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🎵 Você já imaginou assistir uma peça chamada Café com Queijo? Pois é, o nome é bem sugestivo e ele saiu daqui, do Teatro Lume, onde nós viemos hoje para saber mais um pouco sobre o enredo desta peça, que estreia hoje, nesta sexta-feira. Por isso eu vou conversar com a atriz Raquel Scott, já tem aí uma caminhada de 30 anos nessa parte cênica. Raquel, por que o nome de uma peça tão sugestiva como Café com Queijo? Oi Luana, tudo bem? Tudo bem. Então, Café com Queijo é porque pra gente criar esse espetáculo, a gente fez uma jornada enorme pelo interior do Brasil. Então a gente esteve no Tocantins, em Goiás, Sertão de Minas, uma viagem longuíssima pela Amazônia também. E aí lá em Tocantins, em um dos lugares que a gente foi, uma cidadezinha bem pequenininha que se chama Paranã, a gente conheceu essa bebida. Eles tomam o café junto com o queijo. Então o queijo ralado, que na verdade não é um parmesão, né? É um queijo Minas curado e ele vem ralado junto com o café. E a gente achou isso super curioso e achou que o nome também tinha a ver com essas nossas andanças aí pelo país. Como que é o enredo dessa peça? Porque vocês fizeram toda essa andança, mas qual é o significado que vocês trazem também? Porque é uma peça também muito musical. Sim, sim. A peça, ela não tem exatamente um enredo, porque não é uma peça que tem uma história. A gente não está contando uma história, a gente está contando uma colcha de retalho de várias histórias. Então as pessoas, várias pessoas que a gente conheceu A grande maioria já eram idosas Porque são as pessoas que querem contar as histórias Que ainda conhecem as canções Então foi uma coletânea de todos esses encontros que a gente foi fazendo Amizades que a gente foi fazendo no percurso E a gente trouxe para o nosso corpo um pouquinho de cada uma dessas pessoas Também com as suas histórias, com as suas canções Então sim, o espetáculo é bastante musical E vocês pegaram as vivências das pessoas que vocês conheceram e colocaram dentro da peça. Inclusive, não tem um ator fixo pra um personagem, né? Vocês se misturam ali. Como que funciona essa parte? É, são várias, a gente chama de figuras, né? Porque são pequenas passagens por essas pessoas, que na verdade nem é, claro, exatamente a pessoa, uma inspiração naquilo que ela nos trouxe, da sua vida, da sua solidão, das coisas que ela vive ali no seu ambiente. Então, a gente trouxe um pouquinho de cada uma dessas vozes, desses corpos e criou essa grande colcha de retalhos. Inclusive, o cenário é uma colcha de retalhos, que é um pouco para dar essa ideia de que é essa mistura aí de Brasis. O que a pessoa que vai ver, assistir, vai encontrar? Acho que ela vai encontrar um pouquinho da história dela, porque a ideia desse espetáculo é isso, a ideia desse espetáculo é a gente chegar cada vez mais no indivíduo, a gente traz essas pessoas, essas histórias, as pessoas se identificam. Aprende a se reconhecer. Sim, olha, eu também tenho uma história assim, nossa, parece a minha avó, nossa, parece a minha mãe, parece o meu avô, então, parece a minha infância, ou coisas que eu ouvi, que eu não vivi, mas que eu ouvi, para os mais jovens, talvez. Mas, então, é um pouco se reconhecer naquele ambiente, naquelas pessoas, naquelas histórias. Se conhecer um pouco também. Então, tem sessão hoje, amanhã e domingo. Fala para o pessoal o horário certinho? É sempre às 20 horas, na sede do Lume Teatro, que fica em Barão Geraldo. Pode vir aqui para cá, então. Por favor, venham, compareçam. vou deixar vocês um pouquinho aí com sobe som, não é mesmo edição com o espetáculo e depois tem mais dicas de cinema muito obrigada obrigada Luana, muito obrigada a todos Cinema, hora do massacre Na tentativa de chamar atenção para a crise ambiental Um grupo de jovens ativistas decide invadir e vandalizar uma loja de móveis No entanto, o protesto rapidamente se transforma em um verdadeiro massacre. Te peguei Rachico, para sempre O professor encontra um filhote abandonado em uma cidade distante e desabitada e decide adotá-lo A dupla cria um forte laço de amizade e afeta o aponto do cão acompanhar o seu dono até a estação todos os dias No entanto, quando o professor morre, o companheiro passa a esperá-lo no mesmo lugar, apesar da família decidir deixar a cidade. Muito bem! Você já roubou o coração da mamãe? Ela até já te deixa subir na cama. Que comoveu o mundo todo! Ratico para sempre Desculpa, o papai esqueceu de você. Ratico, venha, vamos para casa. O sequestro do Papa, baseado numa história real, após uma polêmica ordem do Papa Pio. o pequeno Edguardo Motara, aos seis anos, foi tirado dos braços de sua família judia em episódio ocorrido em 1858, na Bolonha, Itália. Sem que soubessem, o menino havia sido batizado e, segundo as leis da Igreja Católica, a criança deveria ser levada para seguir com a catequese. Durante anos, a luta pela libertação do filho gerou grande indignação pública por conta da tirania e resistência do religioso em atender os apelos da família. Pois tratou a família, não é isso? Olá pessoal de Campinas, tudo bem? Bem, a gente está aqui para fazer um convite muito especial para vocês. A gente quer convidar todo mundo para assistir o nosso espetáculo, Azul. Nós vamos estar no SESI Campinas, nos dias 11, 12, 13, 14, 18, 19, 20 e 21 de julho. Ah, também teremos sessões com audiodescrição e tradução em libras. Esperamos todos vocês, hein? Tchau, tchau! Neste sábado, a partir das quatro da tarde, tem show do cantor Mumuzinho no BAM Festival. No sábado, às sete da noite, tem show com o grupo de heavy metal Sepultura no Campinas Hall. No domingo, a cantora Paula Lima vem para sacudir a concha acústica do Taquarau às 4 da tarde, com muito soul e samba rock. Oi, eu sou a Suzana Damasceno e o aboatino aqui é o Donizete Mazonas. Ela também me mandou o link do Divino Amor. O que é isso? Um site de relacionamento antangélico. Mas você não é religiosa? E daí? Qual o problema? Eu adoro fé, admiro. Eu já tenho sete meses. Eu gostaria de convidar vocês para assistirem ao espetáculo Uma Noite Sem O Aspirador de Pó, em Cartaz, no Teatro Barracão, em Campinas, sábado e domingo, às 20h. O texto desta comédia dramática de Priscila Gontijo reflete sobre o papel da mulher, o envelhecimento e a dificuldade de estabelecer relações e afetos verdadeiros numa sociedade de consumo. O ingresso é no chapéu. Convidem os amigos e venham! Olá pessoal, eu sou a Anabella, estou aqui com a Edu de Maria, nós somos do Núcleo Copinzeiro. Estamos aqui para fazer um convite para todo mundo. No próximo domingo, dia 21 de julho, nós vamos fazer uma roda de samba comemorando os 23 anos do Núcleo Copinzelli. Essa roda vai ser no Reúne Comida e Cultura, que fica aqui em Barão Geraldo. Então, convidamos todo mundo para o próximo domingo, dia 21 de julho, a partir das 16 horas, estar nessa roda com a gente. E aí