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Assédio eleitoral

Região de Campinas lidera denúncias de assédio eleitoral no interior

MPT registra 57 denúncias na região, com relatos de ameaças de demissão, dispensas e recusa de contratação motivadas pelo voto.

Por Redação TV Câmara Campinas
Íria, apresentadora virtual de inteligência artificial, na apresentação do programa Central I.A. da TV Camara Campinas
Íria, apresentadora virtual de inteligência artificial, na apresentação do programa Central I.A. da TV Camara Campinas

A região de Campinas lidera as denúncias de assédio eleitoral no interior paulista em 2026, segundo dados do Ministério Público do Trabalho da 15ª Região apresentados no boletim Central I.A. de quinta-feira, 29 de outubro. São 57 registros na região, equivalentes a 26,3% do total de 216 informado na edição.

Conforme notícia do Diário Campineiro reproduzida pelo programa, após o segundo turno chegaram outras 80 denúncias no interior, nove delas na região de Campinas. Os relatos envolvem ameaças de demissão, dispensas e recusa de contratação motivadas pelo voto. O Ministério Público do Trabalho reforça que a opção política do trabalhador é inviolável e que o assédio eleitoral é ilegal.

O boletim também apresenta dificuldades enfrentadas pelo comércio no centro de Campinas. Em levantamento na rua 13 de Maio, a equipe do Correio Popular contou 15 lojas recém-fechadas. Comerciantes apontaram aluguéis caros, queda no movimento, falta de estrutura e sujeira entre os principais problemas.

Segundo o Sindivarejista, a concorrência do comércio eletrônico e a saída de moradores das áreas centrais ajudam a explicar o esvaziamento. A Prefeitura informou que o programa Nosso Centro prevê obras de revitalização e incentivos fiscais para a região.

Na área de trabalho e renda, a edição anunciou a 21ª edição do Feirão de Emprego e Oportunidades, programada para 29 de outubro, no Palácio da Cidade. A oferta divulgada superava 2.300 vagas em 50 empresas de logística, varejo e serviços. Auxiliar de logística concentrava 300 postos, e o maior salário anunciado era de R$ 7.365,96, para encarregado de manutenção.

No Legislativo, a Câmara Municipal de Campinas aprovou em definitivo, no dia anterior ao boletim, um projeto do Executivo que reorganiza a Secretaria Municipal de Saúde. A proposta cria cinco centros de atenção psicossocial, cinco centros de convivência e um setor para o programa Consultório na Rua.

Segundo o líder do governo, vereador Paulo Adadi, a medida resulta de acordo entre a Prefeitura, o Cândido Ferreira e o Ministério Público, ampliando a gestão municipal dos serviços de saúde mental. Os vereadores também aprovaram a atualização para pouco mais de R$ 6 milhões do valor destinado a iniciativas aprovadas pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.

Assista à íntegra

A matéria completa foi ao ar no CENTRAL I.A. da TV Câmara Campinas. Assista ao vídeo original: Central I.A. –.

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Acervo TV Câmara

Central I.A. –

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