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Você [música] sabia que Campinas foi uma das cidades pioneiras na produção de cinema do Brasil? E o Museu da Imagem e do Som que fica no centro da cidade, fundado em 1970, é um local dedicado a preservar a história do audiovisual campineiro. E agora você vai conhecer esse espaço. [música] Gabi, Campinas é considerada uma das pioneiras do cinema, né? Por que isso? Bom, a gente fez uma pesquisa recente para instalar a a exposição que é mais nova aqui no MIS, né, do centenário do cinema. E nessa pesquisa a gente se aprofundou a nossa história sabendo que em 1923, que ainda era o princípio do cinema, Campinas produziu um dos primeiros filmes do Brasil, tá ali entre, talvez terceiro, quarto filme, que se chama João da Mata. E e aí desde então essa bom as a cidade começou a ser fomentada pro cinema porque logo após a epidemia que a gente teve de febre amarela lá nos 1920, uma das coisas que fez a Campinas Fênix, que fez a gente ressurgir das cinzas, foi o investimento em cinema. E a partir disso, é mais pra frente, lá em 1970, que surgiu o Misso, Museu de Imagem Som. O Miss foi criado a partir de um grupo de jovens eh universitários que faziam cineclube e que entendiam a importância do audiovisual de ter um espaço onde a gente pudesse se ver, né, através do da imagem, através do som e e também para que a gente pudesse falar do do cinema de uma maneira mais organizada. Um deles é o seu Henrique de Oliveira Júnior, que é conhecido como um o pioneiro, né, do miss, faleceu há poucos anos, mas esteve muito presente nessa história toda. E então ali mais ou menos 68, 70, ele começa a se estruturar como instituição pra cidade, né? O acervo do Miss conta com cerca de 35.000 imagens em 75 coleções que são divididas em audiovisual, fotografia, música, [música] tecnologia e biblioteca. Mas a gente tem aqui acervo de fotografia, acervo de som, de rádio, de música, de audiovisual. Então, desde das dos gravadores até os projetores. E eu acho que a grande estrela, na verdade, o que chama mais atenção, é esse cara que tá aqui atrás da gente, que é um projetor de 1930, que foi usado aqui na cidade nesse nesse princípio, né, nessa ele chegou aqui moderníssimo e dado ao tamanho dele, essa cara que para mim se a gente tivesse no Museu de História Natural seria o T-Rex, né, um dinossauro no meio da sala. é inevitável a gente passar por ele e não se interessar. Com certeza é o que desperta mais a atenção de todo mundo. Em 2025, o museu completou 50 anos, né? Então, qual a importância dele para Campinas, assim, na sua visão? Eu acho que a importância do Miss, ele acho que tem duas importâncias. Tem a história desse prédio do Palácio dos Azulejos, que tá aqui no centrão e quase que soterrado pelo futuro assim, né, pelo progresso, pelos prédios todos. Então, eh, manter o MIS aqui também é manter esse prédio em pé, né? Porque e e a a custas a custos difíceis de manter ele em pé também, mas a gente, o audiovisual tem o poder de que a gente se enxergue, de que a gente conte nossas histórias. Então, tem um lugar na cidade onde a gente pode ir se conhecer, saber mais da nossa história. É como se a gente tivesse o Miss é como se fosse um grande álbum de família da cidade inteira, né? Para mim a importância é essa. Se a gente não souber quem a gente é, a gente não constrói futuro, né? [música] [música] Você [música] sabia que Campinas foi uma das cidades pioneiras na produção de cinema do Brasil? E o Museu da Imagem e do Som que fica no centro da cidade, fundado em 1970, é um local dedicado a preservar a história do audiovisual campineiro. E agora você vai conhecer esse espaço. [música] Gabi, Campinas é considerada uma das pioneiras do cinema, né? Por que isso? Bom, a gente fez uma pesquisa recente para instalar a a exposição que é mais nova aqui no MIS, né, do centenário do cinema. E nessa pesquisa a gente se aprofundou a nossa história sabendo que em 1923, que ainda era o princípio do cinema, Campinas produziu um dos primeiros filmes do Brasil, tá ali entre, talvez terceiro, quarto filme, que se chama João da Mata. E e aí desde então essa bom as a cidade começou a ser fomentada pro cinema porque logo após a epidemia que a gente teve de febre amarela lá nos 1920, uma das coisas que fez a Campinas Fênix, que fez a gente ressurgir das cinzas, foi o investimento em cinema. E a partir disso, é mais pra frente, lá em 1970, que surgiu o Misso, Museu de Imagem Som. O Miss foi criado a partir de um grupo de jovens eh universitários que faziam cineclube e que entendiam a importância do audiovisual de ter um espaço onde a gente pudesse se ver, né, através do da imagem, através do som e e também para que a gente pudesse falar do do cinema de uma maneira mais organizada. Um deles é o seu Henrique de Oliveira Júnior, que é conhecido como um o pioneiro, né, do miss, faleceu há poucos anos, mas esteve muito presente nessa história toda. E então ali mais ou menos 68, 70, ele começa a se estruturar como instituição pra cidade, né? O acervo do Miss conta com cerca de 35.000 imagens em 75 coleções que são divididas em audiovisual, fotografia, música, [música] tecnologia e biblioteca. Mas a gente tem aqui acervo de fotografia, acervo de som, de rádio, de música, de audiovisual. Então, desde das dos gravadores até os projetores. E eu acho que a grande estrela, na verdade, o que chama mais atenção, é esse cara que tá aqui atrás da gente, que é um projetor de 1930, que foi usado aqui na cidade nesse nesse princípio, né, nessa ele chegou aqui moderníssimo e dado ao tamanho dele, essa cara que para mim se a gente tivesse no Museu de História Natural seria o T-Rex, né, um dinossauro no meio da sala. é inevitável a gente passar por ele e não se interessar. Com certeza é o que desperta mais a atenção de todo mundo. Em 2025, o museu completou 50 anos, né? Então, qual a importância dele para Campinas, assim, na sua visão? Eu acho que a importância do Miss, ele acho que tem duas importâncias. Tem a história desse prédio do Palácio dos Azulejos, que tá aqui no centrão e quase que soterrado pelo futuro assim, né, pelo progresso, pelos prédios todos. Então, eh, manter o MIS aqui também é manter esse prédio em pé, né? Porque e e a a custas a custos difíceis de manter ele em pé também, mas a gente, o audiovisual tem o poder de que a gente se enxergue, de que a gente conte nossas histórias. Então, tem um lugar na cidade onde a gente pode ir se conhecer, saber mais da nossa história. É como se a gente tivesse o Miss é como se fosse um grande álbum de família da cidade inteira, né? Para mim a importância é essa. Se a gente não souber quem a gente é, a gente não constrói futuro, né? [música] [música]