdadeira pros cidadãos, né, da cidade de Campinas. Eh, concordo em gênero, número e grau com o que você falou agora, né? E o cadastro, né, multifinalitário realmente traz sim, né, uma amplitude grande em relação ao conhecimento de que cada pessoa tá, as vulnerabilidades, as dores e tudo que pode ser equacionado com um cadastro que situe esse cidadão nas suas mais divergentes e diversas, né, eh, complicações e e dificuldades. Então, realmente a cidade de Campinas, né, que eu reforço mais uma vez, eu não me canso de comentar e vou sempre comentar que Campinas é a cidade mais tecnológica, mas precisa trazer mais inteligência pros seus quadros. falta essa inteligência e eu tenho certeza que não falta vontade política, mas falta talvez iniciativas e trazer parceiros como, né, alguma várias empresas que tem no setor para ajudar a cidade a se desenvolver nesse sentido. Eu realmente sou entusiasta, né, no começo aqui da nossa sessão estava conversando, né, com os com os líderes aqui da empresa Eon sobre as dificuldades que a nossa cidade, cidade de Campinas, tem. é uma cidade muito grande, com uma cidade muito populosa, com desafios geográficos muito relevantes. Nós entendemos, né, que nós temos muitas áreas de invasões e tudo mais. Então isso dificulta bastante inclusive até o cadastro desses munícipes que muitas vezes são desconhecidos do próprio município, né? Em em decorrência da vulnerabilidade social que é imensa, muitas vezes esses munícipes passam a não ter nem como serem cadastrados. Então esse é um grande desafio que também nós temos que buscar para que a gente consiga fazer, né, o cadastro multifinalitário de pessoas que muitas vezes estão à margem, né, da cidadania. Então, realmente é uma discussão muito ampla, viu, Igor? A gente tem que trazer mais vereadores para essa discussão. Eu acho que é um assunto de muita importância, né, paraa gente não ter pelo menos uns 10, 20 vereadores aqui para discutir. Eu acho que a Campinas merece e precisa dessa iniciativa por parte desta casa, principalmente, que é a casa que representa de verdade a cidade de Campinas. Eh, a gente precisa trazer mais pessoas para essa discussão que é muito, muito, muito importante. Então, mais uma vez agradecendo a presença de todos vocês aqui hoje, agradecendo a todos vocês que aqui vieram prestigiar pessoalmente aqui nessa casa de leis e a todos vocês que nos assistem pela TV Câmara, pelas redes sociais. A gente concluiu aqui a nossa missão dessa quinta reunião ordinária da Comissão de Ciências, Tecnologia e Inovação. Acho que com bastante entrega a todos vocês que prestigiaram e com o compromisso de continuarmos à frente dessa pauta para que a gente consiga trazer, sim cada vez mais inteligência à nossa amada cidade de Campinas. Uma boa tarde a todos. Muito bom. É isso aí. Vamos para todos. 3:44. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Encerrada, portanto, a reunião da Comissão Permanente de Ciência, Tecnologia e Inovação. O presidente, o vereador Dr. Ianco já está aqui ao meu lado. Vereador, este assunto, né, de transformação digital, eh, cidade inteligente, é algo que a cidade de Campinas e ela pode ganhar, tanto do ponto de vista da administração pública, mas também do cidadão. Boa tarde. Boa tarde. Mais uma pauta aqui concluída com sucesso, né, pela nossa querida comissão de ciência, Tecnologia e Inovação. Eu sempre falo que Campinas é realmente a cidade mais inteligente, mais eh digital da condição aqui metropolitana, talvez do Brasil inteiro, né, mas da parte de, né, do ponto de vista de inteligência, a gente ainda precisa construir muito. Realmente os assuntos aqui tratados foram muito importantes, principalmente a questão de um cadastro, né, multifinalitário que traz todos os cidadãos para um cadastro que se integrem nas diversas secretarias. São muitas secretarias na cidade, mas cada secretaria assume o seu protagonismo e os munícipes ficam às vezes sem uma convergência de dados. Eu acho que esse cadastro, né, multifinalitário que foi proposto aqui hoje, né, por uma empresa do setor, eh, ele traz a importância e a relevância e traz também o munícipe, né, o cidadão, à luz da governabilidade, do que a cidade oferece, a qualidade do serviço que a cidade oferece e o que pode e o que precisa ser melhorado. Então, realmente, foi bem interessante a reunião. Peço que todos assistam e possam, né, complementar os seus conhecimentos. A gente pode dizer então que do ponto de vista paraa administração pública é na questão de saber a solicitação do cidadãos, o tempo de atendimentos na área da saúde, por exemplo, cumprimento de prazos, indicadores de desempenho e pro cidadão é fila de espera em um determinado centro de saúde, quais são as opções de esporte na cidade, fila de espera em educação. Seria isso? Exatamente. Trazer pro cidadão, né? O cidadão passa a ser realmente um consumidor. Nós temos muitas empresas privadas trazendo esse tipo de serviço ao seu consumidor, mas o cidadão, na grande maioria das cidades do Brasil, não tem esse mesmo tipo de tratativa, de tratamento. Então, a, né, a proposta é trazer o cidadão como um consumidor. Então, ele quer praticar um esporte, aonde que tá aberto, onde que ele pode jogar um basquete, jogar um futebol, ah, ele precisa passar no num atendimento, né, de saúde. quais os postos que têm uma fila mais reduzida para ele procurar. Até isso melhora muito a condição e a qualidade do atendimento na saúde. Além disso, acessibilidade, aquela pessoa com dificuldade de mobilidade, ela onde ela pode ser atendida de uma forma eh igualitária, de uma forma, né, com condições de de qualidade. Então, realmente é muito importante. Acho que esse tema é bastante interessante e de novo trazendo, né, a tecnologia na qual Campinas assume protagonismo e juntamente com inteligência para trazer cada vez melhor qualidade, né, de condição de vida para cada munícipe aqui da nossa cidade de Campinas. Ô vereador, nós encerramos este primeiro semestre, né, e a Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação trouxe este tema, né, da questão da transformação digital. Esse é um grande desafio para uma metrópole de Campinas, uma cidade tão grande, conseguir fazer essa integração entre o cidadãos. Sim, esse é um grande desafio, né? Eu tava falando aqui também na pauta durante a reunião que Campinas assume algumas características que talvez possam trazer certo prejuízo. Uma cidade muito grande, muito populosa, com uma condição geográfica às vezes que não é tão adequada. Então é um desafio muito grande, é um desafio que traz, né, pra prefeitura, né, pra gestão do prefeito Dário, do vice-prefeito Vanderlei de Almeida, eh um olhar mais focado, um olhar mais dirigido para que a gente consiga, né, trazer esses cidadãos, esses munícipes para essa realidade e sim, né, obviamente integrando tecnologia e inteligência, trazer cada vez mais qualidade de vida para esse cidadão. E para isso acontecer, além de empresas privadas, uma cidade como Campinas, que tem diversas universidades, dá para explorar para em busca dessa cidade inteligente? Sem dúvida. Nós fazemos muito isso, né? Acho que a cidade busca essa parceria com as universidades, com os centros de pesquisa, mas é o que eu volto a dizer, esta casa, né, a Câmara Municipal de Campinas precisa focar mais para esse assunto, né? Hoje estava aqui presente, tinha um vereador Igor, mas a gente precisa de mais vereadores aqui, né, participando dessa comissão para trazer ideias e para trazer mais desenvolvimento e trazer mais parcerias para que a gente consiga sair, né, dessa condição de de estabilidade, nessa condição de inércia, né, de paralisação para uma condição real de mobilidade, de movimentação, para que a gente traz a gente consiga trazer efetivas mudanças pra população. Acho que esse é o grande desafio, trazer a participação dessa casa, trazer a participação dos cidadãos para que a gente consiga trazer efetivamente mudança na vida das pessoas aqui da cidade de Campinas. E estes assuntos certamente vão aparecer no segundo semestre. Como é que você enxerga a comissão no segundo semestre de 2026? Essa é a nossa missão, né? Essa é a o grande desafio, a gente trazer sim primeiro uma participação maior, não só da população, mas também dos vereadores aqui, né? dos nossos colegas aqui de da nossa Câmara Municipal de Campinas, de todas as bancadas, né, a bancada governista, até mesmo a bancada de oposição, que a gente traga todos para essa discussão. É uma discussão de muita importância. Eu volto, eu sou às vezes redundante e repetitivo no sentido de que nós precisamos trazer essa inteligência que é praticada em várias cidades com sucesso. Eu sempre falo, nós temos que nos atentar ao sucesso das cidades que estão indo bem, trazer para Campinas. Campinas é referência, é a segunda, né, cidade do do estado de São Paulo, que é o estado mais importante e maior do do da federação. Então, nós precisamos trazer para Campinas experiências vencedoras de outras cidades. É muito importante que a gente consiga trazer no segundo semestre discussões como essas aqui para essa comissão. Muito obrigado e uma boa tarde. Eu que agradeço a todos. Uma boa tarde a todos. E eu agradeço você aí de casa pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação. Lembrando que hoje é segunda-feira, é dia de reunião ordinária, a 39ª do ano, a partir das 6 horas da tarde, os vereadores vão se reunir para discutir e votar os nove projetos que estão na pauta. Até mais. TV Câmara, Campinas. Chega a Campinas o festival Artes pela Paz. Um movimento para quem acredita na mudança e faz a paz acontecer com atitudes no dia a dia, com arte, música, poesia, dança, oficinas, encontros e apresentações artísticas, além de podcasts, microvídeos e documentários. De 25 de abril a 27 de junho, o Centro de Convivência Cultural de Campinas se transforma. Acesse linket/festivalartespa pazic.
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