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TV Câmara, Campinas. Boa tarde a todos. Quero aqui antes de mais nada saudar todo o público presente. Quero agradecer todos aqueles também que estão nos acompanhando pela TV Câmara, os amigos, né, as amigas que estão aqui, os apoiadores, simpatizantes da nossa bandeira, da nossa causa, os familiares. Agradecer meu pai pela presença, todos os funcionários da Câmara Municipal de Campinas aqui presentes neste sábado. os telespectadores da TV Câmara, a minha equipe de assessores e todos aqueles que contribuíram para que pudéssemos realizar esse primeiro congresso conservador de Campinas e região. Esse congresso não é para agradar ninguém, mas este congresso é para acordar muita gente, né? Nós estamos com pessoas aqui técnicas, pessoas que defendem as nossas pautas e isso é o mais importante para que a gente possa quebrar as narrativas da esquerda. Nós sabemos que vivemos num momento muito delicado, um momento que a direita está em conflito com ela mesmo, mas tudo isso tem como ser resgatado e ainda ganharmos essas eleições. Isso significa, e vocês podem fazer a leitura, a direita voltar ao poder. Eu quero aqui agradecer a todos os palestrantes deste congresso. Quero aqui lembrar de um nome que me surpreendeu até pelo convite, a rápida resposta que já está presente, acho que foi o primeiro a chegar. E eu sou um grande fã porque eu passei a acompanhá-lo nas redes sociais e deparei ali com uma conhecida, né, falando de um livro, né, que ele é autor e eu fiquei muito, muito feliz mesmo. É o Felipe Fogose, né? Eu agradeço de coração a sua presença. Pode ter certeza que você já está contribuindo muito para esse nosso primeiro congresso, não só o peso do seu nome, mas do seu trabalho. Tá bom? Muito obrigado mesmo pela presença. Quero agradecer aqui também o meu amigo Alexis Fontain daqui a pouco vai estar falando com vocês. Quero agradecer também Padre Kelmo, que daqui a pouco tá chegando, o deputado federal e pré-candidato ao Senado Ricardo Sales. Quero aqui também cumprimentar a Dra. Lauan Santana Lopes, que é antifeminista, né? ela vem com uma pauta aí muito importante. Eu acho que os maiores debates que eu tenho nessa casa são com as vereadoras do PT, vereadoras do PESOL, né, que que defendem, né, o aborto e ao mesmo tempo defendem o direito das mulheres. Só que eu não consigo entender essa hipocrisia, né? como que você defende o direito das mulheres, sendo que você não dá nem o direito da mulher nascer. É algo muito bizarro, né? mas é um tema que vai ser abordado no nosso eh congresso conservador. Agradeço aqui também Davi Sácer, que daqui a pouco está chegando, a vereadora de São Paulo, Zoi Martines, que daqui a pouco também já vai estar aqui entre nós, o Víctor Ruiz, né, que também é pré-candidato a deputado federal, como também o Alexis, que também é pré-candidato a deputado federal, o Víctor Ruiz, ele tem um trabalho muito interessante também que são as pautas das universidades, né? Ele é aquele maluco que entra dentro das universidades e mostra a real, mas ele mostra com solução, diferente de muitos aí, inclusive de alguns MBL, né, que invadem universidades, fazem aquele show e depois volta para casa para assistir sessão da tarde, né? Não, não apresenta a solução, não mostra o errado, só faz o vídeo. E isso não contribui para o que a gente realmente espera das universidades. Um lugar de ensino, um lugar de ordem e um lugar também de respeito ao dinheiro público. Então, Víctor Ruiz daqui a pouco está aqui também para falar no nosso congresso. Agradeço também o deputado federal Luís Felipe de Oleans e Bragança, que daqui a pouco está chegando. Semana passada estive com ele, recebi ele no escritório político, uma pessoa fantástica, que também tem muito a contribuir e desejar para vocês aí todo sucesso nesse nosso primeiro congresso. Vou confessar para vocês que não foi fácil, é muito difícil, né? É uma pauta que mexe com muitas pessoas. Nós sabemos eh da violência que vem daquele outro lado, né? Muitos tentaram boicotar, tentaram impedir de realizar aqui na Casa do Povo, que é na Câmara Municipal, mas graças a Deus deu tudo certo e por isso que eu reforço aqui os agradecimentos a toda a minha equipe, em especial a Gabriela. Levanta a mão, Gabi, aí a única mulher no meu gabinete e ela trabalha muito e ela é a responsável, a grande responsável por tudo isso que está acontecendo e ter dado certo e está sendo realizado aqui na Câmara Municipal de Campinas. Então, sejam todos aí muito bem-vindos ao primeiro congresso de Campinas e região. E é uma enorme alegria estar recebendo cada um de vocês para esse momento aí inesquecível. E antes de mais nada, eu convido a todos, né, para ficarem em pé, em posição de respeito para o nosso hino nacional. เฮ Ouviram nopirangas mais báscidas de um povo herói com brado retumbante. E o sol da liberdade, raios rógicos brilhou no céu da pátria nesse instante. Se o senhor dessa igualdade, conseguimos conquistar com braço forte em teu seio, ó liberdade, desafio o nosso feito à própria morte. Ó papa gra salve salve Brasil com son intenso raio bido de amor e de esperança. A terra desce sem o formoso céu resonheido. A imagem do Cruzeiro resplandece gigante pela própria natureza. És velho, és forte papa dooso e o teu futuro estel grandeza terra dourada entre outras milas do Brasil pátria amada dos filhos existem gentil pátria amada Brasil. Deitado eternamente, nesse esplêndido ao som do mar e a luz do céu profundo. Fuguras, ó Brasil, florão da Américain do novo mundo. Do que a terra mais garria, teus visõ dos campos tem mais flores. Nossos bosques tem mais vida. Nossa vida no teu seio mais amores. Ó padre amassa a graça salve salve. Brasil de amor eterno seja símbolo. O lavaruos estelado e digam verde lá fmula no futuro e glória no passado. Mas sergues da justiça clava forte. Verás que o filho teu não foge a rua nem quente agora a própria morte terra dourada entre outras vilas do Brasil. Pátria amada dos filhos desses são minhas mãe amada Brasil. Eu quero aqui de forma breve falar como este congresso nasceu. Ele nasceu de uma convicção muito simples. as nossas ideias importam, a nossa luta ela é necessária. E estando aqui no terceiro mandato, né, como vereador da cidade que eu nasci, eu percebi que não só a pauta das drogas, que é o meu mote, a bandeira que eu mais trabalho, o tratamento dos dependentes químicos, propostas, projetos que nós apresentamos aqui, mas eu percebi que as pautas conservadoras também passaram a sobressar Tá aí a pauta das drogas, né? o tanto de pessoas conservadoras, pessoas que carregam ali a bandeira da direita, fora aqueles também que carregam a bandeira do Bolsonaro, os bolsonaristas, entupiram meu gabinete com pautas e mais pautas e a todo momento a gente tem que estudar para apresentar coisas viáveis, como escola cívico-militar, fim do banheiro unissex, eh eh tirar aquelas as camisetas que professores entram nas escolas públicas, né? Mariele vive, eh Lula Livre, enfim, essas pautas a gente tem que estudar para apresentar. E Campinas é uma cidade conservadora, elegeu Bolsonaro aqui com 70% dos votos, é o terceiro maior colégio eleitoral do estado de São Paulo, é a única metrópole que não é capital. Então, a gente tem todo um progresso aí, tem uma uma frente muito muito forte e essas pautas como como o primeiro fórum conservador também foi muito solicitado e nós começamos a nos mexer e conseguimos fazer esses contatos importantes e estar realizando nessa data, não é? E nenhuma sociedade ela vai mudar apenas pela força da vontade e por boa intenção. Ela muda quando boas ideias encontram pessoas dispostas a defendê-las com coragem, inteligência e também perseverância e muita luta. E foi exatamente por isso que idealizamos este encontro. Vivemos um momento em que muitos tentam convencer a sociedade de que defender a família é motivo de vergonha, que defender a autoridade é autoritarismo, que defender a polícia é errado, que falar em mérito, responsabilidade individual e liberdade econômica é algo totalmente ultrapassado. Nós pensamos diferente e estamos aqui justamente para dizer isso de forma democrática, respeitosa e também de uma forma firme. Estamos aqui porque somos pessoas que acreditam na liberdade. Acreditamos na liberdade de empreender. Acreditamos na liberdade de produzir, na liberdade de pensar, na liberdade religiosa e também na liberdade de educar nossos filhos conforme os nossos valores, além de acreditar na liberdade de discordar sem nenhum tipo de censura, porque uma democracia forte não é aquela em que todos pensam igual, é aquela em que todos podem pensar diferente. Também acreditamos na economia liberal. Sabemos que riqueza não nasce de decretos, leis e bolsas do governo. Ela nasce do trabalho, do mérito, da luta, da inovação, do investimento e da coragem de quem empreende. São os empresários, os comerciantes, os profissionais liberais, os trabalhadores e aqueles que acordam cedo todos os dias que movimentam este país. O estado ele deve ser parceiro da sociedade e não inimigo, não obstáculo permanente para quem produz. Também acreditamos na família. A família continua sendo a instituição mais importante da sociedade. É nela que aprendemos respeito, responsabilidade, solidariedade, disciplina e amor. Quando a família é fortalecida, toda a sociedade se fortalece. Acreditamos na defesa da vida, somos contra o aborto. A vida merece proteção desde seu início até seu fim natural. Toda a vida possui dignidade e toda a vida merece respeito. Também defendemos uma política séria de combate às drogas. Não podemos aceitar que o consumo e o tráfico destruam famílias, transformem jovens independentes, entreguem bairros inteiros ao domínio do crime. E aí eu lembro da esquerda falando que moradores de rua, dependentes químicos, tem que ter a liberdade de usar da droga, tem que ter a liberdade de morar na rua. Isso para mim não é liberdade. Se ele já é dependente químico, eu acho que ele já perdeu a liberdade. Ele já é escravo de uma substância. E nós temos políticas eficientes, projetos importantes para ajudar essas pessoas que são portadoras de uma doença chamada dependência química. Nós da direita não taxamos o morador de rua dependente químico, de vagabundo, sem vergonha, cachaceiro, maconheiro, craqueiro. A gente trata de uma forma diferente, porque a direita também tem trabalho social, por mais que seja uma bandeira da esquerda, nós ajudamos. O trabalho social é uma bandeira da esquerda. A esquerda ela sempre eh fala dos moradores de rua, do pobre. O próprio Lula se titula aí o pai dos pobres e não tira ninguém da pobreza e não tira ninguém da pobreza, porque se ele tirar as pessoas da pobreza, ele não tem mais voto. Enquanto Bolsa Família continuar existindo de forma vitalícia, dificilmente você vai conseguir mão de obra. Logo que eu ganhei a eleição, eu convidei uma pessoa que me ajudou muito na campanha a trabalhar comigo e ela recusou, porque o que ela ganha de bolsa família e de auxílios não compensa sair de casa, não compensa pegar um ônibus, não compensa ouvir na orelha quando erra, respeitar as regras de um de um gabinete, de um estabelecimento, de uma empresa. Para que que eu vou sair de casa para receber quase o que eu ganho já de auxílio? É por isso que falta a mão de obra. O ferão de emprego de Campinas tá aí com mais de 1000 empregos todos os meses fazendo em todo lugar da cidade. Ninguém aparece para trabalhar. Por quê? Porque tenho bolsa na mão. Então a direita ela tem esse diferencial. Os conservadores têm políticas diferentes e por isso que esse Congresso saiu do papel, porque se faz necessário e nós temos que multiplicar isso. Eu esperava, obviamente, um plenário lotado, né? Tivemos aí quase 300 pessoas inscritas, que é a capacidade da casa, mas a gente sabe que muitos vão chegando em outros horários. Mas esse não é o problema. O problema é que isso vai se multiplicar. Nós estamos na TV Câmara que transmite para toda a região metropolitana de Campinas, atinge quase 3 milhões de pessoas, tem uma audiência muito boa. Fora isso, temos nós aqui presentes, que é a cereja do bolo, que são as ferramentas importantes para que a gente possa multiplicar tudo que tá sendo discutido aqui, tudo que vai ser falado aqui. E aqui só vem coisa boa, diferente de um congresso da esquerda, onde já começa substituindo o Nacional pelo foro de São Paulo, pelo hino do foro de São Paulo. Já começa errado aí. Pautas totalmente diferente a favor de traficante, a favor de drogas, a favor de aborto. Os chamados genocidas de bebê, né? Eles nos chamam de genocidas e nós chamamos eles de genocidas de bebê. Porque eles a todo momento estão defendendo o aborto como se fosse uma coisa normal. Defendem o uso da maconha, que é uma droga perturbadora do sistema nervoso central, na maior naturalidade, como se assim não fizesse mal. Defendem os nossos países vizinhos, que são praticamente aqueles que comandam o tráfico de drogas. Todos os nossos países vizinhos são produtores de droga. Todos. O Brasil não produz. O Brasil leva o título de usuário, por isso que é o número um no mundo em usuário de craque. É o quarto em uso de cocaína. E falando de droga legalizada, o álcool, né, não deixa de ser um país etílico, um país que tem um consumo muito grande de bebida alcoólica. Hoje, de cada 10 acidentes que ocorrem aos finais de semana, sete, a pessoa está sob o efeito de álcool e outras substâncias, porque o perfil do brasileiro mudou, não é mais de usuário de droga, é de poliusuário. Ele usa o álcool e a maconha, o álcool e a cocaína, o álcool craque e a cocaína, uma droga depressora, uma droga estimulante. Vai fazendo as combinações. A gente chama de usuário cruzado, né? Ele mistura as substâncias e do usuário vem o dependente. Nem todo usuário se torna um dependente, mas todo dependente já foi um usuário. Então são situações aí que a esquerda defende, potencializa e por isso que nós estamos vivendo essas mini cracolândias para tudo que é lado. E esse fórum conservador, ele vem nesse sentido também, né? Nesse Congresso, ele vem nesse sentido. Ele vem trabalhar a a não legalização das drogas, ele vem trabalhar eh o combate ao tráfico de drogas, o que a nossa polícia tem que fazer. Já a esquerda vai defender o quê? O fim da Polícia Militar. Eles fazem manifestações pedindo o fim da Polícia Militar. Outro dia tinha um cartaz numa escola pública do estado da POSP, Associação dos Professores do Estado de São Paulo, pedindo o fim do ProD. Vocês lembram do Proer? Proer não é da musiquinha e tal, pedindo o fim do ProED. É a esquerda que comanda isso. Então esse fórum ele vem para quebrar essas narrativas. Esse esse fórum não, esse congresso, né? Então, nós não podemos aceitar o consumo de drogas, o usuário de drogas, aquele que financia o crime organizado, o dependente químico, né? E normalizar tudo isso. Então, é ter compaixão por quem sofre com a dependência química nunca vai justificar a defesa do tráfico. Precisamos de prevenção, tratamento, acolhimento e também firmeza no enfrentamento das organizações criminosas. Da mesma forma, defendemos a segurança pública. Nenhuma sociedade prospera quando o cidadão de bem vive com medo. Nenhuma mãe deveria sentir medo de deixar um filho sair de casa. Eu não conheço também uma mãe feliz porque o filho usa maconha. Nenhum comerciante deveria abrir a sua loja, imaginando que poderá ser assaltado. Nenhum trabalhador deveria voltar para casa preocupado se conseguirá chegar com segurança. Por isso, prestamos hoje nosso reconhecimento aos homens e mulheres das forças de segurança, a Polícia Militar, a Polícia Civil, a Guarda Municipal, a Polícia Federal, ao Exército e todas as forças de segurança do estado. Nós vamos precisar vencer, voltar ao poder e, se Deus quiser, tirar toda essa contaminação que atingiram essas instituições e a todos aqueles que diariamente colocam suas próprias vidas em risco para proteger pessoas que muitas vezes nem conhece. Esses profissionais merecem respeito, valorização e apoio. E nós também acreditamos um cidadão de bem. A enorme maioria da população brasileira trabalha, paga impostos, cria seus filhos com honestidade, respeita a lei e deseja apenas viver em paz. Infelizmente, durante muito tempo, pareceu que o cidadão correto passou a pedir desculpas por cumprir seus deveres, enquanto os criminosos recebiam cada vez mais direitos e privilégios. Nós não aceitamos essa inversão de valores. Defender direitos humanos jamais pode significar esquecer das vítimas. Defender justiça social jamais pode ser significado de premiar quem escolheu o crime. Defender liberdade jamais pode significar relativizar a responsabilidades pelos próprios atos. Este congresso também nasce para promover diálogo. Aqui não estamos reunidos para espalhar ódio. Estamos reunidos para espalhar ideias, para estudar e também para aprender, para construir pontes entre pessoas que compartilham valores semelhantes, para formar novas lideranças, para estimular jovens a participarem da vida pública, porque a política não pode continuar sendo culpada apenas por quem deseja aumentar o tamanho do estado ou dividir a sociedade. A política não aceita mais espaços vazios. Precisamos de pessoas preparadas, de pessoas honestas, de pessoas corajosas e de pessoas comprometidas com o futuro do Brasil. Eu quero aqui agradecer profundamente a todos os palestrantes que aceitaram o nosso convite. Cada um traz a sua experiência, traz o seu conhecimento e a sua visão para enriquecer este dia. Também agradeço a cada um dos meus assessores, mais uma vez, reforçando os agradecimentos aos apoiadores, simpatizantes, todos aqueles que trabalham durante semanas para este evento acontecer. e nada disso seria possível sem eles. E quero aqui também cumprimentar e antes de cumprimentar dizer que esse espaço permanente para troca de conhecimento, né, fortalecimento de lideranças e construção de propostas para Campinas, paraa nossa região também e para o Brasil. e vamos lutar contra essa esquerda suja que apenas destrói o nosso país, esses bandidos de vermelho que sequestraram o nosso estado e os sonhos de milhões de brasileiros. Durante muitos anos, a esquerda prometeu igualdade, justiça e prosperidade, mas na prática entregou exatamente o contrário quando esteve no poder. Entregou burocracia, entregou mais impostos, desvio de dinheiro público e sucessivos escândalos de corrupção. É até difícil elencar todos os escândalos. Enquanto o cidadão trabalha, paga imposse e luta para sustentar sua família. Muitos dos políticos da esquerda só querem aumentar o tamanho do Estado, defender privilégios e tratar quem produz riqueza como inimigo. O resultado é menos oportunidades, menos liberdade e mais dependência do governo. Eu quero aqui agora, antes de passar a palavra ao Felipe, eu vou agradecer a presença da Roberta, que é presidente municipal do Novo. Cadê ela, Roberta? Obrigado, Roberta Tom Proêncio, que já foi vereador eh em Jaguariúna. Cadê o Tom? Obrigado pela presença, Tom, que também é pré-candidato a deputado estadual. Antônio Carlos Pompeu de Camargo Neto, defensor da monarquia, chanceler do circuito monarca de Campinas. Quero aqui também cumprimentar o Monsenhor Vicente Garcia. Cadê Monsenhor? Ô Monsenhor, Padre Kelmo, esses dias o padre Kelmo me ligou de chamada de vídeo porque ele falou que tava com muita saudade de mim e que ele me ama, né, padre? Não é verdade? Eu tô mentindo. Eu postei lá, o pessoal falou um monte de coisa. É isso aí. Quero aqui então convidar para chamar paraa primeira palestra o nosso amigo Felipe Fogose com o tema O resgate da cultura. Boa tarde a todos. Hoje vamos falar da interseccionalidade de gênero antipatriarcal e da importância do funk na educação infantil. Parece brincadeira, né? Mas em muitos lugares do Brasil, algo semelhante a isso, algo semelhante a isso tem sido propagado por décadas. Então, hoje eu gostaria de propor responsável do conservadorismo não ter se posicionado e ter negligenciado a importância fundamental da cultura no Brasil. Primeiro eu gostaria de agradecer ao vereador Nelson, muito obrigado pelo convite, pelo intuito de fazer, o esforço de fazer um, né, um congresso como esse. Muito obrigado pela presença de vocês de num sábado ensolarado, no meio do inverno, terem vindo aqui. Eh, mas isso é importantíssimo, né? Essa é a é ação que nós temos que fazer, porque a esquerda tá o tempo inteiro e se coordenando e novamente os conservadores à direita muitas vezes pecam e não agir da mesma forma. Infelizmente grande parte da classe política e do empresariado vê a cultura como algo automaticamente da esquerda, quando na verdade ela é simplesmente um fenômeno humano. Eu gosto de fazer uma analogia. Imagine que a sociedade é um aquário, que nós somos peixes nesse aquário e que a cultura é a água que nos ah nos abraça, né? Nós estamos nela querendo nós ou não. E a tendência de, né, a tendência política de esquerda ou direita seria como o pH da água. Quer dizer, conforme você trata ela, ela pode ficar mais ácida ou da esquerda ou mais alcalina da direita. Então, ela existe por si só. Ela não é da esquerda. A a importância estratégica da cultura na política, ela sempre foi entendida. Ganhar, entre aspas, corações e mentes é uma tática utilizada por impérios, por exércitos, porções ao longo da história para conquistar o apoio de uma população subjulgada ou da sua própria população. O Lenin dizia: "Dê-me apenas uma geração de jovens e eu transformarei o mundo inteiro". O Stalin disse: "Ideias são mais poderosas que armas. Nós não permitiríamos que os nossos inimigos tivessem armas porque deveríamos permitir que eles tivessem ideias. Então, só para dar um uma recapitulação de como a esquerda acabou criando o marxismo cultural, foi logo após o marxismo baseado nas relações trabalhistas ter falhado a promover uma revolução social em larga escala, que agentes como socialismo Fabiano, Escola de Frankfur, Antônio Gramche, eles mudaram o foco paraa cultura, para para abranger toda a sociedade e criar divisão entre homens e mulheres, entre faixas etárias, entre raças. dividir para conquistar, né? Então depois nós tivemos nos anos 60, Derridá, Foucault, todos buscando desconstruir o pensamento ocidental baseado no cristianismo e subverter o bem, o belo e o verdadeiro. que aconteceu que as universidades começaram a ser infiltradas e a partir de então os recém-formados indoados foram ocupando redações de jornais, de rádios, de televisões, agências de publicidade, departamentos de marketing das empresas e de RH, sem falar nas repartições públicas. Então, desde a abertura que o Brasil vive sob quase uma total hegemonia cultural da esquerda, mesmo com grande parte da população sendo conservadora. Por quê? Porque eles ocuparam lugares estratégicos, os meios de comunicação, criando a percepção de que eles são a maioria quando na verdade eles não são. Criando essa percepção, essa sensação que há um consenso hegemônico da esquerda. A mudança aconteceu quando surgiram as redes sociais que permitiram que o cidadão comum pudesse se manifestar. Por isso que a esquerda quer controlar as redes sociais. Isso fez com que cada cidadão pudesse ter um podcast, pudesse ter um canal na internet, quebrando essa ilusão de hegemonia. Mais do que isso, eh, essa sensação foi mudando e nós vemos isso em 2018 com a eleição do presidente Bolsonaro. O problema é que isso aconteceu de forma espontânea, sem ter tido um pensamento articulado da direita sobre a cultura, sem ter um programa de ação definido por parte de políticos, empresários, como a esquerda tem. Novamente, a gente tem que dar a mão para amatória, eles se articulam muito bem. Então eu entendo que talvez o por temperamento, por afinidade, alguns políticos conservadores, eles prefiram focar em outros setores, como vou dar de exemplo aqui, segurança pública. Obviamente ela é necessária, ela é imprescindível, mas ela trata do resultado, ela não trata da causa. Então, com todo respeito, é paliativa, é como enxugar gelo. Se nós não investimos em educação e cultura, incutindo valores nos jovens, o narcotráfico vai, o narcotráfico narcotráfico vai continuar fazendo novos usuários, né? Então, como que você atinge a causa, atinge a raiz? Transformando a cultura, criando uma cultura que inculta nos jovens valores reais. Eu vou dar um exemplo pro pessoal. Em 2008, eu estava no Rio de Janeiro fazendo uma novela, tava gravando no na favela do Cantagalo, em cima do morro. E, né, o morro tinha uma escadaria enorme até até embaixo assim de perder de vista o número de degraus. E tinha um rapaz que trabalhava na Colurb, que é a empresa de saneamento, né, do Rio. E ele tava levando sacos de cimento nas costas debaixo do sol escaldante do Rio de Janeiro. E eu olhava aquele rapaz, eu falava assim: "Com certeza esse rapaz mora em alguma comunidade, com certeza ele tem amigos que são do tráfego. O que que fez com que ele não quisesse entrar no tráfego, por exemplo, e tá aqui trabalhando um trabalho duro? Obviamente a ou os pais ou a igreja, alguma coisa incutiu nele valores que fizeram com que ele escolhesse o trabalho e não um caminho que parece ser fácil, o caminho do tráfico, mas que leva à morte. Então eu queria, né, fazer essa ressalva que nós devemos agradecer muito a Igreja Evangélica no Brasil, claro, Igreja Católica, né, ortodoxa, mas a Igreja evangélica faz um trabalho de base nas comunidades para incutir valores, algo que os políticos, né, não se articulam para fazer. Então, ah, amigos, eu creio que nós devemos prestar atenção nessa nova eleição, né, esse novo pleito que se aproxima, que agora, né, os políticos vão ter horário eleitoral, os olhos da população vão se voltar a eles, mas isso é de quatro em 4 anos, tá? A esquerda usa a cultura para fazer campanha política durante os 4 anos. Então, imagine um pré-adolescente de 12 anos que passa a ser endoutrinado pelo funk, por influenciadores que são pagos pela esquerda. Quando ele chegar nos 16 anos, você acha que eles vão voltar para quem? Não é? Então, é imprescindível nós pensarmos em política pública cultural a longo prazo. Vou falar um pouco da minha experiência pessoal como artista, mais de 35 anos, quase 40 anos, para ilustrar um pouco para vocês como é estar, né, ser conservador no no meio artístico. No ano de 2000, durante o governo do Fernando Henrique Cardoso, eu ganhei um prêmio do Ministério da Cultura que estava promovendo uma campanha nacional antidrogas com uma peça de teatro que acabou virando o livro. que eu publiquei em 2018, que inclusive é o livro que o vereador citou chamado Um outro Dia. Então, olha como nós mudamos em 26 anos de fazer campanha pública cultural contra a droga para agora termos uma política cultural a favor da droga em 26 anos. E olha que era no governo do Fernando Henrique e não podemos dizer que é um conservador, ao contrário, é um socialista, né? Então, olha só como o Brasil mudou. Eh, ao longo dos anos, esse livro que eu publiquei em 2018 começou a ser espontaneamente utilizado por orientadores, professores em escolas privadas e todos, né, como material paradidático, porque eu abordo a questão de como que o jovem é fisgado no momento que ele tá transicionando pra vida adulta, quando ele tá entrando na faculdade, que é o momento onde, né, no num centro acadêmico, ele vai ser ali coptado pela esquerda com obviamente com hedonismo, com droga, com sexo. Eh, e muitos desses eh orientadores me falavam: "Olha, esse material tem que ser eh distribuído de forma gratuita na na rede das escolas públicas". Então, por indicação do governador Tarcísio, eu fui na Secretaria de Educação com esse ensejo. Tive várias reuniões, mas quando chegou no baixo clero, nas avaliadoras, psicólogas, obviamente aparelhados, o que que fizeram? Barraram. Então, mesmo no governo do Tarcísio, do governador Tarcísio, quando chega na ponta, na área da cultura, tá tão aparelhado que você não consegue promover uma cultura pública eh conservadora. nas comissões do PROAC também, para quem não sabe, ProAC são formas de incentivo de cultura, de produção cultural, né, do governo do estado. Eh, eu gosto muito do trabalho da da secretária de cultura, Marília Marton. Agora, quando chega nos jurados das comissões, por exemplo, né, para aprovar um literatura, teatro, cinema, né, manifestações culturais, sempre tem uma comissão julgadora. Chega nesses jurados, 90% são da esquerda. Muitas vezes, né, existe uma hierarquia, a secretária não sabe o que acontece? Eles acabam aprovando basicamente manuais de endoutrinamento da esquerda. Chamam de arte, mas não é arte, é cartilha de endoinamento ou endutrinação da esquerda. Na última eleição paraa prefeitura de São Paulo, eu junto com um grupo de artistas, né? Ah, inclusive, por exemplo, maestro Júlio Medalha tava fazendo parte, né? Chamamos de artistas livres, pessoas que inclusive eram da esquerda e por verem essa essa atitude de diversidade, inclusão, que é mentira, né? Nas nas empresas eles acabaram falando: "Olha, eu eu sou branco, hétero, eh eu não tenho mais vaga". né? Eu não tenho vaga em em canais de TV. Essas pessoas que tendiam mais à esquerda por verem a realidade, eles acabaram se juntando ao grupo de artistas livres, né? E e nós apoiamos o prefeito candidato na época, Ricardo Nunes. Fizemos vários jantares, inclusive a Folha de São Paulo cobriu jantares, né? nos apoiamos publicamente. Mas o que aconteceu quando ele ganhou, ele nomeou como secretário de tutura de de cultura o total parente do PT, que nem da cultura era do turismo. Então, o que acontece quando políticos que apelam pra base conservadora quando ganham, chegam ao poder, eles passam a usar a pasta da cultura como moeda de troca política, como escambo político, seja por não ter tanta verba contra como outras secretarias ou ou seja por não entenderem a importância estratégica, faz com que a esquerda continue nadando de braçada, continue durante anos e anos o quê? doutrinando novos eleitores, né, novos corrig eh eh adeptos. Então, portanto, você que é vereador, você que é deputado, senador, seja de um setor como agro ou da economia ou de outra área, que você também tenha um olhar paraa cultura, que você tenha também um programa paraa cultura, que você reserve parte das suas emendas ou parte do orçamento paraa cultura. E você que é empresário, saiba que agência que você tá contratando, qual qual é a agência de publicidade que você tá contratando ou quem é o diretor de marketing da sua empresa, que muitas vezes você é conservador, mas os teus funcionários não são. Então não adianta, como no caso da EP, que vimos recentemente, né, que os donos são de direita, são conservadores, mas contrataram o Luciano Hul. Eu vou dar um outro exemplo, né, nesse nesse sentido de como a esquerda ela ela utiliza, né, ela se utiliza da da influência que eles têm para para pressionar, por exemplo, a a classe artística. do anos atrás em São Paulo tem o Instituto Japan House. Eu eu tenho uma uma penetração muito grande na comunidade asiática, japonesa, coreana. E eles me convidaram para apresentar um evento que iria acontecer num sábado, tava tudo certo e dois dias antes, uma quinta-feira, me liga do nada uma pessoa que eu não tinha falado da agência da Japan House, uma uma mulher que cancelou sumariamente, me tratou inclusive de uma forma bem grosseira e eu fiquei sem entender nada. Logo depois o diretor que havia me convidado me ligou me desculpando, deu uma desculpa ali meio esfarrapada. Mas o que aconteceu? Obviamente meu nome bateu na agência e eu por ser conservador eh cancelaram. E não sei se vocês acompanharam, por exemplo, o ator Casarré, o que aconteceu recentemente se posicionando publicamente, né? e e a e o ataque organizado da esquerda contra ele. Então, ah, na campanha para presidente de 2018, eu comecei a me, né, eu tava na minha até então, mas depois da facada e no segundo turno, quando aquela coisa tava, né, bem séria entre, né, o Bolsonaro e o Hadad, eu eu eh fiz uma postagem em rede social, né, declarando publicamente o meu voto que não seria no Haddad, que seria no Bolsonaro. E eu passei a sofrer uma série de ameaças de pessoas que eu tinha trabalhado por mais de 20 anos, diretores de elenco, né, me escrevendo, olha, cuidado, você não vai mais trabalhar, né? e uma atriz da Globo que eu não vou mencionar, ela também nas redes sociais estava se manifestando da mesma forma e de repente ela parou e nós conversamos, né, no privado o porquê dessa mudança repentina dela e ela disse que a mesma coisa aconteceu com ela, que ela começou a ser acoo diretores de elenco ameaçando ela de boicote. Então, ah, há vários artistas que são conservadores, mas que t medo de arriscar perder o seu trabalho, perder sua fonte de renda. por se posicionar publicamente, sabendo que talvez a direita não vá, vamos dizer, acolhê-los, né? E tem pouca gente disposta a pagar esse preço, como a Regina Duarte, como a Cáciaquis, como Carlos Verz e como o que vos fala agora. Então, para concluir a minha fala, talvez em poucos meses nós tenhamos uma nova oportunidade histórica, como foi em 2018, de retomar o governo. Mas eu espero que dessa vez nós estejamos preparados para pensarmos a cultura a longo prazo e não desperdiçarmos novamente essa oportunidade. Para o quê? para que a esquerda não tenha mais essa ingerência sobre, principalmente, as novas gerações, e e a juventude em doutriná-los, né, como massa de manobra. Então, apoiem quem faz cultura e quem está do lado de vocês, não é? Vamos criar um projeto e resgatar a cultura, porque ela é muito estratégica para mudar a história do Brasil. É isso. Obrigado. Obrigado, vereador Muito obrigado, Felipe. Obrigado pela participação. Com certeza será convidado para os próximos. você faz parte dessa história. Não tenha dúvida disso que foi de grande valia aí a cada palavra pra gente entender como resgatar a cultura, né? E e lembrar também, né, desses acontecimentos. E aí a gente vai encaixando as peças quando ele menciona. Eu não vou comentar depois que todos falam aqui, não, mas é que chama atenção porque faz a gente lembrar, né? Fernando Henrique Cardoso realmente nos enganou também, é um verdadeiro socialista. E até então, eh, até existiam, né, algumas portas ali que se abriram num governo para combater o tráfico, para ter a repressão da polícia, que de fato deve ter a repressão, né? Só que depois de um tempo para cá, eu não fiz as contas. Hoje o país tá aberto pro tráfico, né? Hoje é mais fácil legalizar. Hoje é mais fácil pegar a sujeira, jogar para debaixo do tapete e falar: "Deixa aí". Quando que você consegue um tratamento gratuito para um dependente químico hoje com o atual governo? E é uma doença. Nós temos aqui em Campinas o padre Aroldo, por exemplo, né? Mas são poucas vagas por número de dependentes químicos que aceitam de forma voluntária. Onde que tá a internação compulsória? E você me falou uma coisa que me chamou atenção. No meu primeiro mandato, eu ouvi da saúde mental que dava para usar craque de forma social. Vocês não têm noção o tanto de pessoas que chegam no meu gabinete para reclamar do CAPS AD, do Centro Psicossocial de Alco e Drogas, porque é porta aberta, não tem uma programação, um tratamento. Muitos da esquerda são contra o padre Haroldo, a comunidade terapêutica do padre Haroldo. Para vocês terem uma ideia, a comunidade terapêutica do padre Haroldo é a terceira melhor do mundo em tratamento de dependentes químicos e tem gente que é contra. Então, tudo que funciona, que pode salvar uma vida, a esquerda vai lá e fala o contrário. Fala que aquilo lá é trabalho escravo porque tem laboroterapia, porque tem espiritualidade, que poxa, qual que é o problema ter isso? Hoje a igreja salva mais vidas que o poder público. Foi o que você falou também, né, das igrejas, das religiões, né? Mas aqui eu tô falando da espiritualidade. Qual que é o problema? Você acreditar em Deus, acreditar em algo maior. Não quer acreditar em Deus, acredita num papel, acredita num microfone, acredita em alguma coisa. Não, você não pode acreditar. A esquerda vem com essa com essa narrativa. Você tem que acreditar na gente. Nós vamos tirar você da pobreza. Nós vamos fazer você parar de usar droga. Vamos trabalhar redução de danos. Fuma 10 baseado por dia, fuma só oito hoje, né? Você tá tomando todas. Toma só uma hoje. Parou. É isso aí. Um dia de cada vez, só por hoje, né, MC? Não, uma semana, uma semana. Tá bom, mas é um dia de cada vez. Foi na palestra. Mas é isso, gente. Mais uma vez agradeço. Felipe, só tente agradecer de coração. Tô muito feliz com a sua presença. E agora chamo aqui o meu amigo, pré-candidato a deputado federal Alexis Fontain para falar sobre educação, liberdade econômica e prosperidade. Alexis, que é um grande empresário, foi um grande deputado e hoje é pré-candidato a deputado federal por São Paulo. Você não é pré-candidato, Felipe? Poxa, deveria ser, viu? Bom, boa tarde a todos. Enquanto Tomás vai carregando minha apresentação, eh, parabenizar a todos que estão aqui hoje eh no plenário e os que vão chegar, eh, que tem uma frase que eu falo muito minhas apresentações, que diz que o preço que você paga por não se interessar pela política é de ser governado por quem se interessa. E vocês se interessam, vocês estão aqui para poder fazer a diferença e não serem apenas pessoas passivas dentro do absurdo do absurdo que tá acontecendo no Brasil. Então, eh, não há como achar que a gente vai mudar o Brasil e atingir a prosperidade sem sermos os agentes dessas mudanças. A minha palestra sobre prosperidade, ela nasceu muito eh em função de uma pergunta que me inquieta muito, acho que inquieta todos nós. O que que o Brasil, um dos países mais ricos do nosso planeta, com as terras agricultáveis, um belíssimo clima, maior reserva de água potável, uma energia barata e uma energia sustentável, país com reservas minerais, com um povo que é uma parte de cada um dos povos do mundo. O Brasil tem essa característica. Por que que ele não é próspero? Por que que ele continua multiplicando a pobreza? Por que que a gente não consegue combater o problema das desigualdades? Por que que a gente continua vendo favelas, comunidades, pobreza e os discursos que nós estamos vendo aqui de drogas e tudo mais? Isso me inquieta muito. A palestra de prosperidade, que é o nome da minha palestra, ela é tentar encontrar o motivo pra gente poder sair desse atoleiro e poder entregar ao Brasil tudo o que ele merece. Mas quando a gente fala de prosperidade, normalmente a gente tá sempre falando de uma pessoa, né? Uma pessoa próspera. Eu vou abordar um país próspero quando a gente vai viajar pelo mundo, né? Vamos lá para países que nós consideramos prósperos, como uma Suíça, uma Noruega, né? Vamos para uma Alemanha, uma Singapura. A gente fala: "Nossa, aqui tudo funciona. Aqui as coisas são limpas, aqui as coisas são organizadas. A gente pode andar na rua livre. E eu quero mostrar alguns itens." Deixa eu ver como é que passa aqui. Aponta para onde, Tomás? Uma coisa. Não. Bom, vamos lá. Tô apertando os botões e tá avançando tudo aqui. Ah, tá. Vai voltar um pouco. Então, bom, quando a gente fala em prosperidade, tem a primeira pergunta. O que que é prosperidade para todos nós, né? E um conceito universal de prosperidade, temos alguns elementos. O lado econômico, a gente tem que lembrar de um país que tem um piba per capita alto, baixa pobreza. Nós temos que falar sobre as desigualdades sociais, até porque nós temos poucos pobres, né? A desigualdade, por isso ela é um um sintoma. A causa é quando você tem muito pobre. Não tem problema com desigualdade, tem problema com pobreza. A questão da segurança jurídica, será que as leis estão valendo para todo mundo? Será que não tem manipulação? Do lado da qualidade de vida, nós podemos apontar expectativa de vida elevada, país que em que, como o Japão, como os países europeus, as pessoas chegam facilmente a 100 anos e com qualidade e com assistência que elas precisam. Baixa modalidade infantil, que já no Brasil já foi uma coisa vergonhosa, em algumas regiões ainda é vergonhoso, né? Alta satisfação com a vida, acesso universal a serviços básicos, saneamento básico. O Brasil até pouco tempo atrás, se não fosse o governo Bolsonaro, não teria o novo marco de saneamento básico. Como é que a gente quer ter igualdade de oportunidade para as pessoas se quase 30 milhões brasileiros não tinha água potável e 100 milhões não tinha tratamento de esgoto? Isso era uma vergonha o que tá acontecendo no Brasil. E do lado aqui das da questões de capital humano, alta taxa alfabetização, outro problema sério do nosso Brasil, tá certo? Boa performance, avaliação dos índices internacionais do PISA, a questão da baixa taxa e eh taxa de neném, né? Pessoal que nem estuda e nem trabalha, que o Brasil tá cada vez mais grave nesse sentido. Do lado da liderança instituições, alto índice de liberdade pessoal, eu vou falar muito sobre Heritage Foundation. Quem não conhece, estude, porque eles entregam índices muito interessantes. E, aliás, esses índices foram criados por eles. Uma fundação que faz uma comparação entre os países do mundo para quem tem mais liberdade econômica e quem tem menos liberdade econômica. Estado direito e de forte e a governança eficaz, um estado que não gasta o nosso dinheiro de forma estúpida. E pro lado da infraestrutura, infraestrutura de classe mundial, rodovias, nós temos eh internet, temos comunicação. A veja aquele país em que você se movimenta e não tem a dificuldade que recebe no Brasil, tem ferrovias, hidrovias e tudo mais, tá? E alta segurança jurídica e sustentabilidade, um país que é racional na sua energia, que tem equilíbrio na na no uso das das seus recursos e que não polui e tudo mais. Bom, que que eu quero falar aqui? A prosperidade, ela ela é uma união entre dois elementos e que o Brasil falha muito nos dois. Educação, que eu vamos falar aqui de ensinar a pescar, mas também tem esse outro elemento que é o ambiente de pescaria ou o que nós chamamos de liberdade econômica. E como é que a gente mede esse tipo de coisa aqui? Que era só um. A educação e a liberdade econômica. A educação, nós temos o índice PISA, ele vai numa escala de 0 a 1000 e temos ainda o outro índice que é o TMAS, que também vai numa escala um, mas só que mede apenas matemática. Bem-vindo Ricardo Sales, meu grande parceiro da luta de trincheira contra a esquerda. Vou dizela. Bom, e do outro lado, como eu havia comentado com vocês, esses índices que eu tava falando da liberdade econômica do Tange Foundation, são, então são medições que são feitas de forma objetiva e não eh subjetiva. Agora, nós vamos chegar numa conclusão aqui extremamente interessante que eu vou levar essa apresentação sobre o que que é a gravidade da falta de liberdade econômica. que a liberdade econômica tem esses índices. Vocês entrarem num a funds vão ver esses índices aqui, que é o direito à propriedade, a questão da eficiência jurídica, integridade governamental, carga tributária e outros índices que nós estamos observando aqui de quatro eixos, né? E cada eixo tem três itens. Bom, o que que acontece aqui? Eu vou pegar aqui um quadro onde a gente vai cruzar num gráfico o índice PISA, educação e a liberdade econômica. E o primeiro grupo de países são os países que têm alta educação, educação eficaz, bem entregue e alta liberdade econômica. Normalmente são os países que são referências para nós como países de sucesso, né? Seja lá Suíça, Irlanda, Estônia, Coreia do Sul, Japão, eles têm essa característica de ter os dois elementos concomitantemente. Depois nós temos uns países aqui que não tem nem um nem outro, baixa liberdade econômica e baixa educação. E infelizmente o Brasil é um desses países, mas aqui nós temos outros. Temos ainda a Argentina e a Venezuela, que também é um país em que a educação é péssima e a liberdade econômica é uma das piores do mundo. Mas nós temos um terceiro grupo interessante que é aquela turma que a educação nem é tão boa, podia ser melhor, mas eles têm alta liberdade econômica. Estão falando de Chile e Uruguai. E isso na América Latina já são países referências, muitas vezes de países mais prósperos que o Brasil. E o quarto grupo, esses são os grupos onde você até pode ter educação. Vamos lembrar que eh quando tinha a cortina de ferro, a União Soviética, Cuba, eles investiam em educação. Você tinha lá um regime que queria mostrar a superioridade daquele regime. Tanto que vamos lembrar nas Olimpíadas naquela época e a grande disputa era os Estados Unidos contra a União Soviética. Quem é que tinha mais medalha de ouro? Cuba tem mais medalha de ouro do que Brasil, porque eles investiam em educação. Mas nós vamos ver que educação é necessário, mas não é suficiente. Porque quando a gente faz algumas perguntas aqui, ó, que tô aquela bandeirinha, os países prósperos, né? Mas quando a gente faz algumas perguntas aqui que eu acho que fazem a nó refletir sobre a importância da liberdade econômica, primeiro, o que que acola quando temos bons índices de educação? e sem liberdade econômica. O que que acontece quando tem um país que tem um povo que até para um regime autoritário tem educação para querer mostrar a sua autoridade, mas não pode fazer nada com libade econômica. Era a Rússia. A Rússia não, a União Soviética que botava um sputnic no ar, botava uma laica no na no espaço, mas não conseguia fazer um par de sapato de qualidade, não conseguia fazer um automóvel, não tinha produto na prateleira. Quando você inibe a liberdade econômica, você não tem prosperidade. Educação por si só não garante liberdade. E esse é o grande erro que acontece no Brasil quando a gente fica falando, não, a hora que o Brasil tiver educação, tá tudo resolvido. Não tá, não vai estar resolvido, porque nós vamos perder os talentos. Os brasileiros que têm educação e que não tem a liberdade econômica no Brasil vão para outros países. E esse é um ponto que o Brasil tem quando ele exporta cérebros. É um um desperdício que eu falo. E eu falo, eu tenho três filhos, três filhos homens, dois não moram mais no Brasil. E eu criei eles, eles nasceram aqui, eu paguei maternidade, dei vacina, dei roupinha, escolinha de futebol e foi escolinha de inglês e vai pro colégio e ficou doente, vai busca na balada. e compra mais roupa e mais chuteira e blá blá blá e tá. E aí quando ele tá pronto para entregar pra sociedade o seu conhecimento, seu valor, ele vai em outro país. Ó, o outro país ganhou tudo aquilo, todo aquele investimento de graça. Então nós temos que começar a prestar muita atenção nisso aqui. Alguém reconhece esse mapa aqui ou não desse país? Bom, isso aqui é a Alemanha, mas a Alemanha é um dos experimentos mais interessantes que a humanidade fez quando joga essa questão da educação e da liberdade econômica. Final da Segunda Guerra Mundial, esse país foi dividido não exatamente ao meio, mas entre duas ideologias. De um lado, a Alemanha ocidental e do outro lado, a Alemanha oriental. E Berlim estava no meio da oriental, aquele pontinho, aquela estrelinha lá em cima. E era uma loucura porque eles tinham que se transportar entre uma Alemanha e outra lá tendo liberdade, o resto não tendo liberdade. Você imagina a confusão que era isso? Muito bem. Depois de 43 anos, o que que aconteceu quando derrubaram o muro de Berlim? Nós temos uma Alemanha que tinha liberdade. É o mesmo povo, prestem atenção, era o mesmo povo, a mesma base de educação, o mesmo DNA. Não podemos dizer que eram diferentes, mas de um lado o que nós tínhamos era a liberdade econômica, a liberdade de expressão, o capital fluindo, não tinha aquela coisa centralizada de poder. E do outro, que que nós temos só em Berlim? Berlim praticamente tinha algumas coisas, algumas outras empresas. Para vocês verem que a educação é importante, mas a liberdade econômica é que faz a diferença entre a prosperidade e a não prosperidade de um país. E é exatamente isso que acontece no Brasil. Infelizmente nós temos uma péssima liberdade econômica que eu vou chegar no próximo slide. E tem um outro exemplo que você pode talvez ampliar esse exemplo pro mundo que tava do lado, né, do, quer dizer, homem capitalista. e o mundo socialista que tava sobre a cortina de ferro, sobre a União Soviética. Insustentável. Aquilo quebrou um dia por fome, por falta de recursos e pelo sonho das pessoas acreditarem que podiam viver melhor e não ter que ser só um corturno, só um sapato, só um um uniforme que não podiam nem se diferenciar. Mas tem um outro experimento que tá rodando até hoje, incrível esse experimento, que é a Coreia. E essa é uma foto noturna da Coreia, a Coreia do Norte e a Coreia do Sul. Coreia do Norte, pra gente ter ideia, é o povo que mais perdeu peso nos últimos anos do mundo. Compete com a Venezuela. Lá não tá nenhuma liberdade, nem sabemos nem os índices de mortalidade, nada, porque simplesmente é tudo absolutamente fechado. Mas não podemos ignorar. Eles têm uma bomba atômica, eles fazem foguetes intercontinentais, eles são agora grandes hackers do mundo, então eles pegam parte da população, treinam muito e acabam fazendo esse tipo de atividade. Bom, continuando aqui a apresentação, esses são os índices de liberdade econômica do Brasil, né, que vai de zero a 100. Então, a gente vê algumas questões aqui, integridade governamental 37. O nosso governo é um lixo. Lixo. Gastos públicos, carga tributári altíssima. Gastos governamentais 70%. Saúde financeira miserável. Nosso Brasil está quebrando. E esses números são de 2022. Se avançar hoje até 2000, né, 26, com certeza esses números são piores. É que o o Airt Foundation ele não avança, eh, faz essa medição todo dia, porque toda vez que isso tem custa dinheiro, tá certo? Mas o que eu quero colocar aqui para concluir a minha apresentação, quando a gente quer um Brasil próspero, óbvio que nós temos que lutar pela educação. Educação é necessária, mas ela não é suficiente. A nossa luta tem que ser contra um centrão que faz reservas de mercado, que desvia dinheiro, tem que ser contra uma esquerda que é populista e fica falando que vai acabar com seis por um para as pessoas poderem ficarem mais em casa, cuidar mais do cachorro e ir mais na missa. também absolutamente fora da produtividade, da competitividade global, de um governo que só quer tirar mais e mais e mais e empoderar sindicatos. Agora vem com essa coisa de NR1, vem com toda a sorte de dificuldade, agora atingindo diretamente os caminhoneiros eh autônomos, que simplesmente se mais um pouco acaba essa essa profissão no Brasil. Quem tem um caminão não vai conseguir mais, porque se for seguir todas as regras que estão sendo impostas, ainda mais com essa história de frete mínimo, intervenção no mercado. Caminhoneiro agora vai poder transportar e ganhar de com dignidade. Não vai transportar, não vai nem sair. E os grandes empresas já estão vendo formas de poder comprar caminhões, seus próprios motoristas acabando com isso. E quem tem grandes transportadores vão ficar com aquelas cargas garantidas na ida e na volta. E o caminhoneiro independente vai pegar o osso. Mas tem causa para tudo isso, porque quem faz greve não é transportador, quem faz greve é o caminhoneiro independente. O governo odeia caminhoneiro, como também chamo o agro defascista. É o que nós temos. Ou seja, um governo que tá destruindo a nossa economia, mas ele destrói. É muito interessante nós também entender isso. Não é que ele vai lá e fecha a empresa e desapropria, ele vai criando burocracias, ele vai minando o ambiente de negócios, né? Vamos lembrar do do Ubertaxi em São Paulo. Não é que ele proibiu, mas ele mandou fazer um curso. Tem que botar capacete, não sei o quê. Tem que ter airbag não sei aonde a moto tem que ser com uma placa, não pode ser outra placa. O cara tem que se reciclar a cada seis meses, mesmo com dos CAC, né? Nós que somos CAC aqui, meu, pelo amor de Deus, né? Para você conseguir um negócio, é um monte de de obrigação que ele vai destruindo, vai minando pela burocracia. E é nisso que nós estamos perdendo. Então, quando a gente fala de reformas no Congresso Nacional, que é a minha luta, como eu fui deputado federal, é de simplificar a vida, de que o Brasil seja acessível a todos os brasileiros, porque um Brasil complexo, ele é elitista. O sistema tributário brasileiro é elitista, porque ele é acessível só quem tem bons advogados, tudo mais. E também temos que pensar sempre nessas reservas de mercado que acabam acontecendo com os eh, né, os amigos do rei que hora fizeram aqui esse leilão de energia elétrica reserva aqui. E quem ganhou foi obviamente André Esteves, foi JBS, que simplesmente tá mandando a conta para todo mundo numa uma uma reserva de energia elétrica que é necessária, porque nós temos uma matriz que pode salvar, mas que fizeram um negócio completamente direcionado pros caras ficarem mais ricos. tem que acabar com esse tipo de coisa. Nós temos que abrir, escancarar as coisas. Mas do jeito que nós temos com um judiciário ativista, né, com nós temos um uma AGU que é virou órgão de de governo, não de estado, com a PGR que virou órgão de governo, não estado, é o que nós estamos sofrendo no Brasil. Então, gente, vou tirar esse musiquinha aqui porque era era uma apresentação para Adriana Ventura lá na na GV que eu também quis mostrar pros alunos a importância de falar de liberdade econômica. Que que foi, car? dançar não, não vou dançar não. E aí eu agradeço, né, a minha apresentação aqui, que é o atenção de todos nós, e que a gente comece a ter outros olhos sobre esses elementos que vão também, como foi falado agora, vão entrando na cultura, que vão eh cozinhando a rã aos poucos, que nós não vamos percebendo que vão perdendo essa liberdade e daí a pouco os empresários brasileiros vão para outros países, né? vai pro Paraguai, vai para outros lugares, porque não tem mais como ter ambiente aqui, né? O que tá acontecendo, eu vejo, observo direto, que num discurso de ser mais digno, de dar mais direitos a não sei o quê, parará, então acabando com o ambiente de negócio. Muito obrigado e vamos paraas próximas apresentações, pessoal. Muito obrigado, Alexis. Todos aqui sabem, Alexis é pré-candidato a deputado federal e é essa qualidade que que faz falta, né, no nosso congresso. Você vê o a capacidade de desenvolver um um tema tão importante, né, pro nosso país e hoje Alexis não é do Congresso, né? Então é uma grande oportunidade aí de avaliarmos, né, o nome de Alexis. É uma pessoa que eu considero muito, tenho eterna aí gratidão quando ele abriu a porta da sua casa para conversarmos, né, tomarmos um café e perceber que temos ali o mesmo perfil, né? E a direita ela tem que ser isso. A direita ela tem que unir todas essas qualidades. Padre Kelmo, o tanto que o padre, né, se mete em briga aí com a com a esquerdalha pelo simples fato de ser padre. Não é nem de ser direita, é de ser padre, não é para ir. É, mas é é aí que você cresce, não é, Alexis? E agora complementando aqui o tempo do Alexis, eu chamo o nosso pré-candidato ao Senado cabelo novo, cabelo militar, segundo ele é piolho, né? Ele falou que é piolho. Ricardo Sales daqui mesmo. Pessoal, boa tarde. Senta aí, senta aí. Tem microfone. Tá gravando? Tá por isso não. Só para saber se o microfone capta aqui. É, então fala de eu não gosto de falar. Pessoal, boa tarde a todos. Prazer estar aqui com vocês, Nelson. Obrigado pelo convite, pela organização do evento, todos que junto com você participaram dessa organização. Meus cumprimentos ao meu querido amigo Alexis Fontaino, que foi um grande deputado e se Deus quiser e tivermos eleitores de bom juízo nesse país, vamos reconduzi-lo à Câmara, que precisam de pessoas do seu gabarito, pessoas preparadas, sérias, assim como você, o nosso Luís Felipe, que ainda não chegou, mas eu vejo aqui o apoio monárquico aqui ao ao nosso príncipe e ao meu querido padre Kelmo, como diz a Soraia Tronique, padre de festa junina, tá no mês dele. Fala para ela, você é uma trambiqueira, senadora de quinta categoria, se elegeu com o voto do bolsonarismo e agora tá beijando o Lula. Passou vergonha lá no essa semana lá em Brasília. Nem os petistas querem essa mulher. Eu queria dizer a vocês o seguinte, eu não tenho nem a elegância do Luís Felipe, nem a profundidade do Alexis para falar. Então eu vou falar do meu jeito mesmo que é esse aqui. Fora l camiseta, sapato sujo, porque eu tava lá no na feira do do morango lá em Atibaia. Mas eu queria dizer vocês o seguinte, nós temos uma oportunidade, talvez a última oportunidade esse ano de salvar o país dessa doença do PT, da esquerda, essa visão equivocada que eles têm sobre tudo que acontece nesse país. Eles conseguiram a proeza de voltar ao poder com uma pauta eleitoral que reúne tudo que não presta. Destruição da família, eles defendem. Liberação das drogas, ele defendem. contra o direito de propriedade, eles defendem contra o agro, eles defendem contra a classe média, eles odeiam a classe média, é o que eles defendem. Por outro lado, ao mesmo tempo, eh nós da nós conservadores, e aqui é importante, não para nos dividir, mas só pra gente sempre se situar onde nós estamos, a gente se situar eh não no rótulo. O rótulo é irrelevante, mas o o que que é ser conservador, direita, liberal, né? Às vezes as pessoas, eu vejo uma discussão hoje em dia imbecil, para não usar um outro termo mais fino, nas redes sociais, daquela turminha do Quimpa e outros que gostam de falar besteira na internet, dizend: "Ah, os liberais". Graças a Deus que nós somos liberais, porque o contrário de liberal é ser intervencionista, é ser planejamento estatal, é ser o tal da União Soviética ou Cuba, como o Alexis falou. Então, o liberal ele é um conceito econômico, acima de tudo. É diferente do libertário. Libertário eu não sou, eu sou liberal. A diferença, o contrário de liberal é intervencionista. E aqui é preciso fazer uma distinção, porque nós temos uma parte da direita brasileira que não é liberal. Os militares brasileiros não são liberais. Os militares brasileiros gostam de estatal, gostam de empresa pública, gosta de governo criando Petrobras. Núcleobás, tudo quanto é BRS é o sonho de consumo dessa turma. Foi assim que foi feito na época do dos militares, Getúlio Vargas, depois dos militares. E até hoje é assim. E eu tô dizendo que até hoje assim, porque eu como ministro do Bolsonaro participei do esforço que a turma do Paulo Guedes fazia no governo Salim, próprio Paulo Guedes, Paulo Webel e todos para diminuir, para vender as estatais, para fechar a empresa pública que não não deveria mais existir. E por outro lado, a força contrária que os militares brasileiros faziam para não deixar fechar, sempre com aquele discurso, olha, isso é estratégico pro Brasil, isso é não sei que pro Brasil. É importante. Eu cito até aqui para para dar uma ilustrada no que eu tô falando. Quando a gente pôs a lista do que podia ser privatizado, um dos primeiros pontos que tava ali era a Casa da Moeda. Casa da Moeda hoje em dia é uma gráfica, é imprime um papel que você chama de dinheiro, mas ninguém mais usa quase dinheiro. Hoje em dia é Pix, cartão de crédito, cartão de débito, enfim, n formas de transacionar. dinheiro virou um negócio praticamente de extinção. Então, o que que é uma casa da moeda? É uma gráfica, nada mais é do que uma gráfica. É uma empresa com um monte de petista, inclusive pendurado lá em cargo em comissão. E aí você não consegue privatizar porque vem o general, não vou dizer qual foi, vem um determinado general e diz assim: "Isto é estratégico, não podemos vender a Casa da Moeda". Então isso é para vocês verem que existe direita liberal, que é aquela que quer vender as estatais que servem de cabide de emprego, de corrupção, de tudo isso. E existe direita estatizante, que é a direita dos militares. Basicamente não só é só os militares, mas em grande e também não são todos os militares, é a maioria que tem essa visão. Por outro lado, você tem gente que é liberal na economia e é progressista nas questões de comportamento. Então você tem um liberal progressista que em geral ele acaba sendo um libertário. é o cara que acredita, na minha opinião, nas boas ideias da economia mais inxuta, mas ao mesmo tempo é a favor da liberação das drogas, é a favor das diversas formas aí de casamento, casamento gay, casamento de não sei o quê, policamento, sei lá como é que chama, é a favor de uma série de questões, é contra as armas em geral, contra o direito de eh andar armado, até às vezes faz uma certa concessão à posse de arma de fogo, mas é contra o porte. Então essa salada do que é ser direita, ela precisa ser melhor entendida para que a gente saiba exatamente em que campo cada um se localiza, mas também não perder de vista, Nelson, que todos eles estão no mesmo lado no que no que diz respeito a tirar o Lula do poder. Essa é uma essa é uma lição que a direita brasileira, seja a direita liberal na economia ou a direita intervencionista mais estatizante, que é a dos militares, nacionalista e tal, seja a direita mais libertária ou seja a direita mais conservadora, que é o meu grupo, é a minha o meu chapéu. Eu sou um cara liberal na economia. Eu, por mim, vende todas as estatais, não tem que ter nenhuma na mão do governo. E, por outro lado, sou um cara conservador, né? a bancada do BBB, boi Biblia e bala. Essa é a minha linha. Eu admito que tenham que outros que têm outro pensamento, mas na hora de brigar contra o PT, contra o Lula, de dar o próximo passo de sobrevivência, que é o que a gente tá precisando hoje, sobreviver. O nosso momento de sobrevivência, ele requer essa capacidade de colocar todos esses grupos do mesmo lado, deixar esse mimimi, essa frescurite toda. Ah, você é liberal, você é libertário, você é intergalático, você apoia o não sei quê, o Constantino, a coleira do Dalanhol. Isso é ridículo. Isso é ridículo. Por quê? Porque o nosso inimigo comum tá do lado de lá agora. E isso a gente precisa ter claro para nós. Então, ô turma, só dar uma segurada aí. Precisa estar claro para nós o seguinte. O centrão corrupto que tá roubando no Brasil há 40 anos não é nosso aliado. Aí não se trata de uma diferença de opinião, é uma diferença de comportamento, de caráter. O pessoal que hoje tá infiltrado na direita e que ontem tava no governo da Dilma ou no do Lula, eles são nossos inimigos. Ou vocês não ou vocês acham em algum momento que essa turma toda que tá aí, inclusive Valdemar da Costa Neto e quando tem algum pudor em ferrar a direita lá na frente se o Lula continuar a ser presidente novamente? Se Deus me livra ele ganhar a eleição, esse pessoal vai pro colo do PT. Aliás, já tá indo. Eu era, foi eleito no PL, deputado. A quantidade de deputados federais do PL, deputados federais que vota com o PT, que tem cargos com o PT, faz esquema de dinheiro com o PT, é enorme, enorme. Esses caras, esses caras não são nossos aliados. Você pode até eventualmente ter uma aliança eleitoral neste momento. Alguns concorrendo pelo PL, outros concorrendo pelo PP, outros concorrendo pelo PSD. Tá tudo certo. O jogo brasileiro exige isso. Não quer dizer, por exemplo, que no Novo todo mundo é santo, não é isso. Até porque tem gente no Novo que tem uma visão diferente da minha, que é a história do libertário, né? Sa gente que tem uma visão menos conservadora. Tá tudo bem, nós estamos todo mundo contra o PT, mas não vamos criar uma ilusão. Eu tive no governo eh várias vezes, né, no governo estadual como secretário de estado, as três vezes com cuja o governo governador, né, era o Geraldo M, que era na época na época em que eu trabalhei lá de 2012 até 2017 em diferentes cargos, o cara mais conservador da política brasileira com cargo relevante. Claro, você tinha gente mais conservadora, tipo Eneias, mas não tinha cargo nenhum. Então, dentre as pessoas que tinham cargos relevantes na política brasileira, ele era o cara mais conservador. Tanto que a pessoal mais à esquerda no PSDB, Nelson, era o o Fernando Henrique Serra, eh, Luí Nunes Ferreira e tal, Goldman, eles odiavam o Geraldo, porque o Geraldo era o Opus Day, era o Coxinha, era o cara que não participava dos jantares lá no máximo com vinho caro. Era o Chuchu que ia capinar o sítio dele lá em lá em Pinda. E de repente ele mudou de posição, não fui eu. Quem mudou de posição foi ele. Aliás, eu quando fui pela primeira vez secretário, a Folha de São Paulo fez uma matéria de capa. Podem olhar lá, pesquisar. Alm nomeia secretário apoiador do regime militar em pleno governo do PSDB. Então eu sempre fui eu mesmo desde a época que eu fundei o Indireita Brasil em 2006, completa 20 anos esse ano até hoje. Eu sou o mesmo Ricardo Sais. Claro que você aprende um monte de coisas, você governo várias vezes, deputado federal, ministro, secretário, pá pá pá, você vai aprendendo como é que a banda toca e como é que as coisas são de verdade. Mas do ponto de vista de princípios, valores, coerência, é a mesma coisa. Tanto que é o mesmo time. O pessoal do Endireita Brasil que fundou junto comigo há 20 anos atrás continua comigo até hoje. Não tem uma única defecção, não tem o único pessoa do grupo que olha, montamos outro grupo, não. É o mesmo grupo que atua coerentemente, coesamente e com um certo perfil. A gente podia ter sido ruidoso, que nem foi aquela época do aquele turma do Shcker lá, como é que chamava? Vem pra rua. Podia, lógico, a gente podia ter feito um movimento na linha do MBL e tal, etc. Podia, podia ter feito, quero mais, avança Brasil, qualquer um, mas nós preferimos ser um grupo mais fechado e mais discreto, porém mais consistente ideologicamente e comportamentalmente. São esses dois critérios que eu queria chamar a atenção para vocês. Nós temos hoje uma discussão no Brasil e que é o que a gente precisa trabalhar, que ela é binomial. De um lado, é uma discussão ideológica e que tem reflexos em todos os assuntos que a gente submeter aqui, família, direito, propriedade, armas, economia, qualquer um. Mas nós temos também uma questão comportamental, honestidade. Honestidade. Pior coisa que pode ter pro nosso movimento, pro nosso grupo, pros conservadores, é a gente se imiscuir com o que há de pior nesse país, que é o centrão corrupto, que tá roubando há 40 anos aqui e que vota tudo que a esquerda quer, tudo, sem exceção, drogas, armas, propriedade, tudo. Basta pagar. Basta pagar. Eu essa essa semana recebi um vídeo do Valdemar no palanque junto com o Zé Dirceu dizendo nós das esquerdas. Aí vai o imbecil do Tomé Abiducho e faz uma fala: "O pai da direita que permitiu que a gente tivesse aqui, Valdemar da Costa Neto, tem um pouco de vergonha na cara. Ele não é pai da direita nunca. Ele tá se ele tá se aproveitando do bolsonarismo para ganhar dinheiro, não é? que é o maior fundo partidário, o maior tempo de televisão, porque nós da direita, bolsonaristas e etc, fomos pro PL, eu inclusive, na expectativa de que a gente arrumasse o partido por dentro, de que ele, Valdemar, perdesse de alguma forma o protagonismo e o partido pudesse ser aquilo que a gente precisa ter, que é um partido verdadeiramente de direito a conservador no Brasil, que alinha todos os princípios ideológicos que a tem, mas não aceita a corrupção, não aceita esse roll de esquemas que a gente tá vendo por aí. Não adianta a gente sair de verde amarelo para votar em vagabundo. E não adianta, por outro lado, a gente ter um monte de bonzinho também, gente séria do nosso lado, que não tem apelo popular e não tem voto. Político que não tem voto é igual o banco que não dá lucro, não serve para nada. Então, nós precisamos de alguma forma estruturar o nosso trabalho. Lembrando que nós somos um país grande, com enormes diferenças regionais, enormes diferenças culturais, pontos de vista muito variados. É verdade, conforme você mude o critério de lugar, idade, nível de escolaridade, enfim. Mas nós precisamos ter uma mensagem que seja compreensível e palatável pro cidadão comum, não para nós que vivemos no meio da política. Óbvio, nós já temos a cabeça mais ou menos feita, mas eu digo pro cidadão comum que não sabe exatamente essas esses meandros da política e também não quer saber, ele tá preocupado em sobreviver, trabalhar, sustentar a família dele, é normal. Mas a gente precisa ter essas duas coisas: consistência ideológica e comportamento ético e coerente, sem ser o babaca do discurso muito refinado que não tem um voto. E tampouco o cara que tem muito voto, mas é um vagabundo que se vende paraas más práticas do centrão. Porque esse cara também não presta. Eu não vou citar nomes aqui, poderia, que é o meu estilo. Eu nunca deixo de falar as coisas que eu penso, não vou falar por uma questão de educação, mas tá cheio de gente que pôs a bandeira do 22, se vestiu de veio amarelo e tá lá fazendo esquema no Congresso Nacional, desviando emenda, desviando dinheiro público que manda pros municípios por emenda parlamentar. Esse cara também não presta. Esse é vagabundo igual aos outros. A diferença é que ele vestiu um personagem, ah, eu sou direita Bolsonaro, tal, ladrão, vagabundo. Então, nós temos que unir as duas coisas, o componente de conteúdo e o comportamental. Nós temos bons políticos no Brasil para qualquer estilo que a gente quiser. Olha, eu gosto de um cara mais sutil, mais erudito, tá aí Alexis Príncipe, a pessoa com a pauta da família, tá lá o nosso padre Kelm. Olha, um cara equilibrado, com experiência já no legislativo, tá aí o Nelsinho e tantos, tantos outros. Cada um vai escolher aquele que tem o seu estilo, né? aquele que você tem empatia, simpatia, tá tudo certo, mas nunca sem deixar de observar esses dois critérios que eu acabei de me referir aqui, consistência ideológica e comportamento coerente e correto. O cara que tem ideologia, não tem comportamento, não serve. E o cara que só tem comportamento, não tem ideologia, também não serve. Vai procurar sua turma em outro lugar. Nós temos essa grande oportunidade aqui. Eu vivi eh esses últimos 20 anos intensamente as mudanças do nosso país na parte político partidária, eleitoral e tal. 2006, repito, ano em 2005, né, quando tava no estourou o mensalão, foi quando a gente se juntou para fundar o Endireita Brasil, justamente nesse pressuposto. Diz: "Olha, pessoal, nós precisamos fazer alguma coisa. Não podemos ficar reclamando em tudo quanto é festa, casamento, batizado, que a gente se encontra. O esporte era sentar e nossa, que absurdo. Você viu o tal o cara, o não sei que o Land Rover, o Delúbio Soares, né? Aquela confusão toda mensal, então tem que fazer alguma coisa. E aí, e aquilo resultou? Talvez não fosse eh o máximo que a gente conseguiria fazer, mas foi o que deu para fazer, colocar de pé uma entidade, Movimento em direito a Brasil, que é ao contrário do MST, esses vagabundos todos. Existe, tem CNPJ, tem uma história que fez o dia da liberdade de impostos para mostrar o tamanho da carga tributária desde 2009. Só isso já são 17 anos de ações. Fizemos, levamos pela primeira vez, foi o nosso grupo que levou pela primeira vez o Lula fantasiado com o pedalhinho e aquela cela lá nos nos movimentos de impeachment da Dilma na Paulista. Aquela cela com o Lula com aquela roupa do Pichuleco. O primeiro que foi foi um cara nosso, foi uma turma nossa, foi o André Germanos vestido lá de de coisa e aquilo viralizou. Depois fizemos o pedalinho, levamos um pedalinho todo. Depois tem a foto, se alguém quiser ver no meu perfil, acho que do X, tem lá a foto, como tá fixado lá. Então são muitos anos de participação e assistindo esse troço todo. A coisa foi num crescente. 2013, quando estourou os black blocks, eu era secretário particular do governador. Eu vi aquilo de perto e eu me divertia porque eu via que era justamente a sociedade, ainda que o pretexto stopim fosse a história do R$ 3,20 para R$ 3 da passagem, mas aquilo era só um pretexto. Aquilo foi o stopim das pessoas saírem de casa. e irem pra rua se rebelar contra o que tava acontecendo e aquilo foi crescendo e aí foi impeachment da Dilma, Mensalão, Petrolão, Lava-Joto e e Prisão do Lula e culmina com a eleição do presidente Bolsonaro. Vou falar mais cinco e encerro. Eh, na eleição de 2018 do presidente Bolsonaro, eu tava no partido novo. Eu fui pro Partido Novo. Aliás, eu só não fui na época pro partido Bolsonaro porque ele tava ali meio, não sabia se ele ia ficar no Patriota, se ele ia pro PSL, tava uma salada danada. Eu falei: "Bom, eu preciso me definir". Peguei e fui pro novo. O novo tinha o Amoedo, era um câncer, embora ele tenha sido o cara que criou o partido, ele era um câncer do partido, porque ele era uma Marina Silva pintado de laranja, mas ele criou um partido com, do ponto de vista econômico e compliance, vamos chamar assim, regras de de transparência, o paro criou um partido muito bom neste ponto, só que ele ideologicamente era ruim e junto com ele um monte de gente que no fundo eram uns um uns tucanos que acreditavam em livre mercado. Basicamente era isso. Eu fui candidato a deputado federal porque aí já tinha mudado de partido, não dava, tinha vencido aquele prazo de de filiação. Fui candidato a deputado federal e fiz uma campanha Ricardo Sales, direitaça, tanto que meu número era 306, era uma bala de fuzil apontando pro MST, pro não sei quê, pro javali e tal. Aí teve uns uns chatos para lá do novo. Ah, vamos expulsar o ses do partido. Falei, pode expulsar. Ah, você tem que retirar o panflete. Falei: "Não, retiro pá. A minha campanha vai ser assim. E aí, só que eu apanhei duas vezes, né? Porque o pessoal mais ligado ao Poite, aquela turma bem Marina Silva de laranja, é o novo de verdade. O Sires é um bolsonarista infiltrado, não sei mais o que e tal. Ele tá defendendo o Bolsonaro, não é verdade? tava, eu tava quieto na minha, eu não defendia o amueto, mas também não podia fazer campanha Bolsonaro no primeiro turno porque o partido tinha um candidato e eu procurei ser o mais correto possível, ainda que eu não fizesse campanha para Almoedo, que ele é um bosta. Mas o o fato é que ah, eu fiquei, eu tive 36.000 votos, fiquei atrás do Alexis, fez 43, né? É 45. E aí até a turma falava, falou: "Olha, os os dovo na época falavam assim para mim: "E você não vota que você era um bolsonarista, você é um bolsonarista infiltrado." E os bolsonaristas falam assim: "É um baita candidato, mas essa merda de partido eu não voto." Então eu fiquei, apanhei dos dois lados. Tudo bem, faz parte. Foi uma escolha minha e eu arco com ela. Sou adulto, homem, moro de idade e não devo nada para ninguém. quis o destino que o presidente me convidasse para ser ministro do meio ambiente, pelo que eu tinha feito aqui como secretário de meio ambiente do Alkm. Ou seja, eu até acho até engraçado quando os caras me criticam, ah, foi secretário do olha, o Bolsonaro me escolheu ministro justamente pelo que eu fiz quando era secretário do Alm. Então, se alguém que é o Bolsonaro não viu o problema em eu ter trabalhado com Alkm, quem é você, seu merda para dizer que eu tenho problema em ter trabalhado com o Alm? Mas o fato é que nós fomos pro governo com o presidente Bolsonaro, Nelsinho, num espírito de mudar o Brasil de verdade. E eu vivi isso porque o a turma que o presidente Bolsonaro escolheu na primeira leva de ministros em 2019, né, para assumir com ele em primeiro de janeiro de 2019, foram as pessoas que realmente ele via como pessoas que estavam exatamente no mesmo projeto de combater a corrupção, combater o sistema, combater o centrão e defender as questões ideológicas, de novo aquele binômio que eu falei, anticentrão, antissistema e, por outro lado, eh, uma visão ideológica alinhada com a dele, direito de propriedade, legítima defesa e tudo aquilo. Infelizmente, infelizmente, talvez a falta de experiência no executivo da maioria daqueles que foram conosco pro governo acabou criando um desgaste muito grande, que é natural no processo de aprendizado e que a gente agora de certa forma já cumpriu essa lição de casa. Que que eu quero dizer com isso? Você tem um grupo de pessoas, nós éramos 22 ministros, você tinham 22 ministros, dos quais praticamente três ou quatro só tinham experiência político e administrativa no executivo. Eu era um dos quatro ou um dos cinco. A maioria não tinha nenhuma experiência, nunca tinha participado de governo nenhum, nem de município, nada. Isso acaba cobrando um certo preço, que é o custo do aprendizado. Você de repente chega, você pula do zero experiência direto para ministro de estado ou presidência da república, eh, você vai ter que aprender a trocar o pneu com o carro andando. Isso é muito difícil num país grande como nosso, com 200 milhões de pessoas, com PIB gigantesco, com todas as variáveis que a gente conhece, com uma esquerda extremamente treinada na guerra política e o centrão, por outro lado, bastante infiltrado na máquina pública. E mesmo assim, diante dessas dificuldades, até acho que a gente se saiu muito bem, sobretudo se você incluir dois aspectos que são eh foram uma uma fatalidade para nós, que é a a pandemia, e os efeitos da guerra da Ucrânia e da Rússia, que caíram como uma bomba aqui no Brasil. Ainda assim, o presidente Bolsonaro conduziu o país bem. Claro, teve erros em vários ministérios, inclusive no meu, não vamos entrar nesse mérito agora, mas o fato é que conduziu bem o país e a gente tinha um governo, um país que, não obstante essas duas dificuldades, eh, entregou as contas em ordem, o país estava com tudo resolvido, as estatais todas no azul, infelizmente não vendemos por causa do viés estatizante. Ali somou dois fatores, vocêou ser justo. o o viés estatizante dos militares e a ânsia do centrão que num dado momento acabou sendo incorporado no governo, senão o presidente ia tomar o impeachment. O centrão quando entrou no governo queria as estatais para fazer esquema. Essa é a verdade. Vamos falar o português. Claro. O centrão gosta de estatal empresa pública lá para roubar. Não tem. O resto é balela. Ah, eu tenho um projeto. Você não tem projeto nenhum. O projeto é aparelhar, pegar o dinheiro, roubar, botar gente corrupta lá dentro e desviar o dinheiro. Esse é o projeto do centrão para qualquer atividade no setor público. Então, eh, e aí a gente acabou perdendo a eleição. Então, agora nós temos a oportunidade de derrotar o PT, derrotar o PD com que de melhor a gente tiver. Nós vamos ter que engolir um monte de porcaria, porque nós não fizemos, infelizmente, ao longo dos 4 anos, esse processo de depuração. Ele não foi feito. Então, hoje continua misturado e miscuído em meio aos conservadores decentes. Gente que se diz conservador ou se diz de direito, quer quer mostrar-se como direita para pegar os votos da direita. Quero lembrar para encerrar aqui, Nelson, dizer o seguinte. Na eleição de 22 aqui em São Paulo, no estado de São Paulo, eh nós fizemos 17 cadeiras, 17 deputados federais no PL. O mais votado foi a Zambelli com 940.000 votos, depois o Eduardo com 740.000 votos. O terceiro fui eu com 640.000 votos e lá embaixo o Derrit com 250.000. E aí veio a turma toda, né, que enfim, até chegar no Tiririca, vocês verem o padrão, o padrão da lojinha. O último a entrada dos 17 foi o Tiririca, que só vota com o PT, só é só PT, 100% dos votos dele é com o governo. Mas não é só o Tiririca. Você tem dentre os 17 vários valdemaristas que se miscuíram dentro da nossa chapa ou se miscuíram, não, né? Nós entramos no partido deles, continuaram na nossa chapa e foram eleitos com os nossos votos, Antônio Carlos Rodrigues, vários, não vou citar aqui para não ser deselegante. Isso vai se repetir nessa eleição de novo, porque nós não fizemos a depuração que era necessária. Eu tô vendo isso e eu me termino com essa essa fala, tô vendo isso na disputa pro Senado. Quem são os dois únicos candidatos de direita nessa eleição pro Senado em São Paulo? Der Rit, eu deite foi pro PP por questões partidárias, a proximidade dele com o pessoal do PP aqui em São Paulo e tal. O PL ia lançar o Eduardo por força dos fatos que todos vocês conhecem. Eduardo se inviabilizou agora com esse julgamento, inclusive se inviabilizou também para ser eh suplente do pupilo do Valdemar. E quem é o cara que tá sendo colocado no pedestal pelo Flávio, pelo Tarcísio e pelo Valdemar? O André do Prado, um cara que fez campanha a vida inteira com a esquerda. Cara, foi candidato com a Dilma em 2010, quando foi deputado estadual a primeira vez. candidato com Mercadante na eleição seguinte, participou e apoiou o Márcio França no governo dele, apoiou todas as medidas restritivas do João Dória durante a pandemia, todas, sem exceção, fecha tudo, economia a gente vê depois, proíbe isso, proíbe aquilo. Ou seja, se tem uma coisa que ele não é nem nunca foi, é direita. Ele tá indo pra vaga do Senado para fazer exatamente o papel que o Tiririca fez na eleição de 22, pegar o voto dos bolsonaristas e fazer os esquemas que o centrão costuma fazer com o padrinho e tutor dele, que é o Valdemar da Costa Neto, preso no mensalão por corrupção. Então, nós precisamos ter a exata consciência de que esta turma continua usando a direita para se eleger e quando interessa eles votam tudo que a esquerda quer, fazem tudo que a esquerda e o PT querem por dinheiro, por poder e por cargos. Obrigado aí, pessoal, pela oportunidade. Bom estar com vocês. Quero só registrar a presença do Davi Sasser, que vem hoje com o tema fé, família e política. Registrar a presença também do Miguel. Muito obrigado pela presença. Não tava acreditando que era ele, né? Achei que era um clone, um sócio, mas aí agora confirmou que é ele. Muito obrigado pela presença de toda a equipe. E dando continuação, eu é ele mesmo. Eu convido padre Kelmo. Padre Kelmo, que vem com o tema cristocentrismo, fé cristã e atuação política. Muito bom, padre. Muito obrigado também pela presença, por est participando desse nosso primeiro fórum conservador, congresso conservador de Campinas e região. Fica à vontade, padre. Primeiro deixa eu agradecer a Nelson, né, a oportunidade de poder aqui mais uma vez nessa tribuna falar aqui em Campinas. E hoje, depois de ouvir um deputado, um ex-ministro, fica difícil um padre falar, né, diante de tantas pessoas que falaram bastante e falaram muito bem. Mas primeiro eu quero fazer umas perguntinhas antes de começar a falar. Quem é cristão aqui? Levante a mão só para eu ver quem é cristão. Quem acredita em Deus é em Cristo? É a maioria. 99%. Então, eu queria que nós fizéssemos um gesto só pra gente memorizar, guardar isso na nossa mente. Façam isso aqui. E agora fechem, juntem esses dois dedos menores e tragam para a palma da mão. E esses três dedos que estão separados, vamos uni-los. Pronto. Na palma da nossa mão, aqui está o resumo da nossa fé, da fé cristã. Nós cristãos, a maioria do povo brasileiro se declara cristã, nós acreditamos em Jesus Cristo, que tem duas naturezas. Verdadeiramente Deus, verdadeiramente homem, que nasceu do ventre de Maria. trazemos para a palma da mão, simbolizando o ventre de Maria. Para os evangélicos, para os católicos, para os ortodoxos, Jesus nasceu de Maria. E nós acreditamos também em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. Três pessoas distintas, mas unidas é um só Deus. Essa este é o resumo da nossa fé. Nós cristãos acreditamos no Deus que é pai, é filho e é espírito santo. É tão tão verdade que todos nós cristãos batizamos no em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Mas a história do cristianismo não é igreja aqui. É uma palestra que preciso falar das nossas origens, da nossa origem, da nossa fé. A história do cristianismo, como é que ela chega aqui no Brasil? Quem traz? Eu estou vendo aqui camisas verde e amarelas, camisas da seleção brasileira e nela tem uma cruz. Observem que nela tem uma cruz. É a cruz da ordem. Da ordem de quem? Quem sabe? da ordem de Cristo. Essa cruz, ela veio nas caravelas e quem trouxe para cá a semente do evangelho foram os europeus, os portugueses. Então, o que eu vou falar aqui nós já sabemos. Eu só quero refrescar a memória para que a gente relembre um pouco da nossa história. Então, nós, o o Portugal, Europa, os padres portugueses trazem aqui a semente do evangelho naquelas caravelas. E o Brasil no dia 26 de abril de 1500 lá na Bahia celebra um primeiro ato religioso, um culto, uma missa celebrada ali na Bahia, dando graças a Deus por todo esse território. E ali estavam índios e e europeus juntos e celebrando aquele momento litúrgico. Depois os padres da época tiveram todo o trabalho de sair junto com os colonizadores da praia para o interior, para o interior do território. Chegaram até aqui em São Paulo, em São Vicente, fundaram a cidade de São Paulo, Manuel da Nóbrega, padre José de Enchieta, uma pequena escolinha com uma capela. A primeira escola brasileira é ali no pátio do colégio. E ali começa a catequisação, começa a plantar a semente do evangelho que vem da Europa para cá. Então, a herança que nós recebemos de Portugal e dos europeus, a mais importante delas, é o evangelho que chegou aqui, é a palavra de Deus que chegou aqui através da catequese feita por por estes padres jesuítas, né? E dali do início da colonização, todo um processo de evangelização aconteceu. Muitas ações foram realizadas por padres, por missionários, por freiras. marcaram a edificação, por necessidade do povo, das santas casas de misericórdia, eh escolas, universidades, hospitais, uma infinidade de ações sociais caritativas foram realizadas, edificadas pelo povo cristão, pelas lideranças religiosas daquela época. Então isso e o cristianismo foi se consolidando no Brasil. O cristianismo foi moldando a nossa cultura, foi fazendo parte, as cidades foram nascendo a parte nascendo a partir de igrejas que eram construídas, capelas em determinados locais. Em volta dela surgiam casas, vilas, vilarejos e assim foi São Paulo, Rio de Janeiro e tantas outras cidades. Então o esta é a relevância do cristianismo que contribui para a identidade do povo brasileiro. Então nós temos como brasileiros uma identidade religiosa. Nós temos uma identidade e uma cultura que é alicçada no cristianismo e não em outra religião. A nossa origem está aí. Então, a história mostra, diz, e nós precisamos relê-la, refrescar a memória para saber da onde viemos. O cristianismo chega desta forma aqui e se desenvolve a partir da ações de padres, de missionários e missionárias que começam no século X, 17, X trabalhos intensos de catequização e de assistência humanitária social ao povo e para edificar a sociedade. As grandes cidades e capitais nascem a partir disso. Essa é uma identidade nossa e isso marca a nossa cultura que festas surgem a partir disso. Inclusive agora aqui as festas juninas, né? É festa de Santo Antônio, de São Pedro, de São de São João, que marca uma região do país e que tem essa origem, essa tradição. Eh, relembro aqui a camisa que estão usando da seleção. Tem uma cruz aí, até o nosso esporte absolve isso, né? essa cruz da ordem de Cristo que está ali como símbolo. E o povo também é cristão. 84% da população se declarou cristã. Depois, século XIX, século XX, o cristianismo já não é mais só catolicismo no Brasil. Todos nós sabemos da história do cristianismo. Então, surgem lá na Europa, os protestantes com Luteram, depois chegam aqui, mas aqui no século XVI, século X, século XX desenvolvem, cresce. E os nossos irmãos protestantes, eles também fazem um trabalho relevante na sociedade. Então são dois grupos, os católicos, romanos e ortodoxos, que são ambos católicos, e os protestantes nos seus diversos e segmentos, né? São dois grupos de cristãos que formam a identidade do povo brasileiro. Um primeiro que chega no início da colonização, que faz todo um trabalho de evangelização, de consolidação da identidade cristã do país. E depois um outro grupo que chega, os evangélicos, os protestantes, que dão continuidade também, que marcam a identidade do povo brasileiro e que tem a sua relevância, que tem uma série de trabalhos sociais de assistência humanitária ao povo. Inclusive, muitos pastores se dedicam a trabalhos nas comunidades, nas favelas, e fazem um trabalho relevante e eh recolhendo jovens com problemas de drogas nas suas casas de recuperação. Então, nós precisamos olhar assim o cenário e ver a relevância e a importância do cristianismo para a sociedade brasileira e a nossa sociedade que é fundamentada, alicerçada nos pilares do cristianismo. Essa é a nossa identidade. Logo, o Brasil tem uma identidade religiosa, o cristianismo, desde a origem. Nós que somos seguidores de Cristo e que fazemos parte do cristianismo, somos nós que precisamos testemunhar a nossa fé diante da sociedade para mostrar o Cristo que cremos a partir das ações que nós revelamos, o nosso testemunho. E são e são essas ações e o testemunho nosso de cristão que vai marcar a importância ou a desvalorização do próprio cristianismo. Então, nós temos uma responsabilidade, não brincar com a fé, não reduzir a nossa fé a espetáculos, a shows, a tirar da do próprio cristianismo a importância e a relevância que ele tem para nós e para a sociedade. Como fazer isso? Uma coisa é nós sermos apenas religiosos. que vão ao culto, que vão à missa, que seguem regras, que seguem preceitos e que estão ali cumprindo regularmente essas obrigações, que é bom. Mas não podemos apenas ficar aí na religiosidade. Não podemos ser apenas religiosos, apenas homens e mulheres que seguem, que vai à missa ao domingo, que e reza o texto apenas, que ler a Bíblia inteira, memoriza todos os versículos da Bíblia e depois eh sai declamando tudo isso. Isso é importante, mas não é só isso. Isso é apenas ser religioso. Nós precisamos ser cristocêntricos. Mas o que é isso, padre? É transformar. É fazer com que o que eu leio se torne vida. O evangelho é vida. O evangelho não é letra morta. E para nós cristãos, nós precisamos ler e viver. transformar o que leu e em ações concretas de testemunhos coerentes, de testemunhos aonde a minha fala e a minha ação, ela realmente corresponda, ela tenha uma coerência, ela mostre de fato o Cristo que eu carrego dentro de mim, senão nós seremos apenas religiosos ou pior, hipócritas. E não vamos ajudar a fazer o cristianismo ser eh eh manter a relevância que tem na sociedade e ser essa força transformadora individual e coletiva. Porque o cristianismo é a adesão que cada cristão faz ao próprio Cristo. Nós precisamos ser seguidores de Cristo de palavras e de ações. Nós somos chamados a sermos outros Cristos. Imitar ao Cristo. O que é que São Paulo diz? Não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim. Falar isso é fácil. Ser e transformar essas palavras em ações é o difícil. E aí eu, a pergunta é: vocês acham que ser cristão é fácil ou é difícil? A minha resposta é: ser cristão é muito difícil. Não é fácil ser cristão, é fácil ser religioso, é fácil ir à missa, eu me arrumo, vou à missa, participo, canto, é fácil ir ao culto, é fácil ler a Bíblia, é fácil rezar um terço. ser cristão, imitador de Cristo, viver o cristocentrismo, transse transformar por ele, por dentro, de dentro para fora. Eis a dificuldade. Por quê? Porque eu, cristão, preciso diminuir para que ele para que ele cresça. Eu, cristão, preciso esvaziar-me para encher-me da graça santificante, da graça de Deus. Eu, cristão, preciso morrer todos os dias. A avareza, que é natural do ser humano, a avareza, a prepotência, o orgulho, a vaidade, a mentira, a corrupção. Eu, cristão, precisarei morrer tudo isso que é natural do ser humano para deixar com que a minha natureza humana seja transformada pela ação da natureza divina. Por isso, nós acreditamos em Jesus Cristo, que tem as duas naturezas, a humana e a divina, e somos nós convidados a sermos também como ele, imitadores dele. Então, aí está a dificuldade. Por isso, não é fácil ser cristão e é fácil ser religioso. Então, nós precisamos colocar isso em primeira pauta da nossa mente como cristãos. Depois, ser cristão na sociedade que nós vivemos hoje é fácil, extremamente difícil. E ser cristão na política. Aí está o desafio maior. Mas é necessário. É necessário e é importante. Por isso, cristocentrismo político é o cristão que esforça-se todos os dias para viver verdadeiramente o seguimento ao Cristo na sua mortificação pessoal. dos sentidos para absolver e deixar-se moldar por Deus, pelo Espírito Santo, e que se transforma de dentro para fora. E essa transformação de dentro para fora é: eu deixo a mentira pela verdade. Eu deixo a vaidade pela simplicidade. Eu deixo o orgulho pela humildade. Essa é a mudança, essa é a transformação. Esse é o exercício asético que todos nós cristãos precisamos, cristãos precisamos fazer para que a mudança aconteça de fato em nós. E aí nós cristãos, que muitas vezes no passado fomos educados por líderes religiosos, sejam padres ou pastores, ou as nossas os nossos próprios amigos ou as nossas catequistas e das catequeses e das escolas dominicais que nos disseram: "Olha, religião e política não se discute, nós não devemos nos misturar com isso". Eh, e aí nós tiramos tiramos a oportunidade de de nós cristãos que aprendemos nas igrejas a viver valores e princípios, de levarmos esta nossa prática e essa nossa vivência dos valores e princípios para o ambiente político que hoje carece destes valores e princípios, aonde a corrupção e a mentira, o a vaidade, o roubo, a prostituição em todos os sentidos, está dominando e fazendo da política uma verdadeira bagunça e que faz com que o desequilíbrio entre poderes aconteça. Então nós, eu acredito nisso e penso nisso todos os dias, nós cristãos temos as ferramentas nas mãos para mudar a sociedade, mas nós precisamos entender e praticar o cristianismo de uma forma muito mais coerente, muito mais responsável, muito mais verdadeira, muito mais transformadora, aonde primeiro eu sou o transformado para depois eu ajudar a transformar o meu ambiente de trabalho ou o meu ambiente na política, se eu sou um candidato ou se eu sou um político de mandato que assumiu a responsabilidade de cuidar da coisa pública, de cuidar da condução da vida das pessoas. Um homem na política vai deixar de roubar ou não vai roubar, não vai praticar a corrupção se ele viver valores, mas de verdade. E aí vocês podem se perguntar: "Mas, padre, como é possível? Nós temos parlamentares que abrem a boca e dizem que são cristãos, sejam católicos ou sejam evangélicos de qualquer um, uma das denominações, mas abrem a boca e dizem que são cristãos. E por nós chegamos aonde estamos chegando num país socialista? Porque nós eh percebemos, ouvemos que as pautas anticristãs são levadas ao parlamento para serem votadas, que não deveriam nem ser levadas para lá, como o aborto, por exemplo. E as respostas é o que eu disse anteriormente. Porque nós cristãos na política, não estamos vivendo o cristianismo com essa esse compromisso de sermos verdadeiramente cristocêntricos. Estamos ali como religiosos de um grupo religioso que tem o rótulo de cristão, seja católico, seja ortodoxo ou seja evangélico. Mas nós precisamos é viver verdadeiramente o Cristo em nós, o cristocentrismo em nós, o cristocentrismo político na política, aonde quando me oferecerem a barganha, eu esteja tão mergulhado nesse compromisso com o Cristo que eu rechace. Diga: "Não, meu irmão, não posso fazer isso. Isso aí é dinheiro do povo. Isso aí é um compromisso que nós temos que ter com a sociedade e não roubar o su do trabalhador, pagador de imposto que acorda cedo." Mas só vou dizer isso se eu tiver essa consciência cristocêntrica. Se eu carregar o Cristo dentro de mim, no meu ambiente de trabalho, no meu ambiente familiar e no meu ambiente político, para que nos momentos das tentações, das provocações que aparecerão em todos os em todos os setores, então toda esta construção interior, esta vida interior cristocêntrica vai servir para mim como barreira, como algo que me fortalece para impedir que eu seja coptado pelas forças pagãs, vamos usar esse termo, esse adjetivo, pelas forças pagãs que estão dominando a sociedade e principalmente a política. Então, eh cabe a nós, católicos, evangélicos, ortodoxos, cristãos, levarmos muito a sério a política. Porque é a política que direciona a vida do povo, a nossa vida. As decisões dos políticos que nós colocamos dentro do parlamento, elas vão direcionar o dia a dia do povo. Quem nós vamos colocar? Quem nós vamos escolher? Socialistas, comunistas, pagãos, ateus. Numa maioria de um país que se diz cristão, 84% da população se declara assim. Veja, vejam a responsabilidade que todos nós temos com o país, com o Brasil. Então, nós não podemos apenas ficar nas nossas igrejas como se a sociedade e a política fosse algo apartado da minha vida religiosa, da minha vida cristã. Não é. E não pode ser. O mesmo cristão que vai à igreja, seja ela evangélica ou católica, é o mesmo cristão que vai ser candidato ou vai ser o eleitor e precisa saber o que fazer. E nós temos que nos apoiar e ajudar ao povo a discernir e a enxergar em quem nós devemos apoiar ou a quem nós devemos apoiar. E nós cristãos devemos aprender a enxergar entre nós quem pode de fato nos representar. E nós, se estivermos lá, precisamos nos perguntar: "Sou seguidor de Cristo, da igreja tal, eu me declaro cristão? Como eu vou me comportar no parlamento como cristão?" Não dá para separar o político do púlpito do político do da tribuna. Ele não pode ser o cristão apenas dentro da igreja e ser outra coisa lá no Congresso. É uma hipocrisia, uma incoerência. Eu só acredito em Cristo e as leis de Cristo só vale dentro do templo. Não, eu sou a igreja viva. Nós somos o templo vivo. E esse templo vivo se desloca da minha casa para o meu trabalho, do trabalho para o parlamento. E os valores que eu vivo e o Cristo que eu carrego, ele também se desloca dentro de mim e ele se faz presente nas minhas ações na sociedade. Quais são as minhas ações na sociedade como cristão? Eu apoio o aborto, eu apoio ideologia de gênero, eu apoio o casamento que não é casamento. Aonde está a nossa coerência como cristãos? Principalmente os líderes, os padres, os pastores e depois os fiéis, o povo? Como nós estamos vivendo a nossa fé e a nossa vida em sociedade e na política? Não dá para separar. Então, eh, o que nós, e hoje uma jornalista me perguntava isso, eu respondia. O que eu entendo é nós, cristãos somos uma força transformadora da sociedade, porque o cristianismo transforma vidas. E se o cristianismo, que é Cristo, Cristo transforma vidas individuais e pessoais, logo a transformação individual e pessoal também, quem tem o Cristo, quem foi transformado, quem vive a verdade, quem vive o amor, quem vive a justiça, quem descobriu o tesouro, quer que o outro também descubra, quer que o outro também viva. Então, logo nós vamos contaminar positivamente o outro que não acredita, o outro que não descobriu isso com o nosso testemunho. E com isso nós vamos transformando a vida em sociedade, em valores e em princípios. E esses valores e princípios se transformam depois em um ambiente sado, aonde a prosperidade econômica acontece para todos. Porque onde está Deus, está a prosperidade também. Porque a ganância a gente faz morrer, a avareza a gente faz morrer. Esse é o trabalho da sese cristã que todos nós precisamos praticar para viver bem na prática a transformação que o Cristo nos nos convida a vivermos. E isso a gente pode ver enxergar que os cristãos agindos dessa forma na política, nós seremos a resposta que a sociedade precisa. Por quê? Porque a política socialista, quais são os frutos da política socialista? Todos nós sabemos. Miséria, fome, ódio, vingança, desconfiança, intriga entre os os seus correligionários. E os frutos a própria história nos mostrou e nos mostra. Venezuela é um fruto disso. Nicarágua é outro fruto. Coreia do Norte outro fruto. Cuba, outro fruto da política socialista comunista que não serve para nada, só serve para enriquecer quem está no poder, os ditadores. E o povo a miséria. E o povo cristão iludido, enganado, coptado para ajudá-los a permanecer no poder, quando não tem conhecimento da sua força e quando não se une para enfrentar de forma democrática, vamos usar o termo que eles gostam, essas forças do mal. Por que eu digo do mal? Porque o cristianismo tem como princípio e fundamento o amor, porque Deus é o próprio amor. E as nossas ações revelam este amor de Deus. Todos somos chamados a viver o amor. O socialismo e o comunismo, a sua, as ações daqueles que lideram mostram na sociedade que a miséria, a fome, a o ódio, a pobreza, a perseguição e a morte não são frutos do amor de Deus. E se não são frutos de amor, de do amor de Deus, são inspirações contrárias a Deus e ao amor. E essas inspirações contrárias, nós entendemos que é o inimigo da nossa salvação que inspira o mal, que inspira a mentira, a corrupção e o ódio. Então, esses homens são movidos de dentro para fora por esta força maligna e que eles configuram em ações concretas e fazem a vida do povo virar um inferno e destrói as sociedades, as soberanias, empobrece o povo e torna os povos miseráveis. Logo a gente vê que a guerra é espiritual. A força do amor de Deus e do bem vivida pelos cristãos, quando o cristão de fato é sincero com Deus e consigo, leva a sociedade a uma vida de prosperidade, de riqueza, de partilha, de honestidade. Isso não é utopia, isso é o que o cristianismo nos convida a viver. Isso é o que está no evangelho. Buscai primeiro o reino de Deus e as demais coisas lhe serão dadas em acréscimo. Se nós não acreditarmos nisso e não praticarmos isso, então nós estamos brincando de cristianismo. Logo, nós precisamos estar no poder. Logo, os cristãos precisam assumir os poderes. Sejam eles legislativos, sejam eles executivo, sejam eles no judiciário, sejam eles nos conselhos tutelares, sejam eles em quaisquer conselhos da sociedade, para que nós possamos transformar essa sociedade a partir daquilo que nós carregamos dentro, que é a fonte de todos os valores e princípios que nós estamos dizendo todos os dias que está faltando na política. E essa fonte de todos os valores e princípios é o próprio Deus. é Cristo. Ele mesmo disse: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida e todos os demais valores, ele é a fonte". Então, nós precisamos viver o cristocentrismo diário, todo dia, se esforçar para sermos cristãos, seguidores do Cristo, imitadores do Cristo nas nossas ações, no que a gente fala. Cuidado com a língua. Com ela a gente abençoa e com ela a gente puxa o tapete do outro porque quer o trabalho dele, quer o emprego dele. É assim que a gente pratica a sociedade na sociedade. Mas se nós somos cristãos verdadeiramente imitadores de Cristo, nós não deveríamos fazer isso. Nós deveríamos nos alegrar com o crescimento do outro e se esforçar para também chegar a crescer e não praticar a inveja ao ponto de puxar o tapete ou caluniar o outro para derrubar o outro. tomar o seu lugar. Então, veja como é difícil ser cristão de verdade, porque é exigente. Ser cristão é difícil porque exige de nós uma mudança profunda, verdadeira e real, aonde eu, ser humano, saio de cena para deixar com que a graça santificante de Deus atue em mim e me transforme de dentro para fora, para que as minhas ações no dia a dia não sejam mais as manifestações do meu egocentrismo, não sejam mais as manifestações das minhas vaidades, da minha corrupção, da minha inveja, da minha mentira ou da minha avareza ou da minha ganância por coisas materiais, ao ponto de fazer do outro um objeto de manipulação, um objeto descartável, apenas por acumular riquezas que tanto para padres e pastores e para os fiéis, todos nós vamos deixar tudo aí. Então, nós precisamos rever como nós estamos vivendo a nossa fé cristã. Católicos e evangélicos, ou seja, romanos ortodoxos, precisamos aprender a conviver mais uns com os outros. Nós precisamos promover convivências entre nós cristãos e não divergências entre nós cristãos. e não dizer: "Eu sou católico, a minha religião é melhor que a sua, eu vou para o céu, você não vai, você adora a imagem, eu faço isso, eu faço aquilo." Acusações vazias, acusações desnecessárias no tempo de hoje. Nem os evangélicos precisam nos acusar e nem nós precisamos acusá-los, mas precisamos entender, conviver para entender porque que um padre carrega uma cruz no pescoço e tem a mesma fé que um pastor que não carrega a cruz no pescoço, mas acredita no Cristo como ele acredita também. Mas cada um desenvolveu uma liturgia própria, um jeito próprio. E e por isso temos características diversas. É na convivência, no diálogo que nós vamos procurar entender para conviver e convergir e unir cada um na sua do que nos atacarmos para nos dividirmos cada vez mais, nos afastarmos cada vez mais e dar aqueles que não creem no Cristo e no cristianismo as armas que eles precisam para nos detonar e nos destruir, como estão fazendo nos parlamentos. E dizem: "Os cristãos não se entendem". Nem eles se amam, nem eles se entendem. Então, nós precisamos fazer o nosso dever de casa também para começarmos a cuidar juntos daquilo que é interesse de todos nós. E qual é o interesse de todos nós? Que o Brasil seja livre, que nós possamos praticar a nossa fé cristã livremente, sem censura, sem perseguição de judiciário, de executivo, de um ditadorzinho que esteja aí no poder. Porque se dizem cristãos, mas são comunista, porque já se declararam comunista. E o comunista não acredita em Deus, vai nos perseguir. Já vou parar de falar. Então, minha gente, e é responsabilidade nossa, de todos nós fazermos as mudanças da sociedade, mas as mudanças para a sociedade, ela vai acontecer quando a mudança individual e pessoal também acontecer. E se nós realmente somos seguidores de Cristo e queremos um país verdadeiramente conservador, é o Congresso, aonde os valores e os princípios eles sejam a base e continue sendo a base da nossa sociedade, nós precisamos aprender a conviver uns com os outros nos diferentes ramos do cristianismo e precisamos viver com responsabilidade, com comprometimento à fé no Cristo, uma fé crist cristocêntrica, comprometedora, aonde eu me esforço todos os dias para deixar a minha avareza, o meu egoísmo, a minha natureza humana para viver a graça santificante de Deus que me transforma por dentro e que me impulsiona ao encontro do outro. Se eu sou cristão, que vou na missa ou no culto todos, todos sempre, mas sou incapaz de servir a Deus naquele meu irmão que está à minha frente, tem alguma coisa errada no meu cristianismo. Porque Deus é Deus tem que ser servido na pessoa humana, no outro. Nós precisamos ser mais humanos com os nossos irmãos humanos. Temos que humanizar mais a nossas as nossas relações. Temos que nos preocupar mais uns com os outros e não sermos tão egoístas de pensarmos cada um em si mesmo e os outros que se lixem, os outros que cuidem de cada um de si. Isso não é cristianismo. O cristianismo não é isso. Atos dos Apóstolos 2:42, 47 nos mostra como era que os cristãos viviam desde o início do cristianismo. Vamos voltar então para a igreja primitiva. Vamos rememorar como era vivido essa nossa fé e vamos praticá-la no século XX. Isso é possível. Então, o cristocentrismo nada mais é do que colocarmos Cristo como o centro da nossa vida, como o centro das nossas decisões, das nossas inspirações, das nossas motivações, da nossa vida diária. Cristo é o centro da nossa vida. O homem não é o centro de nada. O homem é finito. O homem nos decepciona. Cristo é eterno e não nos decepciona, mas nos preenche por dentro, nos transforma por dentro, nos abre os olhos, arranca as escamas da nossa natureza humana decaída e nos faz enxergar o outro como imagem e semelhança dele, para que nós possamos abraçar o outro, amar o outro, ajudar o outro, enxergando Cristo no outro. E aí nós vamos transformar a sociedade numa sociedade mais fraterna, mais humana e mais cristã. Deus nos ajude a sermos esses seguidores do Cristo verdadeiramente e não apenas religiosos que vai ao culto ou à missa apenas por ir. Precisamos ser transformados todos os dias pelo Cristo que nos convida a mudar de vida e a mudar a sociedade a partir dele com as nossas ações nesta sociedade. Ações do Cristo que se manifesta pela nossa vida, pelas nossas decisões. Deus nos ajude a sermos esses instrumentos na política para mudar e rechaçar os socialistas e os comunistas e vivermos uma política mais cristocêntrica. Deus abençoe a todos meu amigo que só tenho agradecer padre Kelmo, por esse compromisso aqui com o nosso primeiro eh fórum Congresso Conservador de Campinas e região. Padre Kelmo, para quem não sabe, né, iria receber um título de cidadão campineiro, mas a bancada da esquerda fez toda uma movimentação e acabamos retirando. Ele não foi aprovado. Eu, como autor, retirei que esse projeto vem depois das férias. depois de julho, né? Vem já num período de campanha. Se não era política, passou a ser, né? Porque eles pediram para retirar porque falavam que era ano de eleição e que ele era pré-candidato. Enfim, só piorou, né? Agora vai ser apresentado no meio da campanha. Enfim, é assim que funciona, né? Onde tem esquerda, tem erro, tem problema, tem tem tráfico, tem tudo. Enfim, vamos lá. Agora eu chamo o amigo e querido Davi Sasser e que sua música e sua mensagem fortaleçam nossa fé, renovem nossa esperança e inspirem todos os presentes. E logo na sequência, dividindo o tempo com o Davi, vem Miguel Oliveira. Cadê o Miguel? Qual que é a frase que te deixou estourada? Off the king the power. É isso aí. Boa tarde a todos. Muito obrigado, vereador Nelson. Muito obrigado a todos que estão aqui. É um privilégio, padre K. Prazer conhecê-lo pessoalmente, ouvi-lo. A todos que estão aqui presentes, uma boa tarde para todos. Eh, obrigado pelo convite, pelo carinho. Vou ser breve aqui, 10 minutos apenas de palavra. Eh, nessa tribuna tão honrada. Eu louvo e engrandeço o nome do meu Deus por estar aqui, ao Senhor Jesus, ao autor da minha fé, autor da minha salvação. A ele seja a honra, a ele seja a glória. Eu sou nascido e criado na igreja, na igreja evangélica. Meu pai é um pastor de 85 anos, tinha parado de pastorear por causa da idade, não aguentou ficar parado, voltou a pastorear, né? tá, voltou ativa e tá feliz da vida com isso. Minha mãe já está com Cristo, mas aprendi os princípios da palavra de Deus com os meus pais. Minha mãe fazia cultos domésticos lá em casa todas as manhãs e eu me envolvi com a música. Eh, então, desde sempre envolvido com a música na igreja, comecei a compor, comecei a cantar. E isso se tornou não apenas um um dom, não apenas uma habilidade, mas se tornou também o meu chamado, se tornou o meu ministério. E eu tenho feito isso, pelo menos pelos últimos 23 anos, pelo Brasil, cantando, compondo canções. Talvez quem é cristão aqui conheça algumas das minhas canções. Eh, se o Nelson conhecer, depois quiser cantar comigo aqui, fazer uma dupla, a gente faz uma duplinha aqui. Melhor não, né? Deixa quieto, né? Que bom. E aí, bem, enfim, desenvolvi meu ministério na música, né, pregando o evangelho através da música. Tenho muitos testemunhos de pessoas que foram tocadas através dessas canções e estava vivendo uma vida eh a vida que eu sonhei, né, cantando, que é o que eu gosto de fazer, cumprindo meu chamado, meu ministério, que eu gosto, que que eu gosto de fazer pelo Brasil, pelas igrejas, pelas cidades. Mas eh eu comecei a em algum momento me posicionar politicamente e eu não sabia que isso a princípio me traria eh problemas, mas depois também se tornou um despertamento paraa minha vida. Em 2022 eu tive eh uma das minhas redes sociais bloqueadas e está bloqueado até hoje pelo excelentíssimo senhor Alexandre de Morais que bloqueou o meu Twitter. está bloqueado até hoje. Eh, e aí isso me trouxe um certo temor no começo, né? Porque era um mundo completamente diferente para mim. Esse eu eu lidava apenas com pastores, com fiéis que me admiravam, gostavam das minhas canções. De repente, por um posicionamento político, minha rede social foi bloqueada. Isso veio, vazou depois os documentos e eu descobri então eh o que tinha acontecido. E depois desse medo, desse temor, me levou a um período profundo de reflexão, de oração, de buscar saber qual era a vontade de Deus nisso tudo. A Bíblia fala que a vontade do Senhor é boa, perfeita e agradável. mesmo que no momento não esteja sendo boa, perfeita e agradável, mas no final de tudo a gente vai entender que valeu a pena eh seguir todo o processo e todo o caminho que Deus eh indicou para nós, porque no final vai se tornar boa, perfeita e agradável a vontade do Senhor. E eu tentei entender entender então o que era essa boa, perfeita e agradável vontade do Senhor para minha vida. No meio desse turbilhão todo, conversei com meu pai, um pastor de 85 anos, conversei com amigos, conversei com a minha esposa Verônica. Sou casado há 30 anos com a Verônica. Tenho dois lindos filhos, Breno e Maressa. Breno de 24 anos, Maressa de 22. E decidi tomar uma posição, já que a minha voz estava sendo cerceada do lado de fora, então eu quero me colocar à disposição para ser uma voz do lado de dentro. Tenho feito isso, tem me posicionado ainda mais para conscientizar sobretudo o público cristão evangélico, sobretudo conscientizá-los dessa necessidade de se envolver com as coisas do Brasil, com as coisas da política do Brasil. Não, não é possível apenas a gente viver o nosso mundo, o nosso ecossistema, a nossa bolha dentro das quatro paredes, que é um lugar maravilhoso. Inclusive, eu amo estar na casa de Deus, amo estar na igreja, amo estar cultuando ao Senhor, mas não é possível viver apenas desse ambiente para nós muito bom, enquanto do lado de fora existem pessoas sofrendo, agonizando, sendo prejudicadas. Há um texto bíblico, e eu encerro minha palavra aqui breve, há um texto bíblico, há um livro na Bíblia chamado O livro de Abacu. Abacu, que era um profeta de Deus. Ele escreveu apenas três capítulos. É um livro muito pequeno, três capítulos. E Abacu, ele era um profeta de Deus numa num contexto em que a nação de Israel estava prestes a ser levada cativo pra Babilônia. O povo de Israel tinha deixado seus princípios, tinha abandonado a a as leis de Deus, abandonado os princípios de Deus. E o a Babilônia iria invadir Jerusalém, iria vencer Israel numa guerra, iria não apenas vencer Israel, iria pegar todo o povo de Israel, iria levar cativo paraa Babilônia. E ali na Babilônia eles iriam ensinar nova, uma nova cultura paraos judeus, iria ensinar uma nova língua paraos judeus. E certamente os filhos dos judeus que nascessem naquela terra perderiam o seu sutaque, perderiam a sua língua, perderiam a sua cultura, perderiam a sua fé. Tudo isso porque enquanto estavam na sua nação, preferiram não eh se aprofundar naquilo que era a vontade de Deus para eles. E Abacu está nesse contexto. E Abacu olha para a nação de Israel e se desespera. Ele olha, vê. É interessante o capítulo um, versículo 1 de Abacue. O versículo 2, na verdade, quando ele diz para Deus: "Senhor, até quando eu vou clamar e o Senhor não vai me responder? Até quando eu vou gritar violência, o Senhor não vai trazer salvação?" E ele começa a descrever o cenário do que está acontecendo em Israel. Ele diz: "Por que que o Senhor me faz ver a justiça? Por que que o Senhor me faz contemplar a maldade, a destruição, a violência estão diante de mim, a luta e conflito por todo lado?" E ele conclui dizendo: "É por isso que a lei se enfraquece. É por isso que a justiça nunca prevalece. É por isso que os maus estão tomando vantagem sobre os bons e a justiça está sendo pervertida. Se se eu pegasse esse discurso dele e falasse aqui para você sem citar de quem era, possivelmente se encaixaria muito bem naquilo que a gente tá vivendo hoje como nação brasileira. A justiça está sendo pervertida, os maus estão tomando vantagem sobre os bons. Violência por todo lado. A gente grita, a gente alerta e parece que nada está acontecendo. E Abacuk tentou alertar o povo e nada aconteceu. Mas algo ele fez no capítulo dois, no versículo 1 do capítulo 2, depois que ele se lamenta, ele diz: "Eu voltarei para minha posição na muralha como sentinela para ver o que o Senhor me dirá". E aí eu percebi que Abacuk, além de ser um profeta de Deus, também era um sentinela. Ele precisava estar em cima do muro para avisar quando o inimigo viesse, para que então o povo se preparasse para aquela guerra contra o inimigo. E às vezes a gente tem deixado a posição de sentinela. E eu entendi que Deus me queria não apenas para ser um um ministro de louvor, ele queria me colocar na muralha como sentinela para ser mais uma voz dos sentinelas que Deus tem levantado pelo Brasil para alertar o povo de que o perigo é iminente, de que a justiça está sendo pervertida. E se eu e você não tomarmos posição, possivelmente Babilônia vai invadir. Os princípios da Babilônia vão tomar vantagens sobre os bos, sobre a justiça brasileira. E eu e você precisamos nos posicionar para isso. Que Deus levante a cada um de nós como sentinelas na muralha para avisar dos perigos que o Brasil está correndo e paraa mudança do Brasil. Em nome de Jesus. Muito obrigado pelo tempo. Deus abençoe a todos. Obrigado, Miguel, faz favor. Miguel, cuidado, Miguel, um livro que eu lancei a semana passada. Obrigado. Tá bom. Boa, Victor. Queridos, boa tarde. Deus nos abençoe. Obrigado, vereador Nelson. Eh, não estava nem no meu plano tá aqui hoje, porém fico muito feliz. Nem no meu plano, nem o plano, né? Nem no meu plano tava. E fico muito feliz de poder estar aqui hoje para poder falar um pouco sobre o que é a fé, né? Eu sou uma pessoa que, embora eu seja muito jovem no auge dos meus 16 anos, eu tenho muita fé em Deus, né? Acredito muito na família e acredito muito numa próxima geração que vai vir. uma geração de jovens, nobre padre, numa geração de jovens que foram criados e acredita nos fiéis da Bíblia. E eu que fui atacado e por muitas vezes atacado por tudo e por todos, tive o compreendimento da minha missão e o propósito de Deus na minha vida, de jovens ser levantados para ser uma voz nessa nação, vereador, para ser uma voz, embora com todos os confortos do mundo, o nobre padre deu uma explicação aqui do que é o evangelho. é abdicar de confortos, de comunidades, é abdicar de coisas que estão ao nosso favor, que são um mundo para seguir a Cristo. Na juventude, o jovem pode ter o seguinte discurso ou a seguinte ideia: "Eu sou jovem e posso aproveitar a vida. Eu sou jovem e posso curtir dos prazeres mundanos". Porém, eu pensei diferente. Eu pensei que eu posso influenciar uma geração, que eu posso influenciar jovens que estão na mão do mundo, jovens que estão perdidos no mundo das drogas, da bebida. E esse é o plano do mal. Esse é o plano do pessoal do outro lado. Desmoralizar a família, desmoralizar, sacralizar com que é santo, sacralizar com aquilo que nós defendemos. Porém, Jesus, ele começou a sua jornada desde os 12 anos, ensinando na porta do templo. Eu acho isso lindo. E eu peguei isso de exemplo para minha vida. e disse: "Embora todas as pedras estejam contra mim, eu vou vencer, dar volta por cima e ser uma voz para essa geração." Eu vi aqui o meu amigo Davi Sasser algo de se admirar, de se espelhar. alguém com uma carreira consolidada, uma pessoa que está há anos sendo um tangedor, alguém que tem uma missão e abdicou de toda essa estabilidade, de todo esse conforto para uma missão desafiadora, uma missão cheia de ataques, com o jogo sujo que é a esquerda, nos atingindo, sacralizando, desmoralizando. Nobre vereador Nelson. Porém, segue nessa carreira e segue nessa missão que Deus o ordenou. Eu fico muito feliz de poder, aos 16 anos, pastor Zé Eduardo, ocupar essa tribuna para dizer um pouco sobre a fé, sobre a espiritualidade e sobre a seriedade e o nosso combate contra as forças do mal e defender os preceitos da família. Deus nos abençoe. Deus abençoe, vereador Nelson. Deus abençoe, Davi. Deus abençoe, nobre padre. Deus nos abençoe. Abraço. Chamo agora Luís Felipe de Orleans e Bragança. Cadê o príncipe? Bun. Eu agradeço. O príncipe se encontra. Laan. Lauane, cadê a Lauane? Então, vamos chamar meu amigo Víctor Ruiz. Cadê o Victor? Ué, mas o que que tá acontecendo, hein? Pô, acho que ele tá lá dentro. Todo mundo o congresso é aqui. É, dando bolo aqui e comendo o bolo lá. Legal. É, Alexis, volta aqui, Alexis. Com vocês, nosso pré-candidato a federal, Alexis. Pronto. Chamar a Roberta para falar. Victor, cadê o Victor? Ele tá no fundo. 2 minutos lá. O chega. Quem chegar primeiro vai falar quem? Víctor Ruiz, pré-candidato a deputado federal, o terror da esquerda. E nós temos um compromisso na Universidade Unicamp. Vou levar o Nelson lá para botar ordem na casa. Quem bota ordem na casa é ele, é especialista em USP e agora vai se especializar na Unicamp também. E aquilo que eu falei no início, né, ele tem uma diferença daqueles do MBL, muita diferença. É que muitos do MBL quando eh chegam numa universidade, eles fazem aquele AE, gravam o vídeo e voltam para casa para assistir sessão da tarde, mas não apresenta solução, não resolve. E o Victor dentro da USP, foi ali que ele se consagrou e bombou nas redes sociais. Foi exatamente por conta disso, porque ele apresenta solução e a mesma solução que tá dando certo na USP é o antídoto que nós vamos utilizar aqui na Unicamp. E nós temos que marcar logo isso e fazer acontecer, porque esse público todo aqui, mais aqueles que estão nos assistindo pela TV Câmara, né, eles cobram isso. Por que que na USP tá se resolvendo e na Unicamp não? Na Unicamp tá feia a coisa. Só que o que que eles fazem lá? Quem vai combater? Combate daquele jeito, né? Faz o videozinho, posta e volta para casa. E não é isso. A direita, não é isso. A direita é uma outra situação. É o vírus e o antivírus, né? A gente vai combate e apresenta a solução. E é assim que nós temos que fazer aqui também. Por isso que o Víctor tá hoje aqui para falar sobre segurança pública em debate, o sistema prisional e a redução da maioridade penal, que é o que serve para aquela molecada lá. Fica à vontade, Víctor. Boa tarde. Boa tarde. Mais energia, gente, por favor, transmite essa energia pra gente aqui. Boa tarde. Boa tarde. Excelente. Muito obrigado pela oportunidade, viu, Nelson? Prazer sempre estar com você aqui em Campinas. Lugar de gente bonita, prevalece à direita aqui, porque tem gente decente, né? O Nelson comentou um pouco sobre a trajetória na USP, nas universidades. Essa batalha é uma batalha que tá longe de ser resolvida, né? Eu acredito que alguns dos senhores e das senhoras me conheçam, lembrem de mim, ã, dessas pautas, porque são pautas que assim realmente chamam atenção, né? universitários que deveriam ser espelho da sociedade, que são financiados com dinheiro público para estudar, para se formar e converter todo esse investimento em resultado positivo paraa sociedade, estão fazendo de tudo menos estudar, estão depredando o patrimônio, pichando, vandalizando, utilizando de entorpescentes, muitas vezes naquele espaço, fazendo prevalecer um espaço não mais acadêmico, mas um antro de militância política com ideologias marxistas. Isso é extremamente preocupante porque se reflete em questões sociais extremamente negativas. É por isso que a gente combate tanto eh principalmente esse mau uso do dinheiro público, né? Ã, mas antes de entrar na minha pauta aqui no assunto principal, queria me apresentar brevemente para vocês, até para aqueles que já me conhecem. Meu nome é Víctor Ruiz, eu tenho 29 anos. melhorou. Sou pai de dois anjos, um príncipe e uma princesa. Sou marido. Antes de tudo, eu falo da minha identidade, né? Quem eu sou? E aí depois a gente fala de títulos, cargos, enfim, né? Mas eu sou um simples guarda civil municipal, um policial municipal. Eu sempre faço questão de ressaltar a importância da nossa GCM, embora eu não atue mais nas ruas, mas tudo que eu sou profissionalmente hoje veio da segurança pública, porque a segurança pública ela te abre um campo de visão que talvez você em profissão nenhuma, em local nenhum você vai ter. Nós lidamos diariamente com as situações cotidianas de violência e problemas sociais. Nós conhecemos a geografia do nosso estado, da nossa cidade e a polícia ela recebe chamados desde poxa, a panela de pressão estourou a tampa até o roubo a banco, até o traficante que tá na porta das pessoas vendendo droga. E é por isso que te dá essa gama de conhecimento trabalhar numa instituição de segurança pública. Você ganha uma expertise muito alta e começa a entender como de fato funciona a sociedade. E eu entrei muito novo na segurança pública. Com 18 anos eu fui servir o exército, saí de lá, ã, fui fui pra GCM, comecei a atuar num grupamento de elite que combate a criminalidade de frente lá. Então, comecei a participar de ocorrências de vulto, como tráficos de drogas, roubos, assassinatos, enfim, coisa as coisas mais pesadas da sociedade a gente tinha que atender e dar uma resposta pra sociedade. Aí você imagina um garoto de 20 anos chegando ali na sua praticamente e primeira experiência na segurança pública, tendo que resolver esse monte de problema, esse monte de coisa pesada dentro da sociedade. Para mim, isso foi extremamente engrandecedor e frustrante ao mesmo tempo, porque eu tinha para mim que chegando na instituição, assumindo o cargo ali na viatura, colocando uma arma na cintura, poderia ser o super homem, né? Vamos resolver os problemas, vamos salvar a vida, vamos combater a bandidagem. E no final das contas não é bem assim. Quando você bate de frente com a realidade, você começa a perceber que tem mais problemas do que você imagina num sistema que te cobra resultado, mas não te entrega formas de resolver o problema, mas vai te cobrar. A partir dali, eu comecei a perceber que eu tinha que ajudar a sociedade da forma que eu queria de outra maneira, porque só com o meu trabalho não tava surtindo tanto efeito. E aí eu migrei pras redes sociais, comecei a receber denúncia das pessoas, comecei a mostrar o trabalho que a gente fazia nas ruas e comecei a ganhar uma determinada relevância, não como tenho hoje, reconheço, porque talvez hoje a forma que a gente aborda os assuntos e entrega resultado pra população talvez seja um pouco mais relevante, né? Mas comecei um trabalho há 10 anos atrás nas redes sociais e hoje alcançamos milhões de pessoas no Brasil inteiro. A risco dizer que até fora do Brasil temos eh enviado mensagens para as pessoas de esperança de um lugar melhor, de um Brasil melhor, de uma nação mais próspera, enfim. É isso que eu luto, gente. É isso que eu faço. Eu luto por uma nação qual nunca deveria ter acontecido o que aconteceu. Nós perdemos o prestígio, o orgulho de dizer que somos brasileiros, de pensarmos a todo momento em sair da nossa casa, em sair da nossa terra, abandonar a nossa nação e deixá-la entregue na mão de bandido. Essa é a verdade. Quem aqui nunca pensou em sair do Brasil, levanta a mão. Alguém nunca pensou sair do Brasil? Meus parabéns. Meus parabéns. Eu não tive essa força toda. Eu em um momento da minha vida, viu Nelson, quase que eu fui. Quase que eu fui. E aí Deus me chamou na rédia. A gente teve uma conversa em particular ali. Eu falou: "Não, você vai ficar aqui, vai ajudar a resolver essa treta". Eu falei: "Meu Deus do céu, não tem outro para fazer isso não, rapaz". E aí começa a história do Víctor Ruiz, que vocês conhecem, entrando nas universidades, apontando as irregularidades, evidenciando a hipocrisia da esquerda e combatendo os mais diversos problemas na sociedade como um qualquer do povo. Vocês vão me ver repetindo demais essa frase, essas palavras. Eu sou um qualquer do povo. Vocês não vão não vão me ver me validando de distintivo de cargo, dando carteirada em nada, em nem ninguém. Eu me apresento como um representante de um de um grupo de pessoas que são as pessoas que me acompanham nas redes sociais, que me enviam denúncias e uma pessoa indignada com tanto problema. Só isso. Eu não falo: "Olha, eu sou isso, eu sou aquilo, eu tenho isso". Não, não. Eu sou um qualquer do povo indignado, revoltado, com tanto problema, com o povo sendo massacrado nas mãos do sistema, nas mãos de bandidos e ninguém fazendo nada. Esse é Víctor Ruiz. E talvez a coragem que eu tive de dar um passo em direção a esses problemas e tentar resolvê-los foi o grande diferencial. Eu falo para as pessoas, não carrego nada de especial, eu só tomei a atitude de fazer. E eu peço para que as pessoas tenham essa mesma visão e façam essa mesma tarefa, essa lição de casa, pra gente poder viver num Brasil mais próspero. Então, obrigado. Obrigado. Eu separei, eu pedi para separar a pauta do sistema prisional brasileiro e da redução da maioridade penal, porque assim, gente, embora eu seja muito conhecido pelas questões ideológicas, a minha maior preocupação hoje no Brasil é a segurança pública. Porque pensa comigo, qual foi a última vez, pensa com internamente aí agora, qual foi a última vez que você frequentou um pronto socorro, um hospital público ou algo do gênero ali? Qual foi a última vez? Uma semana. Quem faz mais tempo do que uma semana aí? Hã? Quanto tempo? Deus faz tempo que olha. Olha aí, nem lembra mais. Não, a gente vai lá de palhaço. É uma verdade. Verdade. Um dia eu vivi a manhã inteira e não foi atendida. Não foi atendida. Aí não tem um piti lá dentro. Não é só pode almoçar porque isso já era quase 2 horas da tarde. Olha aí. Então a maior parte das pessoas as baratas saíram da toca e tinha um monte de gente para me atender. É só a gente se posicionar que as coisas acontecem, né? um exame e isso eu vou falar, infelizmente o nosso prefeito é médico. Um exame de ultrassonografia ficou 5 na gaveta. Um exame. E às vezes a pessoa falece e acontece, como foi o caso que veio a à internet esses dias atrás aí, uma colonoscopia. camarada, o pai dele faleceu e do anos depois chamaram para fazer o exame. Esse é o nosso sistema público de saúde. Mas não é disso que eu quero falar. Eu quero que vocês reflitam a última vez que vocês utilizaram o sistema público de saúde. Por quê? Porque com certeza já faz um tempo. Não foi ontem, não foi anteontem. Claro. Aí por causa disso, na minha ficha do posto de saúde foi colocado que eu souqueiro. Que absurdo, né? Ninguém merece. Osadores do posto de saúde já sinalizaram a senhora que eu sou enqueira. Falei: "Então vou continuar sendo enqueira. Eu não tô pedindo esmola tá pago." É verdade. Paga caro, viu? Para quem acha que o SUS é grátis, olha no seu imposto de renda lá. E então, gente, e quando eu falo do sistema público, é só um exemplo, porque a maioria das pessoas faz muito tempo que não usa a educação pública. Qual foi a última vez que você usou? Talvez seus filhos, né, mas você propriamente dito. Cultura, esporte, lazer, enfim. Qual foi a última vez que você precisou? Agora reflita comigo. Qual foi a última vez que você sentiu necessidade de mais segurança? Qual foi a última vez que você pensou, poderia estar passando uma viatura aqui na frente da minha casa? O tempo inteiro. O tempo inteiro nós temos insegurança no Brasil. O tempo inteiro nós sentimos a necessidade de mais policiamento, de mais investimento, em inteligência. artificial, tecnologia, enfim, para monitorar a segurança pública. É um clamor popular brasileiro. Isso está evidente. Foi por isso que eu escolhi falar um pouco sobre isso com vocês. Não vou me aprofundar em questões técnicas. Vou trazer pro mais prático possível aqui para que todos entendam, tá? Hoje o vagabundo, um bandido safado, vai preso no Brasil. Se for preso, o que que acontece? Qual que é o processo? a Polícia Militar e a Guarda Civil Municipal, que eu também chamo de polícia municipal porque tá enchotada de de enchurrada de trabalho e não existe reconhecimento jurídico pro trabalho que a guarda faz. Enfim, né? Viu, Nelson? Investe na guarda aqui, viu? ajuda, guarda, passa projeto. Os caras precisam ser reconhecido. Isso. E aí o guarda civil, policial militar, ele prende o vagabundo que foi lá roubou, assaltou ou que violentou alguém e leva pra delegacia para apresentar a ocorrência. Essa é a forma que eu menos gosto. A forma que eu mais fico feliz é quando o vagabundo tá com a arma na mão e já fica por lá mesmo no chão, do jeito que tiver que ficar. E aí só vem o rabecão buscar, porque escolheu ameaçar a vida de uma pessoa inocente, meu amigo, não tem que ter segunda chance, tem que se lascar, entendeu? Esse seria o Brasil ideal. Mas tudo certo, já que não é dessa forma, vai praegacia e aí se o delegado tiver de bom humor, atende o policial rápido. Isso se o plantão também não tiver tumultuado, enfim, vai atender e vai ver se vai prender, né? Muitas vezes ali foi um flagrante, tem todos os indícios necessários para dar a voz de prisão, ratificar a voz de prisão dos policiais e muitas vezes não prende, já começa ali. Aí às vezes ele decide prender. Quando você tem um delegado que trabalha ali, ele prende o vagabundo. Aí o que acontece? Hoje nós temos a legislação no Brasil que em 24 horas o vagabundo tem que ser apresentado na frente de um juiz, a tal de audiência de custódia. E aí o bandido vai para essa audiência de custódia. Chegando lá, Nelson, não sei se você já teve uma oportunidade de ver uma audiência de custódia, mas dependendo de quem tiver à frente dessa audiência, chega a ser um circo. É um barato o negócio. O vagabundo muitas vezes estuprou, matou, roubou, enfim, fez as atrocidades mais lamentáveis possíveis. E aí o que que acontece? Esse cara senta na cadeira aqui na frente do juiz. A primeira pergunta que é feita para ele é o seguinte: "O senhor foi agredido pela polícia? A polícia te maltratou? Aí já orientado muitas vezes por por advogado. Não, a polícia me bateu, a polícia me maltratou. Coitadinho, né? Que absurdo. Bandid. Nossa, eu morro de dó deles. Enfim. Sim. Ah, o senhor aceita uma água? E eu já vi juiz perguntar para bandido o seguinte: "O senhor tá com frio? que é um casaco, quer que desligue o ar condicionado. Quem viu esse vídeo aí? Tô mentindo. que absurdo. Esse juiz não manda chamar a vítima para perguntar para ela o que que ela sofreu na mão do bandido, mas pergunta pro vagabundo o que que ele sofreu na mão da polícia para ser preso. O mesmo vagabundo que muitas vezes atira na polícia, que foge, que atropela cidadão dando fuga de carro, é tratado como uma vítima. E o cidadão que muitas vezes foi enterrado vítima desse vagabundo, eles não mandam nenhuma coroa de flores, não. O estado não manda porcaria nenhuma pr pra família, não tem nada, o que já é revoltante. Mas aí esse cidadão, né, para não falar outra coisa, ele passa por esse interrogatório, esse formulário de perguntas e muitas vezes o que que o juiz vai fazer? Ah, não. Ele foi agredido pela polícia. Vamos relaxar o flagrante. Ah, não. Não tem prova suficiente para indiciar camarada lá com a ficha criminal de 300.000 passagens. Tá na rua. É por isso que muitas vezes vocês acompanham notícias lá. Criminoso preso 10 vezes pela polícia é solto e estupra mais uma mulher. Todo o tempo a gente é bombardeado com esse tipo de notícia. Sim ou não? Por causa dessa porcaria. É. cabeça de jurista que olha pro bandido como vítima e não como criminoso que tá atrapalhando a vida do cidadão de bem inocente. Olha para ele como um coitadinho. Ah, ele é vítima da sociedade. Nós temos culpa no que ele faz. você tem culpa, leva pra tua casa, pô. Não deixa ele invadindo a casa dos outros. Não deixa matando o povo de bem, maltratando as pessoas de bem. E aí, muitas vezes esse sem vergonha volta pra rua e ele volta pra rua regenerado, ele volta pra rua para nunca mais fazer o que ele fez? Lógico que não. Ele volta pra rua para continuar roubando, matando, estuprando e dando mais prejuízo para pro povo de bem e pra polícia e pro estado. E aí vamos lá. Quando esse cidadão é preso, ele cai dentro do sistema prisional brasileiro. Um sistema extremamente falho, um sistema, um sistema superlotado, com falta de estrutura para poder atender a demanda do Brasil. Enfim, ele cai lá dentro. Para quê? com pretexto de regeneração social, ressocialização, a tal da ressocialização. Dizem que presídio foi criado para ressoalizar bandido. Alguém acredita nisso? Alguém acredita? como eu imaginei. E aí, o que que você espera quando se diz que um criminoso, um estuprador, um latrocida, um traficante, vai para um lugar, vai passar um tempo num lugar isolado, recluso, o que que você imagina, pô? ele vai ser ressocializado. Então, para se ressoalizar alguém, eu tenho que ir nas origens desse problema e começar apresentar soluções para que o problema seja resolvido. E esse cara, ele tem que ir para lá e participar do quê? Atividades de civismo, entender o que é moralidade, entender que ele não pode fazer determinadas coisas porque senão ele vai cair lá dentro de novo e vai piorar para ele. É isso que a gente imagina, sim ou não? ele vai ser ressocializado e entregue novamente à sociedade como um cidadão a contribuir e não mais a atrapalhar. Em tese, deveria acontecer isso, mas na prática o que que acontece? Vagabundo cai lá dentro com uma série de regalias, com uma série de fatores. Para quê? Para potencializar as suas atividades criminosas. O vagabundo cai dentro da cadeia, ele tem um espacinho para ele lá. Ele já vai se posicionar diante da facção criminosa dele, porque eu não sei se vocês sabem, mas as facções criminosas nasceram dentro da cadeia e continuam se alimentando dentro das cadeias do Brasil. E aí o bandido ele cai, ele já fala, olha que absurdo, gente, ele já fala pros policiais, olha, eu sou PCC, eu sou CV, eu sou, eu sou amigo dos amigos, eu sou não sei o quê, por quê? Chega lá, tem ala separada para cada um deles. É tudo bandido. A quem interessa separar bandido? Porque eles vão se matar, Vão se matar lá dentro. Deixa se matar. vai tá fazendo um favor pra sociedade. Desculpa o palavreado, gente, mas é que é absurdo. Eu começo a lembrar, eu já sei disso há muito tempo, eu estudo isso o tempo inteiro. Aí quando eu começo a lembrar, eu fico revoltado e quem não se revolta tá errado. Porque, meu, é absurdo. Vamos separar os coitadinhos aqui. Na rua eles não estão separados. Na rua eles estão matando policial, estão matando cidadão de bem, estuprando criança. Mas lá dentro da cadeia tem que ser separadinho, porque tadinhos, né? Vai que um dá uma facada no outro. Meu sonho é ver estourar aquilo ali. Deixa ele se matar, botar tudo junto, cara. Vai resolver o problema. Vocês quer se matar? Lá em El Salvador, sabe o que aconteceu? O presidente lá tomou uma atitude severa e começou lá, não é facção criminosa, lá é um gangues, né? E aí o presidente olha, lógico, não foi simples assim, mas ele olha, constrói um presídio de segurança máxima com maior rigor possível, pega os bandidos e joga lá dentro e fala o seguinte: "Vocês são tudo inimigo, não são?" "Somos. se mata aí se vocês quiser. Quem vai morrer é vocês, não sou eu, velho. Que que eu tenho com vocês? Se lasca aí. Aí um olha pra cara do outro, falou: "Mano, vamos se matar não, velho. Para que que eu quero essa treta?" É o óbvio. Agora bandido fica assim, ó, pra polícia, ó, pro judiciário, pro legislativo, ó. Se vocês botar a gente junto, vai dar merda, a gente vai se matar, não sei que ó, se eu quisesse. Aí o sistema faz o quê? Não vamos deixar separadinho, né? Direitos humanos. Só não tem direitos humanos, humanos direitos nesse país, né? Mas vagabundo tema, mas vamos lá, vamos continuar que a lista é grande de benefício para vagabundo, né? A família desse preso, maior parte das vezes vai receber o quê? Dinheiro, auxílio, reclusão. Ó que legal. Você é preso, você comete um crime e você é recompensado com grana. Que absurdo, bicho. O cara tira os direitos das pessoas, mata um a gente do estado muitas vezes e é recompensado. Toma aqui, filhinho, vai lá e faz de novo um salário mínimo. Toma aqui sua recompensa. R621 atualizado pra família da vítima. Ah, um talvez um um muito obrigado, sei lá. Acho que nem isso, né? Nada. Aqui, seus trouxos. Aí, ó. Se lasca. Daqui a pouco é outra vítima. É praticamente o brasileiro faz papel de palhaço aqui. É isso que eu percebo. Paga dinheiro, paga para paga, paga grana para eles. Aí, como se não bastasse, o bandidinho sem vergonha quer fazer amor. Ele quer se relacionar. Uau, que ser humano não gosta disso, né? Abre a cadeia de vez em quando para receber a namoradinha do preso para ter visita íntima. Tadinho, ele é ser humano, ele também precisa, né, suprir as suas necessidades. Meu, pelo amor de Deus, vocês querem se relacionar, se relaciona entre vocês aí, seus merdas. Se come aí com perdão da palavra, gente. Meu, vocês quer ter alguma coisa, tem entre vocês. Acabou. Se vocês quisessem ter uma vida de um ser humano comum, com uma esposa, com a namorada, o que quer que seja, fica lá na sua casa, não vai atrapalhar a vida dos outros. Mas tem mais coisa, Nelson. Aí, vagabundo, seu filho pode usar celular na sala de aula? Sim ou não? Não, não pode, né? Não, mas vagabundo tá passando golpe, trote em vocês, né? Todo dia, né? Bandido liga lá da cadeia para vocês com central de golpes. Central de golpes. Bom dia. Estamos passando para tomar mais uma grana de um de um bobo desavisado aqui, né? Ou de uma senhora de idade que não entende muito de tecnologia, atende lá, acha que é do Banco Itaú, passa os dados do cartão e o vagabundo que tá com conchavo aqui fora rouba o dinheiro da senhora. Quem aqui não conhece alguém que passou por isso? Não conhece. Olha a gravidade, gente. Olha a gravidade. Eu poderia ficar o dia inteiro aqui só falando de benefício de bandido. Saidinha temporária. Saidinha temporária é quase que um aval da justiça para dizer assim: "Ó, ô filho, ó, tô te dando oportunidade, vai agora, vai que ninguém tá olhando. Vai, se joga. Ai, gente, ele não voltou. Nós não esperávamos isso. O cara tem uma ficha criminal lá, 50 crimes cometidos, foi preso uma par de vez. Na primeira oportunidade que ele é solto da cadeia, o estado conseguiu grudar esse marginal. Quando ele é solto, eles falam: "Não, ele vai voltar. Ele é bonzinho. Ele só tem 50 passagem aqui porque é, né? Ele escorregou, caiu numa arma e deu um tiro em alguém sem querer. É vítima, tadinho. Vamos dar mais benefício. A taxa de evasão nas saidinhas são de 70% aproximadamente. 30% volta. 30% volta. A maioria não volta. E parece que o estado tá fazendo isso de propósito, tipo assim, vai lá, vai meu, tipo, desafoga aqui. Então assim, gente, é uma série de regularidades, uma série de coisas erradas que acontecem dentro do sistema prisional. Os caras usam droga lá dentro, os caras tem partido futebol, tem isso, tem aquilo, tá tudo errado. E como que a gente resolve isso? Numa canetada só. Se pudesse tomar uma atitude apenas para resolver, alguém olha para mim e fala assim: "Víor, resolva com a qualquer pedido que você fizer aqui vai ser resolvido na legislação brasileira. E é a única coisa que você pode fazer, eu tiraria todo o direito de bandido. Todo, todo e qualquer direito. Foi preso em flagrante, tem toda a materialidade, foi condenado, tá mais que provado que é bandido, não se tem espaço pro contraditório, acabou os seus direitos. Vai ser sua pena 40 anos. 40 anos em regime fechado. Você não vai ter direito à alimentação, você não vai ter direito a atendimento médico, você não vai ter direito a ala separada por conta de violência. Visita íntima vai se lasque, se relaciona com o seu parceiro de cela aí não vai ter mais benefício. Auxilio isso, auxílio aquilo, acabou. A partir do momento que você tira o direito de um ser humano, você tem que perder os seus. Isso é regra básica da vida. Um cara que se compromete em atrapalhar a vida do povo, ele não pode ser visto como um ser humano comum. Ele não pode ser visto com uma pessoa. Tem que ser visto como um monstro. É lógico, gente. Eu não tô falando do cara que rouba um pacote de bolacha no mercado. Tô falando do cara que furta para para se alimentar. Eu tô falando do bandido de verdade que estupra mulheres, que mata crianças, o cara que pega em fuzil para dar tiro na polícia. Esse é o cara que é o nosso inimigo, é o inimigo da sociedade. O cara que vai lá roubar teu celular, que você comprou muitas vezes 24 vezes parcelado no cartão, vai lá e dá um tiro no na cara no peito do do cidadão porque não sabia a senha, não conseguiu passar a senha ali na hora ou porque não tinha dinheiro na carteira. Não, mas esa aí, eu tô contando história de Dubai, né? Aqui no Brasil não acontece isso. Então, veja bem, é incoerente o que eu tô falando. Se alguém achar isso aí, por favor, levanta a mão. É incoerente o que eu tô dizendo. Alguém acha aqui que bandido deveria obter algum tipo de direito depois de tirar os direitos das pessoas? É absurdo a gente pensar nisso, cara. Então, ao meu ver, nós temos que criar um sistema prisional tão maligno pro bandido, tão assombroso para ele, que ele nunca mais vai querer sequer pensar em pisar ou cometer algum crime. Ele tem que olhar para aquilo ali como o pior pesadelo para ele. Mas hoje a realidade não é essa. Hoje eu pego um vagabundo e eu falo: "Porque eu o tempo inteiro estou fazendo isso. Fiz isso a minha vida inteira. Prendi bandido, continuo fazendo isso sempre que eu tenho uma oportunidade. E o cara olha pra tua cara, fala assim: "Senhor, sabe que não vai dar nada, né, meu? Isso aqui você não me pegou com o BO. Vai dar nada se eu ficar lá, principalmente quando é menor de idade, já vou entrar nesse assunto, senhor. Vai dar nada. Perde seu tempo com isso. Alguém duvida? Pega o vídeo no YouTube meu. Tem vídeo. Os caras bandido falando isso para mim. Não vai dar nada isso aqui, meu. Nem perde seu tempo. Os caras já sabem como é que funciona. Então ele não tá preocupado em ir pra cadeia, porque ele sabe que na primeira oportunidade ele vai sair de lá e se ele ficar lá ele vai ter visita, ele vai ter todos os benefícios que eu citei aqui pros senhores e pras senhoras. Então perceba que a necessidade da gente reconhecer que criminoso, homicida, criminoso, ediondo, ele não é um ser humano comum. é para ontem. E a gente remove todos os direitos desses cretinos. Todos. Todos. Você não vai ter banho de sol. Você vai se alimentar uma vez por dia. Isso se você trabalhar. Bota vagabundo para ficar o dia inteiro quebrando pedra dentro de penitenciária. Vai fazer tricô, vai fazer peruca, vai fazer bola, vai ficar o dia inteiro trabalhando. Ah, não quero trabalhar, não. Tá tudo certo. Vai ficar sem comer, vai dormir na cama de cimento, não vai ter banho de sol, vai cumprir tua pena de ponta a ponta e se lascar. Cadeia tem que ser o pior pesadelo de bandido e ponto final. Bandido não tem como enxergar. Não tem como pensar em enxergar naquilo ali como uma colônia de férias. Ele não pode pensar que aquilo ali é para algum benefício da vida dele. Sabe por quê? Porque aquilo ali virou um antro de formação de maiores criminosos. O cara entra com delito pequeno e sai de lá um vagabundo faccionado com missões ali determinadas pro PCC, pro Comando Vermelho, missões maiores. Por quê? Porque o Estado permite. qual que é a dificuldade, por exemplo, de bloquear sinal de celular dentro do do presídio? Qual Qual a dificuldade? Zero. Você vai numa manifestação. Quem já foi em manifestação aqui? Funciona direito celular? Não, não funciona. Lógico que não funciona. Por qu? Primeiro muito telefone compartilhando ali a mesma rede, enfim, mas porque existem também questões de bloqueios. É tão simples fazer. Por que que não faz? Por que que não revista a cela? Por que que não apita? Todo mundo aí essa esses dias atrás recebeu a notificação lá, né, da Defesa Civil, não sei que o telefone explodindo. Eu também não recebi, mas fiquei sabendo que um monte de gente recebeu, saiu, viralizou na internet e tal. Por que que não sai apitando o telefone na na cadeia para achar? Porque não tem interesse. Tem muita gente conivente, inclusive diretor de presídio, policial penal, infelizmente. Por o cara muitas vezes opta pela vida dele ou pelo trabalho ou por fazer o correto. E aí ele escolhe a vida dele. Por se não colaborar lá dentro, vagabundo mata, mata a família, mata o polícia. Bandido tem que estar isolado do mundo. Criminoso edo, tem que perder todos os seus direitos. E só dessa forma a gente vai mostrar para eles que nós somos um estado soberano, que nós somos um estado que não estamos de brincadeira, que cuidamos do povo de bem, o povo inocente e massacramos aqueles que ousam colocar um dedo no direito de um cidadão de bem, de um cidadão inocente. Nós temos que ter um estado que cuida do povo e não um estado que coloca o povo aos lobos. Essa é a realidade. Em paralelo a toda essa vergonha que nós enxergamos dentro do sistema prisional, nós temos os menores de idade. Esses sim são santinhos. Se você acha que bandido tem regalia, é que talvez você não conheça os direitos do menor de idade, né? até 17 anos, até, ou melhor dizendo, até às meianoite, até às 23:59, do dia que o cretino faz 18 anos, ele é inipotável. Sabe o que quer dizer isso? Ele não comete crimes, ele comete atos infracionais. O garoto de 16 anos, como aquele verme daquele champinha que violentou uma moça por dias, formou uma quadrilha, torturou o namorado e matou também. Matou os dois, cometeu uma série de crimes inimputável. Sabe o que quer dizer isso? Ele não sabe o que ele tá fazendo. É isso que a justiça tá dizendo. Ele tem, não tem capacidade de decidir por si mesmo. E é por isso que ele faz esse tipo de coisa. Não é porque ele é um demônio, não é porque ele é um cidadão ruim, não é porque ele é um criminoso, é porque ele é tadinho, só é um adolescente. Ah, não. Passou 1 minuto das 23:59, agora você pode ser preso. Antes disso não. Um minuto antes, não. Agora mudou. Quem decide isso? Quem decide quando vira a chave na cabeça do do bandido lá? Então, hoje a legislação ela promove um bem-estar pro criminoso em modo geral, mas principalmente pro menor de idade. E é por isso que a gente luta tanto paraa redução da maioridade penal. O ser humano só respeita aquilo que ele teme. E todo criminoso, quando ele vai praticar os seus atos ilícitos, ele leva em consideração o quê? os pesos que aquilo ali vai trazer para ele. Quais são as consequências? Qual o resultado do meu ato? Vale a pena, não vale a pena? Ele analisa o risco e ele decide fazer ou não. Quando ele percebe que o risco é pequeno, quando ele percebe que talvez não vai ter uma viatura para atender a ocorrência do roubo que ele tá praticando, quando ele sabe que ele vai cair na cadeia e muitas vezes não vai ser preso por ser menor de idade, ou se vai cair na cadeia e vai ter uma série de regalias, na primeira saidinha temporária, ele vai sair da cadeia e não vai voltar. pro cara que é mau caráter, para tudo que ele viver ali dentro do crime, hoje no Brasil vai ser fácil para ele e vai valer a pena. E é por isso que ele comete o crime. Então, hoje nós temos uma série de menores de idade. Isso é crescente. Você vai no centro de São Paulo, meu amigo, não puxa o celular, passa ali na Avenida Paulícia, na perdão, na Avenida Paulista, Baixada do Glicério, qualquer bairro ali do do centro de São Paulo, e puxa o celular para você ver o que acontece. Desafio vocês. Vai sair o moleque do bueiro, vai puxar o teu telefone, você não vai nem ver da onde ele veio. E se alguém pegar ele, a primeira coisa que ele vai falar vai bater em menor. Cara, é absurdo. A redução da maioridade penal é para ontem. É para ontem. A gente precisa brigar, a gente precisa lutar, a gente precisa gritar, se for precisa pernear e mostrar a necessidade disso para ganhar apoio popular. E é por isso que eu decidi falar sobre isso hoje com vocês, trazer à tona mais uma vez, por mais que seja um assunto que já tá até cansativo, porque a gente ouve muito falar, mas nada se faz. Então eu quero ratificar com vocês aqui a minha luta, o meu compromisso para acabar com essa impunidade, com essa injustiça que acontece no Brasil. E eu vou contribuir, eu vou fazer o que eu puder sendo político, não sendo, tô pouco preocupado com isso, mas eu vou continuar lutando para que a gente viva num país onde talvez eu não, mas os meus filhos, eu tenho dois filhos e quero ter mais. os meus filhos, os meus netos, eles possam sair na rua com um telefone desse aqui na mão e saber que ele não vai, não tá propenso a tomar um tiro por conta de uma porcaria de um telefone celular e saber que vale muito mais a pena ser um cidadão de bem trabalhador do que ser um bandido. Porque hoje as pessoas estão colocando isso na balança. Hoje as pessoas olham, falam: "Pô, mas eu tô tentando fazer de tudo aqui para trabalhar, para ter uma dignidade, trazer dignidade pra minha família, mas o estado me suprime com impostos, o estado me persegue. O estado não dá oportunidade pra gente trabalhar, pra gente poder exercer uma função legal, eu vou virar bandido, tá valendo mais a pena. Lá na cadeia você vai ter comida quente, você vai ter refeição, você vai ter visitinha, você vai ter uma série de regalias. Tá valendo mais a pena. A gente não pode permitir isso mais, gente. E depende de nós. Eu vim aqui no caminho de Campinas, abrir uma live conversando com o pessoal e dizendo exatamente isso. Talvez hoje você não é um político, talvez você não tenha tanto poder de influência como um influenciador, como um político de mandato, enfim, talvez você não tenha tanta forma de poder contribuir, mas o pouquinho que você pode fazer, faça. Principalmente agora, esse é o momento, nós estamos diante de mais um ciclo eleitoral, mais uma vez, onde vamos escolher presidente, que é o mais importante, tá? O presidente ele é o espelho da nação. A gente tem um canalha bandido como nós temos aí hoje, não espere que a nossa nação vai ser algum exemplo para alguma coisa, não vai. Nós vamos escolher governador do estado, nós vamos escolher deputados, nós vamos escolher senadores. Escolha com sabedoria. E o mais importante, não só escolha, mas influencie pessoas a também fazerem escolhas positivas. Às vezes você tem lá 200 seguidores no Instagram, no no seu TikTok, Facebook, não sei. Às vezes você tem 100, 50 contatos que seja, a maioria das pessoas tem muito mais. Mas você tiver 50 contatos, convence 10 pessoas, perde um tempinho no seu dia aí, convence 10 pessoas a pensarem diferente. Imagina se toda a nossa nação entender esse recado, viu, Nelson? Imagina se todo mundo começar a se mover. Aí alguns podem fazer isso, multiplicar a mensagem, outros podem apoiar o político. Aqui, ó, pode pegar na mão do político e falar: "Eu tô com você até debaixo d'água. Vamos junto. Eu vou entregar santinho, seu de graça. E nem fazer igual alguns fazem, não. Só quer se aproximar de político para tirar proveito. É comprar a batalha de verdade daqueles que você percebe que tá lutando por você. Naqueles que você percebe que carrega um chamado, que carrega vontade, fogo nos olhos por justiça. Pega na mão dessas pessoas, se você puder, e compra a guerra junto. Vão ter vários aí. vai ter um leque de oportunidade. Não espere que alguém que não tem a própria vida resolvida que vá resolver algum problema seu, algum problema da sua família, algum problema da sociedade. Não vai. O cara que não resolveu a própria vida, a própria casa, a própria família, o próprio emprego, não vai fazer nada de bom pelo povo. Nada. Sabe o que que ele vai fazer? vai chegar lá e vai tirar proveito da máquina pública. Olha pro passado das pessoas, pro trabalho das pessoas, pra ficha das pessoas. Aí o cara vota no bandido, vota no cara que foi condenado, vota no cara que tem uma fama, uma reputação e acha que o cara vai fazer alguma coisa de bom, não vai. Então, saiam hoje carregados dessa mensagem. Gente, eu deixei aqui um um pouco do que eu entendo dos problemas de segurança do Brasil para que vocês saiam impactados de verdade, entendam a necessidade de se posicionar. Qual o nome da senhora? Rosa. Que nome bonito, hein, dona Rosa. Vou te dar um abraço aí daqui a pouco. Claro. Aí você vai falar com o homem aqui, ó. Tá? Tá bom. Então, eh eh onde eu tava, dona Rosa me tirou atenção. Como eu vinha falando, nós precisamos nos posicionarmos. A dona Rosa aqui deu um exemplo de uma vez que ela foi no pronto socorro e só conseguiu ser atendida porque fez o barraco. Mas às vezes, meu amigo, é desse jeito mesmo. Tem que ser um fórceps, tem que gritar, tem que falar, tem que bater na mesa, tem que enfrentar o problema. Eu costumo dizer que medidas que situações extremas exigem medidas radicais. Situações extremas exigem medidas radicais. Não podemos achar que uma situação como nós nos encontramos dá para resolver com somente diálogo, com flores, com rosa, com pomba branca. Não dá. Eu quero guerra no Brasil. Eu quero guerra contra a criminalidade. Eu quero guerra contra as injustiças. Eu quero afronta dos criminosos. Eu quero afronta de quem afronta a sociedade, o cidadão de bem. Porque não é possível que Deus esteja enxergando tudo isso e não esteja preparando o caminho para nós vencermos. Então esse é o ano da mudança e eu tenho certeza que vocês vão sair daqui carregados dessa mensagem, vão contribuir, vão fazer a sua parte e Deus vai nos entregar a vitória. Nós vamos viver numa nação que nós temos orgulho enxergar e dizer que nós somos brasileiros e que o Brasil é a maior nação do planeta Terra. Muito obrigado. Deus abençoe a todos. Vamos. Já tá programado. Tá bom. Obrigado. Obrigado, gente. Já tá marcado já. Só não pode falar o dia que nós vamos para eles não fugirem. Gente, convidadíssimo. Você me adiciona se preparar para bater. Mas eles não, eles não têm armas, né? Eles não gostam. Só faca. É, é isso mesmo. O Vctor postou nas redes sociais. Eu quero convidar agora Luís Felipe de Orleans e Bragança, uma das principais vozes do conservadorismo brasileiro. por favor, deputado. Muito boa tarde a todos. Boa tarde. Muito obrigado por terem aguentado até esse momento. Espero valer mais do que o custo de ter esperado aqui até esse essa paciência de vocês. Bem, meus caros, a nossa palestra de hoje, o que eu queria conversar com vocês é um tema que foi suscitado até da última reunião com o nosso vereador Nelson, era do valor, o valor que nós temos como povo. É importante a gente voltar um pouquinho atrás no tempo, especificamente eu voltar atrás da minha própria história. Quando eu saí do Brasil, em no início dos anos 90, eu estudei em escola americana no Brasil e mais tarde me engajei em uma carreira acadêmica e profissional fora do Brasil. E naquele processo eu comecei a ver, tá? E naquele processo de adaptação, várias coisas começaram a ser suscitadas. Comecei a ficar um pouquinho nervoso com relação ao nosso Brasil, ao brasileiro, relativo a todos os povos que eu tava visitando. Comecei morando na Suíça, depois fui morar nos Estados Unidos, fiquei um bom tempo nos Estados Unidos, depois voltei para pra Europa, fiquei mais um tempo na Europa, voltei pros Estados Unidos. Então, o percurso aí de uns 12 anos morando fora, carreira completamente independente. Mas nesse processo foi importante para mim. Por quê? Porque ao mesmo tempo que eu já tava em sintonia com a questão política, independente que eu estava com uma carreira profissional e acadêmica muito mais voltada para os negócios do que qualquer coisa envolvendo política, eu via que a cada experiência nova aquilo tava me dando uma visão diferente, uma visão diferente do Brasil e uma visão diferente do brasileiro e ao mesmo tempo uma série de reconciliações que são importantes. Eu me lembro nitidamente quando eu saio do Brasil, hiperinflação, desemprego crescendo, uma baixa autoestima monumental, toda a minha família falando: "Saiam do Brasil, saia do Brasil, faça uma carreira fora, não fique aqui. Aqui não tem nada para você". Era exatamente isso que eu falei: "Puxa vida, vou abraçar essa ideia". Porque de fato as oportunidades que eu estava tendo fórum eram incríveis. Agora, à medida que eu ia galgando espaço, que eu ia galgando aprendizados, eu começava a entender que não era bem assim. Todos aqueles que eu encontrava em diferentes matizes ideológicas e políticas, ao mesmo tempo em diferentes funções econômicas, todos eles, puxa vida, você é do Brasil, que maravilha, que espetáculo. Eu tô falando do início dos anos 90. E aí, mais ainda, ah, mas o brasileiro é um povo feliz, o brasileiro é isso, é aquilo, é amigável. Falei: "Puxa vida, então a gente não é tão ruim assim como eu como eu estimava, como os dados apontam. Como é que a gente tá emaranhado aí em perinflação, roubalheira, tudo que tava carendo no Brasil? Isso no início dos anos 90. Mais uma vez falei: "Puxa, tá errado aqui alguma coisa". Eu comecei a ficar mais sintonizado na questão política, ressintonizado na questão política. Em um dado momento eu estava sendo entrevistado por um grande branco em Londres e nesse momento foi talvez um dos maiores aprendizados que eu tive de política e não de economia. Era um dos maiores bancos de investimento do mundo hoje, sempre foi, aliás, um dos mais tradicionais. E eu via um espaço, talvez duas ou três vezes o espaço que eu tô vendo agora, só de pessoas que operavam o mercado, repleto de umas 2000, 3.000 pessoas ali no meu raio de visão. Todos ingleses, maioria. Naquela época inglês era maioria na Inglaterra, né? E eu me lembro que eu tava fazendo aquela entrevista, entrando ali pro, já tava contratado, mas o pessoal do RH tava me fazendo aquelas chancelas documentais. e tinha uma porta fechada de vidro, mas um silêncio absoluto dessas 2000, 3.000 pessoas, o que naturalmente é é um barulho muito intenso de pessoas fazendo trocas, fazendo uma série de de operações financeiras e tudo mais, mas aí um grupo, de repente naquele silêncio, um grupo se levanta e começa a ovacionar. Falei: "Poxa, tá tendo jogo futebol, pô, o inglês é vagabundo, parou aqui o expediente do mercado para ficar assistindo jogo de futebol, aí voltou a ter silêncio. Aí depois, no momento seguinte, um outro grupo se levanta do outro lado da sala." Falei: "Caramba, que que é isso, né? O mesmo time, diferentes regiões, que que tá vendo?" Aí eu perguntei pra pessoa do RH, falei: "O que que tá vendo? Tá tendo algum jogo futebol? Tô vendo aqui é o Chelsea contra o Manchester. O que que é isso? El não, não, não. Esse é o prefeito de Londres lendo o orçamento. E o orçamento ele é distrital. Cada distrito tem a contemplação daquilo que era necessário para aquele distrito. Falei: "Nossa, que espetáculo". Eu não tenho isso no meu país. Eu não tenho essa aproximação do eleito com eleitor. Eu não tenho essa torcida visceral do eleitor sabendo o quanto de recurso ele vai estar recebendo no bairro dele. No bairro dele. Então ele sabe, ele sabe dessas informações. tem transparência total do quanto que é arrecadado, para onde vai, quem é que contempla o quê, das demandas que eles querem ver representadas naquele local. Aquilo começou a funcionar na minha cabeça. Isso foi em 1998, início de 98. Eu já tinha me formado em ciência política. Eu sempre tive formação financeira, contábil, administrativa e eu fiz uma um curso de ciência política exatamente porque o Brasil tinha passado por um processo de plebiscita e eu não sabia nada. Eu era muito técnico, muito financeiro. A família do meu avô é extremamente vinculada à questão bancária. E aí aquilo foi um despertar, foi um despertar político, porque eu estava vendo na prática aquilo que eu aprendi de um momento fugaz. Eu achava que eu nunca ia aplicar aqueles conhecimentos que eu estava absorvendo academicamente, mas eu acabei de ver na prática o que que significa ser uma democracia, o que que significa ser ter transparência, ter cobrança direta, ter de fato um modelo em que a população participe, mas que não irrompa o modelo. Essa que é a grande preocupação aí dos tecnocratas. Não, se deixar a população participar diretamente, o sistema todo cai. Não é bem assim. O sistema é reforçado toda vez que ela participa de de maneira direta e ela compreende o ciclo. É exatamente isso que eu vi na Europa, em diferentes matizes. Na Suíça, então, era um plebiscito toda semana. Toda semana era um referendo, um plebiscito, alguma iniciativa popular direta acontecendo toda semana. E a população participava. Falei assim: "Puxa vida, e aqui no Brasil nada, nada disso, uma involução absoluta." Aí você lê a história do Brasil, a história do Estado, que são das instituições, e você vê que é exatamente isso. No século XVI, não X 19, não, X, 18, já havia uma visão de que os três poderes não são sustentáveis. Eles geram desequilíbrio. Naquela época, os três poderes era aristocracia, monarquia, clero, que depois, no Advento da República, no final do século XVI, se transformou em leis dativo, executivo e judiciário, né? O espírito das leis de Montesqui falava de aristocracia, monarquia e claro, não falava de executivo legislativo, só para deixar bem claro isso, mas eles já diziam que isso está ultrapassado. E aí um grande parlamentar francês criou o modelo de quatro poderes. Falou Benjamim Constan tem que separar mais. Puxa vida. E olha só, naquele momento, final do século XVI, início do século XIX, nenhum país tinha quatro poderes consagrados em Constituição. O primeiro deles foi o Brasil. Por Brasil na Constituição de 1824 introjetou uma novidade, entendeu a evolução, entendeu o debate de como é que o Estado precisa se organizar para ter estabilidade, para ter abertura, transparência, não ter a ditadura e viu que os três poderes não são sustentáveis, precisa de quatro. Criou-se o poder moderador, constitucionalmente, um salto evolutivo, foi uma grande contribuição até para os países europeus. Quando Pedro I fez a primeira constituição, ele renunciou a tudo. Renunciou ao Brasil, renunciou a Portugal. Ele não era mais nada. A missão dele era fazer uma nova Constituição e tomar o poder de Portugal sem nenhum título. Se desvinculou completamente da da sua capacidade de gerir o futuro. Já tinha nomeado a sua filha em Portugal, já tinha nomeado seu filho no Brasil. Ele não era mais nada. O soldado da fortuna. Qual fortuna era essa? Uma nova constituição. Ele queria de fato trazer mais quatro poderes lá para Portugal. Também fez duas vezes a Constituição. Aí vem o pessoal da esquerda a falar que era um ditador, fechou o Congresso. Pá, pá, pá. Ele fechou exatamente para ter uma Constituição, para que tenhamos uma constituição. Muito bem. Por que que eu tô dando esse ensejo? Porque mais uma vez o Brasil se encontra numa falência absoluta institucional. Mais uma vez o Brasil se encontra com uma tirania presente e muito clara lá de Brasília. Mais uma vez, precisamos de um movimento que tenha que ser constitucionalista, mas que entenda por que nós precisamos de mais poderes constituídos. A separação de poderes está em jogo. Hoje não são três poderes que de fato existe na nossa república. É um poder só. Olha o risco que nós temos de deixar o modelo, como já foi anunciado no final do século XVI, que não era sustentável três poderes e que precisávamos de quatro. No início da República, acabamos com quatro, voltamos atrás para ter três e agora nos encontramos com os três poderes juntos, formando um poder só em Brasília contra o povo brasileiro, contra o Brasil. Esse é o estado de coisa que nós nos encontramos. Os avisos do século XVI ninguém escutou. os aprendizados dos outros países europeus que ao longo do século XIX não só assumiram a liderança do Brasil, deram os também criaram quatro poderes, também criaram cinco poderes. O modelo federativo é um poder. A federação é um poder de resistência. Depois criaram poder da democracia direta. Foi o que salvou os Estados Unidos no final do século XIX. E o Brasil incorporou o quarto, o quinto, o sexto poder. Não. Continuamos aí no três poderes indo para um poder só, involuindo absolutamente, enquanto que o estado de fato aberto, democrático, participativo, exige a contemplação de mais poder para que ele se estabeleça. E hoje nós temos uma tirania em Brasília comandada por um grupo criminoso que espolia sistematicamente as cidades e os municípios do Brasil, especificamente, especificamente o estado de São Paulo e os municípios de São Paulo são os maiores espoliados que não fazem nenhuma cobrança. Eu não vi um governador de estado do Brasil todo, incluso desse estado, São Paulo, cobrando o nosso dinheiro de volta lá em Brasília. Nada. O que eu vejo é governadores de que não arrecadam nada exigindo o dinheiro que não é deles, exigindo de Brasília. Eu quero quatro, cinco, seis vezes o que eu arrecado aqui, eu quero aqui no meu estado. Enquanto que nós temos governadores, senadores, deputados que não falam nada do dinheiro que é nosso, que precisa voltar. Isso é uma tirania absoluta, uma evolução do sistema. Você fala assim: "Puxa vida, ah, mas isso é só mudar o governo, isso é só eleger pessoas bacanas que a coisa muda." Meus caros, está institucionalizado na Constituição. O roubo de São Paulo, a pouca voz que São Paulo tem, a incapacidade nossa de receber de volta o que é nosso, está institucionalizado. Fundo de participação estadual, fundo de participação municipal. Quais são as regras? Leiam as regras. 60% de cada um desses fundos, 60 a 80% de cada um desses fundos tem que ser alocado aonde? Norte, nordeste. Nós aqui ficamos com uma parte mínima dos outros 40%. Sendo que nós contribuímos a maior parte desses dois fundos. é 40% do orçamento federal em que p e todos os estados que de fato comandam um orçamento não tem sequer% do orçamento federal. E nós não temos voz representativa e nós não temos comando orçamentário, não temos nada. Somos os novos escravos do atual modelo político que evoluiu. Agora vem o ponto que é principal. São Paulo sempre liderou, sempre liderou o Brasil em todos os aspectos. O aspecto civil, tivemos aqui a primeira missa campal, foi nesse estado, fundação das primeiras cidades. Mais tarde a independência do Brasil foi nesse estado. Mais tarde o levante de São Paulo por um movimento constitucionalista contra uma ditadura clara. 1932, ditadura Vargas, paulistas se voluntariaram. Não foi a elite, foram a população paulista. Pegaram armas, foram paraas fronteiras. Mais tarde, 1964, grande marcha pela família. Queremos, não queríamos a a ditadura comunista. Mais tarde, em 84, queremos acabar com o regime militar direto já. Mais tarde, 88, os grandes movimentos constitucionalistas. Mais uma vez, quem era o protagonista dessa Constituição, do qual eu critico abertamente? Ulíices Guimarães, deputado por São Paulo, presidente da Câmara. Raro, raro ter presidente de Câmara de São Paulo. Ficamos completamente fora nesses últimos anos. Mais tarde, 1914, um grande levante contra Dilma em pró da Lava-Jato, combate à corrupção amplo. E agora, meus caros, eu estou dizendo e denunciando em alto e bom tom. Temos de novo que levantar São Paulo, as cidades de São Paulo, os municípios de São Paulo, o estado de São Paulo, a sociedade paulista e paulistana e campineira precisa se levantar contra uma ditadura institucionalizada que quer nos calar. E isso envolve uma mudança constitucional. Não é só eleger os bacanas, não é só eleger quem a gente gosta. Esses que a gente gosta precisam portar um chip, um software de mudança, uma reforma de fato profunda, porque é exatamente isso que vai sanar os problemas. E sem a gente enfrentar isso como seres humanos razoáveis, ficarmos somente no emocional, ah, finalmente elegemos quem a gente gosta, ufa, vou entregar, vou parar de me mobilizar, deixar a sociedade mais tranquila. Nada disso. É exatamente a nossa omissão. Quando a gente abaixa a guarda, Brasília cresce. E eu posso afirmar, o grupo criminoso que tá instalado em Brasília vai demorar algum tempo para sair e a gente precisa se defender disso, em alto e bom tom, começar pelo estado e o estado de São Paulo vai libertar os outros estados da União. É fundamental que a gente compreenda esse desafio. A nossa missão, a minha missão específica é trazer essa consciência, não só da urgência que precisamos ter com relação ao poder que ao qual evoluímos, uma evolução total de estado, que a nossa Constituição não serve para mais nada. Aqueles que deveriam a defendê-la estão são os piores seus violadores. Nós não temos mais nenhuma instituição que vai defender de fato o Brasil ou a sociedade brasileira. Portanto, nesse próximo ciclo eleitoral, nessa próxima visão, próximo desdobramento, eu tenho muita confiança do que o que eu tô falando aqui tem ressonância, especificamente aqui em São Paulo, e que nós primeiro passamos a cobrar aquilo que é nosso. Não estamos exigindo nada de ninguém, temos que cobrar, começar a cobrar aquilo que é nosso. Segundo, levantarmos contra Brasília e os criminosos lá instalados. trazer mais transparência e abertura das instituições através de mecanismo de democracia direta, como eu acabei de mencionar aqui, questão do voto distrital, questão do sistema eleitoral, questão do sistema partidário, uma série de reformas, claro, também reforma do judiciário, importantíssima, reforma tributária que tira todos os recursos dos estados municípios. Temos que começar a dar autonomia para os estados municípios tributária, não tirar dinheiro daqui. Os orçamentos têm que ficar aqui, as políticas públicas tm que ficar aqui, não lá em Brasília. É impossível Brasília com planejamento central dar certo. Terceiro, uma grande reforma da segurança, porque nós não temos segurança em nenhum nível. Eu estou lá, presidente da comissão de relações exteriores. O que aconteceu recentemente foi um absurdo. Nós já não tínhamos umas forças armadas ativas na fronteira. Internamente eles já estavam carcomidos por ideologias integracionistas. A nossa própria Constituição diz, parágrafo único, a missão do país é se integrar com o resto da região. Não é defender soberania. está na nossa Constituição. Precisamos rever isso. Mas as forças armadas imbuídas, esse espírito integracionista de regional, não tem a mínima vontade de defender nossa fronteira. No entanto, eles tinham lá um sistema de monitoramento, faziam um monitoramento perfeito. Sabiam quanto que de narcotráfico, quanto de contrabando, quanto de até contrabando de órgãos e de crianças estavam acontecendo entre as fronteiras. Eles tinham um sistema de monitoramento e agora o governo federal convenientemente fechou a torneira, tirou esse orçamento. Agora sequer eles fazem o monitoramento e as fronteiras que já estavam escancaradas por legislação, qualquer indivíduo sem documentação pode adentrar o Brasil e o Brasil não tem mais a capacidade de deportá-los de volta ou proibir a sua entrada. Nós estamos acomodando, acomodando, acomodando, acomodando, sem nenhum freio, sem nenhuma cota, aliás, com cotas. Agora o estrangeiro tem cota, tem cota de educação, cota de advogado, cota de emprego, cota de saúde e estão tomando várias cidades do norte, especificamente fronteiristas, foram completamente tomadas por esses imigrantes com uma carência muito mais profunda que a nossa e o nosso cidadão que tá pagando. Estamos chegando aí a centenas de bilhões aí, 1 bilhão certamente, mas vários milhões já entraram no país e continua entrando sem nenhum limite. Aí você fala assim: "Puxa, mas ao menos tá bom, a fronteira tá falida, tem lá 400.000 pessoas nas Forças Armadas que não querem defender o país." Ao menos a gente tem a Polícia Federal, não é mesmo? Sim. 14.000. 14.000 versus 400.000 meu que faz o controle de fronteira. Só que agora também eles estão simplesmente é que nem você botar uma estaca quando tá vindo uma tsunami. Qual é a capacidade daquela estaca segurar a tsunami? Zero. Aí, bom, ao menos a gente tem polícia militar aqui, polícia civil que vai nos proteger, não é mesmo? Não temos. Temos um número muito inferior ao necessário e eles são criminalizados nas suas ações, fora a questão de armamento que tá evoluindo em compasso rapidíssimo. Eu não sei se vocês estão vendo o uso de drones e novas tecnologias internacionais, os conflitos lá da Ucrânia e do Irã. Qualquer grupo meramente organizado consegue comprar um contêiner. Um contêiner tem 32 pés por, acho que é 10 pés de altura, 32 pés de comprimento. Existem fábricas de drones dentro de contêiners. Você envia isso para diferentes pontos. Você já capacitou qualquer grupo meramente organizado a fabricar a sua própria defesa. E o que que temos para nos defender contra isso? Nada. Então, as polícias locais, não só elas são criminalizadas, como também não tem a tecnologia necessária. Aí você fala: "Puxa, mas ao menos a população tá armada, né?" Vejam o desafio, meus caros. Não é somente a mudança de um governo, é a mudança de um pensamento, é uma materialização desse pensamento em constituição, porque tudo isso que eu falei está involucrado na Constituição. E não é um presidente que altera a Constituição. Quem altera a Constituição são os deputados, são os senadores. exclusivamente, duas vezes no Senado, duas vezes na Câmara, temos uma nova emenda constitucional. E quem alterou a Constituição até agora, nesses últimos anos, foram partidos, ideologias utópicas e grupos criminosos. Sim, grupos corruptos. Então, nossa constituição, ela é hoje, as instituições existem como mera fachada do crime organizado. Veja o que tá acontecendo na previdência. Alguém confia na previdência? Alguém confia na qualidade de saúde que tá vindo e os dinheiros não são desviados? Aliás, todos que operam a política sabe o quanto que tem de rachadinha na saúde e na questão da educação. Então, grande corporativismo aí de professores doutrinados, doutrinadores, planos nacionais de educação, impedindo que o pai e a mãe exerça a soberania da educação do seu filho. Isso é constitucional. Isso não é uma pessoinha malvada lá que foi eleita. Tem que mudar a Constituição. Portanto, a gente precisa de uma revisão constitucional. É isso que eu preciso levantar esse tema aqui junto a todos vocês, a população de São Paulo, porque nós somos a linha de defesa. Não há outra instituição, não há outra sociedade, não há outro ecossistema político que vai se levantar contra a tirania neste país que não seja São Paulo. É conosco, é com todos aqueles que tenham consciência e absorvam essa mensagem que eu estou veiculando aqui como sendo a verdade nua e crua. Ao mesmo tempo, eu tenho muita esperança, porque o que eu tenho visto no passado é algo que não existia no país, é a evolução da sociedade brasileira que simplesmente não existia. Toda a história do Brasil foi permeado por grandes elites, mobilizando o pouco da população que tinha lá para ser mobilizado. Agora, a população está se mobilizando por pura consciência própria, por vontade própria, autogo governo. E é exatamente esse mesmo espírito que só o estado de São Paulo pode representar. É por isso que eu estou muito honrado e é um grande privilégio ser deputado deste grande estado, porque eu sei que essa população fará uma grande diferença nesse próximo ciclo. Muito obrigado. Muito boa tarde. Obrigado. Eu me identifico tanto com o Luís Felipe que eu fico até suspeito aqui para falar mais da pessoa dele. Eu ficaria aqui. Acho que até mais tarde, ouvindo Luís Felipe. E para encerrar, eu chamo aqui e aproveito também eh que eu recebi aqui as mensagens tanto da Zoei quanto também do Paulo Souza, né, que ele teve um evento e a Zoei teve uma outra agenda que ela não conseguiu eh fazer ali o combinado com o horário. Eu quero convidar aqui a Dra. Lauan, que é uma mulher de coragem, que defende os direitos das mulheres e apresenta uma visão crítica às pautas do movimento feminista. Dra. Lauane, por gentileza. E quero também aqui eh informar a todos que esse congresso conservador também é dedicado a todos aqueles que, na visão de seus apoiadores, foram tratados de forma injusta no dia 8 de janeiro. Que nunca faltem coragem para essas pessoas. e continuar defendendo sim a liberdade, a democracia, o devido processo legal e a justiça. Todos nós aqui seguiremos firmes na defesa das nossas convicções e sempre pelos caminhos da Constituição e também da paz. Então, pode ter a absoluta certeza que todos nós aqui estamos sempre pensando em vocês e lutando por vocês. De uma forma ou de outra, dentro das nossas possibilidades, o que nós mais desejamos é a liberdade de cada um de vocês e justiça. E que justiça seja feita de verdade. D. Lauan, à vontade. Boa tarde a todos. Obrigado, vereador Nelson, pela oportunidade. Agradeço a todos. Agradeço e peço desculpas porque eu sei que você veio. Nós estamos aqui desde a 1 hora da tarde. Você tá com uma criança, um recém-nascido, tá? Um pequenininho ali, né? Pequenininho ali. O o Israel Júnior. Esse pode entrar na Câmara mais ou menos, né? Pode esse pode. Agradeço a todos. Eu queria falar com vocês sobre o feminismo e a política. É um tema que eu acho que a gente escuta muito na internet sobre o feminismo e a gente tem muitas pautas sobre isso. Ou são mulheres que levantam a bandeira, a maioria delas de esquerda com a skin que a gente já conhece, com aquela franja, né? ou ou um sovaco meio com com os pelos falando que o feminismo é a luta do direito das mulheres. Ou a gente tem de um outro lado o movimento de direita falando que o feminismo ele não vale de nada e que em nada ajudou as mulheres. Dentro desses dois extremos existe uma verdade. E sim, a direita tá falando a verdade. O movimento feminista nada fez pelas mulheres a não ser atrapalhar. Porém, esse movimento feministo, o movimento feminista, ele tem galgado vários passos e entrado de uma forma tão sorrateira dentro da política. é como se fosse o joio e o trigo que crescesse junto. E a gente não sabe exatamente o que que é o parte do movimento e o que realmente é uma pauta legítima de defesa das mulheres. Nós vemos, por exemplo, esse ano que houve o debate sobre o pele da misogenia e foi algo assim tão estarrecedor que a gente viu que todos os senadores votaram a favor do PL da misogenia dizendo que era por direito e defesa das mulheres. Só que não não era isso. Era mais ou menos para cerciar e impedir a liberdade de expressão. Durante vários tempos a gente viu isso, o movimento feminista se infiltrando. E como que isso chegou? Como que a gente pode ver vereadores, ver deputados, tanto federais quanto estaduais, senadores e até mesmo nosso ex, infelizmente, presidente Jair Bolsonaro, que sancionou tantas leis feministas, como que é possível que elas entraram nisso? A gente tem que voltar alguns passos e entender que a guerra é cultural e, infelizmente, a esquerda dominou a cultura do país. A gente vê que o regime militar, que foi muito necessário para impedir a instalação da ditadura comunista, ele enfrentou de forma os terroristas que a gente viu o Carlos Maringuela causando aqui no nosso estado. Dilma Russef, né, Vara, uma guerrilheira também que lutou durante o regime militar. Só que, infelizmente, os militares eles esqueceram do mais importante que eram as universidades. Foi nesse mesmo período que se criou a UNI, a União Nacional Nacional dos Estudantes que não estudam. A gente vê pessoas que ficam 10 anos cursando filosofia e por aí vai. E a gente viu dentro ali que foi gerando as ideias de quem? De Antônio Gram. Quem foi o Antônio Gram? Ele foi um revolucionário que ele falou assim: "Nós não vamos conseguir implementar as ideias comunistas e revolucionário por meio de armas. a gente viu que já não dá mais certo. Vamos nos infiltrar nas instituições e de dentro nós vamos implodir. É como se fosse um cavalo de Troia para quem assistiu o filme. E foi assim que foi feito. O movimento ele é muito sutil e ele vem tentando plantar a sementinha há mais de um século e ele vai tentando dar passos e sempre recoando e a gente acha que nós vamos vencendo a guerra. Quer ver um exemplo? Se alguém bater na sua porta e falar assim, eu preciso colocar um cartaz contra dengue de 3 m, você vai falar que absurdo, 3 m eu não quero e só um panfletinho? Ah, só um panfletinho, tudo bem. E foi assim que ela foi fazendo. Vocês querem ver o exemplo? Hoje a gente vê que a pauta de ideologia de gênero está praticamente, a cultura walk está infiltrada e parece que tudo que você fala contra isso você está errado ou você tá sendo transfóbico de todas as formas. Mas se eu falar que as feministas já escreviam sobre isso desde a década de 90, que Judith Bunker no livro Problema de Gênero já falava sobre isso. Então, ou seja, elas foram tentando aos poucos implementar e hoje chegou o que tava, o que a gente achava que era um absurdo. A gente para e pensa como que chegou nesse ponto. E a gente vê que o movimento feminista ele não chega na política de uma hora para outra. No livro da Ana Campanholo chamado A hidra Feminista, o qual eu recomendo vocês lerem, ela fala que o movimento é dividido em quatro eixos. Ele é universitário, ele é midiático, ele é militante e, por fim, ele é político. A política ela é a cereja do bolo de tudo aquilo. As ideias que surgem dentro da política, elas já foram gestadas dentro da universidade. A mídia já colocou em todas as formas, em todas as novelas que vocês possam imaginar. dentro disso chega na política. Quando chega na política, o discurso já está pronto. E muitos legisladores, muitas pessoas que são de direito, que estão lá, eles não conseguem ir contra, porque senão eles estão indo contra o quê? As mulheres. Vocês querem ver o exemplo mais louco que já existiu? Em 2009, o movimento feminista junto com o partido do Pesso envolvido nessas loucuras, eles queriam criminalizar tudo como estupro. Então, como que funcionava antigamente? Se um homem fizesse, cometesse um estupro contra uma mulher, cada comportamento dele ia somando uma pena. Então se então ali um ato libinoso, o sexo, tanto a conjunção carnal quanto o sexo analia somando as penas. Elas fizeram o quê? Transformaram tudo isso em estupro. Então uma passada de mão, um beijo roubado ou esse atentado se tornou o quê? Estupro. Com isso, as penas não se somam mais. O que significa que no nosso Brasil toda lei que é benéfica para o réu, ela retroage. Vários estupradores entraram na justiça e tiveram suas penas reduzidas. Só que a gente fala assim, mas é uma pauta legítima, tudo tem que ser um estupro. Só que vocês entendem que na prática não dá certo. É igual a o PL da misogenia. Na prática não dá certo. Em Santa Catarina, a deputada Ana Campanelo debateu muito sobre isso, sobre uma lei que queriam que só médica legistas atendesses mulheres violências eh que foram violentas, tiveram por estupros. Só que não tem o número adequado de mulheres de médicas legisl. O que aconteceu? atrasou muito o processo na prática é muito lindo. É a mesma coisa que eu falar aqui no estado de São Paulo que as delegacias das mulheres tem que ter apenas delegadas mulheres. Na prática é lindo porque vai ter uma soridade, uma empatia e todas aquelas prátic aquelas falas delas. Só que na prática não funciona quantas delegadas mulheres nós temos, ou seja, vai atrasar mais ainda os processos. Então fica nisso daí. Ou seja, uma utopia que não se aplica na prática. Na prática, elas acabam condenando todo homem branco, sis, hétero, como se eles fossem culpado de todos, de tudo. E eles não são. E aí elas acabam criminalizando coisas que não são. A gente vê, por exemplo, o caso de um, vamos lá, que foi absolvido de uma mentira, que foi o caso da Mariana Ferrier, se tornar uma lei. Como que elas conseguiram isso? E volto a falar, tudo através da cultura, tudo através da mídia, tudo através das universidades. Essas ideias vão sendo gestadas pouco a pouco. Se a às vezes a gente conversa com o militante, a gente fica enlouquecida do jeito que falam, mas aquilo ali é um laboratório. E, infelizmente, as nossas universidades se tornaram laboratório disso. Por quê? Porque desde a década de 70, de 80, esses professores foram formados, que estão formando novas pessoas. E nós vemos o quê? vemos todas essas ideias no judiciário, no legislativo, na mídia, em todos os lugares. O caso mais absurdo que aconteceu, por exemplo, foi o caso do Henri do Borel, que foi a mulher teve a juíza falou que a mulher tava sofrendo misogenia, uma mulher que foi omissa a seu filho, que deixou que o padás matasse a criança. É um absurdo isso. conto tantos outros absurdos que vão acontecendo no nosso país. E mesmo assim elas ganham narrativa dizendo que o nosso país é um país patriarcal, onde os homens são machistas, onde a maioria das mulheres sofrem feminicídios, como se isso não fosse a realidade. Por exemplo, uma mulher, ela vai numa delegacia da mulher e ela registra cinco boletins de ocorrência. Isso entra na estatística. Só que não entra na estatística quantos foram absolvidos. não entra na estatística quantos foram eh arquivados, quantos não deram prosseguimento. Então, dá a impressão que nós vivemos no mundo que todo homem bate mulher. Teve um debate que uma mulher chegou a falar que 45% dos relacionamentos tinha violência física. Pega 100 casais, imagina de 100 casais, 45 casais, os homens batiam na mulher. Não existe isso. É fora da realidade. Agora nós vemos um novo movimento, inclusive até aqui na cidade de Campinas de eh igreja pelas mulheres. Na prática parece lindo, só que na realidade o que estão fazendo feministas? Estão novamente usando os púlpitos da igreja para falar o quê? Todo homem é um potencial abusador. Todo homem ele é agressor. E a igreja está acobertando isso. Eu não sei quantas de vocês vão à igreja, mas eu vejo igrejas que se o homem adultera, ele não pode eh ser pastor, ele não pode ser um presbítero, não pode ser diác, ele é escurraçado dentro da igreja. Quem dirá bater numa mulher? Se um, eu já vi gente dentro da comunidade, toda vez que alguém é acusado de estupro e até mesmo dentro dos presídios, eles têm que estar em sala especial, porque senão até os próprios criminosos não aceitam. Então, que cultura do estupro é essa que nós vivemos? Que cultura é essa machista que nós vemos em que elas ganham todas as narrativas? Todas as narrativas. Então, nós devemos entender da onde que vem e entender que não é porque tem uma pauta que teoricamente defendam as mulheres, significa que realmente está defendendo as mulheres na prática ou está piorando a vida das mulheres. Aqui na cidade de Campinas, infelizmente, a maioria das vereadoras são feministas. Tirando eu acredito, a Débora Palermo, duas são do PT e duas do PessoL. Loucas, Deus me perdoa, mas completamente loucas. Eu não sei como Nelson aguenta essas doidas aí. Doutora, não aguento. Eu tenho processo contra todas elas. Hum. E elas também tm processo contra você, contra minha pessoa. Só que eu sou um e a maioria elas estão em seis, mas são quatro mulheres. Quatro mulheres mais o Gustavo Peta do PCD B, Partido Comunista do Brasil e mais o Romão do PT, que eu acho que a pior coisa aqui. São seis contra um. Eu acho que pior do que mulher feminista é o homem feministo. É, existe também. E existe a mulher machista também. Quando a mulher diz que mulher vota em mulher, isso é uma fala machista, né? Porque a mulher vota em quem ela quiser, em quem tem capacidade de representá-la. Inclusive, eu nunca votei em nenhuma mulher. Olha só, todos os meus representantes, todos os meus votos sempre foram gerenciados a homens. Aqui na Câmara dos Vereadores, inclusive o meu marido Isael Júnior, ele está proibido de entrar na Câmara por causa do processo da Guida Calissa. uma vereadora do PT, sem fundamento nenhum. E você vê toda a manifestação do Ministério Público a favor. Chega a ser um absurdo como que ganham essas pautas, como que elas podem vir essa nova lei também, volto a falar a lei, violência política de gênero. Não existe isso. Se você está aqui dentro, você é um vereador, uma vereadora, você é um deputado, um deputado e você tem que vocês não querem tanto igualdade. Só que agora não existe mais igualdade. O novo discurso delas que elas buscam é buscam é equidade. Vocês já viram aquele aquela charge onde tem três menininho cada um em cima de um livro e fala: "Olha, um não consegue enxergar". Então fica com mais cinco livros e outros com menos para que todos possam enxergar? Então eles falam que é equidade e que as mulheres precisam, ou seja, transformar a gente num ser frágil. Eu preciso de uma lei para me proteger, para me poder debater com outros homens. Então se infiltrou. Estudar, entender isso faz parte, porque elas estão completamente volando, ganhando as narrativas. as feministas se infiltraram completamente. E volto a falar, infelizmente, às vezes os próprios pessoas de bem, que não defende pauta nenhuma, às vezes é um cristão conservador, acabam caindo nessa narrativa. Não por desconhecimento, mas às vezes porque é tão convincente o discurso. A guerra cultural já foi tão encalcultada na nossa mente. Vocês querem ver um exemplo que vocês, provavelmente todas as mulheres, começaram a escutar recentemente, antes de você casar, você tem que ter a sua independência financeira. Não dependa de homem nenhum, gente. Como assim não dependa de homem nenhum? Não é questão de de cristianismo, é questão de sociedade. O homem depende da mulher, assim como a mulher depende do homem. Ou senão agora todos os discursos, olha, porque vocês pregam a submissão. Elas nunca leram a Bíblia, não sabem nem onde tá essa frase. Mas a Bíblia é muito clara, a submissão a seu marido. Eu tenho que ser submissa a meu marido, não a todos os homens do planeta Terra, mas vai ganhando as narrativas. Então, para combater narrativa, apenas apenas com a verdade, que nós possamos ser pessoas que combatam essa verdade, que entendam isso, que mulher não precisa votar em mulher, que mulher não é o ser que precisa de mil leis para protegê-la, que a gente não precisa de equidade, que nós precisamos apenas é de proteção, assim como os homens precisam de proteção. Vivemos num país, foi que foi dito, precisamos de segurança, precisamos de saúde, precisamos de educação. Isso não é a mulher, isso são todos. Certo? Eu agradeço imensamente, gente, a oportunidade. Agradeço imensamente o vereador Nelson, que deu a oportunidade. Fico feliz por vocês terem ficado até o final e espero que tenha sido enriquecedor, não só o que eu foi dito, mas que todos aqui que vieram. Agradeço imensamente. Eu vou aceitar. Obrigado, vereador. Ai, perdão. Tem nada. Sapato é novo, viu? Desculpa mesmo a questão é que teve um monte de Não, fica em paz de imprevistos aí, pessoal. Parabéns. Obrigado, patriotas. Eu só tenho agradecer. Eu quero terminar esse congresso, esse primeiro congresso, lembrando uma frase que eu considero fundamental, que são: "As grandes transformações da história nunca começaram com multidões, começaram com pessoas comuns que decidiram não abrir mão de seus princípios. E hoje estamos aqui porque acreditamos que vale a pena defender aquilo em que acreditamos. Então, vale a pena defender a liberdade, vale a pena defender a família, vale a pena defender a vida, vale a pena defender a segurança, vale a pena defender quem trabalha, vale a pena defender quem produz, vale a pena defender o cidadão de bem e vale a pena defender um Brasil, onde o mérito seja valorizado, onde a lei seja respeitada e onde nossos filhos possam crescer com esperança, segurança e liberdade. Este congresso já deu certo, já se tornou um marco e daqui, com absoluta certeza, eu saio com novas amizades, novas ideias, novas iniciativas e, principalmente novas lideranças comprometidas com o futuro melhor paraa nossa cidade, nossa região e o nosso país. O meu muito obrigado de coração pela presença de todos, em especial a todos vocês que ficaram até o final e tenho absoluta certeza que isso só tende a se multiplicar e o segundo congresso com certeza será muito maior, com mais personalidades, mais pessoas técnicas, como todos esses que compareceram hoje aqui. E eu faço questão de agradecer, nomeando cada um, Alexis Fontain, que falou sobre educação, liberdade econômica e prosperidade, o padre Kelmo, que falou sobre cristocentrismo, fé cristã e atuação política, o Felipe Fogose, que falou sobre o resgate da cultura, o Ricardo Sales, que falou de forma universal, né, o que ele tá passando e como ele acredita nas pessoas e não só em partido, que eu também tenho esse mesmo perfil. Acho que partido é uma coisa muito complicada, porque hoje nenhum partido segue a sua ideologia. Se a gente parar e pensar, o único partido que segue a sua ideologia, aquilo que tá no seu estatuto é o pessol que tá lá no estatuto. Defendo bandido, defendo droga, defendo eh trombadinha, defendo eh casamento disso, casamento daquilo, defendo banheiro unissex e eles têm a coragem ainda de subir aqui no no na tribuna e assumir que defende aquele monte de merda. Desculpa a palavra, mas eles pelo menos seguem a sua ideologia. Os demais não. Vocês vão falar para mim que o PT é partido de trabalhador, né? Nenhum partido. Então, o que nós pré-candidatos devemos defender? o nosso nome, o que vocês que estão na política, não só a política do voto, tô falando a política do bem comum, de uma causa, de uma bandeira, vocês têm que defender o nome de vocês, defender o CPF de vocês. Você vai defender nome de partido? Eu sou até favorável à candidaturas avussas, que as pessoas possam sair e honrar seu nome. Quando você tem uma multa, o partido paga sua multa? Não paga. Quando você tá preso de forma injusta, o partido tá pagando seu advogado, porque você é filiado ao partido X, ao partido Z. não tá pagando. Então eu acho que isso é questão de tempo. Mais cedo ou mais tarde nós vamos mudar. E votação é isso, né? Quando você tá eleito, tem muitos líderes de partido que vem e fala: "Você tem que votar conforme o partido quer". Não, você tem que votar conforme as suas convicções. Com certeza nós estaremos vivendo num país melhor, num estado melhor, num município melhor. Então, partido tá em tudo. Infelizmente hoje você tem que se filiar a um partido, né? a gente respeita, segue a legislação, é a única forma de participar do pleito, mas se a gente parar e pensar num todo, é o que o Sales falou, quando ele fala do PL, ele fala do Valdemar, ele tá lá usando do bolsonarismo para eleger uma quantidade de deputados e ter um fundo eleitoral, ter dinheiro. O que que é fundo eleitoral? dinheiro. Você pode ver que os cacique tá tá focado nisso. São bilhões, né? Que depois é distribuído pros partidos e cada um distribui lá, cada cacique distribui como bem entende. Ah, eu gosto mais daquele, eu gosto mais daquele, de você eu não gosto. Então fica sem nada. E assim funciona. Eu tô na minha no meu terceiro mandato, minhas três eleições foi sem um real de fundo partidário. Não porque eu não quis, lógico, se tá na legislação e eu posso ter, é até uma desvantagem. Você pega a vereadora do pessool aqui, o tanto que ela gastou de fundo eleitoral, foi mais votada. é do pessol, não tem nada ilícito. Agora eu disputei sem fundo eleitoral e aí como que faz? Então não foi porque eu não quis, foi porque eu não recebi. Eu não tenho problema nenhum em falar isso. Se tá nação, é permitida, é listo, sem problema nenhum. Como agora? Não recebi porque não quiseram dar. Entendeu? E dificilmente eles ajudam a questão de vereça. Quando o partido é grande como o meu, que é o PSD, o 55 Cassabe, né? Você vê o tanto de governador que tem, o tanto de senador, o tanto de deputado. Mas é o que eu falo, o meu eleitor ele vota no Nelson, ele não vota olhando o partido assim. E eu até tentei mudar, né, junto com o Sales. Ele fez uma uma ligação pro Cassab pedindo para que eu fosse pro novo. Aí o Cassab colocou uma condição que seria uma permuta, né? Mandasse algum vereador, como o vereador não tem janela para esse pleito, né? Eu tive que respeitar, né? Porque assim, não é nem uma questão de se identificar com o partido, mas se identificar com pessoas, né? E aí o PL também fez um convite, mas ali tava muito difícil por conta que também exigia ali uma mudança, algum vereador chegar no PSD para que eu pudesse sair, algum vereador com mandato, né? E e aquele negócio não tinha não tinha como fazer essa permuta e eu continuo no PSD, mas isso para mim também não é problema, porque eu sou muito bem tratado lá, independente dessa questão de fundo, porque acho que já ganhou três eleições sem fundo, né? Qual que é o problema, ter ou não ter agora? Mas a gente sabe que o tamanho da eleição, como é uma experiência nova, né, e pré-candidato a deputado estadual, eu tenho que eh pensar no tamanho da campanha. Não é uma campanha barata, não é uma campanha fácil, mas é uma campanha que a gente tenta mostrar aquilo que a gente já faz até antes da política, que eu acho que essa é a diferença dos pré-candidatos. é aqueles que já mostram, né, o o trabalho que já vem fazendo antes da política, antes do primeiro mandato mesmo de vereador. Eu sempre trabalhei na causa que hoje é o problema maior do país. Mesmo quando o Luís Felipe tava falando das fronteiras, é por onde entram as drogas e a nossa fronteira terrestre é absurda de grande. Então assim, 14.000, 400.000 polícia, exército, seja o que for, dificilmente consegue barrar a entrada das drogas. E é uma bandeira que eu defendo. Então, é uma bandeira também universal, porque independente de região, seja ela mais favorecida ou menos favorecida, tem problema com drogas, né? E aquela dona Maria que tem um filho com problema com drogas, se eu ajudei ela, com certeza ela não vai vender o voto dela. Ela pode ser de esquerda, com o boné do MST, com a camiseta da Mariele Vive. Ela pode estar com tudo lá do PT, pode até torcer pra Ponte Preta e eu torço pro Guarani. Ela não vai votar no candidato que deu a cesta básica, que deu a lata de tinta. Ela vai votar com certeza em quem salvou a vida do filho dela, quem ajudou a salvar a vida do filho dela. Então é uma maneira universal e o que eu tenho é isso, falar do meu trabalho, falar do que eu já fiz, né? apresentar projetos relevantes, importantes, tanto conservadores como também nessa questão de políticas de prevenção às drogas que eu iniciei lá em 2000 2005 com padre Aroldo Ran, né, no dia 22 de abril de 2005. E eu acho que é isso que vai movimentando a política. Por isso que eu falo, as pessoas elas começaram a acordar para acreditar em pessoas. Eu sei que não é um não. Vamos abrir, mas eu vou dar por encerrado, né? Desligar o microfone e a gente continua. TV Câmara, Campinas.