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1ª Parte: Palestra “Quando a Experiência Encontra o Propósito
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1ª Parte: Palestra “Quando a Experiência Encontra o Propósito

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1ª Parte: Palestra “Quando a Experiência Encontra o Propósito 22/06/2026

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TV Câmara ao vivo até 17:50 o professor ele vai tentar TV Câmara Campinas. Olha. Olá, uma boa tarde. A partir de agora você acompanha ao vivo a primeira parte da 39ª reunião ordinária que, por iniciativa do vereador Luiz Cirilo, convida o palestrante Augusto César Maia para uma palestra com o tema quando a experiência encontra o propósito, transformando história em legado. Com a palavra o vereador Luiz Cirilo. Boa tarde a todos. Declaro aberta a primeira parte da reunião ordinária da Câmara Municipal de Campinas, onde eu tô tendo o privilégio de receber na tarde de hoje o professor Augusto César Maia, ele que é psicólogo e ele vai tratar de um tema extremamente importante, principalmente para aquelas pessoas com 60 mais. E para quem ainda não tem 60 mais, um dia Deus vai abençoar dessa pessoa atingir essa idade, né? Então, é um tema extremamente importante para todas as faixas etárias. E sobre o tema que ele vai abordar hoje é quando a experiência encontra o propósito. E o professor Augusto, ele tem uma frase que foi oportuna, eh, no momento e convém que eu repita agora, que parece muito isso, né? Às vezes a pessoa com uma certa idade, ela fala: "Olha, eu já tô eu já tô eh eh com com com as com os planos aqui na vida terrestre totalmente realizados. Eu já fiz o que podia, o mercado e trabalho não quer mais, a família já me trata de forma diferente e e a conversa, palestra, a a a fala do professor Augusto César Maia vai na contramão de tudo isso. é a valorização humana, a valorização da experiência humana. E todo aquele percurso que a pessoa e realizou ao longo da vida é extremamente útil, até no sentido de orientação aos mais jovens. Então, com muito prazer, eu já vou passar a palavra ao professor Augusto, mas eu quero citar aqui do nosso lado esquerdo o pastor Edivaldo Leo Filho, que ele é o ministro de confissão religiosa da Igreja Adventista. Muito obrigado, viu, pastor? Eh, do meu lado direito aqui, o Dr. Antônio Romano de Oliveira, que é assessor jurídico da CETEC, e o autor intelectual da reunião de hoje. Foi ele que sugeriu, foi ele que me ajudou aqui que nós encontrássemos na pessoa do professor Augusto, a possibilidade da gente fazer um diálogo, uma discussão tão importante. E do lado direito nosso, o senhor Sérgio Menezelo, ele que é empresário do setor de restaurantes do restaurante Nutrir. Muito obrigado, viu, senhor Sérgio? Eu não posso deixar de registrar algumas pessoas extremamente importantes que aqui estão, que a Solange Yosino, líder do Clube dos Aventureiros, o Gleisson Gonçalves, que é o líder dos desbravadores do clube Ômega do Jardim Indianópolis e UD Pereira, desbravadora. desbravador. Tá escrito certo. Eu que fui pronunciar errado. Yude Pereira, desbravador. Natanael Yosino, também desbravador. E eu lembro a todos que eu me orgulho muito, que eu eu sou autor de uma lei que contempla a a o dia do aventureiro no município de Campinas e o dia do desbravador no calendário municipal. Temos essa lei aí. Bom, mas o que importa hoje é a fala do professor Augusto. Professor Augusto, é um prazer recebê-lo, como eu havia dito, e o senhor tem a palavra aí para que a gente possa eh discutir, entrar num processo de reflexão sobre esse importante tema. OK. Boa tarde. É um prazer poder estar aqui com vocês. Agradeço o convite do Romano de estar participando desse momento de diálogo. Agradeço também o Dr. Luís Cilírio promovendo, né, essa reflexão. Isso é extremamente importante. Nós vamos estar refletindo aqui sobre um tema que é extremamente atual, necessário, né? E quando eu coloquei esse tema, né, quando a experiência encontra o propósito, eu gostaria de começar com uma pergunta, né, fazendo uma pergunta retórica, né, o que que acontece, o que acontece quando uma sociedade passa a valorizar só o que é novo? Você imagina assim, a gente tá num momento onde tudo que é novo é que tem valor. Um novo celular, um novo carro, eh, o novo é o que é importante. Tem algumas pessoas que chegam uma idade que até quer mudar de mulher, né? Quer ter uma nova mulher, nova, mais nova. E isso também já era um problemaço. E quando eu fiz essa pergunta, me veio uma história, eu ouvi. Essa história, eh, há alguns anos me marcou profundamente. A história conta que numa pequena cidade, né, existia uma antiga biblioteca. Era um prédio não eh não moderno, um prédio antigo, né? eh não possuía computadores sofisticados, nem tecnologia avançada. Suas estantes eram antigas, seus móveis desgastados pelo tempo e muitos acreditavam que ela já vinha havia cumprido o seu papel. Com o tempo, as pessoas começam a dizer: "Não tem mais o que fazer, é ultrapassada, não tem o que contribuir, não que trazer, eh, já passou o tempo, não serve mais para nada, né?" Mas aí a história continua com passados anos e um dia houve um grande incêndio nessa cidade, né? Um grande incêndio que atingiu boa parte da cidade e comprometeu a história da cidade. Toda a estrutura foi comprometida e as pessoas ficaram meio que em desespero porque não tinha mais memória, porque as memórias foram queimadas, destruídas, né? E aí eles lembraram: "Ah, mas a biblioteca ficou tacta. Vamos lá olhar pra biblioteca, ver o que sobrou". Quando suas portas foram abertas, descobriram algo extraordinário. Ali estavam preservadas as memórias da cidade, as histórias das famílias. Aí a família, a nossa história aqui, os pioneiros, olha a história dos pioneiros. Então, as pessoas ficaram encantada, né? Naquele dia, a cidade compreendeu uma verdade que havia esquecida. A biblioteca era valiosa, apesar de ser antiga. Não é porque é antigo que perde valor. E a gente tem hoje uma sociedade que determina que as pessoas são valiosas pela idade, né? E a biblioteca era valiosa exatamente porque era antiga. Esse era o grande valor, né? aquilo que parecia ultrapassado era na verdade vital, insubstituível, né? Enquanto eu refletia sobre essa história, percebi que ela não falava apenas de biblioteca, de livros, de histórias. Ela falava de pessoas, homens e mulheres. E aí a gente entende um pouquinho isso, né? Homens e mulheres que carregam décadas de experiências, lutas, aprendizados, vitórias, cicatrizes. Essas pessoas estão aí meio abandonadas, deixadas de lado, já não servem mais, né? Vivemos numa cultura que muitas vezes exalta a juventude, o novo, a velocidade, a novidade, mas existe uma riqueza que parece que as pessoas esqueceram. Essa riqueza, ela só vai ser produzida com o tempo. É uma riqueza que não adianta você novo querer ter, que você não vai conseguir. Só com o tempo é que você vai conseguir. Ainda vivemos hoje situações semelhantes, né? Situações semelhantes. Eu tenho um testemunho aqui que aconteceu isso aqui no nosso país, né? Em uma universidade, a gente tem universidade da terceira idade, uma participante relatou ao ingressar em disciplinas regulares com estudantes jovens, frequentemente essa pessoa era excluída dos trabalhos em grupo. Os jovens olhavam, os colegas justificavam dizendo: "Ah, vai ser difícil para ela acompanhar". Ela não tem cabeça, não entende das coisas, não entende de rede social, não entende computador, não entende de tecnologia. essa pessoa se que tá fazendo aqui, né? Com o passar do semestre, descobriram que ela era uma professora aposentada. Uau! Uma professora que tinha conhecimento, não só conhecimento, sabedoria, né? Possuía vasta experiências acadêmicas, acadêmica, e frequentemente obtinha as melhores notas da turma. E parece que os jovens não queriam muito contato, né? Esse caso mostra um fenômeno conhecido na psicologia social como estereotipo da incompetência. E isso é muito grave porque presume a incapacidade do outro só pela idade. Isso é um absurdo, né? Mas na história da humanidade mostra um padrão interessante. Quando tudo parece funcionar bem, tudo parece funcionar bem, admit, admiramos a juventude, a velocidade, a inovação, tá tudo maravilhoso, né? Mas quando surgem cres profundas, fogo naquela cidade, né? Guerras, pandemias, desastre econômico ou transformações sociais, sabe o que é que a gente busca? A gente busca sabedoria. a gente busca esse tesouro que é só tem quem tem uma experiência, quem tem uma idade avançada. E isso é importante, né? Foi assim nas sociedades tribais antigas. Os anciões eram os guardiões da memória coletiva. Eles lembravam aos jovens onde encontrar água em períodos de seca, porque eles já viveram isso. Saberia, ó, vamos lá. Esse é o caminho. Caminho a seguir durante a migração. Como sobreviver as ameaças que a geração mais nova nunca passou? Isso é um tesouro que só a experiência traz. Agora, eu gostei, eu peguei uma tradição africana, um provérbio da tradição africana, que ele diz o seguinte: "Quando um ancião morre na tribo, eles dizem: "Uma biblioteca inteira se perde". Oxe, uma biblioteca inteira, um ancião tá levando todo um conhecimento com ele. Se isso não foi passado, se isso não virou legado, é horrível, né? E se a gente for pensar na nossa civilização ocidental durante a Segunda Guerra Mundial, inúmeras comunidades sobreviveram porque ouviram aqueles que haviam passado por crises anteriores. E a gente colocou na Inglaterra uma pessoa de idade, né, para lidar com a guerra. Durante a grande depressão, muitas famílias foram sustentadas pela prudência, pelos valores transmitidos pelos mais velhos. Os idosos não são apenas pessoas que vivem mais anos. Elas são arquivos vivos de superação, de resiliência, fé, fracassos transformado em aprendizado e vitórias transformadas em sabedoria. Se a gente chegar aqui pra história de cada um aqui, né, que já passou dos 50, quanta história tem aí de superação, de resiliência, de fé, de fracassos que viraram experiências para não cometer o mesmo erro. Isso é fantástico, né? Quando o mundo está em festa, ele admira os jovens, mas quando o mundo está em crise, ele procura os sábios. A juventude se preocupa com o futuro, né? A maturidade ajuda a humanidade a não esquecer o caminho da caminhada. Isso é importante, né? E esse é o processo. Mas existe uma nova geração. É isso que a gente gostaria de frisar hoje, uma nova geração de pessoas que tá surgindo. Elas não aceitam ser definida pela idade. Eles entendem que envelhecer não significa parar de viver. Envelhecer não significa parar de viver, mas viver de forma diferente, mais consciente, mais profunda, mais significativa. É, a gente está chegando pessoas com que estão passando acima dos 60 anos, olha o número, é 15 bilhão e a Organização Mundial da Saúde tá dizendo que em 2050 nós vamos ter 2 bilhões 100 milhões de pessoas acima de 60 anos. É muita gente, né? No Brasil a população idosa acompanha essa tendência, né? Já soma mais de 32 milhões de pessoas. 16% da população brasileira, mais de 60, com mais de 60, 60 mais, né? Vivemos um momento singular na história humana. Estamos diante da maior revolução da longevidade da história humana. Hoje você encontra pessoas com 70, 80, 90 anos que têm uma saúde, uma condição intelectual também boa, né? A gente vai deu alguns exemplos aqui e é por isso que estamos aqui nesse espaço para falar sobre os notes. Esses notes interessante, né? É uma uma um acrótico em em inglês que significa New World Living Trinies, que na tradução livre significa novas formas de viver o envelhecimento. Essa é uma forma que eles criaram. Interessante que eles criaram isso na rede social. Eles começaram a conversar, a questionar essa forma, né, que a sociedade trabalha com a idade e aí surgiu esse movimento. Essa é uma geração que está redefinindo o significado do envelhecimentos. Pessoas que compreenderam que o maior patrimônio da vida não é aquilo que produzimos, mas aquilo que transmitimos. Uma pessoa que tem experiência pode transmitir muito. Uma pessoa sem experiência até pode produzir muito, mas não transmite muito, né? Pela primeira vez, milhões de pessoas estão chegando a essa idade, 60, 70, 80 anos e chegando com saúde. O senhor já viu na na plaquinha de estacionamento de idoso, é aquela plaquinha, vou vou levantar aqui para fazer assim. A é assim, né? é o indivíduo que tá assim caindo aos pedaços já. Isso já estão pedindo para mudar, porque isso não representa a realidade do idoso. Hoje o idoso já tá com saúde. São pessoas que estão aí frequentando academia, frequentando eh não só a academia física, mas também a academia acadêmica, revendo, tendo novos estudos. A gente vai ver isso. Eh, mas ao mesmo tempo cresce esse movimento que desafia, né? os estereotípos tradicionais de envelhecimento, a gente precisa mudar aquela imagem, né, no estacionamento, porque na verdade os notes acredita que nós somos mulheres e homens que se recusam à ideia de que envelhecer significa tornar-se irrelevante, improdutivo, invisível e doente. Eu fui fazer uma palestra recentemente para as pessoas nessa idade, 60 mais e tentando trabalhar o conceito porque essas pessoas acreditam assim: "Ah, a gente já não tem mais o que produzir, na verdade a gente é cheio de dor, esquece as coisas, fica doente, é um período horrível". Eu falei: "Olha, eu tenho 65 anos. Não esquecer meu filho com menos de idade de que eu esquece". Eh, as pessoas novas esquecem e um indivíduo com 18 anos quando esquece alguma coisa, ele não fica falando: "Ah, tô ficando velho". A gente começa a colocar esse modelo na mente das pessoas, né? Que o envelhecimento quer dizer que você fica doente. Não, meu pai morreu com 98 anos. A única coisa que ele tomava de remédio era para pressão alta, mais nada. Aí as pessoas, mas ele não tem isso, ele não tem aquilo, não. E morreu lúcido. Eu falo assim, nunca tive dor de cabeça na minha vida. Pratico academia, pratico box, vou, faço as atividades, desenvolvo a minha capacidade intelectual 65 anos. E as pessoas falam assim: "Ah, mas você já tá na hora de parar, né? Você não precisa mais atender sou psicólogo, não. Enquanto tem vida, a gente tem que transmitir os nossos legados, né? Eh, ah, mas tem um monte de gente nova aí que tá se formando. É, esse pessoal tem um vigor, vai atender bastante, mas eles não têm a experiência que eu tenho, eles não têm a sabedoria que eu tenho, porque eu já passei por vários perreng, várias dificuldades, sei como foi superar tudo isso, né? Então esse grupo, né, eh, o NS é um fenômeno que revela uma profunda transformação cultural. Eles buscam isso. É um mundo marcado pela velocidade, pela tecnologia, pela busca incessante por resultados. Muitas pessoas passaram a acreditar que sua importância diminui a partir de que envelhece. Isso é uma mentira, isso é um engodo, é uma falácia, não tem nada a ver. E a gente diz assim, a aposentadoria, por exemplo, frequentemente foi vista como o encerramento do círculo de utilidade. Se eu tô aposentado, eu tô aposentado pelo INSS, mas não encerrou meu círculo. Eu conheço muita gente que ficou aposentada e não encerrou. Agora eu conheço gente que ficou aposentada e acreditou que encerrou e morreu um ano depois porque ficou mal. Porque quando você acredita que a sua vida não vale mais nada, não tem nenhuma utilidade, não tem serventia nenhuma, não serve para nada, não tem nada, você acaba, você deprime, aí você fica parado, né, fazendo palavras cruzadas, não se movimenta, seu corpo tende a ficar atrofeado, a sua mente também e aí começa a ter dores, né? E aí fala: "Tá vendo? Sou velho. Velho tem que ter dores." Não, não precisa, não precisa, né? Essa é a ideia, né? Eh, do ponto de vista psicológico, essa mudança é extremamente significativa. Um dos maiores desafios do envelhecimento não está apenas nas limitações físicas que podem surgir. É óbvio que o meu vigor hoje não é um divigor de 20 anos, mas a minha sabedoria para lidar com a condição que eu tenho hoje é muito melhor do que eu tinha antes, né? Isso é extremamente importante. Eh, precisamos, tem necessidade de reconstruir nossa identidade a partir desse momento, né? Durante décadas, muitas pessoas definiram o que eram a partir de suas profissões, cargo e realizações. Quando essas funções deixam de ocupar o centro da vida, surge uma pergunta inevitável: "Quem sou eu agora?" apusentei. E aí, se ele não redefinir, ele acaba com a vida dele. Para alguns, essa transição gera sofrimento, sentimento de inutilidade, até mesmo depressão. Para outros, entretanto, abre-se a oportunidade de descobrir o valor de uma o valor de uma vida não pode ser medida apenas por sua produtividade. Aí vem uma coisa fantástica. Enquanto a juventude está frequentemente orientada para construir, conquistar, produzir resultado, acumular, a maturidade é convidada, e esse grupo nos ele trabalha em cima disso, é convidada a transmitir, orientar e inspirar. Eu vi muita gente jovem, a gente teve uma época no Brasil principalmente que é coisa do coach. Você faz um curso de coach e aí passa um mês, um fim de semana, 15 dias, uma molecada nova, experiência, sem experiência nenhuma. Eu falei, como é que esse povo vai poder ajudar alguém sem experiência? E aí você vê que isso não prospera, não se desenvolve, né? Aí acabou a a onda e aí as pessoas voltaram. A entender que isso eh eh ser mentor, isso o idoso tem que ser um mentor porque ele ele teve experiência, não é um um novo que tem que ser mentor, ele tem que ter experiência e não dá para ser, né? Isso é importante. Quando uma pessoa de 20 anos entra na universidade, todos perguntam o que ele pretende ser. Quando uma pessoa de 80 anos entra na universidade, muitos perguntam: "Porque ela ainda está estudando?" Olha que absurdo. Você tá fazendo aqui? Tá fazendo aqui? Tirando o lugar de outro jovem. É um absurdo, né? A diferença não está na capacidade de aprender, mas no preconceito de quem observa. O envelhecimento, isso é importante a gente frisar, o envelhecimento não elimina o potencial humano. Sua capacidade tá lá, apenas muda a forma como ele vai se manifestar, né? E isso é importante. Os notes representam uma resposta saudável a essa crise cultural. Eles compreendem que existe uma diferença fundamental entre produzir e contribuir. Produzir está relacionado a resultado, mas contribuir está relacionado a impacto. E isso é importante. Eu peço ao professor eh que nesse momento, professor Augusto César Maia, nós estamos transmitindo ao vivo pela TV Câmara e algumas pessoas começaram a acompanhar na medida que o senhor já estava falando. Então, eu quero informar a todos que nós estamos usando a primeira parte da sessão da Câmara Municipal para trazer o professor Augusto César Maia quando ele veio com o tema quando a experiência encontra propósito. E uma frase dele que eu acho que caminha junto com todos aqueles que pensam de maneira equilibrada da maneira com que o professor Augusto está falando, é pare de acreditar que o seu tempo já passou. Professor Augusto, eu peço pro senhor continuar, peço desculpa ter interrompido, mas é que como nós estamos ao vivo, algumas pessoas entraram já acompanhando o canal da TV Câmara e é importante eles saberem a preocupação que nós temos também com aqueles 60 mais e pessoas que ainda poderiam estar ativas, devem estar ativas e e às vezes e é embutido na cabeça dela que o tempo dela já passou. Então fique o senhor contribuindo que o senhor falou, Luiz Ciro, é importante. Colocam na cabeça, na sua cabeça que você não tem mais utilidade. E a mente humana, eu sou psicólogo, a mente humana é uma máquina de construir realidade. Aquilo que você coloca na sua mente é isso que vai acontecer. Se você coloca que você virou um inútil agora, e isso é o que vai acontecer. O not vem com essa proposta diferente. Ele dizer, não, agora você pode ser diferente. Tem uma experiência fantástica, quero colocar aqui. Eh, Nola Och é uma americana. Ela tornou-se conhecida mundialmente ao concluir sua graduação, sabe com quantos anos? 95 anos. Graduou-se com 95. Durante sua trajetória, relatou ter recebido comentários de pessoas que consideravam seu esforço desnecessário. Para que você vai morrer logo? que que você precisa disso. Então, ainda vem um comentário meu ainda maldoso, né? Nunca. Aí a sua resposta famosa é: "Nunca se é velho demais para aprender e isso é importante." Ela transformou sua experiência em um símbolo de envelhecimento ativo. Ela entrou para o Guinness ao concorrir à faculdade desanfiando limites da idade. Em 2016 ela entra no Guines da educação formal inspirando o mundo com longividade intelectual. Isso é legado. Ela inspirou outros. Aí em seguida outros começaram a se formar com uma idade mais avançada do que ela a partir dela. Este foi o legado. O caso ganhou atenção não apenas da mídia, mas também de pesquisadores das áreas da gerontologia, neurociência e educação. A principal pergunta levantada era simples e poderosa: até onde o cérebro humano pode aprender ao longo da vida? E isso é um outro tabu, porque a gente acreditou até um tempo atrás de que assim, ah, é velho, não muda não. Ih, pessoal já tá com essa idade, não adianta, não muda, tá? vai tentar convencer o cara a mudar, não muda. E hoje, hoje a gente, as pesquisas, né, falam o contrário. Hoje a neurociência mostra que o seu cérebro, ele tem uma coisa chamada neuroprlasticidade. Ele é capaz de est gerando mudança a partir do momento que você estimular a mudança. É óbvio, né? Então, antigamente aquele tava, não tem mais jeito, chegou nessa idade, não muda mais. A neurociência hoje vai para mostrar que muda. Eh, isso faz alguém de 95 anos ir para uma faculdade, com 90 anos, ir para uma faculdade com 95 se formar e tá lá aprendendo novas coisas, fazendo novas sinapses, eh, e a partir daí sendo alguém que traz, né, referencial. Eh, algumas teses de doutorado hoje mostram na área de educação, né, enfatiza que a educação não é um processo limitado à infância ou juventude. Ela é uma jornada permanente de desenvolvimento integral. O ser humano continua aprendendo, crescendo em amadurecimento ao longo da sua vida. Nessa perspectiva, rompe com a ideia de que existe uma idade para crescer. Pessoal, para com essa história. Não existe uma idade para crescer. Todas as idades são aí, estão abertas para crescimento. É claro, cada um tem sua fase, cada um tem o seu momento e cada um tem a sua limitação. E o que eu falei aqui, né? E felizmente o cérebro permanece plástico durante toda a vida e muitos declínos relacionados à idade no controle cognitivo pode ser revertido por meio de treinamento físico e cognitivo. Eu tenho pacientes que chegaram no consultório acreditando que não podiam mais estudar. Eu tenho paciente que chegava no consultório cheio de dor. Com o que tem dor eu mandava fazer atividade física. E eles olhavam para mim e falavam: "Mas como eu tenho dor, vou fazer atividade física". faz atividade física, procura um profissional adequado. E aí eles começaram a fazer atividade física e o milagre aconteceu. A dor sumiu, ó, e não tomou doril, foi buscar atividade. O ser humano foi feito para estar em movimento. O, qual é o problema do idoso? Ele acredita que ele não tem que se movimentar mais, que ele tem que ficar lá na televisão assistindo e parado. É óbvio que vai começar a circulação da problema. E aí quando você movimenta, a gente tem na igreja vários trabalhos, né, desenvolvidos da igreja adventista para a questão do idoso. A gente tem um projeto chama escola da maturidade, que é você colocar o idoso na escola. Agora, você sabe qual é a grande princípio dessa escola da maturidade? É o idoso achar que ele pode estudar. Falei: "Ih, já passou minha época. E agora não é, tá tarde para isso. Tá muito tarde para isso. Então quando a pessoa acredita nisso, aí complica a vida. Então os notes vem com uma ideia de mudar isso, né? Revolucionar esse conceito para que a gente possa fazer um trabalho de resgate desse período que é extremamente sábio, extremamente importante do ser humano, né? essa ideia que a gente tá querendo passar aqui. Que bacana, professor Augusto. Eu fico muito feliz. Uma fala fácil de de com uma clareza, né, com uma de forma muito cristalina. Você o senhor explana o que é a realidade hoje. E na medida que o senhor falava e o senhor exemplificava, me veio na lembrança o o Roberto Marinho. Sim. que em 1965, com 61 anos, ele fundou a Rede Globo do Rio de Janeiro e a partir daí foi uma é uma das principais emissoras de Dona Amélica Latina, né? Isso. Ou seja, não tem idade não, mas também há necessidade do idoso acreditar nele. Nele. Eu acho que o o que mais acaba competindo contra o idoso é ele acreditar realmente que o tempo dele já foi. Sim. E eu pensando nisso, é claro que eu quero ouvir daqui a pouco as pessoas que aqui estão, quero ver o pastor Edivaldo, o Sérgio, o Dr. Antônio Romano, mas eu quero lembrar, viu, caminhando junto com a fala do senhor, professor Augusto, eu protocolizei hoje na cidade de Campinas um projeto de lei que institui o programa Note de Vida ativa para as pessoas com mais de 60 anos no município de Campinas. Muito bom. E eu só eu só vou ler o o primeiro parágrafo, desculpa, vou ler o artigo primeiro e o parágrafo único, só para que as pessoas que estão nos acompanhando tem uma dimensão. Fica instituído no município de Campinas o programa de vida ativa para as pessoas com 60 mais, nos termos dessa lei e do Estatuto da Pessoa Idosa, me refiro à lei federal 10.000 eh 741. Daí, págrafo único, considera-se note para efeitos desta lei, a pessoa com 60 anos ou mais que busca manter-se ativa, participativa, produtiva e integrada à vida social, cultural, econômica e comunitária, promovendo o envelhecimento saudável e o exercício pleno da cidadania. Daí o artigo 2º ele discorre, nós estamos falando de nove incisos e daí no artigo terceiro eu eu falo da formação dos programas, ou seja, uma lei simples, mas de uma abrangência muito grande. Eu que também já sou cessando mais necessária. Nós temos que valorizar. O senhor foi muito feliz na medida em que o senhor falava da experiência, né? O jovem tem a vitalidade que nós temos que usar, temos que incentivar, nós temos que essa essa juventude saudável, né, do século XX, ela ela nos deixa nós mais experientes, mais idosos, nos deixa esperançosos para um futuro ainda melhor. Mas nós não podemos descartar o idoso, né? a pessoa com experiência, aquela, aquela experiência de vida. E o senhor disse com uma habilidade muito grande, eh, para que as futuras gerações, para elas não cometerem os mesmos erros, ela tem que acompanhar os passos dos dos mais idosos, né? Daqueles que erraram, daqueles que tiveram que cair, depois se levantar. Agora evidente, se descartar tudo isso, a futura geração vai cair novamente, porque ela não não serviu como exemplo. Mas eu quero já ouvir o pastor Edivaldo Leal Filho, ele que é do ministro, ministro da confissão religiosa da igreja adventista. Uma boa tarde a todos. Boa tarde. Quero agradecer o convite, a oportunidade de estar com vocês para nós falarmos de um assunto tão relevante. E embora eu ainda não faça parte desse grupo eh por ser pastor, ter a alegria de estar hoje liderando seis, na verdade sete congregações. Abrimos agora uma outra congregação aqui na cidade de Campinas. Uma das coisas que eu aprendi no seminário é que um uma das maiores qualidades de um líder, um bom líder, eles ele tem o a qualidade, o atributo de ser liderado. E para nós sermos liderados, nós precisamos de pessoas com experiência. Então assim, uma alegria muito grande por esse projeto, porque de fato isso que o Dr. Augusto trouxe nessa tarde é o que nós estamos observando, uma mudança muito grande no perfil dessas pessoas que chegaram a essa cidade, mas estão chegando com muita muito vigor e tem muita muito a oferecer. Inclusive eu tenho aqui um dos meus liderados aqui, na verdade é um líder, o irmão João, que tá aqui minha frente olhando para mim. Esse homem é construtor durante a semana, mas é um grande líder e ele, como muitos outros, é que me ajudam e a cuidar de tantas eh congregações. Eu cuido de sete congregações, mas na verdade eu só consigo, na verdade conduzir essas igrejas, porque eu tenho pessoas como esse irmão que está aqui me acompanhando, que tem muita experiência. Então, nos dilemas que muitas vezes eh chegam até mim para lidar, porque são vários os dilemas, eu costumo dizer, Dr. Cirilo, que pastor ele tem que ter um pouquinho de conhecimento de psicologia, construção de igreja, um pouco de direito, são várias áreas. Ou seja, eu não não sou especialista em nenhuma delas, um pouco de teologia, claro, é que se espera de um pastor, mas eu tenho a alegria de ter pessoas que me cercam, pessoas que tenham experiência e que bom que eh nessa tarde está sendo discutido e apresentado, que esses homens e mulheres que chegaram a essa idade tem muito ainda para oferecer. Muito obrigado, viu, pastor? É, é sempre importante a fala do pastor Divaldo, que muito embora ele ainda não tenha atingido o 60ão, tá muito longe disso, né? Mas o senhor acaba de alguma maneira reconhecendo, né? E quando o senhor cita o exaurimento da sua fala, é quando você cita o irmão João, uma pessoa querida, uma pessoa respeitada, uma pessoa que tem uma história de vida libada e que acaba de alguma maneira servindo como exemplo para os mais novos, né? Senhor, foi muito feliz do exemplo. Exemplo. E que exemplo, viu? Mas foi muito feliz. Agradeço. Eu quero ouvir já o Sérgio Menezelo, compõe a mesa, ele que é empresário. Sérgio, gostaria de ouvi-lo. Eh, Dr. Cirilho, muito obrigado. Boa tarde a todos. Eh, Dr. Romano também. Eu fiquei muito feliz com ao receber o convite para representar aqui os os notes de Campinas, né, nessa iniciativa maravilhosa. Eu fiquei bastante impressionado quando o Dr. Romano me explicou o projeto e e que que coisa linda de da da dessa visão de de trazer essa essa ideia, essa inovação para Campinas. Nós precisamos mesmo trabalhar com os idosos, dar novas oportunidades e e eu estou desde 1984 na área de restaurantes e continuo nativa com 65 anos e pretendo continuar enquanto tiver saúde. Eu acho que é é isso. Então acho que o município deve mesmo trazer elementos que possam incentivar as pessoas mais experientes a continuarem a usar esses recursos que possuem, que adquiriram durante a vida para beneficiar a comunidade. Então, muito obrigado por esse privilégio. Parabéns pela iniciativa, Dr. Não, é sempre bom ouvi-lo, viu, Sérgio? Que bom. E eu confesso a vocês, certa ocasião, eu acho que no primeiro mandato do prefeito Dário, eu tô aqui já há 18 anos ininterrupto. Eu tô no quinto mandato de vereador e o o prefeito Dário foi vereador comigo no meu primeiro mandato. Então, nós criamos uma um relacionamento saudável, um relacionamento político aqui nessa casa. Então, logo ele assumiu a prefeitura há 6 anos atrás, era nós estamos no segundo mandato dele. Eu sugeria a ele, mas ele não colocou em prática. Mas talvez ele tenha as razões dele. Eu eu sugeria a ele que ele montasse um conselho, um conselho composto por um médico renomado da cidade, que ele escolhesse um advogado renomado, um representante da Academia Campinense de Letras, ou seja, pegar que ele poderia pegar 10, 15, 20 segmentos e anualmente alterar as pessoas para dar oportunidade para outros idosos que que viessem a compor esse conselho no sentido até de uma orientação política. Perfeito. Na prática, às vezes pode ser que ele entendeu, não conversamos mais sobre esse assunto, mas o que eu tenho certeza que isso não foi colocado em prática. Mas era essa a ideia, é permitir com que o idoso dê opinião para que a gente possa saber o ângulo, né? Hoje nós temos que ouvir muito a juventude. É muito comum em alguma alguma situação, escute seu filho, escute os mais jovens que a gente tem que escutar. A modernidade veio mesmo para contribuir, mas eh de alguma maneira às vezes o idoso fica preterido, né? Eu acho que o meio, o equilíbrio, eu acho que é o é o ideal. A juventude sem a mentoria do idoso, do pai, do vô, ela pode complicar a vida. Eh, tem um exemplo na Bíblia de um rei, é o filho de Salomão quando morre. E aí ele vai pedir conselhos aos anciões, aos idosos, que que deveria fazer os idosos? Então disse para ele, os anciões, olha, o o seu pai, ele carregou muito no imposto, carregou muito na carga de de dinheiro, então diminui pro povo se sentir um pouco mais tranquilo. Ele pensou, pensou, ele dis: "Não, eu acho que eu vou perguntar pros jovens". E aí ele foi pros jovens, os jovens falou o seguinte: "Não, se seu pai carregou dois, carrega o dobro". E aí, ó, ele carregou. Foi um conselho imprudente dos jovens. Porque isso ele criou uma situação com um povo muito desconfortável. Se ele tivesse ouvido os idosos, porque é isso que eu falo, ali tinha os jovens, mas eram jovens que ouviam eles mesmos. Jovem que só ouve você mesmo. A gente já foi jovem, a gente viu quanta besteira a gente já fez também, não é? Porque é jovem que, né? E se eu tivesse ouvido, e tem gente que quando é jovem, eu tinha algumas experiências assim de querer ouvir os mais velhos, as histórias dos mais velhos, entendeu? E a partir daí aprender com essas experiências. Então isso é importante. A geração tá aí, né? Uma ajudando a outra. Que bacana, não é? Extremamente importante. Eu já na sequência eu quero passar pro Dr. Antônio Romano de Oliveira, que é assessor jurídico da CETEC. Boa noite a todos. Serei bem rápido, Cirilo. E eu vejo em você como vereador, já no quinto mandato, já nos conhecemos há muito tempo. Ele sempre valorizou as pessoas acima de 60 anos, mesmo quando ele ele era jovem, com seus 40 anos. E eu me lembro que uma vez ele conversando com outras pessoas, eh, outros vereadores que tinham convidado, pessoas muito jovens para secretariar a o gabinete, ele citou o nome de uma assessora que até hoje está com ele e ele disse o seguinte, isso recentemente, ele falou o seguinte: "A minha secretária tem mais de 80 e eu não troco ela por duas. Você falou isso. Duas mais jovens. duas mais jovens. Olha que interessante. E ele hoje já é um note porque ele tem mais de 60 anos. Eu estou ouvindo aqui o Dr. Maia. Digamos que eu sou um notezinho, embrionário, começando, mas eu encaro aqui a maioria aqui como jovens, porque eu já estou com 80 e eu estou com projetos ainda para passar dos 90, se Deus quiser. E o meu plano, se Deus permitir, é terminar o combate na trincheira, não de pijama, não assistindo televisão, embora tenhamos esses momentos. E eu parabenizo também o Cirilo por esse projeto de lei, eh, valorizando as pessoas que tem mais de 60 anos. Hoje mesmo conversando com um com um advogado que você deve conhecer, Dr. Rui Struiel, ele não poôde vir, mas está com 93 anos. Ele falou: "Estou aqui terminando um uma mérito de um de um processo." Então vocês notem, o Dr. Milton Afonso tem 104 anos, estatuante ainda, o que fundou a Golden Cross. Então nós temos muitos exemplos. Nesse momento eu me sinto até jovem. E então parabenizo aqui o Cirilo no seu quinto mandato. Tem ouvido muito os projetos da Igreja Adventista, os projetos de quebrando silêncio, os projetos da liberdade religiosa, do desbravador, do aventureiro. Ele tem sido muito acessível em aceitar os planos e colocar nos projetos de lei. que o prefeito, os o prefeito de Campinas tem transformado em lei. Isso nos deixa bastante felizes. Eu agradeço a atenção de todos e o apoio aqui do Cirilo para os projetos, inclusive este agora para nós idosos. Obrigado, viu, Romana? É sempre bom ouvi-lo. Eu não posso registrar Silvana. Silvana Sarle, que é psicanalista da clínica integralmente de Hortolândia. Muito obrigado pela presença e eu, como eu tenho alguns minutos para concluir, eu não vou ser deselegante, eu devolvo a palavra ao professor para que ele possa eh sintetizar aí em poucos minutos, é o tempo que nos resta, professor Augusto César Maia, pela brilhante colocação, uma aula verdadeira de valorização do idoso. Eu agradeço imensamente essa oportunidade. Eu acho que quando o poder público está em sintonia, né, com a necessidade das pessoas, com o que tá acontecendo hoje no mundo, isso é importantíssimo. Hoje Campinas existe uma preocupação meio empresarial em Campinas. Eu fiz uma pesquisa, realmente tá preocupado em em buscar essa mão de obra. Interessante. O supermercado, o varejo, a área de assistência de logística está contratando pessoas acima de mais 50. Então é é importante essa junção. Então esse projeto correto tá de parabéns e é continuar nessas discussões que trazem o enriquecimento aí para a sociedade. Obrigado, professor Augusto. Então, lembrando que eu tô aproxima-se o momento de eu encerrar essa primeira parte da sessão e dizer que com privilégio nesse momento presidi aqui na Câmara Municipal a primeira reunião onde nós eh trouxemos o professor Augusto César Maia quando ele abordou o tema quando a experiência ainda encontra o propósito. e e tentando estimular os 60 mais a pessoa com mais de 60 anos para ele parar de acreditar que o seu tempo já passou. E eu quero agradecer eh todos os presentes. Faço questão de registrar agradecimento a Solangel, Gleisson, Yud, Natanael, irmão João. Agradecer aqui na mesa o pastor Edivaldo, a Câmara Municipal se orgulha de tê-lo aqui, ao empresário, né, note, o Sérgio Menezelo. Muito bom tê-lo aqui, Sérgio. Dr. Antônio Roman de Oliveira. que é o que é da representando a CETEC. Vejo aí o nosso jurídico aqui que é o presidente da da do sindicato dos servidores. Ele tá muito longe de ser note, mas você vê a atenção que ele nos deu, né? Isso mostra essa geração sadia que nós temos, Dr. Fábio Vieira, que é meu amigo pessoal. E por derradeiro eu queria agradecer o senhor professor Augusto César Maia, ele que é psicólogo, eh, e hoje nos abrilhantou com o tema que hoje havia dito quando a experiência encontra o propósito. E lembrar a todos que eu protocolei no dia de hoje um projeto de lei que caminha junto a sua a sua fala, a tua informação. É um programa que institui o not de vida ativa para as pessoas com mais de 60 anos. é mostrando essas pessoas e fazendo o poder público também fazer sua contrapartida de valorizar o 60 mais sem desmerecer quem quer que seja, sem desmerecer qualquer faixa etária. Bom, falando tudo isso, eu quero agradecer a atenção de todos, a todos aqueles também que nos acompanham pela TV Câmara e declaro encerrada a presente reunião, a primeira parte da da sessão do dia 22 de junho. Hoje, 22 mesmo, né? 22 de junho. Muito obrigado a todos. Declaro encerrada a presente reunião. Encerrada a primeira parte da sessão ordinária, dentro de alguns instantes você acompanha a 39ª sessão ordinária. Até mais. TV Câmara, Campinas. Como evitar queimaduras de sol.
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