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PERFIL - JAIR DA FARMÁCIA
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PERFIL - JAIR DA FARMÁCIA

76 views Publicado 04/02/2021 HD · 18:25

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Olá, começa agora o programa Perfil. Para você que está assistindo pela primeira vez, aqui nós vamos falar além da política, dos projetos. O nosso objetivo é saber mais sobre a vida do vereador ou da vereadora. Como será que foi a infância? Qual será o livro preferido? Será que ele tem algum hobby? Ah, e ele vai contar uma história também que ninguém conhece, então fique ligado porque começa agora o perfil e o vereador de hoje está no primeiro mandato. Ele nasceu no dia 15 de dezembro de 1954 e trabalha há quase 50 anos no mesmo estabelecimento comercial localizado no Parque Industrial. Agora ficou fácil, né? Jair Quinalha, o Jair da Farmácia, muito obrigado por ter aceito o convite para participar do perfil aqui na TV Câmara Campinas. E em termos de idade, acho que o senhor é um dos mais experientes por aqui, né? Experiência na idade, porque na Câmara, tô começando. E como é que foi pro senhor, né? Você nasceu aqui em Campinas, como é que foi a sua infância? Nasci no bairro do São Bernardo, na rua Pernambuco, e minha infância toda foi ali, naquele bairro. Toda no São Bernardo? Toda no São Bernardo. Você sabe, vereador, que eu tenho uma inveja quando as pessoas respondem isso pra mim, que a infância foi toda em um bairro, porque a minha infância foram em vários bairros. Então, eu não conheci meus vizinhos, eu não tenho essa identificação. Foram em vários bairros, e o senhor sempre no bairro São Bernardo. E onde eu moro foi onde eu jogava bola. Tá. Jogava bola na rua ou em campo? Não, não. No campinho e depois construiu esse apartamento, casei e tô morando onde eu jogava bola. Minha infância ali. E onde que o senhor estudou aqui em Campinas? Estudei no... Fiz o primário no Kennedy, depois eu fiz o ginásio no Felipe Cantuzzi e o colegial no Vitor Meirelles. Tá. Tudo naquela região. E como é que foi a sua infância? Você é considerado de classe média, você conhecia a sua vizinhança, jogava bola no bairro, como é que foi? Jogava bola no bairro, mas só que foi meia baixa, porque meu pai, mãe de... vieram da roça, pegaram aquela casa popular e foi uma infância meia difícil. Foi uma infância humilde, mas... É, oito irmãos. Oito irmãos. Oito irmãos. E vocês moraram juntos até quando? Ah, bastante tempo. O último a casar foi eu. Tá. Então, eu fui todo... Minha mãe tinha os filhos em casa. Mas chegou a passar necessidade ou não? Não, necessidade não. Mas só assim que vi a carne cada 15 dias e era complicado, né? Meu pai lutou, coitado. E assim como boa parte dos campineiros, você tem uma origem europeia também? Descendente de italiano, espanhol. Italiano? Quinalha e minha mãe, polpeta. Tá. E chegou a ter alguma relação? Conhece alguém que morou lá ou não? Tem parentes. Tem parente lá? Inclusive, meu irmão fez... Esse que é advogado, ele fez a árvore genealógica. Sim. Ele mudou, porque meu nome não é Quinalha. É Chinaglia. E ele acertou. E meu pai na época foi fazer a registrar Falou Quinalha, mas escreveram Quinalha Com Q e I, mas é Chinaglia Então Chinaglia Olha que bacana E era muito comum isso na época Porque o meu avô também é espanhol E quando ele veio pra casa Eu era pra chamar Charles Charles chegou lá Meu pai falou Charles e saiu Jair Ficou Jair No último momento, o seu nome foi trocado. Foi. Olha que curioso. Aí minha mãe falou, mas... Chamava meu pai de Beppe, porque era José. Mas era pra ser Charles. Agora deixa, Maria. Ficou assim. Ficou Jair. O senhor gosta do seu nome. Gosto, opa. É isso que importa. E outra, o que meu pai deixou muito foi muito caráter, nome. Ele sempre falava isso. Nome, mantenha meu nome. Até o final. e se ele soube e o senhor é começou a trabalhar com quantos anos 16 e foi para 16 e foi por necessidade na família você queria ter essa experiência alguém falou não é que eu eu quando meu pai tem aquele sistema 12 13 anos já vendi a fruta na rua esse que é advogado foi engraxate de mãe empregada doméstica. Então com 12, 13 anos você já estava... Você tinha que sair para ganhar seu dinheirinho. E você o que fazia nessa idade? Vendia fruta. E aos 16 anos? Aí depois me chamaram para trabalhar na farmácia, varrendo. Entrei varrendo, lavando, limpando a prateleira e fui crescendo lá. E como era para você na adolescência? Porque geralmente nessa idade, com 12, 13 anos, O foco das crianças é em um período na escola e no restante é brincar, é fazer as amizades. Mas eu ia para a escola, depois brincava, depois eu ia ganhar meu dinheirinho. Você conseguia separar cada horário para fazer uma atividade. Isso. E você acredita que você adquiriu uma maturidade muito rápido por conta deste trabalho, De ter a disciplina de Eu preciso para a escola, eu preciso trabalhar E eu preciso encontrar uma maneira também De eu me divertir Madureci mais cedo Responsabilidade, né E a partir do momento que você Entrou na farmácia, foi aquele amor A primeira vista ou até então era um Emprego como qualquer um? Foi por necessidade, tinha que ganhar Dinheiro, mas o meu sonho Mesmo era ser professor Eita Como eu gostava E nunca conseguiu realizar esses sonhos? Não, não tinha condições, né? Estudei ali, aí fui fazendo um curso, aí fiz prática de farmácia, fiz técnica de aplicação de injeção, aí foi, acabei ficando na farmácia. Único emprego. E tinha alguma disciplina específica que você sonhava em ser professor de alguma disciplina? Tinha, de inglês. Tá. E o senhor sabe inglês até hoje? Não, não, sei, mas assim, básico por causa do meu menino, né, mas não tenho nada de, pode ver que eu ponho lá na, gosto, gosto do inglês, mas aí é especializar nele, né. E como é que foi a sua relação com a farmácia, né, eu falei na minha abertura, 50 anos trabalhando. Maravilhosa, devo tudo àquela farmácia, devo tudo a ela. O que ela representa para o senhor? Muita coisa. Porque é uma vida, né? 50 anos, passou de muita coisa lá. Foi o homem que eu sou, a responsabilidade, tudo foi, saiu dali. Casei, criei meus filhos, tudo dali, na farmácia. E Jair, quando na sua vida que você se filiou a um partido político? Quando? Foi em 2016. Porque eu ia dar a injeção no Jonas Com o Renato Búscolo Que era o assessor dele Que o Renato foi criado dentro da farmácia Aí foi O Paulo Campana e o Como é que chamava O irmão do Jonas O Tadeu? Não Foi uma decisão sua ou você foi influenciado pelas pessoas E falou, tá bom, posso tentar Não, como eu era muito Conhecia, já ia da farmácia chefe da farmácia, eu falei, então eu vou. E deu, você viu, eu achava que era mais um e deu um 2.633. Uma votação bastante expressiva. Bastante, peguei como suplente. E até então você não tinha nenhuma relação com a política, nunca tinha se filiado, ido a manifestação, protesto, sempre ficou afastado. Não, não, sempre afastado. Por causa do... O povo falava, você não tenta, Jair. Falava, mas a minha mulher não é muito de política Tá Então a partir do momento que você se filiou Depois ela sempre dá apoio Mas a partir do momento que você se filiou A um partido político Como é que foi a reação da sua família? Todo mundo estranhou Estranhou Estranhou porque primeiro eu fui no PMDB Depois eu fui pro PRB Que eu fiquei Que inclusive o Adilson é um amigão meu E a minha mulher falou Eu não sou ligado em política, mas já que você entrou, vamos nessa. Aí eu fui. E neste momento você é filiado ao Solidariedade. Solidariedade. Que depois aí eu levei a coisa mais séria. Falei, já que é pra aí, então vamos nessa. E aí teve um estudo do partido, o que combina com o senhor, e aí você já foi vendo as suas preferências. É interessante, né? Porque muitas pessoas podem começar do início, de jovem. Já vem de família, né? De político. Em casa, nada. Ninguém. O meu irmão, o meu irmão esse que é advogado, o Edson, ele tentou. Tá. E foi votado usando o meu nome. Assim, sou irmão do Jair e da farmácia. Entendi. Aí eu falei, opa, mas só que ele não conseguiu. Tentou usar a fama que o senhor tinha em toda a região. Isso, isso. E aí ele te ligou. Até que foi bem votado. Que bacana. E o senhor tem alguma inspiração na política? Foi incentivado por alguém? Não. Ninguém? Não, foi eu mesmo. E o senhor quer construir a sua imagem? Isso. E como o senhor pensa em transformar o seu desejo em fazer política? Como o senhor imagina que seria o seu mandato? mandato, o que o senhor pretende fazer todas as suas vontades eu quero ajudar muito a população, porque eu já tenho história, sabe gosto de ajudar o povo inclusive tem um grupo que o pessoal, ah Jair tem um colchão aqui tem um os remédios pra doação e assim é isso que eu gosto fazer pra população e aí o senhor acredita que entrando para a política, isso fica muito mais fácil. Isso. Bacana. E a sua longa experiência na farmácia, esses 50 anos que você trabalha lá, de alguma forma você acha que pode te ajudar aqui no Legislativo? A experiência que você adquiriu, alguma coisa que o senhor pode tirar de tanto tempo trabalhando numa farmácia aqui para o Legislativo? Então, fazendo bem ao povo. Que eu sempre fiz lá. Sempre fiz para a população. E esse contato, essa comunicação com as pessoas, você acha que pode utilizar aqui também? Pode, opa, também muito. Porque imagino que muitas pessoas vão numa farmácia, conversam, conhecem bastante pessoas. É isso. Muito bacana. Você pratica ou chegou a jogar algum esporte na sua vida, Jair? Cheguei a jogar num time que se chama Pé com Pano. Pé com Pano. É, eu ganhei até medalha. Tinha um timinho que tem a Praça do Esporte São Bernardo, lá perto de casa. Tá. E chegou a Joé, futebol amador aqui de Campinas? Não, não, isso não. Só formaram um time? Tinha camisa, tinha uniforme ou não? Tudo, tinha. Tá. Só que não tem nada de foto, nada de arquivo, nada. E chegaram a fazer amistoso, jogavam contra outros times? Isso, na Praça do Esporte São Bernardo. Que bacana. E qual que era a posição do senhor? Direita. Lateral direito ou era mais para o ataque? Não, mais para o ataque E essa carreira aí durou bastante? Não, foi coisa de molecagem Depois disso nunca mais praticou? Acabou Agora o que eu gosto muito hoje Pagode Pagode Chamou eu para um pagode Não tem erro Gosto de dançar Acabando a pandemia, então, todo mundo vacinado. É isso daí. Essa é curiosa sobre o gosto musical. É, gosto. Entrou no carro, ligou o rádio, está tocando o pagode. O pagodinho, é isso daí. Ah, muito bacana. E o que o senhor gosta de fazer no seu tempo livre? Quando você não está aqui na Câmara de Campinas, para onde você gosta? De algum ponto turístico na cidade? Onde você gosta de ficar? Eu gosto, às vezes, eu vou no Taquarau. ou num barzinho, às vezes ficar conversando com os amigos, trocando ideias, essas coisas assim. E a Lagoa do Taquarau é um ponto turístico, acho que muitos campineiros vão, né, pra prática esportiva, tem mesmo a lagoa que pode ser utilizada, ver animais. É um ponto turístico bastante interessante mesmo aqui na cidade de Campinas. Ô vereador, qual que é o seu maior medo? Quando você imagina alguma situação, qual que é o seu medo? Medo, medo. Tem medo de alguma coisa? Deixa eu ver. Medo, ó, pra ser sincero, eu tenho medo de ser assaltado. Sim. Muito. Sabe, chegando em casa, e aí eu fico meio com receio. A questão de segurança é sempre algo que precisa ser bastante, ter investimento pra cidade. Vereador, a gente tem um quadro aqui no programa que chama O Que Ninguém Sabe. Que é aquele momento para o senhor contar uma história, uma curiosidade, alguma coisa que aconteceu e que quem está nos assistindo não tem a menor noção, mas que é verdade. Que história que o senhor reservou aqui para o programa Perfil? Ó, meu menino era adolescente e eu dei um patinete para ele motorizado. E do nada eu resolvi Pegar esse patinete Eu já imagino o que vai acontecer Caí, ralei o joelho E ó, não foi fácil Quer dizer, se fosse naquela época Que o senhor jogava futebol Estava todo atlético, poderia ser diferente Eu já estava mais adulto Madurão e ralei meu joelho Tentou andar de patinete motorizado E caiu no chão E nunca mais se arriscou Não, nem pensava E não anda de bicicleta, anda de alguma outra coisa ou não? Só de carro. Só de carro? Só de carro. Nem moto. E os meus meninos tiveram tudo moto. Tá. E eu não consegui aprender a andar de moto. Bacana. Vereador, a gente tem, para a gente poder encerrar nosso bate-papo, a gente tem mais um quadro aqui no nosso programa, que chama Preferências. Eu vou fazer algumas perguntas para o senhor e aí o senhor me responde o que o senhor prefere mais. Um livro preferido? A Bíblia. É o melhor filme que o senhor já assistiu? Olha, o melhor filme... Bom, eu gosto de filme de ação. Bacana. Ação, suspense. Um lugar para você curtir uma viagem? Se você tiver uma possibilidade para ir para qualquer lugar do mundo, para onde o senhor iria? Las Vegas. Las Vegas. Assisti o show da Mariah Carey. Ó, é pop. Eu com a minha mulher. Tá. Já foi pra Las Vegas algum dia ou não? Não, eu fui em sonho. Tá. Mas tem o nome de Jesus e eu vou ainda. Tem oportunidade, com certeza. É lógico. É, bom, essa pergunta o senhor já respondeu, né? O tipo de música favorita? Pagode, samba. Pagode, samba. Tem alguma banda preferida ou não? Revelação. Revelação é a sua banda preferida? Isto. Que bacana. É, comida preferida, se você tiver oportunidade para um chefe lá cozinhar para você. O que o senhor vai pedir para ele? Olha, eu sou simples, eu gosto muito de ovo. Mas feijoada, lasanha, está tudo jóia. Uma massa e uma feijoada com samba tocando então. Pronto, melhor ainda. Melhor ainda. E para a gente poder encerrar, um sonho que o senhor tem? Um sonho? Um sonho. Essa viagem, né? Viagem para Las Vegas. Fala, vega, com a minha princesinha lá e show de Mariah Carey. Que legal. É. Jair da Farmácia, muito obrigado por esta oportunidade. Conhecer um pouco mais o senhor, sobre as suas preferências, sobre o gosto que o senhor tem. Boa sorte aí no mandato do senhor e tenho certeza que a gente volta a conversar aí, depois na tribuna, sobre as comissões aí, sobre os seus projetos. Muito obrigado. Uma boa tarde para vocês. Nós é que agradecemos então a presença do Jair da Farmácia aqui no programa Perfil Continue aqui na TV Câmara Campinas Até mais, tchau, tchau
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