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PERFIL - GUIDA CALIXTO
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PERFIL - GUIDA CALIXTO

428 views Publicado 17/02/2021 HD · 26:17

Sobre este vídeo

Vídeo do acervo da TV Câmara Campinas.

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E aí o Olá começa agora o programa perfil para você que está assistindo pela primeira vez aqui nos vamos falar além da política dos projetos das comissões o nosso objetivo é saber mais sobre a vida do vereador ou da vereadora como será que foi a infância Qual será o livro preferido e o primeiro emprego a e ela ainda vai contar uma história que ninguém conhece então fique ligado porque começa agora o perfil EA vereadora de hoje ou já pode eliminar aí 29 candidatos É servidora pública Municipal exercendo desde 1997 a função de monitora da Educação Infantil a atuação no movimento sindical foi pautada por esses compromissos e pela necessidade de construção de um instrumento de luta dos trabalhadores e trabalhadoras Sindicalista mulher negra petista e socialista Oi quem é e da Calisto muito obrigado por ter aceito o convite para participar aqui do perfil e você também tem informação jurídica como advogada É isso aí obrigada eu agradeço Esse passo né dê a gente tá aqui conversar um pouco sobre a nossa vida né Vamos falar aí sobre as atividades que na minha abertura eu citei algumas né da área jurídica da área elas são a educação infantil de Sindicalista então tem muitos assuntos para gente abordar Você nasceu em Santos a sua infância foi lá Não não foi lá é eu tive alguns períodos que eu morei lá na infância mas a minha boa parte é total quase total né da minha infância foi aqui em Campinas mesmo eu nasci Santos e 1970 em setembro de 1970 quando for em dezembro de dezembro e janeiro né de 70 71 nessa passagem meus pais tiveram que vir para Campinas e eu nasci em Santos mas eu não morava em Santos e mora na cidade de São Vicente que é né quero lado que ali na região metropolitana ali nessa a gente morava lá nós morávamos no bairro que é chamado Jockey Club né o bairro ele é formado por causas ele é na beira de um dique é o é a junção nessa de água do mar com água do rio não sei nem se conhece né e aquelas casas de palafita né eu morava no bairro desses né e ali é a minha mãe ela era liderança ali do bairro nela organizava de fazer a parte né da organização ali dos moradores e fazer a luta né Por melhoria do bairro Então ali a gente minha mãe fez muita luta para ter saneamento embora não tinha nem condição de tempo por conta nessas condições nem do animais lutou muito por energia a água né é fornecimento de água para os moradores que não tinham enfim ela faz e dessa liderança ali do bairro era era ela era uma liderança ali mas a minha mãe também ela era militante de base do Partido Comunista e a gente todo mundo sabe que me nesse período de 70 era um período da repressão forte cima né da ditadura militar do governo militar no país e um compadre da minha mãe a gente falava compadre né eu companheiro né de militância da minha mãe é o seu Amaro Ele foi preso e aí ele né conseguiu mandar o recado para os meus pais né assim olha Saiam daqui né porque é isso quando você quando você prende a um companheiro esse companheiro ele era torturado aí nessa tortura os companheiros não aguentavam muito tempo feio né Sem falar dos outros né Sem fornecer as informações que a polícia militar eu queria né que a ditadura que a polícia da repressão exigia em e a informação chegou aí a gente teve meus pais tiveram saiu e eu tinha quatro meses só então a gente veio para cá para Campinas aqui em Campinas a minha mãe ficou com a minha família né meus pais ficaram numa numa casa é que era na verdade o fundo de uma igreja na Ruy Rodrigues quase ali perto da cerâmica Mingone lá embaixo né já não perto ali do Ouro Verde já na região do Ouro Verde ali tem uma igreja católica que tem até hoje essa igreja e minha mãe ficou ali um período ali né esperando né acalmar abaixar a poeira na conta de falta e e foi nessa época que eu vim para cá E aí tipo a maior parte da minha da minha infância foi aqui mesmo mas alguns momentos a gente minha mãe sempre tentou voltar a morar em Santos São Vicente na baixada a gente sempre tentou mas não deu E aí a gente ficou aqui mesmo aqui eu fiz a minha infância que estudei ensino médio é fundamental ensino médio faculdade e aqui em Campinas quando você era criança na sua infância a sua mãe ela continuou com um trabalho de liderança ela você ficou estabelecido em um bairro você foi migrando pela cidade bastante pergunta que envolve muito assim bom a é a minha mãe ela era uma militante de base né mas ela é uma militante na luta por moradia então a gente não tinha moradia é tão quem não temos a dia é não tem nenhum local que pode ficar estabilizado ali né então a gente passava por essa essa dificuldade então às vezes eu brinco as pessoas você já já morei aqui acho que você morou aqui vou mandar ele falar pois é né é isso Moreno a gente morou no bairro São Bernardo muito tempo né a minhas irmãs que eram mais velho que eu sou a última né só a nona filha a nona filha e a oitava mulher nessa oito mulheres e dois homens então só não na filha a penúltima né e a minhas irmãs eram todas as adolescentes a gente morou São Bernardo a gente mora no Jardim Campos Elíseos a gente morou no Vila Padre Anchieta e depois a gente depois da adolescência Amor Em outros lugares morei na favela do Paranapanema ali no São Fernando então assim né gente sempre teve essa luta mesmo foi para a família mudava-se junto todo mundo vem sempre junto aí aí os meus irmãos minhas irmãs mais se casando tal e até que nós é minha mãe ocupou uma vez uma área lá no Jardim Fernanda teve uma ocupação que foi na gestão do Jacob tá na época era o Toninho que era o vice-prefeito e o Toninho tinha aquele projeto né da de habitação tal e aí organizaram bom E logo depois acho que o Toninho sai do governo do Jacó mais a Cohab assumiu né é um projeto de moradia Então ela a Cohab foi organizou um conjunto habitacional no Parque da Floresta que é aonde eu tenho uma residência hoje cozimento não tô morando mais lá mas é aonde eu passei a maior parte né porque aí ali nós conseguimos adquirir uma casa que não era casa Na verdade era um embrião né num cômodo né um cômodo maior com banheiro e então as nós que ocupamos ali o espaço na área no Jardim Fernanda a gente foi para o o Parque da Floresta mas zero famílias de outras regiões também como pessoal que ficou na área de risco lá da Vila Moscou foi para lá um pessoal que também tava numa área de ocupação lá e Barão Geraldo né Foi foi para lá também não lembro qual que é o nome qualquer Santa Isabel acho que era bairro uma área também de ocupação foram para lá então foi um espaço né por isso que eu eu gosto de falar sobre isso é que é uma questão que foi uma política pública de habitação né que deu dignidade para minha família porque foi o momento que a gente conseguiu adquirir um espaço uma casa para morar né uma residência e ali a gente não precisou mais ficar lutando né porque a vida de quem milita na área da de moradia é essa o mês você paga o aluguel outro mês você come se você for comer você não paga aluguel só você quiser então das famílias pobres é essa então é Foi uma boa importante política pública na área da Educação habitação a dignidade a muitas famílias então eu para lá eu acho que eu fugir a sua pergunta mas não não foi ótimo a sua resposta é na sua infância como é que você lidou com o fato de ter que ficar migrando de não ter uma residência fixa você lidou isso com um revolta com tristeza você sonhava em dias melhores você já tinha essa consciência do que estava acontecendo lado porque você questionava os seus pais que que a gente não muda para casa a gente não tem condição esse a relação com dinheiro quando que você começou a se perguntar por que que nós estamos fazendo isso né assim a gente lidava com muita tristeza né Por exemplo eu morei no Padre Anchieta até não é uma parte da minha infância ali e nós tivemos que mudar e aí ali a gente deixou amigos né deixou convivência as relações que a gente estabelecido ali e a gente sempre triste e Cia e perguntava por que que a gente tinha que ir né A minha mãe eu falo muito dela e ela era realmente uma referência muito importante na minha família meu pai sempre foi mais calmo mais tranquilo né Ela não ela sempre foi aquela aquela Líder é mesmo tempo tempo ela e aí a minha mãe sempre militou né assim Às vezes a gente tinha períodos é quando a gente veio para Campinas ela teve que dar uma né uma recuada que tava correndo risco né E ela sempre mas a gente sempre sabia que tinha uma luta né uma luta pela sobrevivência ali meu pai lá Carpinteiro minha mãe era costureira minha mãe sempre trabalhou Eu nunca eu nunca tive aquela às vezes até engraçado isso né Às vezes eu como uma mulher feminista às vezes eu sempre tive um pouco de divergência na pauta feminista porque eu não entendi é porque a gente precisava fazer a luta para que as mulheres tivesse direito ao trabalho né porque assim para mim a nossa referência sempre foi trabalhando minha mãe sempre que só trabalhar porque se a gente não trabalhasse E aí eu comi né Se a minha mãe não fosse trabalhar a gente tinha alguma cural para você é preciso brigar mas aí eu fui ver que isso era uma falta aqui realmente é uma falta pertinente até hoje né se persegue muito mais essa questão é tem uma tem uma questão também racial aí fica assim a essa questão atingir muito mais as de ter que trabalhar sem atingir muito mais as classes pobres né EA e principalmente as mulheres negras do que né ah o outro segmento de mulheres então é para nós era isso a gente a gente tinha muita dificuldade a gente chorava quando tinha que mudar a gente ficava triste mas a gente tinha que ir porque e é isso é quando eu falo para você essa questão da minha mãe né vocês vocês essa liderança muitas vezes eu questionei briguei com ela mas na hora do vamos ver a gente tinha que acatar né essa relação né da família pai mãe e filhos enfim era isso todo em muitos colégios aqui em Campo e olha primeiro colégio que eu estudei foi no parque infantil Carlos minc no São Bernardo né Colégio infantil pois estudei no Geni Rodrigues né depois acho que o Geni Rodrigues eu fiz todo o meu os anos iniciais né do Ensino Fundamental depois eu estudei no vilagelim Neto lá no Padre Anchieta terminei o ensino médio lá mas aí eu também fiz o magistério que a do centro de cefam centro de formação e aperfeiçoamento do Marcelo foi a primeira turma nós somos a primeira turma também outra importante por esse cá pública você não quer que eu fale disso mas eu vou falar aqui porque assim foi um programa que foi né do Quércia mas era era um programa que recebe alunos da escola pública para poder fazer que se formar no Magistério e eu ensino integral o dia todo e você recebeu uma bolsa uma bolsa quer um salário mínimo e elaa a nossa formação lá o corpo de professores que a gente tinha lá sim eram pessoas assim muito maravilhosa a gente comprometida um grupo de professores muito comprometido muito críticos né e enfim ali se formou uma galera que eu tenho amizade até hoje a gente tem um grupo né as meninas minhas amigas nós somos amigos até hoje e é um e foi um espaço e de muito aprendizado né e muita de muita militância de muita organização e que refletiu na minha vida até hoje as meninas falam aqui para mim nela fizerem a campanha voltarem a falar assim na minha eu tinha certeza que você verá onde é vereadora a gente a certeza desde lá falava mas desde lá também porque eu já tinha esse histórico familiar já tem essa sobre exercício pode familiar então eu me formei não ser fã né que também foi uma importante política pública que isso me apoiou muito a continuar um dia é seguindo a minha carreira porque uma mulher né uma uma pessoa que vem do e com as condições econômicas difíceis da onde eu venho a gente não tem muito né senão tenta perspectiva expectativa de fazer uma faculdade de ter uma graduação gente sabe da dificuldade que é mas isso isso me impressionou muito né E impulsionou também a minha militância aí filho qual foi o seu primeiro emprego e você tinha quantos anos o meu primeiro emprego para assim quando você fala né você já tinha tocado essa coisa do primeiro emprego eu fui empregada doméstica eu trabalhei numa casa quando eu morei na época no São Fernando Meu Pai Nosso meu pai a gente tava sem local de moradia enfim a gente foi morar na favela de São Fernando meu pai tava com teve câncer Né tava a gente tava fazendo um tratamento de câncer eu era muito nova sem ser informação acho que eu tinha foi antes de entrar no seu fã inclusive logo em seguida entrei no seu fã pô a fome né é Foi um momento em que eu pude sair do trabalho doméstico para poder estudar e aí a gente eu engraçado né Você tocou eu Lembrei hoje que eu fui trabalhar numa numa casa uma família que a mulher falava assim para mim e eu não falava para ela onde eu morava que eu tinha vergonha de falar aí ela falava assim para mim olha que e eu já tinha falado que tinha já terminado ensino médio ela falou assim mesmo a você pode fazer uma faculdade para continuar estudando né se você ficar né no trabalho doméstico aquela coisa aí ela falou também olha quem tem meio olho nesse país é rei ela falando isso não dava para mim eu vi o ria dela tal e aí ela ela viu o anúncio do cefan né que tinha um projeto em Campinas queria fazer a formação né de professora né de Magistério tal e ela falou aqui ó você pode ir lá fazer aí eu bom e é isso que meu primeiro emprego foi no trabalho doméstico através de uma indicação então foi algo Oi ajuda a mudar sua vida Oi como é que foi esse trabalho de monitora da Educação Infantil você tem informação jurídica quando que na sua vida você precisou optar caminhou junto com as duas atividades é eu em 96 eu prestei concurso público né e passei no concurso público e 97 fui chamado eu comecei a trabalhar não tinha nenhum conhecimento a gente como se organizava a educação infantil Campinas o ponto de vista de creche né eu era formada no magistério mas para mim ela o ensino parcial né não sabia como é que funcionava creche né porque ela coisa do ensino o dia todo daquele antecedido do acolhimento das não tinha isso comecei trabalhar Foi um aprendizado muito grande para mim foi um baita né assim cheguei lá foi um turbilhão uma sala lotada Tu foi lá no Jardim rossin Marcela que a frente conhecer a altíssima de criança pouquíssimas profissionais a gente tinha que dar banho tinha que dar conta de tudo a criança da alimentação estimular o aprendizado estimular andares enfim foi assim eu te falo que até o terceiro mês eu falei Será que eu vou dar conta será que eu vou dar conta mas o que dá para sobreviver né e chega e nesse momento também que eu fui chamada pelo pelo concurso público Foi um momento também muito importante na minha vida porque eu tinha prestado o concurso público em outubro de 97 eu perdi eu tive apenas o irmão meu irmão mais novo ele foi assassinado e noventa e aí em outubro e novembro E eu chamei eu fui chamada pela prefeitura para trabalhar e aí foi para mim foi a salvação porque eu tava no sofrimento muito grande né E aí eu comecei a trabalhar e aí foi aquela coisa foi uma momento que eu pude esquecer um pouco daquele sofrimento e muitas vezes pensar mais será que vou dar conta porque era muita coisa né dá conta daquelas crianças todas mas foi assim foi mais uma vez a salvação né também da minha vida do ponto de vista da minha carreira né porque quando eu terminei o magistério eu no último ano de Magistério eu tiver minha filha e eu eu não consegui pegar aula peguei aula bem assim aulas esporádicas né porque eu acabei ficando com ela em casa e aí ela nasce 9196 eu prestei o concurso eu tava precisando trabalhar Minha filha já tinha seis anos eu pensava trabalhar e aí foi o momento que eu consegui aí né é seguir a minha carreira aí 17 dezembro 97 assumir eu fui chamado justamente o meu irmão faleceu dia Quatorze de Outubro Dia Quatorze de Novembro um mês certinho eu fui chamado chegou o telegrama em casa aí em dezembro dia seis de Dezembro né menos de um mês eu assumir também posse E aí 98 já tava na prefeitura né nisso 98/98 já já incorporei a primeira greve do Servidor uma greve histórica que a gente tava discutindo do redução de jornada a gente enfim né já participei das greves de lá para cá nunca deixei de participar de greve né e é e fiz e continue a minha atuação Léo como militando tanto movimento sindical e também defendendo a falta das monitoras é muito de educação infantil trabalhando no serviços públicos sempre Fazendo a Defesa A Luta dos serviços públicos E aí Mas eu pensava que eu tinha é que fazer a minha formação né A minha graduação e 2002 eu dentro do PT é a minha formação política se deu toda nesse espaço né no grupo político que o ato hoje visível né na corrente interna que eu que eu pertenço a sua decoração esquerda que né que é que a campanha é assim que que me apoia né nessa formação EA em 2006 eu entro na faculdade de direito é o Peter fazer direito fui fazer em 2010 Eu me formei advogada é assim e eu não consegui alguns momentos eu pensei em largar em afastado do serviço público para só só atua como advogada eu não consegui fazer isso em nenhum momento porque o serviço público era meu espaço de militância se eu deixar serviço público eu ia militar onde eu não sabia o que fazer na na minha militar que é o movimento sindical é um de um minuto né então eu não sabia o que fazer e aí uma curiosidade 2016 início de 2016 eu pedir um afastamento do secretário para porque eu pensei não melhor agora eu só se advogado porque não tô dando conta porque era audiência era tem que cuidar de criança de manhã né de manhã eu era uma vez falando tudo já andava com roupa dentro do carro trocar dentro do carro é aquela coisa assim aí 2016 mês de 2016 eu pedir um afastamento sem vencimento né o secretário negou né que que eu era secretário Ronaldo Marcelo e nem ligou né ele não concedeu aí 2016 no final teve a eleição então Prev um momento histórico para Nós da categoria que porque administração naquele momento o prefeito ia utilizar os recursos do Instituto de Previdência teve um levante da categoria E eu participei desse Levante e ajuda a organizar a categoria aí aí eu fui a conselheira mais votada da história de Campinas recebe 1.700 votos né aí a galera sempre dá uma tira magoado a gente tira o sal né do secretário aí tá vendo você tinha podia ter dispensado ela mas agora ela vai virar vereadora agora que ela viu aí essa semana falar isso para mim aí encontrei com ele falei tá vendo agora ela vereadora assim é isso e eu não consegui parar Então eu parei mesmo é de ser monitor de educação infantil dia Trinta e Um de dezembro de 2020 para assumir aqui como vereadora operador eu queria mais uns 40 minutos para gente bater um papo tem mais muitos assuntos que eu queria acordar com você mas nós já estamos o nosso tempo então agora nós temos dois quadros aqui no perfil e E aí é o primeiro o que ninguém sabe uma história uma curiosidade alguma coisa que já aconteceu na Fazenda você que você já contou muita coisa bacana mas se tiver mais alguma história para contar para gente que quem tá em casa não tem a menor noção mas que é verdade que aconteceu não eu sinceramente eu não lembro porque eu sou muito faladeira eu falo muito né E ela ficava falando todo mundo não sei se é uma curiosidade Talvez as pessoas não saibam porque tem muita gente que as minhas colegas sabe que eles sentiram bastante saúde minha fala que eu não sei cozinhar mas eu sei falei olha como que não eu tenho uma filha de 30 anos que eu dei comida para ela pediu se formou né e falei então eu sei cozinhar elas brincam comigo tal mas tem uma coisa que muita gente não sabe eu faço. Cruz bordar é uma coisa aqui é aquela coisa né que a gente foi de pão uma mulher que milita que é dirigente não pode ser uma mulher que cuida né que faz trabalho manual né não tem nada a ver eu faço um ponto cruz meu ponto cruz é perfeito se você pode ser eu passei virar o avesso pode ver não sei se todo mundo algumas pessoas sabe mas a gente muita gente não tá imagem disso aí Você Chegou a procurar por que eu não faço Procura ver se alguma coisa na sua casa que eu vou procurar eu te mando a Combinado então o E aí e ir para a gente poder encerrar agora o perfil com as preferências eu vou fazer algumas perguntas e você responde o que você gosta mais seu livro preferido mulheres raça e classe da geladeira melhor filme que você assistiu por velho um lugar para você poder curtir uma viagem pode ir para qualquer lugar do mundo para onde você iria Ah eu acho que eu volto minha cidade falsa vou precisar até eu gostei de viajar para vários lugares mas quando eu vou para lá me sinto muito bem seu tipo de música favorita entrou no carro ligou o rádio que que vai tá tocando eu sou muito eclética muito mesmo você não tem noção E ai é samba samba comida preferida tem um chefe vai fazer qualquer comida para você que que vai pedir para ele o curso arroz feijão e bife e a tradicional comida brasileira e para encerrar um sonho E ai o meu sonho é que a gente viva numa sociedade melhor que não tem explorados nem exploradores que a gente possa as pessoas possam ter dignidade né acho que é viver numa sociedade onde eu não tenha o enfim é isso mas a sociedade que as pessoas possam fazer ter acesso né ao seu trabalho não sei estourado né não sei Oprimido enfim o outro modelo de sociedade o meu sonho Visa Calisto muito obrigado por participar aqui do perfil tenho certeza que quem está nos assistindo gostou bastante da sua história de superação de luta de volta por cima quebrando paradigmas e imagens que as pessoas têm por aí e já fica um vídeo aqui para uma próxima oportunidade para a gente poder voltar a conversar que ficaram várias perguntas aqui em Eu que agradeço a você que eu falo muita gente peço desculpa mas é mal de Sindicalista fala muito mas eu que agradeço e sempre que quiserem só exposição Combinado então vida Calisto participando aqui do perfil a você de casa muito obrigado pela sua companhia pela sua audiência até a próxima tchau tchau [Música] G1
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