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A Câmara Municipal esteve presente na prefeitura para acompanhar a apresentação do plano local de resiliência e redução de risco de desastres de Campinas 2024 a 2030, alinhado com a iniciativa global da ONU, com o objetivo de tornar a cidade mais preparada para enfrentar eventos climáticos extremos. Se você olhar o documento, né, que apresenta esse plano local de resiliência, você vai ver que muitas das ações que vêm sendo desenvolvidas estão apoiadas em leis aprovadas pela Câmara. Então, a Câmara foi sim no passado um local onde essas eh discussões iniciaram. A Câmara tem feito debates, né, tem promovido encontros e tem aprovado a legislação que dá condição para Campinas trilhar esse caminho de resiliência, buscando ser uma cidade eh sustentável. E na atualidade nós temos comissões, inclusive de vereadores discutindo esse tema, como enfrentar as emergências climáticas, como aprimorar a política municipal de arborização, eh como fazer o enfrentamento das enchentes. Nós temos comissão acompanhando a execução dos piscinões, o plano municipal de educação ambiental, a política ambiental, tudo isso eu foi aprovado pela Câmara. Então, a nossa contribuição primeiro é sempre estar debatendo essas realidades, apresentando propostas, sugestões de novas ações ou de aprimoramento das ações em desenvolvimento até aprimoramento da legislação municipal. Nós estamos vivendo um novo momento do clima. As mudanças climáticas chegaram e e são uma realidade do clima. É, esse plano é importante para deixar a cidade cada vez mais preparada para reduzir os riscos de desastres que, infelizmente, fazem parte agora da nova realidade do clima. Você tem uma série de ações. Primeiro, a intersetorialidade. Todas as secretarias têm que trabalhar em conjunto. A questão do clima não é uma uma uma questão da Secretaria do Clima, não é uma questão da Secretaria de Infraestrutura que faz obras eh de piscinão, não. É de toda a gestão municipal e também dos parceiros, governo do estado, corpo de bombeiros, parceiros eh eh como a ONU, que é fundamental nesse sentido. Então, a cidade tem que tratar essa questão da resiliência das mudanças climáticas como prioridade. Por isso, a importância desse plano. O município já enfrentou episódios marcantes de catástrofes, deslizamentos em áreas de risco e tempestades que deixaram bairros inteiros sem energia. Para o coordenador da Defesa Civil, Sidney Furtado, cada evento expõe fragilidades e uma lição que desafia o poder público a agir com mais eficiência. Esse plano ele foi revisto. Essa ferramenta de score card, ela é uma ferramenta que nós estamos adotando em várias áreas, verificando as lacunas existentes nos diversos setores da administração pública. Não são poucos, são várias lacunas que a gente percebe ainda que precisa ser melhorada. E mas esse é o caminho certo e o prefeito tem dado todo esse suporte nesse sentido às Nações Unidas. E eu diria que nós estamos caminhando num num processo que resiliência não termina nunca. O envolvimento da Câmara também tá sido tem sido muito importante. Vários projetos estão sendo apoiados para para pra Defesa Civil, para o Corpo de Bombeiros. Eu acho que isso é importante. É um processo que não tem fim. Eu acho que é um ele é um marco que na realidade ele não tem fim. A o pior evento sempre tá para acontecer e nós precisamos estarmos preparados. A ideia é que as iniciativas locais sirvam de inspiração para outras cidades da América Latina, mostrando que o combate à crise climática começa no território com políticas públicas integradas, participação comunitária e compromisso de longo prazo. É importante entender que os municípios estão na linha de frente eh eh na gestão de riscos. Eh, quem trabalha na ponta sabe a dificuldade de atender essas situações de emergência, o quanto os municípios são responsáveis pela vida eh dos residentes e eh o a saúde das economias locais também. Algo específico da cidade de Campinas é a ação a nível metropolitana. Campinas é hub de resiliência eh da iniciativa construindo cidades resilientes, eh, e entendeu que não, que a cidade de Campinas não pode ser uma ilha de resiliência num mar de vulnerabilidade, que os riscos não param na fronteira dos municípios e atingem todas as comunidades. Então, essa liderança, essa solidariedade de Campinas com outros municípios é algo inspirador a escala nacional e internacional. M.